estudando com andre luiz - os mensageiros capitulo 02 aniceto

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Spiritual

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  • A atitude de Andr no momento decisivo de sua vida, quando viu-se esquecido pela famlia que amava, foi de compreenso e auxilio. Pela renovao mental, atitudes no Bem e no Amor que adotou em seu antigo lar, propiciou-lhe ser um cidado de Nosso Lar, abrindo novos caminhos junto aos Mensageiros.

    Pensando desta forma, feliz e renovada, Andr levado por Tobias, seu companheiro de trabalho nas Cmaras de Retificao, at Aniceto, para novas tarefas que viriam....

  • Andr comunica seus

    novos propsitos

    Tobias...

    Voc possui a quantidade

    necessria de horas de trabalho

    para justificar o pedido.

    Conversarei a respeito com o

    Ministro Gensio. No tenha

    dvidas. Seu desejo muito

    nobre aos nossos olhos.

  • 2.5

    Fui procurado por Tobias, que

    trouxe-me a aquiescncia do

    Ministro Gensio... e convidou-

    me para conhecer Aniceto.

    Aniceto recebeu-nos com extrema

    gentileza, o que me causou excelente

    impresso...

  • Conhece nosso estimado Aniceto?

    Aniceto - Instrutor no Ministrio da

    Comunicao. Trabalhara algum tempo na

    Regenerao e depois em tarefas sacrificiais no

    Ministrio do Auxlio. Seus esforos o levaram

    importante funo de instrutor na Comunicao,

    onde Andr Luiz aprenderia novas lies.

    Ao contrrio de Tobias, Aniceto no se

    consorciara em "Nosso Lar". Vivia ao lado de

    cinco amigos que lhe foram discpulos na Terra,

    em edifcio confortvel encravado entre rvores

    frondosas e tranquilas.

  • Aparentava ele a calma refletida do homem que chegou idade madura, sem fantasias da mocidade inexperiente.

    Embora lhe transparecesse muita energia no rosto, revelava o otimismo sadio do corao cheio de ideais sacrossantos.

    Muito sereno, recebeu todas as alegaes do meu benfeitor, dirigindo-me, de quando em vez, olhares amistosos e indagadores. Tobias falou longamente, comentando minha posio de ex-mdico no plano terrqueo, agora em reajustamento de valores no plano espiritual.

  • Depois de examinar-me com

    ateno, o orientador aduziu:

    No h o que embargar, meu

    prezado Tobias.

    No entanto preciso reconhecer

    que a soluo depende do

    candidato...

    Sabe voc que estamos aqui na

    Instituio do Homem Novo

    Nosso servio variado e rigoroso, aceitamos

    somente os cooperadores interessados na

    descoberta da felicidade de servir.

  • Aceitando a inscrio de Andr Luiz, o

    instrutor resumiu em poucas palavras as

    atividades de seu departamento.

    Alm dos colaboradores ativos, Aniceto

    tinha um quadro suplementar de auxiliares,

    com cinquenta lugares para aprendizes,

    com trs vagas no momento.

    Pessoas das mais diferentes profisses

    formavam o quadro de aprendizes e cada

    uma era aproveitada na sua especialidade

    prpria.

  • O departamento de trabalho, aceita somente os cooperadores interessados na descoberta da felicidade de servir. Comprometemo-nos, mutuamente, a calar toda espcie de reclamao.

    Ningum exige expresso nominal nas obras realizadas e todos respondem por qualquer erro. Achamo-nos, aqui, num curso de extino das velhas vaidades pessoais, trazidas do mundo carnal.

    Dentro do mecanismo nossas obrigaes, interessamo-nos to somente pelo bem divino. Consideramos que toda possibilidade construtiva vem de nosso Pai e esta convico nos auxilia a esquecer as exigncias de nossa personalidade inferior.

  • Em Nosso Lar, a ao que nos compete desdobrada de maneira coletiva; temos interesse em aproveitar as horas no limite mximo, no s em beneficio dos que necessitam de nosso concurso fraternal, como tambm a favor de ns mesmos, no que toca eficincia.

    E, dirigindo-se a Tobias, acrescentou:

    Encaminhe o nosso amigo, amanh cedo, ao Centro de Mensageiros. L estaremos em estudo ativo e providenciarei para que Andr seja bonificado pelas tabelas da Comunicao.

    Agradecemos, satisfeitos, e, logo em seguida a Tobias, despedi-me, alimentando novas esperanas.

  • Trabalho: valor supremo

    O prestimoso companheiro deixou-me num mar de contentamento indefinvel. Comecei a compreender o valor do trabalho. A amizade de Narcisa e Tobias era tesouro de inaprecivel grandeza, que o esprito de servio me havia descortinado ao corao. () Alm disso, certo da minha volta carne, em futuro talvez no distante, a providncia constituiria realizao de profundo interesse ao meu aproveitamento geral.

  • Trabalho: valor supremo Misteriosa alegria dominava-me todo, sublimada esperana iluminava-me os sentimentos. Aquele desejo ardente de colaborar em benefcio dos outros, que Narcisa me acendera no Intimo, parecia encher, agora, a taa vazia do meu corao. Trabalharia, sim. Conheceria a satisfao dos cooperadores annimos da felicidade alheia. Procuraria a prodigiosa luz da fraternidade, atravs do servio s criaturas.

