estudando com andre luiz - os mensageiros 01 conceitos fundamentais

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Spiritual

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  • 1

    Bibliografia: Organizao e Funcionamento das Reunies

    Medinicas. CFN-FEB, 2008; obras da Codificao e subsidiarias

  • PALAVRAS DE ALLAN KARDEC

    Muito mais do que se pensa tm contribudo a

    ignorncia e a leviandade de vrios mdiuns. (...)

    Presentemente [o Espiritismo] j no um

    espetculo: uma doutrina de que no mais riem

    os que zombavam das mesas girantes (...).

    Allan Kardec. O Livro dos Mdiuns, Introduo..

  • IMPORTNCIA

    DO ESTUDO E PRTICA DA MEDIUNIDADE

    PARA O CENTRO ESPRITA

  • Allan Kardec, Obras Pstumas: Projeto - 1868

    Ensino esprita, nos fala sobre um:

    Curso regular de Espiritismo professado com o fim de

    desenvolver os princpios da Cincia e de difundir o

    gosto pelos estudos srios. Esse curso teria a vantagem

    de

    a)fundar a unidade de princpios,

    b)fazer adeptos esclarecidos, capazes de espalhar as

    idias espritas e

    c)desenvolver grande nmero de mdiuns.

  • Todos os dias a experincia nos traz a confirmao de que

    as dificuldades e os desenganos, com que muitos topam na

    prtica do Espiritismo, se originam da ignorncia dos

    princpios desta cincia [...].

    Allan kardec. O Livro dos Mdiuns, Introduo.

  • A necessidade do estudo da mediunidade

    de forma contnua e sistematizada tem como finalidade preparar trabalhadores da mediunidade conscientes,

    responsveis e esclarecidos, porm capazes de garantir a simplicidade e a segurana do intercmbio com os Espritos.

    Para tanto, a prtica medinica deve estar isenta de distores doutrinrias, misticismos ou de comportamentos exticos

    Doutrina Esprita,()

    Allan kardec. O Livro dos Mdiuns, Introduo.

  • De par com os mdiuns propriamente ditos, h, a crescer diariamente,

    uma multido de pessoas que se ocupam com as manifestaes

    espritas. Gui-las nas suas observaes, assinalar-lhes os obstculos

    que podem e ho de necessariamente encontrar, lidando com uma nova

    ordem de coisas, inici-las na maneira de confabularem com os

    Espritos, indicar-lhes os meios de conseguirem boas comunicaes, tal

    o crculo que temos de abranger, sob pena de fazermos trabalho

    incompleto.

    Allan kardec. O Livro dos Mdiuns, Introduo.

  • No nos referimos, porm, educao moral pelos livros e

    sim que consiste na arte de formar carateres, que incute

    hbitos, porquanto a educao o conjunto dos hbitos

    adquiridos.

    Allan Kardec. O Livro dos Espritos, Questo 685, comentrio.

  • Os candidatos ao trabalho medinico, junto das criaturas

    humanas, precisam refletir com segurana e discernimento,

    antes de abra-lo, conscientes de que se encontram diante de

    um dos mais srios compromissos espirituais da vida.

    Francisco Cndido Xavier.

    Lies de Sabedoria.So Paulo: Editora Jornalstica F, 1997, p.140

  • POR QUE NECESSRIO ESTUDAR

    A MEDIUNIDADE

    1. Evitar dificuldades e desenganos relativos ao

    desconhecimento do assunto.

    2. Educar mdiuns de forma correta e equilibrada.

    3. Conhecer obstculos e desafios relacionados :

    manifestao dos Espritos e ao dilogo com Entidades

    sofredoras; obteno de boas comunicaes

    medinicas e neutralizao de atos oriundos de

    Espritos moralmente inferiores.

    Allan Kardec: O Livro dos Mdiuns. Introduo.

  • Na dvida, abstm-te.(...) Desde que uma opinio nova venha a ser expedida, por pouco vos parea duvidosa, fazei-a passar pelo crisol da razo e da lgica e rejeitai desassombradamente o que a razo e o bom-senso reprovarem.

