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maio/2011 nº 018 APOSENTADOS emRevista TOMA POSSE NOVA DIRETORIA

Author: mina-do-design

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Publicação da Associação dos Aposentados de Jundiaí e Região. Projeto gráfico e diagramação: Mina do Design

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  • maio/2011 n 018

    APOSENTADOSemRevista

    RUMO A MAIS CONQUISTAS

    Toma posse nova direToria

  • Ms de aniversrio

    NDICE

    2 maio/2011

    Alimentao saudvel e equilibrada podem evitar vrias doenas. Veja na pgina 14

    APOSENTADOS em Revista uma publicao da Associao dos Aposentados e Pensionistas de Jundia e Regio - (11) 4586 1129

    Presidente: Edegar de Assis

    Diretor responsvel pela edio: Marcos Tebom

    Colaborao de textos e contedo: F Juncal

    Edio: Edo Luiz Cerri

    Projeto grfico, diagramao e capa: Mina do Design - (19) 9797.0195

    Contato/Revista: [email protected]

    Institucional: [email protected]

    Impresso: Bangraf (11) 2940-6400

    Tiragem: 10 mil exemplares

    Distribuio gratuita aos associados e associadas da AAPJR

    Proibida a reproduo total ou parcial desta edio sem prvia autorizao da Associao dos Aposentados e Pensio-nistas de Jundia.

    EXPEDIENTE

    emRevistaAPOSENTADOS

    Nova diretoria

    Pginas 3 e 4

    Pginas 10 a 13

    Desaposentao no STF......................................................... 07Participe do Concurso de Poesia....................................... 8 e 9Alimentao equilibrada................................................ 14 a 16Baile julino............................................................................ 17Autorize o desconto em folha................................................ 18Farmcia Popular................................................................... 19Tabela de pagamento............................................................. 19Aposentados tero desconto menor do IR no benefcio......... 19

    VEJA AINDA

  • EDITORIAL

    maio/2011

    Unio e ativa participao dos associados so fundamentais para uma associao cada vez mais forte!

    Em maio, a Associao dos Aposentados e Pensionis-tas de Jundia e Regio (AAPJR) completa 32 anos de existncia. E, coincidentemente, neste ms de aniversrio, toma posse a nova diretoria legitimada atravs de eleio em abril/2011.

    A responsabilidade conce-dida a essa nova diretoria para administrar esse patrimnio, representar nossos associados e seus planos de lutas para o restabelecimento dos direitos dos aposentados e pensionistas um compromisso permanente.

    Temos conseguido xitos importantes ao longo desses anos como, por exemplo, na ma-nuteno do nosso patrimnio, um dos itens fundamentais para a formao da identidade da As-sociao e uma referncia para o nosso corpo associativo.

    Agora, estamos trabalhando com o objetivo de criar novas

    alternativas para os associados que frequentam a nossa sede. A estrutura de funcionamento da Farmcia dos Aposentados, que permitiu a nossos associados adquirir medicamentos a custos justos, um exemplo. Em maio conclui-se a implantao do sistema Farmcia Popular e o programa Aqui Tem Farmcia Popular. Para isso, in-clusive, est projetada uma importan-te modificao no prdio da farmcia para a sua ampliao.

    Enquanto isto, todas as demais se-cretarias da Associao funcionam de acordo com que estabelece o estatuto social vigente, dentro da ordem e tica que sempre permeou a nossa entidade.

    Nosso objetivo atender cada vez mais os anseios de nossos associa-dos e temos certeza de que vamos buscar a excelncia no atendimento, na gesto dos bens e de patrimnio da AAPJR.

    Entretanto, para que os obstculos sejam superados, precisamos continu-ar unidos e coesos em torno da luta

    Edegar de Assis, presidente da AAPJR

    3

    dos aposentados e pensionistas.Encaramos e apoiamos mu-

    danas polticas importantes em nosso pas. Estamos vivendo numa dcada em que a Unio ser um dos elos mais fortes entre ns, para conquistarmos uma vida digna e saudvel para ns trabalhadores aposentados e principalmente para o futuro de nossos filhos e netos.

    No lutamos somente para ns trabalhadores aposentados! Luta-mos para todos e todas!

    Encerro aqui agradecendo mais uma vez a confiana de nossos associados e associadas.

    Agradeo aos companheiros que compe a diretoria, os volunt-rios, funcionrios e colaboradores desta Associao, que acreditam neste projeto que completa agora 32 anos de vida e sucessos.

    Orgulho e respeito so os sen-timentos que temos aos impres-cindveis fundadores e lutadores que idealizaram essa entidade, que temos hoje a responsabilidade de comandar.

    Que Deus abenoe a ns tra-balhadores aposentados e vamos acreditar que o amanh ser melhor.