  • 674. A necessidade do trabalho Lei da Natureza? O trabalho Lei da Natureza, por isso mesmo que constitui

    uma necessidade, e a civilizao obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades.

    675. Por trabalho s se devem entender as ocupaes materiais?

    No; o Espirito trabalha, assim como o corpo. Toda ocupao til trabalho.

    (Livro dos Espritos Parte 3, cap. III, Da lei do Trabalho)

    Trabalho: valor supremo

  • 679. Achar-se- isento da lei do trabalho o homem que possua bens suficientes para lhe assegurarem a existncia?

    Do trabalho material, talvez; no, porm, da obrigao de tornar-se til, conforme aos meios de que disponha, nem de aperfeioar a sua inteligncia ou a dos outros ,o que tambm trabalho. Aquele a quem Deus facultou a posse de bens suficientes a lhe garantirem a existncia no est, certo, constrangido a alimentar-se com o suor do seu rosto, mas tanto maior lhe a obrigao de ser til aos seus semelhantes, quanto mais ocasies de praticar o bem lhe proporciona o adiantamento que lhe foi feito.

    (Livro dos Espritos Parte 3, cap. III, Da lei do Trabalho)

  • 229 Como entender o trabalho de purificao nos ambientes

    do mundo?

    -A purificao na Terra ainda qual o lrio alvo, nascendo do lodo das amarguras e das paixes. Todos os Espritos encarnados, porm, devem considerar que se encontram no planeta como em poderoso cadinho de acrisolamento e regenerao, sendo indispensvel cultivar a flor da iluminao ntima, na angstia da vida humana, no crculo da famlia, ou da comunidade social, atravs da maior severidade para consigo mesmo e da maior tolerncia com os outros, fazendo cada qual, da sua existncia, um apostolado de educao, onde o maior beneficiado seja o seu prprio esprito.

  • 19

    230 Como iniciar o trabalho de iluminao da nossa prpria alma?

    -Esse esforo individual deve comear com o autodomnio, com a disciplina dos sentimentos, com o trabalho silencioso da criatura por transformar as prprias paixes. Nesse particular, no podemos prescindir do conhecimento adquirido por outras almas que nos precederam nas lutas da Terra, com as suas experincias santificantes gua pura de consolao e de esperana, que poderemos beber nas pginas de suas memrias ou nos testemunhos de sacrifcio que deixaram no mundo.

  • Todavia, o conhecimento a porta amiga que nos conduzir aos raciocnios mais puros, porquanto, na reforma definitiva de nosso ntimo, indispensvel a ao prpria, no sentido de modelarmos o nosso santurio interior, na sagrada iluminao da vida. Trabalho no bem em prol dos outros, e de si mesmo, em consequncia, significa valor eterno adquirido pelo espirito. Trabalho meio nobre de encher coraes vazios. Meio de ascender a luz intima da fraternidade atravs do servio s criaturas.

  • Sabe voc que estamos aqui na instituio do Homem Novo

    O homem novo aquele reformado intimamente e que

    vislumbrou a luz de servir de acordo com o evangelho do

    Cristo; aquele que j despertou para a realidade divina e no

    mais se apega aos vcios e iluses da carne. No

    necessariamente j um espirito elevado, mas sim um espirito

    disposto a renovar-se cada vez mais trabalhando para o bem.

    Homem Novo

  • Quais as condies necessrias para tornar-se um aprendiz do auxlio, junto ao instrutor Aniceto? Dispor-se a calar reclamaes

    Renunciar a elogios

    Admitir que a responsabilidade coletiva

    No perder tempo na melhoria e educao

    de si mesmo

    Consideramos que toda possibilidade construtiva

    vem de nosso Pai, e esta convico nos auxilia a

    esquecer as exigncias descabidas de nossa

    personalidade inferior.

  • 23

    Sob o ponto de vista esprita, a mediunidade uma iniciao religiosa das mais srias; um mandato que nos outorgado pela Espiritualidade Superior, a fim de ser fielmente desempenhado.

    Dessa forma o aspirante mediunidade, luz da Doutrina Esprita, deve partir da conscientizao de seus ensinamentos e esforar-se desde o incio de sua formao e informao medinica, por ser um ESPRITA-CRISTO.

  • 24

    O ESPRITA-CRISTO o Esprito-Esprita, cujas caracteristicas

    so as do homem de bem. Reconhece-se o verdadeiro esprita pela sua transformao moral, e pelos esforos que faz para domar as suas ms inclinaes .

    Reviso e reconstruo dos hbitos, permutando os vcios por virtudes legitimamente crists que so as nicas que sobrevivero eternamente e que nos abriro as portas de planos mais elevados que os atuais.

  • 25

    Dentro destes critrios de desenvolvimento da mediunidade, mesmo que nenhuma faculdade venha desabrochar, tenhamos certeza de que ns estaremos desenvolvendo espiritualmente e capacitando-nos p

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