memorial de cálculo do projeto de pavimentação pista .... pista.pdf · conformidade com o manual...

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  • Belo Horizonte, 22 de julho de 2016.

    Memorial de clculo do Projeto de Pavimentao

    Pista interna provisria do campus Araras da UFU

  • Sumrio

    1 Apresentao ....................................................................................................................... 4 2 Dados do Contratante e Responsvel Tcnico ..................................................................... 5

    2.1 Dados da empresa contratada: ..................................................................................... 5 2.2 Equipe tcnica: ............................................................................................................. 5 2.3 Dados do contratante: ................................................................................................... 5

    3 Introduo ............................................................................................................................ 6 4 Metodologia ......................................................................................................................... 7 5 Memria de clculo .............................................................................................................. 8

    5.1 Pesquisa do trfego atual .............................................................................................. 8 5.1.1 Anlise dos dados de campo ................................................................................ 9

    5.2 Projeo do trfego futuro ........................................................................................... 12 5.3 Estimativa de trfego .................................................................................................. 12 5.4 Estudos geotcnicos ................................................................................................... 13

    5.4.1 Estudo do subleito ............................................................................................... 13 5.5 Dimensionamento do corpo estradal ........................................................................... 14

    5.5.1 Espessura do revestimento ................................................................................. 14 5.5.2 Coeficiente de equivalncia estrutural ................................................................. 15 5.5.3 Clculo das demais camadas .............................................................................. 16

    5.6 Materiais recomendados ............................................................................................. 18 5.6.1 Reforo do subleito ............................................................................................. 18 5.6.2 Sub-base............................................................................................................. 18 5.6.3 Base .................................................................................................................... 19 5.6.4 Imprimao ......................................................................................................... 20 5.6.5 Revestimento ...................................................................................................... 20

    6 Bibliografia ......................................................................................................................... 21 7 Anexo 1 Projeto de pavimentao ................................................................................... 22 8 Anexo 2 Relatrio da caracterizao solo do subleito ...................................................... 23

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  • Lista de Figuras Figura 1 - Local de implantao da nova pavimentao .......................................................................... 6 Figura 2 - Metodologia para dimensionamento do pavimento flexvel ................................................... 7 Figura 3 Posto de contagem da pesquisa de CCV .................................................................................. 8 Figura 4 Modelo do formulrio utilizado na pesquisa de CCV ............................................................... 9 Figura 5 Comportamento do trfego durante o dia ............................................................................ 10 Figura 6 Trfego entrando no campus ................................................................................................ 10 Figura 7 Trfego saindo do Campus .................................................................................................... 11 Figura 8 Diviso modal do trfego existente ....................................................................................... 11 Figura 9 - Simbologia das camadas de pavimentao ............................................................................ 14 Figura 10 baco de dimensionamento ................................................................................................ 17 Lista de Tabelas Tabela 1 Estimativa da demanda atual do campus Araras .................................................................. 12 Tabela 2 - Estimativa da demanda futuro do campus Araras ................................................................. 12 Tabela 3 Clculo do nmero N ......................................................................................................... 13 Tabela 4 - Caracterizao do subsolo do corpo estradal ........................................................................ 13 Tabela 5 - Valores de R em funo do nmero N ................................................................................... 15 Tabela 6 - Coeficiente de equivalncia estrutural - k ............................................................................. 15 Tabela 7 - Smbolo das camadas ............................................................................................................ 16 Tabela 8 Espessura das camadas ......................................................................................................... 17 Tabela 9 Faixas de composio granulomtrica .................................................................................. 19

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  • 1 Apresentao

    A Lanix Engenharia Consultiva LTDA apresenta o relatrio da memria de clculo para a elaborao do projeto de pavimentao, voltado implantao da pista interna do campus Araras da Universidade Federal de Uberlndia (UFU). Esta obra visa oferecer melhores condies de trafegabilidade para os usurios desta instituio ao passo que neste campus est ocorrendo expanso e previso da ampliao da oferta de vagas para novos alunos e cursos.

    O presente relatrio apresenta as anlises quantitativas dos clculos para o dimensionamento do corpo estradal da referida obra. Ser tambm apresentada a sugesto dos materiais a serem utilizados na etapa de execuo.

