folha regional de cianorte edicao 642

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edicao 642 da folha regional de cianorte com circulacao no dia 10 e 11 de marco de 2013

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  • Domingo, 10 e Segunda-feira, 11 de Maro de 2013 - Ano 12 - Edio 642 - R$ 2,00Fone: (44) 3018-2876 - Site: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------PG.03

    O deputado estadual Jo-nas Guimares conquis-tou junto ao Governo Beto Richa recursos da ordem

    de R$ 3,5 milhes para a construo de uma unida-de da Delegacia Cidad em Cianorte. De acordo com

    o projeto, uma delega-cia sem cadeia destinada a atender o cidado que mui-tas vezes vai em busca de

    outros servios e que fica constrangido em se deslo-car at a delegacia conven-cional.

    Jonas Guimares conquista r$3,5 milhes em recursos Para construo da deleGacia cidad

  • Domingo, 10 e Segunda, 11 de Maro de 2013 - Fone: (44) 3018-2876 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Endereo: Av. Gois, 871

  • Domingo, 10 e Segunda, 11 de Maro de 2013 - Fone: (44) 3018-2876 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Endereo: Av. Gois, 871

    A Fieltec Comrcio de Veculos Ltda agradece a confiana dos clientes da venda cooperada da empresa recentemente quitou os contratos com os clientes: Larcio Aparecido Aylon (2 contratos quitados); Etik Nort Indstria e Comrcio de Eti-quetas (01 contrato quitado); e Paulo Srgio dos Santos Silva

    (01 contrato quitado).Contrato Terminado. Contrato firmado quando a Fieltec Co-

    mrcio de Veculos Ltda. era preposto da Fiat Automveis S/A. A Fieltec agradece a confiana, dando a credibilidade para con-tinuao dos negcios.

    Fieltec quita contrato com clientes

    Redao

    O deputado estadual Jo-nas Guimares conquistou junto ao Governo Beto Ri-cha recursos da ordem de R$ 3,5 milhes para a constru-o de uma unidade da De-legacia Cidad em Cianorte. De acordo com o projeto, uma delegacia sem cadeia destinada a atender o cida-do que muitas vezes vai em busca de outros servios e que fica constrangido em se deslocar at a delegacia con-vencional. De acordo com o parlamentar, a obra de ar-rojado projeto arquitetnico ter dois pavimentos e 1,2 mil metros de rea constru-da, concentrando os mais diversos tipos de servios li-gados rea de segurana, como unidade do Instituto de Identificao do Paran, que

    Jonas Guimares conquista r$3,5 milhes em recursos Para construo da deleGacia cidad

    emite carteira de identidade.Em encontro mantido pelo

    deputado Jonas com o pre-feito Bongiorno ficou acer-tado que o Municpio far a doao de terreno para construo da Delegacia Ci-dad. A princpio, segundo

    Jonas, ser o local hoje uti-lizado como garagem da fro-ta do transporte escolar, na Avenida Maranho. Depois vem o processo de licitao que escolher a empresa que vai executar o projeto, explicou.

    Em encontro do deputado Jonas com o prefeito Bongiorno ficou acertado que o Municpio far a doao de terreno para construo da Delegacia Cidad

    Deputado Jonas durante audincia, no incio da semana, com o Secretrio de Segurana Pblica do Paran Cid Vasques

    lanamento do Projeto: educao + sadeA alimentao saudvel

    e a alimentao ou nutri-o de comer bem e de for-ma equilibrada para que os adultos mantenham o peso ideal e as crianas se de-senvolvam bem e intelec-tualmente. A alimentao saudvel envolve a escolha de alimentos no somente para manter o peso ideal, mas tambm para garantir uma sade plena.

    E pensando no nosso bem estar, dos nossos alu-nos e seus familiares que iremos dar nfase ao tema. No dia 01 de maro tivemos o lanamento do projeto so-bre sade. Fizemos um de-licioso pic nic na escola base de frutas. Foi gratifi-cante ver as crianas sabo-reando os alimentos. O nos-so incentivo a alimentao adequada constante. O projeto ser trabalhado du-rante o decorrer do ano com temas diversos envolvendo o cuidado com a sade.

  • Domingo, 10 e Segunda, 11 de Maro de 2013 - Fone: (44) 3018-2876 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Endereo: Av. Gois, 871

    Colaborao: Dr. Wagner DestfanoCirurgio Dentista - CRO 10637

    minimizando a sensibilidade no clareamento dental

    izaura aparecida tomaroli Varellaadvogada e Professora - e-mail: izauravarella@uol.com.br

    a mulher que Podemos serAo longo da histria a mulher foi sendo agrilhoada sem piedade

    pelos costumes, submissa ao trabalho, submissa s ordens pater-nas se solteira, e se casada sempre submissa s ordens do marido. Mulher, ao longo da histria da humanidade sempre foi destinada ao seu objetivo principal, que os homens que mandavam no mun-do, entendiam que procriar era da prpria natureza feminina.

