2014 - 2 Semestre - Ementrio

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  • EEmmeennttrriioo ddoo 22 sseemmeessttrree ddee 22001144

    PONTIFCIA UNIVERSIDADE CATLICA DE SO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PS-GRADUADOS EM CINCIAS SOCIAIS

  • PONTIFCIA UNIVERSIDADE CATLICA DE SO PAULO Programa de Estudos Ps-Graduados em Cincias Sociais

    Rua Ministro de Godoy, 969 4 andar sala 4E20 Perdizes So Paulo SP CEP 05015-001 Fone: (55 11) 3670-8517 e-mail: csopos@pucsp.br

    2

    Disciplina: Teoria Poltica Pensamento: Viver Juntos entre o Poder e a Liberdade.....04

    Disciplina: Teoria Sociolgica: Estado e Sociedade Civil..............................................06

    Disciplina: Fundamentos da Antropologia..................................................................09

    Disciplina: Fundamentos da Poltica A democracia como Governo Limitado.............11

    Disciplina: Fundamentos da Sociologia......................................................................15

    Disciplina: Seminrio de Pesquisa (DOUTORADO)......................................................17

    Disciplina: Seminrio de Pesquisa (DOUTORADO)......................................................20

    Disciplina: Seminrio de Pesquisa (MESTRADO)........................................................22

    Disciplina: Corporeidades, Comunidades e Religiosidades: Fronteiras........................24

    Disciplina: Dilogos em Antropologia Visual...............................................................27

    Disciplina: Etnografia: Outras Viagens, Novos Mtodos Leituras Intertextuais.........30

    Disciplina: Governamentalidades, Neurocincia e Nanometria: Moral e Poltica..........34

    Disciplina: Identidade tnica e Cidadania..................................................................38

    Disciplina: Memria e Performance............................................................................39

    Disciplina: Mitos e Ritos: seus Usos Sociais................................................................41

    Disciplina: Multiculturalismo e Gnero: o Feminismo e a Crtica Ps-Colonial............43

    Disciplina: Percursos Tericos e Metodolgicos da Vida Cotidiana..............................45

    Disciplina: Tragdia e o Pensamento Trgico em Nietzsche.........................................47

    Atividade Programada: A Contribuio do Pensamento de Max Weber para

    Compreenso da Contemporaneidade...........................................................................48

    Atividade Programada: A Pesquisa em Cincias Sociais: Planejamento e

    Metodologias.................................................................................................................50

    Atividade Programada: As Prticas Polticas da Contemporaneidade.........................52

    Atividade Programada: Cidade e Cultura: Reconverso Econmica dos Espaos

    Industriais em Espaos do Tercirio Avanado...........................................................54

    Atividade Programada: Ditadura, Transio, Democracia Liberal: Meio Sculo de

    Poltica no Brasil...........................................................................................................59

    Atividade Programada: Narrativas Contemporneas da Cultura................................61

    Atividade Programada: O Estatuto da Imagem nas Cincias Sociais Cinema e

    Representaes.............................................................................................................63

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    Atividade Programada: O Impacto da Metodologia do Transfert Culturel em Sociologia e

    Antropologia.................................................................................................................66

    Atividade Programada: Palavras-Chave: Fluxo, Fronteira e Rede.............................68

    Atividade Programada: Pierre Clastres: Antropologia Poltica....................................70

    Atividade Programada: Tecnologia, Sociedade e Polticas Pblicas.............................71

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    Disciplina: TEORIA POLTICA PENSAMENTO: VIVER JUNTOS

    ENTRE O PODER E A LIBERDADE. (MESTRADO E

    DOUTORADO)

    Docente: Prof. Dr. Miguel Wady Chaia

    Horrio: 5 Feira - das 19h15 as 22h15 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Os significados da Poltica, enquanto ao e pensamento so mltiplos. Da

    modernidade contemporaneidade vem se desenvolvendo inmeras estruturas

    tericas que compem uma pliade polissmica para abordar o conceito de

    Poltica.

    Entretanto, dois temas conseguem articular tanto a diversidade terica quanto as

    referncias para problematizar e dar sentido difcil sociabilidade: poder e

    liberdade.

    Na atualidade verifica-se um confronto entre movimentaes produzidas para a

    conquista ou a ampliao da liberdade e tendncias centradas na exacerbada

    imposio do poder/dos poderes. Neste sentido, a disciplina abordar poder e

    liberdade na histria das idias e das instituies polticas, tomando como eixo o

    processo da construo do poltico.

    Com uma abordagem fundamentada na teoria e na filosofia poltica, os estudos

    sero direcionados pela anlise interna da obra e pelo confronto entre as

    formulaes dos autores (constituindo uma espcie de rede terica). Assim, a

    disciplina dever abordar os complexos paradoxos da poltica (inclusive, suas

    insuficincias), os pressupostos das construes institucionais e as tenses que

    envolvem as diferentes relaes que se estabelecem entre poder, liberdade,

    igualdade e utopia.

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    Desta forma, ser formulada a idia de poltica como tragdia, fundamentada

    no potencial ordem x desordem e na compreenso de conflitos interminveis.

    BIBLIOGRAFIA INDICATIVA

    CIORAN, E. M. Histria e Utopia, Rocco Ed., RJ, 1994.

    ENGELS, F. Anti-Dhring, Paz e Terra, RJ, 1977.

    FOUCAULT, M. Microfsica do poder, Graal, RJ, 1986.

    LA BOTIE, E. de Discurso da servido voluntria, Brasiliense, SP, 1987.

    LUTERO E CALVINO Sobre a autoridade secular, Martins Fontes, SP, 1995.

    MAQUIAVEL, N. Comentrios sobre a dcada de Tito Livio, Ed. Universidade

    Nacional de Braslia, Braslia, 1979.

    MARX, K. A questo judaca, Editora Centauro, So Paulo, 2000.

    NEGRI, A. Cinco lies sobre Imprio, DP&A Editora, RJ, 2003.

    NIETZSCHE, F. - Alm do Bem e do Mal, Cia das Letras, So Paulo, 1992.

    NOZICK, Robert. Anarquia, Estado e Utopia, Jorge Zahar Editor, RJ, 1991.

    RANCIRE, J. O desentendimento: poltica e filosofia, Editora 34, SP, 1996.

    SANTO AGOSTINHO Confisses, Vozes, Petrpolis, 1992 (ou Editora Abril

    Cultural, srie Os Pensadores).

    SARTRE, J.P. O ser e o nada - ensaio de ontologia fenomenolgica, Editora Vozes,

    Petrpolis, 1977.

    SHAKESPEARE, W. A Tempestade, Relume Dumar, RJ, 1991.

    SLOTERDIJK, P. No mesmo barco ensaio sobre a hiperpoltica, Estao

    Liberdade, SP, 1999.

    STUART MILL, J. Sobre a liberdade, Vozes, Petrpolis, 1991.

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    Disciplina: TEORIA SOCIOLGICA: ESTADO E SOCIEDADE CIVIL

    Docente: Prof. Dr. Luiz Eduardo W. Wanderley

    Horrio: 3 Feira - das 14h30 as 17h30 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    O curso pretende contribuir para que se explicitem os fundamentos e as

    caractersticas principais das crises que vm afetando e modificando em

    profundidade o capitalismo, a civilizao e os paradigmas com que se pensa e se

    organiza a vida societria. Busca, tambm, compreender os efeitos dessas crises

    nas cincias sociais em geral e na sociologia em particular, de modo a que se

    avalie a capacidade explicativa dessas cincias na decifrao dos contedos que

    caracterizam os atuais processos de mudana e transformao.

    O foco central concentra-se na anlise das questes referentes conceituao e

    ao funcionamento do Estado e da Sociedade Civil, bem como no exame das

    conseqncias tericas e prticas postas pelos processos de globalizao,

    hegemnica e contra-hegemnica, com nfase na realidade latino-americana.

