memorial descritivo pavimentação asfáltica em ruas estruturantes julho 2012

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MUNICÍPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paraná Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da MEMORIAL DESCRITIVO DE OBRA PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM C.B.U.Q. EM RUAS ESTRUTURANTES LARANJEIRAS DO SUL- PARANÁ MEMORIAL DESCRITIVO O presente memorial descritivo e especificações técnicas referem-se aos serviços de engenharia civil na modalidade de construção civil – para pavimentação asfáltica em ruas estruturantes do quadro urbano do município de Laranjeiras do sul- Paraná, com as especificações seguintes. O presente memorial descritivo estabelece as condições técnicas de fornecimento de materiais e mão de obra por parte da proponente para a perfeita execução, dentro da boa técnica, da obra pavimentação asfáltica em C.B.U.Q. em ruas estruturantes do quadro urbano de Laranjeiras do sul- Paraná. 1

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  • 1. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio. MEMORIAL DESCRITIVO DE OBRA PAVIMENTAO ASFLTICA EM C.B.U.Q. EM RUAS ESTRUTURANTES LARANJEIRAS DO SUL- PARANM E M O R I A L D E S C R I T I V O O presente memorialdescritivo eespecificaestcnicas referem-se aos servios de engenharia civil na modalidade deconstruo civil para pavimentao asfltica em ruas estruturantesdo quadro urbano do municpio de Laranjeiras do sul- Paran, com asespecificaes seguintes. O presente memorial descritivo estabeleceas condies tcnicas de fornecimento de materiais e mo de obra porparte da proponente para a perfeita execuo, dentro da boa tcnica,da obra pavimentao asfltica em C.B.U.Q. em ruas estruturantes doquadro urbano de Laranjeiras do sul- Paran. 1

2. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.OBRA: PAVIMENTAO ASFLTICA EM CONCRETO BETUMINOSIOUSINADO A QUENTE EM RUAS ESTRUTURANTES DO QUADROURBANO DE LARANJEIRAS DO SUL COM PAVIMENTAO DEPASSEIOS PARA ACESSIBILIDADE FSICA.LOCAL: Ruas Avenida lvaro Natel de Camargo, Otaviano Amaral, Vereador JooRocha Loures, Coronel Guilherme de Paula, Manoel Ribas, Baro do Rio Branco (2trechos), Tiradentes, Getlio Vargas (2 trechos), Sete de Setembro, Laranjeiras,Frei Caneca, Raimundo Ayres de Araujo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul,Nogueira do Amaral (2 trechos), Olavo Bilac (2 trechos), Jos Bonifcio, GeneralEsprito Santo (2 trechos), Souza Naves (2 trechos), Capito Felix Fleury (2trechos), Capito Antonio Joaquim de Camargo, Jos Ayres de Oliveira, DiogoPinto, Duque de Caxias, Nereu Ramos, Jacob Roths, Tupinamb, Sargento Joodo Nascimento Lopes (2 trechos), Juscelino Kubitschek, Chiassi Antonio Fa,Robson Fa, Dos Angicos, Dos Tarums, Dos Marfins, Das Guajuviras, dasAraucrias, Das perobas, Santana, Avenida Dalmo Puttini, Valdomiro Be, Jos deAlencar, Rui Barbosa, Monteiro Lobato, XV de Novembro, Heitor Safraider, ArnoldoGomes de Sales, Vereador Jos Vieira e Olivar Amaral. 2REA DA INTERVENO PAVIMENTAO EM CBUQ : 174.000,00 m; 2REA DE PAVIMENTAO DE PASSEIOS: 51.069,00 m;2REA TOTAL PAVIMENTADA: 225.069,00 m. 2 3. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.VALOR DO PROJETO : R$ 10.190.961,37SERVIOS A SEREM EXECUTADOS: PAVIMENTAO ASFLTICAEM C.B.UQ, compreendendo servios de execuo PARCIAL de redede drenagem, recuperao de meios-fios, reforo de subleito comracho graduado, reperfilamento, capa de rolamento,pavimentao depasseios com construo de rampas para acessibilidade fsica.GENERALIDADES Fica reservado CONTRATANTE, neste ato representado peloMUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL o direito e a autoridade, para resolver todoe qualquer caso singular e porventura omisso neste memorial, e nos demaisdocumentos tcnicos, e que no seja definido em outros documentos tcnicos oucontratuais, como o prprio contrato ou os projetos/croquis ou outros elementosfornecidos. Na existncia de servios no descritos, a PROPONENTEsomente poder execut-los aps aprovao da FISCALIZAO. A omisso dequalquer procedimento ou norma neste ou nos demais memoriais, nos projetos, 3 4. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.croquis, ou em outros documentos contratuais, no exime a PROPONENTE daobrigatoriedade da utilizao das melhores tcnicas preconizadas para ostrabalhos, respeitando os objetivos bsicos de funcionalidade e adequao dosresultados, bem como todas as normas da ABNT vigentes e demais pertinentes,citados. No se poder alegar, em hiptese alguma, como justificativaou defesa, pela PROPONENTE, desconhecimento, incompreenso, dvidas ouesquecimento das clusulas e condies, do contrato, dos projetos, croquis, dasespecificaes tcnicas, do memorial, bem como de tudo o que estiver contido nasnormas, especificaes e mtodos da ABNT e outras normas pertinentes. A existncia e a atuao da FISCALIZAO em nadadiminuiro a responsabilidade nica, integral e exclusiva da PROPONENTE no queconcerne ao fornecimento, instalao, a manuteno, bem como aos demaisservios e suas implicaes prximas ou remotas, sempre de conformidade com ocontrato, o Cdigo Civil e demais leis ou regulamentos vigentes e pertinentes, noMunicpio, Estado e na Unio. da mxima importncia, que o Engenheiro ResponsvelTcnico promova um trabalho de equipe com os diferentes profissionais efornecedores especializados, e demais envolvidos nos servios, durante todas asfases de instalao e execuo da obra. A coordenaodeverser precisa,enfatizando-se aimportncia do planejamento e da previso. No sero toleradas solues parciaisou improvisadas, ou que no atendam melhor tcnica preconizada para osservios objeto da licitao. Caso haja discrepncias, as condies especiais do contrato,especificaes tcnicas gerais e memoriais predominam sobre os projetos ecroquis, bem como os projetos especficos de cada rea predominam sobre os 4 5. