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Cultura Mairiporã Região

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  • www.folhaopiniao.com.brTera-feira, 16 de junho de 2015

    Virada Cultural acontece neste final de semana Um dos maiores eventos culturais do mundo, a Virada Cultural chega a sua 11 edi-o nos dias 20 e 21 de junho.

    Refletindo o esprito da cidade que nunca dorme, a Virada oferece, durante 24h, atraes gratuitas nos mais variados gneros artsticos.Com o objetivo de descen-tralizar sua grade de progra-mao e estar ao alcance de um nmero maior de pessoas, a Virada deste ano acontece em vrias regies de So Paulo. Bairros como Campo Limpo, Penha, Ermelino Matarazzo, Itaim Paulista, Helipolis, Cida-de Tiradentes, Jaragu, Santa-na, Belm, Pinheiros, Interlagos

    Tera-feira, 16 de junho de 2015

    Johnny Marr se apresenta no Festival Cultura InglesaO Festival, que marca os 80 anos da Cultura Inglesa, trar

    para o final de semana da Virada

    exposies, shows e espetculos internacionaisA 19 edio do Cultura Inglesa Festival, que acontece em So Paulo, de 04 a 21 de ju-nho, far parte da programao

    oficial da Virada Cultural 2015,

    evento promovido pela Prefei-tura de So Paulo por meio da

    Secretaria Municipal de Cultura,

    no final de semana dos dias 20 e 21 de junho.Pagina 6

    Pagina 12

    Retorno a taca,em cartaz noReserva Cultural

    e Pompia, recebero msica,

    saraus, afoxs e apresentaes

    nos CEUs, SESCs e equipamentos da Secretaria de Cultura.A Virada reforou a multi-disciplinaridade da curadoria

    colegiada e conta com represen-tantes de reas diversas, como Alex Atala em gastronomia; Mar-tinho Lutero, maestro do Coral Paulistano Mrio de Andrade, em msica erudita; Thomas Haferlach, criador do coletivo Voodoohop, na consultoria das festas de rua; e Henrique Rubin, que atua na Gerncia de Ao Cultural do Sesc-SP. O evento tem incio com a Orquestra Paulistana e com encerramento de Caetano Veloso.Pagina 3

    Pagina 4

  • www.folhaopiniao.com.brTera-feira, 16 de junho de 2015

    Folha Opinio Comunicao, Eventos e Jornalismo Ltda - cnpj: 11.603.231/0001-06

    Rua Olavo Bilac, 347, Vila Nova, Mairipor CEP: 07600-000

    Redao e publicidade:

    4419-4923 / 4275-0504 / 9-9529-2619 / redacao@folhaopiniao.com.br / comercial@folhaopiniao.com.br

    Reportagem: Bianca Fernandes Editorao eletrnica: Rebecca S e Rafaela Mansano

    Colaboradores: ssio Minozzi Jnior, Lucas Goulart e Tarclio de Souza Barrros.Editor: Maurcio Arajo

    A reportagem, eu encontrei no Independent (4/6), mas originou--se de uma matria da CNN Money (3/6) de autoria do enge-nheiro Ray Kurzweil. Tratava de inteligncia artificial e seu ttulo

    era Humanos sero hbridos

    em 2030. O futurista e principal engenheiro do Google no assun-to acredita que nanoimplantes feitos de fios de DNA dentro de

    nossos crebros estaro conec-tados nuvem e aumentaro nossas inteligncias em um futuro muito prximo.

    Nosso pensamento ser um hbrido de biolgico e no biol-gico, ele previu. Segundo o autor, mais frente em seu artigo, a inteligncia humana aumenta-r medida que maior e mais complexa ficar a colossal rede

    de servidores que a turma da tecnologia convencionou cha-mar de nuvem. Cabem aqui

    algumas perguntas: ser quer o autor acredita que o avano da nossa inteligncia vai passar a depender de uma rede mundial de servidores? S cresceremos intelectualmente pela nuvem? E quais sero as qualidades, habilidades e qualidades que nos

    aguardam, segundo o autor, nas nvoas digitais?

    Ray Kurzweil um inventor conhecido por fazer previses acertadas. um engenheiro de alta qualificao e o que ele diz

    merece ser ouvido. Mas o homem tambm um executivo, um en-genheiro envolvido em projetos

    do Google que tem um interesse imenso em inteligncia artificial

    e seu futuro monoplio. Kurzweil tambm o garoto-propaganda

    das ambies do Google na rea

    e o que ele diz deve ser filtrado

    para extrairmos os interesses mercantis embutidos em seus

    discursos.Para aqueles que acreditam

    ainda em mitos da era pr-ciber-ntica, o autor assegura que no haver o perigo de revolues robticas. E que cada um de

    ns tem a responsabilidade de

    controlar a tecnologia e seus perigos, adicionou ele CNN.

    O crebro do homem ainda

    no foi inteiramente decifrado e estudado pela medicina e pela comunidade cientfica inter-nacional. Conectar um crebro

    humano a uma rede de computa-dores hoje ainda nos parece uma forma de brutalizao, reduo

    e sujeio do ser humano. Afinal,

    nenhuma mquina ou progra-mao ciberntica capaz de re-plicar as imensas, insondveis e profundas capacidades da mente humana. E turbinar o crebro

    atravs de implantes no au-mentar a inteligncia: fazer contnuas atualizaes de dados.

