Manual de estagio extra curricular de Biomedicina

Download Manual de estagio extra curricular de Biomedicina

Post on 17-Dec-2015

77 views

Category:

Documents

14 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Este um modelo de relatrio para finalizao de estagio.

TRANSCRIPT

<ul><li><p>1 </p><p>Os exames laboratoriais so realizados a partir da solicitao mdica a fim de diagnosticar, </p><p>monitorar ou acompanhar o tratamento de um paciente. </p><p> Coleta de sangue venoso </p><p>Objetivo </p><p>Uma boa coleta de sangue permite segurana no resultado do exame, todos os </p><p>procedimentos devem ser realizados de forma a garantir a segurana do profissional, do paciente </p><p>e da amostra. </p><p>Desenvolvimento </p><p>O paciente deve ser orientado a manter um jejum de 10 a 14 horas, antes da coleta. Ele </p><p>fica livre somente para beber gua, a coleta deve ser preferencialmente realizada na parte da </p><p>manha e antes da pratica de exerccios fsicos. </p><p>A obteno do sangue pode ser por puno venosa, arterial, ou puno de pele (capilar), a </p><p>amostra tambm podem ser coletadas no dorso da mo, na veia femoral, veias jugulares, cordo </p><p>umbilical e seio sagital superior. </p><p>Normalmente usa-se a dobra do cotovelo ou a mo para a coleta. </p><p>Procedimento </p><p> Verificar quais exames ser realizado. </p><p> Identificar os tubos com o nome do paciente. </p><p> Retirar a agulha da embalagem estril e acoplar a seringa estril. </p><p> Colocar o garrote ao redor do brao acima do cotovelo. </p><p> Paciente abrir e fechar a mo vrias vezes. </p><p> Determinar a veia a ser puncionada. </p><p> Desinfetar a pele com lcool 70%. </p><p> Introduzir a agulha na pele e penetrar no interior da veia. </p><p> Aps a coleta, pedir para o paciente abrir a mo. </p><p> Soltar o garrote. </p><p> Retirar a agulha voltada para cima. </p><p> Distribuir nos tubos Inverter os que tiverem anticoagulantes. </p><p>OBS: quando se quer obter o soro do paciente, usa-se tubo sem anticoagulante, e se </p><p>deseja obter plasma, usa-se tubo com anticoagulante. </p></li><li><p>2 </p><p>Concluso </p><p>Com os dias de estgio na rea de coleta, foi possvel obter prtica, aumentar confiana alm de </p><p>aprender as tcnicas utilizadas, para que na hora da coleta eu possa transmitir ao paciente </p><p>segurana e confiabilidade. </p><p>HEMATOLOGIA </p><p>Do ponto de vista da sua constituio, o sangue considerado como um sistema complexo </p><p>e relativamente constante, constitudo de elementos slidos (clulas sanguneas), substncia </p><p>lquida (soro ou plasma) e elementos gasosos (oxignio e gs carbnico). Embora no seja </p><p>necessrio conhecer todos os detalhes sobre os procedimentos analticos dos testes, essencial </p><p>conhecer o tipo de amostra necessria para cada tipo de anlise. </p><p>Tipo de Anlise - Tipo de Amostra </p><p>Bioqumica e Sorolgica - Soro ou plasma </p><p>Hematolgica - Sangue total com EDTA </p><p>Glicmica - Plasma com fluoreto de sdio </p><p>Coagulao - Plasma com citrato de sdio </p><p>Tubos para coleta </p><p>Cada tipo de amostra deve ser coletada em um tubo especfico para cada tipo de anlise, </p><p>sendo de extrema importncia conhec-los para a realizao de uma coleta de material biolgico. O </p><p>material colhido em recipiente inadequado ser rejeitado e descartado pelo laboratrio pois no ter </p><p>validade para a realizao da anlise. Todos os tubos devero ser homogeneizados