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.gerais das outras reas, os detalhes especficos predominam sobre os gerais e ascotas devero predominar sobre as escalas, devendo o fato, de qualquer forma, sercomunicado com a devida antecedncia FISCALIZAO, para as providncias ecompatibilizaes necessrias. no caso de discrepncias ou falta de especificaes de marcas e modelos de materiais, equipamentos, servios, acabamentos, etc., dever sempre ser observado que estes itens devero ser de qualidade extra definido no item materiais/equipamentos, e que as escolhas devero sempre ser de acordo com as Normas da ABNT e demais citadas, aprovadas antecipadamente pela fiscalizao. marcas e ou modelos no contemplados neste memorial, podero estar definidas nos projetos especficos, sempre prevalecendo a aprovao antecipada da fiscalizao para sua utilizao. as cotas e dimenses, detalhes especficos, sempre devero ser conferidas "In loco", antes da execuo de qualquer servio.As especificaes, os desenhos dos projetos, os croquis e omemorial descritivo destinam-se a descrio do fornecimento, instalao e demaisservios completamente acabados e em perfeito funcionamento nos termos dosprojetos, croquis, deste memorial e objeto da contratao, e com todos oselementos em perfeito funcionamento, de primeira qualidade e bom acabamento.Portanto, estes elementos devem ser considerados complementares entre si, e oque constar de um dos documentos to obrigatrio como se constasse em todosos demais.A PROPONENTE aceita e concorda que os servios objeto dosdocumentos contratuais devero ser complementados em todos os detalhes aindaque cada item necessariamente envolvido no seja especificamente mencionado.5 6. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio. O profissional responsvel tcnico dever efetuar todas ascorrees, interpretaes e compatibilizaes que forem julgadas necessrias, parao fornecimento, instalao e execuo dos demais servios necessrios ao trminoda execuo da obra, de maneira satisfatria, sempre em conjunto com aFISCALIZAO e os AUTORES DOS PROJETOS e especificaes. Todos os adornos, melhoramentos, etc., indicados nosdesenhos ou nos detalhes, ou parcialmente desenhados, para qualquer rea oulocal em particular, devero ser considerados para reas ou locais semelhantes ano ser que haja clara indicao ou anotao em contrrio. Igualmente, se com relao a quaisquer outras partes dosservios apenas uma parte estiver desenhada, todo o servio dever estar deacordo com a parte assim detalhada e assim dever ser considerado paracontinuar atravs de todas as reas ou locais semelhantes, a menos que indicadoou anotado diferentemente. O projeto fornecido compe-se basicamente do conjunto dedesenhos e croquis fornecidos e detalhes pelo PROJETISTA, das especificaestcnicas neles contidas, e do memorial descritivo, referente aos servios a seremexecutados. Quaisquer divergncias e dvidas sero resolvidas antes doinicio dos servios. Os servios sero fiscalizados por empresa de engenharia e ouprofissional de engenharia civil credenciados pelo CREA-PR ou de outra regio daFederao, o qual ser doravante, aqui designado por FISCALIZAO. Os servios sero conduzidos por pessoal pertencente PROPONENTE, competente e capaz de proporcionar mo de obra tecnicamente 6 7. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.bem feita e de acabamento esmerado, em nmero compatvel, para que ocronograma fsico e financeiro proposto seja cumprido risca. A superviso dos trabalhos, tanto da FISCALIZAO como daPROPONENTE, dever estar sempre a cargo de profissionais, devidamentehabilitado e registrado no CREA. Caso haja necessidade de substituio dos profissionaisresidente ou RT da PROPONENTE, dever ser comunicado previamente aoMUNICPIO, cujo curriculum dever ser apresentado para fins de aprovao. A PROPONENTE no poder executar, quaisquer servios queno seja autorizado pela FISCALIZAO, salvo aqueles que se caracterizem,notadamente, como de emergncia e necessrios ao andamento ou segurana dosservios. As autorizaes para execuo dos servios sero efetivadasatravs de anotaes no "Dirio de Obra". CONDIES GERAIS01 - PROJETOS01.1- Projeto Executivo de autoria do Engenheiro Civil Leoni Luiz Meletti CREA PR-9990/D;01.2 - Memorial Descritivo e Especificaes Tcnicas de Servio de autoria doEngenheiro Civil Leoni Luiz Meletti CREA PR-9990/D;01.3 Planilha oramentria de autoria do Engenheiro Civil Leoni Luiz Meletti CREA PR-9990/D; 7 8. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.01.4 - Cronograma Fsico Financeiro de autoria do Engenheiro Civil Leoni LuizMeletti CREA PR-9990/D;01.5 Todos os projetos de engenharia acima relacionados sero objetos decontrato entre o proprietrio e o profissional, devidamente respaldados pelaAnotao de Responsabilidade Tcnica perante o CREA-PR e sero executadosde conformidade com as prescries do Conselho Regional de EngenhariaArquitetura e Agronomia CREA do Estado do Paran, seguindo o constante nasnormas da Associao Brasileira de Normas Tcnicas ABNT e atendendo asprescries do Cdigo de Obras do municpio, parte integrante do Plano Diretor deDesenvolvimento Integrado de Laranjeiras do Sul.01.6 Antes do incio da obra dever a proponente proceder ao licenciamento damesma, apresentando as ARTs do CREA, taxas da Associao dos Engenheirosdo Vale Piquirigua, conforme legislao municipal e demais exigncias doCdigo de Obras e do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado de Laranjeirasdo Sul, ficando, desde j, convencionado que a liberao da Ordem de Serviosomente ser efetuada quando estes procedimentos forem realizados.02 - EXECUO DA OBRA :A execuo de obra ficar a cargo da empresa contratada, (vencedora de certamelicitatrio), sendoamesmaresponsvelpela competenteAnotao deResponsabilidade Tcnica junto ao Conselho Regional de Engenharia, Arquiteturae Agronomia CREA e Licena junto a Associao dos Engenheiros do ValePiquirigua, conforme Lei Municipal e rgos municipais.Para a execuo dos servios sero necessrios os procedimentos normais deregularizao da situao da obra junto Prefeitura Municipal, com relao slicenas e alvars, quer da obra, quer da empresa construtora.3 - INFORMAES GERAIS: 8 9. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.A elaborao do projeto foi precedida de consulta prvia junto PrefeituraMunicipal de Laranjeiras do Sul e as concessionrias de servios pblicos atuantesna regio da execuo da obra, estando os mesmos dentro das normas exigidas.04.0 IDENTIFICAO E CARACTERIZAO DO IMVEL :04.1 - Endereo Completo da rea de Execuo do Projeto: Ruasestruturantes do Quadro Urbano de Laranjeiras do Sul Bairros Centro ePerifricos, conforme planta de situao.Caracterizao da regio :Regio urbana, com infraestrutura de transporte bastante carente devido necessidade de melhorias na pista de rolamento, com oferecimento de guatratada, energia eltrica, iluminao pblica, telefonia, rede de esgoto e sem gscanalizado. Servios pblicos e comunitrios existentes, como, transporte coletivomunicipal, lazer e opo de servios religiosos. Topografia plana, dentro dosparmetros de trafegabilidade, solo seco, firme, clima temperado e boas condiesambientais de habitabilidade. Local povoado principalmente por moradores declasse mdia e classe baixa.04.2 Caracterizao do terreno (local) :O local onde ser executada a pavimentao asfltica constitudo por ruas jpavimentadas que necessitam recuperao urgente, sendo assim descritas: PAVIMENTAO ASFLTICA EM CBUQREA VALOR ITETRECHO DA RUA LOCALM(m2)(R$)1. Avenida lvaro Natel de Camargo28.200,00Centro1.554.711,782. Otaviano Amaral 6.510,00Centro 103.790,80 9 10. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.3.Vereador Joo Rocha Loures8.400,00Centro 249.554,804.Coronel Guilherme de Paula3.500,00 Jaboticabal 168.126,805. Manoel Ribas 4.760,00Centro 280.827,166. Baro do Rio Branco4.760,00Centro 279.285,167. Tiradentes 3.850,00 gua Verde 223.866,238.Getlio Vargas5.040,00Centro 295.120,529.Sete de Setembro2.940,00Centro 172.005,3110.Laranjeiras840,00 Panorama49.548,0911.Frei Caneca770,00 Centro47.850,2512. Raimundo Ayres de Arajo 2.400,00Centro 142.830,5313.Santa Catarina4.060,00 gua Verde 235.736,7514.Rio Grande do Sul 4.060,00 gua Verde 235.736,7515.Nogueira do Amaral2.520,00 gua Verde 145.654,2616.Nogueira do Amaral2.800,00 gua Verde 162.913,6217.Olavo Bilac 2.660,00 gua Verde 154.279,9418. Baro do Rio Branco6.930,00Centro 403.153,2219.Olavo Bilac 1.540,00Centro86.885,4920.Jos Bonifcio2.380,00Centro 137.198,58 10 11. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.21.General Esprito Santo2.380,00Panorama 137.198,5822. Souza Naves2.380,00Panorama 137.198,5823.Capito Flix Fleury1.540,00Panorama88.022,4924.Capito Antonio Joaquim de Camargo1.540,00Panorama88.022,4925.Jos Ayres de Oliveira1.540,00Centro88.022,4926.Diogo Pinto700,00 Centro43.068,4127. Duque de Caxias 700,00 Centro43.068,4128.Chiassi Antonio Fa 1.540,00Badotti90.362,4929.So Nereu Ramos1.750,00Francisco103.220,0130.Jacob Roths 1.440,00Vila Jardim86.132,7231.Tupinamb 2.240,00Vila Jardim 128.843,9032.Getlio Vargas3.990,00Centro 152.419,9433.Sargento Joo do Nascimento Lopes 2.660,00 Alvorada 152.419,9434. Juscelino kubitschek 2.100,00 Alvorada 122.185,2235. Robson Luiz Fa1.050,00 Alvorada64.738,6136. Dos Angcos1.085,00Cristo Rei64.464,0337. Dos Tarums1.085,00Cristo Rei64.464,0338.Dos Marfns 1.085,00Cristo Rei64.464,03 11 12. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.39. Das Guajuvras2.275,00Cristo Rei104.773,3240. Das Araucrias1.225,00Cristo Rei 73.097,7141.Das Perobas4.760,00Cristo Rei307.207,1642. Santana 2.345,00Panorama137.473,1643. Capito Flix Fleury2.555,00Panorama150.237,6844.Avenida Dalmo Puttini4.200,00Vila Industrial227.798,4445. Valdomiro Be 1.470,00 Alvorada 85.680,6546.Presidente Jos de Alencar770,00Vargas 46.590,2547.Presidente Rui Barbosa 2.100,00Vargas122.185,2248.Presidente Monteiro Lobato 3.780,00Vargas218.655,3949.XV de Novembro 1.540,00 gua Verde 89.904,4950. Heitor Safraider3.920,00Panorama227.475,0751. Arnoldo Gomes de Sales3.920,00Panorama227.475,0752. Vereador Jos Vieira3.920,00Panorama227.475,0753.General Esprito Santo 1.020,00Panorama 64.561,4554.Souza Naves2.450,00Panorama143.576,4255.Sargento Joo do Nascimento Lopes 805,00 Panorama 49.450,6756.Olivar Amaral1.020,00 Alvorada 68.597,45 TOTAL 174.000,00 10.190.961,37 12 13. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio. 04.2.1: Forma geomtrica : As ruas a serem pavimentadas j possuem osbenefcios de gua, esgoto e outros servios pblicos, no sendo necessria aretificao de traados ou mudanas de alinhamentos. Em algumas delas (verplanilha oramentria) haver a necessidade de extenso da rede de drenagem prainterligao na rede existente.04.2.2 Situao das ruas em relao ao quadro urbano do municpio:O projeto se desenvolver em ruas centrais do centro e nos Bairros perifricosonde h o transporte coletivo regular. Foram escolhidas as ruas onde h a linha detransporte coletivo urbano, ruas estas classificadas como vias estruturantes noPlano diretor Municipal. Verificar na planta de situao o local da execuo dasmesmas.04.2.3 Posio do pavimento em relao aos imveis j edificados : Nohaver necessidade de demolies, retiradas ou modificaes em imveis jexistentes, pois o leito da estrada j est perfeitamente definido e consolidado.04.2.4 Superfcie : Terreno bastante seco, com boa capacidade de carga,permitindo o uso do pavimento projetado, no sendo necessria a execuo dereforo de base ou sub-base, apenas pequenas correes, que sero feitas comocontrapartida municipal. 13 14. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.04.2.4.1 Uso atual e vocao : As ruas onde ser implantado o projeto depavimentao so utilizadas por moradores da cidade e servem, principalmentecomo artrias principais do transporte coletivo urbano.04.2.5 Servides existentes : No h nenhum tipo de servido sobre a rea aser utilizada para a execuo da pavimentao.04.2.6: rea de preservao Permanente : A via no est situada em rea depreservao permanente, no existindo nenhuma restrio fsica ou legal para oseu total aproveitamento, devendo-se obedecer ao constante no Cdigo de Obrasdo municpio de Laranjeiras do Sul. As anuncias prvias dos rgos responsveisj foram obtidas.04.2.7 Movimentos de terra:Por tratar-se de pavimentao asfltica sobre base j existente no havernecessidade de movimentos de terra, exceto os constantes na execuo da redede drenagem, nos pontos em que as mesmas inexistem, estando estes serviosdevidamente orados na planilha oramentria e tambm os servios de reforo dosubleito que demandaro pequenos servios de movimento de terra.05.0- ABASTECIMENTOS E SERVIOS PBLICOS:05.1- GUA: Toda a rede de abastecimento de gua, j est executada, nohavendo interferncia deste servio com a execuo da obra.14 15. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.05.2- LUZ E FORA : A rede pblica da concessionria Companhia Paranaensede Energia COPEL j est construda, no havendo nenhum impedimento para aexecuo do projeto.05.3- TELECOMUNICAES : A instalao da mesma d-se em postes daCopel, j implantados, no interferindo na execuo da obra.05.4 - ESGOTO : A maioria das ruas j conta com benefcio da rede pblica daconcessionria Sanepar. No h previso de execuo deste servio na regio eos trechos necessrios a serem complementados usaro travessia do tipocravao de rede sob o pavimento sem necessidade de abertura de rasgos oucortes na pavimentao asfltica.06.0 - TIPO DE SOLO:Terreno argilo-arenoso, seco, com predominncia de argila, com excelentecapacidade de carga, permitindo o uso do pavimento projetado, sem necessidadede reforo do subleito (j existente). ESPECIFICAES TCNICAS 15 16. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio. O presente memorial descritivo e especificaes tcnicasreferem-se aos servios de engenharia civil na modalidade de pavimentaoasfltica no tipo recape sobre pedras irregulares em ruas do quadro urbano deLaranjeiras do Sul, Estado do Paran, com as seguintes especificaes:OBRA: PAVIMENTAO ASFLTICA EM CONCRETO BETUMINOSIOUSINADO A QUENTE EM RUAS ESTRUTURANTES DO QUADROURBANO DE LARANJEIRAS DO SUL COM PAVIMENTAO DEPASSEIOS PARA ACESSIBILIDADE FSICA.LOCAL: Ruas Avenida lvaro Natel de Camargo, Otaviano Amaral, Vereador JooRocha Loures, Coronel Guilherme de Paula, Manoel Ribas, Baro do Rio Branco (2trechos), Tiradentes, Getlio Vargas (2 trechos), Sete de Setembro, Laranjeiras,Frei Caneca, Raimundo Ayres de Araujo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul,Nogueira do Amaral (2 trechos), Olavo Bilac (2 trechos), Jos Bonifcio, GeneralEsprito Santo (2 trechos), Souza Naves (2 trechos), Capito Felix Fleury (2trechos), Capito Antonio Joaquim de Camargo, Jos Ayres de Oliveira, DiogoPinto, Duque de Caxias, Nereu Ramos, Jacob Roths, Tupinamb, Sargento Joodo Nascimento Lopes (2 trechos), Juscelino Kubitschek, Chiassi Antonio Fa,Robson Fa, Dos Angicos, Dos Tarums, Dos Marfins, Das Guajuviras, dasAraucrias, Das perobas, Santana, Avenida Dalmo Puttini, Valdomiro Be, Jos deAlencar, Rui Barbosa, Monteiro Lobato, XV de Novembro, Heitor Safraider, ArnoldoGomes de Sales, Vereador Jos Vieira e Olivar Amaral. 2REA DA INTERVENO PAVIMENTAO EM CBUQ : 174.000,00 m; 16 17. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.2REA DE PAVIMENTAO DE PASSEIOS: 51.069,00 m ; 2REA TOTAL PAVIMENTADA: 225.069,00 m .VALOR DO PROJETO : R$ 10.190.961,37 (Dez milhes, cento e noventa mil,novecentos e sessenta e um reais e trinta e sete reais).CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE CBUQConsiste na aplicao na pista de produto denominadoconcreto betuminoso usinado a quente CBUQ.A mistura ser aplicada sobre a superfcie imprimada e/oupintada, de tal maneira que, aps a compresso, produza um pavimento flexvelcom espessura e densidade especificado em projeto. O concreto betuminosopoder ser empregado como revestimento, base, regularizao ou reforo dopavimento.A seguir, relataremos os procedimentos programados para arestaurao do pavimento asfltico existente em ruas do quadro urbano deLaranjeiras do Sul, incluindo as etapas de servio e os mtodos construtivos.1.0) Servios preliminaresInicialmente, logo aps as correes de alinhamento e pequenos consertos demeio-fios existentes, proceder-se- a eliminao de panelas e buracos existentesem trechos localizados, com o reforo do subleito com racho graduado em locais17 18. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.indicados pela fiscalizao e dentro dos volumes constantes nas planilhasoramentria de cada rua, de modo a deixar o pavimento em condies de recebera camada de reperfilamento. Esta correo ser feita nas depresses menores commassa asfltica e nas maiores com o reparo do pavimento, com brita graduadasobre a pavimentao existente e a reposio da mesma.Estes servios de pequenas correes sero executados de conformidade comorientao do departamento de engenharia da Prefeitura Municipal de Laranjeirasdo Sul, nos pontos indicados, segundo norma tcnica e procedimento da SecretariaMunicipal de Obras e Urbanismo. O custo deste servio j est considerado no itemreperfilamento com massa pr-misturada a quente, na espessura mdia de 2,5centmetros.1.1. Limpeza e lavagem da pistaAps as correes descritas no item anterior, ser procedida uma limpeza geraldos trechos a serem restaurados, com raspagem e retirada de toda sujeiraexistente no leito da rua, tais como barro, ps de pedra, pedriscos e outros entulhosporventura existentes. A varrio dever ser executada com vassoura mecnica.Aps isto, ser efetuada varrio manual de todo o trecho, com vassoures, cominspeo visual, de tal modo que o pavimento fique bem limpo. A seguir serefetivada a lavagem da pista com caminho pipa, dotado de hidrobomba compresso manomtrica suficiente para que alguns detritos que porventura notenham sido retirados na etapa de raspagem e varrio sejam retirados atravs daao de jato de gua. Nesta etapa tambm sero realizadas as limpezas dasgrelhas das bocas de lobo existentes e o correto reposicionamento das mesmas.Depois desta lavagem, ser efetuada nova limpeza com jato de ar.2.0) Pintura de ligao18 19. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.Em seguida, ser feita uma pintura de ligao com emulso asfltica de rupturamdia, tipo RM-1C, com caminho espargidor de asfalto, em toda a rea da pista aser restaurada.As canetas de imprimao devero estar convenientemente reguladas para queesta pintura de ligao seja uniforme e homognea, com uma taxa de emulsoadequada para que todo o trecho fique perfeitamente recoberto, no se permitindovazios ou falta de pintura em nenhum local.3.0) ReperfilamentoPara correo das trilhas de roda, desgastes diferenciados e para efetuar umapreparao para o recebimento da capa asfltica de modo que a mesma fique comespessura mdia homognea, ser efetuado um reperfilamento da pista comCBUQ faixa II DER/PR , na espessura mdia de 2,5 centmetros nasruas pavimentadas com pedra irregular . O espalhamento desta massa finaser efetuado com motoniveladora. Este reperfilamento ser feito em toda a pistade rolamento, durante a execuo da obra, com o intuito de conformar a rua eprepar-la para a execuo da camada final. Convm salientar-se que para fins deoramento foi tomada como espessura mdia, a medida de 2,5 centmetros. Istoequivale a dizer que, em alguns pontos, a espessura poder ser maior, em outros,menor ou at mesmo inexistente. A adoo desta espessura para fins deoramento possibilita um servioadequado, nas quantidades realmentenecessrias, no sendo permitidos e nem concedidos aditivos ou aumentos dequantitativos, neste item. Para facilitar o controle da execuo deste servio, ovolume deste reperfilamento foi transformado em toneladas, sendo facilmentepossvel acompanhar-se a execuo dos volumes previstos, atravs dos tquetesde pesagem dos caminhes que transportaro a massa asfltica. Desta forma,pagar-se-, exatamente o que foi aplicado. 19 20. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.4.0 ImprimaoAps a realizao do reperfilamento, ser executada nova imprimao, comemulso asfltica tipo RR-1C, com vistas ao recebimento da camada final. Osmesmos cuidados descritos no item 2.0 deste memorial devem ser observadospara a realizao desta etapa. Na possibilidade de haverem sido decorridos maisde sete dias da execuo da imprimao, tendo havido trnsito sobre a superfcieimprimada, ou tendo sido a imprimao recoberta com areia, p de pedra, etc.,dever ser feita uma nova pintura de ligao.5.0 Capa asflticaCom a imprimao realizada, ser feita a aplicao da capa asfltica com ConcretoBetuminoso Usinado a Quente C.B.U.Q.Esta capa ter a espessura de 3,0 (trs) cm sobre o pavimento empedras irregulares com massa asfltica tipo faixa C DER/PR, em todaa largura da pista.Distribuio e Compresso da MisturaA temperatura de aplicao do cimento asfltico dever ser determinada para cadatipo de ligante, em funo da relao temperatura/viscosidade. A temperaturaconveniente aquela na qual o asfalto apresenta uma viscosidade situada dentroda faixa de 75 a 150 segundos, Sayboll-Furol (DNER-ME 004). Recomenda-se,preferencialmente, a viscosidade de 85 a 95 segundos. 