folha regional de cianorte - edicao 687

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edicao 687 da folha regional de cianorte com circulacao em 05 e 06 de maio de 2013

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  • Deputado Jonas Guimares prestigia festa do trabalhador em Mirador

    Domingo e Segunda-Feira, 05 e 06 de Maio de 2013 - Ano 12 - Edio 687 - R$ 2,00Fone: (44) 3018-2015 - Site: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com

    Servidores de Japur so

    homenageados pelo prefeito

    Pg. 13

    Pg.04Pg.05

    Governo MuniciPal avana na iMPlantao Do teto SoliDrioNa manh de quinta-feira

    (02), reuniram-se no Pao Municipal os integrantes da comisso nomeada espe-cialmente para executar os procedimentos administra-tivos referentes ao Progra-ma Teto Solidrio. Esta a terceira assembleia realiza-da pelo conselho, compos-to por representantes das Secretarias de Desenvolvi-mento, Bem Estar Social e Servios, bem como do Pro-vopar, para anlise e geren-ciamento da implantao do programa. O Teto Solidrio tem como objetivo auxiliar a construo de residncias em terrenos de famlias de baixa renda, viabilizando a edificao de suas casas prprias. O programa es-tabelece a possibilidade de doaes de areia, cimento, lajotas, pedras e telhas para construo de casa prpria com at 70m. Pg. 13

    Paran atinge meta de vacinao contra gripe

    O Paran atingiu a meta de vacinao contra a gri-pe. Na tarde de sexta(3) foi alcanado o nmero de 1,7 milhes de pesso-as imuniza-das, o que represen-ta 80% do pblico alvo da campa-nha nacional. A vacinao, que comeou h 19 dias, segue at a prxima sex-

    ta-feira (10) em todas as 2,5 mil unidades bsicas de sade do Estado. O secret-

    rio da Sa-de, Miche-le Caputo Neto, co-memorou a marca al-canada e agradeceu o empenho dos cerca

    de 20 mil profissionais in-tegrados na campanha nos 399 municpios. Pg. 05

    Grande festa popular marca o Dia do

    trabalhador em JussaraUma festa para ficar

    na histria de Jussara. O Dia do Trabalhador em Jussara teve show em praa pblica com Mar-cos Costa e torneio de futebol com participa-o de 11 equipes, sendo seis convidadas e cinco

    da cidade. O melhor foi o anncio de importantes obras beneficiando toda a comunidade. O prefeito Tatinha salientou que em poucos meses de admi-nistrao est finalizan-do importante obras no municpio. Pg.11

    O Rotary Clube Cianorte Cinturo Verde, presidido por Odair Turqueti, promo-veu no ltimo final de se-mana show de prmios no Cianorte Clube. O evento teve como propsito arre-cadar recursos para diver-sas entidades assistenciais da cidade. Pg. 14

    rotary cinturo verde faz

    evento para beneficiar entidades

    A Prefeitura de Mirador promoveu uma grande fes-ta em homenagem ao Dia do Trabalhador. O evento em praa pblica reuniu um grande pblico, com anima-o da Banda Garrafo. A

    ele compareceram diversas autoridades, como o prefei-to Renato (Reinaldo Pinhei-ro da Silva), vice-prefeito Bi (Manoel Luprin Neto), deputado estadual Jonas Guimares. Pg. 15

    Tuneiras do Oeste recebe R$ 790 mil

    em recursos federais

    109 municpios j definiram destino para recursos a

    fundo perdido

  • Ed n 687 - Domingo e Segunda, 05 e 06 de Maio de 2013 - Fone: (44) 3018-2015 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Av. Brasil, 1167 - Sl. 03

    Os amigos sempre do um jeito de se reunir. Em Cianorte tem uma Confraria chamada de Posso Falar. Eles se renem regularmente para

    conversar sobre nada ou sobre tudo. O que vale mesmo so os momentos agradveis. No final de semana houve jantar tendo por prato principal ganso.

    confraria Posso Falar faz jantar de confraternizao

    Dr. Roberto, Frazo, Silvio Roes, Laguilo, Jos Carlos Mari, Barbosa, Juarez, Lino, Adilson e Dr. Fernando

  • Ed n 687 - Domingo e Segunda, 05 e 06 de Maio de 2013 - Fone: (44) 3018-2015 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Av. Brasil, 1167 - Sl. 03

  • Ed n 687 - Domingo e Segunda, 05 e 06 de Maio de 2013 - Fone: (44) 3018-2015 - Website: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Av. Brasil, 1167 - Sl. 03

    A cor habitual da gengiva rosa plida, e sem sintomas de sangra-mento durante a escovao, o uso do fio dental, ou expontaneamente.

    Muitas pessoas durante a escova-o apresentam sangramento gengi-val, mas por desconhecerem a gen-givite, consideram o fato normal. Na verdade, na maioria das vezes essas pessoas j tm a gengivite e no sa-bem, e, por no saberem identificar seus sintomas, no tratam.

    Quando a gengiva se torna aver-melhada, inchada, excessivamen-te lisa e brilhante, alm de provocar sangramentos, sejam espontneos, durante a alimentao ou na escovao e ao uso de fio dental, procure um dentista, pois, provavelmente voc pode estar com gengivite. Proble-mas gengivais so mais comuns do que se imagina. Sabe--se que 75% dos brasileiros com mais de 25 anos tm algum problema com a gengiva.

