jornal dos aposentados - janeiro 2014

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Ano 3 - Edição 039 www.jornaldosaposentados.com.br Janeiro de 2014 Informática na terceira idade Programa Informática para a 3ª idade proporciona conhecimento do mundo digital, além de ser saudável Prefeitura Municipal de Macatuba Nelson José Barbosa já ajudou várias pessoas da terceira idade a se familiarizarem com o mundo digital M acatuba vem ganhando lu- gar na catego- ria Rede de Projetos, e no ano de 2013 ficou entre as 20 finalistas com o programa Ação Jovem Digital no Prê- mio Acessa SP 2013. O Acessa SP é um programa de inclusão digital do governo do Estado de São Pau- lo, que oferece para a população o aces- so às novas tecnolo- gias da informação e comunicação, em especial à internet, contribuindo para o desenvolvimento. Quem ajuda a po- pulação de Macatu- ba, como monitor do posto é, Nelson José Barbosa, uma pessoa bastante conhecida na sua comunidade e no Programa Acessa SP, “Aprendo cada dia mais a lidar com as pessoas e a ensinar”, comenta Nelson. Autor de vários pro- jetos de informática, Nelson ainda criou um projeto chamado ‘Informática para 3ª idade’. “O meu primeiro projeto de informática começou com alunos da terceira idade. Já passaram 36 pessoas por esse projeto, hoje conta com 12 alunos”. O projeto Informática na 3ª idade tem como objetivo tentar dimi- nuir a distância entre os nativos digitais, que possuem facilidade no manuseio do computa- dor, com quem não tem tanta facilidade ou não teve oportunidade de aprender. A informática na terceira idade propor- ciona manutenção saudável, melhora na autoestima e criação de novos objetivos, bem como auxiliar a qualidade de vida dos idosos através do processo migratório digital. Tem como di- ferencial romper as barreiras e preconcei- tos de que informá- tica é para os jovens. “Esse projeto ajuda a diminuir o receio que muitos idosos têm no manuseio da máqui- na e da amplitude do mundo virtual”, explica Nelson. Com isso, a informá- tica na terceira idade vem para facilitar a vida das pessoas e suas atividade diárias. O projeto desenvol- ve suas atividades no Posto Acessa SP, em Macatuba. “Não idade para se apren- der, a tecnologia está a serviço de todos. As possibilidades da in- formática são imensas e podem facilitar a vida de todas as pes- soas sem preconceito quanto à idade, classe social ou gênero”, fina- liza Nelson. O Prefeito Mu- nicipal Tarcisio Mateus Abel faz repasse extra no valor de apro- ximadamente R$ 16 mil para APAE da cidade. Durante o ano de 2013, a pre- feitura repassou para a entida- de aproximada- mente R$ 500 mil. “Se não ti- vesse essa sub- venção da pre- feitura, não seria possível termos o número de funcionários que temos e muitos outros serviços que a APAE ofe- rece aos alunos”, disse a diretora da entidade, Ma- ria Elisa Galassi. Fonte: Prefeitura Municipal de Macatuba Prefeitura Municipal faz repasse extra para APAE de Macatuba Flávia Placideli

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JORNAL DOS APOSENTADOS - Janeiro 2014.

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  • Ano 3 - Edio 039 www.jornaldosaposentados.com.br Janeiro de 2014

    Informtica na terceira idade

    Programa Informtica para a 3 idade proporciona conhecimento do mundo digital, alm de ser saudvel

    Prefeitura Municipal de Macatuba

    Nelson Jos Barbosa j ajudou vrias pessoas da terceira idade a se familiarizarem com o mundo digital

    Macatuba vem ganhando lu-gar na catego-ria Rede de Projetos, e no ano de 2013 ficou entre as 20 finalistas com o programa Ao Jovem Digital no Pr-mio Acessa SP 2013. O Acessa SP um programa de incluso digital do governo do Estado de So Pau-lo, que oferece para a populao o aces-so s novas tecnolo-gias da informao e comunicao, em especial internet, contribuindo para o desenvolvimento.

    Quem ajuda a po-pulao de Macatu-ba, como monitor do posto , Nelson Jos Barbosa, uma pessoa bastante conhecida na sua comunidade e no Programa Acessa SP, Aprendo cada dia mais a lidar com as pessoas e a ensinar, comenta Nelson.

    Autor de vrios pro-jetos de informtica, Nelson ainda criou um projeto chamado Informtica para 3 idade. O meu primeiro projeto de informtica comeou com alunos da terceira idade. J

    passaram 36 pessoas por esse projeto, hoje conta com 12 alunos.

    O projeto Informtica na 3 idade tem como objetivo tentar dimi-nuir a distncia entre os nativos digitais, que possuem facilidade no manuseio do computa-dor, com quem no tem tanta facilidade ou no teve oportunidade de aprender.

    A informtica na terceira idade propor-ciona manuteno saudvel, melhora na autoestima e criao de novos objetivos, bem como auxiliar a qualidade de vida dos idosos atravs do processo migratrio digital. Tem como di-ferencial romper as barreiras e preconcei-tos de que inform-

    tica para os jovens. Esse projeto ajuda a diminuir o receio que muitos idosos tm no manuseio da mqui-na e da amplitude do mundo virtual, explica Nelson.

    Com isso, a inform-tica na terceira idade vem para facilitar a vida das pessoas e suas atividade dirias. O projeto desenvol-

    ve suas atividades no Posto Acessa SP, em Macatuba. No h idade para se apren-der, a tecnologia est a servio de todos. As possibilidades da in-formtica so imensas e podem facilitar a vida de todas as pes-soas sem preconceito quanto idade, classe social ou gnero, fina-liza Nelson.

    O Prefeito Mu-nicipal Tarcisio Mateus Abel faz repasse extra no valor de apro-x i m a d a m e n te R$ 16 mil para APAE da cidade. Durante o ano de 2013, a pre-feitura repassou para a entida-de aproximada-mente R$ 500 mil. Se no ti-vesse essa sub-veno da pre-feitura, no seria possvel termos o nmero de funcionrios que temos e muitos outros servios que a APAE ofe-rece aos alunos, disse a diretora da entidade, Ma-ria Elisa Galassi.

