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MAGNETISMO e ESPIRITISMO Sociedade Espírita Os Mensageiros da Paz Departamento Doutrinário GRUPO de ESTUDO ANO 3 2016 AULA 22

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  • MAGNETISMO e

    ESPIRITISMO

    Sociedade Esprita Os Mensageiros da Paz

    Departamento Doutrinrio

    GRUPO de ESTUDO

    ANO 3 2016

    AULA 22

  • Magnetismo curador Alphonse Bouvier

    Cap. XII Dos processos

    171. Emitir radiaes magnticas uma faculdade

    comum a todos, mas o conhecimento dos

    princpios que regulam essa emisso e o estudo

    dos processos que facilitam as aplicaes

    constituem a arte de magnetizar. Se, pois,

    possvel fazer-se muito bem por simples intuio,

    pode-se fazer ainda muito mais conhecendo os

    princpios e os processos cujas vantagens nos so

    demonstradas pela observao e a experincia.

  • 172. Cumpre estabelecer uma diferena entre os

    princpios e os processos: os princpios so

    imutveis, e os outros variveis. Deve-se sempre

    respeitar os princpios e nunca nos afastarmos

    deles; de sua aplicao que depende o poder e a

    eficcia do magnetismo.

    Quanto aos processos, o mesmo no se d: a

    experincia tudo, e a prtica pode a cada

    momento retificar o que se fazia na vspera.

    Deleuze

  • 173. (...) certo que a vontade pe em movimento

    a fora magntica e dirige-a, mas isso maneira

    do pisto que expele o vapor nos recessos dum

    mecanismo e regula-lhe o grau de tenso em seu

    duplo movimento de condensao e expanso.

    Em apoio dessa impulso reguladora, preciso

    que certos processos acessrios acabem de

    especializar a ao e conduzam-na para os rgos

    imediatos.

  • por meio de processos convenientemente

    apropriados, por exemplo, e no somente pela

    vontade, que se consegue deslocar uma dor, faz-

    la descer, acelerar a circulao em certos pontos,

    dissipar um ingurgitamento e cessar uma

    obstruo.

    Casos h em que preciso desde logo atrair as

    correntes para as regies inferiores do corpo;

    outros, pelo contrrio, nos quais se faz necessrio

    prolongar a ao sobre a cabea e o estmago.

  • Alphonse Bouvier o grande mdium de Lyon

    1851 - 1931

  • ANATOMIA e FISIOLOGIA

    METABOLISMO e SISTEMA EXCRETOR

    Metabolismo o conjunto de transformaes que

    as substncias qumicas sofrem no interior dos

    organismos vivos.

    Substncia complexa

    (ex: protena)

    Substncia simples

    (ex:aminocido)

    Reaes

    qumicas

    ANABOLISMO

    (SNTESE)

    Reaes

    qumicas

    CATABOLISMO

    (DECOMPOSIO)GANHA

    ENERGIAADP+P ATP

  • Quando o catabolismo supera o anabolismo, o

    organismo perde peso (jejum, doenas, tipos de

    dietas). Se o anabolismo supera o catabolismo, o

    organismo cresce ou ganha peso (sedentarismo,

    atividades fsicas direcionadas, dietas).

    Se ambos os processos

    esto em equilbrio, o

    organismo encontra-se

    em HOMEOSTASE.

  • No ser humano o plasma que transporta as

    substncias produzidas no metabolismo celular e

    que devem permanecer em concentraes na

    faixa da normalidade, permitindo o equilbrio

    dessas substncias entre o meio interno da

    clula e o meio extracelular.

  • Mecanismos para a manuteno da homeostasia:

    1 - Regulao trmica (temperatura corporal):

    inclui a pele e a circulao sangunea, mediado

    pelo hipotlamo, da respostas de gerar calor pelos

    tremores musculares (calafrio) ou de liberar calor

    pela maior sudorese atravs da pele.

    2 - Regulao qumica:

    1) da quantidade de gua e sais minerais (osmola-

    ridade): principalmente pelos rins, sob ordens do

    hipotlamo e da hipfise na produo do HAD.

  • 2) remoo de resduos metablicos (excreo):

    realizados por rgos excretores como rins (ureia),

    pulmes (CO2), intestinos.

    3) regulao dos nveis de glicose no sangue:

    realizado pelo fgado na estocagem e liberao, e

    pelo pncreas na produo de insulina e glucgon.

    Muitos destes rgos so controlados por

    hormnios produzidos pela glndula hipfise, cuja

    ao por sua vez regulada pelo hipotlamo.

  • SISTEMA EXCRETOR

    Qualquer conjunto de rgos que, num organismo,

    responsvel pela filtragem do sangue, regulao

    do teor de gua e sais minerais e eliminao de

    resduos nitrogenados, durante o metabolismo

    celular:

    -sistema urinrio;

    -pele (excreo de gua e sais minerais)

    - outros: sistema respiratrio (excreo de CO2) e

    intestino (excreo dos resduos alimentares)

  • Feedback

    PELE

    Receptores

    de calor

    Glndulas

    do suor

    Ponte

    Hipfise ou

    Pituitria

  • A funo principal do sistema excretor eliminar

    as substncias que esto em excesso e reter as

    necessrias para manter o equilbrio dinmico,

    que fundamental no funcionamento das clulas

    com o meio, mantendo a homeostase.

