folha regional de cianorte - edicao 658

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edicao 658 da folha regional de cianorte com circulacao em 31 de marco de 2013

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  • Domingo, 31 de Maro e Segunda, 1 de Abril de 2013 - Ano 12 - Edio 658 - R$ 2,00Fone: (44) 3018-2876 - Site: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com

    --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Pg. 06

    Comemorando a Pscoa, crianas da Educao Infantil recebem ovos de chocolate

  • Domingo, 31 de Maro e Segunda, 1 de Abril de 2013 - Fone: (44) 3018-2876 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Endereo: Av. Brasil, 1167 - Sala 03

  • Domingo, 31 de Maro e Segunda, 1 de Abril de 2013 - Fone: (44) 3018-2876 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Endereo: Av. Brasil, 1167 - Sala 03

    Redao

    As duas equipes vem de resultados adversos na rodada disputada no meio da semana. O Cianorte foi a Ponta Grossa enfrentar o embalado Londri-na. O Tubaro teve que man-dar seu jogo na Capital dos Campos Gerais j que foi pu-nido pela Justia Desportiva, por conta da confuso na l-tima partida do primeiro turno contra o Coritiba. O Paranava perdeu para o Atltico Parana-ense pela contagem mnima.

    O Leo do Vale, pelos cri-trios, est na antepenlti-ma posio na classificao geral, atrs exatamente do Paranava e do Nacional de Rolndia. No rebolo para o rebaixamento esto ainda o Toledo e o Rio Branco de Pa-ranagu.

    O jogo deste domingo, a partir das 16 horas, no Es-tdio Albino Turbay, signifi-ca muito para o Leo do Vale e o Paranava. Uma vitria,

    CIanortE E Paranava fazEm hojE, o jogo dos dEsEsPErados

    O Leo do Vale, pelos critrios de desempate, est na penltima posio na classificao geral, atrs exatamente do Paranava

    para qualquer um dos la-dos, pode representar res-pirar com mais tranqilida-de no Paranaense.

    O tcnico Bag continua

    com dificuldades para esca-lar a equipe que considera ideal. Vrios jogadores ain-da continuam no departa-mento mdico e outros sus-

    pensos por cartes. Apesar disto, o comandante acre-dita ser perfeitamente pos-svel uma vitria na tarde deste domingo.

    Precisando da vitria, a equipe do Cianorte recebe o Paranava, hoje, no Albino Turbay

    assessoRia PMJ

    Nesta ltima quarta-fei-ra (27), o prefeito de Japu-r, Orlando Frazatto, entre-gou ovos de Pscoa para os alunos da rede municipal de Educao. A alegria das crianas ao receber o choco-late era contagiante, os alu-nos do centro Educacional Menino Jesus, enfeitados de coelhinhos, se renderam aos encantos do dia, depois de apresentaes culturas.

    Para o vice-prefeito e che-fe de gabinete Otvio Carva-lho de Souza, esse perodo do ano muito especial, porque tempo de celebrar a vida e renovar o esprito cristo. A festa tradicional associa a imagem do coelho, smbolo de fertilidade, e ovos pinta-dos com cores brilhantes, re-

    frazatto distribui ovos de pscoa para os alunos das creches e escolas municipais de japur

    presentando a luz solar, ofer-tados como presente, por isso, a iniciativa da adminis-trao municipal em presen-tear as crianas com os ovos

    de Pscoa.O prefeito Orlando Frazat-

    to, juntamente com a secre-taria de educao, Silvana Michelan, firmou compro-

    misso com a Educao de qualidade para o municpio e interou que no mede esfor-os para conseguir recursos para a melhoria educacional.

    Prefeito Orlando Frazatto e a secretria de Educao, Silvana Michelan entregam ovos de pscoa

  • Domingo, 31 de Maro e Segunda, 1 de Abril de 2013 - Fone: (44) 3018-2876 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Endereo: Av. Brasil, 1167 - Sala 03

    Izaura aparecida tomaroli varellaadvogada e Professora - e-mail: izauravarella@uol.com.br

    Colaborao: Dr. Wagner DestfanoCirurgio Dentista - CRO 10637

    maU hLIto: ProBLEma do Estmago oU da BoCa?

    QUarEnta anos dE amoros amIgos da aPaE

    CiDaDOs tutelaDOs muito comum ouvirmos fa-

    lar que o mau hlito oriundo de problemas do estmago, mas 90% dos casos de halitose (mau hlito) vm da boca.

    Uma das causas da halitose procede dos resduos alimen-tares daquilo que comemos durante o dia, sem que te-nhamos acesso ou tempo para escovar os dentes aps cada refeio. Diferente do que a maioria das pessoas pensam, aps o consumo de refrigeran-tes, leite, achocolatados, ou sucos, devemos fazer a esco-vao dos dentes.

    Outra causa muito comum da halitose, o acmulo de alimento nas reentrncias das amgdalas, que gera fermen-tao destas substncias com a conseqente proliferao de bactria.

    O tratamento da halitose deve ser baseado na correta identi-ficao da causa que determina a produo dos gases causadores do mau hlito e na sua eliminao ou atenuao. A higiene bucal tambm fundamental para o sucesso do tratamento, com esco-vao, uso do fio dental e limpeza da lngua aps as refeies e ao deitar, evitando o acmulo de bactrias.