    Fonte: Prefeitura Municipal de Macatuba

    Prefeitura Municipal faz repasse extra para APAE de Macatuba

    Flvia Placideli

  • Chegamos ao pri-meiro ms de 2014, l se foi mais um ano e seguimos firmes, rumo metade desta dcada. Quando penso que j estamos no s-culo 21, lembro-me das minhas ideias e ideais de menino, nos longnquos tempos do incio e meio da dcada de 90, quando imaginava uma infinida-de de adventos para os tempos de hoje.

    Admita, no final da dcada de 80, incio dos anos 90, voc tambm deve ter imaginado que

    em 2014 teramos carros voadores, que teramos um sistema de vigilncia 24 horas, que realmente no permitisse que nada escapasse. Penso que os mais otimistas imagina-ram at o teletransporte j para esta dcada. O filme De volta para o futuro demonstrou cla-ramente as expectativas para os dias de hoje.

    Chega a ser engraado, hoje olhamos para trs e notamos que pouca coisa mudou, ao mesmo tem-po em que muita coisa est diferente. Vinte anos

    2

    Produo e Projeto Grfico: Jornal dos AposentadosDesigner responsvel: Thas Miranda Pedroso Gutierreswww.jornaldosaposentados.com.brwww.facebook.com/jornaldosaposentados

    Artigos assinados so de responsabilidade de seus autores, podendo ou no corresponder opinio deste jornal.

    Editor e jornalista responsvel: Luiz Storino MTB 3367Impresso: GRCI Editora Ltda METiragem: 15.000 exemplaresCirculao: Areipolis, Barra Bonita, Borebi, Igarau do Tiet, Ja, Lenis Paulista, Macatuba e Pederneiras/SP

    Jornal dos Aposentados: [email protected] www.facebook.com/jornaldosaposentadosComercial: Bruno: (14) 99626-1258 (Lenis Paulista) / Pedro: (14) 99773-6842 (Ja)

    Artigo de

    O Palcio do Rei da Frana em Paris, anos 1.600 a 1.700. Imagine, por um momento, como eram aqueles tem-pos. O quarto do rei, no tinha banheiro.

    No havia banheiros, es-cova de dentes, perfumes, desodorantes, ou papel hi-ginico. As excrecncias humanas eram despejadas pelas janelas do palcio. Usava-se um urinol, sob cada cama. At no inverno, as pessoas eram abana-das para espantar o mau cheiro que exalava delas, pois no se tomava banho devido ao frio. O primeiro banho do ano era tomado em maio. Os banhos eram tomados numa nica tina

    Vivendo e aprendendo

    Opinio

    Francisco MartinezFrancisco Martinez aposentado, associado e ex-diretor da Associao dos Aposentados de Ja.

    .

    enorme, cheia de gua quente. O chefe da fam-lia tinha o privilgio do primeiro banho na gua limpa. Depois, sem trocar a gua, vinham os outros homens da casa, por or-dem de idade, as mulheres tambm por ordem de ida-de, e por fim as crianas. Os bebs eram os ltimos. A maioria dos casamentos aconteciam em maio e ju-nho, porque o cheiro das pessoas ainda estavam suportveis. Mas, para es-conder o mau cheiro, as noivas carregavam buqus de flores junto ao corpo, tentando disfarar o odor. Da ser maio o ms das noivas e, essa a origem do buqu que carregam.

    Nesses dias a cozinha do palcio conseguia pre-parar um banquete para 1.500 pessoas, sem gua encanada e sem a mnima condio de higiene.

    Agora o hotelzinho do meu pai, 200 anos de-pois, e h 86 anos. O ano era 1928, em Cedral, So Paulo, meu pai resolveu comprar um hotelzinho, j desativado h algum tem-po. Nessa cidade, ainda bem pequena, s existiam dois pequenos hotis, o de meu pai era o menor e mais simples. No incio da era hotel eu estaria com oito a nove anos. Tamanha era a simplicidade do dito cujo que, para as futuras geraes seria inconceb-

    atrs, vamos conges-tionamentos em gran-des cidades, como hoje. Vamos carros movidos a combustveis fsseis, como hoje. Vamos bra-sileiros passando fome, como hoje.

    Ficamos com a sensa-o latente de que, como dizia a cano, ainda so-mos os mesmos. Mas as mudanas tambm vieram, basta querer ver, tanto para o bem quan-to para o mal. eviden-te que os problemas na segurana pblica esto exorbitantes com o au-

    Railson Rodrigues, estudante de Direito, Assessor Legislativo Municipal (Lenis Paulista)Railson Rodrigues, estudante de Direito, Assessor Legislativo Municipal (Lenis Paulista)

    Ser que estamosPreparados?

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    vel. Quando algum hs-pede quisesse tomar um banho, que surgia um pequeno problema. No havia gua encanada e nem chuveiro eltrico, pelo menos no hotelzinho de meu pai s por isso ele j se tornava assunto curioso. Providenciar o banho era minha responsabilidade. Era hbito, na poca, os filhos ajudarem os pais com seu trabalho. O ba-nheiro, s para banho, era um pequeno cubculo l no quintal, fora do prdio, fim do corredor. As pesso-as no tomavam banho todos os dias. Quando isso acontecia, eu ia at a cozi-nha, pedia a algum que l estivesse, para esquen-tar uma vasilha com gua. O fogo estava sempre quente, era a lenha e ar-dia o dia todo. No cubculo chamado banheiro havia um lato, com crivos na parte inferior, pendurado a uma corda, que atravs de uma carretilha era descido e iado. A gua para todo e qualquer uso do hotel-zinho estava depositada em barris de madeira em

    volta do poo, era traba-lho de meu pai mant-los sempre cheios, servio esse que ele executava todas as manhs. S ele tinha fora suficiente para essa tarefa pois, o balde na ponta da corda era grande, de pro-psito, para abastecer os barris mais rapidamente. Quando a gua estava quente, eu descia o la-to chuveiro, abastecia-o, temperando a gua a gos-to do hspede que estava presente mas, para i-lo era preciso a ajuda do pr-prio hspede. O sanitrio, privada ou latrina, assim era chamado, era uma pequena cabine constru-da em cima da prpria fossa, no fundo do quintal longe do poo, para que este no fosse contami-nado pelas possveis in-filtraes do subsolo. No tinha vaso sanitrio para o usurio sentar-se, o usu-rio ficava de ccoras, nem gua para descarga no era necessrio. As fezes iam diretamente para fos-sa atravs de um buraco no prprio assoalho.

