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Author: jean-marco-rupay

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16

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-RIDO

NOME DO ALUNO NOME DO ALUNO

TITULO DA MONOGRAFIA TITULO DA MONOGRAFIA TITULO DA MONOGRAFIA TITULO DA MONOGRAFIA LOCAL DE DEFESA - ESTADO

Ano da defesa

NOME DO ALUNO NOME DO ALUNOTITULO DA MONOGRAFIA TITULO DA MONOGRAFIA

TITULO DA MONOGRAFIA TITULO DA MONOGRAFIA

Monografia apresentada Universidade Federal Rural do Semi-rido (UFERSA), como exigncia final para obteno do ttulo de especializao em ...........

Orientador: nome e instituio

Co-orientador (se houve): nome e instituio

LOCAL DE DEFESA - ESTADO

Ano da defesa

NOME DO ALUNO NOME DO ALUNO

TITULO DA MONOGRAFIA TITULO DA MONOGRAFIA TITULO DA MONOGRAFIA TITULO DA MONOGRAFIA Monografia apresentada Universidade Federal Rural do Semi-rido (UFERSA), como exigncia final para obteno do ttulo de especializao em.......

APROVADO EM ____/____/____

BANCA EXAMINADORA

___________________________________________

Prof. Dr. Pedro Marinho de Carvalho Neto - UFRPE

Orientador - Presidente

___________________________________________

Primeiro Membro

___________________________________________

Segundo Membro

AGRADECIMENTOS

A Deus pelo dom da vida, pela ajuda e proteo, pela Sua fora e presena constante, e por me guiar concluso de mais uma preciosa etapa de minha vida;

meus pais Jos Nilman de Lima e Antnia Vernica Melo de Lima, que me ensinaram a viver, e que com muita confiana, dedicao, fora e amor, me proporcionaram a realizao deste sonho. docente Karla Soares, pela grande determinao ao trabalho, e pelos dias de professora, orientadora e me em diversos momentos dedicados a mim.

DEDICONem tudo que se enfrenta pode

ser modificado, mas nada pode ser

modificado at que seja enfrentado.(Albert Einstein)

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo a obteno de um novo produto, tipo alimento de convenincia lagosta pr-cozida, estabelecendo a vida til deste, por monitoramento dos componentes fsico-qumicos como bases volteis totais (BVT) e pH e tambm por anlises microbiolgicas e sensoriais. Foram utilizadas lagostas provenientes da costa nordestina do Estado de Pernambuco, da espcie Panulirus argus, as quais foram submetidas depurao, abate, pr-cozimento e acondicionadas em caixas de isopor com gel pack. As amostras embaladas foram mantidas sob refrigerao, na faixa de 0C a 4C, quando foram submetidas s anlises no 1 dia de experimento e aos 5 e 10 dias de armazenamento refrigerado. Os teores iniciais de bases volteis totais de 19 mg/100g de amostra atingiram 27mg /100g aps 10 dias de estocagem. Quanto ao pH, manteve-se acima do permitido durante o perodo de armazenagem. Em relao qualidade microbiolgica, todas as amostras atenderam aos padres microbiolgicos estabelecidos pela legislao brasileira. Na anlise sensorial os provadores no constataram alteraes de sabor e odor at o 10 dia estocagem. Os resultados obtidos neste estudo permitem concluir que as lagostas pr-cozidas estocadas sob refrigerao se mantm aceitveis para o consumo por at 10 dias, podendo ser adotado como padro para industrializao.

Palavras-chave: vida til, armazenamento refrigerado, Panulirus argusABSTRACT

VvvvvvvvvvKey wordsLISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Mdias dos efeitos de cada tratamento seguidas pelas letras de significncia estatstica para OOPG (p>0,05) e Peso (p0,05) e Peso (p0,05) quanto aos tratamentos em relao reduo na contagem de OOPG (TABELA 1), possivelmente pelo fato dos animais estarem em constante suplementao nutricional, o que j promove um desenvolvimento imunolgico, contribuindo assim com a resistncia eimeriose, ou ainda pela provvel no ingesto suficiente de sal mineral, logo, de ionforos, em dose teraputica, apresentando resultado divergente de Vieira et al. (2004), que demonstrou influncia da salinomicina na reduo do oocistograma nas doses de 1mg/kg e 2mg/kg (p0,05) e Peso (p0,05), no decorrer de 28 avaliaes.

6 CONCLUSO

Conclui-se que a adio dos ionforos salinomicina e monensina sdica, nas dosagens respectivas de 1,5% e 1.500 ppm, a uma mistura mineral completa, no favoreceram neste estudo ao controle das eimerioses, pois no apresentaram resultado significativo quanto reduo da carga parasitria de Eimeria.

REFERNCIAS

AFONSO, J.A.B. et al. Caractersticas e indicaes clnicas dos ionforos para ruminantes. Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinria - suplemento tcnico, Braslia, n. 20, p 29-36, Mai/Ago, 2000.

AHID, S. M. M. et al. Parasitos Gastrintestinais em caprinos e ovinos da regio oeste do Rio Grande do Norte. Cincia Animal Brasileira, v. 9, n. 1, p. 212-218, jan./mar. 2008.

Anurio da Pecuria Brasileira (ANUALPEC). So Paulo: FNP Consultoria & Comrcio, 369p. 2006.

BARBOSA, P. B. B. M. et al. Espcies do gnero Eimeria Schneider, 1875 (Apicomplexa: Eimeriidae) parasitas de caprinos de no municpio de Mossor, Rio Grande do Norte. Cincia Animal, Sobral, v. 138, n.2, p. 65-72, 2003.

BARROS, N. N.; SANTOS, Y. C. C.; FERREIRA, M. P. B. Uso de promotores de crescimento para cabritos leiteiros, fase de aleitamento. Revista Cientfica de Produo Animal, So Paulo, v.1. n.1. p.09-16, 1999.

ANEXO

ANEXO A Representao grfica da contagem de clulas inflamatrias presentes nas caudas em regenerao Grupo Controle I

Incluir aqui o documento a ser anexado como indica o titulo do mesmo.

A