    Procura, ademais, compreender como estas questes condicionam e so

    condicionadas pelas relaes internacionais, pelos organismos multilaterais,

    pelos processos de integrao regional, pelas polticas externas dos Estados-

    Nao, pela presena da Sociedade Civil no controle social das polticas pblicas,

    pelos processos de publicizao. O curso buscar apresentar algumas propostas

    e alternativas em gestao e desenvolvimento, explorando as possibilidades

    abertas pelo realismo utpico.

    PROGRAMA

    Introduo geral dos objetivos e dinmica do curso

    Crise: rupturas, desafios, oportunidades

    Noes de globalizao hegemnica e contra-hegemnica

    Estado: transformaes e perspectivas

    Sociedade Civil: significados, limites e possibilidades

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    AVALIAO

    Sero considerados basicamente os seguintes critrios avaliativos:

    a) interesse do aluno pelo Curso, demonstrado pela participao em todas as

    atividades a serem desenvolvidas;

    b) um (ou mais) trabalho escrito sobre temtica referente ao Curso, a ser

    definida no decorrer do mesmo.

    Ser indicada uma bibliografia bsica e uma bibliografia complementar.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    WALLERSTEIN, Immanuel. (1984). Tipologia das crises no sistema mundial. Essex, Universidade das Naes Unidas, mimeo. HOBSBAWN, Eric. (1995). Era dos extremos: o breve sculo XX 1914-1991. trad. Marcos Santarrita. So Paulo, Companhia das Letras. GMEZ, Jos Maria. (1998). Globalizao, Estado-Nao e cidadania. Contexto Internacional vol. 20, no. 1, janeiro/junho. Rio de Janeiro, IRI/PUC-RJ. BECK, Ulrich. (1999). O que globalizao? Equvocos do globalismo, respostas globalizao. Trad. Andr Carone. Rio de Janeiro, Paz e Terra. SOUSA SANTOS, Boaventura (org.). (2002). A globalizao e as cincia sociais. So Paulo, Cortez. CARNOY, Martin. (1988). Estado e teoria poltica. Trad. Equipe da Pucamp. Campinas, Papirus. FLEURY, Snia. (1994). Estado sem cidados seguridade social na Amrica Latina. Rio de Janeiro, Fiocruz. LECHNER, Norbert. (1977). La crisis del Estado em Amrica Latina. Caracas, El Cid editor. BOBBIO, Norberto. (1982). O conceito de sociedade civil. Rio de Janeiro, Graal. RESTREPO, Luis Alberto. (1990). A relao entre sociedade civil e o Estado. Tempo Social 2(2), 2 Sem. So Paulo, Departamento de Sociologia, FFLCH/USP. ACANDA, Jorge Luis. (2006). Sociedade civil e hegemonia. Trad. De Lisa Stuart. Rio de Janeiro, UFRJ.

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    COSTA, Srgio. (2002). As cores de Erclia. Belo Horizonte, UFMG. DAGNINO, Evelina (org.). (2001). Sociedade Civil e espaos pblicos no Brasil. So Paulo, Paz e Terra. VIEIRA, Liszt. (2001). Os argonautas da cidadania a sociedade civil na globalizao. Rio de Janeiro, Record. SEOANE, Jos, TADDEI, Emlio (orgs.). (2001). Resistncias mundiais de Seattle a Porto Alegre. Petrpolis, Vozes/CLACSO/LPP. SINGER, Paulo (2002). Introduo economia solidria. So Paulo: Fundao Perseu Abramo. CORRA LEITE, Jos (2003). Frum Social Mundial a histria de uma Inveno Poltica. So Paulo, F. Perseu Abramo. VIGEVANI, Tullo, WANDERLEY, L. E. W. et alii (orgs.). A dimenso subnacional e as relaes internacionais. So Paulo, EDUSC/EDUNESP/EDUC, 2004. WANDERLEY, L. E. W. (2005). Sociedade Civil, integrao regional e mercosul. In: WANDERLEY, L. E. W., VIGEVANI, T. (orgs.). Governos Subnacionais e Sociedade Civil: integrao regional e mercosul. So Paulo: EDUC/EDUNESP/FAPESP. WANDERLEY, L. E. W. e RAICHELIS, Raquel (orgs.). (2009). A cidade de So Paulo: relaes internacionais e gesto pblica. So Paulo: EDUC.

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    Disciplina: FUNDAMENTOS DA ANTROPOLOGIA

    Docente: Profa. Dra. Maria Helena Villas Bas Concone

    Horrio: 4 Feira - das 16h00 as 19h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Esta uma proposta de introduo ao pensamento da Antropologia. Partindo da

    histria da sua insero no campo da Cincia e retomando algumas das linhas

    que gestaram a disciplina, sempre em dilogo com as grandes questes que

    desafiaram o pensamento em cada momento do percurso, busca-se permitir que

    os interessados possam mover-se com maior facilidade nos caminhos

    contemporneos dessa cincia e familiarizar-se com a linguagem e o olhar da

    Antropologia.

    O programa ser composto de passos:

    - De que fala a Antropologia? As grandes reas internas.

    - Um pouco da Histria. O surgimento de uma Antropologia Social e Cultural.

    - Diversidade e universalidade

    - O trabalho do Antroplogo.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

    Mercier, Paul. Histria de la antropologia. Ed. Pennsula, Barcelona, Esp. 1969. Laplantine, Franois. Aprender Antropologia. Ed. Brasiliense, SP/SP, 1988 (2007/ 20 reimpresso). Stocking Jr., George. A Formao da Antropologia Americvana. Franz Boas. Contraponto -Ed. UFRJ, Rio, 1999. Morgan, Lewis, A Sociedade Primitiva. 2v. Lvi-Strauss, Claude. Antropologia Estrutural. Ed. CosacNaify, s/d.

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    Da Matta, Roberto. Ensaios de Antropologia Estrutural. Ed. Vozes, Petrpolis, 1973. Cardoso, Ruth (organizadora). A Aventura Antropolgica. Ed. Paz e Terra, SP/SP., 2004 (4 edio). Feldman-Bianco, Bela. Antropologia das Sociedades Contemporneas. Mtodos. Ed. UNESP., SP/SP., 2009. Laplantine, Franois. A Descrio Etnogrfica. ed. Terceira Margem, SP/SP., 2004. Zaluar, Alba Guimares (organ.). Desvendando Mscaras Sociais. Francisco Alves Editora, Rio de Janeiro, 1975. Cardoso de Oliveira, Roberto. O Trabalho do Antroplogo. Ed. UNESP, 1998. Hojaij gouveia, Eliane; Baltar, Ronaldo; Bernardo, Terezinha (organiz.). Cincias Sociais na Atualidade; Temticas Contemporneas. EDUC, SP/SP., 2011. Morin, Edgard; Bocchi, Giamluca; Ceruti, Mauro. Os problemas do fim do sculo. Editoruial Notcias, Lisboa, Port., s/d (ed. Italiana 1990, ed. Francesa 1991). Balandier, Georges. A Desordem. Elogio do Movimento. Ed. Bertrand Brasil, Rio, 1997. Sero itrabalhados ainda textos de autores como Ruth Benedict, Margareth Mead, Radcliffe-Brown, Malinowski. A bibliografia ser complementada na apresentao do curso.

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    Disciplina: FUNDAMENTOS DA POLTICA A DEMOCRACIA COMO

    GOVERNO LIMITADO

    Docente: Prof. Dr. Edison Nunes

    Horrio: 4 Feira - das 19h00 as 22h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    A disciplina visa fornecer elementos para a compreenso terica dos sistemas

    representativos que emergem aps a experincia da Revoluo Francesa como

    nica alternativa aos despotismos; quer partam de aristocracias decadentes,

    caudilhos ou das maiorias onipotentes pela sua coeso. Trata, pois de pensar o

    governo constitucional. Para tanto, prope examinar i. as principais feies da

    teoria poltica moderna; ii. o impacto terico da Revoluo e iii. o moderno

    constitucionalismo. O percurso privilegia as tradies que esto nclitas nas

    escolhas institucionais realizadas na formao do Estado brasileiro.