    Pela distncia existente

    entre a porta dos fundos do prdio rumo ao sanit-rio, no era recomendvel o hspede servir-se dele durante a noite, pois nem luz havia no sanitrio. Por isso se colocava embaixo de cada cama um urinol. Era trabalho meu, pela manh retir-los, lav-los e rep-los. Tambm em cada quarto existia um lavatrio, tipo trip com a bacia removvel e um jarro com gua. As guas das bacias lavatrios depois de servidas eram atiradas fora atravs das janelas dos quartos. No sem primei-ro dar uma espiadela, para evitar de dar um banho em quem estivesse passando. O prdio era baixo, e com boa viso para a rua.

    Esse hotelzinho, supor-tou seis magros anos, de 1928 a 1934, da simples-mente fechou suas por-tas. Responsabilizava-se, na poca, a crise da re-voluo de 32 e ainda os fortes reflexos da crise do caf de 1929, to propala-da at hoje.

    Histrias antigas e ve-rdicas.

    mento do consumo e tr-fico de drogas. Mas pelo lado bom, a tecnologia avanou muito, talvez, no como muitos espe-ravam, mas ela est a. O poder de compra dos brasileiros aumentou, a tecnologia da informa-o ajuda a fiscalizar os gastos pblicos, basta apenas que o brasileiro saiba pesquisar e tam-bm queira fazer isso.

    Atualmente, a maioria absoluta dos brasileiros possui um computador, inclusive nos smartpho-nes. Estamos conectados quase o tempo todo; as informaes viajam em tempo real e temos aces-so s notcias de forma imediata.

    Mas ser que essa ex-ploso de tecnologia teve alicerces slidos? Certa vez, h alguns meses, fui at uma delegacia para

    registrar um crime contra a honra feito atravs de uma rede social, desses, onde a pessoa profere palavras de baixo calo contra algum, para que todo mundo leia. No en-tanto, o cidado utilizou-se de um perfil falso, o famoso fake, para se expressar. Desta forma, no seria possvel saber quem havia dito as pala-vras. Na delegacia, fui in-formado de que a Polcia no conta com especia-listas em tecnologia da informao em nmero suficiente para conseguir descobrir o autor anni-mo dos delitos virtuais que fui registrar.

    Refleti sobre a insegu-rana jurdica causada pelo avano da tecno-logia sem o preparo do Estado, isso fica claro quando, no estado con-siderado mais avanado

    de todos, a prpria Pol-cia Civil no dispe das ferramentas mais bsicas para garantir a integrida-de moral dos cidados. Fiz uma breve pesquisa sobre a Polcia Civil pau-lista e descobri que em uma escala de salrios de delegados de todos os estados brasileiros, os delegados de So Paulo ocupam a 23 colocao, ou seja, esto frente apenas de trs estados.

    A tecnologia est avan-ando, temos em So Paulo um governo que perdura h 20 anos, uma Polcia Civil escassa e mal paga. Os crimes virtuais esto acontecendo e os cidados comuns no vm tendo respaldo do Esta-do, como deveria ocorrer. Mediante tal reflexo, a minha resposta : Real-mente, no era assim que eu imaginava 2014.

    3Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014 Gente

    O que voc espera

    Todo ano traamos me-tas e temos esperana de dias melhores. 2014 no ser diferente, que nesse novo ano todas as pessoas colham seus frutos e sejam muito felizes. Que a paz, sade, unio, alegria e o su-cesso caminhem juntos

    Nereide Daniel

    Que este ano seja re-pleto de paz e sade para todos ns. Que consigamos atingir metas profissionais e pessoais

    Marta Soares

    Espero que em 2014 eu consiga realizar meus obje-tivos e que a paz e o amor prevaleam em toda a po-pulao

    Bruna Galera

    Que neste ano de 2014 possamos viver intensa-mente cada momento com muita paz, amor e esperan-a sempre. Feliz Ano Novo

    Danielle Soares

    Feliz Ano Novo, que este ano seja superado pelo ve-lho, em felicidade, amor, es-perana, f, paz. Que todos tenham um feliz e prospero 2014.

    Marcello Souza

    Nesse incio de ano, es-pero que haja menos vio-lncia e mais justia para que todos ns possamos ter uma vida social com mais harmonia

    Marieli Araujo

    Flvia Placideli

    Fotos: arquivo pessoal

    do ano de 2014?

  • 3Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014 Gente

    O que voc espera

    Todo ano traamos me-tas e temos esperana de dias melhores. 2014 no ser diferente, que nesse novo ano todas as pessoas colham seus frutos e sejam muito felizes. Que a paz, sade, unio, alegria e o su-cesso caminhem juntos

    Nereide Daniel

    Que este ano seja re-pleto de paz e sade para todos ns. Que consigamos atingir metas profissionais e pessoais

    Marta Soares

    Espero que em 2014 eu consiga realizar meus obje-tivos e que a paz e o amor prevaleam em toda a po-pulao

    Bruna Galera

    Que neste ano de 2014 possamos viver intensa-mente cada momento com muita paz, amor e esperan-a sempre. Feliz Ano Novo

    Danielle Soares

    Feliz Ano Novo, que este ano seja superado pelo ve-lho, em felicidade, amor, es-perana, f, paz. Que todos tenham um feliz e prospero 2014.

    Marcello Souza

    Nesse incio de ano, es-pero que haja menos vio-lncia e mais justia para que todos ns possamos ter uma vida social com mais harmonia

    Marieli Araujo

    Flvia Placideli

    Fotos: arquivo pessoal

    do ano de 2014?

  • Artigo retirado de: Archives of Dermatology, 2000 vol.136, n. 06

    4

    A exposio repetida luz solar e o melanoma

    Sade

    A exposio so-lar continuada promove um espessamento de to-das as camadas da epi-derme (camada mais superficial da pele), com exceo da ca-mada basal, na qual os melancitos (clulas que contm pigmen-tos que do colorao pele) tornam-se mais ativos. A exposio crnica aos raios so-lares, especialmente de indivduos de pele clara, provoca no so-mente envelhecimen-to prematuro e acen-tuado, como tambm leses pr-malignas (pr-cancerosas) e ma-lignas (cancerosas).

