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    Coluna

    Rodrigo Constantino Anlises de um liberal sem medo da polmica Assine o Feed RSS | Saiba o que

    BUSCAR NO BLOG

    01/11/2014

    s 9:47 \ Democracia, Liberdade de Imprensa, Poltica

    Populismo autoritrio: projeto de transformar Brasil em Venezuela segue curso Com a vitria apertada de Dilma, sob suspeita de fraude nas urnas eletrnicas, segue em

    curso no Brasil o projeto bolivariano tocado pelo PT de nos transformar na prxima

    Venezuela. Ainda h, pasmem!, aqueles que se negam a enxergar isso. Acusam quem o

    diz de paranoico, reacionrio, golpista ou algo do tipo. E, claro, atiram no mensageiro,

    especialmente a revista Veja.

    Mas Veja no faz nada alm de manter sua independncia do governo e praticar

    jornalismo srio. A edio que chegou s bancas este fim de semana prova disso. A

    comear pela entrevista nas pginas amarelas, com o proprietrio do ltimo jornal

    independente venezuelano. O que ele diz e ateno: ele quem diz, no a Veja

    deveria ser levado muito a srio por todos que tm apreo pela democracia e liberdade de

    imprensa. Por exemplo, logo na primeira pergunta:

  • O leitor pode ser daqueles que automaticamente repete que o PT olha mais para os

    pobres, que os neoliberais so insensveis, que milhes saram da misria graas aos

    programas assistencialistas do governo. Mas com um pingo de reflexo, tenho certeza de

    que mesmo essas pessoas sabero, no fundo, que da forma pela qual foi estruturado, o

    Bolsa Famlia tem mantido os pobres na pobreza, e pelo terrorismo eleitoral feito pelo PT,

    representam o novo voto de cabresto.

    Foi assim, com base nesse populismo autoritrio, que o chavismo avanou na Venezuela,

    e o bolivarianismo em outros pases latino-americanos. Como a imprensa independente

    aponta os fatos incmodos, investiga e joga luz sobre os podres do governo, costuma ser

    o primeiro alvo dos populistas autoritrios. A mquina de difamao para desqualificar

    esses veculos da imprensa colocada em uso, como diz Miguel Henrique Otero:

  • Essa ttica precisa ser compreendida pelo leigo: o governo tenta intimidar os jornalistas

    independentes de forma a obter seu silncio e ficar com o caminho livre, com uma

    imprensa dominada apenas pelo jornalista chapa-branca. Tipo aqueles que aparecem at

    em lista de doleiro do prprio PT. Os que ousam manter sua independncia, que se

    recusam a ser neutralizados, sofrem perseguio. E o mesmo ocorre com polticos de

    oposio:

    Alm de jornalistas e polticos de oposio, juzes que preservam sua autonomia precisam

    ser destrudos tambm, calados, afastados. A reportagem de capa da Veja mostra

    justamente como Sergio Moro, magistrado responsvel pelo escndalo do Petrolo, tem

    sido alvo de manobras do governo para ficar longe do processo que pode fazer o

    mensalo parecer pequeno. Segue um trecho:

    Existem outras tticas, como tentar jogar o caso para o Rio e neutralizar o trabalho da

    Polcia Federal at aqui. importante ter em mente que os envolvidos, principalmente os

    do PT, faro de tudo para no deixar que esse escndalo termine como o mensalo, e que

    aquele seja realmente um ponto fora da curva em nossa histria de impunidade.

  • Uma vez mais, a estratgia utilizada pelos corruptos tem sido a de atacar o mensageiro,

    para no ter que rebater a mensagem:

    Mas se o PT continua tentando impor uma agenda bolivariana em nosso pas, parece que

    finalmente a oposio est mais acordada. Declaraes como a de Aloysio Nunes, de que

    no haver trgua, apontam nessa direo. Na Veja desta semana h tambm uma

    entrevista com Acio Neves, que refora a mensagem:

    O Brasil perdeu o medo do PT, disse o candidato tucano derrotado. verdade, e isso

    representa uma mudana muito importante. Mas no ter medo no o mesmo que

    negligenciar a ameaa. Na verdade, devemos enfrentar o PT com coragem, mas com a

    clara convico de que estamos lidando com uma turma capaz de tudo pelo poder, que

    ignora os preceitos ticos e o prprio jogo democrtico nesse objetivo.

    fundamental compreender o que o PT deseja e quais mtodos est disposto a usar, para

    no ser pego de surpresa. O projeto petista o populismo autoritrio, de preferncia

    totalitrio, como vem sendo implementado na Venezuela, Argentina, Nicargua, Equador e

    Bolvia. Quem ainda no se deu conta disso precisa abrir os olhos, vencer a alienao,

    no cair no jogo sujo deles. Escutem o que o prprio ditador Maduro disse, felicitando a

    importante vitria de Dilma para a revoluo progressista no continente:

  • Infelizmente, noto que muitas pessoas boas, mas alienadas, j repetem como um

    autmato que no confiam na Veja, pois partidria e tudo mais. Como diz a Carta ao

    Leitor desta edio, o partido da revista o Brasil, a verdade. S que isso costuma

    incomodar bastante quem est no poder, especialmente se for um grupo corrupto e

    autoritrio ao extremo.