imediatamente </p><p>aps a coleta. Deve-se invert-los de 5 a 8 vezes, suavemente. Tubos homogeneizados </p><p>inadequadamente podero conter pequenos cogulos sanguneos que diminuiro a utilidade do tubo. </p><p>Quando o paciente possui mais de um exame solicitado e estes exames necessitam de materiais </p><p>diferentes que devem ser coletados em recipientes diferentes, deve-se obedecer uma sequncia para </p><p>coleta dos materiais para que no haja contaminao dos aditivos de um tubo para outro, o que </p><p>ocasiona grandes alteraes em alguns parmetros analticos. A sequncia de coleta para tubos </p><p>plsticos de coleta de sangue tubo com citrato de sdio (tampa azul), tubo sem anticoagulante </p><p>(tampa vermelha ou tampa amarela), tubo com heparina (tampa verde), tubo com EDTA (tampa </p><p>roxa) e tubo com fluoreto de sdio (tampa cinza). Quando o paciente tiver apenas exames de </p></li><li><p>3 </p><p>coagulao, dever ser coletado primeiro um tubo de descarte. Isso devido ao fato de o primeiro </p><p>fluxo de sangue coletado conter os fatores de coagulao, principalmente a protrombina, o que altera </p><p>os resultados. </p><p>Anlises de Coagulao </p><p>Quando se pretende fazer anlise de coagulao, dever ser colhida uma amostra de plasma </p><p>(CITRATO DE SDIO). Esta ser obtida atravs da coleta em tubo de citrato de tampa azul. Este tubo </p><p>contm Citrato de Sdio, o sangue colhido com anticoagulante deve ser cuidadosamente </p><p>homogeneizado por inverso de 5 a 8 vezes para evitar hemlise e a coagulao do sangue. </p><p>Anlises Bioqumicas e Sorolgicas </p><p>Quando se pretende fazer anlise bioqumica ou sorolgica, dever ser colhida uma amostra </p><p>de soro. Esta ser obtida atravs da coleta em tubo sem anticoagulante para que ocorra o processo de </p><p>coagulao. Portanto, a coleta deve ser feita no tubo de tampa vermelha sem gel ou no tubo de tampa </p><p>amarela com gel. Estes tubos contm ativador de cogulo e deve-se, imediatamente aps a coleta, </p><p>homogeneiz-los por inverso de 5 a 8 vezes para evitar hemlise, manter em repouso na posio </p><p>vertical por 30 minutos para retrair o cogulo e seguir a centrifugao a 3.000 rpm durante 10 minutos. </p><p>Anlises Bioqumicas </p><p>Quando se pretende fazer anlise bioqumica, gasometria ou outros exames, dever ser </p><p>colhida uma amostra de plasma (HEPARINA). Est ser obtida atravs da coleta em tubo de heparina </p><p>de tampa verde. Este tubo contm Heparina, o sangue colhido com anticoagulante deve ser </p><p>cuidadosamente homogeneizado por inverso de 8 a 10 vezes para evitar hemlise e a coagulao do </p><p>sangue. </p><p>Anlises Hematolgicas </p><p>Quando se pretende fazer anlise hematolgica, dever ser colhida uma amostra de sangue </p><p>total (EDTA). Esta ser obtida atravs da coleta em tubo de EDTA de tampa roxa. Este tubo contm </p><p>anticoagulante especfico para evitar a coagulao. O sangue colhido com anticoagulante deve ser </p></li><li><p>4 </p><p>cuidadosamente homogeneizado por inverso de 5 a 8 vezes para evitar hemlise e a coagulao do </p><p>sangue. </p><p>Anlises Glicmicas </p><p>Quando se pretende fazer anlise de glicemia, dever ser colhida uma amostra de plasma </p><p>(FLUORETO DE SDIO). Esta ser obtida atravs da coleta em tubo de tampa cinza. Este tubo </p><p>contm fluoreto de sdio com EDTA, o sangue colhido com anticoagulante deve ser cuidadosamente </p><p>homogeneizado por inverso de 5 a 8 vezes para evitar