memorial descritivo de pavimentação asfáltica

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Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, nº 263, Centro CP.: 77760-000 ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS PROJETO PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA COM MEIO FIO, SARJETA, DRENAGEM PLUVIAL URBANA, DRENO PROFUNDO E SINALIZAÇÃO VIÁRIA HORIZONTAL E VERTICAL NO BAIRRO SOL NASCENTE MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS O presente memorial tem como objetivo a descrição e especificações técnicas, do Projeto de Pavimentação Urbana com Meio Fio, Sarjeta, Drenagem Pluvial Urbana, Dreno Profundo com Corpo Poroso e Sinalização Viária no Bairro Sol Nascente na Cidade de Colinas do Tocantins, com as seguintes características: Município: Colinas do Tocantins; Localização: Bairro Santo Antonio Fonte de Financiamento: PAC – Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas – 3° Etapa Área de Pavimentação com meio fio, Sarjeta e sinalização vertical e Horizontal : 47.557,71 Drenagem Pluvial Urbana: 3.729,38M Dreno Profundo com corpo poroso: 715,20M Os serviços a serem realizados, constantes na planilha orçamentária e representados no projeto, será fiscalizado pela equipe técnica da Prefeitura Municipal. A empresa contratada para realizar os serviços, designará pessoal técnico e equipamentos suficiente à execução dos serviços. O presente trabalho está organizado na seguinte ordem de apresentação:

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  • 1. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINSPROJETO PAVIMENTAO ASFLTICA COM MEIO FIO, SARJETA, DRENAGEM PLUVIAL URBANA, DRENO PROFUNDO E SINALIZAO VIRIA HORIZONTAL E VERTICAL NO BAIRRO SOL NASCENTE MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAES TCNICASO presente memorial tem como objetivo a descrio e especificaes tcnicas, do Projeto de Pavimentao Urbana com Meio Fio, Sarjeta, Drenagem Pluvial Urbana, Dreno Profundo com Corpo Poroso e Sinalizao Viria no Bairro Sol Nascente na Cidade de Colinas do Tocantins, com as seguintes caractersticas: Municpio: Colinas do Tocantins;Localizao: Bairro Santo AntonioFonte de Financiamento: PAC Pavimentao e Qualificao de Vias Urbanas 3 Etaparea de Pavimentao com meio fio, Sarjeta e sinalizao vertical e Horizontal : 47.557,71 MDrenagem Pluvial Urbana: 3.729,38MDreno Profundo com corpo poroso: 715,20M Os servios a serem realizados, constantes na planilha oramentria e representados noprojeto, ser fiscalizado pela equipe tcnica da Prefeitura Municipal. A empresa contratada para realizar os servios, designar pessoal tcnico e equipamentos suficiente execuo dos servios.O presente trabalho est organizado na seguinte ordem de apresentao: 1 Servios Preliminares......................................................................Pag. 02 2 Terraplanagem................................................................................Pag. 02 3 Pavimentao..................................................................................Pag. 02 4- Controle Tecnolgico Pavimento....................................................Pag. 09 5 Drenagem Superficial......................................................................Pag. 12 6 Sinalizao Viria Vertical e Horizontal.........................................Pag. 12 7 Drenagem Pluvial Urbana e Dreno Profundo................................Pag. 25 8 Critrios de Medio......................................................................Pag. 36Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO

2. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS 1.0 - SERVIOS PRELIMINARES 1.1 Placa da obra Fixao da placa da obra, que ser executada em chapa de ao galvanizado e fixada em estrutura de madeira em todos os setores, com dimenses de 4,0 metros de largura por 2,0 metros de altura, padro estabelecido pela concedente1.2 Servios topogrficos, incluindo locao, nota de servio e acompanhamento de greide, que sero executados da forma abaixo: A locao de ruas e avenidas ser feito atravs dos eixos e a partir destes medir as larguras e comprimentos das ruas e avenidas projetadas.A nota de servio ser executada aps o levantamento topogrfico dos eixos das ruas e avenidas, em seguida utilizando a inclinao e largura de projeto, determinar as cotas dos bordos.O acompanhamento de greide ser realizado aps a realizao de cada etapa dos servios de rebaixamento de pista, regularizao de subleito e estabilizao granulomtrica da base, utilizando equipamento de topografia ( teodolito e nvel ) para conferncia com a nota de servio; na locao da imprimao, do tratamento superficial duplo, do meio fio e da sarjeta utilizar medidas do projeto e nota de servio.2.0 TERRAPLENAGEM 2.1 Escavao e carga de solo de 1 categoria ( rebaixamento ) Esta operao consiste em rebaixar o terreno, de modo que a pavimentao asfltica no supere a altura do nvel das soleiras das residncias das ruas e avenidas, esta operao esta definida em projeto com a espessura de rebaixamento de 20 cm.Os equipamentos a serem utilizados nesta operao sero : motoniveladora e p mecnica.2.2 Transporte de solo de rebaixamento ( DT = Varivel / Setor ) Esta operao consiste em remover o solo proveniente do rebaixamento ( bota fora ).Os equipamentos a serem utilizados nesta operao sero os caminhes caamba.3.0 PAVIMENTAO 3.1 Regularizao e Compactao de sub-leitoTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 3. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS Esta operao destinada a conformar o leito das ruas e avenidas, quando necessrio, transversal e longitudinalmente, compreendendo cortes ou aterros at 0,20m de espessura. O que exceder a 0,20m ser considerado como terraplenagem. De um modo geral, consiste num conjunto de operaes, tais como escarificao, umidecimento ou aerao, compactao, conformao, etc, de forma que a camada concluda atenda s condies de greide e seo transversal indicados no projeto e nota de servio.Esta Especificao destina-se regularizao do subleito de ruas e avenidas a pavimentar, com terraplenagem ( rebaixamento ) j concluda.Os materiais empregados na regularizao sero os do prprio subleito. No caso de adio de materiais, estes devero provir de ocorrncias indicadas no projeto e obedecer as seguintes condies: oDimetro mximo da partcula < 76mm;oISC determinado pelo mtodo AASHTO T-99 (Proctor Normal), igual ou maior ao do material considerado no dimensionamento do pavimento como representativo do trecho em execuo;o Expanso < 2%.Os equipamentos seguintes so os indicados para execuo de regularizao e compactao do sub-leito: oMotoniveladora com escarificador;oCarro tanque distribuidor de gua;oRolos compactadores estticos, vibratrios e pneumticos;oTrator de pneu com grade de discos;oOs equipamentos de compactao e mistura sero escolhidos de acordo com o tipo de material empregado.A execuo compreender as seguintes etapas: oToda a vegetao e materiais orgnicos, porventura existentes no leito das ruas e avenidas, sero removidos.oAps a execuo de cortes e adio de material necessrio para atingir o greide de projeto, proceder-se- a uma escarificao geral na profundidade de 0,20m, seguida de pulverizao, umidecimento ou secagem, compactao e acabamento.oOs aterros, alm dos 0,20m mximos previstos, sero executados de acordo com as Especificaes de Terraplenagem.oNo caso de cortes em rocha, dever ser prevista a remoo do material de enchimento existente, at a profundidade de 0,30m, e substituio por material de camada drenante apropriada.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 4. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS oO grau de compactao dever ser, no mnimo, 100% em relao massa especfica aparente seca mxima, obtida na energia do Proctor Intermedirio.3.2 Limpeza superficial da camada vegetal em jazida A execuo compreender na execuo de desmatamento, destocamento de rvores com dimetro inferior a 15 cm e na limpeza superficial da camada vegetal existente na rea de extrao do material de jazida.3.3 Expurgo de jazida A execuo compreender na retirada da camada inicial da jazida com espessura mdia de 10 cm.3.4 Escavao e carga de material de jazida 1 categoria A execuo compreender na escavao do material de jazida e carga dos caminhes, a espessura mdia de escavao de 1,0 metro.3.5 Transporte local com caminho basculante do material de jazida A execuo compreender no transporte do material de jazida da origem at o setor em execuo utilizando caminhes basculantes e descarregados com orientao do apontador do trecho.3.6 Estabilizao granulomtrica de solo sem mistura ( base ) Esta operao consiste na execuo de bases granulares para as ruas e avenidas, constitudas de camadas de solos e compreende as operaes de espalhamento, mistura e pulverizao, umedecimento ou secagem, compactao e acabamento dos materiais importados, realizados na pista, devidamente preparada na largura desejada, nas quantidades que permitam, aps compactao, atingir a espessura projetada.Os materiais a serem empregados devero preencher os seguintes requisitos:Devero possuir composio granulomtrica que enquadre em uma das faixas do quadro abaixoTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 5. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINSFAIXAPENEIRASmm 50,81 2 3/8 N 4 N 10 N 40 N 20025,4 9,5 4,8 2,0 0,42 0,074A 100 30-65 25-55 15-40 8-20 2-8B 75-90 40-75 30-60 20-45 15-30 5-15C 100 100 50-85 35-65 25-50 15-30 5-15D 100 60-100 50-85 40-70 25-45 5-20A frao que passa na peneira n 40 dever apresentar limite de liqudez inferior ou igual a 25% e ndice de plasticidade inferior ou igual a 6%; quando esses limites forem ultrapassados, o equivalente de areia dever ser maior que 30%.A porcentagem do material que passa na peneira n 200, no deve ultrapassar 2/3 da porcentagem que passa na peneira n40.O ndice de Suporte Califrnia, no dever ser inferior a 60% e a expanso mxima ser de 0,5%, determinados segundo o mtodo do DNER-ME 49-64 e com a energia do mtodo DNER-ME 48-64.O agregado retido na peneira n 10, deve ser constitudo de partculas duras e durveis, isentas de fragmentos moles, alongados ou achatados, isentos de matria vegetal outra substncia prejudicial. Quando submetido ao ensaio de Los Angeles, no dever apresentar desgaste superior a 55%.A execuo da compactao dever atingir grau no mnimo 100%, em relao massa especfica aparente, seca, mxima, obtida no ensaio DNER-ME 48-64, e o teor de umidade dever ser a umidade tima do ensaio citado (+ ou - ) 2%Os equipamentos indicados para a execuo da base sero os seguintes:oMotoniveladora com escarificadoroCarro-tanque distribuidor de guaoRolos compactadores tipos p-de-carneiro esttico, vibratrio e pneumticos.oTrator de pneus com grade de disco3.7 Imprimao Consiste a imprimao na aplicao de uma camada de material betuminoso sobre a superfcie de uma base concluda, antes da execuo de um revestimento betuminoso qualquer, objetivando:Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 6. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS oAumentar a coeso de superfcie da base, pela penetrao do material betuminoso empregado.o o Promover condies de aderncia entre a base eo revestimento. Impermeabilizar a base.O material a ser empregado ser o asfalto diludo, tipo CM-30, escolhido em funo do material da base e a taxa de aplicao ser aquela que for absorvida pela base em 24 horas, devendo ser de 0,8 a 1,6 kg/m, em funo da textura da base.A execuo ser feita aps a perfeita conformao geomtrica da base, procede-se varredura da sua superfcie, de modo a eliminar o p e o material solto existente, aplica-se a seguir o material betuminoso adequado, na temperatura e quantidade compatvel com seu tipo. As faixas de viscosidade recomendadas para espalhamento so de 20 a 60 segundos Saybolt-FurolOs equipamentos compreende de vassoura mecnica rotativa e caminho espargidor ou veculo equipado com bomba reguladora de presso.3.8 Tratamento Superficial Duplo (TSD) O tratamento superficial duplo, com capa selante por penetrao invertida, um revestimento constitudo de duas aplicaes alternadas de emulso asfltica ( RR 2C ), e duas camadas de agregados, com uma aplicao de final de agregado mido ( p de pedra ou areia lavada ), sobre emulso diluda com gua na proporo de 1:1.A primeira aplicao do betume feita diretamente sobre a base imprimada, e coberta, imediatamente, com agregado grado ( brita n 01 ) constituindo a primeira camada do tratamento. A segunda camada semelhante primeira , usando agregado mido ( brita n 00 ).A capa selante feita no final, sendo lanado material mido sobre emulso diluda.Os materiais a serem utilizados sero: oO material betuminoso ser a emulso asfltica do tipo RR-2C, e sua temperatura de aplicao a que proporcionar melhor espalhamento ( 60 graus } e a faixa de viscosidade ser de 25 a 100 segundos, Saybolt-Furol.oA taxa de aplicao ser de 1,3 l/m na primeira aplicao; 1,2 l/m na segunda aplicao e 1,2 l/m na terceira aplicao.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 7. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS oOs agregados sero de pedra britada de boa qualidade, onde o desgaste de Los Angeles no deve ser superior a a 40% e a graduao dos agregados , deve obedecer ao especificado no quadro seguinte:DESIGNAO 1" 100 -A B C DGRANULOMETRIA % EM PESO QUE PASSA NA PENEIRA DA MALHA QUADRADA DE 3/4" 1/2' 3/8" n 4 n 8 n 16 90-100 20-55 0-15 0-5 100 90-100 40-70 0-15 0-5 100 85-100 10-30 0-10 0-5 100 85-100 10-40 0-10n 50 0-5A granulometria dos agregados dever ser uniformemente graduado e com dois tipos de granulometria distintos, um para a primeira aplicao (Faixa A ou B) e outro para a segunda aplicao (Faixa C ou D). A faixa do agregado fino funo da faixa escolhida para o agregado grosso, devendo o tamanho mximo daquele ser igual a metade do tamanho mximo deste.As taxas de aplicao dos agregados devero ser de: 20 kg/m na primeira camada, 10 kg/m na segunda camada e de 10 kg/m na capa selante.Os equipamentos devem ser cuidadosamente examinado pela Fiscalizao, devendo dela receber a aprovao, Os carros distribuidores de ligante asfltico devem ser especialmente construdos para essa finalidade, providos de rodas pneumticas e de suspenso adequadamente rgida, devendo dispor de: sistema autnomo de aquecimento e de circulao do ligante, isolamento trmico, bomba de presso regulvel, controle de velocidade (tacmetro ou "quinta roda"), calibradores,termmetros apropriados em locais de fcilacesso, espargidor de operao manual (ou "caneta"). Os distribuidores de agregado devem ser preferencialmente auto-propelidos, permitindo-se tambm os chamados "spreaders" (rebocvel pelo caminho )Pode-se trabalhar somente com rolos pneumticos ou rolos lisos e preferencialmente com a combinao de ambos. O rolo liso deve ser "tandem" e apresentar a relao peso/largura de roda no intervalo de 25 a 45kgf/cm. O rolo pneumtico deve ser auto-propelido e permitir uma calibragem de pneus que abranja, pelo menos, a faixa de 35 a 120lb/pol (2,5 8,4kgf/cm).A execuo do tratamento superficial duplo envolve basicamente as seguintes operaes:Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 8. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS olimpeza da superfcie subjacente - A superfcie da camada subjacente deve se apresentar completamente limpa, isenta de p, poeira ou de outros elementos. A operao de limpeza pode se processar por equipamentos mecnicos (vassouras rotativas, jatos de ar comprimido ou carro pipa provido com mangueira de presso ou, em circunstncias especiais, mesmo por varredura manual). Eventuais poas d'gua, principalmente nos bordos que apresentem elevaes de materiais acumulados, devem ser previamente eliminadas.oPrimeiro espargimento do ligante asfltico - Procedida a limpeza, o espargimento do ligante asfltico s dever ser processado se as condies atmosfricas forem propcias. Recomenda-se, pois, no iniciar os trabalhos antes do nascer do sol (superfcie adjacente fria e mida), sendo proibida a operao quando:a)temperatura ambiente for inferior a 12C para os cimentos asflticos e para as emulses;b) em dias de chuva ou sob superfcies molhadas; se o ligante for emulso, admite-se a execuo desde que a camada subjacente no se apresentar encharcada.oA temperatura de aplicao do material betuminoso dever ser determinada para cada tipo de ligante, em funo da relao temperatura-viscosidade. Quando do trabalho em temperaturas excessivamente elevadas, cuidados devem ser tomados ao verificar-se a tendncia dos agregados, aquecidos pelo sol, aderirem aos pneus dos rolos e veculos. No caso de utilizao de agentes melhoradores de adesividade exige-se que este aditivo seja adicionado ao cimento-asfltico, no canteiro da obra, obrigando-se processar a circulao da mistura ligante asfltico-aditivo. Preferencialmente, deve-se fazer esta mistura com a circulao do ligante betuminoso, no caminho. Os materiais asflticos devero ser aplicados de uma s vez em toda a largura a ser trabalhada e o espargidor ajustado e operado de modo a distribuir o material uniformemente; depsitos excessivos de material asfltico devem ser prontamente eliminados. A extenso do banho asfltico em cada etapa construtiva dever ser condicionada s seguintes exigncias: a)Manuteno da capacidade de "molhagem" (adesividade ativa), garantida ao no se deixar arrefecer os ligantes aplicados a quente ou processar a ruptura das emulses asflticas; as extenses a serem executadas no devem exceder a 300m;Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 9. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS b) Capacidade operacional de cobertura rpida com os agregados; no caso de paralisao sbita e imprevista do distribuidor, os agregados devero ser espalhados manualmente, na superfcie j coberta com o material asfltico. 3.8. Primeira distribuio dos agregados; A operao de espalhamento do agregado dever ser realizada pelo equipamento especificado, o qual dever se deslocar sobre a camada de agregado que est sendo aplicada. 3.9. Eventuais falhas de uniformidade de espalhamento podero ser corrigidas manualmente.Compresso da primeira camada; Imediatamente aps o espalhamento do agregado deve ser iniciada a rolagem, junto com a varredura com vassoura de arraste.Nos trechos em tangente a compresso deve iniciar pelos bordos e progredir para o eixo e nas curvas deve progredir sempre do bordo mais baixo para o mais alto.O nmero de passadas do rolo compressor deve ser, no mnimo trs, sendo que cada passada dever cobrir a anterior em, pelo menos, 0,30m de largura.A rolagem prosseguir somente at se obter uma superfcie lisa, inteiramente compactada, com as partculas do agregado convenientemente acomodadas. Deve ser evitado qualquer excesso que provoque o esmagamento do agregado.Acredita-se que a compresso total se processe ao cabo de um nmero mximo de cinco coberturas.A velocidade dos rolos compressores deve ser limitada e compatvel com a inverso das marchas que se faz necessria. Devem ser atendidas as orientaes:Primeiras passagens: 2 a 3km/h;Passagens restantes: 8 a 10km/h (com presso de enchimento dos pneus da ordem de 100 a 120lb/pol). fundamental que a primeira rolagem se processe imediatamente aps a distribuio dos agregados, compondo a integrao do comboio de execuo (espargidor de ligante distribuidor de agregados - rolos de compresso), a ser disposto seqencialmente, e de forma igualmente espaada. As passagens subseqentes podero ser efetuadas com maior intervalo de tempo3.10.Segundo espargimento do ligante asfltico;A seguir ser executada a segunda aplicao de material asfltico, seguindo-se de imediato ao espalhamento do agregado fino. Segue-se a rolagem da segunda camada de agregado, obedecendo-se para as diversas operaes relativas a mesma, procedimentos idnticos aos indicados para a primeira camada.