    Melhor repelir dez verdades do que admitir uma nica falsidade, uma s teoria errnea.

    ERASTO.

    Allan Kardec. O Livro dos Mdiuns, cap. XX it. 230)

  • CONCEITO: MEDIUNIDADE

    FACULDADE NATURAL QUE PERMITE

    SENTIR E TRANSMITIR A INFLUNCIA DOS

    ESPRITOS, ENSEJANDO O INTERCMBIO, A

    COMUNICAO, ENTRE O MUNDO FSICO E

    O ESPIRITUAL.

    O Livro dos Mdiuns , Caps. XVII e XVIII

  • 13

    Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influncia dos

    Espritos , por esse fato, mdium.

    Essa faculdade inerente ao homem. [...] Todavia, usualmente,

    assim s se qualificam aqueles em quem a faculdade medinica

    se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de

    certa intensidade, o que ento depende de uma organizao

    mais ou menos sensitiva.

    O Livro dos Mdiuns, segunda parte, cap. 14, item 159.

  • 14

    A mediunidade no exclusiva dos chamados mdiuns. Toda as criaturas a possuem, porquanto significa percepo espiritual, que deve ser incentivada em ns mesmos. No bastar, entretanto, perceber. imprescindvel santificar essa faculdade, convertendo-a no ministrio ativo do bem.

    Andr Luiz: Os Missionrios da Luz.

    Sendo a luz que brilha na carne, a mediunidade atributo do

    Esprito, patrimnio da alma imortal, elemento renovador da

    posio moral da criatura terrena, enriquecendo todos os seu

    valores no captulo da virtude e da inteligncia, sempre que se

    encontre ligada aos princpios evanglicos na sua trajetria pela

    face do mundo.

    Emmanuel : O Consolador, questo 382.

  • 15

    A mediunidade constitui meio de comunicao e o prprio Jesus afirma: eu sou porta ... Se algum entrar por mim ser salvo.

    (...) Sem o Cristo, a mediunidade simples meio de comunicao e nada mais, mera possibilidade de informao, como tantas outras, da qual podero assenhorear-se tambm os interessados em pertubaes, multiplicando presas infelizes.

    Andr Luiz: Missionrios da Luz, 9/106

  • 16

    No Esprito Superior, na maioria.

    No um ser privilegiado: um grande devedor, em fase de

    reajuste espiritual.

    Est sujeito a influncias e obsesses.

    Deve agir como mdium da vida: no Centro Esprita e fora

    dele. Os mdiuns so os intrpretes dos Espritos.

    Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 19, item 10

  • CARACTERIZAO MEDIUNIDADE

    VIDNCIA ESPIRITUAL;

    AUDIO ESPIRITUAL;

    TRANSE PSICOFNICO(FALANTE);

    TRANSE PSICOGRFICO(ESCREVENTE);

    EFEITOS FSICOS.

    O Livro dos Mdiuns , Caps. XVII e XVIII

  • CONDIES FSICAS MEDIUNIDADE

    IDADE;

    SADE FSICA;

    EQUILBRIO PSQUICO.

    O Livro dos Mdiuns-Alan Kardec

  • PREPARAO MEDIUNIDADE

    ALIMENTAO;

    CONTROLE DAS EMOES E ATITUDE

    MENTAL;

    PREDISPOSIO EVANGLICA.

    O Livro dos Mdiuns-Alan Kardec

  • SEGURANA MEDIUNIDADE

    LOCAL PRPRIO;

    PRUDNCIA;

    SIMPLICIDADE.

    O Livro dos Mdiuns-Alan Kardec

  • PERIGOS MEDIUNIDADE

    MISTIFICAES;

    AO FLUDICA MALFICA;

    M ORIENTAO ESPIRITUAL;

    FANATISMO;

    OBSESSO, FASCINAO E SUBJUGAO;

    SUSPENSO OU PERDA.

