jornal de vila meƒ

Download JORNAL DE VILA MEƒ

Post on 21-Jul-2016

221 views

Category:

Documents

1 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

 

TRANSCRIPT

  • Diretor: Jos Ismael Mendes Edio: 177 Preo: 0,60 maro de 2015TAXA PAGA4605 Vila Me

    Gerestudo promove iniciativa de incentivo leituraPGINA 8

    PGINA 4

    OPINIO

    gua, um Bem Precioso

    PGINA 5

    REPORTAGEMCasa da Ferragem

    Rede Social de Amarante dinamiza Semana Interescolas

    REPORTAGEM

    MARJOCRIA nossa base de trabalho assenta na qualidade do produto aliada a preos competitivos

    Um negcio de sucesso no comrcio tradicional de Vila Me

    J ABRIU O GABINETE DE APOIO AO EMPREGO

    INFORME-SE!

    PGINA 2

    OPINIOP o r t u g a l precisa de inovao

    PGINA 3

    Lanamento da monografiaRota do Romnico

    PGINA 7

    PGINA 6

    PGINA 11

  • Diretor: Jos Ismael Mendes Colaboradores:Maria do Rosrio Meneses, Delfina Carvalho, Centro Veterinrio de Vila Me, Antnio Jos Queiroz, Clnica Medime, AlegreContorno, Ana Catarina Teixeira e Vanessa Babo (imagem grfica).

    Jornalista: Bruna SilvaPropriedade: Associao Empresarial de Vila Me Pessoa Colectiva n: 504 603 949 Urbanizao da Cruz - Real 4605-359 Vila MeTelef. 255 735 050 Fax 255 735 051 E-mail: jornalvilamea@gmail.com

    Registo no ICS: 123326 . Depsito Legal: 139555/99

    Tiragem mdia: 1.000 ex. Impresso: Grfica do Norte (Amarante) Preo de capa: 0,60 euros

    OPINIOmaro de 2015 - Jornal de Vila Me2

    Jos Ismael Mendes (*)

    Portugal precisa de inovaoinovao.

    Igualmente se deve deixar claro que investigar no o mesmo que inovar. que a inovao tem que

    ser rentvel! De facto, enquanto se pode descrever o esforo de investigao como um processo de converter dinheiro em conhe-cimento, as actividades de desen-volvimento que lhe seguem so precursoras de um processo de inovao, i.e., um processo atra-vs do qual se converte conheci-mento em dinheiro.

    Partindo do ponto de vista das empresas, segundo o qual a inovao tem que ser rentvel, o

    Inovar criar valor num con-texto de mudana. Tal mudan-a pode ser tecnolgica, social, de processo, de mercado, ou de qualquer outra natureza. Para os efeitos do presente artigo, con-centrar-nos-emos, sobretudo, na inovao que resulta de mudan-as tecnolgicas por razes a que regressaremos mais fren-te. Resulta da definio proposta que se no houver criao de valor, no h inovao. Portanto, a inovao no gera, por si s,

    processo de inovao assemelha--se a um processo de investimen-to: investe-se em investigao, investe-se de novo em desenvol-

    vimento, e obtm-se o retorno atravs da inovao.

    As empresas tm, pois, que se preocupar com o retorno do

    capital investido em inovao, do mesmo modo que se preocupam com os equipamentos e sistemas em que investem.

    J os pases tm que se preo-cupar com a eficincia e produ-tividade dos seus processos de inovao e com o retorno criado pelos recursos investidos em ino-vao.

    A escassez de capital e caduci-dade do modelo de mo-de-obra barata, impelem a inovao para a condio de alavanca de cres-cimento mais apropriada e mais disponvel no momento presente

    da economia portuguesa.Engenheiro (*)

    "Partindo do ponto de vista das empresas, segundo o qual a inovao tem que ser rentvel, o processo de inovao assemelha-se a um pro-cesso de investimento: investe-se em investiga-o, investe-se de novo em desenvolvimento, e obtm-se o retorno atravs da inovao"

    "A escassez de capital e caducidade do modelo de mo-de-obra barata, impelem a inovao para a condio de alavanca de crescimento mais apropriada e mais disponvel no momento presente da economia portuguesa"

  • REGIOJornal de Vila Me - maro de 2015 3

    Lanamento da monografia Rota do RomnicoO Mosteiro do Salvador de Travanca, em Amarante, acolheu no passado dia 14 de maro o lanamento da monografia Rota do Romnico.A publicao cientfica, em dois volumes, dar continuidade monografia editada em 2008, sob o ttulo Romnico do Vale do Sousa. Esta edio assume um papel de relevo na divulgao da histria e da arte dos 34 novos monumentos romnicos, que integraram a Rota do Romnico desde 2010. No entanto, assume tambm uma funo complementar ao disponibilizar novos dados histricos dos concelhos que passaram a integrar o projeto: Amarante, Baio, Celorico de Basto, Cinfes, Marco de Canaveses e Resende.Embora o enfoque seja colocado nos monumentos que resultaram do alarga-mento da Rota do Romnico aos conce-lhos do Baixo Tmega e do Douro Sul, foram tambm includos os trs elemen-tos patrimoniais que, embora localizados em concelhos do Vale do Sousa, pela sua importncia arquitetnica e histrica, foram tambm integrados em 2010.A coordenar esta edio esteve, uma vez mais, a Professora Doutora Lcia Rosas, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Maria Leonor Botelho e Nuno Resende, da mesma instituio, foram os autores dos contedos escritos.O lanamento da monografia foi precedi-do por uma missa de dedicao do novo altar da Igreja do Mosteiro de Travanca, presidida pelo Bispo Auxiliar do Porto, D. Antnio Taipa.