    A ttica petista ser desqualificar no s o jornalismo independente, como tambm todo

    aquele que votou na oposio. Somos a elite branca, os ricos insensveis. O Brasil tem

    51 milhes de ricos? Seria to fantstico quanto acreditar que temos 54 milhes de

    miserveis famintos, os dependentes do Bolsa Famlia. Claro que no nada disso, mas

    assim que o PT apela ao populismo autoritrio. Como conclui J.R. Guzzo em sua coluna

    da Veja desta semana:

    Sim, estamos com a conscincia tranquila, ao contrrio daqueles que deram seu voto a

    Dilma e contriburam com esse projeto autoritrio e corrupto de poder. Mas no vamos

    relaxar. No vamos cochilar. Vamos, ao contrrio, reagir, lutar, defender nossa

    democracia, cobrar investigaes e punies aos crimes de corrupo, independncia de

    poderes, liberdade da imprensa. Os bolivarianos no vencero!

    Rodrigo Constantino

  • Com rombo recorde em setembro, Tesouro passa a ser deficitrio no ano, pela primeira vez desde o Plano Real POR DINHEIRO PBLICO & CIA

    31/10/14 10:04

    O governo Dilma Rousseff gastou alm de sua arrecadao pelo quinto ms consecutivo, e o Tesouro Nacional agora acumula at setembro um deficit indito em duas dcadas.

    No ms passado, as despesas com pessoal, programas sociais, investimentos e custeio superaram as receitas em R$ 20,4 bilhes, o

    maior valor em vermelho j contabilizado em um ms. Com isso, o resultado do ano passou de um saldo fraco para um rombo de R$ 15,7

    bilhes.

    Em outras palavras, o governo federal teve, de janeiro a setembro, deficit primrio, ou seja, precisou se endividar para fazer os

    pagamentos rotineiros e as obras de infraestrutura.

    Nas estatsticas do Tesouro, a primeira vez que isso acontece por um perodo to longo desde o Plano Real, lanado em 1994 -os dados

    anteriores so distorcidos pela hiperinflao e no permitem comparaes apropriadas.

    A deteriorao das contas federais comeou em 2012, quando o governo acelerou seus gastos na tentativa de estimular a economia, e o

    descompasso entre receitas e despesas se agravou neste ano eleitoral.

    As primeiras, prejudicadas pela debilidade da indstria e do comrcio, tiveram expanso de 6,4% at o ms passado; as segundas, de 13,2%.

    A escalada dos gastos neste ano puxada pelos programas sociais -

    especialmente em educao, sade e amparo ao trabalhador- e pelos investimentos do PAC (Programa de Acelerao do Crescimento).

  • O desequilbrio fiscal produziu um crculo vicioso na economia, ao

    elevar a dvida pblica, alimentar o consumo e dificultar o controle dos preos. Com credores mais temerosos e inflao elevada, o Banco

    Central precisa manter juros altos, comprometendo ainda mais o crescimento da economia e a arrecadao.

    O secretrio do Tesouro, Arno Augustin, finalmente admitiu que a promessa de fazer um superavit primrio de R$ 80,8 bilhes neste ano

    ser descumprida.

    Pela Lei de Diretrizes Oramentrias, o saldo pode ser reduzido a R$ 49 bilhes. O governo, no entanto, vai propor ao Congresso a alterao

    da lei para permitir um resultado ainda menor.

    Passadas as eleies, o mercado aguarda o anncio de medidas para conter despesas e elevar receitas. As alternativas disposio do

    governo, porm, no so animadoras.

    Cerca de trs quartos do Oramento so ocupados por pagamentos

    obrigatrios, como salrios, repasses ao Sistema nico de Sade, benefcios previdencirios e assistenciais. Por isso, as vtimas

    preferenciais dos ajustes so as obras pblicas, das quais o pas precisa para enfrentar as deficincias da infraestrutura.

    Um aumento de impostos elevaria ainda mais a carga tributria do

    pas, a mais alta do mundo emergente ao lado da argentina -e criaria um desgaste poltico adicional para uma presidente que acabou de

    passar por uma reeleio apertada.

  • Petrobras abre mo de cobrar dvida da Venezuela

    O acordo, segundo fontes da estatal, feito entre os ex-presidentes Lula e Chvez deixou o Brasil com a misso de garantir, sozinho, investimentos de quase 20 bilhes de dlares

    Refinaria Abreu e Lima da Petrobras, em Pernambuco (Bobby Fabisak/Exame/VEJA)

    Documentos inditos da Petrobras aos quais o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso

    mostram que a empresa abriu mo de penalidades que exigiriam da Venezuela o

    pagamento de uma dvida feita pelo Brasil para o projeto e o comeo das obras na

    refinaria Abreu Lima, em Pernambuco. O acordo "de camaradas", segundo fontes da

    estatal, feito entre o ex-presidente Luiz Incio Lula da Silva e o ex-presidente da

    Venezuela Hugo Chvez deixou o Brasil com a misso de garantir, sozi