    CONTEDO PROGRAMTICO

    1. Apresentao do programa. Unidade I: Uma breve introduo poltica. 2. Uma breve introduo cincia poltica em perspeciva sociolgica. WEBER, Max. Cincia e poltica, duas vocaes. So Paulo, Ed. Cultrix, 1972, 2 Ed. 3. O pensamento poltico moderno I. HOBBES, Thomas. O Leviat. Os Pensadores. So Paulo, Abril Cultural, 1974. 4. O pensamento poltico moderno II. LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo. Os Pensadores. So Paulo, Abril Cultural, 1973. 5. O pensamento poltico moderno III. ROUSSEAU, Jean.-Jacques. Do contrato social. Os Pensadores. So Paulo, Abril Cultural, 1973. 6. O pensamento poltico moderno: A teoria da diviso de poderes.

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    MONTESQUIEU. De lesprit des lois. Paris: Garnier-Flammarion, 1979. Unidade II: O impacto da Revoluo. 7/9. Revoluo, pensamento revolucionrio e a reao republicana. ARENDT, Hannah. Da revoluo. So Paulo, Editora tica, 1988. ARENDT, Hannah. A promessa da poltica. Rio de Janeiro, DIFEL, 2009. BURKE, Edmund. Reflexes sobre a Revoluo em Frana. Braslia: Ed. UNB, 1982. TOCQUEVILLE, Alexis de. O Antigo Regime e a Revoluo. Braslia: Ed. UNB, 1982. 2. ed. Unidade III: O constitucionalismo. 10. O legado da Revoluo Americana. MADISON, James e outros. Os artigos federalistas, 1789-1788. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1993. TOCQUEVILLE, Alexis de. A democracia na Amrica. Belo Horizonte/So Paulo, Editora Itatiaia/Editora USP, 1977. 11. A herana francesa. CONSTANT, Benjamin. Curso de poltica constitucional. Granada: Editorial Comares, 2006. CONSTANT, Benjamin. crits politiques. Paris: Gallimard, 1997. 12/13. A teoria do governo representativo. MILL, John Stuart. Consideraes sobre o governo representativo. Braslia, Ed. UNB. SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Crise e castigo. Partidos e generais na poltica brasileira. So Paulo, Vrtice, 1987. Parte 1; Cap. I: A teoria alencariana da democracia proporcional. 14. Teorias contemporneas da democracia. DAHL, Robert. Polyarchi: participation and opposition. New Haven: Yale University Press, 1971. HELD, David. Modelos de democracia. Belo Horizonte: Paidia, s.d. 15. Encerramento da disciplina / avaliao.

    LINHA DE PESQUISA (do Programa)

    Estado e Sistemas scio-polticos - Como o ttulo da disciplina esclaresce, trata-se

    dos fundamentos da linha de pesquisa.

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    AREA DE CONCENTRAO: Cincia Poltica - A disciplina especialmente

    desenhada para discentes com formao distinta de Cincias Sociais,

    fornecendo o panorama dos principais problemas da poltica moderna e das

    razes das escolhas institucionais das democracias.

    BIBLIOGRAFIA DE REFERNCIA

    ALENCAR, Jos de. O systema representativo. Braslia, Senado Federal,

    1996. Ed. fac-sim: Rio de Janeiro, B.L. Garnier, Edictor, 1868. BOBBIO. Norberto. A teoria das formas de governo. Braslia, Editora da

    UNB, 1985, 4a. ed. BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola e PASQUINO, Gianfranco.

    Dicionrio de Poltica. Braslia, Editora da UNB, 1986, 2a. ed. CASSIRER, Ernest. El mito del Estado. Mexico, Fondo de Cultura

    Econmica, 1972. CHEVALLIER, Jean-Jacques. As grandes obras polticas de Maquiavel aos

    nossos dias. Braslia, Editora da UNB,1982. CLARK, Stuart. Pensando com demnios. A idia de bruxaria no princpio

    da Europa Moderna. So Paulo: EDUSP, 2006. HILL, Chistopher. A Bblia Inglesa e as revolues do Sculo XVII. Rio de

    Janeiro: Civilizao Brasileira, 2003. KAMEN, Henry. El siglo de hierro. Cambio social en Europa, 1550-1660.

    Madrid, Alianza Editorial, 1977. QUIRINO, Clia Galvo. VOUGA, Cludio e BRANDO, Gildo Maral.

    Clssicos do pensamento poltico. So Paulo, Ed. da Universidade de So Paulo, 1998.

    QUIRINO, Clia Galvo e SADEK, Maria Tereza. O pensamento poltico clssico. So Paulo, Martins Fontes, 2003.

    SKINNER, Quentin. As fundaes do pensamento poltico moderno. So Paulo, Companhia das Letras, 1996.

    STRAUSS, Leo e CROPSEY, Joseph. Historia de la filosofa poltica. Mxico, Fundo de Cultura Econmica, 1996. b) estudos tpicos:

    ALTHUSSER, Louis. Montesquieu, a poltica e a histria. Lisboa, Ed. Presena, 1972.

    BERLIN, Isaiah. O problema de Maquiavel. In VV.AA. Sobre Maquiavel. Curso de Introduo Cincia Poltica. Braslia, Ed. UNB, 1978.

    BURCKHARDT, J. A cultura do Renascimento na Itlia. So Paulo, Companhia das Letras. 1991.

    De GRAZIA, Sebastian. Machiavelli in Hell. Princeton, Princeton University Press, 1989.

    LEFORT, Claude. Le travail de loeuvre. Machiavel. Paris, Gallimard, 1972.

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    MACPHERSON, C. B. La teoria poltica del individualismo posesivo. Barcelona, Ed. Fontanella, 1970.

    MERLEAU-PONTY, Maurice. Signos. So Paulo, Martins Fontes, 1991. Cap X. Nota sobre Maquiavel.

    RIBEIRO, Renato Janine. Ao leitor sem medo. Hobbes escrevendo contra o seu tempo. So Paulo, Brasiliense, 1984.

    SKINNER, Quentin. Razo e retrica na filosofia de Hobbes. So Paulo, Fundao Editora da UNESP, 1999.

    SKINNER, Quentin. Maquiavel. Pensamento poltico. So Paulo, Brasiliense, 1988.

    STAROBINSKI, Jean. Montesquieu. So Paulo, Companhia das Letras, 1990.

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    Disciplina: FUNDAMENTOS DA SOCIOLOGIA

    Docente: Profa. Dra. Maura Pardini Bicudo Vras

    Horrio: 4 Feira - das 14h00 as 17h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Debater as principais contribuies tericas e metodolgicas para a constituio

    da Sociologia como cincia, dando destaque aos desafios histricos do contexto de

    sua emergncia e afirmao. Proporcionar condies de identificao dos

    pressupostos, epistemologia, universo conceptual, mtodos e tcnicas das

    abordagens clssicas sociolgicas, procurando enfatizar a construo intelectual

    da realidade social sob diversas perspectivas fundamentais. O curso objetiva

    analisar as contribuies para o pensamento sociolgico do Materialismo

    Histrico-Dialtico, do Organicismo-Positivismo e da Abordagem Compreensiva,

    consideradas principais vertentes fundantes dessa cincia, buscando trabalhar

    diretamente com textos originais de seus autores representativos. Sero

    oferecidas, ainda, referncias de comentaristas sobre os clssicos debatidos, alm

    de pesquisas realizadas sobre temticas diversas que se basearam nos

    paradigmas estudados.

    BIBLIOGRAFIA Uma Sociologia da Sociologia. Contextos histricos da emergncia do ponto de

    vista sociolgico. A perspectiva do Positivismo na Sociologia. O pensamento conservador.

    Emile Durkheim. A diviso do trabalho na sociedade.