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 10. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS 3.11.Segunda distribuio do agregado (segunda camada): idem a primeira distribuio3.12.Compresso da segunda camada: idem a primeira compresso.3.13.Espargimento do diludo: idem ao primeiro espargimento.3.14.Distribuio do agregado mido: idem a primeira distribuio.3.15.Eliminao dos rejeitos;A forma de composio dos agregados nos tratamentos superficiais implica numa inevitvel parcela de rejeio, necessria e perfeita composio do mosaico de agregados. Esta rejeio no deve exceder a 20%, na segunda camada, e deve ser eliminada com a varredura mecnica. 3.16.Liberao ao trfego.A liberao ao trfego de um trecho de tratamento superficial recm construdo e sempre delicado. O momento ideal corresponde aquele em que o ligante (puro ou residual) atinge seu estgio de consistncia "definitivo", condio esta possvel de se obter somente em estradas no sujeitas ao trfego do usurio. Especificadamente, tendo-se em conta o tipo de ligante asfltico, recomenda-se, que o trfego s dever ser liberado aps se assegurar o desenvolvimento completo da adesividade passiva (resistncia ao arrancamento), propriedade que, nesta alternativa, requer tempos maiores; esta avaliao deve ser efetuada no comeo da obra, estabelecendo-se, para orientao inicial, um repouso mnimo da ordem de 48 horas, o qual poder ser alargado consoante as constataes. 4.CONTROLE TECNOLGICO A condio essencial que os materiais empregados no tratamento superficial duplo tenhamcaractersticas satisfazendo s Especificaes Gerais deste memorial. 4.8.Emulses asflticasA emulso asfltica s poder ser descarregada no canteiro de servio se forem preenchidas as exigncias desta Especificao: oEm todo o carregamento de emulso que chegar obra, sero realizados os seguintes ensaios: a)Viscosidade Saybolt-Furol (Mtodo P-MB-581);b)Peneirao (P-MB-609);c)Carga de partcula (P-MB-563);d)% de CAP residual (Mtodo Expedito - "Coloca-se cerca de 200g de emulso num recipiente o mais leve possvel, ao fogo direto, at constncia de peso; por diferena de peso calcula-se a porcentagem de CAP residual, em relao ao peso da amostra").4.9.Controle de qualidade de agregadosO controle de qualidade dos agregados constar do seguinte:Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 11. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS oAnlises granulomtricas, para cada dia de trabalho;o Ensaio de lamelaridade, para cada 200m; ou quando houver uma mudana pela observao visual da lamelaridade do material; o Ensaio de sanidade e Abraso Los Angeles, quando houver variao da natureza do material, ou a critrio da Fiscalizao; o Ensaio de adesividade para todo carregamento de ligante betuminoso que chegar obra e sempre que houver variao da natureza do material. 4.10.Controle de temperatura de aplicao do ligante betuminosoA temperatura do ligante betuminoso deve ser verificada no caminho distribuidor, imediatamente antes da aplicao. 4.11.Controle de quantidade do ligante betuminosoSer feito mediante a pesagem do carro distribuidor, antes e depois da aplicao do material betuminoso. No sendo possvel a realizao do controle por este mtodo, admite-se seja feito por um dos modos seguintes: a)coloca-se na pista uma bandeja de peso e rea conhecidos. Por uma simplespesada, aps a passagem do carro distribuidor tem-se a quantidade do material betuminoso usado; b)utilizao de uma rgua de madeira, pintada e graduada, que possa dar,diretamente, pela diferena de altura do material betuminoso no tanque do carro distribuidor, antes e depois da operao a quantidade de material consumido. 4.12.Controle de quantidade e uniformidade do agregadoDevem ser feitos, para cada dia de operao, pelo menos dois controles da quantidade de agregado aplicado. Este controle feito colocando-se na pista, alternadamente, recipientes de peso e rea conhecidos. Por simples pesadas, aps a passagem do distribuidor. ter-se- a quantidade de agregado realmente espalhada. Este mesmo agregado que servir para o ensaio de granulometria, que controlar a uniformidade do material utilizado. Tolerncia 10%. 4.13.Uniformidade de espalhamento longitudinalTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 12. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS Ser verificada mediante o emprego de bandejas com forma retangular ou quadrada, com 0,25m de rea, distribuda ao longo da linha que passa pelo centro da faixa a ser tratada, com espaamento de 100m. A diferena de peso "p" da bandeja com e sem asfalto, em quilograma, permite calcular a taxa empregada pela frmula: o 4.14.Taxa = 4.p (kg/m).Uniformidade de espalhamento transversalSer verificada, a critrio da Fiscalizao, com pedaos de tecido de algodo com 0,l0m x 0,20m, colocados em folhas metlicas e colocadas transversalmente na estrada. Os pedaos de tecido de algodo com as folhas de papel so pesados antes e aps a aplicao do asfalto, obtendo-se, assim, o peso do asfalto distribudo. A tolerncia de variao na distribuio transversal fixada em 10% da taxa especificada. 4.15.Determinao da taxa mdia para cada trechoA taxa mdia para cada trecho calculada em kg/m, e obtida atravs da diviso do peso de asfalto pela rea em que foi aplicado: Taxamdia =P ( kg / m 2 ) lxe onde:P= peso de asfalto aplicado, em quilograma, definido pela pesagem do caminho espargidorantes e depois da aplicao na pista; l= extenso aplicada, em metros;e= largura da aplicao, em metros.4.16.Controle geomtricoO controle geomtrico, no tratamento superficial, dever constar de uma verificao do acabamento da superfcie. Esta ser feita com duas rguas, uma de 1,00m e outra de 3,00m de comprimento, colocadas em ngulo reto e paralelamente ao eixo da estrada, respectivamente. A variao da superfcie, entre dois pontos quaisquer de contato, no deve exceder 0,5cm, quando verificada com qualquer das duas rguas.5.DRENAGEM SUPERFICIALTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 13. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS 5.8.DefinioO meio-fio, um elemento pr-moldado em concreto destinado a separar a faixa de pavimentao da faixa de passeio. A sarjeta e o sarjeto so canais triangulares longitudinais destinados a coletar e conduzir asguas superficiais da faixa pavimentada e da faixa de passeio ao dispositivo de drenagem, boca de lobo, galeria etc. Os meios-fios, as sarjetas e os sarjetes so assentados sobre um lastro de concreto de acordo com especificaes de projeto. 5.9.MateriaisO concreto utilizado nas sarjetas e sarjetes devem atender as NBR 6118(1), NBR 12654(2) eNBR 12655(3). O concreto deve ser dosado racionalmente e deve possuir as seguintes resistncias caractersticas: 5.10. o5.11.Meios-fios pr- moldados, sarjetas e sarjetes moldados no local: fck 20 MPa; Lastro de concreto: fck 15 MPa.EquipamentosAntes do inicio dos servios, todo equipamento deve ser inspecionado e aprovado pela Secretaria Municipal de Obras, Saneamento, Habitao e Urbanismo. Os equipamentos bsicos necessrios aos servios de assentamento de meios-fios e execuo de sarjetas e sarjetes compreendem: Caminho basculante;Caminho de carroceria fixa;Betoneira ou caminho-betoneira;P-carregadeira;Compactador porttil, manual ou mecnico;Ferramentas manuais, p, enxada etc.Extrussora.5.12.ExecuoOs meios-fios e sarjetas devem obedecer s dimenses representadas no PP-DE-H07/005. Os meios-fios devem ser executados em peas de 1,00 m de comprimento, as quais devem ser vibradas at seu completo adensamento e, devidamente curadas antes de sua aplicao. Seu comprimento deve ser reduzido para a execuo de segmentos em curva.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 14. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS O concreto empregado na moldagem dos meios-fios, sarjetas e sarjetes devem possuir resistncia mnima de 20 MPa no ensaio de compresso simples, aos 28 dias de idade. As formas para a execuo dos meios-fios devem ser metlicas, ou de madeira revestida, que permita acabamento semelhante quele obtido com o uso de formas metlicas. Para o assentamento dos meios-fios, sarjetas e sarjetes, o terreno de fundao deve estar com sua superfcie devidamente regularizada, de acordo com a seo transversal do projeto, apresentando-se liso e isento de partculas soltas ou sulcadas e, no deve apresentar solos turfosos, micceos ou que contenham substncias orgnicas. Devem estar, tambm, sem quaisquer de infiltraes d'gua ou umidade excessiva. Para efeito de compactao, o solo deve estar no intervalo de mais ou menos 1,5% em torno da umidade tima de compactao, referente ao ensaio de Proctor Normal. No permitida a execuo dos servios durante dias de chuva. Aps a compactao, deve-se umedecer ligeiramente o terreno de fundao para o lanamento do lastro. Sobre o terreno de fundao devidamente preparado, deve ser executado o lastro de concreto das sarjetas e sarjetes, de acordo com as dimenses especificadas no projeto. O lastro deve ser apiloado, convenientemente, de modo a no deixar vazios. O assentamento dos meios-fios deve ser feito antes de decorrida uma hora do lanamento do concreto da base. As peas devem ser escoradas, nas juntas, por meio de bolas de concreto com a mesma resistncia da base. Depois de alinhados os meios-fios, deve ser feita a moldagem das sarjetas, utilizando-se concreto com plasticidade e umidade compatvel com seu lanamento nas formas, sem deixar buracos ou ninhos. As sarjetas e sarjetes devem ser moldados in loco, com juntas de 1 cm de largura a cada 3 m. Estas juntas devem ser preenchidas com argamassa de cimento e areia de trao 1:3. A colocao do meio-fio deve preceder execuo da sarjeta adjacente. Estes dispositivos devem estar concludos antes da execuo do revestimento betuminoso.5.13.Controle 5.13.1. Materiais O controle do material deve ser executado atravs dos seguintes procedimentos: a) determinar a resistncia compresso do concreto utilizado sarjetas e sarjetes em corpos de prova cilndricos, de acordo com a NBR 5739(4); b) para um lote de 10 unidades de cada 300 peas de meio-fio, destacadas aleatoriamen te, devem ser feitas as seguintes verificaes: Verificao da forma, presena de materiais de desintegrao e condies das arestas;Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 15. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS 5.14.Verificao das dimenses das guias pr-moldas.Geometria e AcabamentoO controle da geometria deve ser executado atravs dos seguintes procedimentos: oNivelamento do fundo da vala para execuo dos meios-fios e sarjetas de 5 m em 5 m;oNivelamento dos meios fios, sarjetas de 5 m em 5 m;oMedidas da largura das sarjetas de 5 m e 5 m;oAlinhamento do meio-fio de 5 m e 5 m e entre eles com fio de arame, nos trechos retos;o 5.15.As condies de acabamento devem ser verificadas visualmente.AceitaoOs servios so aceitos e passveis de medio desde tenham sido atendidas as exigncias estabelecidas nesta especificao. 5.16.MateriaisOs lotes de meio-fio pr-moldados so recebidos e aceitos desde que acompanhados de certificado de qualidade. O concreto utilizado nas sarjetas e sarjetes so aceitos desde que possuam resistncia a compresso caracterstica maior ou igual a 20 MPa. 5.17.Geometria e AcabamentoOs servios executados so aceitos desde que as seguintes condies sejam atendidas: a) a variao admitida do nivelamento do fundo das valas de 2 cm; em relao a de projeto; b) a variao admitida da largura do fundo das valas de 0,5 cm, em relao a de projeto; c) a tolerncia para alinhamento de 0,5 cm em qualquer ponto. d) quanto espessura e cotas do revestimento em concreto, e) na inspeo visual, o acabamento seja julgado satisfatrio.6.SINALIZAO HORIZONTAL E VERTICAL Os parmentros utilizados foi a Resoluo do CONTRAN N 180, DE 26 de agosto de 2005 que aprovou o Manual Brasileiro de Sinalizao de Trnsito, VOLUME I Sinalizao Vertical de Regulamentao e VOLUME IV Sinalizao Horizontal.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 16. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINSSinalizao Horizontal6.8.6.8.1.DefinioA sinalizao horizontal um subsistema da sinalizao viria composta de marcas, smbolos e legendas, apostos sobre o pavimento da pista de rolamento com a finalidade de fornecer informaes que permitam aos usurios das vias adotarem comportamentos adequados, de modo a aumentar a segurana e fluidez do trnsito, ordenar o fluxo de trfego, canalizar e orientar os usurios da via. 6.8.2.FunoA sinalizao horizontal tem a finalidade de transmitir e orientar os usurios sobre as condies de utilizao adequada da via, compreendendo as proibies, restries e informaes que lhes permitam adotar comportamento adequado, de forma a aumentar a segurana e ordenar os fluxos de trfego. A sinalizao horizontal classificada segundo sua funo: Ordenar e canalizar o fluxo de veculos;Orientar o fluxo de pedestres;Orientar os deslocamentos de veculos em funo das condies fsicas da via, tais como, geometria, topografia e obstculos;Complementar os sinais verticais de regulamentao, advertncia ou indicao, visando enfatizar a mensagem que o sinal transmite;Regulamentar os casos previstos no Cdigo de Trnsito Brasileiro (CTB).Em algumas situaes a sinalizao horizontal atua, por si s, como controladora de fluxos. Pode ser empregada como reforo da sinalizao vertical, bem como ser complementada com dispositivos auxiliares. 6.8.3.Padro de formas e coresA sinalizao horizontal constituda por combinaes de traado e cores que definem os diversos tipos de marcas virias. 6.8.3.1. Padro de formas: Contnua: corresponde s linhas sem interrupo, aplicadas em trecho especfico de pista;Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 17. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS Tracejada ou Seccionada: corresponde s linhas interrompidas, aplicadas em cadncia, utilizando espaamentos com extenso igual ou maior que o trao;Setas, Smbolos e Legendas: correspondem s informaes representadas em forma de desenho ou inscritas, aplicadas no pavimento, indicando uma situao ou complementando a sinalizao vertical existente.6.8.3.2. Padro de cores: Amarela, utilizada para: a) b)Regulamentar ultrapassagem e deslocamento lateral;c)Delimitar espaos proibidos para estacionamento e/ou parada;d) Separar movimentos veiculares de fluxos opostos;Demarcar obstculos transversais pista (lombada).Branca, utilizada para: a)Separar movimentos veiculares de mesmo sentido;b) Delimitar reas de circulao; c)Delimitar trechos de pistas, destinados ao estacionamento regulamentado de veculos em condies especiais;d) Regulamentar faixas de travessias de pedestres; e) Regulamentar linha de transposio e ultrapassagem; f) g) Demarcar linha de reteno e linha de D a preferncia; Inscrever setas, smbolos e legendas.Vermelha, utilizada para: a)Demarcar ciclovias ou ciclofaixas;b) Inscrever smbolo (cruz). Azul, utilizada como base para: Inscrever smbolo em reas especiais de estacionamento ou de parada para embarque e desembarque para pessoas portadoras de deficincia fsica.Preta, utilizada para: Proporcionar contraste entre a marca viria/inscrio e o pavimento, (utilizada principalmente em pavimento de concreto) no constituindo propriamente uma cor de sinalizao.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 18. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS A utilizao das cores deve ser feita obedecendo-se aos critrios abaixo e ao padro Munsell indicado ou outro que venha a substituir, de acordo com as normas da ABNT.6.8.4.MateriaisNa sinalizao horizontal ser utilizadas tintas tinta retrorrefletiva a base de resina acrlica. 6.8.5. Aplicao e manuteno da sinalizaoPara a aplicao de sinalizao em superfcie com revestimento asfltico ou deconcreto novos, deve ser respeitado o perodo de cura do revestimento. Caso noseja possvel, a sinalizao poder ser executada com material temporrio, tal como tinta de durabilidade reduzida;A superfcie a ser sinalizada deve estar seca, livre de sujeira, leos, graxas ou qualquer outro material que possa prejudicar a aderncia da sinalizao ao pavimento;Na reaplicao da sinalizao deve haver total superposio entre a antiga e a nova marca/inscrio viria. Caso no seja possvel, a marca/inscrio antiga deve ser definitivamente removida. 6.8.6.Classificao: A sinalizao horizontal classificada em:Marcas Longitudinais separam e ordenam as correntes de trfego;Marcas Transversais ordenam os deslocamentos frontais dos veculos e disciplinam os deslocamentos de pedestres;Marcas de Canalizao orientam os fluxos de trfego em uma via;Marcas de Delimitao e Controle de Parada e/ou Estacionamento delimitam e propiciam o controle das reas onde proibido ou regulamentado o estacionamento e/ou a parada de veculos na via;Inscries no Pavimento melhoram a percepo do condutor quanto as caractersticas de utilizao da via.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 19. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS Marcas Longitudinais (referncias do manual) As marcas longitudinais separam e ordenam as correntes de trafego, definindo a parte a pista destinada circulao de veculos, a sua diviso em faixas de mesmo sentido, a diviso de fluxos opostos, as faixas de uso exclusivo ou preferencial de espcie de veiculo, as faixas reversveis, alem de estabelecer as regras de ultrapassagem e transposio.As marcas longitudinais amarelas, continuas simples ou duplas, tem poder de regulamentao, separam os movimentos veiculares de fluxos opostos e regulamentam a proibio de ultrapassagem e os deslocamentos laterais, exceto para acesso a imvel lindeiro;As marcas longitudinais amarelas, simples ou duplas seccionadas ou tracejadas, no tem poder de regulamentao, apenas ordenam os movimentos veiculares de sentidos opostos;As marcas longitudinais brancas continuas so utilizadas para delimitar a pista (linha de bordo) e para separar faixas de transito de fluxos de mesmo sentido. Neste caso, tem poder de regulamentao de proibio de ultrapassagem e transposio;As marcas longitudinais brancas, seccionadas ou tracejadas, no tem poder de regulamentao apenas ordena os movimentos veiculares de mesmo sentido. De acordo com a sua funo as Marcas Longitudinais so subdivididas nos seguintes tipos: o oLinhas de diviso de fluxos de mesmo sentido (LMS);oLinha de bordo (LBO);oLinha de continuidade (LCO).o 6.8.7.Linhas de diviso de fluxos opostos (LFO);Marcas longitudinais especificas. Marcas Longitudinais adotadas no projetoPelas condies especfica da rea de interveno ser adotado a linha simples seccionada (LFO2) e a (LFO-3) LFO-2 Definio: A divide fluxos opostos de circulao, delimitando o espao disponvel para cada sentido e indicando os trechos em que a ultrapassagem e os deslocamentos laterais so permitidos.Cor: Amarela.Dimenses: Esta linha deve ter medidas de trao e espaamento (intervalo entre traos), definidas em funo da velocidade regulamentada na via, conforme quadro a seguir:Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 20. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINSPrincpios de utilizao: A LFO-2 pode ser utilizada em toda a extenso ou em trechos de vias de sentido duplo de circulao.Utiliza-se esta linha em situaes, tais como: oVias urbanas com velocidade regulamentada superior a 40 km/h;oVias urbanas, em que a fluidez e a segurana do trnsito estejam comprometidas em funo do volume de veculos;oRodovias, independentemente da largura, do nmero de faixas, da velocidade ou do volume de veculos.Colocao Em geral aplicada sobre o eixo da pista de rolamento, ou deslocada quando estudos de engenharia indiquem a necessidade.Relacionamento com outras sinalizaes : Podem ser aplicadas tachas contendo elementos retrorrefletivos bidirecionais amarelos, para garantir maior visibilidade, tanto no perodo noturno quanto em trechos sujeitos a neblina.Ilustrao da LFO-2:Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 21. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS(LFO-3)Linha dupla contnua Definio:A LFO-3 divide fluxos opostos de circulao,delimitando o espao disponvel para cada sentido e regulamentando os trechos em que a ultrapassagem e os deslocamentos laterais so proibidos para os dois sentidos, exceto para acesso a imvel lindeiro. Cor: Amarela.Dimenses A largura (l) das linhas e a distncia (d) entre elas de no mnimo 0,10 m e no mximo de 0,15 m.Princpios de utilizao: A LFO-3 deve ser utilizada em toda a extenso ou em trechos de via com sentido duplo de circulao, com largura igual ou superior a 7,00 m e/ou volume veicular significativo, nos casos em que necessrio proibir a ultrapassagem em ambos os sentidos.Utiliza-se esta linha em situaes, tais como: oEm via urbana onde houver mais de uma faixa de trnsito em pelo menos um dos sentidos;oEm via com traado geomtrico vertical ou horizontal irregular (curvas acentuadas) que comprometa a segurana do trfego por falta de visibilidade;oEm casos especficos, tais como: faixas exclusivas de nibus no contrafluxo; em locais de transio de largura de pista;oAproximao de obstruo; proximidades de intersees ou outros locais onde os deslocamentos laterais devam ser proibidos, como pontes e seus acessos, em frente a postos de servios, escolas, intersees que comprometa a segurana viria e outros.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 22. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINSColocao: aplicada sobre o eixo da pista de rolamento, ou deslocada quando estudos de engenharia indiquem a necessidade. Em vias urbanas, para maior segurana junto s intersees que apresentam volume considervel de veculos, recomenda-se o uso de linha dupla contnua nas aproximaes, numa extenso mnima de 15,00 m, contada a partir de 2,00 m do alinhamento da pista transversal ou da faixa de pedestres, ou junto linha de reteno.Ilustrao da LFO-3:6.8.8. Marcas Transversais (referncia manual)Definio: As marcas transversais ordenam os deslocamentos frontais dos veculos e os harmonizam com os deslocamentos de outros veculos e dos pedestres, assim como informam os condutores sobre a necessidade de reduzir a velocidade e indicam travessia de pedestres e posies de parada. De acordo com a sua funo, as marcas transversais so subdivididas nos seguintes tipos: oLinha de Reteno (LRE);oLinhas de Estmulo Reduo de Velocidade (LRV);oLinha de D a preferncia (LDP);oFaixa de Travessia de Pedestres (FTP);oMarcao de Cruzamentos Rodociclovirios (MCC);oMarcao de rea de Conflito (MAC);oMarcao de rea de Cruzamento com Faixa Exclusiva (MAE);oMarcao de Cruzamento Rodoferrovirio (MCF).Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 23. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINSConsiderando as demandas especficas da rea de interveno do projeto, as Marcas transversais adotadas foi a Linha de Reteno (LRE) com as seguintes caractersticas:Definio: A LRE indica ao condutor o local limite em que deve parar o veculo.Cor: Branca.Dimenses A largura (l) mnima de 0,30 m e a mxima de 0,60 m de acordo com estudos de engenharia.Princpios de utilizao: A LRE deve ser utilizada:o oEm cruzamento rodociclovirio;oEm cruzamento rodoferrovirio;oJunto a faixa de travessia de pedestre;o Em todas as aproximaes de intersees semaforizadas;Em locais onde houver necessidade por questes de segurana.Colocao: Em vias controladas por semforos deve ser posicionada de tal forma que os motoristas parem em posio frontal ao foco semafrico.Quando existir faixa para travessia de pedestres, a LRE deve ser locada a uma distncia mnima de 1,60 m do incio desta.Quando no existir faixa para travessia de pedestres, a LRE deve ser locada a uma distncia mnima de 1,00 m do prolongamento do meio fio da pista de rolamento transversal. Deve abranger a extenso da largura da pista destinada ao sentido de trfego ao qual est dirigida a sinalizao. Admitem-se outras distncias da LRE, e colocao por faixas de trfego quando estudos de engenharia indiquem a necessidade.Ilustraes da LRE:Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 24. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS6.8.9. Faixa de travessia de pedestres (FTP) Definio - A FTP delimita a rea destinada travessia de pedestres e regulamenta a prioridade de passagem dos mesmos em relao aos veculos, nos casos previstos pelo CTB. A FTP compreende dois tipos, conforme a Resoluo n 160/04 do CONTRAN: oZebrada (FTP-1)oParalela (FTP-2) Cor Branca. Dimenses FTP-1: A largura (l) das linhas varia de 0,30 m a 0,40 m e a distncia (d) entre elas de 0,30 m a 0,80 m. A extenso mnima das linhas de 3,00 m, podendo variar em funo do volume de pedestres e da A FTP deve ocupar toda a largura da pista. Princpios de Utilizao: A FTP deve ser utilizada em locais onde haja necessidade de ordenar e regulamentar a travessia de pedestres. A FTP-1 deve ser utilizada em locais, semaforizados ou no, onde ovolume de pedestres significativo nas proximidades de escolas ou plos geradores de viagens, em meio de quadra ou onde estudos de engenharia indicarem sua necessidade. Colocao: A locao da FTP deve respeitar, sempre que possvel, o caminhamento natural dos pedestres, sempre em locais que ofeream maior segurana para a travessia. Em intersees, deve ser demarcada no mnimo a 1,00 m do alinhamento da pista transversal. Ilustrao FTP 1Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 25. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS6.9.SINALIZAO VERTICAL 6.9.1.Definio A sinalizao vertical um subsistema da sinalizao viria, que se utiliza de sinais apostos sobre placas fixadas na posio vertical, ao lado ou suspensas sobre a pista, transmitindo mensagens de carter permanente ou, eventualmente, varivel, mediante smbolos e/ou legendas preestabelecidas e legalmente institudas. A sinalizao vertical tem a finalidade de fornecer informaes que permitam aos usurios das vias adotar comportamentos adequados, de modo a aumentar a segurana, ordenar os fluxos de trfego e orientar os usurios da via.6.9.2.Classificao A sinalizao vertical classificada segundo sua funo, que pode ser de: Regulamentar as obrigaes, limitaes, proibies ou restries que governam o uso da via;Advertir os condutores sobre condies com potencial risco existentes na via ou nas suas proximidades, tais como escolas e passagens de pedestres;Indicar direes, localizaes, pontos de interesse turstico ou de servios e transmitir mensagens educativas, dentre outras, de maneira a ajudar o condutor em seu deslocamento.6.9.3.Demandas especficas e solues adotadas no projeto para a rea de interveno:Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 26. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS As solues apontadas no projeto esto em consonncia com as demandas especficas da rea de interveno, tendo sido adotado como sinal de regulamentao a Placa R1 e como sinais de indicao de direes placa indicativa do nome das ruas e avenidas beneficiadas.6.9.4.Formas e cores A forma padro do sinal de regulamentao R-1 Parada Obrigatria e R-2 D a Preferncia:A utilizao das cores nos sinais de regulamentao deve ser feita obedecendo-se aoscritrios abaixo e ao padro Munsell indicado.6.9.5.Dimenses Devem ser sempre observadas as dimenses mnimas estabelecidas por tipo de via conforme tabelas a seguir: Dimenses mnimas - sinal de forma octogonal - R-1Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 27. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS6.9.6.Padres alfanumricos: Para mensagens complementares dos sinais de regulamentao em reas urbanas, devem ser utilizadas as fontes de alfabetos e nmeros dos tipos Helvtica Medium, Arial, Standard Alphabets for Highway Signs and Pavement Markings ou similar.6.9.7.Retrorrefletividade :Os sinais de regulamentao devem ser aplicados em placas pintadas, retrorrefletivas. 6.9.8.Materiais das placas: Os materiais utilizados para a confeco das placas de sinalizao so o ao, e madeira imunizada. Os materiais mais utilizados para confeco dos sinais so: esmalte sinttico, fosco ou semifosco ou pintura eletrosttica. Podero ser utilizados outros materiais que venham a surgir a partir de desenvolvimento tecnolgico, desde que possuam propriedades fsicas e qumicas que garantam as caractersticas essenciais do sinal, durante toda sua vida til, em quaisquer condies climticas, inclusive aps execuo do processo de manuteno. Em funo do comprometimento com a segurana da via, no deve ser utilizada tinta brilhante ou pelculas retrorrefletivas do tipo esferas expostas. O verso da placa dever ser na cor preta, fosca ou semifosca.6.9.9.Suporte das placas: O suporte adotado ser tipo Coluna Simples;Os suportes devem ser dimensionados e fixados de modo a suportar as cargas prprias das placas e os esforos sob a ao do vento, garantindo a correta posio do sinal;Os suportes devem ser fixados de modo a manter rigidamente as placas em sua posio permanente e apropriada, evitando que sejam giradas ou deslocadas;Para fixao da placa ao suporte devem ser usados elementos fixadores adequados deforma a impedir a soltura ou deslocamento da mesma;Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 28. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS 6.9.10.Os materiais mais utilizados para confeco dos suportes ser de madeira imunizada; Ilustrao do Suporte:Posicionamento na via: O posicionamento das placas de sinalizao, consiste em coloc-las no lado direito da via no sentido do fluxo de trfego que devem regulamentar. As placas de sinalizao devem ser colocadas na posio vertical, fazendo um ngulo de 93 a 95 em relao ao sentido do fluxo de trfego, voltadas para o lado externo da via. Esta inclinao tem por objetivos assegurar boa visibilidade e leitura dos sinais, evitando o reflexo especular que pode ocorrer com a incidncia de faris de veculos ou de raios solares sobre a placa. Ilustrao 1 Posicionamento na viaTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 29. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS 6.9.11.Altura das placas: A borda inferior da placa ou do conjunto de placas colocada lateralmente via, deve ficar a uma altura livre entre 2,0 e 2,5 metros em relao ao solo, inclusive para a mensagem complementar, se esta existir. Ilustrao 2 Altura das placasO afastamento lateral das placas:O afastamento lateral das placas medido entre a borda lateral da mesma e da pista, deve ser, no mnimo, de 0,30 metros para trechos retos da via, e 0,40 metros nos trechos em curva. 6.9.12.Ilustrao 3 Afastamento lateral das placas:Sinalizao de Indicao: A Sinalizao de indicao tem como finalidade a orientao dos usurios para os nomes das vias de interveno, consiste em placas metlicas com as seguintes caractersticas de confeco e aplicao:Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 30. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINSMaterial: Chapa de ao galvanizado N. 18, fundo anticorrosivo em pelcula autoadesiva;Dimenses: 0,50 metros de comprimento por 0,25 metros de largura;Cores: Fundo Azul com sinais alfanumricos brancos.Aplicao: Fixada em paredes e muros de domiclios sempre de forma visvel para os usurios das vias.7.Ilustrao Placa Indicativa de Ruas e AvenidasDRENAGEM PLUVIAL URBANA E DRENO PROFUNDO 7.8.Apresentao O presente trabalho direcionado a projeo das obras de drenagem pluvial e Dreno Profundo com corte e corpo em tupo de concreto poroso no Municpio de Colinas do Tocantins, Bairro Santo Antonio e visa criar uma padronizao para os mtodos construtivos de obra, servindo como orientador a executores e fiscais de obra correlatas para esse municpio. Os procedimentos aqui estabelecidos so um misto entre as normas brasileiras, experincias anteriores, solues regionais e critrios ditados pela Secretaria Municipal de Obras, Saneamento, Habitao e Urbanismo.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 31. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS Salientamos ainda que obra de qualquer tipo um processo muito dinmico havendo muitas vezes a necessidade de solues particularizadas, portanto sugerimos um acompanhamento criterioso da execuo e sempre que preciso a determinao de solues rpidas, de consenso e eficcia. 7.9. Locao A locao de obras de drenagem dever seguir rigorosamente as notas de servio. Durante a locao, se verifica a existncia de influncias externas estranhas ao projeto, tais como edificaes, grandes rvores, grandes pedras, postes e outros; informar com urgncia a fiscalizao. Dvidas referentes as notas de servio devero ser sanadas pela fiscalizao e se necessrio pelo projetista. Aps a locao a contratada dever calcular as notas de servio, poder se iniciar os trabalhos de escavao. 7.10.EscavaoA escavao das valas dever observar rigorosamente as cotas do perfil do greide. Os fundos das valas devero ser perfeitamente retilneos entre duas caixas depassagemsucessivas. Toda escavao ser efetuada pr processo mecnico. Antes de se iniciar qualquer trabalho de escavao, a contratada dever solicitar s concessionrias o cadastro de suas redes evitando assim danos e divergncias entre o projeto e o cadastramento j existente. Toda escavao de galeria deve ser executada de jusante para montante, no emproando o tipo de lanamento tais como: lagos, rios, galerias existentes. Os fundos de vala devero ficar perfeitamente livres de pedras, paus e outros objetos que venham a prejudicar a homogeneidade de espessura do lastro de areia. 7.10.1. A escavao por processo manual, somente poder ser efetuada nos trechos onde for impossvel o emprego de mquina, ou seja, nos casos de interferncia com outras redes de infra-estrutura, redes muito prximas de postes ou ainda quando, por outros motivos no houver condies para o emprego de escavao mecnica. Nestes casos, ser permitido o emprego de escavao manual, mas dever estar devidamente autorizado no Dirio de Obra pelo Engenheiro Fiscal. 7.10.2. Para efeito medio de galerias celulares do volume a ser pago, as valas sero executadas no talude 1:3, salvo se as condies locais apresentarem condies do uso de outra inclinao, a critrio da Fiscalizao.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 32. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS7.10.3. Para efeito de medio de galerias tubulares, a escavao ser em caixo ou seja taludes perpendiculares.7.11.LARGURA DO FUNDO DA VALA Admitir-se- que as dimenses do fundo da vala tenham as seguintes medidas: GALERIAS TUBULARES:DIMETRO DA CANALIZAO (M) 0.30 0.40 0.50 0.60 0.80 1.00 1.20 1.50 2 x 1.20 2 x 1.50GALERIAS MOLDADAS DE CONCRETO ARMADO:SEO INTERNA 1.50 x 1.50 1.65 x 1.65 1.80 x 1.80 2.00 x 2.00 2.20 x 2.20 2.60 x 2.60 3.00 x 3.00 3.50 x 2.00 3.50 x 2.50 4.00 x 2.00 LARGURA DO FUNDO (M) 1.00 1.10 1.20 1.35 1.60 2.00 2.20 2.60 4.40 5.20LARGURA DO FUNDO 2.90 3.00 3.20 3.40 3.60 3.80 4.40 4.90 4.90 5.80As escavaes de galerias celulares tero PAREDES rampadas na proporo 1:3, ou seja com aumento de 1,00 m de largura, em cada lado, para cada 3,00 m de profundidade.Para efeito de medio, no sero levadas em considerao maiores dimenses adotadas pela firma, salvos nos casos de comprovada necessidade, determinadas previamente pela Fiscalizao.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 33. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS7.12.Esgotamento Os servios de escavao devero incluir eventuais obras de proteo contra infiltrao de guas superficiais procedentes de chuvas, autorizadas pela Fiscalizao. Acrscimo de preo para esgotamento de gua s ser pago no caso de Obras executadas em terrenos encharcados, devido a filtraes de guas naturais mesmo assim se, no for possvel iniciar as escavaes da rede do lanamento final para o incio, e isto tiver sido autorizado pela Fiscalizao.7.13. Preparo do leito das valas Para galerias tubulares:Terminada a escavao, proceder-se- limpeza do fundo da vala e a regularizao do greide. O leito da escavao deve ser compactado. Depois de conferido o greide do terreno, dever ser executada uma base de areia umedecida cuja espessura dever ser: Para redes de 0,30 0,40 e 0,5010 cmPara redes de 0,60 e 0,80.10 cmPara redes de 1,00.10 cmPara redes de 1,20 a 1,5015 cmPara galerias de concreto armado:Leito em cascalho compactado com 20 cm de espessura e densidade in situ 100% do proctor intermedirio. Todo servio de compactao dever ser executado pr meio mecnico, salvo em locais onde: A critrio da Fiscalizao seja proibido uso de compactadores mecnicos. O terreno ou cascalho dever ser umedecido na umidade tima determinada para o tipo de solo existente. Nos trechos de terreno muito moles, ou quando houver necessidade, dever ser aplicado um lastro de brita, a critrio da Fiscalizao, mas devidamente autorizado em Dirio de Obra. 7.14.Nivelamento do fundo de valaTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 34. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS Aps a compactao preceder-se- ao nivelamento do fundo das valas, cujo perfil dever estar rigorosamente de acordo com as cotas do projeto da obra. Antes de prosseguir os trabalhos dever haver obrigatoriamente a conferncia topogrfica das cotas. 7.15.tubos de concreto Todos os tubos de concreto, simples ou armado, devero ser executados com as Normas e Especificaes da ABNT (EB-06 E EB-103), conforme LEI N 4.150 de 21/11/62, que ficam fazendo parte integrante destas Especificaes. 7.15.1. Para cada lote de 200 (duzentos) tubos, a Fiscalizao dever retirar 4(quatro) tubos para serem submetido ao ensaio de compresso diametral, de acordo com as Normas e Especificaes da ABNT (EB-6 e EB-103). A firma providenciar os ensaios que correro pr sua conta e devero ser realizados na presena do tcnico da Prefeitura Municipal ou Fiscalizao. 7.15.2. Resistncia dos tubos de concreto segundo NB-17 e NB-113 cm 0.60 0.80 1.00 1.20 1.507.16.CA-1 Trinca 24.00 32.00 40.00 48.00 60.00Ruptura 36.00 48.00 60.00 72.00 90.00CA-2 Trinca 30.00 40.00 56.50 76.50 106.50Ruptura 45.00 60.00 85.00 115.00 160.50A designao das telas de ao CA-60 soldadas a serem empregadas na fabricao dos tubos esto relacionados no quadro a seguir, onde apresentadas pr dimetro e classe dos tubos. Neste quadro h tambm a indicao da espessura da parede que o tubo precisa ter para atingir a classe pretendida. 7.16.1. Quadro do emprego de telas na fabricao de tubos armados com armadura circularTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 35. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS DIMETROS DOS TUBOS MMESPESSURAS DASCLASSE DOSPAREDES CMDESIGNAO DE TELATUBOSAO CA-606006CA-1MF-159800 10008 10CA-1 CA-1120012CA-1MF-246 MF-283 MF-113150015CA-1MF-246 MF-159 MF-2837.16.2. Quadro do emprego de telas na fabricao de tubos com armadura circular DIMETRO DOS TUBOS 600 800ESPESSURA DASCLASSE DOSPAREDES 6 8TUBOS CA-2 CA-2100012 13CA-2150015CA-26008CA-380010CA-3100012CA-3120015CA-3150015TELA AO CA-60 MF-196 MF-283CA-212007.16.3.DESIGNAO DEMF-396 MF-196CA-3MF-396 MF-283 2 x MF-246 MF-396 MF-169 MF-283 MF-196 MF-396 MF-246 2 x MF-246 MF-396 2 x MF-246Quadro para emprego de tubos de concretoCONCRETOSIMPLES ATERRO SOBRE O TUBO MENOR OU IGUAL 1,75 M ATERRO SOBRE O TUBO MAIOR Q/ 1,75 E MENOR Q/ 3,00 MCLASSE C-1 C-2CONCRETO ARMADO ATERRO SOBRE O TUBO MENOR OU IGUAL 3,00 M ATERRO SOBRE O TUBO MAIOR Q/ 3,00 E MENOR OU IGUALCLASSE CA-1 CA-2 6,00 M ATERRO SOBRE O TUBO MAIOR Q/ 6,00 M E MENOR Q/ 9,00 MCA-3Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 36. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS7.17.Transportes de tubos Os tubos devero ser transportados do local de fabricao para a obra em caminhes Munck ou em carretas apropriadas sempre calados um a um devidamente amarrados com cabos de ao. Nunca dever ser transportar tubos em caminhes basculante. Os tubos no podero ser manuseados antes de uma semana aps a moldagem.7.18.Assentamento e rejuntamento de tubos 7.18.1.A empreiteira s poder dar andamento ao servio de assentamento de tubos, aps a escolha pelo Engenheiro Fiscal dos tubos para teste. Sero anotadosos tubosconsiderados danificados para o estudo posterior da qualidade de fabricao dos mesmos. 7.18.2. O assentamento dos tubos dever obedecer rigorosamente aos greides do projeto. 7.18.3.Caso os mesmos sejam recusados, as substituies dos lotes executados sem qualquer nus, para a Prefeitura Municipal.7.18.4.A junta interna entre dois tubos (machado e fmea) no poder ser superior a 05 (cinco) milmetros, e os tubos devero ser rejuntados com argamassa de cimento/areia 1:4. As juntas na parte interna sero tomadas cuidadosamente, alisando-se a argamassa de modo a se evitar tanto quanto possvel rebarbas e rugosidade que possam alterar o regime de escoamento das guas. Na parte externa, alm de tomadas as juntas, sero as bolsas completadas pr um colar de seo triangular issceles da mesma argamassa. No podero ser assentados tubos trincados ou danificados durante a descida na vala, ou que apresentarem quaisquer defeitos construtivos. O processo de reaterro no poder se iniciar antes de 24:00 Hrs aps o rejuntamento.7.18.5.Os tubos de > 0,80 cm, devero ser rejuntados internamente, com argamassa de cimento/areia 1:4, em todo permetro.7.19. Poos de visita e caixa de passagemTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 37. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS As caixas e poos sero executados em concreto armado quando sob trfego e todas as bases dos poos e caixas devero apoiar uma camada de cascalho de0,20 m, perfeitamentecompactadas e desempenadas. Em todos os pontos onde o projeto exigir mudanas bruscas de direo, sensveis degraus ou reaterros que correspondam a recobrimento de lajes superiores a 3,00 m as estruturas devero ser recalcadas e reforadas de acordo com as necessidades e aprovao da Fiscalizao. As paredes internas, quando em alvenaria, de uma vez levaro o revestimento em argamassa cimento/areia. As paredes em concreto armado devero ser executadas com todos os cuidados necessrios para obter faces isentas de defeitos. Ser dispensado, em regra geral, o revestimento das faces de concreto. Caso o concreto apresentar defeitos superficiais com vazios, furos aparentes ou superfcies irregulares, a Fiscalizao poders recusar a obra ou exigir o revestimento das faces defeituosa com argamassa de cimento/areia, trao . Nos poos de visita sero colocados estribos de ferro fundido com espaamento de 0,40 m. Os poos tero um tampo de ferro fundido do tipo T105 ou T-137, com as inscries gravadas na face externa: GUAS PLUVIASI/PMP. Os tampes tipo T-137 devero ser usados para os locais em que os mesmos ficarem sobre pista de rolamento de veculos e os tipo T-105 para os demais casos. Permite-se tambm o uso de tampes de concreto em canteiros, rotatrias, reas verdes e praas.7.19.1.Tipos de poos de visita de acordo com a localizao Poo de visita de alvenaria de tijolos macios de uma vez revestidos externamente com chapisco grosso no trao 1:3 e internamente com chapisco idntico mais reboco esmerado arredondando os cantos. Em galerias tubulares situadas em canteiros de avenidas e reas isentas de trfego. Poo de visita em concreto armado de acabamento fino. Em galerias tubulares sempre quando sob reas sujeitas a trfego ou casos especficos, em galerias celulares sempre. 7.20.Reaterro7.20.1.Reaterro de Galeria Tubular - O reaterro ser executado em duas etapas: Reaterro at a metade da altura do tubo. Ser usada a mesma terra procedente da escavao, mais escolhida no sentido de ser evitada terra vegetal; a terra serTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 38. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS previamente umedecida at o ponto de umidade tima e compactada em camadas no superiores a 20 cm, com soquete, manual de no mnimo de 15,00 kg. Reaterro acima da metade da manilha at o nvel do terreno ser feita com terra compactada mecanicamente (sapo), tambm em camadas de 20,00 cm, exceto a primeira camada acima da geratriz superior da tubulao dever ser compactada mecanicamente sem vibrador (sapo), com espessura de 40,00 cm, e ser usada a mesma terra procedente da escavao, mas escolhida no sentido de ser evitado uso de terra vegetal, pedras, madeiras, razes e outros.7.20.2. a)Reaterro de Galeria Celular. Ser feito em toda a sua altura em camadas de 20,00 cm, compactado mecanicamente, com o material umedecido procedido da escavao, simultaneamente em ambos os lados, na largura indicada em projeto. O reaterro na camada final do aterro, dever ser compactado at se atingir 100% da massa especfica aparente seca, mxima, obtida em ensaio indicado.b) O restante da vala, nos caos gerais, ser feito com terra compactada, e deixando a sobra amontoada acima do nvel natural do terreno, a fim de compensar os futuros cedimentos do terreno do reaterro, ou espalhada ao redor da vala, de acordo com as instrues da Fiscalizao. c)Quando da execuo de redes ao longo ou em transversais de vias pblicas, existentes ou projetadas, o reaterro dever ser compactados por meios mecnicos, at o nvel do terreno em toda a sua extenso, sendo que nas travessias a extenso ser de (L/2) + h, a partir do eixo do cruzamento, e para cada lado, sendo L comprimento do trecho de rede compreendido entre os dois pontos de cruzamento com as bordas da pista, e h = a profundidade da vala em correspondncia do eixo da pista.d) A empreiteira totalmente responsvel por eventuais abatimentos que ocorrer no pavimento asfltico onde a mesma tenha executado reaterro de valas; ocorrendo a hiptese de abatimento, a firma ser obrigada a recompor o pavimento sem nus para a PREFEITURA. e) Remoo do Material: O servio de carga e transporte por meio de caminho at o bota-fora, a ser indicado pela PREFEITURA, s poder ser executado depois de devidamente autorizado em Dirio de Obra pela Fiscalizao com caminhes lonados.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 39. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS7.21.Bocas de lobo Sero executados em alvenaria de tijolos macios de boa qualidade meia vez com trao 1:4, obedecendo rigorosamente as plantas, detalhes e pormenores indicados nos desenhos. A alvenaria no dever apresentar defeitos superficiais, como vazios ou superfcies irregulares. Caso apresente defeitos a Fiscalizao poder recusar a obra ou exigir o novo revestimento das faces defeituosas com argamassa cimento/areia 1:3, inteiramente custa da firma empreiteira. As bocas de lobo sero ligadas rede, atravs de tubos de concreto, caixas de passagem ou diretamente nos poos de visita. Sobre a boca de lobo ser assentada uma grelha de concreto com inscrio GUAS PLUVIAIS-PMP. O espao entre a caixa da Boca de Lobo e o terreno escavado dever ser criteriosamente preenchido com material compactado ou solo cimento 1:8.7.22. Galerias moldadas em concreto armado As galerias devero ser executadas de acordo com os desenhos e especificaes do projeto ou, no caso que o projeto seja fornecido pela Firma, s poder ser executado aps prvia autorizao da PREFEITURA. As escavaes devero seguir integrantemente as normas. A firma ficar com responsabilidade de executar todas as sondagens, salvo instrues em contrrio. O concreto a ser empregado dever ter resistncia determinada aos 28 (vinte e oito) atravs de ensaios de laboratrios. As frmas a empregar devero ser tratadas e desempenadas. O concreto dever ser preparado em betoneira ou usinas e adensado por meio de vibradores mecnicos ou eltricos, no podendo apresentar falhas e defeitos superficiais. A fiscalizao poder recusar os trechos de galeria que apresentarem defeitos superficiais no concreto ou obrigar a firma a revesti-los custa com massa forte cimento/areia trao 1:2. A laje inferior dever ser assentada sobre uma camada de concreto simples com resistncia mnima de 13,5 kg/cm de trao 1:3:6 com espessura de no mnimo 5 cm que por sua vez se assentar sobre uma base de cascalho compactado com grau de compactao nunca inferior a 100% do PRCTOR INTERMEDIRIO. A laje inferior da galeria dever apresentar uma convexidade para o centro, de acordo com o projeto. A declividade poder ser obtida com o prprio concreto recm moldado devendo ter uma espessura nunca inferior a 2 cm. Ser exigido o reaterro cm camadas de 20 cm e com compactao mecnica. 7.23. Juntas de dilatao Nas galerias celulares de concreto armado recomenda-se fazer uma junta de dilatao a cada 12,00 m no mximo. Tal providncia visa combater os efeitos de movimentos naturais do terrenoTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 40. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS que pode comprometer a estanqueidade e segurana da estrutura, bem como criar mdulos de execuo. Como elementos dilatador sugere-se a utilizao de mata-junta em borracha do tipo fugenband ou similar caso no haja especificao no projeto. Para paredes com espessura at 25,00 cm usar junta de 22,00 cm de largura e acima de 25,00 cm usar junta de 35,00 cm de largura. Observar que a emenda fique obrigatoriamente na parte superior da galeria.7.24. Concretagem A concretagem de um mesmo trecho dever ser contnua e interrupta e sempre que possvel iniciar e terminar no mesmo turno de trabalho.7.25. Aproveitamento de formas para concreto Galeria moldada e canais, cu aberto: as frmas de madeiras com escoramento devero Ter no mximo 05 (cinco) aproveitamentos.Poo de visita: as formas de madeiras com escoramento devero Ter 03 (trs) aproveitamentos.Canais de lanamento final com ou sem dissipadores: as formas com escoramento devero Ter 02 (dois) aproveitamentos.7.26.Desvio de trfego e sinalizao S podero ser abertos com a prvia autorizao da fiscalizao. Em locais em que seja necessrio o desvio do trfego este desvio dever ser aberto pela Firam, numa largura de 7m, sendo devidamente encascalhado, a fim de permitir o trfego permanente de veculos. Sendo que o desvio do trfego s ser feito depois de devidamente autorizado pelo DETRAN e P.M. A sinalizao dever ser feita de acordo com as normas do DETRAN, por conta da empreiteira. obrigatrio tambm a sinalizao das obras prximas as pistas de acordo com as Normas do Cdigo Nacional de Trnsito (CNT), cabendo a firma executante toda e qualquer responsabilidade a acidente que por ventura se verifiquem por falta ou insuficincia de sinalizao. Toda obra que representar obstculo o trfego de vias dever Ter sinalizao de advertncia luminosa para visualizao noturna.