    Os enxaguatrios bucais podem ser teis para a limpeza de reas de difcil acesso, como as amdalas linguais. Deve-se tomar cuidado com os enxaguatrios que contm alta concentrao de lcool, pois podem agravar quadros de boca seca e ardor, e contendo clorexidina podem manchar os dentes e provocar alteraes do paladar quando usados indiscriminadamente.

    Infelizmente, comum encontrarmos pacientes que fazem uso de medicamentos que foram prescritos pelo profissional para serem usados por um curto perodo, contudo, as pessoas por conta prpria fazem uso por longos perodos.

    Alm dos enxaguatrios bucais, os lubrificantes orais e salivas artificiais podem ser teis nos casos em que a pessoa apresentar produo deficiente de saliva, ou fazem uso de medicamentos que deixam a boca muito seca.. Uma forma simples de controlar o mau hlito beber ao menos dois litros de gua por dia e evitar o jejum prolongado. Por fim, ter mau hlito no normal, por-tanto, em caso de suspeita procure um cirurgio-dentista.

    Eu poderia suportar, embora no sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se mor-ressem todos os meus amigos.

    vinicius de moraes

    A APAE de Cianorte ou ASSOCIAO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS nunca viveu sem amigos, eis que tem amigos dedicados, sinceros, comprometidos, solidrios desde quarenta atrs. So estes amigos annimos que se sucederam ao longo destes anos em Cianorte, e dia a dia, passo a passo, foram construindo esta grande entidade que veio dar atendi-mento s pessoas especiais, que de to especiais, no saem do corao da entidade.

    H que se fazer justia com a histria desta entidade fi-lantrpica e no governamental. O Rotary Clube Cianorte nos idos dos anos 70 comeou esta histria antevendo que um in-divduo que tem necessidades singulares, precisa ser entendi-do com toda a sua singularidade, para dispor de uma socieda-de plural. Assim, a escola foi criada e tem sido sustentada por convnios federais, estaduais e municipais. Entretanto, embo-ra oportunos, no so suficientes. Suficiente sim a comuni-dade cianortense, que jamais faltou para atender interesses de seres diferentes, mas to iguais a todos os outros seres.

    A modesta escola de primeira, cresceu. Seus 175 alunos com deficincia intelectual e deficincia mltipla dispe de pro-gramas de educao infantil e ensino fundamental, onde atu-am uma rede de profissionais habilitados para oferecer atendi-mento psicolgico, fisioterpico, fonoaudilgico, neurolgico e psiquitrico, sem contar o servio social e terapia ocupacional que ali desenvolvido com amor pelos amigos que esto pre-sentes e cooperando com a entidade. Benditos professores que encontram no mago do corao a verdade de suas profisses e o fazem com extrema dedicao.

    Alis, sem amor nada se completa. Por isto mesmo que Vinicius de Moraes, nosso grande poetinha como era cha-mado, permitiu-se perder seus amores, mas nunca admitiu viver sem amigos. Os amigos so capazes de dar a terra fir-me quando o cho necessrio e so capazes de transfor-mar os sonhos em fatos reais. Assim, a APAE de Cianorte, quarentona em 2013, nunca esteve to jovem e to reno-vada de esperanas.

    A comunidade cianortense aprendeu com a APAE a conju-gar o verbo partilhar, navegando nos rumos da diviso. Se di-vido um po eu o torno em dois. E a gente sempre ama aquilo que partilha, porque nos tornamos melhores, solidrios, quan-do movidos pelo esprito da doao! Assim, Cianorte esteve presente e sustentou sua cria que orgulha seus cidados.

    Que em seus 40 anos, agora que maturidade chegou sem pedir licena, tal como o ser humano, ficamos sempre me-lhores. Assim nossa APAE cada vez melhor e mais madura, prestando um servio inigualvel sua cidade que respeita e ama tanto! Feliz aniversrio!

    O homem, como ser social, vivendo em sociedade, regido, em suas relaes, por uma srie de normas e prin-cpios que visam proteg-lo e garantir-lhe um determinado nmero de direitos e, por outro lado, impor-lhe um igual nmero de deveres. Para isso, surgiu o Estado, que a or-ganizao da sociedade ou grupo social. O Estado aparece, assim, aos indivduos e a sociedade, com poder de mando, como governo e dominao. As decises do Estado, obri-gam a todos os que habitam em seu territrio, devendo ser cumpridas e observadas, com a devida penalidade. O Estado tem a finalidade de realizar o bem comum, o bem pblico. Enfim, o Estado tutela os cidados, fornecendo se-gurana jurdica nas relaes sociais. O Estado tem o dever de proteger o cidado, consoante prescrio da Constitui-o, o que na prtica denomina-se tutela. No obstante a isso, a tendncia atual no Brasil, a tutela ferir a livre es-colha do cidado. Por exemplo, temos visto nos dias atuais, campanhas e mais campanhas, impondo a ideia de que ser obeso prejudicial sade. dever do Estado, proteger a vida, todavia, o que no pode impor a escolha ao cida-do, como se fosse essa a melhor opo ser magro, se-gundo estudos cientficos utilizados pelo Estado, para tor-nar o cidado subserviente e domin-