    Edegar de AssisPresidente da AAPJR

    emRevistaAPOSENTADOS

    AAPJR faz 32 anose tem novos planos

  • NOSSA HISTRIA

    4 maio/2011

    emRevistaAPOSENTADOS

    13 de maio de 1979 Nasce a Associao dos AposentadosDia 13, posse da nova diretoria e o Parabns a Voc

    Em Jundia, em 1962, foi criada a Associa-o dos Trabalhadores Aposentados, que com o golpe de 1964 desapareceu devido s presses e inter-venes nos sindicatos e as-sociaes de trabalhadores.

    Posteriormente, fundou--se na cidade de So Paulo a Unio de Aposentados e Pensionistas do Brasil (UAPB), que criou em 1976 um de seus ncleos em Jun-dia. Entretanto, com o fale-cimento de seu presidente, ao final de 1978, o ncleo tambm desapareceu.

    Era Dia das Mes

    Alguns ex-integrantes do antigo ncleo convoca-ram uma assembleia no dia 13 de maio de 1979 (dia das mes), na sede do Sindica-to da Fiao e Tecelagem. Nela, foi fundada a AAPJR.

    Mobilizaes

    Na histria, participa-mos ativamente na de-fesa dos interesses dos aposentados para garantir conquistas na Constituio Federal de 1988.

    Com a participao de dezenas e centenas de associados, com viagens a Braslia, passeatas, atos pblicos e toda forma de manifestao conquistamos o reajuste salarial de 147%. Participamos tambm da criao da Confederao Brasileira de Aposentados e Pensionistas (COBAP), que por sua vez criou a Fe-derao Estadual de Apo-sentados e Pensionistas.

    Construo da nova sede

    Bolo, o parabns ea posse da diretoriaEm 13 de Maio haver uma solenidade na sede social, na qual haver a apresentao formal da nova diretoria eleita, e que tem mandato at maio de 2015. Os novos diretores recebero um certificado de compromissos para com os aposentados e pensionistas durante seu mandato.

    Na programao, que ter incio s 17 horas, ser apresentada uma exposi-o de fotos das atividades da associao, separadas por dcadas. Tambm no faltaro nesta pequena re-cepo o canto do Parabns a Voc e um bolinho simb-lico comemorativo dos 32 anos de nossa Associao dos Aposentados.

    A const ruo da nova sede social (foto) simbolizou uma grande conquista para todos os associados que ao longo dos anos trabalharam dia a dia para que fosse pos-svel a realizao deste sonho. Ela se tornou re-alidade na manh do dia 19 de maro de 2005. A construo da nova sede foi paga a vista, com re-cursos prprios.

    A sede conta com um amplo salo de eventos

    disposio dos associados para a realizao de inme-ras atividades.

    Nela, a associao de-senvolve programas sobre

    qualidade de vida, de lazer, culturais, ativida-des fsicas, de sade e polticas etc, alm de as-sembleias da categoria.

  • emRevistaAPOSENTADOS

    A Reforma Tributria exigecuidados com a Seguridade

    PREVIDNCIA SOCIAL

    Medida do governo Federal elimina quase todas fontes de financiamento

    A AAPJR defende que seja preser-vado o Oramento da Seguridade Social, mesmo com a mudana no sistema tributrio.

    A nossa entidade acompanha as contas da Previdncia atravs de relatrios id-neos da ANFIP Associao Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, que recentemente divulgou dados que asseguram que as contas da Previdncia so superavitrias, ao contr-rio do suposto dficit alegado por alguns economistas e a grande mdia.

    A Seguridade tem carter universal,

    e ns da AAPJR defendemos ainda que qualquer Reforma Tributria que ocorra, para ser justa, tem de ter dois pilares: o da simplificao e o da distribuio.

    Financiamento

    A proposta de emenda a PEC 233 - reforma tributria defendida pelo gover-no no modifica a estrutura tributria, mas a simplifica, o que positivo. No entanto, observa-se que essa reforma elimina quase todas as fontes exclusivas de financiamento da Seguridade So-cial, sem que seja proposta uma contra partida. isso o que preocupa a nossa Associao dos Aposentados.

    Esperamos que nossos parlamentares federais e a presidente Dilma Rousseff tenham cautela com as discusses e supostas propostas para a reforma tri-butria.

    Bom desempenho

    O bom desempenho das receitas de contribuies sociais decorreu da melhoria significativa dos principais indicadores econmicos em 2010. O crescimento dos salrios e a formalizao permanente de empregos. Os 15 mi-lhes de carteiras assinadas nos ltimos oito anos tambm responsvel pelo SUPERVIT da Seguridade Social, que em 2010 teve resultado final, aps o pagamentos de todos os benefcios e inclusive o saque da DRU, de R$ 60 bilhes.

    Tem que haver debates, temos que restabelecer o conselho nacional da seguri-dade social para que possamos acompanhar a utilizao dos recursos.

