sinopse - os mensageiros

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(*) A cepa (ramo de parreira) que se v acima foi desenhada pelos Espritos que arrimaram Allan Kardec na codificao do Espiritismo, quando lhe disseram: (...) Pors no cabealho do livro a cepa que te desenhamos, porque o emblema do trabalho do Criador. (...) Rene todos os princpios materiais que melhor podem representar o corpo e o esprito. O corpo a cepa; o esprito o licor; a alma ou esprito ligado matria o gro (cada fruto do cacho de uvas).

( NOME DO CENTRO ESPRITA )

CONVITEESTUDO SISTEMATIZADO DO ESPIRITISMO SRIE ANDR LUIZ: "Os-

Mensageiros" (A.LUIZ/F.C.Xavier)

ESTA OBRA, QUE AT PODERIA INTITULAR-SE NOSSO LAR-2, SE DESDOBRA EM TRS PARTES:

1 Parte- Do Cap 1 ao 13: - Testemunhos de mdiuns (desencarnados) que, tendo partido do "Nosso Lar", com tarefas especficas, no conseguiram cumpri-las; no retorno (pela desencarnao), seus relatos so pungentes e esclarecedores... 2 Parte - a partir do Cap 14: - Descrio de atendimentos prestados a encarnados e a desencarnados, pela equipe de mensageiros do "Nosso Lar". 3 Parte - a partir do Cap 33: - Andr Luiz e Vicente, sob comando do protetor Aniceto, aps estgio no "Centro de Mensageiros", partem em caravana, do "Nosso Lar", para a Crosta (plano terreno). A meio caminho, pernoitam no "Posto de Socorro", onde A.Luiz realiza um proveitoso estgio. A seguir, os trs se dirigem Crosta, onde permanecem por uma semana, num lar humilde, verdadeira oficina do "Nosso Lar" na Terra, participando de atendimentos a2

encarnados e desencarnados, sobressaindo preciosos ensinamentos sobre reunies medinicas.

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ESTU DO S ISTEM ATIZ AD O DE ESPI RI TIS MOSrie ANDR LUIZ Livr o: OS MENSAGEIROS ( A.Luiz/F.C.Xavier)INTRODUO Neste Curso estamos estudando as obras do Esprito Andr LUIZ, psicografadas pelo mdium F.C. Xavier: um livro por semestre, em aulas semanais. Por ser o primeiro da srie, j disponibilizamos a sinopse de "NOSSO LAR". Apresentamos agora a sinopse do segundo livro da srie "OS MENSAGEIROS" , como j o fizemos com o livro "NOSSO LAR". Sugerimos que o Centro Esprita onde se realiza o curso afixe no seu "Quadro de Avisos", a cada bimestre, o cronograma das exposies e o nome dos respectivos expositores. Deve ser encarecido aos freqentadores do Curso que leiam em casa o tema a ser tratado em cada aula semanal. Boa sorte para todos! IDENTIFICAO TTULO: "OS MENSAGEIROS" 51 captulos; 268 pginas AUTOR: Esprito ANDR LUIZ (pseudnimo espiritual de um consagrado mdico que exerceu a Medicina no Rio de Janeiro) PSICOGRAFIA: FRANCISCO CNDIDO XAVIER (concluda em Fev/1944) EDIES: Primeira edio em 1944, pela Federao Esprita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ); em Novembro/2001: 37 Edio (490 milheiro) CONTEDO DOUTRINRIO: O Autor alerta aos mdiuns quanto necessidade da prtica dos ensinamentos na esfera ntima, evitando surpresas negativas, quando do retorno ao Plano Espiritual. A obra se desdobra em trs partes distintas: 1 Parte- Do Cap 1 ao 13: - Testemunhos de mdiuns (desencarnados) que, tendo partido do "Nosso Lar", com tarefas especficas, no conseguiram cumpri-las - no retorno, seus relatos so pungentes e esclarecedores... 2 Parte - a partir do Cap 14: - Descrio de atendimentos prestados a encarnados e a desencarnados, pela equipe de mensageiros do "Nosso Lar". 3 Parte - a partir do Cap 33: - Andr Luiz e Vicente, sob comando do protetor Aniceto, aps estgio no "Centro de Mensageiros", partem em caravana, do "Nosso Lar", para a Crosta (plano terreno). A meio caminho, pernoitam no "Posto de Socorro", onde A.Luiz realiza um proveitoso estgio. Ali, conhecem amigos espirituais responsveis pelo Campo da Paz (Colnia prxima ao Posto4

de Socorro). A seguir, os trs se dirigem Crosta, onde permanecem por uma semana, num lar humilde, verdadeira oficina do Nosso Lar na Terra, participando de atendimentos a encarnados e desencarnados, sobressaindo preciosos ensinamentos sobre reunies medinicas.

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SINOPSE - Captulo a CaptuloCap 1 Renovao O Autor espiritual narra sua transformao, aps ter se desprendido dos laos inferiores que o prendiam s atividades terrestres. Descobriu-se, diz jubiloso. Mas, a par da renovao mental, experimentava um vazio formado pelos sentimentos do mundo, dos quais se desprendera. Sem o lar, a esposa e os filhos amados, aos quais freqentemente visitava, seu corao era um clice luminoso, porm vazio. aconselhado por uma devotada amiga a freqentar cursos no Ministrio da Comunicao, para posteriormente prestar concurso na Terra. Cap 2 Aniceto A.Luiz apresentado ao Instrutor Aniceto, que adverte que ali, na Instituio do Homem Novo so admitidos apenas candidatos compromissados em servir, calando reclamaes. Aniceto, dentre outras atividades, tem um quadro suplementar de cinqenta auxiliares-aprendizes, voluntrios. A.Luiz convidado a integrar esse quadro, no momento com trs vagas. Aceita o convite, sentindo-se honrado. encaminhado ao Centro de Mensageiros.OBS: Vamos detalhar como formado o grupo de Aniceto: - 1 padre - 1 mdico (a equipe foi acrescida de 2 mdicos: A.LUIZ e VICENTE) - 6 engenheiros - 4 professores - 4 enfermeiras - 2 pintores - 11 irms especializadas em trabalhos domsticos - 18 operrios diversos.

