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  • www.folhaopiniao.com.brTera-feira, 7 de julho de 2015

    Mairipor j tem o seu Plano de Mobilidade Urbana

    Tera-feira, 7 de julho de 2015

    Time do Emprego tem inscries abertas no CRAS Petrpolis

    O Plano Municipal de Mo-bilidade Urbana da Prefeitura de Mairipor foi concludo conforme estipulado pelo Go-verno Federal, atendendo a Lei n 12.587/2012, integrando e compatibilizando com os res-pectivos planos j existentes, em particular, com o Plano Diretor, visando uma melhor gesto pblica.Segundo a Coordenadoria de Segurana e Mobilidade Urbana

    - C.S.M.U., para a infraestrutura viria, o Plano deve propor me-didas de construo, ampliao, adequao e de operao do sistema virio principal, visan-do qualificao urbanstica, melhoria de segurana e da fluidez do trfego geral, com prioridade, sempre que poss-vel, aos meios de transporte co-letivo e aos meios de transporte no motorizados (pedestres e bicicletas).

    Um Pouco de Caos,em cartaz noReserva Cultural

    Zona Azul voltou a operar nesta segundaO servio de estacionamento rotativo pago, popularmente co-nhecido como Zona Azul, voltou a operar nesta sengunda-feira. Os locais de funcionamento do estacionamento rotativo sero divididos nos seguintes setores: Setor 1 - Avenida Nipo Brasileira, (espao virio Mario Covas), Ruas Antnio de Olivei-ra, Francisco Antnio Brilha/Ra-fael Antnio Brilha e Maria Vaz; Setor 2 - Largo do Rosrio, Ruas Padre Vairo, Motomo, Maeda, Nicolau Antonio Brilha, Coronel Fagundes (At a Rua Cirilo Spa-da), Rua XV de novembro (at a Rua Cirilo Spada); Setor 3 - Rua Coronel Fagundes (Inicia na Rua Cirilo Spada sentido Praa Bento de Oliveira), Praa Bento de Oliveira, Travessa Francisco

    Galro de Frana Sobrinho, Rua Francisco Feliciano Ferreira Silva, Ruas Cardoso Cesar, Pio XII, XV de Novembro (At a Rua Cirilo Spada) e Antonio de Oliveira (At a Avenida Tabelio Passarella) e Setor 4 - Ruas Ipiranga, Duque de Caxias. A Zona Azul funcionar de segunda sexta-feira, das 8h s 18h, e aos sbados, das 8h s 13h. Aos domingos e feriados o estacio-namento livre e sem cobrana de tarifa. O valor ser de R$ 0,50

    para at 30 minutos, R$ 1,00 para at 60 minutos e R$ 1,50 para at 120 minutos de estacionamento. A fiscalizao ser efetuada em rondas a p, que ser constante, e motorizadas, com aviso da to-lerncia dos 15 minutos.A venda dos cartes ser feita na rede de comrcio credenciada pela Diviso de Trnsito. Os car-tes anteriormente adquiridos podero ser utilizados pelo prazo mximo de 90 (noventa) dias, a contar do dia 6 de julho de 2015.

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  • www.folhaopiniao.com.brTera-feira, 7 de julho de 2015

    CITAO DA SEMANAPoltica a segunda profisso mais antiga do mundo, muito semelhante primiera, alis.

    Ronald Wilson Reagan foi um ator e poltico estadunidense, 33

    governador da Califrnia e 40 presidente dos Estados Unidos.

    Folha Opinio Comunicao, Eventos e Jornalismo Ltda - cnpj: 11.603.231/0001-06Rua Olavo Bilac, 347, Vila Nova, Mairipor CEP: 07600-000Redao e publicidade: 4419-4923 / 4275-0504 / 9-9529-2619 / redacao@folhaopiniao.com.br / comercial@folhaopiniao.com.brReportagem: Bianca Fernandes Editorao eletrnica: Rebecca S e Rafaela MansanoColaboradores: ssio Minozzi Jnior, Lucas Goulart e Tarclio de Souza Barrros.Editor: Maurcio Arajo

    O Google anunciou, em junho, trs projetos com foco no chama-do jornalismo cidado, produzido com a ajuda de uma rede de usu-rios. O primeiro deles, batizado de YouTube Newswire, uma parce-ria do site de vdeos YouTube com a empresa Storyful, especializada em verificar a veracidade de con-tedo postado por usurios nas redes sociais. O YouTube Newswi-re ir disponibilizar vdeos com contedo noticioso produzidos por usurios, que sero checados pelo Storyful.

    No ano passado, o Storyful lanou um projeto similar ao You-Tube Newswire, o FB Newswire, que seleciona e verifica contedo

    postado por usurios no Face-book. No a primeira vez que a empresa irlandesa, que foi com-prada no fim de 2013 pela News

    Corp, trabalha em conjunto com o Google. Em 2011, as duas compa-nhias firmaram uma parceria na

    cobertura da Primavera rabe.O segundo projeto lanado

    pelo Google o First Draft Co-alition, um grupo de trabalho formado por agncias de notcias focadas em jornalismo cidado. Os participantes iro contribuir para criar um site de treinamento de verificao e tica, que contar

    Google lana projetos com foco em jornalismo cidado

    Do Observatorio de Imprensa

    2

    com ferramentas de pesquisa. Entre os membros participan-tes esto o Eyewitness Media Hub, Reported.ly, Bellingcat, Emergent, Verification Junkie e

    o Storyful.Algumas das agncias do

    First Draft Coalition j realizam trabalhos de estudo. O Storyful tem um grupo no Google Plus chamado de Open Newsroom em que jornalistas e no jornalistas dividem recursos. O Bellingcat, do blogueiro Eliot Higgins, j pro-duziu relatrios detalhando como ele utilizou material postado nas redes sociais para reportar os conflitos na Ucrnia.