    Nononono nonononono onononoono nn

    maio/2011 5

  • ANNCIOS

    6 maio/2011

    emRevistaAPOSENTADOS

  • JURDICO

    O que desaposentaoAssociao recomenda cautela

    Um processo recente no Brasil e que co-mea a proliferar nas varas previdencirias a desaposentao ato de renunciar atual aposenta-doria para obter um novo benefcio em condies mais favorveis, levando em considerao a situao atual como idade e recolhi-mentos feitos Previdncia aps ter se aposentado.

    A alternativa est sen-do buscadas por pesso-as que se aposentaram e continuou trabalhando ou trabalhou por algum tempo j estando aposentado e, com as contribuies feitas depois, passou a ter condi-es de obter um benefcio melhor.

    O que ?

    o ato de renunciar a atual aposentadoria para que passe a receber um novo benefcio que leva em considerao a situao atual, como idade e recolhi-mentos feitos Previdncia aps ter se aposentado.

    Como pode ser pedida?

    No est prevista em lei e portanto no basta pedir reviso administrativa ao Instituto Nacional do Segu-ro Social (INSS). Atualmen-te, a desaposentao para um novo benefcio s pode ser pedida pela via judicial.

    O que diz o governo?

    Considera que a apo-sentadoria um ato jur-dico irreversvel e irrenun-civel.

    O que pedem as aes?

    Que os aposentados no Regime Geral da Previdn-cia que comearam a traba-lhar no servio pblico aps a aposentadoria pudessem abrir mo do benefcio e contar o tempo de servio antigo para se aposentar no regime prprio com uma condio mais vantajosa.

    De modo geral, quempede a desaposentao?

    Geralmente o segurado que se aposentou mais jovem com o benefcio pro-porcional. Com as contri-buies feitas depois, esse beneficirio passou a ter condies de obter um be-nefcio melhor.

    Por cresceram aesaps o fator previdencirio?

    A adoo do fator previ-dencirio, em 1999, reduziu os benefcios de quem se aposenta s por tempo de contribuio, sem atingir a idade mnima de 65 anos para homens e 60 para mulheres. Muitos continu-aram a trabalhar mesmo depois da aposentadoria e, dessa forma, mantiveram

    as contribuies ao INSS. Ao atingirem a idade m-nima, alguns beneficirios refizeram os clculos e per-ceberam que os benefcios podiam ser bem maiores.

    Como a Justia tem se posicionado?

    Segundo advogados e especialistas, a maioria dos juzes de primeira e segun-da instncia tem rejeitado o pedido de desaposentao. Alguns magistrados, porm, aceitam a desaposentao, com a condio de que os aposentados devolvam todo o dinheiro recebido da Previdncia, para ter direito a um novo benefcio. No entanto, um processo que chegou ao Superior Tribunal de Justia (STJ) considerou vlida a desaposentao e rejeitou a necessidade da devoluo dos valores. Nenhum processo sobre

    maio/2011 7

    emRevistaAPOSENTADOS

    o tema foi analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

    Os aposentados podem perder a desaposentao?

    preciso fazer clculos para saber se realmente vale a pena renunciar aposentadoria por um novo benefcio. O pedido judicial tambm deve deixar claro que se trata de uma renn-cia por uma nova aposenta-doria. H possibilidade de pedir desde o comeo que todo o dinheiro j recebido tenha de ser devolvido.

    Qual a posio da AAPJR?

    Cautela. Para os pe-didos de desaposentao que por ventura forem soli-citados via associao ser recomendado ao interessa-do que aguarde posiciona-mento do Supremo Tribunal Federal.

    Therezinha Ometto, secretaria de Assuntos Jurdicos

  • CONCURSO DE POESIA

    8 maio/2011

    emRevistaAPOSENTADOS

  • CONCURSO DE POESIA

    maio/2011 9

    emRevistaAPOSENTADOS

    Participe do Concurso de PoesiasInscries vo de 10 de maio a 10 de julho. Desperte o poeta que existe em voc!

    A Associao dos Apo-sentados e Pensionis-tas de Jundia e Regio d a largada para o seu j tradicional Concurso de Poesias Desperte o Poeta que Existe em Voc, agora em 2011 em sua 9 edio. O concurso, dada sua rele-vncia cultural em Jundia, integra o calendrio munici-pal de eventos, conforme a

    lei municipal 6677 de 2006, de autoria da vereadora Ma-rilena Negro (PT/Jundia).

    Podem participar pes-soas a partir de 15 anos e cada uma poder apresen-tar dois trabalhos. No en-tanto, neste caso, somente uma das poesias poder vir a ser selecionada para publicao.