    Mosteiro do Salvador de TravancaNo sbado, dia 14 de Maro, pelas 16h, todos os caminhos iam dar, no a Santiago de Compostela, mas a Travanca. Ia ser celebrada

    uma missa de dedicao do Altar da Igreja. Missa que foi presidida pelo Bispo auxiliar do Porto, D. Antnio Taipa e coadjuvado pelo padre Germano.

    Em seguida procedeu-se ao lanamento da Monografia da Rota do Romnico.Estiveram presentes os coros de Travanca e Mancelos, a comisso fabriqueira, a Rota do Romnico, a FLUP, os autarcas e tcnicos do

    Tmega e Sousa e muitos populares. A Igreja estava repleta e ningum arredou p enquanto no acabaram os discursos. Foram oradores o bispo, o padre Germano, a coordenadora do Romnico, dra. Rosrio Machado e o presidente da Cmara Municipal de Amarante, dr. Jos Lus Gaspar. Todos falaram do restauro, da importncia da Rota do Romnico e do seu alargamento ao Vale do Tmega. Ficamos sem saber quantos monumentos integram os Vales de Sousa e do Tmega. Pouco se falou de Travanca.

    Travanca que um lugar de mosteiro no parou no tempo. Importa mergulhar num certo imaginrio medievalista sem perder o p da actualidade. Frescos, pinturas e esculturas.

    Que dilogos com o presente se podem estabelecer? O monaquismo ser o ponto de partida para uma viagem entre a escurido e a luz.Dizem que as paredes falam. E verdade que pelas centenrias paredes passaram muitas vidas, muitas histrias e estrias que, como

    numa gravura, ficam gravadas, deixando uma memria para quem ouvir e interpretar o que elas dizem. E como disse o padre Germano um monumento a histria escrita na pedra que se prolonga atravs de geraes.

    A arquitectura romnica portuguesa, mais do que qualquer outra, tem de ser apreciada in situ.S inserida na paisagem e no habitat local, ela verdadeiramente compreensvel e rica de ensinamentos. A expanso da arquitectura

    romnica, em Portugal, coincide com o reinado de D. Afonso Henriques. Contudo, ignora-se o nome do fundador do Mosteiro de Travanca. As crnicas falam dos Monizes. Uma questo algo embrulhada.

    1 Hiptese - D. Garcia Moniz em 1008.2 Hiptese - D. Gasco Moniz em 10503 Hiptese - D. Ordonho III de Leo (950-955)E ainda h outras hipteses mas a que recolhe mais votos a primeira. considerado como um dos mais antigos templos do nosso pas, sendo anterior fundao da prpria nacionalidade.Mas o mosteiro de Travanca acabou. Resta a Igreja com a sua torre e a casa dos monges conjunto a que ainda se chama mosteiro, mas

    j no o . Legalmente, deixou de o ser em virtude do Decreto de D. Pedro IV, de 28/30 de Maio de 1834, que extinguiu todas as ordens religiosas em Portugal, confiscando seus bens para o Estado. Praticamente, o mosteiro tinha sido abandonado uns dias antes, e da maneira mais triste e desagradvel.

    Depois da expulso dos monges, o mosteiro foi vandalizado.A igreja, merc da admirvel solidez da sua estrutura, chegou aos nossos dias sem danos de extrema importncia, e foi restaurada na sua

    traa original nos anos 90, pelo Estado, a instncias do proco, P. Cosme. E como disse o Padre Cosme: Muitos passos demos para levar a cabo uma restaurao que o fosse de corpo e alma; no o conseguimos. Os primeiros restauros foram feitos entre 1934/39? Desde a o conjunto tem sido alvo de reparaes quando necessrias.

    No dia 14 de Maro deste ano foi a ltima interveno e que incidiu sobretudo no Altar. Este belo templo um lugar de Histria e vai naturalmente atrair mais turistas e consequentemente desenvolver mais a nossa regio. S.

    Salvador guardou no sei que regime de meditao que perpassa por todas as suas obras neste vale profundo, geralmente mantido em nevo-eiros.

    Vale a pena visitar o mosteiro onde foi baptizada a nossa escritora Agustina Bessa Lus, nos anos 20 do sc. XX.P.S. Lamento sinceramente que no tenha sido distribudo aos presentes um desdobrvel da Rota do Romnico para memria futura.

    Jos Ismael Mendes

  • ATUALIDADEmaro de 2015 - Jornal de Vila Me4

    Voluntariado Jovem decorre de maio a outubroNo mbito do programa de

    Voluntariado Jovem promovi-do pela Cmara Municipal de Amarante foram admitidos 199 jovens oriundos das diversas fre-guesias do concelho. Os jovens, de diferentes reas de formao, iro prestar servio voluntrio entre os meses de maio e outu-bro.

    Esta iniciativa visa estimular nos jovens universitrios o esp-

    rito de voluntariado, contribuir para a sua formao social e cultural, atravs da participao em aes e projetos de utilidade social e comunitria, incrementar novos conhecimentos na rea de formao e fomentar o sentido de pertena na comunidade e de responsabilidade cvica.

    O Municpio de Amarante garante aos jovens voluntrios a coordenao e acompanhamento

    Rede Social de Amarante dinamiza Semana Interescolase culturais, designadamente exposi-es, feiras, palestras e colquios.

    As entidades promotoras so o Municpio de Amarante, Agrupamento de Es