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  • 2 Dados do Contratante e Responsvel Tcnico

    2.1 Dados da empresa contratada:

    Razo Social: Lanix Engenharia Consultiva LTDA

    Endereo: Rua Teixeira Magalhes,159 - Floresta - Belo Horizonte MG

    CEP: 30150-000

    Site: www.lanixengenharia.com.br

    Telefone: (031) 2552-8005

    E-mail: [email protected]

    2.2 Equipe tcnica:

    RT: Farney Aurlio Alcntara Engenheiro Civil - CREA-MG 142108/D

    Clarissa Pontes Melo Arquiteta Urbanista - CAU A77333-6

    2.3 Dados do contratante:

    Nome: Eng Victor Scates Dias

    Endereo: Av. Joo Naves de vila, 2.121 Bloco 1J B. Santa Mnica - Uberlndia/MG

    E-mail: [email protected]

    Telefone: (34) 3291-8927

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  • 3 Introduo

    As cidades esto em constantes transformaes, onde o aumento das atividades econmicas e novos polos tursticos podem impactar diretamente no crescimento do trfego local ou regional. Para Cardoso, et al (Renovao urbana, mercantilizao da cidade e desigualdades socioespaciais, 2013) as diversas esferas do poder executivo esto atentas a esta demanda, inclusive com a aplicao expressiva de recursos financeiros, como os PACs iniciados pelo primeiro governo federal a partir de 2007.

    O prprio BNDS (www.bndes.gov.br, 2015) entende que a soluo dos problemas de infraestrutura passa a ser condio necessria para a melhoria do bem-estar da populao urbana, permitindo que todos tenham acesso a servios bsicos como energia eltrica, comunicaes, transporte urbano e saneamento. Atrelado a isto, a ampliao da infraestrutura promove a consolidao da integrao regional, reduz custos e propicia o crescimento da produtividade e qualidade dos bens e servios da estrutura produtiva.

    Com o mesmo foco e visando garantir um maior conforto a fluidez do trfego dentro do campus Araras, a Universidade Federal de Uberlndia solicitou a elaborao do projeto de pavimentao para implantao de uma pista provisria que ir interconectar a portaria do acesso Romeu Mundim Pena com os blocos 1AMC e 1BMC, em conformidade com a nota de empenho n 2016NE801217. Esta via possuir uma largura de 7,00 m, conforme o projeto geomtrico. A Figura 1 apresenta o traado e a localizao da implantao.

    Figura 1 - Local de implantao da nova pavimentao

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  • Este relatrio tem por objetivo apresentar a memria de clculo para o dimensionamento do referido projeto de pavimentao. Para atingir este escopo utilizou-se softwares de anlise estatsticas e planilhas eletrnicas e os resultados destas analises sero apresentadas nos prximos captulos.

    4 Metodologia

    Para o dimensionamento do pavimento em questo adotou-se o Mtodo de Projeto de Pavimentos Flexveis de autoria do Engenheiro Murillo Lopes de Souza, esta metodologia est em conformidade com o Manual de Pavimentao do DNIT (Brasil, 2006).

    O mtodo baseado em dados empricos que se fundamentam na capacidade de suporte do subleito, traduzida pelos ensaios de ISC dos seus materiais constituintes e pelo trfego em termos de nmero equivalente de operaes de um determinado eixo padro, que fixado em 8,2 t.

    As diversas camadas que iro constituir o pavimento so dimensionadas de forma a proteger o subleito e resistirem atuao das cargas dinmicas causadas pelo trfego.