    O melanoma, um tipo de cncer de pele, muito mais comum na raa branca, isto , indivduos de pele clara, olhos claros, que mais se queimam do que se bronzeiam quando expostos ao sol, do que os more-nos. Dos tumores cut-neos, o melanoma o menos comum, porm o que mais preocupa, por sua peculiar capa-cidade de se espalhar a outras partes do cor-po, mesmo quando a leso ainda pequena.

    No perodo entre dez e quatorze horas as radiaes so mais lesivas pela maior quantidade de raios

    ultravioletas (UVB). Aproximadamente 90% das leses de pele pr-cancerosas, loca-liza-se nas reas mais expostas ao sol (face, pescoo, mos e bra-

    os). Em homens, a lo-calizao preferencial dos melanomas a ca-bea e tronco. Em mu-lheres, braos e pernas so regies preferen-ciais dos melanomas.

    Nas pessoas morenas, as localizaes prefe-renciais so as regies das palmas das mos e plantas dos ps. O efeito da radiao so-lar cumulativo, isto , vai se processando gradativamente com a idade, o que justifica a maior freqncia de cncer de pele nas l-timas dcadas de vida.

    A incidncia do me-lanoma vem crescen-do indiscutivelmente em todo o mundo. Nos Estados Unidos, em 1935, a chance es-tatstica de um indiv-duo de pele clara ad-quirir um melanoma durante toda a vida era de 1 para 1.500.

    Em 1991, esta chance subiu para 1/105, e a previso para este ano, de 1 para 75. Apesar do aumento da incidncia, a mor-talidade est baixan-do. Atualmente, a taxa de mortalidade de 70 a 80%. Uma vez que no houve ainda um desenvolvimento significativo no trata-mento do melanoma metasttico (um tipo de melanoma mais in-vasivo), pode-se con-cluir que a diminuio da mortalidade este-ja relacionada com o diagnstico mais pre-coce e o melhor en-tendimento da ocor-rncia da doena.

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Aumento do nmero de pessoas com melanoma preocupa; cuidados devem ser dobrados no vero

    Divulgao

    Jogos eletrnicos no combate a doenas neurodegenerativas

    5Sade Dr. Freitas Junior CRBM:20.000 Biomdico Esteta e Patologista

    Doenas neurode-generativas so doenas onde ocorre a destruio pro-gressiva e irreversvel de neurnios. Quando instalada, o paciente perde gradativamente suas funes motoras, fisiolgicas e/ou sua capacidade cognitiva. Mais de 26 milhes de pessoas foram diag-nosticadas com a do-ena de Alzheimer, em 2006, e esse nmero estimado para quadru-plicar nos prximos 40 anos. Felizmente, pesquisas recentes su-gerem que uma visita regular a um sistema computadorizado co-nhecido como Acade-mia de jogos cerebrais

    no s ajuda a manter o crebro saudvel em forma, mas tam-bm pode melhorar a memria, ateno e capacidade de proces-samento cognitivo de pessoas com sintomas da doena em estgio inicial de Alzheimer e tambm na preveno deste mal, especial-mente para os que tem histrico familiar.

    Utilizando jogos de raciocnio lgico cha-mados de jogos do crebro que oferecem uma variedade de di-ferentes tipos de que-bra-cabeas, enigmas, desafios e nveis de habilidade. Assim como voc no convm exer-citar apenas um brao

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    por exemplo, voc no deve trabalhar ape-nas uma parte de sua mente. Voc pode amar palavras-cruzadas ou sudoku, mas impor-tante adicionar testes de memria, coordena-o entre a mo e olho, percepo espacial, problemas simples de matemtica, acuidade visual e auditiva e pro-blemas de lgica.

    Fique de olho nas dicas:

    1.Escolha a plataforma que ser mais confort-vel e conveniente para voc jogar. Jogos do C-rebro podem ser encon-trado por sistemas de console vdeos games domsticos, como o Big Brain Academy para o

    Wii, ou unidades mveis portteis (mini games), como o Brain Age para Nintendo DS, ou pode ser jogado em seu computa-dor, como um aplicativo de software (programa), como MindFit ou atra-vs de um portal on-li-ne como MyBrainTrainer.com ou FitBrains.com.

    2.Faa disso um com-promisso. Ns todos sa-bemos que precisamos seguir um regime regular de exerccios fsicos para manter nosso corpo em forma. No precisamos de menos para os nossos crebros. Esteja prepara-do para gastar 10 a 40 minutos pelo menos trs vezes por semana jogan-do esses jogos cerebrais. Manter ou melhorar ain-da mais essas habilidades exigir jogo continuado.

    3.Consulte seu ora-

    mento. Jogos cerebrais podem variar de preo de cerca de US$30 por ano para uma adeso on-line para um site de jogos a US$ 130 ou mais por um programa sofisti-cado para o seu compu-tador de casa.

    4.Se voc est pen-sando em comprar jogos do crebro para melho-rar o tratamento de um ente querido ou apenas para exercitar sua men-te, necessrio avaliar cuidadosamente o seu nvel de habilidade atu-al. Procure opes que iro proporcionar-lhes uma variedade de expe-rincia de incio e que continue a desafi-los a melhorar um passo de cada vez uma fase a fase do jogo. Aprender coisas novas a melhor ma-neira de construir novas

    vias neurais no crebro.5.Com a perspectiva de

    mais de 100 milhes de pessoas em todo o mun-do com a doena de Al-zheimer, novas pesquisas vo continuar a explorar a ligao entre o exerccio mental e sade cognitiva.

    Fica a Dica!

    Se voc decidir adicio-nar os jogos do crebro para o seu regime de tra-tamento para a doena de Alzheimer, tanto no com-bate como na preveno, lembre-se de manter o seu mdico informado e no circuito. Os melhores resultados em estudos fo-ram encontrados quando os jogos eram parte de um plano de tratamento glo-bal, incluindo medicao, atividade fsica e intera-o social personalizada.

