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  1. 1. 1. INTRODUO 1.1 Definio de Pavimentos 1.2 Classificao dos Pavimentos 2. TIPOS DE CAMADAS QUE COMPEM UM PAVIMENTOS 2.1 Reforo, Sub-Base e Base 2.2 Revestimentos 3 MATERIAIS 3.1 - Solos 3.2 Agregados 3.3 Materiais Betuminosos 3.4 Outros Materiais 4. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
  2. 2. 1. INTRODUO 1.1 Definio de Pavimentos 1.2 Classificao dos Pavimentos 2. TIPOS DE CAMADAS QUE COMPEM UM PAVIMENTOS 2.1 Reforo, Sub-Base e Base 2.2 Revestimentos 3 MATERIAIS 3.1 - Solos 3.2 Agregados 3.3 Materiais Betuminosos 3.4 Outros Materiais 4. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
  3. 3. 1. INTRODUO O QUE ENGENHARIA DEFINIO POPULAR ENGENHARIA PODE SER DEFINIDA COMO A ARTE DE FAZER POR UM CUSTO X AQUILO QUE O LEIGO FARIA POR 2X
  4. 4. 1.1 DEFINIO DE PAVIMENTO Pavimento pode ser definido como toda estrutura apoiada sobre a camada final de terraplenagem e destinada a receber o trfego fornecendo ao usurio segurana e conforto Essa estrutura, construda sobre a camada final de terraplenagem constituda de vrias camadas e vrios materiais de diferentes caractersticas de resistncia e deformabilidade. Esta estrutura assim constituda apresenta um elevado grau de complexidade no que se refere ao clculo das tenses e deformaes
  5. 5. De acordo com a NBR 7207/82 o pavimento uma estrutura construda aps a terraplenagem e destinada economicamente e simultaneamente em seu conjunto a: a: resistir e distribuir ao subleito os esforos verticais produzidos pelo trfego; b: melhorar as condies de rolamento quanto comodidade e segurana; c: resistir aos esforos horizontais que nele atuam, tornando mais durvel a superfcie de rolamento
  6. 6. PAVIMENTO A SUPERESTRUTURA DE RODOVIAS, VIAS URBANAS, AEROPORTOS E PTIOS CONSTITUDA POR UMA ESTRUTURA EM CAMADAS de espessuras finitas ASSENTES SOBRE O SUBLEITO (semi-espao infinito), COM AS FUNES DE: 1- RESISTIR AOS ESFOROS DAS CARGAS DO TRFEGO ; 2- TRANSMITIR AO SUBLEITO TENSES COMPATVEIS COM SUA CAPACIDADE DE SUPORTE; 3- PERMITIRR O TRFEGO SEGURO, CONFORTVEL E ECONMICO DE VECULOS (no transporte de passageiros e de bens de produo).
  7. 7. PAVIMENTO = S I S T E M A CARGAS DO TRFEGO INTEMPRIES INFILTRAO DE GUASREVESTIMENTO BASE SUB-BASE ESTRUTURA EM CAMADAS de espessuras finitas SUBLEITO (solo de fundao)
  8. 8. CARGAS NO PAVIMENTO
  9. 9. 1.2 CLASSIFICAO DAS ESTRUTURAS DOS PAVIMENTOS De uma maneira geral, pode-se classificar a estrutura de um pavimento em: a: PAVIMENTOS FLEXVEIS: so aqueles em que todas as camadas sofrem deformao elstica significativa sob o carregamento aplicado e, portanto, a carga se distribui em parcelas aproximadamente equivalentes entre as camadas. Exemplo tpico: pavimento contituido por uma base granular, revestido por uma camada elstica.
  10. 10. REVESTIMENTO BASE SUB-BASE REFORO DO SUBLEITO SUBLEITO
  11. 11. b: PAVIMENTOS RGIDOS: sendo aquele em que o revestimento tem uma elevada rigidez em relao as camadas inferiores e, portanto, absorve praticamente todas as tenses provenientes do carregamento aplicado. Exemplo tpico: pavimento constituido de lajes de concreto de cimento Portland.
  12. 12. A determinao da espessura conseguida a partir da resistncia trao do concreto e so feitas consideraes em relao fadiga, coeficiente de reao do subleito e cargas aplicadas. So pouco deformveis e se convenientemente projetadas e construdas, com uma vida til maior que os pavimentos flexveis. O dimensionamento do pavimento flexvel comandado pela resistncia do subleito e o do pavimento rgido pela resistncia da placa.
  13. 13. c: PAVIMENTOS SEMI-RIGIDOS: este tipo de pavimento definido como sendo aquele em que a base da estrutura executada com adio de cimento. Devido ao aumento da rigidez e consequentemente do mdulo de elasticidade (ou resilincia), ela absorve parte dos esforos de trao. Exemplo tpico: bases de solo cimento com revestimento em camada asfltica.