    Para comprimento desta metodologia seguiu-se os seguintes passos:

    Figura 2 - Metodologia para dimensionamento do pavimento flexvel

    DETERMINAO DAS VARIVEISDO TRFEGO:CLCULO DO VDMCLCULO DO VOLUME

    TOTALESTIMATIVA DO

    NMERO NDO SOLO:Caracterizao do soloDeterminao do

    ISCproj

    DIMENSIONAMENTO DO CORPO ESTRADALCLCULO DA ESPESSURA

    DO REVESTIMENTOCLCULO DA ESPESSURA

    DA BASECLCULO DA ESPESSURA

    DA SUB-BASECLCULO DA ESPESSURA

    DO REFORO

    DEFINIO DOS MATERIAS A SER UTILIZADOSMATERIAL PARA

    REVESTIMENTOMATERIAL PARA AS

    OUTRAS CAMADAS

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  • 5 Memria de clculo

    O Projeto de Pavimentao foi elaborado com a finalidade de conceber e detalhar a estrutura do pavimento a ser executado na obra tendo como base as normas e recomendaes do DNIT. Assim, procurou-se obter camadas do pavimento de forma que elas tenham condies de suportar as solicitaes impostas pelo trfego, mantendo o conforto e a segurana dos usurios.

    5.1 Pesquisa do trfego atual

    Para se efetuar uma correta avaliao da operacionalidade do trfego atual no campus Araras optou-se por realizar uma coleta de dados relativos ao fluxo virio, a partir dos quais se obteve uma srie de parmetros de trfego. Logo, com esse objetivo, realizou-se uma pesquisa de trfego prximo aos acessos de entrada e sada da universidade. O referido posto de contagem pode ser visualizado na figura a seguir.

    Figura 3 Posto de contagem da pesquisa de CCV

    A pesquisa de Contagem Classificada Veicular (CCV) consiste, segundo o prprio nome, em pesquisa de contagem de veculos segregando-os por tipo, em que se contaram, separadamente, os veculos de passeio, motocicletas, nibus e caminhes, etc. Esta foi realizada entre as 07:00 s 19:00 do dia 15 de junho de 2016, respeitando-se a metodologia quanto diviso modal prescrita pelo Manual de Pavimentao do DNIT (Brasil, 2006).

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  • A imagem seguinte apresenta um modelo de formulrio de CCV utilizado pelo pesquisador.

    Figura 4 Modelo do formulrio utilizado na pesquisa de CCV

    5.1.1 Anlise dos dados de campo

    Na data da pesquisa somente o bloco Multiuso 01 estava em funcionamento. O trfego apresentou um comportamento tpico de Polos Geradores de Viagens (PGVs) escolares, com picos bem definidos em funo das entradas dos turnos acadmicos. Conforme apresentado na figura a seguir, as 7 horas apresentou o maior carregamento no perodo da manh. Observou-se tambm um pico no perodo das 11 s 13 horas em funo ao horrio de almoo. Salienta-se que at em ento o campus no dispe de um refeitrio, possuindo somente uma lanchonete. No pico da tarde a sada dos alunos se deram de forma mais diluda.

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  • Figura 5 Comportamento do trfego durante o dia

    Nas figuras a seguir so apresentados os dados referentes ao trfego de entrada e sada do campus, respectivamente, com a diviso modal.

    Figura 6 Trfego entrando no campus

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  • Figura 7 Trfego saindo do Campus

    Observou-se que o carregamento predominantemente de veculos particulares, correspondendo a 67% do trfego total. Em relao ao trfego de pesados h uma predominncia de nibus, que so utilizados para o trnsito de alunos e funcionrios. Este servio de transporte subdividido entre nibus da universidade (Inter Campi) e da Prefeitura Municipal de Monte Carmelo (nibus municipal). A Figura 8 apresenta a distribuio modal observada na pesquisa.

    Figura 8 Diviso modal do trfego existente

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  • Na tabela a seguir so apresentados os valores calculados para o maior carregamento.

    Tabela 1 Estimativa da demanda atual do campus Araras

    TIPO MODAL Contabilizado VECULOS LEVES 540 NIBUS 43 CAMINHES 2 MOTOS 219

    804

    5.2 Projeo do trfego futuro

    Para determinar o trfego futuro utilizou-se uma relao de rea til existente com a rea til a ser construda com a implantao do projeto de expanso do Campus. Atualmente neste local existe um bloco voltado para aulas e atividades administrativas com uma rea total de 2.424 m2. Para os prximos 10 anos est prevista a construo de mais 3 prdios semelhantes ao existente atualmente.

    Admitindo que a atrao de viagens cresa em uma projeo linear em funo da rea til, estima-se que no futuro o campus ir atrair o trfego dirio dos seguintes volumes, conforme ilustra a Tabela 2.