    Tema livre e ineditismo

    O tema a ser aborda-do ser de livre escolha do autor e cada poesia de-ver ter no mximo trinta versos (linhas). As obras devero ser inditas, isto , no podero ter participado

    de outros concursos e nem conter plgios. Elas devero obedecer as novas normas ortogrficas.

    Publicao em livro

    Sero escolhidas as 50 melhores poesias, que se-ro publicadas em livro a ser editado pela Associao, e seus autores recebero certificado de participao na cerimnia de lanamento do livro, que se realizar em 20 de outubro.

    Participe!

    Desperte o poeta que existe em voc. Participe de mais esta vitoriosa promoo

    da Associao dos Apo-sentados. Preencha a ficha abaixo e entregue na sede da AAPJR, ou envie pelos Correios.

    O regulamento comple-to do Concurso de Poesias est na pgina anterior.

  • Conhea os novos dirigentes da AAPJR

    DIGNIDADE PARA O APOSENTADO

    Eles foram eleitos em 9 de abril, em assembleia. Mandato vai at maio/2015

    A nova diretoria que estar frente de nossa Associao dos Aposentados e Pensionis-tas de Jundia e Regio no perodo de maio/2011 a maio/2015 foi eleita no ltimo dia 9 de abril, em uma Assembleia Eleitoral, na sede da AAPJR.

    10 maio/2011

    emRevistaAPOSENTADOS

    Puderam votar nesta assembleia os(as) associados(as) quites com a anuidade.

    Dignidade para o Aposentado

    Foi eleita a chapa Dignidade para o Aposentado, que tem em

    sua composio novos nomes com grande expresso nos movimentos sociais de Jundia junto aos princi-pais dirigentes que j estavam na direo atual.

    Conhea os novos dirigentes de nossa Associao dos Aposentados e Pensionistas de Jundia e Regio:

    Da esquerda para a direita: Antonio Gomes Pina; Essio Rossetto; Francisco Castro Valverde; Leonisio Fontebasso; Cid de Jesus Tavares; Laura Alves da Silva; Rupert Martins da Silva; Therezinha Ometto; Jos Roberto Cardoso de Lima; Maria Angelina Serra (Marli); Antonio Marcos Tebom (Tebom); Joo Duran; Edegar de Assis; Juliano Grada; Geraldo Anselmo Boaventura; Nivaldo Beisiegel (Baitu)

  • maio/2011 11

    emRevistaAPOSENTADOS

    EDEGAR DE ASSIS Presidente Aposentado na Robert Bosch do Brasil. Presidente da AAPJR 2008/2011, vice at 2007, onde iniciou como voluntrio a convite do ento presidente Antonio Galdino.

    ANTONIO MARCOS TEBOM Vice-presidente Ferramenteiro, aposentado na Unilever. Vicepresidente da AAPJR na gesto 2008/2011. Responsvel pela comunicao escrita, digital e rdio da Associao.

    NIVALDO BEISIEGEL (BAITU) Se-cretrio de Patrimnio e Gesto Eletrotcnico, aposentado na Tusa, atual Siemens. Diretor da pasta da Se-cretaria de Patrimnio e Gesto, gesto 2008/2011. Atua na AAPJR desde 2007.

    THEREZINHA OMETTO Secretria de Assuntos Jurdicos Secretria, aposentada no Sindicato dos Txteis. Diretora de Secretaria de Assuntos Jurdicos, gesto 2008/2011. Atua na AAPJR desde 1988.

    CID DE JESUS TAVARES Secre-trio Geral Ferramenteiro, aposen-tado como comerciante. Diretor da Se-cretaria Geral 2008/2011. Responsvel pelas atividades polticas e coordena o Lazer e Cultura.

    JOS ROBERTO CARDOSO DE LIMA Secretrio de Finanas Mecnico de manuteno e montador. Aposentado na Sifco do Brasil. Diretor da pasta da Secretria de Finanas da AAPJR, ges-to 2008/2011.

  • 12 maio/2011

    emRevistaAPOSENTADOS

    GERALDO ANSELMO BOAVENTURA Membro do Conselho Fiscal (efetivo) Aposentado na Fepasa. Titular do Conselho Fiscal da AAPJR, gesto 2008 / 2011. integrante da Associao dos Aposentados desde o ano de 1987.

    MARIA ANGELINA SERRA (MARLI) Suplentes da Diretoria Escriturria, aposentada na Credi-Nino de Jundia. Suplente da diretoria da AAPJR, gesto 2008/2011. Foi Secretaria Geral da Asso-ciao, onde atua desde 1996.

    JULIANO GRADA Membro do Conselho Fiscal (suplente) Apo-sentado desde 1980 como empresrio do comrcio. Delegado da AAPJR junto Fapesp em 2008/2011. Iniciou na Associa-o em 1984, na Secretaria de Patrimnio.

