juliane & ezequiel

Download Juliane & Ezequiel

Post on 17-Mar-2016

217 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Convite Padrinhos

TRANSCRIPT

  • 2012

    A H I S T R I A D E

    Juliane e Ezequiel

  • BLANK

  • Juliane & Ezequiel

    N D I C E

    Prlogo 3

    Captulo 1 - Quando tudo aconteceu 5

    Captulo 2 - A unio 7

    Convite 9

    Recomendaes 10

  • BLANK

  • P R L O G O

  • P R L O G O

    Para se roubar um corao preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfaradamente, no se chega com mpeto, no se alcana o corao de algum com pressa. Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado. No se pode deixar que percebam que ele ser roubado, na verdade, teremos que furt-lo docemente. Conquistar um corao de verdade d trabalho, requer pacincia. como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criana. necessrio que seja com destreza, com vontade, com carinho, com encanto e sinceri-dade.

    Para se conquistar um corao definitivamente tem que ter garra e esperteza, mas no falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos.

    Quando se deseja realmente conquistar um corao, preciso que antes j tenhamos conseguido conquistar o nosso, preciso que ele j tenha sido explorado nos mnimos detalhes, que j se tenha consegui-do conhecer cada espao vago.

    E ento, quando finalmente esse corao for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele, vai existir uma parte de algum que

  • seguir conosco. Uma metade de algum que ser guiada por ns e o nosso corao passar a bater por conta desse corao.

    Eles sofrero altos e baixos, mas com certeza haver instantes, milhares de instantes de alegria.

    Bater descompassado, sabe por que?

    Faltar a metade dele que ainda no est junto de ns. At que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse corao chamar a sua outra parte e algum por vontade prpria, sem que precisemos roubar ou furt-lo, nos entregar a metade que faltava.

    E assim que se rouba um corao, fcil ou no?

    Pois , ns s precisaremos roubar uma metade, e a outra vir na nossa mo e ficar detectado um roubo ento!

    E s por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar algum... simples...

    porque elas no possuem mais corao, eles foram roubados, arrancados do seu peito e, somente com um grande amor ela ter um novo corao. Afinal de contas, coraes so para serem divididos; e com certeza esse grande amor repartir o dele com voc.

    Lus Fernando Verssimo

  • BLANK

  • C A P T U L O U M

  • C a p t u l o u mQuando tudo Aconteceu

    Cada um deles tinha uma vida totalmente diferente. Ela, com carinha de anjo e um corao de pedra, estava na busca em conhecer a si mesma. Ele, com uma ternura indomvel, estava tentando refrear todos os problemas que resolveram aparecer de uma s vez em sua vida.

    Ela extremamente irritvel com um humor nada amigvel, mas alegre! Ele com sua pacincia infinita, transpira alegria e auxilia quem necessita. Ambos so to diferentes, mas de uma maneira bem estranha os dois se completam.

    E seus acabaram caminhos entrecruzando-se, mudando totalmente suas vidas.

    No princpio ela no ia muito com a cara dele e ele no se esforava em conquist-la. Ela odiava estar no mesmo ambiente com ele e ele se tornar indiferente. Pode-se dizer que no foi amor primeira vista, como nos contos de fadas ou como ela sempre sonhara, mas foi muito real e verdadeiro.

    E tudo aconteceu quando a turminha dele resolveu sair mais com a turminha dela e ambos comearam a se ver mais do que gostariam.

    Conheceram-se e tornaram-se grandes amigos, porm dessa amizade

  • nasceu um sentimento extremamente grande, que nenhum deles conheciam.

    Ela no suportava ficar um dia sequer longe dele e ele no conseguia esquecer o beijo dela. Tudo o que ele fazia lembrava ela; e vice e versa. A ausncia do outro era sentida como se no peito o corao no estivesse mais l, retornando apenas quando finalmente se encon-travam; matando assim a enorme saudade que viva a importun-los.

    Tal sentimento foi crescendo... E crescendo... Crescendo... E cresceu com tamanha proporo fazendo-o perceber como sua vida era miservel sem ela e assim resolver pedi-la em casamento.

  • BLANK

  • C A P T U L O D O I S

  • BLANK

  • Juliane aceitou casar-se com Ezequiel e hoje voc j sabe que o final dessa histria apenas o inicio da vida

    deles, um ao lado do outro.E ambos desejamos que vocs faam parte dessa linda

    histria, sendo nossos padrinhos.

  • C O N V I T E

  • CO

    NV

    IT

    E

  • BLANK

  • R E C O M E N D A C E S

    M A D R I N H A S

    estritamente proibido que as madrinhas usem vesti-dos com modelagem sereia ou que tenham aplicaes

    de rendas ou aplicaes de pedraria. Tambm necessrio que a cor do vestido que a mesma deseja

    usar deve ser relatado com antecedncia para a noiva, para que no haja conflito de cores entre as madrinhas.

    P A D R I N H O S

    estritamente necessrio que o terno seja na cor preta sem nenhum tipo de destaque, como: risca de giz em

    branco ou no mesmo tom do terno. Sendo assim, deve-se entrar com um terno preto e liso! necessrio que a gravata seja na cor rosa (sem outro tipo de variao, como: lils, pssego, salmo, etc.) e camisa branca.

  • BLANK

  • E sero os dois uma s carne; e assim j no sero dois, mas uma s carne. Portanto, o que Deus unio

    no separar o homem

    Marcos 10: 8-9

  • BLANK