    Tabela 2 - Estimativa da demanda futuro do campus Araras

    TIPO MODAL Contabilizado

    (Atual) Futuro

    (10 anos) VECULOS LEVES 540 2160 NIBUS 43 172 CAMINHES 2 8 MOTOS 219 876

    804 3216

    5.3 Estimativa de trfego

    O nmero N equivalente de operaes do eixo padro de 8,2 t um parmetro que representa as solicitaes das cargas sobre o pavimento durante um determinado perodo de projeto. Este valor pode ser calculado pela expresso:

    Onde: VT = Volume total de veculos que utilizar a rodovia durante o perodo de projeto; FV = Fator de veculo. Representa o poder destrutivo que a frota de veculos causar sobre o pavimento;

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  • N = VT x FV x FP x FR

    FP = Fator de pista. Representa a rea (faixa de rolamento) a ser destruda pela frota comercial; FR = Fator climtico regional. Representa o efeito da umidade na vida til do pavimento

    Para o dimensionamento do pavimento considerou-se uma utilizao de 10 anos de utilizao. A partir dos dados de carregamento futuro calculou-se os parmetros Volume total (VT), Fator Eixo (FE), Fator Peso (FP) e Fator Climtico (FR). Os resultados so:

    Tabela 3 Clculo do nmero N

    Parmetro Sentido Acesso ao campus Sentido sada do campus

    Volume total 77.889 79.061

    Fator Eixo 2,0 2,0

    Fator Carga 0,5 0,5

    Fator Climtico 1 1

    Nmero N 7,79 x 104 7,91 x 104

    Portanto, para o dimensionamento ser admitido valor de 8 x 104 para nmero N, sem perda em termos de coeficientes de segurana e durabilidade do pavimento.

    5.4 Estudos geotcnicos

    5.4.1 Estudo do subleito Em conformidade com o relatrio de ensaios de caracterizao de solo do campus UFU de Monte Carmelo elaborado pelo Laboratrio de Geotecnia do Campus Santa, verificou-se que no local de implantao da via, o solo caracterizado predominantemente como argila silto-arenosa. O resumo das caractersticas deste solo est apresentado na tabela a seguir e nos anexos deste documento.

    Tabela 4 - Caracterizao do subsolo do corpo estradal

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  • Tal solo no oferece condies satisfatrias para um suporte adequado para o corpo estradal. Logo, ser dimensionado tambm um reforo do subleito de forma a reduzir as transmisses dos esforos ao solo.

    5.5 Dimensionamento do corpo estradal

    O dimensionamento do corpo estradal nada mais que realizar os clculos para as diferentes camadas que o mesmo ter para residir e amortecer os impactos provenientes do trfego.

    Conforme apresentado na figura a seguir, normalmente a estrutura de pavimentao composta por revestimento, base, sub-base e reforo do subleito, conforme ilustra a Figura 9.

    Figura 9 - Simbologia das camadas de pavimentao

    Usualmente, comum utilizar materiais granulares para a construo destas camadas, entretanto os mesmos deveram obedecer aos seguintes limites:

    Material para reforo do subleito: o Os que apresentam um IS ou CBR inferior a 20% e superior ao do subleito;

    Materiais para sub-base: o Os que apresentam um IS ou CBR superior a 20%. Costuma-se chamar esta

    camada de h20 em razo dos 20%; Materiais de base devem apresentar:

    o CBR >= 60% o Expanso

  • Tabela 5 - Valores de R em funo do nmero N

    5.5.2 Coeficiente de equivalncia estrutural Segundo Balbo (2007), o Coeficiente de equivalncia estrutural de um material um ndice que indica uma relao emprica entre o nmero estrutural (SN) e a espessura da prpria camada, sendo uma mdia da capacidade relativa do material para atuar como componente estrutural de dado pavimento, dissipando presses sobre as camadas inferiores.

    A AASHTO apresenta diversas formas de se obter o valor do coeficiente estrutural, em geral por meio de correlaes com outras propriedades mecnicas dos materiais (CBR, mdulo de resilincia, etc.).

