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  • www.folhaopiniao.com.brSexta-feira, 19 de junho de 2015

    Parceria beneficia moradores do bairro Boa Vista

    Sexta-feira, 19 de junho de 2015Pagina 12

    Rainha e Pas,em cartaz noReserva Cultural

    O prefeito Dr. Marcio Pam-puri esteve, na ltima se-mana, no bairro Boa Vista para vistoriar os servios de concretagem que esto sendo realizados na estrada Ablio Barbosa do Prado.A obra fruto da parce-ria entre a comunidade e a prefeitura. Os moradores compraram o material para a concretagem da estrada e a prefeitura forneceu a mo--de-obra para a realizao do trabalho. Time do Emprego tem inscries abertas no CRAS Petrpolis

    O Time do Emprego, pro-grama estadual coordenado pela Secretaria do Empre-go e Relaes do Trabalho (SERT),tem inscries abertas em Mairipor. So 20 vagas direcionadas amaiores de 16 anos que esto procura de novas oportunidades no mer-cado de trabalho .Os interes-sados podem fazer inscrio at 23 de junho, de segunda a sexta-feira, das 8h s 11hs ou das13hs s 16h30, no Centro de Referncia e Atendimento Social (CRAS), localizado na rua Canuto do Pito, 870, bair-ro Parque Petrpolis. Mais informaes pelo telefone 4485-5098.

    Receita da semana: Molho a Bolonhesa

    Pagina 21

    Pagina 3

    Pagina 25

  • www.folhaopiniao.com.brSexta-feira, 19 de junho de 2015

    Folha Opinio Comunicao, Eventos e Jornalismo Ltda - cnpj: 11.603.231/0001-06Rua Olavo Bilac, 347, Vila Nova, Mairipor CEP: 07600-000Redao e publicidade: 4419-4923 / 4275-0504 / 9-9529-2619 / redacao@folhaopiniao.com.br / comercial@folhaopiniao.com.brReportagem: Bianca Fernandes Editorao eletrnica: Rebecca S e Rafaela MansanoColaboradores: ssio Minozzi Jnior, Lucas Goulart e Tarclio de Souza Barrros.Editor: Maurcio Arajo

    A integrao da mobilidade urbana ao Plano Diretor ainda no ocorreu em Mairipor. A lei federal determinou o prazo at 14 de abril de 2015 para que o Plano de Mobilidade Urbana seja integrado e compatvel com o Plano Diretor. Se integrado significa includo a prefeitura tem que propor projeto de lei complementar para introduzi-lo no Plano Diretor, mas antes tem que obrigatoriamente submet--lo a audincia pblica para, evi-dentemente, garantir que esteja compatvel. Assim determina o ordenamento jurdico de nossa democracia.Integrado e compatvel so determinaes legais. O e significa que as duas iniciativas se compem, forma um todo. A ao de introduzir, inserir, in-corporar ao plano diretor deve ser acompanhada da avaliao da compatibilidade, conver-gncia, afinidade, do plano de mobilidade com o plano diretor existente. A deciso de ser inte-grado e compatvel objeto de apreciao em audincia pbli-ca, pois nenhuma alterao ao Plano Diretor pode ocorrer sem a possibilidade da participao popular.Ocorre que vem prevalecendo o entendimento de membros do governo municipal no qual o pla-

    Integrado e compatvel formam um todono de mobilidade j compatvel, por isso desnecessrio inclu-lo ao Plano Diretor. Na democracia a constituio e o ordenamento

    jurdico definem o que bom, correto desde que dentro da legalidade explicita.Um novo argumento atravs de questionamento: Se a minuta de projeto de lei do plano de mo-bilidade est inclusa no preo do contrato da prefeitura com a em-presa para elabor-lo constando inclusive de seu cronograma e se o governo entende desnecessrio inclu-lo ao Plano Diretor que significa integr-lo em sua lei complementar porque contratar essa minuta de projeto de lei?Insisto em cobrar o plano de mobilidade urbano integrado e compatvel com o Plano Diretor porque representam ferramentas de planejamento urbano fun-damental para dar rumos a um problema complexo, hoje catico em nossa cidade e em tantas outras, o da imobilidade urbana. O cidado de Mairipor pagou por um plano de mobilidade que somente se justifica se efetivado a partir de sua apresentao ao pblico, legalizado e implantado.

    LEGISLATIVO

    ESSIO MINOZZI

    Essio Minozzi Junior vereador do PR e professor, ps-graduado em Ges-to Educacional (UNICAMP), Gesto Pblica (FUNDAP) e especializao em Administrao Pblica e Gesto de Cidades (UNINTER)

    A deciso do Supremo sobre biografias no autorizadas supe-ra amplamente o espectro desse tipo de obra. Ela elimina um ins-trumento censrio, francamente inconstitucional, que existia h tempos, mas que ganhou notorie-dade desde que um cantor com a mdia de Roberto Carlos decidiu que, por seu prprio capricho e passando por cima da organiza-o constitucional do pas, s se-riam publicados no Brasil os livros que contassem com seu prprio nihil obstat.

    O Rei da Jovem Guarda fez o que quis. Teve por algum tempo o apoio de artistas de prestgio, como Chico Buarque ou Caetano, at que eles prprios percebessem o absurdo que estavam defenden-do e pulassem do barco. Mas no faltaram juzes envolvidos na ao caa do autgrafo do Rei um precedente no visto mesmo em comdias de Sacha Cohen. Tudo facilitado pela a intimidao de uma grande editora, que no he-sitou em concordar que milhares de livros j distribudos fossem recolhidos nas livrarias, no melhor estilo do III Reich.