hemlise e a coagulao do sangue. </p><p>Sistema ABO e fator Rh </p><p>O tipo sanguneo em humanos condicionado por alelos mltiplos. So quatro os tipos de </p><p>sangue: A, B, AB e O. Cada um destes tipos caracterizado pela presena ou ausncia </p><p>de aglutinognio, nas hemcias, e aglutinina, no plasma sanguneo. </p><p>Os aglutinognios so substncias encontradas na membrana plasmtica das hemcias e que </p><p>funcionam como antgenos quando introduzidos em indivduos que no os possuam. Existem dois </p><p>tipos de aglutinognios: A e B. </p><p>As aglutininas so substncias presentes no plasma sanguneo e que funcionam como </p><p>anticorpos que reagem com antgenos estranhos. Existem dois tipos de aglutininas: anti-A e anti-</p><p>B. O contato entre um aglutinognio e sua aglutinina correspondente provoca a aglutinao do </p><p>sangue. Assim, indivduos com sangue Tipo A no podem doar sangue para indivduos do Tipo B, </p><p>e vice-versa. Indivduos do Tipo AB podem receber sangue de qualquer grupo. J os do Tipo O </p><p>podem doar para qualquer grupo. </p><p>Tipo Sanguneo Aglutinognio (hemcias) Aglutinina (plasma) </p><p>A A Anti-B </p><p>B B Anti-A </p><p>AB AB ----- </p><p>O ----- Anti-A e Anti-B </p><p>Indivduos com sangue Rh+ possuem o fator Rh em suas hemcias e apresentam </p><p>aglutinao do sangue quando entram em contato com anticorpos anti-Rh. Aqueles que no </p><p>possuem o fator Rh em suas hemcias so chamados Rh- e no apresentam reao de </p></li><li><p>5 </p><p>aglutinao quando em contato com anticorpos anti-Rh. Quando um indivduo Rh- recebe </p><p>sangue Rh+, ele passa a produzir anticorpos anti-Rh. </p><p>A eritroblastose fetal uma doena que pode ocorrer quando mes Rh- geram filhos Rh+. </p><p>Nestes casos, pequenos vasos da placenta se rompem e h passagem de sangue do filho para a </p><p>me. Em resposta, o sangue da me passa a produzir anticorpos anti-Rh. Numa prxima </p><p>gravidez, se o filho for Rh+, os anticorpos maternos iro atacar as hemcias do feto, provocando a </p><p>doena. </p><p>O cromossomo D o responsvel pela produo da maior parte do aglutinognio </p><p>conhecido como Rh, por isso o termo Rh pode ser substitudo pelo fator D </p><p>Determinao grupo ABO e Rh em lmina </p><p> Materiais </p><p> Laminas </p><p> Reagentes (anti-A, anti-B, anti-AB e anti-D) </p><p> sangue </p><p> Mtodo </p><p>1. Pegar quatro lminas e marca-las de acordo com o reagente a ser colocado. Colocar uma </p><p>gota de sangue em cada lmina e uma gota de cada soro de acordo com a marcao </p><p>realizada. Exemplo: uma gota do reagente anti-A na lmina marcada como anti-A. </p><p>Homogeneizar. Observar a presena de aglutinao macroscpica se houver aglutinao </p><p>significa que a hemcia possui antgeno correspondente. Exemplo: Houve aglutinao com </p><p>o reagente anti-A, significa que o sangue pode ser A. Se no houver aglutinao com </p><p>nenhum dos reagentes, o tipo sanguneo o O. Se houver aglutinao com o reagente </p><p>anti-D significa que o sangue Rh positivo. </p><p>Determinao grupo ABO em tubo </p><p> Materiais </p><p> Tubos </p><p> Pipetas </p><p> Reagentes (anti-a, anti-b, anti-ab e anti-d) </p><p> Sangue </p></li><li><p>6 </p><p> Centrfuga </p><p> Mtodos </p><p>1. Marcar trs tubos como anti-A, anti-B e anti-AB. Colocar duas gotas de sangue nos trs </p><p>tubos e duas gotas do reagente correspondente. </p><p>2. Centrifugar por 15 segundos em 3500 rpm. Ressuspender delicadamente o boto de </p><p>hemcias e examinar a presena ou no, de aglutinao. </p><p>Coombs Direto </p><p>O teste de Coombs direto um mtodo que permite a identificao da presena de anticorpos </p><p>fixados sobre as hemcias. Tecnicamente, baseia-se no fato de que os anticorpos que recobrem </p><p>as hemcias podem ser identificados pela adio de anticorpos antigamaglobulina humana. </p><p> Materiais </p><p> Tubos </p><p> Soro de coombs </p><p> Sangue </p><p> Soluo fisiolgica </p><p> Pipetas </p><p> Centrfuga </p><p> Mtodo </p><p>1. Colocar 2 gotas do sangue em um tubo, adicionar soluo fisiolgica e centrifugar a 3.000 </p><p>rpm por um minuto,desprezar (com cuidado) o sobrenadante deixando o boto de </p><p>hemcias no fundo do tubo, repetir o procedimento mais duas vezes. </p><p>2. Colocar 2 gotas do soro de Coombs e centrifugar novamente por 15 segundos, agitar </p><p>levemente o tubo e observar se h aglutinao dos eritrcitos. Se houver aglutinao o </p><p>teste de coombs positivo, se no houver ele negativo. </p><p>Coombs indireto </p></li><li><p>7 </p><p>A prova de Coombs indireto atualmente chamada de pesquisa de anticorpos irregulares </p><p>(PAI). Esta prova avalia a presena de anticorpos irregulares circulantes no soro de doadores de </p><p>sangue, receptores, gestantes, pacientes com suspeita de anemia hemoltica por presena de </p><p>anticorpos, entre outros. </p><p>O teste antiglobulina humano baseia-se na aglutinao de hemcias sensibilizadas </p><p>previamente com anticorpos humanos ou fraes do complemento atravs do anti-soro AGH </p><p>(SORO DE COOMBS). </p><p> Materiais </p><p> Tubos </p><p> Centrfuga </p><p> Banho-maria </p><p> Soro de coombs </p><p> Hemcias com tipagem conhecida </p><p> Soluo fisiolgica </p><p> Mtodo </p><p>1. Preparar uma suspenso salina a 5% com hemcias conhecidas quanto ao antgeno e </p><p>cujo anticorpo correspondente se deseja detectar (o mais comum a deteco de </p><p>anticorpos anti- Rh positivo, anti-D). As hemcias devem ser compatveis com o soro </p><p>quanto ao sistema ABO (comumente empregam-se hemcias do grupo O Rh positivo). </p><p>2. Colocar duas gotas da suspenso em um tubo de 12 x 75 mm e lavar trs vezes com </p><p>soluo salina. </p><p>3. Adicionar duas gotas do soro a ser testado. </p><p>4. Misturar e incubar em banho a 37C, durante 30 a 45 minutos. </p><p>5. A seguir, lavar as hemcias trs vezes com soluo salina e adicionar o soro de Coombs </p><p>(duas gotas). </p><p>6. Agitar e centrifugar a 1.000 r.p.m. por 15 segundos. </p><p>7. Proceder leitura: presena de aglutinao significa teste de Coombs Indireto Positivo, </p><p>ausncia de aglutinao significa Teste de Coombs Indireto Negativo. </p><p>Esfregao </p></li><li><p>8 </p><p>A realizao do esfregao sanguneo etapa significativa em um hemograma, pois possibilita </p><p>a leucometria diferencial, a estimativa do nmero de leuccitos e plaquetas por microlitro de </p><p>sangue, a avaliao morfolgica das clulas sanguneas e tambm a pesquisa de parasitas </p><p>sanguneos. </p><p> Materiais </p><p> Sangue </p><p> Lminas </p><p> Lpis </p><p> Mtodo </p><p>1. Preparar duas lminas novas e desengorduradas. Colocar uma gota de sangue pequena </p><p>em uma das extremidades da lmina. Tomar a outra lmina e coloca-la frente da gota </p><p>num ngulo de 45, fazer um ligeiro movimento para trs at o sangue se espalhar </p><p>totalmente na borda da lmina. Com um movimento uniforme, para frente, fazer esta </p><p>lmina deslizar sobre