    Esto apresentados na Tabela 6, os coeficientes estruturais dos materiais normalmente empregados como camada de pavimento.

    Tabela 6 - Coeficiente de equivalncia estrutural - k

    Considerando as informaes da tabela anterior, adotou-se os valores dos coeficientes para os materiais da base, sub-base e reforo do subleito com os valores de 1, 0,77 e 0,71, respectivamente. Em relao ao revestimento o coeficiente tem como valor 2, este correspondente aos materiais de concreto betuminoso.

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  • 5.5.3 Clculo das demais camadas Para o clculo das espessuras das demais camadas so adotados os smbolos mostrados na tabela a seguir.

    Tabela 7 - Smbolo das camadas

    A relao ao material padro, de k=1, as equivalncias das camadas so:

    Para determinar as variveis B, h20 e hn montou-se ento o sistema de inequaes:

    Onde: R Espessura do revestimento (cm) KR coeficiente de equivalncia estrutural do revestimento B Espessura da base (cm) KB coeficiente de equivalncia estrutural da base SB espessura da sub-base (cm) KSB coeficiente de equivalncia estrutural da sub-base REF espessura do reforo (cm) KREF coeficiente de equivalncia estrutural do reforo H20 espessura de material granular padro necessria proteo da sub-base Hn espessura de material granular padro necessria proteo do reforo Hm espessura de material granular padro necessria proteo do subleito

    Os valores de 19, 28 e 38 que representam as incgnitas H20, Hn e Hm, respectivamente, foram obtidos do baco para dimensionamento conforme a figura a seguir.

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  • Figura 10 baco de dimensionamento

    Aplicando estes valores nas inequaes apresentadas anteriormente, chegou-se s seguintes espessuras das camadas:

    Tabela 8 Espessura das camadas

    Espessura do revestimento (R) = 3 Cm Espessura da Base (B) = 15 Cm

    Espessura da Sub-base (h20) = 20 Cm Espessura do corpo estradal 38 Cm

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  • 5.6 Materiais recomendados

    Para a elaborao da pavimentao sugere-se a adoo dos mesmos materiais recomendados no Caderno de Encargos, Volume 2 elaborado pela Superintendncia de Desenvolvimento da Capital de Belo Horizonte (SUDECAP, 2008). Estas especificaes esto em conformidade s recomendaes dos rgos federais como DNIT e DENATRAN.

    5.6.1 Reforo do subleito O material a ser empregado dever ser proveniente de emprstimos, possuindo caractersticas superiores s dos materiais do subleito. Preferencialmente, sero empregados solos residuais (argila, saibros, etc.).

    O ndice de suporte Califrnia mnimo, determinado segundo mtodo do DNER-ME 049-94, dever ser superior ao valor do ndice de Suporte Califrnia do subleito. A expanso mxima dever ser de 1%.

    O dimetro mximo admissvel dos gros no dever ultrapassar 2 (5 cm), ou seja, metade da espessura da camada quando ela for de 10 cm. No caso de espessuras maiores, o dimetro mximo dos gros no dever ultrapassar 3 (7,6 cm).

    O grau de compactao dever ser, no mnimo 100% em relao massa especfica aparente seca mxima obtida no ensaio DNER-ME 47-64 (Proctor Normal) e o teor de umidade dever ser a umidade tima do ensaio citado 2%.

    5.6.2 Sub-base Os materiais a serem empregados devem apresentar ndice de suporte Califrnia igual ou superior a 20% e expanso mxima de 1%, determinados segundo o mtodo DNER-ME 49-64 e com a energia de compactao correspondente ao mtodo do DNER-ME 48-64 (Proctor Intermedirio) ou correspondente ao ensaio T-180-57 da AASHTO (Proctor Modificado).

    O agregado retido na peneira n10 deve ser constitudo de partculas duras e durveis, isentas de fragmentos moles, alongados ou achatados, isento de matria vegetal ou outras substncias prejudiciais.

    O dimetro mximo dos elementos da sub-base dever ser, no mximo, igual a 5 cm (2), devendo-se reduzir este dimetro, sempre que possvel.