    JOO DURAN Membro do Conselho Fiscal (efetivo) Contador, aposentado na Sifco. Em 1985 participou do congresso que fundou a Cobap. Vicepresidente em 1979, na primeira direo da AAPJR. Atualmente integra o conselho fiscal.

    DIGNIDADE PARA O APOSENTADO

    F MARTINS JUNCAL( F JUNCAL) Secretria de Polticas Sociais Assistente Social, aposentada no Unibanco/SP. Atua como voluntria em diversas secretarias e aes da AAPJR . tambm chefe de gabinete parlamentar.

    ANTONIO GOMES PINA Suplentes da Diretoria Preparador de ferramen-tas, aposentado na Krupp. Suplente de diretoria da AAPJR, 2008/2011. diretor eleito da Secretaria Patrimnio do Clube 28 de Setembro de Jundia.

  • maio/2011 13

    emRevistaAPOSENTADOS

    LEONSIO FONTEBASSO Membro do Conselho Fiscal (suplente) Tinturei-ro txtil, aposentado na Argos. Suplente do Conselho Fiscal, gesto 2008/2011. Em 1964 foi deposto dos Txteis pela ditadura militar por sua militncia poltica.

    ESSIO ROSSETTO Membro do Conselho Fiscal (suplente) Tecelo, aposentado na Trussardi. Suplente do Conselho Fiscal, 2008/2011. Cassado pela ditadura militar e preso por sua luta sindical. Pertence ao Movimento dos Anistiados.

    RUPERT MARTINS DA SILVA - Membro do Conselho Fiscal (efetivo) Contabilista e aposentado na Krupp. Participa h vrios anos de movimentos de aposentados atravs da Associao dos Aposentados.

    LAURA ALVES DA SILVA Suplentes da Diretoria Contadora fiscal, in-gressou na AAPJR como voluntria na Secretaria Jurdica onde atua hoje. Atuou na Pastoral do Menor, Diocesana (Cria), foi educadora social por dez anos.

    BENEDITO CARDOSO DE LIMA Suplentes da Diretoria Metalurgico na Krupp e no comrcio. Foi vereador em Jundia e assessor parlamentar na As-sembleia Legislativa. assessor sindical da Associao da CEF.

    FRANCISCO CASTRO VALVERDE Suplentes da Diretoria Metalrgico, aposentado na Mecnica JunBrasil. Do Conselho Fiscal, gesto 2008/2011. Est na AAPJR desde 1995. Coordenou o Jornal dos Aposentados.

  • Alimentao equilibradaSADE NA TERCEIRA IDADE

    As mulheres na tercei-ra idade apresentam uma srie de proble-mas tpicos dessa fase; no entanto, uma alimentao correta e acompanhamento mdico podem evitar doen-as como osteoporose, hi-pertenso e at o colesterol alto. Com o passar dos anos a idade chega e, impiedosa, traz problemas que outrora no existiam: osteoporose, hipertenso, diabetes, co-lesterol alto, etc.

    Menopausa

    Em especial, uma das doenas que mais causa preocupao, pois comea na menopausa e, geralmen-te, complica-se na terceira idade, a osteoporose. Como algumas mulheres acabam no consumindo a quantidade de clcio ideal para prevenir a doena quando jovens h a neces-

    sidade de se repor o mineral por meio de medicamentos (reposio hormonal ou remdios que reduzem a lenta perda ssea). Por-tanto, alm desse recurso, importante aumentar o consumo de produtos ricos em clcio (leite, iogurte, requeijo, queijos, etc.).

    Hipertenso e colesterol

    A hipertenso, causada pela baixa quantidade de potssio no organismo, pode ser amenizada com o aumento do consumo de banana e laranja (fontes ricas em potssio).

    Para o colesterol alto, alimentos ricos em betaca-roteno (cenoura, brcolis, espinafre, farelo de aveia, etc.) e as vitaminas E, C (leos vegetais e frutas - la-ranja, acerola,etc.) ajudam a reduzir em at 10% a taxa no sangue.

    Como nessa etapa da vida o idoso gasta menos energia do que quando jovem, no adianta comer todos esses alimentos pensando que vai curar to-das as doenas. Sua ao depende do estilo de vida de cada um, se sedentria ou no.

    14 maio/2011

    Reduzir o sal

    Quanto ao sal, impres-cindvel diminuir a quanti-dade nas refeies, pois o excesso pode agir sobre a presso. Aqui vale uma dica: para que a comida no fique sem gosto, possvel increment-la com ervas aromticas (organo, sal-sinha, manjerico e outras).

    Pirmide de alimentos

    A base da alimentao saudvel comea com os alimentos energticos, segui-dos dos reguladores e cons-trutores. o que chamamos de pirmide de alimentos.