    E. Durkheim: As regras do mtodo sociolgico. E. Durkheim : O suicdio.

    E. Durkheim: As formas elementares da vida religiosa.

    Seminrio de avaliao crtica sobre a postura de Durkheim : Florestan fernandes, A. Giddens,

    Sola, L. Goldmann, I. Zeitlin, M. L. Cardoso. A perspectiva do Materialismo Histrico-Dialtico. Pressupostos, epistemologia.

    K. Marx, e F.Engels : A ideologia alem

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    16

    Contribuio crtica da Economia Poltica

    K. Marx : O Capital-1.o volume

    K. Marx:As lutas de classes na Frana

    K.Marx : Crtica a Filosofia do Direito de Hegel Seminrio de Avaliao crtica sobre o Materialismo Histrico-Dialtico: Florestan

    Fernandes.

    Zeitlin, O. Ianni, D. Bensaid, H. Lefebvre, A. Cueva, I. Carone, F.H. Cardoso.

    A perspectiva da Sociologia Compreensiva. O contexto de Max Weber.Influncias

    intelectuais. O carter problemtico da sociedade alem na transio do sculo XIX ao XX.

    M. Weber: Cincia e Poltica, duas vocaes. Sobre a teoria das Cincias Sociais.

    M.Weber :Economia e Sociedade, vrios captulos, esp. Cap 1: A ao social.

    M.Weber: Parlamentarismo e Governo em uma Alemanha reconstruda. M.Weber: Estratificao Social: classe, estamento, partido.

    M.Weber Os tipos de Dominao legtima. Burocracia. M.Weber: A tica protestante e o esprito do capitalismo

    Seminrio de Avaliao Crtica sobre a abordagem weberiana: Florestan

    Fernandes, G. Cohn, AF Pierucci, C. Lefort,M. Tragtenberg, H. Gerth e W. Mills, I.

    Zeitlin, K. Jaspers, R. Aschraft, M. Lowy

    A presena dos clssicos na Sociologia Contempornea e na Sociologia Brasileira

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    Disciplina: SEMINRIO DE PESQUISA (DOUTORADO)

    Docente: Prof. Dr. Edgard de Assis Carvalho

    Horrio: 6 Feira - das 09h00 as 12h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Fornecer uma base epistemolgica multidimensional que problematize o

    desenvolvimento dos projetos doutorais em andamento. A perspectiva das oito

    exposies que constituem a primeira parte do seminrio insere as cincias

    sociais em um horizonte cognitivo que entrelaa o conhecedor, o conhecido, o

    conhecimento. A religao das culturas humanstica e cientfica. A segunda

    parte rene os projetos doutorais por linhas transversais que possibilitem a

    emergncia do dilogo coletivo entre temticas diversas.

    PROGRAMA

    1. Aberturas, reestruturaes, resistncias

    2. Razo, paixo, rebeldia

    3. Unidade do conhecimento 4. Escritura e criatividade

    5. Conceito, sujeito, totalidade

    6. Realismo e representaes do intelectual 7. Totalidade, dilogo, e as duas culturas

    8. Metamorfose, tica da pesquisa, comits institucionais 9. Discusso coletiva dos projetos de pesquisa agrupados por transversalidades

    temticas.

    BIBLIOGRAFIA PARA AS OITO AULAS

    1. Para abrir as cincias sociais Relatrio da comisso Gulbenkian sobre a reestruturao das cincias sociais. Membros da comisso: Ilya Prigogine, Immanuel Wallerstein, Robin Fox e outros. So Paulo: Cortez editora, 1996. Carta de Fortaleza por uma educao transformadora: os sete saberes necessrios educao do presente. Em Os sete saberes necessrios educao do presente. Maria Cndida Moraes, Maria da Conceio de Almeida, orgs.). Rio de Janeiro; Wak editora, 2012, pp. 247/256.

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    Michel Serres. Solicitaes s Universidades em prol de um saber comum. Em O Incandescente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005, pp. 305/306. 2. Freeman Dyson. O cientista como rebelde. Em Serrote, v. 3; traduo Cristina Fino e outros. So Paulo: Instituto Moreira Salles, Nov. 2009, pp. 155/167. Albert Einstein. Princpios da pesquisa. Em Como vejo o mundo; traduo H.P. de Andrade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981, pp. 137/141. Karl Popper. Em busca de um mundo melhor; traduo Milton Camargo Mota. Primeira parte. Captulo 1. Conhecimento e formao da realidade; captulo 2. Sobre conhecimento e ignorncia; captulo trs. Sobre as assim chamadas fontes do conhecimento; pp.25/76. 3. Edward O. Wilson. As Cincias Sociais. Em A Unidade do conhecimento. Consilincia; traduo Ivo Korytowski. Rio de Janeiro: Campus, 1999, pp.173/200. Maria da Conceio de Almeida. Mtodo complexo e desafios da pesquisa. Em Cultura e Pensamento Complexo. Porto Alegre: Sulina, 2012, pp. 103/118. Pablo Gonzlez Casanova. Interdisciplina e complexidade. Em As novas cincias e as humanidades; da academia poltica. So Paulo, Boitempo editorial, 2006, pp. 11/64. 4. Pierre Achard. Lcriture intermdiaire dans le processus de recherche en sciences sociales, [A escritura intermediria no processo de pesquisa em cincias sociais]; traduo Olda Andreazza/Alexandre Barbetta, pp,149/156; Ren Lourau. Traitement du texte, [Tratamento do texto], pp. 157/166; Franz Kafka. Um relatrio para uma academia. Em Um mdico rural; pequenas narrativas, traduo Modesto Carone. So Paulo: Companhia das Letras, 1999, pp 59/72; Marguerite Duras. Escrever. Em Escrever; traduo Rubens Figueiredo. So Paulo: Rocco: 1994, pp. 11/49; Carlos Antonio Alves/Abel Menezes Filho/Andr Monteiro Costa. O processo criativo e a tessitura de projetos acadmicos de pesquisa. Interface, v. 6, n 17, pp. 439/450; W.H. Auden. Escrever; traduo Jos Rubens Siqueira. Serrote, v. 16, maro 2014, pp. 185/201. So Paulo; Instituto Moreira Salles; Helen Sword. J de Jargo; traduo Thiago Lins. Serrote, v. 14, julho 2013, pp. 120/127. So Paulo: Instituto Moreira Salles. 5. Gilles Deleuze/Flix Guattari. O que a filosofia?; traduo Bento Prado Jr/Alberto Alonso Muoz. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1994. Cap. 2. O que um conceito? pp. 25/48. Edgar Morin. A noo de sujeito. Em Novos paradigmas, cultura e subjetividade. Dora Schitman, org.; traduo: Jussara H. Rodrigues. Porto Alegre, Artmed, 1996, pp 45/58. Edgar Morin. A complexidade humana; meu mtodo; o estado do mundo; a educao do futuro. Em Meu Caminho; traduo Edgard de Assis Carvalho, Mariza Perassi Bosco, pp. 189/308. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 6. Edward Said. Exlio intelectual: expatriados e marginais, cap. 3 Profissionais e amadores, cap. 4. Falar a verdade ao poder, cap 5. Em Representaes do

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    intelectual. As conferencias Reith de 1993; traduo Milton Hatoum. So Paulo: Companhia das Letras, 2005, pp. 55/104. Isabelle Stengers. A inveno das cincias modernas; traduo Max Altman. So Paulo; Ed. 34, 2002. Captulo 1: Explorando, pp. 11/72. 7. C. P. Snow. As duas culturas e uma segunda leitura; traduo Geraldo Gerson de Souza/Renato Azevedo Resende. So Paulo: EDUSP, 1995. Ilya Prigogine/Isabelle Stengers. A nova aliana. A metamorfose da cincia; traduo Miguel Faria, Maria Joaquina Machado Trincheira. Braslia: editora da UNB, 1984. Concluso: O reencantamento do mundo, pp. 203/226. Braslia: UNB, 1984. 8. Edgard de Assis Carvalho. Uma tica complexa para o conhecimento cientifico. Em Cultura e Pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina, 2012, pp. 133/142. Edio original: A complex ethics for scientific knowledge. Em Research on scientific research, a trandisciplinary study. Edited by Mauro Maldonato e Ricardo Pietrobon. Brigton, Sussex Academic Press, 2010, pp. 136/142. Peter Singer. tica prtica; traduo Jefferson Lus Camargo. So Paulo: Martins Fontes, 1998. Captulo 1: Sobre a tica; captulo 2: A igualdade e suas implicaes, pp. 9/64.