    Recomenda-se a utilizao de Brita Bica Corrida para a construo da sub-base. Entende-se por brita de bica corrida, o produto total de britagem do primrio ou secundrio, o qual no objeto de peneiramento. Para os fins da presente especificao, no se exige que o material esteja isento de contaminao por solos residuais, sendo at mesmo desejvel que haja fraes argilosas presentes, de modo a proporcionar-lhe certa plasticidade (IP da ordem de 4%).

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  • 5.6.3 Base Base a camada destinada a resistir aos esforos verticais oriundos do trfego e distribu-los, e consiste na utilizao de canga ferruginosa, minrio de ferro, escria siderrgica, sozinhas, ou misturadas a solos finos residuais, brita de bica corrida, estas ltimas executadas exclusivamente sem mistura, que oferecem, aps umedecimento e compactao, boas condies de estabilidade.

    Para bases realizadas com misturas, sugere-se as seguintes porcentagens:

    50% de solo local e 50% de canga de minrio de ferro; 50% de solo local e 50% de escria; 40% de solo local e 60% de canga de minrio de ferro; 40% de solo local e 60% de escria.

    As bases assim constitudas se aplicam a vias locais ou coletoras com reduzido volume e peso de trfego. Poder ser utilizada os seguintes requisitos:

    Possuir composio granulomtrica enquadrada em uma das faixas do seguinte quadro abaixo:

    Tabela 9 Faixas de composio granulomtrica

    Com um material muito sensvel segregao, dever ser escolhida a faixa B ou a faixa C, em vez da faixa A, a mais favorvel segregao;

    A frao que passa na peneira n 40 dever apresentar limite de liquidez inferior ou igual a 25% e ndice de plasticidade inferior ou igual a 6%; quando estes limites forem ultrapassados; o equivalente de areia dever ser maior do que 30%;

    A porcentagem do material que passa na peneira n 200 no deve ultrapassar 2/3 da porcentagem que passa na peneira n 40;

    O ndice de suporte Califrnia no dever ser inferior a 60% e a expanso mxima ser de 0,5%, determinados segundo o mtodo DNER-ME 049-94 e com a energia de compactao correspondente ao mtodo DNER-ME 48-64 (Proctor Intermedirio) ou correspondente ao ensaio T-180-57 da AASHTO (Proctor Modificado), conforme indicao

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  • de projeto. Para as vias em que o trfego previsto para o perodo de projeto ultrapassar o valor N = 5 x 106, o ndice de suporte Califrnia do material da camada de base no dever ser inferior a 80%;

    O agregado retido na peneira n 10 deve ser constitudo de partculas duras e durveis, isentas de fragmentos moles, alongados ou achatados, de matria vegetal ou outras substncias prejudiciais. Quando o agregado for submetido ao ensaio de abraso Los Angeles no dever apresentar desgaste superior a 55%;

    A escria a ser utilizada dever ser proveniente de alto-forno, estar isenta de refratrio, devendo estar assegurada sua estabilidade em contato com gua. Dessa forma, exige-se que a escria de alto-forno a ser empregada se sujeite ao depsito a cu aberto, pelo perodo mnimo de 2 anos, aps sua formao.

    Entende-se por brita de bica corrida, o produto total de britagem do primrio ou secundrio, o qual no objeto de peneiramento. Para os fins da presente especificao, no se exige que o material esteja isento de contaminao por solos residuais, sendo at mesmo desejvel que haja fraes argilosas presentes, de modo a proporcionar-lhe certa plasticidade (IP da ordem de 4%).

    O ndice de Suporte Califrnia (ISC) dever obedecer aos seguintes valores, relacionados ao nmero N de operaes do eixo padro de 8,2 t, para o perodo de projeto:

    Os valores mnimos do ISC devem ser verificados dentro de uma faixa de variao de umidade, a qual ser fixada pelo projeto e pelas especificaes particulares.

    5.6.4 Imprimao A imprimao consiste na aplicao de uma camada de material asfltico, com ligante de baixa viscosidade, sobre a superfcie de uma base concluda, antes da execuo de um revestimento betuminoso qualquer, objetivando o aumento da coeso na superfcie da base, atravs da penetrao do material asfltico, promovendo condies de aderncia entre a base e o revestimento.

