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  • ECONOMIA SOLIDRIA: ESTRATGIA DE DESENVOLVIMENTO SOLIDRIO E SUSTENTVEL SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDRIA - SENAES
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  • A QUESTO DO DESENVOLVIMENTO SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDRIA - SENAES
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  • Desenvolvimento Ao Cultural. Dinmica Transformadora. Construo Societria. Satisfao de Necessidades e Melhoria das Condies de Vida. Se o desenvolvimento funda-se na realizao das capacidades humanas, natural que se empreste a esta idia um sentido positivo. As sociedades so desenvolvidas na medida em que nelas mais cabalmente o homem logra satisfazer suas necessidades e renovar suas aspiraes (Celso Furtado, 1980)
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  • Qual desenvolvimento? Concepo reducionista: progresso material - crescimento econmico Produo de riquezas Progresso tcnico-cientfico Consumo de bens Contradies: Desigualdades sociais e territoriais Destruio da vida, da natureza
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  • Vi ontem um bicho Na imundcie do ptio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, No examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho no era um co, No era um gato, No era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem. Manuel Bandeira
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  • Insustentabilidade O estilo de vida criado pelo capitalismo industrial sempre ser o privilgio de uma minoria. O custo em termos de depredao do mundo fsico, desse estilo de vida de tal forma elevado que toda tentativa de generaliz-lo levaria inexoravelmente ao colapso de toda uma civilizao, pondo em risco a sobrevivncia da espcie humana (O Mito do Crescimento Econmico - Celso Furtado, 1974)
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  • Sustentabilidade Transformao das relaes entre ser humano e natureza: reconhecimento da unidade da vida na terra Equilbrio entre as dimenses do desenvolvimento: ambiental, social, cultural, poltica e econmica. Solidariedade Incluso de todas as pessoas nos benefcios do desenvolvimento. Novas relaes de poder: orientao tica de servio para a coletividade. Articulao de esforos para superao das formas de destruio da vida.
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  • A ECONOMIA SOLIDRIA COMO ESTRATGIA DE DESENVOLVIMENTO SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDRIA - SENAES
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  • O conjunto de atividades econmicas de produo, distribuio, consumo, poupana e crdito organizadas e realizadas solidariamente de forma coletiva e autogestionria. Compreende uma diversidade de prticas econmicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associaes, empresas autogestionrias, redes de cooperao, complexos cooperativos, entre outros. Economia Solidria:
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  • A Expanso da Economia Solidria no Brasil 21.859 EES EM 52% DOS MUNICPIOS BRASILEIRO 1.687.496 Participantes 21.859 EES EM 52% DOS MUNICPIOS BRASILEIRO 1.687.496 Participantes
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  • Uma Trajetria Recente Alternativa de trabalho emancipado, de melhoria de renda e de incluso social Atividades econmicas associativas como alternativas ao empreendedorismo individual Projetos alternativos comunitrios Recuperao de empresas por trabalhadores Valorizao de redes solidrias de produo, comercializao e consumo Associativismo e cooperativismo na organizao da agricultura familiar Polticas pblicas de economia solidria Fruns e redes de economia solidria
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  • COCRAB MST Economia Solidria no Brasil Instncias de Polticas Pblicas de ES Governo Federal Frum Brasileiro de ES Igrejas e Pastorais Sociais ONGs, Oscips Incubadoras Universitrias de ES Governos Municipais e Estaduais Organizaes de Finanas Solidrias Empresas Recuperadas Cooperativismo popular Associaes, Clubes de Trocas, Grupos Redes de Empreendimentos Ligas ou Unies de EES UNISOL UNICAFES ANTEAG Frentes Parlamentares Fruns, Redes e Frentes Rede de Gestores Pblicos Entidades de Apoio e Fomento Movimento Sindical Empreendimentos Econmicos Solidrios - EES ANCOSOL Redes de ES Fruns Estaduais Conselhos de Economia Solidria SENAES Setoriais de Economia Solidria
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  • PRODUTOS AGRUPADOS POR TIPO DE ATIVIDADE ECONMICA % EES AGROPECURIA, EXTRATIVISMO E PESCA 41% ALIMENTOS E BEBIDAS 17% ARTEFATOS ARTESANAIS 17% TXTIL E CONFECES 10% SERVIOS (DIVERSOS) 7% ATIVIDADES INDUSTRIAIS (DIVERSAS) 2% COLETA E RECICLAGEM DE MATERIAIS 2% FITOTERPICOS, LIMPEZA E HIGIENE 2% CRDITO E FINANAS SOLIDRIAS 1% OUTROS (PRODUO E SERVIOS) 1% TOTAL 100%
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  • FATURAMENTO MDIO MENSAL DOS EES FATURAMENTO MENSALEES%TOTALMDIA At R$ 1.000,362824,0R$ 1.888.535,R$ 520, R$ 1.001, a 5.000,541235,5R$ 13.489.199,R$ 2.492, R$ 10.001, a 50.000,278918,5R$ 61.387.900,R$ 22.010, R$ 5.001, a 10.000,203113,5R$ 14.551.018,R$ 7.164, R$ 50.001, a 100.000,5223,5R$ 36.722.203,R$ 70.349, Mais de R$ 100.000,7235,0R$ 524.990.592,R$ 726.128, TOTAL13.588100R$ 653.029.449,R$ 43.232, Obs. 1: 6.479 EES (30%) informaram faturamento mensal igual a R$ 0,00 e 275 EES no responderam. Obs. 2: 8,5% dos EES geram 86% do Faturamento Mensal da Economia Solidria RESULTADO DA ATIVIDADE ECONMICA DOS EES - LTIMO ANO SupervitEquilbrioDficitSem Resposta 38%34%15%13%