    Discusso dos projetos de tese.

    Bibliografias complementares para as oito sesses expositivas sero fornecidas posteriormente.

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    Disciplina: SEMINRIO DE PESQUISA (DOUTORADO)

    Docente: Profa. Dra. Lucia Maria Machado Bgus

    Horrio: 4 Feira - das 19h00 as 22h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    O seminrio de pesquisa constitui um momento importante no debate coletivo

    dos projetos doutorais, ensejando a discusso das tendncias predominantes na

    produo de conhecimento em cincias sociais, as quais se pautam, muitas

    vezes, nos determinismos, nas continuidades e na ciso entre sujeito e objeto.

    Nessa medida, suscita uma reflexo acerca dos acasos, da intuio e dos desafios

    epistemolgicos na construo de saberes, com destaque para as questes

    relacionadas ao modo de expor - e sistematizar - os dados e as informaes

    coletadas no processo de investigao.

    BIBLIOGRAFIA BSICA BOURDIEU,P.,CHAMBERON,G. e PASSERON,G. Le mtier de sociologue. Paris,PUF. 1973. FEYERABEND, P. Contra o mtodo.So Paulo, Ed. UNESP,2@ edio.2011. MASTERMAN,M. A Natureza do Paradigma in I.LAKATOS e A.MUSGRAVE (orgs) - op.cit. pp.72-108 ,1979. MORIN, E., Introduo ao pensamento complexo. Lisboa, Instituto Piaget, 1990. NUNES, J. A. O Resgate Epistemolgico in SANTOS,B. S. e M. P. MENESES Epistemologias do sul. So Paulo, Cortez Editora (pp. 261-290), 2013. Relatrio da Comisso Gulbenkian sobre a Reestruturao das Cincias Sociais. Para abrir as cincias sociais. So Paulo, Cortez, 1996. SANTOS, B. S., A crtica da razo indolente: contra o desperdcio da experincia. So Paulo, Cortez, 2000.

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    TOULMIN, S.E adequada a distino entre cincia normal e cincia revolucionria? in I.LAKATOS e A. MUSGRAVE (orgs) . A Crtica e o Desenvolvimento do Conhecimento. So Paulo, Cultrix /EDUSP , pp.49-59 .1979

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    Disciplina: SEMINRIO DE PESQUISA (MESTRADO)

    Docente: Profa. Dra. Carmen Sylvia de Alvarenga Junqueira

    Horrio: 4 Feira - das 18h00 as 21h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    O Seminrio de Pesquisa tem como objetivo fornecer ajuda e estmulo terico-metodolgico complementar elaborao da dissertao de mestrado. Sero trs as atividades principais.

    1. Discusso sobre os princpios do procedimento cientifico, teoria e prtica da pesquisa qualitativa, estudo e detalhamento das etapas de investigao, com nfase na anlise dos nveis conceitual e metodolgico. Tcnicas de pesquisa e teste dos instrumentos de levantamento de dados.

    2. Apresentao dos projetos de dissertao, debate sobre a problemtica central das propostas e sugesto para uma melhor operacionalizao do estudo.

    3. Redao de um captulo da dissertao a ser entregue at o final do primeiro semestre de 2014.

    Na primeira etapa do curso sero abordadas as seguintes questes epistemolgicas:

    A ideia formulada por T. Kuhn de que cada disciplina cientfica elabora e levanta problemas dentro de uma estrutura pr-estabelecida por pressupostos tericos, procedimentos metodolgicos e tcnicos, o que ele denominou paradigma.

    Crtica epistemologia cartesiana, mostrando que o mtodo no simplesmente um conjunto de regras que, bem empregadas, garantem resultados cientficos. Estudo da proposta de M. Limoeiro para a formao do conhecimento: Somente conduzindo o raciocnio at o plano propriamente epistemolgico, distanciando-se, assim, das malhas do mtodo como tal para atingir as suposies em que se baseia, as bases de que parte, que ser possvel compreender s formao do conhecimento e o papel que a cabe ao mtodo.

    Estudar o conceito de incomensurabilidade, discutido por T. Kuhn: afirmar que duas teorias so incomensurveis afirmar que no h linguagem em que ambas as teorias possam ser traduzidas sem haver resduos e perdas.

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    Na etapa seguinte, sero estudadas questes referentes ao planejamento de pesquisas qualitativas, estruturao do corpus da dissertao e formulao do problema de pesquisa. Finalmente, sero apresentadas algumas tcnicas de pesquisa nas Cincias Sociais: diferentes modalidades de entrevista, questes envolvidas na observao direta em pesquisa qualitativa, abordagem biogrfica, pesquisa documental etc. BIBLIOGRAFIA BSICA Alves-Mazzotti, Alda e Gewandsznajder, Fernando - O Mtodo nas Cincias Naturais e Sociais. Pesquisa Quantitativa e Qualitativa. So Paulo: Pioneira, 2a ed. 2000. Bauer, Martin W. e Gaskell, George (eds) Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Um manual prtico. Traduo de Pedrinho A Guareschi. Petrpolis, RJ: Vozes, 2002. Demo, Pedro Metodologia do Conhecimento Cientfico. So Paulo: Atlas, 2000. Durham, E. at. Al; Cardoso, R. (org) A aventura Antropolgica. Teoria e Pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. Poupart, Jean e outros A pesquisa qualitativa. Enfoques epistemolgicos e metodolgicos. Traduo de Ana Cristina Nasser. Petrpolis, RJ: Vozes, 2008. Thiollent, Michel - Crtica Metodolgica. Investigao Social e Enquete Operria. So Paulo, Polis, 1980 Vasconcelos, Eduardo Mouro Complexidade e pesquisa interdisciplinar. Epistemologia e metodologia operativa. Petrpolis, RJ: Vozes, 2002. Wolf, Eric Antropologia e poder. Contribuies de Eric R. Wolf, Braslia: Editora Universidade de Braslia, So Paulo: So Paulo: Imprensa oficial do Estado de So Paulo, 2003.

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    Disciplina: CORPOREIDADES, COMUNIDADES E RELIGIOSIDADES:

    FRONTEIRAS

    Docente: Profa. Dra. Eliane Hojaij Gouveia

    Horrio: 2 Feira - das 14h00 as 17h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    O final do sculo passado e incio do atual testemunharam significativas

    mudanas nos espaos culturais remodelando os indivduos, suas afetividades,

    expressividades, corporeidades e religiosidades. As questes que envolvem os

    estudos sobre tais remodelaes voltam-se para a definio dos limites

    organizacionais que se tornam cada vez mais reduzidos, em especial quando

    referidos s vivncias institucionais e comunitrias. Assim, compreender as

    diversas formas e condies que influenciam nossos hbitos, modos de pensa,

    agir e sentir, na sociedade contempornea e suas interseces com a

    corporeidade, a educao, a religiosidade nas mdias e movimentos sociais se

    apresenta de interesse para o pesquisador das Cincias Sociais.

    OBJETIVOS

    A presente proposta objetiva discutir a constituio dos objetos das Cincias

    Sociais vinculados modernidade e as remodelaes movimentadas em

    comunidades institudas em situao do desencantamento do mundo seus

    tabus, corporeidade e interditos construdos pelas relaes histrico sociais

    propiciadoras de estados redefinidores das tradies culturais,

    EXPLICITAR VINCULOS COM: Todas as reas

    LINHA DE PESQUISA: Instituies e agentes institucionais: estrutura,

    organizao e ideologias especficas com interconexo com dinmica das classes

    sociais, do Estado e das prticas culturais.