    Aumentar a memria e a capa-cidade de armazenamento do crebro no significa aumento de

    inteligncia: contentar-se em viver a vida como um terminal digital com muita informao e nenhuma interao.

    O Frankenstein ciberntico

    Do Observatorio de Imprensa

    2

    O negcio chamado comunicaoAntes, uma entre as muitas

    definies do jornalista era a

    de reportar ao grande pblico informaes e imagens do que acontecia nas ruas. Atualmente, qualquer adolescente com seu smartphone pode em segun-dos enviar fotos e textos para

    qualquer pessoa ou veculo, e

    em qualquer parte do mundo.

    Existem hoje aparelhos e aplica-tivos que permitem ao cidado comum viver seu momento de reprter. Condies e capacita-es recomendveis profisso

    passaram, com os anos, de obri-gatrias para opcionais. Mas, em que momento a tecnologia rela-tiviza o jornalismo e o ameaa?

    As mudanas no apenas

    tornaram mais difcil conceituar

    os profissionais de comunicao, como trouxeram crise aos neg-cios. As empresas que tinham

    por hbito procurar profissio-nais com tarimba para a eles associar suas marcas, atual-mente pesquisam referncias de

    popularidade com o objetivo de

    expandir seu alcance e aumentar o nmero de cliques.Os reflexos do cenrio so

    perceptveis. Isso porque qual-quer veculo de comunicao , antes de tudo, um negcio, e como tal preza por fontes de receita. Mas tais fontes se sustentam, e em grande parte,

    na publicidade, que por sua vez se abriga onde h audincia. Em paralelo, o fenmeno de as

    pessoas se informarem mais por

    redes sociais do que por veculos tradicionais de informao faz a receita com a propaganda se dis-persar, em velocidade crescente.

    Isso obriga as grandes mdias a cortar gastos, a enxugar a folha de pagamento e, em alguns casos, ao encerramento das atividades.

    Na maioria das vezes, os jor-nalistas no trabalham para outro

    jornalista. Antes, se reportam

    a um empresrio. O fato revela

    hierarquia e aponta para quem

    tem a ltima palavra. A tomada de deciso , em geral, coerente com o que ele entende por prioridade.

    No se pretende aqui sinalizar que a tecnologia e seus avanos so algo ruim. O desenvolvimento de novas ferramentas propi-cia um processo de quebra de

    paradigmas. Tal processo, por

    estar ainda em ebulio, promo-ve mudanas de mercado que, neste instante, no nos permitem vislumbrar novos modelos de negcio/comunicao ainda no criados, ou mesmo imaginados. H hoje mais dvidas que res-postas. Algo no muito palatvel, mas natural do movimento de renovao na era da informao.Espao pensanteO comunicador moderno se percebe diante da necessidade

    de dar novos significados ao que

    j tinha por concreto. Reflexes sobre novas medies de feed-backs, sobre avaliaes do que se entende por sucesso no jornalis-mo atual, ou ainda sobre a busca de sincronia entre ser ao mesmo

    tempo rentvel e relevante vieram substituir outros questionamentos que faziam parte da sala de aula nas faculdades de comunicao social, como, por exemplo, a exis-tncia de imparcialidade, ou no.

    Os tempos so outros, as questes

    tambm. E ainda no h respostas

    prontas.A ameaa ao futuro do jornalis-mo no est no avano da tecnolo-gia. Antes, os riscos se encontram se o universo acadmico no se apresentar como espao pensan-te para novas ideias e buscas (ou

    construo) de novas respostas. H

    certo tempo, as instituies tidas

    por academias abriram mo do

    experimento e da criao. Com isso deixaram de oxigenar o mercado para apenas produzir profissionais

    pasteurizados e em frmas. cada vez mais rara a originalidade na academia. Cada vez mais os dife-renciais das faculdades evaporam,

    para se apresentarem como irms gmeas. preciso ousar. O risco, o pen-sar, o cair e o levantar cabem atmosfera das universidades.

    Elas precisam se mostrar como

    esperana na construo de novos horizontes. Para a comunicao, o exterminador do futuro no so as mquinas, mas a acomodao. A essas instituies roga-se ousadia para no se conformarem com o status quo. Assim como a tecno-logia, devem quebrar paradigmas e assegurar vida longa ao negcio chamado comunicao.Leonardo Rodrigues do Observatorio de Imprensa

  • www.folhaopiniao.com.brTera-feira, 16 de junho de 20153 CULTURAVirada Cultural acontece neste final de semana

    Um dos maiores eventos culturais do mundo, a Virada Cul-tural chega a sua 11 edio nos dias 20 e 21 de junho. Refletindo o esprito da cidade que nunca dorme, a Virada oferece, durante 24h, atraes gratuitas nos mais variados gneros artsticos.Com o objetivo de descentra-lizar sua grade de programao e estar ao alcance de um nmero maior de pessoas, a Virada deste ano acontece em vrias regies de So Paulo. Bairros como Campo Limpo, Penha, Ermelino Matarazzo, Itaim Paulista, Heli-polis, Cidade Tiradentes, Jara-gu, Santana, Belm, Pinheiros, Interlagos e Pompia, recebero msica, saraus, afoxs e apresen-taes nos CEUs, SESCs e equipa-mentos da Secretaria de Cultura.

    Tambm preocupada em ampliar o leque de linguagens a