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 41. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS7.27.Limpeza do canteiro Aps a execuo das redes, por ocasio de cada medio e no recebimento da obra, toda a rea afetada pela execuo da obra dever ser limpa, removendo-se todos os entulhos. A argamassa a ser utilizada dever ser executada sobre masseiro de madeira, ficando proibida a execuo da mesma sobre o asfalto ou solo. Qualquer resto da massa ou entulho que tiver ficado sobre as pistas ou caladas, devero ser varridos e lavados.7.28.Segurana de trabalho Dever ser observada as seguintes normas previstas na portaria nmero 15 de 18 de agosto de 1.972, do Ministrio do Trabalho e Previd6encia Social sobre o assunto:7.28.1. Antes de iniciar a escavao, devero ser removidos blocos de pedra, rvores e outros elementos a bordo da superfcie a ser escavada. 7.28.2.Devero ser escorados muros e edifcios vizinhos, redes de abastecimento, tubulaes, vias de acesso, vias pblicas, e de modo geral todas escavao.7.28.3. O escoamento dever ser inspecionada com freqncia, principalmente aps chuvas ou outras ocorrncias que aumentam o risco de desabamento. 7.28.4. Quando for necessrio rebaixar o lenol dguado sub solo, sero tomadasprovidncias para evitar riscos aos prdios vizinhos. 7.28.5. Os taludes das escavaes de profundidade superior 1,50 m (um metro e cinqenta centmetros), devero ser escorados com pranchas metlicas ou de madeira, assegurando estabilidade, de acordo com a natureza do solo. 7.28.6. Ser dispensada a exigncia de que trata este artigo, quando o ngulo de inclinao do talude for inferior ao ngulo do talude natural.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 42. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS 7.28.7. Nas escavaes profundas, com mais de 2,00 m (dois metros) sero colocadas escadas seguras, a cada 20 m no mximo prximas aos locais de trabalho, a fim de permitir, em caso de emergncia, a sada rpida do pessoal. 7.28.8. Os materiais retirados da escavao devero ser depositados distncia superior 0,50 m (cinqenta centmetros) da borda da superfcie escavada. 7.28.9.O escoramento dos taludes da escavao dever ser reforado nos locais em que houver mquinas e equipamentos operando junto as bordas da superfcie escavada.7.28.10. Nas proximidades de escavaes realizadas em vias pblicas e canteiros de obras, devero ser colocadas cerca de proteo e sistema adequado de sinalizao. 7.28.11. Os pontos de acesso de veculos e equipamentos a rea de escavao, devero Ter sinalizao de advertncia permanente. 7.28.12. As escavaes nas vias pblicas devem ser permanente sinalizadas. 7.28.13. O trfego prximo das escavaes dever ser desviado. Quando for impossvel o desvio do trfego, dever ser reduzida a velocidade dos veculos. 7.29.Escoramento A empreiteira responsvel pela elaborao dos projetos de escoramento quando necessrio e sua aplicao, bem como da determinao do talude natural do terreno, cabendo ao Engenheiro Fiscal examinar os escoramentos somente para efeito de pagamento. Ficar sob responsabilidade da Empreiteiraquaisquer acidentes quevenham a ocorrer com odesabamento do talude. Todo servio de escoramento deve caminharimediatamente posterior escavao, enenhum outro servio ser feito antes deste. Toda vala em local do trnsito de pedestre, dever prever proteo para evitar acidentes e passarela seguras com corrimo sobre a vala. Durante os servios de escoramento s devero Ter acesso vala os trabalhadores envolvidos neste processo. Devero ser colocadas escadas seguras a cada 20,00 m para a evacuao rpida da vala em caso de desabamento.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 43. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS O escoramento dever permanecer na vala at que o reaterro atinja a metade da seo do tubo.7.30.Dirio de obra de competncia da Empreiteira o registro no Dirio de Obra de todas as ocorrncias dirias, bem como especificar detalhadamente os servios em execuo, devendo a Fiscalizao neste mesmo Dirio, confirmar ou retificar o registro da Empresa. Caso o Dirio de Obra no seja preenchido no prazo de 48 horas, a Fiscalizao poder fazer registro que achar conveniente e destacar imediatamente as folhas, ficando a Empreiteira, no caso de dias passveis de prorrogao ou em qualquer caso, sem direito a nenhuma reivindicao. Quantidades de servio anotadas em dirio no serviro a ttulo de medio.7.31.Bueiros tubulares Nos pontos onde as pistas de trfego interceptem cursos dgua perenes ou no utilizar-se-o de bueiros tubulares para a travessia se a vazo e as condies de terreno assim o permitirem. Os bueiros tubulares sero compostos basicamente de um bero de concreto ciclpico sobre o qual sero assentados os tubos em uma, duas ou trs linhas conforme o designado em projeto, e por fim os dispositivos de coleta e lanamento de gua que podem ser alas de concreto caixas de coleta ou outros. A montagem e rejuntamento dos tubos de bueiro devem seguir os mesmos critrios ditados para as galerias tubulares. A superfcie de assentamento do bero deve estar devidamente compactada e nivelada a fim de garantir a homogeneidade da espessura do mesmo.7.32.Generalidades 7.32.1. Ferragem: A ferragem dever Ter em toda a sua extenso um recobrimento mnimo de 3 cm (trs centmetros) de espessura, afim de manter a ferragem suspensa ou afastadas da forma no ato da concretagem. A fiscalizao na conferncia da quantidade e o posicionamento dos ferros, dever verificar tambm se foram colocadas as pastilhas de concreto na espessura correta e em nmero suficiente para garantir o recobrimento exigido, pois em caso contrrio, no poder liberar se quer o prosseguimento da execuo das formas. Antes de cada concretagem deve haver a liberao escrita das ferragens.Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 44. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS7.32.2. Classificao do Material Escavado. 7.32.3. Primeira Categoria: Compreendem solos em geral, residual ou sedimentar, seixos rolados ou no, com dimetro mximo inferior a 0,15 metros, qualquer que seja o teor de umidade que apresentam. 7.32.4. Segunda Categoria: Compreendem os materiais com resistncia ao desmonte mecnico inferior rocha no alterada, cuja extrao se processe por combinao de mtodos que obrigam a utilizao do maior equipamento de escarificao exigido contratualmente; a extrao eventualmente poder envolver o uso de explosivos ou processos manuais adequados. Esto includos nesta classificao os blocos de rocha, de volume inferior a 2 m e os mataces ou pedras de dimetro mdio compreendido entre 0,15 e 1,00 m.7.32.5. Terceira Categoria: Compreendem os materiais com resistncia ao desmonte mecnico equivalente rocha alterada e blocos de rocha com dimetro mdio superior a 1.00 m, ou volume igual ou superior a 2,00 m, cuja extrao e reduo, afim de possibilitar o carregamento, se processem somente com emprego contnuo de explosivos.8.CRITRIOS DE MEDIOOs servios considerados conformes devem ser medidos de acordo com os critrios estabelecidos no Edital de Licitao dos servios ou, na falta destes critrios, de acordo com as seguintes disposies gerais: Os servios de pavimentao em deve ser medida em metros quadrados, considerando a rea efetivamente executada. No devem ser motivos de medio em separado: mo-de-obra, materiais (exceto emulso asfltica), transporte do ligante dos tanques de estocagem at a pista, armazenamento e encargos, devendo os mesmos ser includos na composio do preo unitrio;Telefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO 45. ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINAS DO TOCANTINS Os servios de meio fio deve ser medido em metros lineares observando as especificaes de medidas do projeto. No devem ser motivos de medio em separado: mo-de-obra, materiais (exceto emulso asfltica), transporte do ligante dos tanques de estocagem at a pista, armazenamento e encargos, devendo os mesmos ser includos na composio do preo unitrio;A quantidade de ligante asfltico aplicado obtida pela mdia aritmtica dos valores medidos na pista, em toneladas;No devem ser considerados quantitativos de servio superiores aos indicados no projeto;O transporte da ligante asfltico efetivamente aplicado deve ser medido com base na distncia entre o fornecedor e o canteiro de servio;Nenhuma medio deve ser processada se a ela no estiver anexado um relatrio de controle da qualidade, contendo os resultados dos ensaios e determinaes devidamente interpretados, caracterizando a qualidade do servio executado.O pagamento ser efetuado aps aceitao e a medio dos servios executados, com base nos preos unitrios contratuais, os quais representam a compensao integral para todas as operaes necessrias a completa execuo dos servios.Colinas do Tocantins, 28 de maio de 2013OTANIEL DA SILVA ROCHA CREA 205.536-AT-TO Autor do ProjetoTelefax 63 3476 7000 Av. Presidente Dutra, n 263, Centro CP.: 77760-000 Colinas do Tocantins - TO