    AREA DE CONCENTRAO: Antropologia

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    GT-DIRETRIO DE PESQUISA DO CNPQ: Ncleo de Estudos Religio e

    Sociedade- NURES

    BIBLIOGRAFIA DE REFERNCIA ALBUQUERQUE, L.M.B. de. Religio e cincia entre kardecistas e messinicos. Anais do Simpsio Sudeste da ABHR, So Paulo/USP, p. 2003 2316, 2013. Disponvel em www.sudesteabhr.net.br

    BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurana no mundo atual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,2003

    BERGER, P.L. Religio e construo de mundos. In: _____. O dossel sagrado. So Paulo: Paulinas, 1985.

    Bourdieu, Pierre. Economia das Trocas Simblicas. SP: Perspectiva,2005 Camura, Marcelo Ayres. Secularizao e Reencantamento: a Emergncia dos Novos Movimentos Religiosos. In: Revista Brasileira de Informao Bibliogrfica em Cincias Sociais. SP, n.56, 2003 Carozzi, Maria Julia. Tendncias no Estudo dos Novos Movimentos Religiosos na Amrica: os ltimos 20anos. In: Boletim Informativo e Bibliogrfico das Cincias Sociais RJ,n.37,1994 Canevacci,Massimo.Culturas extremas:mutaes juvenis No corpos das metrpoles.Rio de Janeiro:DP&A,2005 CARDOSO, Gustavo. Para uma Sociologia do Ciberespao: Comunidades Virtuais em Portugus. So Paulo: Celta, 1998. DELUMEAU, J. Um enigma histrico: a grande represso da feitiaria. I - O dossi. In: ______. Histria do medo no ocidente. So Paulo: Companhia das Letras, 1989 FERNANDES, Florestan (Org.). Comunidade sociedade: leituras sobre problemas

    conceituais, metodolgicos e de aplicao. So Paulo: Nacional/Edusp

    Hervieu-Lger,Danile. Catolicismo- a configurao da memria. In: REVER,SP,N.2 ano5,2005. Publicao eletrnica http://www.pucsp.br/rever MAUSS, M. Tcnicas corporais. In:______. Sociologia e Antropologia. So Paulo: EPU/EDUSP, 1974, v.2.

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    26

    MARTINO, L. M. S. Do espao sagrado pista de dana: o caso das igrejas medievais de Norwich. Histria, 2010, vol.29, no. 1, p.108-119. Disponvel no Scielo MARTINS, J. S. A apario do demnio na fbrica no meio da produo. In: ______. A apario do demnio na fbrica: origens sociais do Eu dividido no subrbio operrio. So Paulo: 34, 2008. MARTINS, J. S. A dialtica do corpo no imaginrio popular. Sexta-feira, So Paulo, n.4 (Corpo), p.46-54, 1999. Monteiro, Paula. Magia, Racionalidade e Sujeito Poltico. In Revista Brasileira de Cincias Sociais.SP, n.26, ano 9, 1994. Pierrucci, A.F. & Prandi. A realidade social das religies no Brasil. SP: Hucitec 1996. Serres, Michel.Variaes sobre o corpo.rio de janeiro Bertram Brasil,2004 VALLA, V. V. Pobreza, emoo e sade: uma discusso sobre pentecostalismo e sade no Brasil. Revista Brasileira de Educao, Abr. 2002, no. 19, p.63-75. Disponvel no Scielo Wanderley, L .W. Desafios da Globalizao para as religies.In: Revista Nures. Publicao Eletrnica da Ncleo Religio e Sociedade.SP/PUCSP, 2005. HTTP://www.pucsp.br/revistanures/revista1/wanderley.pdf Weber, Max Economia e Sociedade, v1, cap.5. Braslia:Ed UNB,1991 ZORDAN, P. B. M. B. G. Bruxas: figuras de poder. Estudos Feministas, Florianpolis, v. 13, n. 2, ago. 2005. Disponvel em: http://www.scielo.br/pdf/ref/v13n2/26885.pdf

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    Disciplina: DILOGOS EM ANTROPOLOGIA VISUAL

    Docente: Prof. Dr. Rinaldo Srgio Vieira Arruda

    Horrio: 5 Feira - das 16h00 as 19h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Esta disciplina se prope a debater, num plano exploratrio, perspectivas, limites

    e questes colocadas pelos usos das imagens na Antropologia. Essa Antropologia

    Visual ser encarada na perspectiva de uma etnografia de imagens; na

    perspectiva da produo de uma mdia indgena e na problematizao das

    questes de autoria, de representao e de transcrio cultural. Alm disso,

    prope-se a acompanhar os alunos em atividades prticas e experimentais de

    produo e uso de imagens no campo das Cincias Sociais. A disciplina constar

    de 17 sesses, duas das quais contando com a presena de convidados ligados

    produo de material visual etnogrfico, 8 de debates referidos a textos relativos

    ao tema e 7 sesses voltadas mostra de vdeos e fotografias, assim como para o

    planejamento, execuo e acompanhamento das atividades prticas, a serem

    definidas no incio do curso.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson Fotoetnografia da Biblioteca Jardim. Porto

    Alegre: Editora da Ufrgs/Tomo Editorial, 2004.

    ANDRADE, Rosane de Fotografia E Antropologia: Olhares Fora-Dentro. Sa o

    Paulo: Educ/Estac a o Liberdade, 2002.

    BARTHES, Roland A Camara Clara - Rio De Janeiro: Editora Nova Fronteira,

    1984.

    BRANDA O, Carlos Rodrigues Fotografar, Documentar, Dizer com Imagens. Em

    Cadernos De Antropologia E Imagem 18. Rio De Janeiro: Uerj, 2004, Pp.27-54.

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    28

    CADERNOS DE ANTROPOLOGIA E IMAGEM 18: Fotografia, Cinema e Internet.

    Rj, NAI,UERJ, 2004.

    CANEVACCI, Massimo - Antropologia da Comunicao Visual (, 2001)

    COLLIER JR., John Antropologia Visual : a fotografia como mtodo de pesquisa.

    So Paulo, EPU, 1973.

    COTTON, Charlote A Fotografia Como Arte Contempora nea. Sa o Paulo: Editora

    Martins Fontes, 2010.

    DARBON, Sebastien O Etnologo e suas Imagens. Em Samain, Etienne (Org.) O

    Fotogra fico. Sao Paulo: Editora Hucitec/Editora Senac Sao Paulo, 2005, Pp.

    95,107.

    ECKERT, Cornlia e MONTE-MR, Patrcia (orgs.) - A imagem em foco: novas

    perspectivas antropolgicas .RJ, UERJ, 1999.

    EDWARDS, Elizabeth Antropologia e Fotografia. Em Cadernos de Antropologia e

    Imagem 2. UERJ, 1996, pp.11-29.

    FREIRE, Marcius - Gregory Bateson, Margaret Mead e o Carater Balines. Notas

    Sobre Os Procedimentos de Observaca o Fotogra fica em Balinese Character. A

    Photographic Analysis. Em Alceu Revista de Comunicacao Cultura e Politica- V.7

    - N.13 - P. 60 A 72 - Jul./Dez. 2006.

    GINSBURG, Faye - Indigenous Media: Faustian Contract or Global Village?In

    Marcus, George (ed) Rereading Cultural Anthropology, London, Duke University

    Press, 1992.

    HORIZONTES ANTROPOLGICOS (UFRGS, nmero dedicado Antropologia

    Visual, 1995).

    Indigenous Media: Faustian Contract or Global Village?In Marcus, George (ed)

    Rereading Cultural Anthropology, London, Duke University Press, 1992.

    KOSSOY, Boris Fotografia e Memoria: Reconstituica o por meio da Fotografia.