20 21. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.A temperatura de aplicao do alcatro ser aquela na qual a viscosidadeEngler (ASTM D 1665) situa-se em uma faixa de 25 +- 3. A mistura, neste caso,no dever deixar a usina com temperatura superior a 106 C.O espalhamento desta capa asfltica dever ser efetuado por vibro - acabadoras.Caso ocorram irregularidades na superfcie da camada, na hora do lanamentopela vibro - acabadora, as correes sero feitas pela adio manual de concretobetuminoso, sendo esse espalhamento executado por meio de ancinho e rodosmetlicos.Imediatamente aps a distribuio do concreto betuminoso, ser iniciado oprocesso de rolagem para compresso. A temperatura de rolagem dever ser amais elevada que a mistura betuminosa possa suportar, sendo esta temperaturafixada experimentalmente para cada caso.A temperatura recomendvel para a compresso da mistura aquela na qual oligante apresenta uma viscosidade Sayboll-Furol (DNER ME 004), de 140 5segundos, para o cimento asfltica, ou uma viscosidade especfica, Engler(ASTM 1665), DE 40 5, para o alcatro.Caso sejam empregados rolos de pneus lisos, de presso varivel, inicia-se a2rolagem com baixa presso (60 lb/pol .) e aumenta-se em progresso aritmtica, medida que a mistura betuminosa suporte presses mais elevadas. A presso dos 2pneus deve variar a intervalos peridicos (60, 80, 100, 120 lb/pol ), adequando onumero de passadas de forma a atingir o grau de compactao especificado eadequado.A compresso ser iniciada pelos bordos, junto ao meio fio, longitudinalmente,continuando em direo ao eixo da pista. Nas curvas, de acordo com asuperelevao, a compresso dever comear sempre do ponto mais baixo para oponto mais alto. Cada passada do rolo dever ser recoberta, na seguinte, de pelo 21 22. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.menos a metade da largura rolada. Em qualquer caso, a operao de rolagemseguir at o momento em que seja atingida a compactao exigida. Durante arolagem no sero permitidas mudanas de direo e inverses bruscas demarcha, nem estacionamento dos equipamentos sobre o revestimento recmrolado. As rodas do rolo devero ser umedecidas adequadamente, de modo aevitar a aderncia da mistura.6.0 Abertura ao trnsito .Os revestimentos concludos devero ser mantidos sem trnsito at o seu completoresfriamento. Quaisquer danos decorrentes da abertura ao trnsito sem a devidaautorizao sero de inteira responsabilidade da Contratada.7.0 EquipamentosOs equipamentos a serem utilizados devero ser examinados pela fiscalizao,devendo estar de acordo com esta especificao, para que possa ser emitida aordem de servio.Caminhes para transporte da misturaOs caminhes, tipo basculante, para o transporte do concreto betuminoso deveroTer caambas metlicas robustas, limpas e lisas, ligeiramente lubrificadas comgua e sabo, leo cru fino, leo paranfico ou soluo de cal, de modo a evitar a22 23. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.aderncia da mistura s chapas da bscula. A utilizao de produtos susceptveisde dissolver o ligante betuminoso (leo diesel, gasolina, etc.) no ser permitida.Equipamento para espalhamentoPara espalhamento e acabamento, sero utilizadas pavimentadoras automotrizes(acabadoras), capazes de espalhar e conformar a mistura no alinhamento, cotas eabaulamento requeridos. As acabadoras devero ser equipadas com parafusosrosca sem fim, para colocar a mistura exatamente nas faixas. Devero terdispositivos rpidos e eficientes de direo, alm de marchas para frente e paratrs. Sero equipadas com alisadores e dispositivos para aquecimento dosmesmos, com controle de temperatura, para colocao da mistura semirregularidades.Equipamento para a CompressoSero utilizados rolos pneumticos e rolos metlicos lisos, tipo tanden, rolosvibratrios ou outros equipamentos aprovados pela fiscalizao. Os roloscompressores, tipo tanden, devero ter uma carga de 8 a 12 toneladas. Os rolospneumticos, autopropulsores, devero ser dotados de pneus que permitam a 222variao de calibragem de 35 a 120 lb/pol (2,5 kgf/cm a 8,4 kgf/cm ).O equipamento em operao na obra dever ser suficiente para comprimir amistura densidade requerida, enquanto esta se encontrar em condies detrabalhabilidade. 23 24. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio. CRITRIOS DE CONTROLEControle do Espalhamento e Compresso na PistaO controle de execuo ser exercido, atravs e coleta de amostras, ensaios edeterminaes feitas de maneira aleatria.Temperatura de compresso na pistaDevero ser efetuadas medidas de temperatura durante o espalhamento da massa,imediatamente antes de iniciada a compresso. Estas temperaturas devero ser as indicadas para compresso, com uma tolerncia de +-5 C.O nmero de determinaes das temperaturas de compresso ser definido emfuno do risco de rejeio de um servio de boa qualidade a ser assumido pelaContratada, conforme Tabela de Amostragem Varivel, apresentada no itemControleEstatstico da Execuo , mostradamais adiante, nestaespecificao.Grau de compresso na pistaO controle do grau de compresso GC, da mistura betuminosa dever ser feito,preferencialmente, medindo-se a densidade aparente de corpos de prova extradosda mistura espalhada e comprimida na pista ou rea, por meio de brocas rotativas.No sendo possvel a utilizao deste equipamento, ser permitido o mtodo doanel de ao. Para isso, colocam-se sobre a base, antes do espalhamento damistura, anis de ao de 10 cm de dimetro interno e de altura de 5 milmetros24 25. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.inferior espessura da camada comprimida. Aps a compresso so retirados osanis e medida a densidade aparente dos corpos de prova neles moldados.Dever ser realizada uma determinao a cada 120 metros de meia pista, ouaproximadamente a cada 600,00 metros quadrados, em pontos aleatrios, nosendo permitidas densidades (GC) inferiores a 97% da densidade prevista noprojeto. O controle de compresso poder, tambm, ser feito, medindo-se asdensidades aparentes dos corpos de prova extrados da pista e comparando-ascom as densidades aparentes de corpos de provas moldados no local. As amostraspara moldagem destes corpos de prova devero serObtidas bem prximo ao local onde sero realizados os furos e antes da suacompactao. A relao entre estas duas densidades no dever ser inferior a100%.Controle estatstico do Grau de CompressoO nmero das determinaes ou ensaios de controle de execuo, por jornada de8 horas de trabalho ser definido em funo do risco de rejeio de um servio deboa qualidade a ser assumido pela Contratada, conforme a tabela seguinte.Tabela 01.TABELA DE AMOSTRAGEM VARIVELn 5 6789 10 12 1314 15 16 171921k 1,5 1,4 1,31,31,2 1,21,1 1,1 1,11,1 1,0 1,0 1,0 1,0125 26. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio. 5 16 151 63108 640,4 0,30,3 0,20,1 0,10,1 0,0 0,00,0 0,0 0,00,0 0,01 5 50 595 08654 32 n= n. de amostrask= coeficiente multiplicador= risco da contratadanmero mnimo de determinaes pro jornada de 8 horas de trabalho ser decinco.Para o controle do espalhamento e compresso do CBUQ na pista, devero seranalisados estatisticamente os resultados obtidos e, baseados na tabela anterior,verificar a condio seguinte (DNER-PRO 277/97).Para o Grau de Compactao GC, em que especificado um valor mnimo aser atingido deve-se verificar a condio seguinte:Se X ks < valor mnimo admitido rejeita-se o servio;Se X ks valor mnimo admitido aceita-se o servio.Sendo:_ = i 26 27. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio. n _ 2 s=(i-) n-1Onde:X i = valores individuais.X = mdia da amostra.s = desvio padro da mostra.k = coeficiente tabelado em funo do nmero de determinaes.n = nmero de determinaesOs resultados do controle estatstico sero registrados em relatrios peridicos deacompanhamento. 27 28. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.Controle GeomtricoEspessura da camadaSer medida a espessura por ocasio da extrao dos corpos de prova na pista ourea, ou pelo nivelamento do eixo e dos bordos, antes e depois do espalhamento ecompresso da mistura. Ser admitida a variao de 5%, da espessura deprojeto, para pontos isolados, no se admitindo redues.AlinhamentosO alinhamento ser feito pelas guias de concreto (meio fios), no se admitindodesvios excedentes a 3 cm.Acabamento da superfcieDurante a execuo, dever ser feito, diariamente, em cada estaca de locao (acada 40 m), o controle de acabamento da superfcie de revestimento, com o auxliode duas rguas, uma de 3,00 m e outra de 1,20m, colocados em ngulo reto eparalelamente ao eixo da pista ou rea. A variao da superfcie, respectivamente,entre dois pontos quaisquer de contato, no dever exceder a 0,5 cm, quandoverificada com qualquer das rguas.Os servios rejeitados devero ser corrigidos, complementados refeitos.As misturas de concreto betuminoso devero ser fabricadas e distribudas somentequando a temperatura ambiente se encontrar acima de 10 C, e o tempo no seapresentar chuvoso.28 29. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.Critrios de medioA aplicao do concreto betuminoso usinado a quente ser medida por metroquadrado de mistura efetivamente aplicada na pista e comprimida, nas dimensesdo projeto, de acordo com as sees transversais do projeto e verificando-se adensidade compactada.Esto consideradas nos preo orado, todas as operaes necessrias aplicaodo concreto, tais como varredura e limpeza da pista, as perdas, a distribuio napista, a compresso, as correes de eventuais falhas e a confeco e remoo decunhas de concordncia.Esto considerados tambm a fabricao do CBUQ incluindo todos os seusinsumos.O pagamento ser feito pelo preo unitrio contratual em metros quadrados,incluindo toda a mo de obra, equipamentos e encargos necessrios fabricao,aplicao e compresso do material.8.0) Drenagem A drenagem prevista para a obra consiste na execuo de galerias de guaspluviais em ruas que ainda no possuem este benefcio ou em ruas que necessitamde interligao com rede j existente.A drenagem ser no sistema de galerias de tubos de concreto simples, interligadosatravs de caixas de captao, equipadas com grelhas de concreto armado. Estagaleria ser executa em tubos de concreto tipo macho e fmea, nos dimetrosindicados no projeto, assentadas em valas abertas com equipamento mecnico,sem bero de concreto, tendo, porm, o fundo convenientemente compactado,29 30. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.obedecendo-se orientao do Departamento de Engenharia da prefeituraMunicipal.As bocas de lobo para captao das guas pluviais sero construdas conformedetalhes do projeto, com tijolos de barro cozido requeimados ou com blocos deconcreto, rebocados com argamassa com adio de hidrfugos e equipadas comgrelhas de ferro conforme especificado no projeto.9.0) Passeios Todos os passeios ao longo das ruas que recebero a pavimentao asflticarecebero pavimentao, numa largura de 1,50 metros de cada lado da rua, empavers de concreto com resistncia de 35MPa, com espessura de 4,00 (quatro)centmetros e dimenses de 10cm X 20cm. Estes pavers sero assentados sobrecamada de p de pedra com espessura de 10 (dez) centmetros, apscompactao mecnica do leito do passeio. Aps a colocao dos pavers osmesmos recebero compactao com compactador tipo sapomanual. Orejuntamento dos pavers ser feito com areia fina,no sistema de varrio manual.Em cada esquina e em outros locais projetados, sero construdas rampas deacessibilidade fsica de acordo com a NBR 9050, sendo estas equipadas com pisopodo tctil. A construo de passeios e elementos de acessibilidade fsicaobedecer ao padro municipal, observada as normas e legislao pertinente.10.0) - Limpeza Geral da ObraDepois de concluda, a obra ser totalmente limpa, com remoo de materialexcedente e entulhos provenientes da sua execuo.30 31. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SULEstado do ParanSec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.A liberao para o Termo de Recebimento provisrio ser efetuada aps vistoria doengenheiro fiscal da Prefeitura e do Agente Interveniente Financeiro, onde serlavrado o citado termo, desde que todas as condies estejam satisfeita.11.0) Sinalizao viria.Nas esquinas das ruas, nas faixas de estacionamento e nos locais previstos peloprojeto global de sinalizao viria do municpio de Laranjeiras do Sul, nas ruas oraprojetadas, ser efetuada sinalizao viria, consistindo em pintura de faixas comtinta abrasiva, compreendendo as faixas de segurana de pedestres e outrasmarcaes como faixas de estacionamento e segurana na cor branca e duasfaixas centrais na cor amarela, do tipo faixa contnua. Esta sinalizao obedecers Normas Tcnicas inerentes ao servio e sero executadas aps a limpeza dapista, nas cores especificadas (amarelo e branco).A sinalizao viria vertical consistir na colocao de placas de vias preferenciaise outras, conforme o projeto de sinalizao viria, confeccionadas em chapa de aocoberta com pelcula refletiva e fixada no solo por tubos de ferro galvanizado comdimetro de 1 . As dimenses obedecero s normas do CONATRAN.12.0) Informaes complementares.O presente memorial e especificao tcnica complementam os projetos deengenharia e pass a fazer parte integrante do processo de construo da obraRecape Asfltico em CBUQ de Ruas do Quadro Urbano de Laranjeirasdo Sul, devendo ser consultado e obedecido em todos os seus termos. Quandohouver, porventura, conflito entre os elementos que constituem o projeto executivoda obra em estudo, este memorial ter prevalncia e as dvidas sero dirimidaspelo engenheiro autor do projeto. Como informao complementar, ressalvamos o31 32. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.fato de que as planilhas oramentrias so meramente ilustrativas, cabendo empresa proponente, quando da formulao da sua proposta, conferir volumes,quantidades, etc., no se aceitando alteraes de quantidades ou aditivos dequalquer natureza, ficando implcito que a proposta deve contemplar a execuototal da obra projetada.Laranjeiras do Sul, 25 de julho de 2.012. Leoni Luiz MelettiEngenheiro Civil CREA PR-9990/D 32 33. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.fato de que as planilhas oramentrias so meramente ilustrativas, cabendo empresa proponente, quando da formulao da sua proposta, conferir volumes,quantidades, etc., no se aceitando alteraes de quantidades ou aditivos dequalquer natureza, ficando implcito que a proposta deve contemplar a execuototal da obra projetada.Laranjeiras do Sul, 25 de julho de 2.012. Leoni Luiz MelettiEngenheiro Civil CREA PR-9990/D 32 34. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.fato de que as planilhas oramentrias so meramente ilustrativas, cabendo empresa proponente, quando da formulao da sua proposta, conferir volumes,quantidades, etc., no se aceitando alteraes de quantidades ou aditivos dequalquer natureza, ficando implcito que a proposta deve contemplar a execuototal da obra projetada.Laranjeiras do Sul, 25 de julho de 2.012. Leoni Luiz MelettiEngenheiro Civil CREA PR-9990/D 32 35. MUNICPIO DE LARANJEIRAS DO SUL Estado do Paran Sec. De Infra-Estrutura, Planejamento e Assuntos da Indstria e Comrcio.fato de que as planilhas oramentrias so meramente ilustrativas, cabendo empresa proponente, quando da formulao da sua proposta, conferir volumes,quantidades, etc., no se aceitando alteraes de quantidades ou aditivos dequalquer natureza, ficando implcito que a proposta deve contemplar a execuototal da obra projetada.Laranjeiras do Sul, 25 de julho de 2.012. Leoni Luiz MelettiEngenheiro Civil CREA PR-9990/D 32