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Playdecide PMA

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  • Obrigado por ter transferido este kit do Decide! Cada kit contm todos os elementos necessrios para que um grupo de at 8 pessoas jogue Decide. Se houver mais participantes, cada grupo dever ter um kit. O kit pode ser impresso em papel A4 ou cartolina. Para obter melhores resultados, use papel de 160g/m2. As primeiras 9 pginas possuem extremidades de diferentes cores, indicando a cor do papel em que devem ser impressas. H 3 ou 4 verdes, 3 ou 4 azuis, 1 amarela e 2 cor de laranja. As restantes pginas devem ser impressas em papel branco ou cartolina. As ltimas 4 pginas contm a base de jogo e as instrues para cada participante. essencial que cada participante tenha uma base de jogo em formato A3. O carto com as instrues deve ser, preferencialmente, impresso a cores, embora tambm possa ser a preto e branco. Certifique-se de que existem bases de jogo e cartes com instrues suficientes para todos os participantes. Aprecie o Decide! Para qualquer esclarecimento ou informao, queira enviar um e-mail: bio12escr@gmail.com

  • Instrues 1. Preparao. Imprima os ficheiros em PDF em papel colorido ou cartolina clara de acordo com os nomes dos ficheiros. Precisa das seguintes folhas A4: Amarela (1), laranja (2), verde (3 ou 4), azul (3 ou 4) e brancas (7). Recorte os cartes. Imprima ou fotocopie bases de jogo e instrues para todos os jogadores. O Decide d melhores resultados se jogado por 4 a 8 pessoas. 2. Comear. No total, o jogo demora cerca de 80 minutos a jogar. Todos os jogadores devero ter uma base de jogo sua frente. H vrios tipos de cartas que iro gradualmente ocupar os espaos na base de jogo. O facilitador orienta os jogadores ao longo do jogo, fazendo uso das instrues visuais. Ele ou ela anota os objectivos do jogo. Durante a primeira parte do jogo, so recolhidas e partilhadas informaes. Depois, d-se incio fase de debate. Na Terceira parte, os jogadores tentam formular uma resposta de grupo partilhada. E o jogo termina. Antes de iniciar a primeira fase, o facilitador relembra aos jogadores as directrizes do debate (canto inferior esquerdo) e distribui as cartas amarelas. Qualquer jogador pode levantar uma carta amarela para pausar o debate se achar que algum est a desrespeitar as directrizes. Quando a questo estiver resolvida, o debate continua. No canto superior esquerdo existe um espao para notas e consideraes iniciais. 3. Fase 1. Informao Esta parte do jogo dura cerca de 30 minutos. Todos os jogadores lem a introduo (canto superior esquerdo). Todos os jogadores lem algumas cartas de histrias, escolhem uma que tenha relevncia para si e colocam-na na base de jogo. Cada jogador resume a sua carta de histria. Todos os jogadores trocam e lem cartas de informao, escolhem duas que tenham relevncia para si e colocam-nas na base de jogo. Cada jogador resume a sua carta de informao. Todos os jogadores lem cartas de questes, escolhem duas que tenham relevncia para si e colocam-nas na base de jogo. Cada jogador resume a sua carta de questes. Os jogadores podem usar as cartas brancas a qualquer dado momento para adicionar informaes e questes, se necessrio. (no so apresentados todos os passos; repetido o mesmo procedimento para as cartas de histria, de

  • informao e de questes. No final desta fase, todos os tipos de cartas estaro colocadas nas bases de jogo (conforme apresentado na ltima imagem).

    4. Fase 2. Debate Esta parte do jogo dura aproximadamente mais 30 minutos. H duas formas de debater. Pode optar pela que melhor se adequar ao carcter do grupo. H a forma livre. Sem restries, o debate flui entre os participantes. Todos os jogadores tentam respeitar as directrizes (caso contrrio, podem ser usadas as cartas amarelas). Uma forma mais estruturada de debater falar vez. Se o debate se mostrar difcil ou esfriar, as cartas de desafio podem animar as coisas. O facilitador distribui-as voltadas para baixo. Os jogadores lem-nas e passam aco. Durante esta fase, os jogadores usam as cartas para sustentar os seus argumentos. Colocam as cartas na mesa que sustentam as suas contribuies, agrupam-nas e registam o debate agrupando os temas que reflectem a viso do grupo. Podem ser usados todos os tipos de cartas para o agrupamento. No final desta fase, dever haver pelo menos um agrupamento. 5. Fase 3. Uma resposta de grupo partilhada Esta parte do jogo dura cerca de 20 minutos. Todos os jogadores lem as 4 posies de poltica. Com base nas concluses do(s) agrupamento(s), todos os jogadores votam individualmente e vez nas 4 polticas. Tentem identificar questes em comum. H alguma posio de poltica que agrade a todos? Se no, tentem formular a vossa prpria quinta poltica.

  • Carta de Informao 1 Carta de Informao 2 Carta de Informao 3

    PMA em Portugal Informaes aos beneficirios O que a infertilidade?