    Por alimentos energti-cos classificam-se os car-boidratos (Paes, massas, biscoitos, cereais e bata-ta) e os acares, doces e gorduras. Para os ali-mentos construtores, os peixes, carnes, ovos, leite e derivados e o feijo; e, como reguladores temos as fibras (frutas, verduras e legumes).

    A pessoa idosa deve ter, no mnimo, de quatro a seis refeies dirias e consumir diariamente, pelo menos, um dos elementos presente em cada grupo.

    Portanto..., quanto mais variada e colorida for a ali-mentao, maior ser a ga-rantia de que o organismo receber todos os nutrien-tes de que necessita para manter a sade equilibrada.

    emRevistaAPOSENTADOS

    Quanto mais variada e colorida for a alimentao, maior ser a garantia de que seu organismo receber todos os nutrientes de que necessita para uma sade equilibrada

  • maio/2011 15

    emRevistaAPOSENTADOS

    Grupos de alimentos

    Grupo 1:

    Na base da pirmi-de, esto os alimentos Energticos ricos em carboidratos, que so responsveis pelo forne-cimento da maior parte das energias de que pre-cisamos. So os cereais, pes, razes e tubrculos.

    So indicadas 8 por-es.

    Grupo 2:

    No segundo degrau da pirmide esto os alimentos reguladores, ricos em vitaminas, sais minerais, fibras e gua. So as hortalias, as

    verduras.So indicadas 3 por-

    es.

    Grupo 3:

    As frutas e os sucos de frutas naturais, tambm so alimentos reguladores, ricos em vitaminas, sais minerais, fibras e gua.

    So indicadas 3 por-es.

    Grupo 4:

    No terceiro degrau es-to os alimentos constru-tores, ricos em protenas e clcio, ferro e zinco. Esse grupo tambm possui a-car e gorduras, protena,

    clcio, ferro, e zinco. So eles: o leite, os derivados de leite, queijos, bebidas lcteas etc.

    So indicadas 3 por-es.

    Grupo 5:

    Alimentos construtores ricos em protenas e clcio, tambm possuem gorduras e colesterol, alm de ferro e zinco. So as carnes e ovos.

    So indicadas 2 por-es.

    Grupo 6:

    Esse grupo encerra o grupo dos alimentos constru-tores, que so ricos em prote-

    nas e fibras, a lm de clcio, ferro, zinco e vitaminas. A vantagem desse grupo que possuem alimentos que oferecem calorias, atravs do coles-terol bom, sem prejudicar a sade. Alm de protenas especficas, como a isofla-vona que encontrada na soja e que ajuda a comba-ter vrias doenas. So as leguminosas: feijo, soja, ervilha, etc.

    So indicadas 1 por-o.

    Grupo 7:

    No ltimo degrau da pirmide esto os alimen-tos energticos, ricos em calorias e colesterol. So importantes. As gorduras e o colesterol transpor-tam as vitaminas A, D, E e K. Mas, devem ser consumidas em peque-nas quantidades. So os leos e a gorduras.

    So indicadas 2 por-es.

    Grupo 8:

    So alimentos ener-gticos que proveem muitas calorias e poucos nutrientes. Devem ser consumidos com mode-rao. So eles: Aca-res, balas, chocolates, salgadinhos.

    So indicadas 2 por-es.

  • Mantenha qualidade de vidacom as atividades da AAPJR

    SADE NA TERCEIRA IDADE

    16 maio/2011

    emRevistaAPOSENTADOS

    Construa sua dieta diria

    Alm de uma alimen-tao balanceada, muito importante na manu-teno da qualidade de vida e o exerccio para o corpo, para a men-te e o convvio social, com momentos alegres e descontrados junto a companheiras e compa-nheiros.

    Para proporcionar isso aos associados, a AAPJR oferece durante todo o ano as seguintes atividades, sob a organi-zao do Departamento de Lazer e Cultura:

    Ginstica - Todas as segun-das- feiras das 08h s 09h

    Para uma dieta recomendada de 2.500 kcal/dia

    Fonte: Universidade de Braslia

    Alimentos Pores Calorias

    Grupo 1 Cereais, pes, razes e tubrculos 8 pores. 150 kcal

    Grupo 2 Hortalias, as verduras 3 pores 15 kcal

    Grupo 3 Frutas e os sucos de frutas naturais 3 pores 70 kcal

    Grupo 4 Leite e derivados: queijos, bebidas lcteas 3 pores 120 kcal

    Grupo 5 Carnes e ovos 2 pores 130 kcal

    Grupo 6 Leguminosas: feijo, soja, ervilha etc 1 poro 55 kcal

    Grupo 7 leos e gorduras 2 pores 120 kcal

    Grupo 8 Acares, balas, chocolates, salgadinhos 2 pores 80 kcal

    e todas as quartas-feiras das 10h30 s 11h30.