  • Jogos eletrnicos no combate a doenas neurodegenerativas

    5Sade Dr. Freitas Junior CRBM:20.000 Biomdico Esteta e Patologista

    Doenas neurode-generativas so doenas onde ocorre a destruio pro-gressiva e irreversvel de neurnios. Quando instalada, o paciente perde gradativamente suas funes motoras, fisiolgicas e/ou sua capacidade cognitiva. Mais de 26 milhes de pessoas foram diag-nosticadas com a do-ena de Alzheimer, em 2006, e esse nmero estimado para quadru-plicar nos prximos 40 anos. Felizmente, pesquisas recentes su-gerem que uma visita regular a um sistema computadorizado co-nhecido como Acade-mia de jogos cerebrais

    no s ajuda a manter o crebro saudvel em forma, mas tam-bm pode melhorar a memria, ateno e capacidade de proces-samento cognitivo de pessoas com sintomas da doena em estgio inicial de Alzheimer e tambm na preveno deste mal, especial-mente para os que tem histrico familiar.

    Utilizando jogos de raciocnio lgico cha-mados de jogos do crebro que oferecem uma variedade de di-ferentes tipos de que-bra-cabeas, enigmas, desafios e nveis de habilidade. Assim como voc no convm exer-citar apenas um brao

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    por exemplo, voc no deve trabalhar ape-nas uma parte de sua mente. Voc pode amar palavras-cruzadas ou sudoku, mas impor-tante adicionar testes de memria, coordena-o entre a mo e olho, percepo espacial, problemas simples de matemtica, acuidade visual e auditiva e pro-blemas de lgica.

    Fique de olho nas dicas:

    1.Escolha a plataforma que ser mais confort-vel e conveniente para voc jogar. Jogos do C-rebro podem ser encon-trado por sistemas de console vdeos games domsticos, como o Big Brain Academy para o

    Wii, ou unidades mveis portteis (mini games), como o Brain Age para Nintendo DS, ou pode ser jogado em seu computa-dor, como um aplicativo de software (programa), como MindFit ou atra-vs de um portal on-li-ne como MyBrainTrainer.com ou FitBrains.com.

    2.Faa disso um com-promisso. Ns todos sa-bemos que precisamos seguir um regime regular de exerccios fsicos para manter nosso corpo em forma. No precisamos de menos para os nossos crebros. Esteja prepara-do para gastar 10 a 40 minutos pelo menos trs vezes por semana jogan-do esses jogos cerebrais. Manter ou melhorar ain-da mais essas habilidades exigir jogo continuado.

    3.Consulte seu ora-

    mento. Jogos cerebrais podem variar de preo de cerca de US$30 por ano para uma adeso on-line para um site de jogos a US$ 130 ou mais por um programa sofisti-cado para o seu compu-tador de casa.

    4.Se voc est pen-sando em comprar jogos do crebro para melho-rar o tratamento de um ente querido ou apenas para exercitar sua men-te, necessrio avaliar cuidadosamente o seu nvel de habilidade atu-al. Procure opes que iro proporcionar-lhes uma variedade de expe-rincia de incio e que continue a desafi-los a melhorar um passo de cada vez uma fase a fase do jogo. Aprender coisas novas a melhor ma-neira de construir novas

    vias neurais no crebro.5.Com a perspectiva de

    mais de 100 milhes de pessoas em todo o mun-do com a doena de Al-zheimer, novas pesquisas vo continuar a explorar a ligao entre o exerccio mental e sade cognitiva.

    Fica a Dica!

    Se voc decidir adicio-nar os jogos do crebro para o seu regime de tra-tamento para a doena de Alzheimer, tanto no com-bate como na preveno, lembre-se de manter o seu mdico informado e no circuito. Os melhores resultados em estudos fo-ram encontrados quando os jogos eram parte de um plano de tratamento glo-bal, incluindo medicao, atividade fsica e intera-o social personalizada.

  • Alessandra Aparecida da Silva - Professora de Educao Fsica - CREF. 054033-G/SP

    6Sade

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    xHidroginsticaComo sabemos com o passar dos anos, na me-dida em que a ida-de vai avanando, h um declnio gradual das aptides fsicas, os idosos tende a ir alterando seus hbi-tos de vida e rotina diria de atividades, por formas de ocupa-o pouco ativas. Os efeitos associados inatividade so muito srios e podem acar-retar em visvel redu-o no desempenho da habilidade motora, na capacidade de con-centrao, de reao e coordenao, gerando processos de auto-desvalorizao, apatia, insegurana, perda da motivao, isolamen-to social e solido.

    Para tanto neces-srio que se encontre uma atividade agra-dvel e que seja capaz de amenizar seno re-verter esse processo que to comum. Hoje em dia muito se tem falado sobre a HIDRO-GINTICA: que nada mais que a ginstica na gua, alm de ofere-cer um menor impacto nas articulaes, ela proporciona inmeros benefcios, como por exemplo, a manuten-

    o ou at mesmo a melhora na flexibilida-de, na fora, resistncia, no sistema cardiovas-cular e respiratrio, no relaxamento e na eli-minao das tenses.

    A hidroginstica uma das atividades mais completas e mais acessveis para esse pu-blico em questo, alm de ser uma atividade prazerosa que propor-

    ciona contato direto com os demais parti-cipantes, facilitando assim um processo de socializao que to importante para quem j deixou de trabalhar a algum tempo, ou mesmo para aqueles, que tem diversas ocu-paes, mas na maioria pouco satisfatrias ou que lhe tragam qual-quer beneficio.

    Para tanto neces-srio tomar alguns cui-dados imprescindveis para o sucesso da ativi-dade, como por exem-plo, a temperatura da gua que deve sempre estar entre 28 e 30 C, para que todos os ido-sos consigam fazer os exerccios de forma agradvel. No po9de-mos deixar de ressal-tar tambm o papel

    do professor pois este, deve elaborar um pro-grama de treinamento especifico para a Idade em questo, para que ao mesmo tempo que possamos atingir os objetivos isso se torne uma pratica interes-sante e motivadora para os idosos. Desta forma podemos propor as seguintes opes:

    Atividades recrea-

    tivas: para que haja a produo de endorfina e andrgeno, respon-svel pela sensao de bem-estar e recupera-o da auto-estima;

    Atividades de so-cializao: sempre em grupo e de carter l-dico;

    Atividades mode-radas e progressivas: preparando gradati-vamente o organismo para suportar estmu-los cada vez mais for-tes;

    Atividades de re-sistncia: com vista reduo das restries no rendimento pessoal

    Exerccios de alon-gamento: para ganho de flexibilidade e de mobilidade

    Atividades de rela-xamento: diminuindo tenses musculares e mentais.