    Em Samain, Etienne (Org.) O Fotografico. Sao Paulo: Editora Hucitec/Editora

    Senac Sa o Paulo, 2005, Pp. 39-47.

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    Rua Ministro de Godoy, 969 4 andar sala 4E20 Perdizes So Paulo SP CEP 05015-001 Fone: (55 11) 3670-8517 e-mail: csopos@pucsp.br

    29

    LISSOVSKY, Mauricio - A Fotografia e a Pequena Historia de Walter Benjamin.

    Dissertaca o de Mestrado em Comunicaca o apresentada a Coordenac a o dos

    Cursos de Po s-Graduac a o da Escola de Comunicac a o da Universidade Federal do

    Rio de Janeiro, 1995.

    MACHADO, Arlindo A iluso especular. Brasiliense, So Paulo, 1984.

    MARTINS, Jose de Souza Sociologia Da Fotografia e da Imagem. Sao Paulo:

    Editora Contexto, 2008.

    MENDONCA, Joa o Martinho Margareth Mead, Bali e o Atlas do Comportamento

    Infantil: Apontamentos Sobre um Estudo Fotogra fico. Em Horizontes

    Antropolo gicos, Ano 16, Numero 34, Pp. 315-349. Porto Alegre: Julho/Dezembro

    2010.

    NOVAES, Sylvia Caiubi O Uso Da Imagem na Antropologia. Em Samain, Etienne

    (Org.) O Fotografico. Sao Paulo: Editora Hucitec/Editora Senac Sao Paulo,

    2005, Pp 105-115.

    NOVAES, Sylvia Caiuby Et All (Orgs.) Escrituras da Imagem. Sao Paulo:

    Fapesp/Edusp, 2004.

    PARENTE, Jos Inacio e MONTE-MR, Patrcia, (orgs.) - Cadernos de

    Antropologia e Imagem no. 2 Antropologia e Fotografia, UERJ, 1996.

    PINNEY, Christopher A Historia Paralela da Antropologia e Fotografia. Em

    Cadernos De Antropologia E Imagem 2. Rio De Janeiro: Uerj, 1996, Pp. 29-53.

    SAMAIN, Etienne Um Retorno A Camara Clara: Roland Barthes e a Antropologia

    Visual. Em Samain, Etienne (Org.) O Fotografico. Sao Paulo: Editora

    Hucitec/Editora Senac Sa o Paulo, 2005, Pp. 115-129.

    SAMAIN, Etienne (Org.) O Fotografico. Sao Paulo: Editora Hucitec/Editora

    Senac Sa o Paulo, 2005.

    SONTAG, Susan Sobre Fotografia. Sao Paulo: Cia Das Letras, 2010.

    Bibliografia obrigatria e complementar ser definida e indicada no decorrer das

    atividades.

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    30

    Disciplina: ETNOGRAFIA: OUTRAS VIAGENS, NOVOS MTODOS

    LEITURAS INTERTEXTUAIS

    Docente: Profa. Dra. Mariza Martins Furquim Werneck

    Horrio: 2 Feira - das 19h00 as 22h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    A etnografia se repensa. Alarga seu campo de atuao, elege novos objetos,

    redefine suas fronteiras. Desenvolve, ao mesmo tempo, uma perspectiva

    autorreflexiva, problematizando suas prticas e mtodos, tal como pode ser

    encontrada na obra de James Clifford (1994), ou na de Vincent Debaene (2002).

    Para Clifford, na busca de afirmar-se como mtodo de pesquisa interativa e

    controlada, a etnografia jogou a dimenso literria, presente em suas origens,

    para fora de suas fronteiras, embora tenha permanecido fantasmada por ela.

    Nesse sentido, vale invocar, mais uma vez Tristes trpicos e seu reiterado

    desencantamento da viagem.

    Por outro lado importante lembrar que, se o trabalho de campo permanece,

    desde o incio do sculo XX, e durante muito tempo, como signo maior da

    singularidade e da especificidade da cincia antropolgica, no mbito da qual

    sempre cumpriu o papel operatrio da teoria, hoje adotado pelas cincias

    humanas como um todo, e, em particular, pela sociologia, a cincia poltica, a

    lingustica, a geografia e a histria. Num caminho de mo dupla, pode-se dizer

    que, reciprocamente, o mtodo etnogrfico igualmente sofreu contaminaes de

    outros campos de conhecimento, a partir das quais modificou-se de forma

    significativa.

    Isso considerado, a proposta desta disciplina realizar uma reflexo sobre os

    diversos sentidos e configuraes que a etnografia contempornea ganhou ao

    longo do tempo, a partir da leitura de clssicos em nova chave, da atualizao

    bibliogrfica de trabalhos tericos e empricos, do exame da singularidade da sua

    escrita e da sua repercusso na literatura e no cinema, entre outros.

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    31

    A discusso se dar a partir de cinco eixos terico-temticos, a saber:

    1) Viagem e mtodo etnogrfico. A tradio literria do desencantamento da

    viagem: isto no um livro, nem uma viagem. Escrita antropolgica e escrita de

    viagem. Etnografia como gnero. Os dirios de campo e seus impasses.

    2) Intertextualidades: A proto-etnografia de Jan de Lry e a natureza africana

    descrita por Lon, o africano; Michel Foucault em Trobriand, ou, Malinowski e a

    scientia sexualis; Sexo e temperamento, de Margaret Mead, luz da noo de

    modelo, de Claude Lvi-Strauss.

    3) Claude Lvi-Strauss, outras viagens : Canad, Estados Unidos, Japo,

    Paquisto.

    A outra face da lua e A antropologia diante dos problemas do mundo

    contemporneo.

    4) O etngrafo Walter Benjamin e o mtodo fisiognmico; a flanrie e o cio

    como mtodos de observao. Dpaysement benjaminiano: Por um lugar se

    aprende a ver o outro: Berlim, Moscou, Npoles, Marselha.

    5) Outras etnografias: a etnofico de Jean Rousch. A etnografia imagtica de

    Roland Barthes: O imprio dos signos e Mitologias. Cadernos da viagem China.

    BIBLIOGRAFIA DE REFERNCIA ANTOINE, Philippe. Ceci nest pas un livre. Le rcit de voyage et le refus de la

    littrature. Socits et Reprsentations. Paris: ISOR/Credhes, 2006.

    BALANDIER, Georges Etnografia, etnologia, antropologia in GURVITH,

    Georges (org.), Tratado de Sociologia, vol. I. So Paulo: Martins Fontes, 1997.

    BARTHES, Roland O imprio dos signos. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2007.

    __________________ _ Mitologias. So Paulo: Perspectiva,

    __________________ _ Cadernos da viagem China. So Paulo: WMF Martins

    Fontes, 2012.

    BARTHLEMY, Tiphaine e COUROUCLI, Marie (org.) Ethnographes et

    voyageurs : les dfis de lcriture. Paris : CTHS, 2008.

    BATESON, Gregory Naven. So Paulo : Edusp, 2008.

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    32

    BENJAMIN, Walter Obras escolhidas I: Magia e tcnica, arte e poltica. So

    Paulo: Brasiliense, 2012.

    _________________ - Obras escolhidas II: Rua de mo nica. So Paulo: Brasiliense,

    2012.

    ________________ - Obras escolhidas III: Charles Baudelaire,um lrico, no auge do

    capitalismo. So Paulo: Brasiliense,

    CLIFFORD, James A experincia etnogrfica: antropologia e literatura no sculo

    XX. Rio de Janeiro: UFRJ, 2011.

    DEBAENE, Vincent. Ladieu au voyage: lethnologie franaise entre science et

    littrature. Paris : Gallimard, 2011.

    _______________ - Claude Lvi-Strauss : Lhomme au regard loign. Paris:

    Gallimard, 2009.

    DESCOLA, Philippe As lanas do crepsculo. So Paulo: Cosac Naify, 2006.