    O Livro dos Mdiuns-Alan Kardec

  • SINAIS MEDIUNIDADE

    SENSAO PRESENAS INVISVEIS; SONO PROFUNDO, DESMAIOS E SNCOPES; SENSAES ESTRANHAS, MUDANA HUMOR; CRISES DE CHORO; SENSAO DE INCHAR, DILATAR(BALLONMENT); ADORMECIMENTOS DOS MEMBROS; ARREPIOS, TREMORES, CALOR, PALPITAES.

    O Livro dos Mdiuns Alan Kardec , Caps. XVII e XVIII)

  • O Livro dos Mdiuns- Alan Kardec, Caps. XVII e XVIII

    TCNICA

    DOUTRINA MORAL

  • 24

    Entendemos por grupo medinico a associao de pessoas que tm conhecimento da Doutrina Esprita e que pretendem dedicar-se ao estudo da fenomenologia medianmica e, simultaneamente, praticar a excelente lio do prprio Espiritismo, que a caridade.

    Diretrizes de Segurana, cap. II, pergunta 30

  • 25

    Sendo a reunio um ser coletivo, como afirma Kardec, entende-

    se que os membros da equipe tm responsabilidades e

    funes, gerais e especficas, das quais todos precisam estar

    cientes para garantirem o xito da tarefa.

    Pois, onde dois ou trs estiverem reunidos em meu nome, ali

    estou eu no meio deles. Jesus, Mateus, 18:20

  • 26

    Esta equipe, formada por grande nmero de trabalhadores, submete-se direo de um Mentor ou Instrutor Espiritual, o qual responde por todas as atividades programadas pelos dois grupos: o de encarnados e o de desencarnados, sendo que o programa estabelecido pela equipe do plano fsico depende, para sua execuo, da aquiescncia e da permisso do Mentor espiritual.

    Obsesso/Desobsesso, cap.4, terceira parte.

  • 27

    A responsabilidade bsica pelos trabalhos medinicos do

    Plano Espiritual e por isso o verdadeiro esquema a ser seguido

    a se delineia. Mas, os lidadores da Espiritualidade respeitam, e

    muito, os desejos e planificaes expressos pelos irmos da

    Terra.

    Obsesso/Desobsesso, cap. 4, terceira parte.

  • 28

    [...] o domnio que alguns Espritos logram adquirir

    sobre certas pessoas. Nunca praticada seno pelos Espritos

    inferiores, que procuram dominar.

    Os bons Espritos nenhum constrangimento infligem.

    O Livro dos Mdiuns, segunda parte, cap. 23, item 237.

    Se tens a conscincia desperta, perante as necessidades da

    prpria alma, entenders facilmente que a mediunidade recurso

    de trabalho como qualquer outro que se destine edificao .

    Emmanuel: Seara dos Mdiuns, p. 134.

  • 29

    Os meios de se combater a obsesso variam, de acordo com

    o carter que ela se reveste. O Livro dos Mdiuns, segunda

    parte, cap. 23, item 249.

    A desobsesso [...] um processo de libertao, tanto para o

    algoz [obsessor] quanto para a vtima [obsidiado].

    Testemunhos de Chico Xavier, item: Libertao.

  • 30

    O bom Esprito, por isso, no somente aquele que te faz bem,

    mas, acima de tudo, o que te ensina a fazer o bem aos outros

    para que sejas igualmente um Esprito bom.

    Emmanuel: Seara dos Mdiuns, p. 152.

  • Marta/FEB 31

    Refere-se ao [...] conjunto dos fenmenos psquicos

    produzidos com a cooperao consciente ou inconsciente dos

    mdiuns em ao.

    Mecanismos da Mediunidade, cap. 23, item: Mediunidade e

    animismo.

  • Marta/FEB 32

    por vezes muito difcil distinguir, num dado efeito, o que provm diretamente da alma do mdium do que promana de uma causa estranha, porque com frequncia as duas aes se confundem e convalidam.

    Obras Pstumas, primeira parte, item: Controvrsias sobre a idia da existncia de seres intermedirios entre o homem e Deus,

  • Marta/FEB 33

    A astcia dos Espritos mistificadores ultrapassa s vezes tudo o que se possa imaginar. [...] porm, as mistificaes podem ter conseqncias desagradveis para os que no se acham em guarda

    Entre os meios que esses Espritos empregam, devem colocar-se na primeira linha, como sendo os mais freqentes, os que tm por fim tentar a cobia [...].