    Podemos concluir ento que a hidro-ginstica um dos meios mais prazerosos e completos de reali-zar os exerccios que to essenciais nessa idade, um dos meios mais fceis de atingir os objetivos propostos para nossa terceira Ida-de que no so poucos. Ento escolha logo o lugar mais prximo e comece a se exercitar.

    Divulgao

    Terceira idade

  • AposentadoEm 24 de janeiro, comemora-se o Dia Nacional do Aposentado a data foi escolhida porque nesse mesmo dia, em 1923, ocorreu a assinatura da Lei Eloy Chaves, crian-do, na poca, a caixa de aposentadorias e penses para os em-pregados de todas as empresas priva-das das estradas de ferro. o marco his-trico da Previdn-cia Social, que at ento atendia ape-nas os funcionrios do governo federal. E por isso que no Dia do Aposentado, tambm comemo-rado o Dia da Previ-dncia Social.

    Envelhecer faz parte da vida, mas o grande mrito viver todas as situa-es com dignidade, em todos os tempos e ter bons motivos para comemorar cada acontecimento, com alegria, energia e equilbrio.

    Mas ainda h muito a ser feito. A profes-

    sora aposentada Do-rota Suzana Longo Tagliatela acredita que os aposentados possuem voz ativa muito forte nos dias de hoje.

    Somos eleitores conscientes e ainda temos voz perante o povo. Muitas coisas esto sendo feitas pela classe da ter-ceira idade e o go-verno deveria dar melhores condios para ns.

    E ela est certa. Muitas manifes-taes, protestos, abaixo-assinados , peties, enfim, toda forma de fazer no-tar-se que a classe ainda caminha, viva, firme e forte pelos seus direitos.

    muito justo ho-menagear quem du-rante muito tempo lutou por si e pelos seus, produzindo e consumindo, parti-cipando ativamente da vida econmica e social do pas.

    Dia do aposentado dia das histrias sempre contadas

    7Especial

    para lembrar que a vida reciclada todo dia. dia de fa-lar dos amigos. Dos companheiros de to-das as batalhas, dos cmplices de todos os sonhos, de quem ficou pelo caminho, de quem deixamos pela estrada, de quem nos ligamos pelo cimento da unio.

    Aposentado quem merece olhar sossegado tudo o que ajudou a cons-truir ao longo da vida filhos, netos, casas, praas, par-ques, avenidas, igre-jas, empresas, ban-cos, estradas, bares, satlites. Sobretudo, homens e mulheres, uma nao.

    justo comemo-rar porque ainda h fora e alegria. For-a para provar que ainda h muita vida, fora para lutar pela garantia das conquis-tas, e alegria para compartilhar com as novas geraes a ex-perincia e a mem-ria dos anos vividos.

    Dia de home-nagear a todos que se permitem sair para pescar, ca-minhar, visitar ami-gos e parentes, viajar, ou mesmo ficar sentados em uma ca-deira de ba-lano ob-servando o mundo ao redor.

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Divulgao

    Jornal dos Aposentados

    Dia Nacional do

  • 8Festas, incio de ano e...

    No ms de dezem-bro aconteceram na AAPJ (Associa-o dos Aposentados e Pensionistas de Ja) algumas confraterniza-es, que como de cos-tume, a diretoria ofe-rece aos profissionais, funcionrios, familiares e colaboradores.

    Os scios alunos da hidroginstica, tur-mas da manh e tarde, tambm realizaram um churrasco em uma ao conjunta da dire-toria, organizado pelas professoras Talita e

    Associao

    Fotos: colaborao Pedro Alberto Biazetti

    Tradicional almoo, churrasco e outros eventos aconteceram no ms de dezembro; Prdios da Associao passam por reformas

    A diretoria da AAPJ: Jos Ferro e esposa Rute, organizadores dos eventos Joel e esposa Dirce; o pre-sidente Otaclio e esposa Leonilda, Dcio e esposa Ivete no tradicional almoo de confraternizao

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Jornal dos Aposentados

    Jaqueline, colaborado-res Joel, Dirce e funcio-nrias. Em ambos os eventos, havia comida vontade, msica e cli-ma descontrado.

    Salo de bailesOutro acontecimen-

    to muito importante tambm do ms de de-zembro na AAPJ que j ficou pronta a plan-ta da reforma do salo de bailes e da farm-cia que acontecera em conjunto. A planta j foi encaminhada ao Corpo de Bombeiro para pri-

    meira vistoria e apro-vao, dando assim que aprovada, incio s reformas.

    A diretoria atravs de seu presidente, o Sr. Otaclio Antnio Rosat-ti, j solicitou ao enge-nheiro responsvel, a confeco de uma ma-quete p/ exposio aos associados e pblico em geral.

    Devido reforma, os bailes esto acontecen-do no espao da AABB (Associao Atltica Banco do Brasil) por perodo temporrio.

  • Festas, incio de ano e...Fotos: colaborao Pedro Alberto Biazetti

    Churrasco de con-fraternizao dos alunos da hidro

    9Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Casa nova! Espao SadeNa edio de feve-reiro de 2013, o Jornal dos Aposentados mos-trou a fase inicial da reforma realizada no Espao Sade, que um espao destinado aos servios voltados sade e bem-estar dos associados.

    Os recursos para a realizao da reforma, so provenientes ex-clusivamente de contri-buio dos associados, sem qualquer aporte do poder pblico. A ins-tituio conta hoje com aproximadamente 4,6 mil associados titula-res e seus dependentes (cnjuges). Hoje, quase um ano depois, ela est em fase final.

    O Espao de Sade fica localizado na rua Edgard Ferraz, 1239.

  • 10 Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014 Lenis

    Idoso tem bicicleta roubada e agredido por adolescente

    Matrcula para cursos do CMFP deve ser feita entreos dias 10 e 17 de janeiro

    Segue at 31 de janeiro o Mutiro Odontolgico pro-movido pela Diretoria de Sade de Lenis Paulista. Os atendimen-tos acontecem nas es-colas municipais zio Paccola, no Jardim Pri-mavera, e Maria Zlia Prandini Camargo, no Jlio Ferrari, no perodo da tarde e da noite.