    Yoga Todas as segundas--feiras: 1 turma das 09h10 s 10h10; 2 turma das 10h15 s 11h15; e 3 turma das 14h s 15h.

    Dana - Todas as teras-feiras, das 08h30 s 10 horas.

    Tai Chi Chuan, com profes-sora Snia - Todas as quartas--feiras, das 09h15 s 10h15.

    Coral da Associao dos Aposentados Msica Vida - todas as quartas-feiras, das 13h30 s 15h30 (veja box ao lado).

    Inscries e local

    l Todas as atividades fsicas e culturais so realizadas na sede social da Associao, na rua XV de novembro, 1336 Centro Jundia/SP.

    lAs inscries devem ser feitas pessoalmente no Departamento de Lazer e Cultura, das 08h s 11h e das 13h s 15h30, de segunda a sexta-feira.

    Feriados e vsperas

    No h aulas e nem cursos nos dias feriados. Quando as aulas coincidi-rem com vspera de feriado, favor confirmar horrio e sua realizao com o Departamento de Lazer e Cultura da associao.

    Formado h seis anos , o Coral Musica Vida participa de fes-tivais de coral, apresentaes culturais e beneficentes.Ele integrado por aposenta-dos e pensionistas associados, mulheres e homens que fazem do canto momentos de lazer e de qualidade de vida.Os ensaios so realizados todas as quartas-feiras, com a ma-estrina Elaine Freitas, na sede da associao. Esto abertas novas inscries.Para participar, faa contato com a equipe do Departamento de Lazer e Cultura, preencha a ficha de cadastro e confira os horrios.

    Coral Msica Vida

  • maio/2011 17

    emRevistaAPOSENTADOS

    O balo vai subindo...

    BAile JuliNODia 26 de julho -

    Incio s 17 horas -

    Na sede social

    Alm de uma atividade de lazer entre associados e associadas, com o objetivo de manter viva uma das mais ricas e tradicionais manifestaes do folclore brasileiro, a Associao dos Aposentados e Pensionistas de Jundia e Regio promover um grandioso Baile Julino no dia 26 de julho, com incio s 17 horas, na sede social.

    Venha vestido a carter e traga a cumadre e o cumpadre para o Arrai dos Aposentados. Haver comes e bebes tpicos das festas de So Joo, Santo Antonio e So Pedro.

    Garanta seu lugar. Faa sua reserva!

    A partir de 13 de junho os in-gressos e mesas estaro a venda para os (as) associados (as) e para quem tem 60 anos ou mais. No associados (as) podero fazer a reserva a partir de 20 de junho.

    No associado com 60 anos ou mais tem 50% de desconto no valor do ingresso em ateno ao artigo 23 do Estatuto do Idoso.

    Tabela preos

    mesasMesa para associado R$ 20,00Mesa no associado R$ 40,00Mesa no associadoa partir de 60 anos R$ 20,00

    Associado que adquirir mesa antecipada-mente ter entrada gratuita. ingressosAssociado R$ 3,00No associado R$ 10,00No Associado a partir de 60 anos R$ 5,00

  • Autorize o desconto em folhapara AAPJR ainda mais forte

    MENSALIDADE

    Mtodo seguro, evita esquecimentos e h garantia de fontes para a luta por direitos

    18 maio/2011

    emRevistaAPOSENTADOS

    Desde janeiro deste ano uma novidade traz facilidades para os associados e permite Associao dos Aposenta-dos ter uma boa organiza-o de fluxo de caixa para sustentar a luta por direitos e mais conquistas para a categoria. o desconto da mensalidade diretamente

    na folha de pagamento do aposentado e pensionista.

    Garantia Dataprev

    O processo adminis-trado pela prpria Previ-dncia Social , atravs do sistema DATAPREV e, o valor que o associado deve contribuir para AAPJR descontado diretamente na folha de pagamento. H todo um procedimento e controle que garante a se-gurana para o associado.

    Como autorizar

    Para isso, o associado dever assinar um docu-

    mento que autorize a Pre-vidncia Social a efetuar o desconto em folha.

    Este documento pri-meiramente encaminhado pela AAPJR Fapesp (Fe-derao dos Aposentados), que o envia para a Cobap, em Braslia. A Cobap, en-to, faz o protocolo do documento junto Previ-dncia Social.

    Participe. Fortaleaas lutas da AAPJR!

    No do desconhe-cimento de ningum que fazer a luta em defesa dos direitos da categoria e ga-rantir novos avanos custa

    muito dinheiro. So viagens a Braslia para conversar e pressionar deputados, se-nadores e ministros; custos com documentao oficial; manuteno da sede; ve-culos; produzir jornais, revistas e mais o site para divulgao de mobilizaes. Isto, alm da promoo constante de atividades de cultura, lazer e viagens para bons e bonitos lugares, constantemente oferecidos pela associao, mais as atividades sobre defesa da sade como exames oftal-molgicos, colesterol, pres-so, diabetes e palestras de esclarecimentos.