    O Livro dos Mdiuns,, cap. 27, item 303.

  • Marta/FEB 34

    Estas contradies existem porque os mdiuns no so iguais.

    Cada um capta a mensagem dos Espritos [...] de acordo com

    suas ideias pessoais, suas crenas, ou suas prevenes.

    O Livro dos Mdiuns, primeira parte, cap. 4, item 36

  • Marta/FEB 35

    Cumpre no se dem os passos prescritos ou aconselhados

    pelos Espritos, quando o fim no seja eminentemente racional;

    que ningum nunca se deixe deslumbrar pelos nomes que os

    Espritos tomam para dar aparncia de veracidade de suas

    palavras.

    O Livro dos Mdiuns,, cap. 27, item 303.

  • Marta/FEB 36

    H sofredores a aliviar, ignorantes a instruir,

    sedentos de paz e de amor.

    Emmanuel: Seara dos Mdiuns, p. 158.

  • Aproxima-se o tempo em que se cumpriro as coisas anunciadas para a transformao da Humanidade. Ditosos sero os que houverem trabalhado no campo do Senhor, com desinteresse e sem outro mvel, seno a caridade! Seus dias de trabalho sero pagos pelo cntuplo do que tiverem esperado.

    O Esprito de Verdade: Paris, 1862.

  • ESTUDO DA MEDIUNIDADE: NECESSIDADE

    1. Evita dificuldades e desenganos relativos ao desconhecimento do

    assunto.

    2. Educa mdiuns de forma correta e equilibrada.

    3. Orienta como desenvolver corretamente a mediunidade e como

    produzir boas comunicaes medinicas.

    4. Esclarece como atender Espritos necessitados de auxlio.

    5. Esclarece como neutralizar aes de Espritos moralmente

    inferiores.

    Allan Kardec: O Livro dos Mdiuns. Introduo.

  • MDIUNS DESPREPARADOS No assumem o talento com responsabilidade.

    No se esforam para viver com retido moral.

    A disciplina medinica falha ou ausente.

    Fogem das responsabilidades familiares e sociais.

    Julgam-se mensageiros especiais.

    Ausentam-se do estudo.

    Abraam prticas exticas.

    Acreditam-se intrpretes de altas personalidades.

    No aceitam advertncias.

    Transformam-se em instrumentos das sombras.

    Acreditam conhecer o passado e o futuro.

    Emmanuel: Seara dos Mdiuns. Item: no campo doutrinrio.

  • Uma reunio s verdadeiramente sria, quando cogita de coisas

    teis, no podendo o sublime aliar-se ao trivial e que os

    assistentes estejam em condies propcias, pois, afasta-se do

    seu objetivo toda reunio sria em que o ensino substitudo pela

    curiosidade ou os fenmenos que mais fortemente impressionam

    os sentidos. As reunies de estudo so (...), de imensa utilidade

    (...) para aqueles, sobretudo, que seriamente desejam aperfeioar-

    se. Todo mdium, que sinceramente deseje no ser joguete da

    mentira, deve, portanto, procurar produzir em reunies

    serias, aceitando agradecido o exame crtico das comunicaes

    que receba.

    Allan Kardec: O Livro dos Mdiuns.Captulo XXIX, itens 327 a 329.

  • A capacitao contnua necessria atualizao doutrinria e pedaggica dos monitores. Ela pode ser realizada:

    Semanalmente = em reunies de educao

    continuada com monitores e estagirios, prevenindo,

    desta forma, os inconvenientes do ensino padronizado;

    sob a forma de encontros, seminrios, simpsios,

    cursos etc.

  • Hoje e agora, onde estivermos (...)

    somos constantemente induzidos a

    lecionar disciplinas de entendimento

    e conduta. (...) Doutrina Esprita, na

    essncia, universidade de redeno.

    E cada um dos seus profitentes ou

    alunos (...) obrigado a educar-se

    para educar.

    Emmanuel: Seara dos Mdiuns. Item: ensino esprita.