  14. 14. 1. INTRODUO 1.1 Definio de Pavimentos 1.2 Classificao dos Pavimentos 2. TIPOS DE CAMADAS QUE COMPEM UM PAVIMENTOS 2.1 Reforo, Sub-Base e Base 2.2 Revestimentos 3 MATERIAIS 3.1 - Solos 3.2 Agregados 3.3 Materiais Betuminosos 3.4 Outros Materiais 4. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
  15. 15. 2.1 BASES E SUB-BASES
  16. 16. 1 Limpeza e Desempenamento da superficie, seguidos da eventual1 Limpeza e Desempenamento da superficie, seguidos da eventual execuo de camada de rolamentoexecuo de camada de rolamento 2 Distribuio, Espalhamento e Regularizao do Abregado Grado2 Distribuio, Espalhamento e Regularizao do Abregado Grado 3 Compactao com rolo liso do agregado graudo, com evoluo dos3 Compactao com rolo liso do agregado graudo, com evoluo dos bordos para o eixobordos para o eixo 4 Distribuio Manual do material de enchimento em toda4 Distribuio Manual do material de enchimento em toda rea do agregadorea do agregado 5 Penetraa dos vazios do agregado grado por meio da5 Penetraa dos vazios do agregado grado por meio da Atuao de vassouras manuais ou mecnicasAtuao de vassouras manuais ou mecnicas 6 Irrigao com gua permitindo que o material de6 Irrigao com gua permitindo que o material de enchimento penetre nos vazios, com simultaneaenchimento penetre nos vazios, com simultanea compactaocompactao 7 Repetio sucessiva dos itens 5 e 6 ate que no se7 Repetio sucessiva dos itens 5 e 6 ate que no se consiga penetrao do material de enchimentoconsiga penetrao do material de enchimento 8 Interrupo dos trabalhos at a evaporao superficial da gua8 Interrupo dos trabalhos at a evaporao superficial da gua 9 Compactao final da camada at o desaparecimento das ondulaooes frente9 Compactao final da camada at o desaparecimento das ondulaooes frente 10 Repetio da sequncia para as demais camadas, de acordo com o projeto.10 Repetio da sequncia para as demais camadas, de acordo com o projeto.
  17. 17. SolocimentonapistaSolocimentonapista
  18. 18. Esquema de uma usina de solo-cimentoEsquema de uma usina de solo-cimento
  19. 19. Constitudas de camadas de misturas betuminosas, que sero vistas adiante por serem similares as camadas de revestimento
  20. 20. 2.2 TIPOS DE REVESTIMENTOS
  21. 21. Caminho espargidorCaminho espargidor Distribuidor de agregados rebocvelDistribuidor de agregados rebocvel
  22. 22. Carro Espargidor
  23. 23. Distribuidor de agregados autopropelidoDistribuidor de agregados autopropelido
  24. 24. Aplicao liganteAplicao ligante Uma faixa executada e outraUma faixa executada e outra com primeira camada do ligantecom primeira camada do ligante
  25. 25. Tratamento superficial
  26. 26. FILME-3minFILME-3min
  27. 27. Macadame Betuminoso
  28. 28. Usina de PMF
  29. 29. FILME-9MINFILME-9MIN
  30. 30. FILME-9minFILME-9min
  31. 31. 1. INTRODUO 1.1 Definio de Pavimentos 1.2 Classificao dos Pavimentos 2. TIPOS DE CAMADAS QUE COMPEM UM PAVIMENTOS 2.1 Reforo, Sub-Base e Base 2.2 Revestimentos 3 MATERIAIS 3.1 - Solos 3.2 Agregados 3.3 Materiais Betuminosos 3.4 Outros Materiais 4. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
  32. 32. Os ensaios de solos so divididos em trs grupos: (i) de caracterizao, (ii) de compactao e (iii) de pavimentos Ensaios de Caracterizao Os ensaios de caracterizao incluem as seguintes determinaes: Teor da umidade natural; Peso especfico aparente; Densidade real dos gros slidos; Composio granulomtrica por peneiramento ou sedimentao; Limites de consistncia (liquidez, plasticidade e contrao). 3.1 - Solos 3. MATERIAIS3. MATERIAIS
  33. 33. Triaxial dinmico. Ensaios de Compactao Os solos so levados a um estado mais denso para melhorar suas propriedades (rolos, martelos ou vibradores): Ensaio de compactao normal ou ensaio de Proctor; Ensaio de compactao com energia do AASHO intermediria; Ensaio de compactao com energia do AASHO modificada. Ensaios para Pavimentos Equivalente de areia: utilizado no controle dos finos dos materiais granulares; ndice de Suporte Califrnia (California Bearing Ratio CBR): determina um valor relativo da capacidade de suporte de um solo; Mini CBR: semelhante ao anterior com corpos de prova miniatura, utilizado em solos de graduao fina (passando na peneira 2,0 mm); Metodologia e Classificao MCTMetodologia e Classificao MCT
  34. 34. ndice de Suporte California (ISC) (DNER-ME 049/94) definido como a relao entre a presso necessria para produzir uma penetrao de um pisto num corpo- de-prova de solo e a presso necessria para produzir a mesma penetrao numa brita padronizada. O ensaio CBR consiste nas seguintes etapas: - Moldagem do corpo de prova: solo passando na peneira , compactada num molde cilndrico de 15 cm de dimetro e 17,5 cm de altura, provido de um colarinho de extenso com 5 cm de altura. O corpo de prova compactado na mesma energia utilizada no ensaio de compactao; - Imerso do corpo de prova: imerge-se o cilindro com a amostra compactada dentro de um depsito cheio dgua, durante 4 dias. Fazem-se leituras num extensmetro, a cada 24 horas, calculando-se a expanso do material em relao altura inicial do corpo de prova; - Penetrao do corpo de prova: feita atravs do puncionamento na face superior da amostra de um pisto com aproximadamente 5 cm de dimetro, sob uma velocidade de penetrao de 1,25 mm/min. A deformao medida por meio de um deflectmetro fixo no pisto e apoiado no cilindro recipiente da amostra. Traa-se a seguir a curva presso-penetrao, a qual se apresentar ponto de inflexo, deve ser corrigida.
  35. 35. CBR A variao no valor do ISC submetido a imerso prvia em gua influenciada, em primeiro lugar, pela granulometria e secundariamente pelas condies de umidade e gnese dos solo.
  36. 36. O ISC importante na determinao, por meio de equaes empricas, da espessura do pavimento flexvel necessria, em funo do trfego. Existem dois procedimentos para a realizao do ensaio: - Utilizando amostras no trabalhadas (DNER ME