    De acordo com a legislao portuguesa, as tcnicas de PMA devem respeitar a dignidade humana, sendo proibida a discriminao com base no patrimnio gentico ou no facto de se ter nascido em resultado da utilizao de tcnicas de PMA.

    Antes de serem submetidos a tcnicas de PMA os beneficirios devem ser previamente informados por escrito de todos os riscos, benefcios, implicaes ticas, sociais e jurdicas da utilizao das mesmas.

    Considera-se que um casal infrtil quando num perodo de um ano e com relaes sexuais sem mtodos contraceptivos no conseguem engravidar.

    Carta de Informao 4 Carta de Informao 5 Carta de Informao 6

    O que a FIV? Prazo de validade

    Direitos Maternais

    A FIV uma tcnica de PMA utilizada em casos de infertilidade. Efectua-se um tratamento hormonal para estimular o desenvolvimento folicular, aspirando-se os ocitos II um pouco antes da ovulao. Paralelamente recolhem-se os espermatozides, juntam-se aos ocitos num meio de cultura e condies adequados e, aps a fecundao e formao de embries,alguns so seleccionados e transferidospara a cavidade uterina.

    Numa mulher com mais de 35 anos, a gravidez tem maior probabilidade de evoluo desfavorvel, seja para o feto ou para a me. Os abortos espontneos em mulheres com mais de 35 anos so mais frequentes.

    Nos EUA uma me gestacional no tem quaisquer direitos sobre as crianas que est a gerar. Se a gestao correr mal, ou suceder algo que no seja desejado pelos pais, so estes que decidem o que fazer com o(s) fetos.

    Carta de Informao 7 Carta de Informao 8 Carta de Informao 9

    Estatstica Controlar a Natureza Excluso da paternidade

    Em Portugal, cerca de 10% a 15% dos casais apresentam problemas de infertilidade.

    Inmeros casais com um filho doente j recorreram s tcnicas de PMA para gerar um filho saudvel.

    Em Portugal, o dador de smen no pode ser havido como pai da criana que vier a nascer, no lhe cabendo quaisquer poderes ou deveres em relao a ela.

  • Carta de Informao 10 Carta de Informao 11 Carta de Informao 12

    Inseminao post mortem Tcnicas DGP na sade Condies de admissibilidade

    De acordo com a legislao portuguesa, aps a morte do marido ou do homem com quem vivia em unio de facto, no lcito mulher ser inseminada com smen do falecido, ainda que este haja consentido no acto de inseminao. , porm, lcita a transferncia post mortem de embrio para permitir a realizao de um projecto parental claramente estabelecido por escrito antes do falecimento do pai.

    A realizao de testes de diagnstico gentico pr-implantao (DGP) poder fazer com que geraes futuras sejam mais saudveis que as actuais.

    Em Portugal as tcnicas de PMA so um mtodo subsidirio, e no alternativo, de procriao. A utilizao de tcnicas de PMA s pode verificar-se mediante diagnstico de infertilidade ou ainda, sendo caso disso, para tratamento de doena grave ou do risco de transmisso de doenas de origem gentica, infecciosa ou outras. (Lei n. 32/2006, de 26 de Julho, art4)

    Carta de Informao 13 Carta de Informao 14 Carta de Informao 15

    Testes aos progenitores Conservao de dados Rastreio de surdez

    No caso de existir historial mdico, devem efectuar-se anlises aos gmetas ou embries doados para detectar doenas hereditrias e assim evitar a sua transmisso, antes da utilizao de tcnicas de PMA.

    Em Portugal, relativamente s tcnicas de PMA, regulamentado, nomeadamente, o perodo de tempo durante o qual os dados devem ser conservados, quem poder ter acesso a eles e com que finalidade, bem como os valores em que podero sem eliminadas informaes constantes dos registos.

    O rastreio de surdez feito nas pessoas com 50 anos e nos recm-nascidos com sintomas de deficincia auditiva de modo rpido, automtico e indolor, proporcionando, caso possvel, um bom tratamento, evitando assim a evoluo da surdez.

    Carta de Informao 16 Carta de Informao 17 Carta de Informao 18

    A surdez e os recm-nascidos Frias reprodutivas A nmero 1

    A surdez uma das anomalias genticas mais frequentes nos recm- nascidos. Cerca de metade dos casos de surdez em bebs determinada por alteraes genticas, transmitidas pelos pais.

    Alguns casais realizam tratamentos para a infertilidade ou recorrem a PMA noutros pases, em destinos com legislao mais favorvel e que sejam capazes de proporcionar umas frias agradveis a dois.

    Em 1978 nasceu a primeira criana resultante de um embrio concebido fora do corpo materno.

  • Carta de Informao 19 Carta de Informao 20 Carta de Informao 21

    Estimulao ovrica DGP Nmero de embries implantados

    A medicao necessria para a estimulao ovrica com fins de recolha de gmetas pode causar efeitos secundrios graves mulher.

    O diagnstico pr-implantatrio no garante a cem por cento o nascimento de uma criana saudvel, pois no protege a criana dos problemas que podem ocorrer durante o parto.

    Connecticut o nico estado norte-americano em que o nmero de embries implantados limitado a dois por mulher.

    Carta de