    O ltimo dos trs projetos do Google, o WITNESS Media Lab, tem como parceiro a organizao sem fins lucrativos WITNESS,

    especializada em treinar no jornalistas a reportar sobre in-justias e violaes aos direitos humanos ao redor do mundo. O Google planeja que a iniciativa resulte em uma srie de projetos com foco em direitos humanos. O primeiro deles ir utilizar vdeos de cidados para explorar a questo da brutalidade policial nos EUA.

    O desafio da sustentabilidade no jornalismo onlineAs pesquisas sobre compor-tamento dos usurios de sites noticiosos na Web apontam dados que tornam cada vez mais difcil prever quais sero

    as provveis estratgias finan-ceiras capazes de garantir a sobrevivncia econmica de p-ginas jornalsticas na internet.Uma pesquisa do Instituto Reuters para o Estudo do Jor-nalismo, que ouviu 20 mil in-ternautas em 12 pases, indicou que a maioria deles no admite pagar pelo acesso a notcias online, o que pe em dvida o sucesso futuro do recurso ao paywall (muro de pagamento) j adotado por jornais do ca-libre do The New York Times. Nos Estados Unidos apenas 11% dos usurios da internet pagam para acessar o site de jornais, um ndice que no re-gistrou aumentos desde 2013. Aqui no Brasil, este percentual chega a 23%, um dos mais altos do mundo.A combinao da rejeio do pagamento e da visualizao da publicidade online deixa os pro-jetos jornalsticos na Web diante de opes muito complicadas e nada animadoras em matria de faturamento na internet. As perspectivas so ainda mais desafiadoras quando os prog-nsticos feitos por institutos de

    monitoramento dos hbitos de consumidores apontam que at o final do ano, ou no primeiro semestre de 2016, os smartpho-nes devem ultrapassar os tablets e notebooks como plataforma de acesso a noticias. Atualmente 26% dos norte-americanos j acessam notcias usando prefe-rencialmente a telefonia mvel.O aumento constante do aces-so a noticas por dispositivos mveis coloca em evidncia uma mudana radical no posiciona-mento dos consumidores de in-formaes. At agora os veculos estavam no controle da situao. Eles determinavam o que as pessoas iriam ler e consequente-mente condicionavam a agenda pblica de debates. Hoje isto est mudando rapidamente. o leitor que passou a ter o poder de esco-lher o que vai ler, independente do veculo. claro que ainda h uma forte influncia dos jornais convencionais, especialmente em pases como o Brasil, onde a cultura digital est dando os seus primeiros passos. Mas as pers-pectivas indicam que a mudana uma questo de tempo.A partir do momento em que o pblico passa a ter mais con-trole sobre o acesso notcia, a agenda tambm muda e com isso o contexto poltico, social e eco-nmico das audincias. Esta mu-

    dana j visvel nas redes sociais, especialmente nos segmentos com maior presena do pblico jovem, cujas preocupaes so bastante distintas das que influenciam as manchetes de jornais e telejornais.Tudo isso confere cada vez mais importncia preocupao com a sustentabilidade de projetos jornalsticos, sejam eles empresa-riais, iniciativas comunitrias, sem fins lucrativos ou vinculadas a in-teresses especficos. um desafio que surge justo no momento em que mais precisamos de informa-o para poder lidar com a catica avalanche de dados e notcias na internet. um dilema complexo porque est cada vez mais claro que a soluo no vir de patroc-nios governamentais, dado o pas-sivo de desconfiana acumulado ao longo dos anos em relao s polticas oficiais de comunicao. Embora em menor escala, o seg-mento empresarial privado tam-bm padece do mesmo mal.Sobra assim o pblico como alternativa. A cada dia aumentam as esperanas de que a soluo ve-nha a participao dos indivduos tanto na produo de informaes como na sustentabilidade de pro-jetos jornalsticos. Esta tambm uma opo complexa e que ainda vai alimentar muitas discusses, mas no podemos adi-las inde-finidamente.

  • www.folhaopiniao.com.brTera-feira, 7 de julho de 20153 CIDADEMairipor j tem o seu Plano de Mobilidade Urbana

    O Plano Municipal de Mo-bilidade Urbana da Prefeitura de Mairipor foi concludo conforme estipulado pelo Go-verno Federal, atendendo a Lei n 12.587/2012, integrando e compatibilizando com os res-pectivos planos j existentes, em particular, com o Plano Diretor, visando uma melhor gesto pblica.Segundo a Coordenadoria de Segurana e Mobilidade Urbana - C.S.M.U., para a infra-estrutura viria, o Plano deve propor medidas de constru-o, ampliao, adequao e de operao do sistema virio principal, visando qualifica-o urbanstica, melhoria de segurana e da fluidez do trfe-go geral, com prioridade, sem-pre que possvel, aos meios de transporte coletivo e aos meios de transporte no motoriza-dos (pedestres e bicicletas). Ele tambm deve determinar diretrizes gerais para o plane-jamento, operao, gesto e re-gulao do transporte coletivo, bem como abranger os modos de transporte individual e co-letivo, o