    Todos os materiais devem satisfazer s especificaes em vigor e aprovadas pelo DNIT. Podem ser empregados asfaltos diludos (tipo CM-30 e CM-70), escolhidos em funo da textura do material de base.

    5.6.5 Revestimento Para o revestimento recomenda-se a utilizao do CBUQ. O Concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) o revestimento flexvel resultante da mistura a quente, em usina apropriada, de

    20

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  • agregado mineral graduado, material de enchimento (filler) e material betuminoso, espalhado e comprimido a quente sobre a superfcie imprimada e/ou pintada.

    A camada de revestimento dever ser executada em camada nica conforme especificado no projeto, com os agregados graduados na faixa C, conforme indicado na especificao do DNIT. O ligante betuminoso dever ser o CAP- 50/70.

    Os servios devero ser executados de acordo com a especificao do DNIT031_2006_ES CBUQ.

    6 Bibliografia

    Balbo, J. T. (2007). Pavimentao Asfltica, materiais, projeto e restaurao. Oficina de Textos.

    BNDS, B. N. (25 de 11 de 2015). www.bndes.gov.br. Fonte: BNDS-Infraestrutura: http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Areas_de_Atuacao/Infraestrutura/

    Brasil, D. N. (2006). Manual de pavimentao 3 Ed. Rio de Janeiro.

    Cardoso, I. C., Gomes, M., Maia, R., & Frana, B. (2013). Renovao urbana, mercantilizao da cidade e desigualdades socioespaciais. Mauad Editora Ltda.

    DENATRAN, D. N. (2014). Dados sobre frota vecular. Braslia.

    DNIT, D. N.-E. (2006). Manual de estudos de trfego. Rio de Janeiro.

    SUDECAP, S. d. (2008). Carderno de Encargos (Vol. 2). Belo Horizonte.

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  • 7 Anexo 1 Projeto de pavimentao

    ANEXO I Projeto de pavimentao

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  • BIC

    IC

    LE

    T

    RIO

    R

    A

    M

    P

    A

    S

    O

    B

    E

    PORTARIA 1VECULOS/PEDESTRES/CICLISTAS

    PORTARIA 2PEDESTRES/CICLISTAS

    ESTAC

    IONAM

    ENTO

    ESTAC

    IONAM

    ENTO

    PROV

    ISRIO

    ATUA

    L

    ESTAC

    IONAM

    ENTO

    BLOCO

    1AMC

    EXIST

    ENTE

    BLOCO

    1BMC

    EM CO

    NSTR

    UO

    BLOCOEM PROJETO

    BLOCO

    1CMC

    EM PR

    OJETO

    RAMP

    A

    EXIST

    ENTE

    B

    I

    C

    I

    C

    L

    E

    T

    R

    I

    O

    R

    A

    M

    P

    A

    S

    O

    B

    E

    R

    A

    M

    P

    A

    S

    O

    B

    E

    9

    0

    5

    rea a ser pavimentada

    Perfil transversal do corpo estradal projetado

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    ______________________________________________

    DATA

    ESCALA: TIPO PROJETO: Formato:

    NOME DO ARQUIVO REFERENCIA:

    CENTRO DE CUSTO:

    PROJETISTA: RT DO PROJETO:

    EMPRESA:

    DADOS DO CLIENTE:

    0 Concepo do projeto

    FOLHA:

    ENG. FARNEY AURELIO ALCANTARA - CREA 142108/D

    ARQ. CLARISSA PONTES MELO - A 77333-6

    22-Projeto de pavimentao-R03FA-160720.dwg

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    Belo Horizonte - Minas Gerais

    CNPJ: 22.076.385/0001-03

    ______________________________________________

    DATA

    ESCALA: TIPO PROJETO: Formato:

    NOME DO ARQUIVO REFERENCIA:

    CENTRO DE CUSTO:

    PROJETISTA: RT DO PROJETO:

    EMPRESA:

    DADOS DO CLIENTE:

    0 Concepo do projeto

    / 01

    FOLHA:

    A2

    01 / 07 / 2016

    ENG. FARNEY AURELIO ALCANTARA - CREA 142108/D

    ARQ. CLARISSA PONTES MELO - A 77333-6

    22-Projeto de pavimentao-R03FA-160720.dwg

    01

    ENG. FARNEY AURELIO ALCANTARA - CREA 142108/D

    PavimentaoIndicada

    CC022

    Projeto de pavimentao do acesso provisrio do Campus Araras da UFU

    Projeto executivo de pavimentao

    Uberlndia / MG

    Av. Joo Naves de vila, 2.121 - Bloco 1 J - Bairro Santa Mnica

    25.648.387-0001/18

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLNDIA

    REA A SER PAVIMENTADA

    1 - Para o dimensionamento do pavimento em questo adotou-se o Mtodo de Projeto de Pavimentos

    Flexveis de autoria do Engenheiro Murillo Lopes de Souza, esta metodologia est em conformidade

    com o Manual de Pavimentao do DNIT (Brasil, 2006).

    2 - Para esta pavimentao optou-se por utilizar materiais granulares para a construo das camadas,

    os mesmos deveram obedecer aos seguintes limites:

    Material para reforo do subleito: Os que apresentam um IS ou CBR inferior a 20% e superior ao dosubleito;

    Materiais para sub-base: Os que apresentam um IS ou CBR superior a 20%.

    Materiais de base devem apresentar:

    o CBR >= 60%

    o Expanso 80%%%AutoCAD SHX TextESPECIFICAO - DNIT ES 031/2006AutoCAD SHX TextESPESSURA = 3,0 cmAutoCAD SHX TextREGULARIZAO DO SUBLEITO AutoCAD SHX TextISCproj>2%%%AutoCAD SHX TextESPECIFICAO - DNIT ES 137/2010AutoCAD SHX TextREVESTIMENTO EM CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE - CBUQ - FAIXA "C"

  • 8 Anexo 2 Relatrio da caracterizao solo do subleito

    ANEXO II Relatrio da caracterizao solo do subleito

    23

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  • SERVIO PBLICO FEDERAL MINISTRIO DA EDUCAO

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLNDIA CONSELHO DA FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL

    ENSAIOS DE CARACTERIZAO DA AMOSTRA DE SOLO COLETADA NO

    CAMPUS UFU DE MONTE CARMELO

    Laboratrio de Geotecnia Campus Santa Mnica UFU

    Coordenadora: Profa. Giovana Bizo Georgetti

    Tcnicos responsveis: Tlio da Silva Florena Tavares

    Amanda Oliveira Mathias

    RESUMO DOS RESULTADOS OBTIDOS

    Anlise granulomtrica

    Frao %

    Areia grossa 2

    Areia mdia 7

    Areia fina 9

    Silte 20

    Argila 62

  • SERVIO PBLICO FEDERAL MINISTRIO DA EDUCAO

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLNDIA CONSELHO DA FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL

    Massa especfica dos gros 2,40 g/cm

    Limite de liquidez 60%

    Limite de plasticidade 38%

    ndice de plasticidade 22%

    Massa especfica seca mxima 1,46 g/cm

    Umidade tima 26,6%

    CBR 7,0%

    Expanso 0,2%

    1 Apresentao2 Dados do Contratante e Responsvel Tcnico2.1 Dados da empresa contratada:2.2 Equipe tcnica:2.3 Dados do contratante:3 Introduo4 Metodologia5 Memria de clculo5.1 Pesquisa do trfego atual5.1.1 Anlise dos dados de campo5.2 Projeo do trfego futuro5.3 Estimativa de trfego5.4 Estudos geotcnicos5.4.1 Estudo do subleito5.5 Dimensionamento do corpo estradal5.5.1 Espessura do revestimento5.5.2 Coeficiente de equivalncia estrutural5.5.3 Clculo das demais camadas5.6 Materiais recomendados5.6.1 Reforo do subleito5.6.2 Sub-base5.6.3 Base5.6.4 Imprimao5.6.5 Revestimento6 Bibliografia7 Anexo 1 Projeto de pavimentao8 Anexo 2 Relatrio da caracterizao solo do subleito22-Projeto de pavimentao-R03FA-160720-Layout1.pdfSheets and ViewsLayout1