    Um dos aspectos mais not-veis da deciso do Supremo, no entanto, que ela abre caminho para que documentrios cinema-togrficos brasileiros no tenham

    mais que se sujeitar pecha da

    chapa-branca. Essa uma grande revoluo na produo de docu-mentrios cinematogrficos no

    Brasil. Uma revoluo to grande, na verdade, que at agora no foi convenientemente assimilada pelos produtores e diretores.

    Filmes, ao contrrio de livros, custam muito caro para ser fei-tos e antes da deciso do dia 10 de junho documentrios s podiam falar sobre pessoas que aquiescessem com isso e com cada detalhe do contedo criado desprezando solenemente a legislao criminal que prev no Brasil crimes de calnia, difama-o e injria.

    assim, por exemplo, que documentrios so feitos nos Es-tados Unidos. O filme realizado

    e quem se sentir ofendido por ele tem toda uma legislao para se apoiar em sua defesa. Fosse de outra maneira, no poderiam ter sido realizados, de sada, os docu-mentrios que ganharam o Oscar de 2014 (Citizen Four, sobre o ex-agente da CIA Edward Sno-wden), ou o de 2010 (Trabalho interno, sobre a crise financeira

    internacional de 2008).Cerca de 40 documentrios

    para cinema so realizados todos os anos no Brasil e desonroso para os realizadores saber que neles nada pode haver de crtico ou mesmo revelador, mas apenas

    A vida como ela dos livros ao cinema

    Do Observatorio de Imprensa

    2

    o que contar com a concordncia absoluta do objeto, seja ele um mensaleiro, um corrupto conde-nado pela prpria Justia ou um estuprador.

    O Supremo abriu caminho para que, doravante, os docu-mentrios brasileiros possam ser menos subservientes e mais crticos, mas reveladores, cum-prindo o que se espera de um documentrio de verdade.

    Muitos espectadores esto acostumados, no sem razo, ideia de que documentrio o gnero de cinema que fala sobre aves em extino; que, em documentrios, o que pode existir de mais ousado um plano prximo de um vulco em erupo. Pois no bem assim. A nova legislao abre caminho para que, rigorosamente dentro dos limites da lei, o documentrio cinematogrfico possa oferecer

    denncias, mostrar o outro lado, alm do desejado pelo documen-tado. Abre-se assim um caminho indito para que documentaristas brasileiros possam falar de um mundo de verdade e no ficarem

    resignados a ter que criar mil estratgias para no ter que fazer infinitos filmes sobre a chegada

    da primavera.

  • www.folhaopiniao.com.brSexta-feira, 19 de junho de 20153 CIDADEPrefeitura realiza servios de concretagem em MairiporO prefeito Dr. Marcio Pampu-ri esteve,na ltima semana, no bairro Boa Vista para vistoriar os servios de concretagem que esto sendo realizados na estrada Ablio Barbosa do Prado.A obra fruto da parceria entre a comunidade e a prefeitu-ra. Os moradores compraram o material para a concretagem da estrada e a prefeitura forneceu a mo-de-obra para a realizao do trabalho. Fico muito feliz com a reali-zao dessa obra que trar mais qualidade de vida aos morado-res do bairro. As parcerias so fundamentais para que consi-gamos realizar o maior nmero de benefcios para a populao, disse o prefeito.

  • www.folhaopiniao.com.brSexta-feira, 19 de junho de 20154 CIDADEEscola promove evento sobre uso racional da gua

    Na manh do sbado, 13, na escola municipal Luiz Teles Batagini, aconteceu um evento sobre o uso consciente da gua, com exposio de trabalhos desenvolvidos pelos alunos relativos ao tema, com a parti-cipao dos pais; apresentao de pea teatral e palestra. Esse assunto de suma importn-cia para a conscientizao de todos sobre o problema que estamos enfrentando sobre a utilizao consciente desse bem natural fundamental para a nossa sobrevivncia. Para-bns pela iniciativa!, elogiou o prefeito.

  • www.folhaopiniao.com.brSexta-feira, 19 de junho de 2015

  • www.folhaopiniao.com.brSexta-feira, 19 de junho de 20156 CIDADEEvento promove comemorao dos 102 anos da Imigrao Japonesa

    Na sexta-feira, 12, a Prefeitu-ra de Mairipor realizou, no Centro Educacional, evento para homenagear a colnia japonesa da cidade pelos 102 anos da Imigrao Japonesa em Mairipor.Alm das homenagens, a pro-gramao do evento contou com a palestra A bomba at-mica e seus efeitos, ministra-dos pelos senhores Takashi Morita, Bonkohara e senhora Junko Watanabe da Associa-o Hibakusha Brasil pela Paz e Vtima da Bomba Atmica, apresentao de Kenjutsu A arte dos Samurais e de Taichi com o mestre Mitsumori, alm do grupo Taiko de Atibaia Ka-wasuji Seiryu Daiko.O prefeito que participou do evento destacou que em 2013 criamos uma Lei que tornou oficial no calendrio de even-tos de Mairipor o aniversrio da Imigrao Japonesa no municpio, em reconhecimen-to a todos os benefcios que a

    influncia da cultura japonesa trouxe para a cidade e para a sociedade brasileira. Alm da