    Tudo comea com a placa bacteriana que oferece abrigo para mais de 400 tipos de bactrias e outros microorganis-mos, que se desenvolvem e encontram o meio ideal para se proliferarem. Se a placa bacteriana no for devidamente re-movida pela escovao, voc poder ter srios danos sade bucal como a gengivite e a periodontite que acabam causan-do danos sade geral.

    O mecanismo de ao funciona da seguinte forma: As bactrias liberam substncias que vo ser agentes agresso-res, e quando o organismo percebe a agresso, ele se defen-de, causando uma inflamao, caracterizada por dor, rubor, tumor e calor.

    As pessoas portadoras de diabetes e doenas cardacas e respiratrias crnicas devem estar ainda mais atentas aos sinais de doena periodontal, pois, atualmente sabe-se que estas doenas so agravadas pelo acmulo da placa bacte-riana e das doenas periodontais.

    importante ter em mente que somente o cirurgio den-tista pode avaliar de forma integral sua sade bucal e deter-minar se voc tem ou no alguma doena gengival (gengivite ou periodontite).

    Colaborao: Dr. Wagner DestfanoCirurgio Dentista - CRO 10637

    conHea MaiS a Sua GenGiva

    izaura aparecida tomaroli varellaadvogada e Professora - e-mail: izauravarella@uol.com.br

    Folheio a pgina da velha agenda de folhas gastas e ama-reladas, judiada pelo passar dos anos. Encontro marcadas as emoes adolescentes, retalhadas por episdios de histrias de amor. Uns vividos, outros no. Mas, falo da descoberta dos amores contemplativos, visionrios, distantes, colados com etiquetas de proibio. Nada podia, nada era permitido, tudo era velado e discreto.

    A velha pgina seca aonde a tinta vai-se apagando, ilus-trada por uma caligrafia mal definida, tal qual era a vida, tam-bm mal definida. A menina que aspirava o plus da vida pe mostra a vulnerabilidade dos sonhos.

    Sonhamos, idealizamos um castelo com prncipes e cavalos brancos, cortinas de seda oriental, acabamentos dourados nas janelas que se abrem para a vida. Dias claros, sem bruma, de sol ardente iluminando as caladas e alimentando a grama do jardim.

    A folha rabiscada de poemas carregados de esperana j se diluiu no amarelado do tempo. Num canto qualquer da ve-lha agenda uma assinatura de um amigo desejando um futuro risonho, confunde-se com a decepo do sonho no realizado.

    Os adeuses se revezam e um a um os amigos vo par-tindo como flechas na mo do arqueiro, para nunca mais re-gressarem. Foi em vo a promessa de nunca se afastarem no correr dos anos que apontavam o futuro. O tilintar dos risos claros dos amigos se vo como a brisa que passa e demora a retornar. O caminho natural que conduz ao envelhecimento torna todas as paixes mais relativas. J no se ama mais com entrega total. Ama-se com reservas. No h tolerncia para com os compromissos no cumpridos, quando antes tudo se perdoava e se esquecia, sempre em nome do tempo. A na-tureza inconstante daquele companheiro j no est presente e a maturidade empurra o homem ao silncio. As convices ficam mais cristalizadas, j no se improvisa tanto e nem se comete tantos atos doidivanos. Folhear as pginas onde no se foi amada, jamais! Folhear as pginas onde a dor foi regis-trada pelas perdas doloridas, jamais! Folhear as pginas onde ficaram escritas as crticas que tornaram a vida cotidiana des-toada de cor, jamais! Importa esquecer tudo isto.

    Acender a chama da vida, importar-se mais com o hoje e prender o passado nos grilhes da memria, sem se dar conta do futuro a forma mais perfeita de sonhar.

    No deixar nunca os sonhos adormecerem e persistir no cultivo das iluses que brotam de nossas aspiraes mal com-preendidas. Isto alegra a vida e trs um pouco de volta a ado-lescncia exuberante, mas parida h tempo.

    Folhear a pgina da vida, refazer a leitura dos dias felizes, sem ater-se nas decepes parece ser a alternativa para se encontrar a doce iluso de que viveremos para sempre!

    FolHeanDo a PGina VIDA E DIREITO A Constituio Federal garante que todos so iguais perante a lei, sem distino de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pas, a inviolabi-lidade do direito vida [...] (art. 5 caput). Alm do direito a vida, este artigo refere-se a segurana. O direito vida o mais fundamental de todos os direitos, j que, antes do direi-to que nada mais que regras de convivncia existe a vida. A Constituio Federal proclama, portanto, o direito vida, ca-bendo ao Estado assegur-lo em todas as suas formas, princi-palmente, quanto a segurana vida. Recentemente tem-se visto pela mdia e imprensa, notcias sobre homicdios, onde os autores so menores de idade (adolescentes), isento de pu-nibilidade, exceo das medidas restritivas que sujeitam, at completar 18 anos. A violncia um drama urbano presen-te, com crescente aumento de envolvidos tidos como meno-res infratores. Quando surgem casos de grande repercusso, vem a tona o tema de punio aos menores infratores, com a necessidade urgente de mudar leis (Estatuto da Criana e do Adolescente ECA entre outras leis que tratam desse tem