5 TEORIA CRTICA no processo de trabalho na produo da comunicao de massa O indivduonapocada indstriacultural ... Crtica (da Teoria crtica) ...

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  • 03/07/2012

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    TEORIA CRTICA ESCOLA DE FRANKFURT:

    Horkheimer, Adorno, Walter Benjamin, Marcuse, HabermasDe movimentos polticos totalitaristas (Fascismo e Nazismo) ao capitalismo selvagemElementos gerais da teoria crtica PESSIMISMO RADICAL:

    desacreditado o suposto papel revolucionrio das CLASSES OPERRIAS Integrao na cultura do capitalismo moderno

    TEORIA DA SOCIEDADE COMO UM TODO Evitando a funo ideolgica (de conservao da ordem social existente) das cincias e

    disciplinas setorizadas. COMMUNICATION RESEARCH

    Anlise do sistema da economia de troca De conflitos sociais, autoritarismo Com confronto e no simples descries.

    A indstria social como sistema Substituio do termo cultura de massa Pois no nasce espontaneamente das massas

    (como a arte popular)

    INDSTRIA cultural: Mercado de massa Padronizao dos gostos do pblico (massa) baixa qualidade Racionalidade/reprodutibilidade tcnica Produtos feitos em srie para o consumo imediatoNovidades: formas diferentes de algo igual (p. 76)Diviso no processo de trabalho na produo da comunicao de massa

    O indivduo na poca da indstria culturalNo autnomo, adere sem crticas os valores impostos um fantoche manipulado pelas normas sociais

    (como pensado na T. Hipodrmica)No soberano Nem sujeito da indstria cultural, mas seu OBJETOO tempo de lazer/divertimento o prolongamento do trabalho

    Consome-se a ideologia que mantm o mesmo sistema que oprime o consumidorMeio pelo qual o operrio alienado recupera suas foras (psicolgicas e fsicas) para

    comear a trabalhar de novo Eliminao de qualquer tipo de resistncia

    PSEUDO-INDIVIDUALIDADE: controle psicolgico e obedincia ao valor dominanteQuanto mais indistinto e difuso o pblico, mais conformado e manipulado

    REPETIO DA MSICA POP Rompe a singularizao, a unidade da individualidade (e a possibilidade de resistncia) Paralisao da imaginao e da espontaneidade

    A qualidade da fruio dos produtos culturaisO produto prescreve toda reao, mas nenhuma inteleco

    fatos nibus no telejornal (Bordieu) A esperteza de advinhar o fim do filme

    O reconhecimento torna-se um fim em si mesmo Perda de expressividade Visualizao orientada para a exteriorizao (ao invs da interiorizao artstica)

    Que imagem essa? Ela te traz alguma reflexo (transcendente)?

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    Camille clodel lage murOs efeitos e os gneros Efeitos que se realizam nos nveis latentes das mensagens

    Mensagem escondida/ocultada X Mensagem manifesta/evidente => Canalizao da reao do pblico (p.82)

    A importncia de esteretipos (frmulas fixas) para o funcionamento da indstria culturalMetfora do culos p. 84 Classificao dos espetculos (gneros): modelo prvio de expectativas do receptor

    Teoria crtica X pesquisa administrativa (communication research) Pontos comuns de pesquisas administrativas:

    Orientao empirista/enfoque quantitativoOrientao pragmtica (+ poltica que cientfica): demandas do Estado ou de agncias

    privadas nfase na comunicao miditica Inspirao em modelos matemticos e funcionalistas

    Crtica (da Teoria crtica) s pesquisas administrativas: Produzem a fragmentao da totalidade social Por que se basear no que os espectadores dizem se eles so manipulados

    (pseudoindividualidade)?

    Teoria crtica: a abordagem especulativa privilegiada (sobre o mtodo emprico) Conceito de mdia para a T. Crtica e para as pesquisas administrativas P. 87 Posterior reviso de Adorno sua conduo da teoria P. 88 Sugesto de Lazarsfeld para a T. Crtica se tornar mais operativa P. 89 A pesquisa administrativa tambm pode atentar ao contexto histrico e social no

    desenvolvimento da comunicao de massa A CONTRAPOSIO (P. 92) superada com o tempo e os novos paradigmas da

    comunicao

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