    Funciona, portanto, tambm como um filtro.

  • RINS e SISTEMA URINRIO

    Aorta

    Rim esquerdo

    Artria renal

    Veia renal

    Rim direito

    Ureter

    Veia Cava

    inferior

    Bexiga

    Supra

    renal

  • Vista posterior

    Costelas flutuantes Retro

    peritonial

  • Msculos

    dorsais

    Peritnio

    Bexiga

    Rim

    esquerdoRim

    direito

  • Retroperitnio corte transversal

  • BEXIGA e URETRA

    A bexiga est abaixo do PERITNIO

    na regio plvica.

  • RINSVasos sanguneos

    sangue

    Parnquima renal:

    medula e crtex

    (filtragem)

    Pirmide (medula)

    urina

    Clices menores

    Clices maiores

    Pelve renal

    Ureter

  • A unidade funcional do rim o nfron (crtex

    renal), constitudo de glomrulo e de tbulos. H

    um milho de nfrons em cada rim.

  • Retm sdio e

    portanto gua

    (por osmose)

    Aumenta o volume de

    lquido (plasma)

    circulante

    Percebida pelas clulas

    justaglomerulares

  • 25

    Meng mein

    No Magnetismo, os

    rgos do sistema

    urinrio esto,

    anatmica e

    funcionalmente,

    interligados ao

    perisprito atravs

    dos centros de fora

    Esplnico, Gensico,

    Bsico e Meng mein.

  • REFLUXO da ENERGIA

    De acordo com Yonara Rocha, o

    maior responsvel pela impulso

    dos fluidos no refluxo de energia,

    seria o centro Meng mein, que os

    recebe do centro de fora bsico,

    para que aqueles continuem a sua

    circulao, neste caso, de baixo

    para cima, formando assim um

    circuito energtico contnuo. Ver Vrtice de junho/13

  • Caso apresentado por ela no 6 EMME:

    Um senhor de 62 anos, com incontinncia urinria,

    piorou muito aps cirurgia de bexiga, precisando

    usar fralda o tempo todo. Com longitudinais nos

    centros de fora posteriores, na 4. semana de

    tratamento o paciente relatou:

    Por favor, desfaam o que vocs fizeram porque

    eu no estou conseguindo urinar".

    Feita a correo com muitos dispersivos nesta

    regio.

  • ANATOMIA e FISIOLOGIA

    SISTEMA REPRODUTOR

    Localizado na pelve, regio do baixo abdome, entre

    a coluna e os ossos da bacia (ilaco, squio e pbis)

    MASCULINO:

    Testculos

    Canais deferentes

    Vescula seminal

    Prstata

    Pnis

    epiddimo

  • Testculos: duas estruturas de formato ovoide,

    medindo 4,5 X 3 cm, contidos dentro da bolsa es-

    crotal, que os mantm fora da cavidade abdominal,

    responsveis pela produo de espermatozoides e

    do hormnio sexual masculino, a testosterona.

  • Sua estrutura

    uma tubulao

    fina, enovelada e

    contorcida - os

    tbulos semin-

    feros - onde esto

    as espermatog-

    nias, que vo dar

    origem aos espermatozoides adultos com cauda.

  • Essa tubulao vai formar o epiddimo, onde os

    espermatozoides se armazenam.

    epiddimo

  • Milhes de espermatozoides so produzidos a

    cada segundo, levando cerca de dois meses

    para amadurecer. O volume de 3 a 5 mililitros de

    lquido seminal contm cerca de 300 milhes de

    espermatozoides. O hormnio testosterona,

    produzido nos testculos por estmulo da glndula

    hipfise, o responsvel pelo aparecimento dos

    caracteres sexuais secundrios: voz, distribuio

    de pelos, conformao ssea, etc.

  • Vesculas ou glndulas seminais localizam-se,

    uma de cada lado, por trs da bexiga, no incio da

    uretra prosttica e lanam, atravs do ducto

    ejaculatrio, 60% da secreo que ir formar o

    smen.

  • PRSTATA - pesando em torno de 90g, uma

    glndula que envolve a uretra na sua poro

    inicial e produz uma secreo que vai compor 30%

    do lquido seminal, que tem a funo de

    transportar os espermatozoides.

  • A prstata pode sofrer

    alteraes de patologia

    benigna como infeces

    (prostatites) e aumento do

    tamanho (hiperplasia) ou

    malignas (carcinomas).

    Esses tumores, principal-

    mente os benignos, podem

    comprimir a uretra e interromper o fluxo de urina,

    provocando mico frequente ou at reteno.

  • 40

    Centro lombar

    No Magnetismo, os

    rgos do sistema

    genital esto,

    anatmica e

    funcionalmente,

    interligados ao

    perisprito atravs do

    centro de fora

    Gensico.