    A mulher, desde a Criao, sempre foi o estigma do pecado: foi Eva que lanou mo da ma e a ofereceu a Ado, puro, in-gnuo e perfeito. Ado comeu da ma, nascendo da o pecado. Na criao, a mulher foi tirada de uma costela de Ado, e desta costela nasceu a mulher vassala e subordinada. Isto so histrias bblicas e que cada um d a interpretao que quiser. Falo to so-mente dos fatos. Nasce a mulher dependente, ao mesmo tempo dissimulada que induz o homem ao pecado e consequentemente, pena de perder o lugar afvel do paraso. Esta primeira mulher foi fraca, mas no sculo V Santo Ambrsio, telogo, tratou de isentar a mulher da culpa e da responsabilidade do pecado, e afir-mou que o homem tem a inteligncia e a mulher a sensibilidade, uma no dispensa a outra. Mas Santo Agostinho no deixou por menos. No seu De Genesi contra Manicheos considerou a sujei-o feminina como uma ordem natural das coisas. A mulher era a parte dbil da natureza humana e ao mesmo tempo seduzida e sedutora, levou o casal perdio.

    E por a vai. Em toda a histria da humanidade a mulher considerada objeto de segunda linha, destinada procriao e aos prazeres do homem. Em toda a Idade Mdia a mulher foi con-siderada ignbil, perversa, covarde, que corrompe o que puro e outras coisinhas mais. Sculos se passaram e ainda no sculo passado nossas avs com seus longos vestidos e tocas na cabe-a se cobriam at o tornozelo, pois no poderiam mostrar a pele branca para no serem motivo de tentaes aos homens. Lem-bro-me da minha av, sentada numa cadeira, esperando a ordem do meu av para emitir a sua opinio que quase sempre era re-chaada. Lembro-me da minha me estendendo roupas no varal e ao mesmo tempo cuidando da panela do fogo, para que a roupa no faltasse na gaveta e nem a comida na panela para o patriarca que estava por chegar. Hoje me vejo lavando louas por que eu quero, cuidando da casa por eu quero, no porque sou submeti-da, mas porque sou livre e posso fazer aquilo que meus valores colhidos ao longo da minha histria pessoal me permitiram.

    Somente em 1932 a mulher foi considerada com opinio no Brasil, quando ento a Constituio lhe deu o direito do voto. Nes-tas ltimas dcadas a mulher foi ocupando o espao, antes luga-res masculinos e a transformao da sociedade a fizerem a ser chefes de famlia, pois afinal, nem todos os homens deram conta de sua tarefa. A sociedade em rpida evoluo no dispensa a mulher em nenhuma ocupao e com todo este progresso a mu-lher, antes subordinada, passou a agora a repartir despesas. Nem sei se ficou melhor agora...

    A evoluo foi to rpida que se as coisas mudaram, mudou tambm o amor, que passou a ser descartvel. A ordem fazer a fila andar. Entre ser submissa e rodar a baiana, prefiro rodar a baiana. Entre ser a singela virgem acatada esperando o prncipe chegar, prefiro j estar montada no cavalo do prncipe. Entre ter que fazer um jantar sozinha prefiro que o Lino descasque as ce-bolas e sabore-lo, a dois, luz de velas, por que afinal todas ns gostamos de um carinho, aps uma boa taa de vinho...

    Uma queixa muito fre-qente dos pacientes submeti-dos ao clareamento dental a sensibilidade, porm, com al-gumas precaues possvel realizar o clareamento dental com segurana e minimizar a sensibilidade.

    Uma boa anamnese antes do tratamento para avaliar os riscos de sensibilidade do pa-ciente importante antes de iniciar o tratamento. Diante dessa avaliao traado o plano de tratamento e a esco-lha do melhor tipo de clarea-mento para o paciente.

    Para que o desconforto seja mnimo ou inexistente, o clareamento deve ser feito de forma lenta, observando-se a reao que causa no paciente, tanto no que diz respeito efi-ccia, como ao grau de sensibilidade.

    Aps o clareamento tambm pode-se usar solues de-sensibilizantes base de fluoreto de sdio e nitrato de potssio, afinal, a inteno chegar ao melhor resultado minimizando o desconforto e com segurana.

    Para entender o processo, devemos entender que o cla-reamento uma reao qumica. As substncias vo liberar oxignio, que um radical livre. Dentro do dente existem os pigmentos que levaram ao escurecimento dental. O oxignio penetra no dente e quebra a cadeia de pigmentos em peque-nas molculas que so eliminadas por processo de difuso, isto , uma reao qumica de oxidao que converte os pigmentos em dixido de carbono e gua.

    O dente permevel e o efeito cumulativo, portanto a cada seo o dente vai clareando cada vez mais at eliminar toda pigmentao.

    Para o dente ficar protegido em relao sensibilidade importante realizar o clareamento lentamente.

    No clareamento domstico o paciente ir utilizar uma mol-deira, na qual colocar o gel clareador, de perxido de carbami-da, em concentrao que varia de 10% a 22%.

    Deve-se utilizar a moldeira com o gel pelo perodo que o dentista estimular, mas pode variar de uma a seis horas diria, durante o dia ou a noite, durante duas semanas em mdia.

    No clareamento em consultrio ser utilizado um gel de pe-rxido de hidrognio em alta concentrao, ou seja, 35%, po-dendo-se associ-lo ou no ao uso do laser.

    endividamento do aposentado e Pensionista

    Dia 08 de maro foi institudo o dia Internacional da Mu-lher, pel