    O atendimento ser em livre demanda. Po-dem procurar as uni-dades, nos dias e ho-rrios de atendimento, crianas, jovens e adul-tos. Nosso objetivo o diagnstico de proble-

    Mutiro odontolgico segue at o final de janeiro

    mas bucais para o tra-tamento, convida o di-retor de Sade, Mrcio Caneppele Santarm. Ele destaca que duran-te o mutiro sero rea-lizados procedimentos como restauraes, raspagens (remoo de trtaro, tratamento de gengiva) e profilaxias. uma tima oportu-nidade para o traba-lhador que no tem tempo de procurar a unidade durante a se-mana. Queremos que os lenoenses come-cem 2014 com confian-a para sorrir, finaliza Santarm.

    Divulgao Um idoso de 70 anos foi agre-dido e teve sua bicicleta roubada por um adolescente de 16 anos na lti-ma tera-feira, dia 7. J era noitinha e o idoso G.A.S. andava pela rodovia Jos Benedito Dalbem, em Lenis, quan-do foi surpreendido pelo menor que des-feriu socos e chutes contra o idoso que

    Os candidatos que realizaram a pr-ins-crio para os cursos oferecidos pelo Cen-tro Municipal de For-mao Profissional (CMFP) no primeiro se-mestre deste ano, de-vem procurar a autar-quia para a realizao da matrcula entre os dias 10 e 17 de janeiro.

    CRONOGRAMAEscola Maria Zlia

    Prandini Camargo (Jlio Ferrari)

    De 20 a 24 de janeiro

    Na segunda-feira, o atendimento ser das 14h s 16h; entre tera e quinta-feira, os pacientes po-dem procurar a unidade das 14h s 16h e entre 18h e 20h; na sexta-feira, profissionais estaro na unidade entre das 12h s 14h, e das 18h s 20h.

    De 27 a 31 de janeiro

    Atendimento de tera quinta-feira, das 14h s 16h, e de segunda, quarta e sexta-feira, das 18h s 20h

    Escola zio Paccola (Jardim Primavera)

    De 20 a 24 de janeiro

    Na segunda-feira, das 18h s 20h; de tera a sexta-feira, das 14h s 16h e das 18h s 20h

    De 27 a 31 de janeiro

    Segunda, tera e quinta-feira, das 14h s 16h e das 18h s 20h; quarta-feira, das 14h s 16h, e sexta, das 7h30 s 9h30, e das 14h s 16h

    caiu no cho. Ele en-trou em contato com a polcia que realizou as buscas, encontrando o adolescente V.S., de 16 anos, j no centro da cidade com a bicicleta roubada.

    Ambos foram enca-minhados delegacia onde o delegado ratifi-cou o flagrante.

    O menor foi apreen-dido e est sob a guar-da da Vara da Infncia e Juventude.

    De acordo com a se-cretaria do CMFP, foram realizadas 1435 inscri-es. As aulas tem incio no dia 27 de janeiro. Os cursos de costura industrial, penteado e maquiagem, manicure e depilao e inform-tica bsica e design grfico so os mais pro-curados.

    11

    Arquivo pessoal

    Economia Jornal dos Aposentados

    INSS paga benefcio com reajuste a partir do dia 27

    Tabela de pagamentos de benefcios 2014Saiba o dia certo do pagamento do seu benefcioO

    s aposentados e pensionistas que recebem o

    salrio mnimo come-aro a ter os depsi-tos de seus benefcios reajustados a partir do dia 27 deste ms.

    O calendrio de pa-gamentos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) varia de acordo com o nmero final do carto de be-nefcio do segurado.

    Os primeiros a re-ceber so os finais 1, que ganham o mnimo. (Veja no calendrio ao lado)

    Segundo o decreto assinado pela presi-dente Dilma Rousseff no dia 23 dezembro do ano passado, os benefcios no salrio

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    mnimo passam de R$ 678 para R$ 724, um reajuste de 6,78%.

    Esse aumento con-sidera a inflao pelo INPC (ndice Nacional de Preos ao Consu-midor) em 2013 mais o crescimento do PIB (Produto Interno Bru-to) de 2012.

    A previso do gover-no que a inflao do ano passado feche em 5,7%, ndice que pode-r ser utilizado tam-bm para reajustar os benefcios acima do salrio mnimo.

    Com o aumento de salrio, aumenta-se tambm a margem para os aposentados realizarem novos em-prstimos, caso neces-sitem.

  • 11

    Arquivo pessoal

    Economia Jornal dos Aposentados

    INSS paga benefcio com reajuste a partir do dia 27

    Tabela de pagamentos de benefcios 2014Saiba o dia certo do pagamento do seu benefcioO

    s aposentados e pensionistas que recebem o

    salrio mnimo come-aro a ter os depsi-tos de seus benefcios reajustados a partir do dia 27 deste ms.

    O calendrio de pa-gamentos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) varia de acordo com o nmero final do carto de be-nefcio do segurado.

    Os primeiros a re-ceber so os finais 1, que ganham o mnimo. (Veja no calendrio ao lado)

    Segundo o decreto assinado pela presi-dente Dilma Rousseff no dia 23 dezembro do ano passado, os benefcios no salrio

    Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    mnimo passam de R$ 678 para R$ 724, um reajuste de 6,78%.

    Esse aumento con-sidera a inflao pelo INPC (ndice Nacional de Preos ao Consu-midor) em 2013 mais o crescimento do PIB (Produto Interno Bru-to) de 2012.

    A previso do gover-no que a inflao do ano passado feche em 5,7%, ndice que pode-r ser utilizado tam-bm para reajustar os benefcios acima do salrio mnimo.

    Com o aumento de salrio, aumenta-se tambm a margem para os aposentados realizarem novos em-prstimos, caso neces-sitem.

  • 12 Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Culinria

    Torta de BIS com

    SorveteINGREDIENTES

    1 lata de leite con-densado4 colheres de cho-colate em p1 colher de marga-rina1 caixa de bisSorvete

    MODO DE PREPARO

    Prepare o brigadei-ro, colocando em fogo mdio o leite condensado, choco-late em p e a mar-garina. Fica pronto quando desgruda da panela.

    Montagem:

    Pique os bis e co-loque no fundo do refratrio. Depois coloque o briga-deiro (espere es-

    friar). Por ltimo cubra com o sor-vete de sua prefe-rncia. Se quiser decore com bis in-teiro. Leve ao con-gelador e aps 2 horas est pronto.

    INFORMAESADICIONAIS

    Dica: No coloque sorvete de choco-late: fica enjoativo.