Cap 3 No Centro de Mensageiros - Formado de majestosos edifcios / Universidades / Ptios amplos / Jardins primorosos. - Finalidades: preparao anual de centenas de mdiuns e doutrinadores para reencarnarem (quais cartas vivas de Jesus para a Humanidade), os quais so reunidos em grupos de 50 aprendizes. Cada grupo fica sob comando de um Instrutor (tal como a de Aniceto). Cap 4 O caso Vicente A.Luiz conhece Vicente, mdico, calmo, bondoso e sensato. Tornam-se amigos. Conversam sobre suas existncias terrenas, semelhantes. Vicente casouse e teve dois filhos. Um irmo seu, advogado, foi residir em sua casa e no tardou, traiu-o com a esposa, de quem se apaixonou, sendo correspondido. A esposa e o irmo tramaram sua morte e a executaram, ardilosamente. Vicente no cogita vingar-se e diz: o mal simples resultado da ignorncia e nada mais. Cap 5 Ouvindo instrues O instrutor Telsforo discorre para todos os aprendizes do trabalho de intercmbio entre os trabalhadores desencarnados e encarnados. Adverte sobre os companheiros fracassados. Cita empecilhos at nas religies, alm de tristes quadros humanos no mundo todo. Como ajudar a tanto desespero e incompreenso? S com Jesus, no trabalho, sacrifcio e renncia. Cap 6 Advertncias profundas Prossegue a aula. Tema: mdiuns fracassados. Muitos trabalhadores partem de Nosso Lar em turmas de trabalho educativo, mas poucos alcanam resultados, parciais, nos misteres da mediunidade e da doutrinao. A Terra grande oficina redentora, e no, vale tenebroso destinado a quedas lamentveis. relatado que muitos, quando encarnados, preferem desvios sexuais, tirania domstica, preguia e vaidade, alm de exercitarem a doutrinao para exportao e no para uso prprio... Cap 7 A queda de Otvio Aps trinta anos de preparao, reencarnou saudvel e com mediunidade voltada para consolar criaturas. Deveria manter-se solteiro e amparar seis6

amigos que o ajudaram em Nosso Lar, nos trinta anos que antecederam sua reencarnao. J reencarnado, aos dezenove anos iniciou desvairados abusos das suas faculdades. Ficando rfo de pai, desamparou aqueles seis amigos (ainda crianas), rfos como ele. Casou-se por violncia e teve um filho. Esposa e filho passaram a atorment-lo. Alcolatra, morreu com sfilis, aos quarenta anos, sem construir coisa alguma no terreno do bem. Cap 8 O desastre de Acelino Outro mdium (vidente, audiente e psicgrafo) que, egresso de Nosso Lar, descumpriu todas as realizaes que prometera, antes da reencarnao. Usou as faculdades medinicas para ganhar dinheiro, resolvendo todo tipo de problemas de consulentes. Ao desencarnar permaneceu onze anos em zonas de grande tormento, pela ronda dos ex-consulentes criminosos que desencarnaram antes dele e que exigiam notcias e solues atinentes a ligaes clandestinas. Cap 9 Ouvindo impresses O captulo exorta os mdiuns ao trabalho, sem reclamos e sem medos. So expostos vrios casos de mdiuns que, bem preparados antes da reencarnao, no cumpriram as tarefas, por invigilncia. Cap 10 A experincia de Joel Mdium que fez mau uso das percepes que lhe foram dilatadas antes de reencarnar, a fim de que, ento, as utilizasse a benefcio do prximo. H muito tempo vem sofrendo grandes perturbaes, como conseqncia. Cap 11 Belarmino, o doutrinador citada profunda conceituao de misso educativa. A doutrinao, no campo do Espiritismo evanglico, aqui exposta com clareza. Mostra como o mdium doutrinador exigente, propenso ao mando, vaidoso do saber, desconfiado dos companheiros de reunio medinica, logo adentrar no negativismo. Estar sujeito a mltiplas enfermidades, alm de sentir um deserto no corao. Cap 12 A palavra de Monteiro Novo alerta, enrgico, aos mdiuns doutrinadores e aos dirigentes de reunies medinicas. recomendada a fora do exemplo e no a palavra lustrosa... O comportamento do mdium na atividade profissional do comrcio deve guardar paralelo com a conduta crist, principalmente com a pacincia. Cap 13 Ponderaes de Vicente Citando Jesus como Mestre e Mdico, o captulo expe os perigos que aguardam os mdicos que fazem mercantilismo de to sagrada profisso. Cap 14 Preparativos A.Luiz e Vicente, antes de se dirigirem Crosta, onde permanecero por uma semana, recebem melhoramento da viso (no Gabinete de Auxlio Magntico s Percepes"). sugerida a prece, sem o fanatismo inconsciente. A prece fidelidade do corao, jamais viciao do sentimento. A ida Crosta, no caso, assemelhou-se a uma peregrinao, no feita em estrada ampla e bem cuidada, mas sim, em caminhos difceis... Cap 15 A viagem A caminho, a equipe faz pausa no Posto de Socorro situado entre Nosso Lar e a Crosta, a grande distncia desta. A.Luiz e Vicente, sob orientao de Aniceto, vem-se banhados de luz, pela primeira vez (!). Nas trilhas: frio, ausncia de luz solar, paisagens misteriosas, a