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  • REMUNERAO MDIA MENSAL DE SCIOS/AS QUE TRABALHAM NO EES 1 FAIXA DE REMUNERAOEES % MDIA (R$) At SM 3 4492,14 + de a 1 SM31290,94 + de 1 a 2 SM16533,05 + de 2 a 5 SM71.130,47 + de 5 SM23.484,80 TOTAL100% 2 353,52 Obs. 1: 59% dos EES indicaram que remuneram os scios/as que trabalham ou atuam no empreendimento. Obs. 3: Apenas 0% do total de EES indicou o valor mdio da remunerao mensal. Com isso, 100% = 10.872 EES. Obs. 3: Foi considerado o valor do SM de 2007 (R$ 380,00)
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  • AUTOGESTO CARACTERSTICAS DOS EES % Participao nas decises cotidianas do EES66 Periodicidade de assemblia mensal62 Prestao de contas em assemblia geral61 Eleio direta dos dirigentes60 Facilidade de acesso a registros e informaes60 Coletivo de scios/as definem destino das sobras e uso de fundos 49 Plano de trabalho definido em Assemblia42
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  • UMA ECONOMIA QUE RESPEITA A NATUREZA 7.121 EES reaproveitam os resduos que gera na atividade produtiva
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  • COMPROMISSO POLTICO
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  • DESAFIOS
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  • PRINCIPAIS DIFICULDADES NA COMERCIALIZAO % Falta de capital de giro33 Logstica: estradas, armazns etc.27 No consegue quantidade de clientes23 Manter o fornecimento regular18 Preo do produto inadequado (baixo)15 Falta registro legal para comercializao14 No consegue realizar vendas a prazo14 Obs. 1: Mltiplas Respostas. Citadas apenas as principais. Obs. 2: 9126 EES (61%) enfrentam dificuldades na comercializao dos produtos e servios
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  • ACESSO AO CRDITO NOS LTIMOS 12 MESES Teve acessoNo buscou crditoNo teve acesso 16%32%52% DIFICULDADES DE ACESSO AO CRDITO% Falta apoio tcnico - projetos e planos de negcio36 No atende as condies de garantias exigidas31 Condies do crdito so incompatveis31 Falta a documentao exigida29 Obs. 1: Mltiplas respostas. Citadas apenas as principais. Obs. 2: 9508 EES (47% do total) enfrentaram dificuldades no acesso ao crdito. Obs. 2: Apenas 6% dos EES que tiveram acesso a crdito esto com atrasos nos pagamentos. FONTE DOS RECURSOS INICIAIS DO EES Prprios SciosDoaesCrditoOutras 60%21%12%7%
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  • POLTICAS PBLICAS DE ECONOMIA SOLIDRIA SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDRIA - SENAES
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  • 1. parte da construo de um Estado Republicano e Democrtico que reconhece a existncia de sujeitos sociais historicamente organizados, porm excludos; 2.Um direito de cidadania, de acesso a novas formas de produo, reproduo e distribuio social; 3.Possibilita o acesso a bens e recursos pblicos para o desenvolvimento da Economia Solidria, tal qual permite a outros segmentos sociais. 4.Uma poltica de desenvolvimento sustentvel, com participao democrtica comunitria e popular; 5.No relegada s polticas de corte assistencial ou compensatrio, e sim, integrada a estas, como alavanca emancipatria. CONCEPO DE POLTICA PBLICA DE ECONOMIA SOLIDRIA (Anais da I a CONAES)
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  • Prioridades da Economia Solidria Comercializao Fomento e Assistncia tecnolgica Finanas Solidrias Redes de Economia Solidria Formao e Conhecimento Reconhecimento Jurdico e institucional SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDRIA - SENAES
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  • Incubao de empreendimentos econmicos solidrios - EES; Fomento constituio de EES como estratgia emancipatria integrada aos demais programas sociais; Desenvolvimento e disseminao de tecnologias sociais apropriadas economia solidria; Assistncia tcnica e organizativa para o desenvolvimento local e economia solidria; Bases de servios de apoio e assessoria tecnolgica e organizativa para os EES em processo de constituio e consolidao. FOMENTO, INCUBAO E APOIO TECNOLGICO
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  • Mecanismos de insero no mercado interno e de acesso e proteo no mercado externo; Acesso s compras governamentais de produtos e servios da ES; Implantao e multiplicao de espaos de comercializao: feiras, centrais de comercializao, lojas e mercados solidrios; Apoio a Bases de Servio e aos Sistemas Territoriais de Comercializao da ES. APOIO AOS PROCESSOS DE COMERCIALIZAO
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  • Reconhecimento legal, facilitando o registro e com regime tributrio adequado; Mecanismos de participao e controle social (conselhos, conferncias, etc.); Implantao de planos, programas, projetos e aes governamentais de ES; Reconhecimento da transversalidade da ES nas polticas de desenvolvimento; Fortalecimento da

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