    MELHORES OPES

    Creme, morango e flocos. Super rpi-do e fcil. A calda da foto brown cow, mas pode ser calda de sorvete ou outra de cho-colate de sua pre-ferncia, ou at mesmo sem.

    Divulgao

    TEMPO PREPARO: 15 min RENDE: 8 pores

  • 12 Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Culinria

    Torta de BIS com

    SorveteINGREDIENTES

    1 lata de leite con-densado4 colheres de cho-colate em p1 colher de marga-rina1 caixa de bisSorvete

    MODO DE PREPARO

    Prepare o brigadei-ro, colocando em fogo mdio o leite condensado, choco-late em p e a mar-garina. Fica pronto quando desgruda da panela.

    Montagem:

    Pique os bis e co-loque no fundo do refratrio. Depois coloque o briga-deiro (espere es-

    friar). Por ltimo cubra com o sor-vete de sua prefe-rncia. Se quiser decore com bis in-teiro. Leve ao con-gelador e aps 2 horas est pronto.

    INFORMAESADICIONAIS

    Dica: No coloque sorvete de choco-late: fica enjoativo.

    MELHORES OPES

    Creme, morango e flocos. Super rpi-do e fcil. A calda da foto brown cow, mas pode ser calda de sorvete ou outra de cho-colate de sua pre-ferncia, ou at mesmo sem.

    Divulgao

    TEMPO PREPARO: 15 min RENDE: 8 pores

    13Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Destinos

    Sulista

    Daniel Rosalin Turismo

    metros de altura e de l possvel ter uma vis-ta cinematogrfica da praia Central.

    Na parte cultural Bal-nerio tambm tem muito o que mostrar. A comear pelo Centro Cultural da cidade, que concentra as artes e a histria do municpio. No lugar ficam a biblio-teca municipal e o ar-quivo histrico, com um acervo de fotografias e jornais antigos. Museus e igrejas que ainda hoje so um verdadei-ro marco histrico bem preservado, tambm fazem parte das vrias atraes tursticas.

    Localizao Estratgica

    Dotado da maior in-fra-estrutura hoteleira

    de Santa Catarina - cerca de 100 hotis e 14 pousadas, que dis-pem de 20 mil leitos - Balnerio Cambori fica prximo a gran-des destinos tursticos. O aeroporto de Na-vegantes est locali-zado a 20 km; o Beto Carrero World, o maior parque da Amrica La-tina e o quinto maior do mundo, a 30 km; a Praia do Pinho, a pri-meira do Brasil a per-mitir a prtica do Na-turismo, situada a 9 km do centro; Florianpo-lis, a capital de Santa Catarina, que fica a 87 km de Balnerio, alm de Brusque, conhecida pelas suas indstrias txteis (45 km) e Blu-menau, com a famosa Oktoberfest (58 km).

    ParasoFotos: Divulgao Passeando pela orla central fcil perceber porque Balnerio Cam-bori considerado o maior plo turstico do Sul do Brasil e a primei-ra cidade em qualidade de vida de Santa Ca-tarina. Alm do visual paradisaco, o conjun-to de atraes prope muito entretenimento para todos os gostos e idades. So centenas de bares com msica ao vivo, restaurantes, casas de shows, boates, cervejaria, centros de compras e muito mais.

    Merecem destaque tambm os passeios de escuna pela orla cen-tral, contornando a Ilha das Cabras e desem-barcando na charmosa praia de Laranjeiras; os de helicptero, que transmitem inigua-lvel sensao de li-berdade; os passeios de Bondinho, jet-ski, pedalinho e banana-boat. Os passeios nos parques de diverses e em parques aquticos, tambm contribuem para que os momentos de lazer sejam ainda mais divertidos.

    Atraes TursticasPara o turista no

    muito informado, o Par-que Unipraias pode pa-recer apenas um meio de transporte para a Praia de Laranjeiras. Porm, quem opta pelo passeio fica deslum-brado pelas paisagens do oceano, da Mata Atlntica e da cidade. O complexo de lazer une por meio de 47 bon-dinhos trs dos mais belos pontos naturais de Balnerio Cambo-ri: Barra Sul, Morro da Aguada e Praia de La-ranjeiras.

    O Complexo Turstico Panormico Cristo Luz outra atrao imper-dvel da cidade. Locali-zado no alto do Morro da Cruz, no Bairro das Naes, o Cristo tem 33

  • 14 Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Social Lenis

    Cntia Fotografias

    Cntia Fotografias

    Cntia Fotografias

    Cntia Fotografias

    Cntia Fotografias

    Cntia Fotografias

    Cintia Fotografias

    Cntia Fotografias

    Cntia Fotografias

    Cntia Fotografias

    Confira quem passou pela Cia da Esfiha durante a semana

    Eduarda , Bruno , Solange

    Jeferson e Poliana

    Priscila e Igor

    Helder , Luiz , Heder

    Luciane , Daniel , Pablo

    Rodrigo , Klita , Jenifer

    Marcelo , Ana , Carol , Kaue

    Peterson e Jonatas

    Silmara e Eduardo

    Taize e Letilyn

  • 15Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Matilda e Tio

    Alessandra, Gilda e Maldi

    Augusto, Maria Eliza, Darci e Antonio

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. BiazettiSocial Ja

    Bailes da Associao

    Confira quem passou pelo ltimo baile de

    2013 da Associao dos Aposentados de Ja

    Dina e Rubens Tereza, Airton, Dide e Cidinha

    Dora e Ana Maria

    Dado, Paulo, Marcia, Irene e Ftima

    Antonio e Dolores

    Dolores, Julieta e Jos

    Odila e Leonildo

  • 16 Jornal dos Aposentados - Janeiro de 2014

    Social Ja

    Bailes da AAPJ

    Jos e Joaquina

    Colaborao: Pedro A. Biazetti Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Marisa e Luiz

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Colaborao: Pedro A. Biazetti

    Luiz e Maria Helena, Zilda e Jose Carlos

    Colaborao: Pedro A. BiazettiColaborao: Pedro A. Biazetti

    Ceclia e JosMaria Ins e Jac, Junior e Valdete

    Zilda e RosaPaulo e GeniOsvaldo e Lucia, Neuza e Joaquim

    A AAPJ ofereceu um delicioso almoo de confraternizao, como de costume, aos profissionais, colaboradores e seus familiares