    Para tudo isso, preciso organizao nas finanas e certeza do fluxo de caixa.

    Garanta isso! Faa sua autorizao para o descon-to em folha de sua anuidade e participe da construo de uma AAPJR a cada dia mais organizada e mais forte nas mobilizaes e nas lutas!

    Navegue no site da

    AAPJR

    www.aapjr.org.br

  • PREVIDNCIA SOCIAL

    maio/2011

    emRevistaAPOSENTADOS

    1 e 6 01/06 01/07 2 e 7 02/06 04/073 e 8 03/06 05/074 e 9 06/06 06/075 e 0 07/06 07/07

    1 25/05 24/06 2 26/05 27/063 27/05 28/06 4 30/05 29/06 5 31/05 30/06 6 01/06 01/07 7 02/06 04/078 03/06 05/079 06/06 06/070 07/06 07/07

    at 1 salrio mnimo

    acima de 1 salrio mnimo

    Final do benefcio MAIO JUNHO

    CalenDrio pagamentos maio/JUnHo 2011

    Final do benefcio MAIO JUNHO

    Desconto menor do iROs aposentados que tm desconto

    do Imposto de Renda no benefcio pago passaro a ter um corte menor a partir de maio. O aumento ocorre devi-do correo de 4,5% na tabela do IR sobre os rendimentos deste ano e que servir para a declarao de 2011. Por isso, os primeiros pagamentos do ano foram feitos usando a tabela antiga, de 2010, mesmo aps a correo do valor dos benefcios, em janeiro. O teto da iseno tambm foi alterado, de R$ 1.499,15 para R$ 1.566,61. Logo, to-dos os segurados que tinham desconto -aqueles que recebem a partir de R$ 1.499,16- tero desconto menor

    A maior diferena no desconto ser de R$ 22,75, para os benefici-rios do INSS que recebem entre R$

    3.130,51 e R$ 3.689,66 e tm menos de 65 anos de idade

    Um segurado de 60 anos que recebe R$ 3.200, por exemplo, tinha desconto de R$ 214,38 referentes ao IR at o pagamento de abril. A partir de maio, o desconto para ele ser de R$ 191,63.

    Com a correo da tabela do IR houve aumento na parcela dedutvel do imposto, o que gera essa diferena. A parcela a deduzir desse segurado, que era de R$ 505,62, passou para R$ 528,37.

    Para os aposentados que tm mais de 65 anos, a faixa de iseno do IR passou de at R$ 2.998,30 para at R$ 3.133,22. Como esses segurados tm direito a uma iseno maior, a diferena no desconto ser menor.

    19

  • A Reforma Tributria exigecuidados com a Seguridade

    PREVIDNCIA SOCIAL

    Medida do governo Federal elimina quase todas fontes de financiamento

    A AAPJR defende que seja preser-vado o Oramento da Seguridade Social, mesmo com a mudana no sistema tributrio.

    A nossa entidade acompanha as contas da Previdncia atravs de relatrios id-neos da ANFIP Associao Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, que recentemente divulgou dados que asseguram que as contas da Previdncia so superavitrias, ao contr-rio do suposto dficit alegado por alguns economistas e a grande mdia.

    A Seguridade tem carter universal,

    e ns da AAPJR defendemos ainda que qualquer Reforma Tributria que ocorra, para ser justa, tem de ter dois pilares: o da simplificao e o da distribuio.

    Financiamento

    A proposta de emenda a PEC 233 - reforma tributria defendida pelo gover-no no modifica a estrutura tributria, mas a simplifica, o que positivo. No entanto, observa-se que essa reforma elimina quase todas as fontes exclusivas de financiamento da Seguridade So-cial, sem que seja proposta uma contra partida. isso o que preocupa a nossa Associao dos Aposentados.

    Esperamos que nossos parlamentares federais e a presidente Dilma Rousseff tenham cautela com as discusses e supostas propostas para a reforma tri-butria.

    Bom desempenho

    O bom desempenho das receitas de contribuies sociais decorreu da melhoria significativa dos principais indicadores econmicos em 2010. O crescimento dos salrios e a formalizao permanente de empregos. Os 15 mi-lhes de carteiras assinadas nos ltimos oito anos tambm responsvel pelo SUPERVIT da Seguridade Social, que em 2010 teve resultado final, aps o pagamentos de todos os benefcios e inclusive o saque da DRU, de R$ 60 bilhes.

    Tem que haver debates, temos que restabelecer o conselho nacional da seguri-dade social para que possamos acompanhar a utilizao dos recursos.

    Nononono nonononono onononoono nn

    APOSENTADOSwww.aapjr.org.br e pensionistas

    dosRevistaAAP

    20 maio/2011