a outra, ela arrastar atrs de si o sangue que se espalhar em fina </p><p>camada. Imediatamente aps, agita a lmina ao ar at o esfregao secar-se </p><p>completamente e identificar com lpis. </p><p>Colorao de Lmina </p><p>Os corantes para esfregaos sanguneos so uma mistura de corantes de caractersticas </p><p>neutras, dependentes do pH da soluo corante, que em condies apropriadas coram os </p><p>componentes nucleares e citoplasmticos dos leuccitos, com predominncia de tons vermelhos </p><p>(quando cidos) e azulados diversos (quando bsicos). </p><p> Materiais </p><p> Corante (Leishman, Rosefeldou Wright) </p><p> Lamina com esfregao </p><p> gua destilada </p></li><li><p>9 </p><p> Mtodos </p><p>2. Preencher a lmina com o corante, deixar por 3-5 minutos. </p><p>3. Adicionar gua destilada sobre o corante e a lmina, deixar por 15 minutos. </p><p>4. Escorrer o corante e lavar em gua corrente, secar e examinar ao microscpio, as </p><p>hemcias ficam com colorao rsea e os leuccitos azuis. </p><p>Contagem de Plaquetas </p><p>As plaquetas, tambm chamadas de trombcitos, so clulas sanguneas produzidas na </p><p>medula ssea e que atuam na formao de cogulos de sangue, a fim de impedir uma hemorragia </p><p>sempre que houver necessidade. </p><p> Materiais </p><p> Lmina corada </p><p> Microscpio </p><p> Mtodo </p><p>1. Em um esfregao corado, contar as plaquetas em 10 campos que contenham 100 </p><p>hemcias. Somar e multiplicar por 1000. </p><p>Valores de referncia: 150.000 a 400.000/mm </p><p>Contagem total de eritrcitos </p><p> Materiais </p><p> Cmara de Neubauer </p><p> Pipetas </p><p> Tubos </p><p> Lquido de Gower </p><p> Sangue </p></li><li><p>10 </p><p> Lamnula </p><p> Microscpio </p><p> Mtodo </p><p>1. Pipetar 4ml do lquido de Gower e 20l do sangue </p><p>em um tubo, homogeneizar. </p><p>2. Colocar a lamnula sobre a cmara de Neubauer e </p><p>preencher um dos lados da cmara com a </p><p>diluio. </p><p>3. Levar ao microscpio e contar as hemcias de </p><p>cinco quadrados mdios centrais, como na figura </p><p>abaixo. </p><p> Clculo </p><p>n de eritrcitos/mm3 = n de eritrcitos contados 10.000 </p><p>Valores de referncia: Homens adultos: 4,6 a 6,2 milhes/ml de sangue venoso </p><p>Mulheres adultas: 4,2 a 5,4 milhes/ml de sangue venoso </p><p>Crianas: 3,8 a 5,5 milhes/ml de sangue venoso </p><p>Contagem total de leuccitos </p><p> Materiais </p><p> Cmara de Neubauer </p><p> Pipetas </p><p> Tubos </p><p> Lquido de Turk </p><p> Sangue </p></li><li><p>11 </p><p> Lamnula </p><p> Microscpio </p><p> Mtodo </p><p>1. Pipetar 400l do lquido de Turk e 20l de sangue em </p><p>um tubo de ensaio, homogeneizar. </p><p>2. Colocar a lamnula sobre a cmara de Neubauer e </p><p>preencher um dos lados da cmara com a diluio. </p><p>3. Levar ao microscpio e contar os leuccitos de quatro </p><p>quadrados laterais maiores, como na figura abaixo. </p><p> Clculo </p><p>n de leuccitos/mm3 = n de leuccitos contados 50 </p><p>Valores de referncia: 3.800 a 9.800/mm3 </p><p>Hematcrito </p><p>O hematcrito um exame de diagnstico que serve para avaliar a percentagem dos glbulos </p><p>vermelhos ou hemcias no volume total de sangue, ajudando a identificar a anemia. </p><p> Materiais </p><p> Capilar </p><p> Sangue </p><p> Papel ou gaze </p><p> Bico de bunsen </p><p> Centrfuga </p><p> Mtodo </p></li><li><p>12 </p><p>1. Encher dois teros de um capilar com sangue com anticoagulante, limpar a extremidade </p><p>com...</p></li></ul>