    DEPETRIS, Carolina. La escritura de los viajes: del diario cartogrfico a la

    literatura. Mrida: Universidad Nacional Autnoma de Mxico, 2007.

    FOUCAULT, Michel Histria da sexualidade I: a vontade de saber. So Paulo:

    Graal, 2009.

    GOMEZ-GRAUD, Marie-Christine. ANTOINE, Philippe (dirs.). Roman et rcit de

    voyage. Paris: Presses de lUniversit de Paris-Sorbonne, 2001, pp. 249-252.

    GYRGY , Tverdota (org.) crire le voyage. Paris: Presses de La Sorbonne

    Nouvelle, 1994.

    IMBERT, Claude Lvi-Strauss : le passage du nord-ouest. Paris : LHerne, 2008.

    LEIRIS, Michel A frica fantasma. So Paulo: Cosac Naify, 2007.

    LRY, Jean de Viagem terra do Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 2007.

    LVI-STRAUSS, Claude - Tristes trpicos. So Paulo: Companhia das Letras,

    1996.

    _____________________ - A outra face da lua: escritos sobre o Japo. So Paulo:

    Companhia das Letras, 2012.

    _____________________ - A antropologia diante dos problemas do mundo

    moderno. So Paulo: Companhia das Letras, 2012.

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    33

    _____________________ - Oeuvres. Paris: Pliade Gallimard: 2008.

    LENCLUD, Grard. Quand voir, cest reconnatre. Les rcits de voyage et le regard

    anthropologique. Enqute. Les terrains de lenqute. Paris, 1995.

    MALINOWSKI, Bronislaw A vida sexual dos selvagens. Rio de Janeiro: Francisco

    Alves,

    1982.

    ____________________ _ Um dirio no sentido estrito do termo. Rio de Janeiro:

    Record, 1997.

    MEAD, Margaret Sexo e temperamento. So Paulo: Perspectiva, 1976.

    MAUSS, Marcel Journal de lethnographe. Paris : Payot, 1986.

    PEIXOTO, Fernanda Aras A viagem como vocao: itinerrios intelectuais,

    experincia social e formas de conhecimento. Tese de Livre-docncia defendida no

    Departamento de Antropologia da FFLCH / USP, agosto 2012.

    SARLO, Beatriz Siete ensayos sobre Walter Benjamin. Buenos Aires: Siglo XXI,

    2011.

    SURUN, Isabelle. Du texte au terrain: reconstituer les pratiques des voyageurs.

    Socits et Reprsentations. Paris: ISOR/Credhes, 2006.

    SSSEKIND, Flora. O Brasil no longe daqui. O narrador, a viagem. So Paulo:

    Companhia das Letras, 1990.

    TADDEI, Angela Sobre a escrita etnogrfica. Revista Aurora, vol. 5. Marlia

    2012.

    TORRO FILHO, Amilcar. Narrativas de viagem: cruzamentos de espaos, saberes

    e temporalidades. Sculos XVIII e XIX. Estudos de Histria. Franca: UNESP, 12

    (1): 127-144, 2005.

    WEIL, Franoise. La relation de voyage: document anthropologique ou texte

    littraire? In: RUPP-EISENREICH, Britta (d.). Histoires de lAnthropologie (XVIe-

    XIXe sicles). Actes du Colloque La Pratique de lAnthropologie Aujourdhui. Paris:

    Klincksieck, 1984.

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    Disciplina: GOVERNAMENTALIDADES, NEUROCINCIA E

    NANOMETRIA: MORAL E POLTICA

    Docente: Profa. Dra. Salete Magda Oliveira

    Horrio: 4 Feira - das 14h00 as 17h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    possvel constatar deslocamentos especficos atuais da relao governo-verdade

    na emergncia de novas governamentalidades, conectadas a escopos de pesquisas

    recentes, que apontam para o investimento na medida nanomtrica, no

    mapeamento de imagens cerebrais e em programas de monitoramentos ordinrios

    de controle. Segundo atualizadas pesquisas neurocientficas o crebro se libertou

    do corpo. Com isso o humano passou a ser uma questo revisada para as

    humanidades. Estamos diante de um investimento poltico que intensifica a

    nanometria e os escalonamentos da gesto de riscos, como prticas pacificadoras

    de enfrentamentos, mansamente dissolvidos no gerenciamento compartilhado de

    conflitos para a promoo de um empreendedorismo regulador no cotidiano.

    Como dar formas livres s resistncias ao poder poltico a partir do prprio

    trabalho intelectual e sua existncia diante dos dispositivos de controle cientficos

    na atualidade? Se governo medida e se governar designa conduzir, sempre

    haver o incontvel, o rebelde, o insubmisso diante da moral e da prpria poltica.

    BIBLIOGRAFIA AUGUSTO, Accio. Poltica e polcia: cuidados, controles e penalizaes de jovens.

    Rio de Janeiro: Lamparina, 2013.

    BERGER FILHO, Airton Guilherme. Nanotecnologia e o princpio da precauo

    na sociedade de risco. In: mbito Jurdico, Rio Grande, 72, 01/01/2010. [On

    line].

    http://www.ambito-

    juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=7084 .

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    35

    BRANCO, Guilherme Castelo & Veiga-Neto, Alfredo (Orgs.). Foucault: filosofia e

    poltica. Belo-Horizonte: Autntica, 2011.

    BOLETIM Inovao Unicamp- Especial Nanotecnologia. Depoimento de Richard

    Russel, do governo dos EUA, aos deputados, sobre a poltica da Administrao

    Bush para o fomento de P&D em Nanotecnologia, 2004.

    Disponvel em http://www.inovacao.unicamp.br/especial/nanotech/inte-

    russel.html .

    COMISSO DE DIREITOS HUMANOS DO CRP-RJ (Org). Direitos Humanos? O que

    temos a ver com isso?. Rio de Janeiro: Conselho Regional de Psicologia, 2007.

    http://www.pucsp.br/ecopolitica/downloads/artigos/direitos_humanos_que_tem

    os.pdf

    ESCUDEIRO, Mnica Lavoyer. A medicalizao da infncia: um mercado em

    expanso In Ncleo Interdisciplinar de Pesquisa e Intercmbio para a Infncia e

    Adolescncia Contemporneas (NIPIAC) do Instituto de Psicologia da UFRJ, 2007.

    Disponvel em

    http://www.psicologia.ufrj.br/nipiac/index.php/producao/artigos-publicados-

    no-site/93-a-medicalizacao-da-infancia-um-mercado-em-expansao.html

    FERNANDEZ, Atahualpa. Direito e neurocincia In Boletim Jurdico, 2005.

    Disponvel em

    http://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/texto.asp?id=692

    FERNANDEZ, Atahualpa e FERNANDEZ, Marly. Neurotica, Direito e Neurocincia

    - Conduta Humana, Liberdade e Racionalidade Jurdica. Curitiba: Juru Editora,

    2007.

    FOUCAULT, Michel. O poder psiquitrico: curso no Collge de France (1973-1974).

    Traduo de Eduardo Brando. So Paulo: Martins Fontes, 2006.

    FOUCAULT, Michel. Nascimento da biopoltica: curso no Collge de France (1978-

    1979). Traduo de Eduardo Brando. So Paulo: Martins Fontes, 2008.

    FOUCAULT, Michel. A crise da medicina ou a crise da antimedicina. In Verve

    18. Traduo de Heliana Conde. So Paulo: Nu-Sol, outubro de 2010, pp. 167-

    194. http://www.nu-sol.org/verve/pdf/verve18.pdf

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    36

    LENT, Robert. A neurocincia e a lei In Instituto Cincia hoje, maro de 2010.

    Disponvel em

    http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/bilhoes-de-neuronios/a-neurociencia-e-a-

    lei

    MARINO JR. Raul. Em busca de uma biotica global: princpios para uma moral

    mundial e universal e uma medicina mais humana. So Paulo: Hagnos; 2009.

    MARINO JR. Neurotica: o crebro como rgo da tica e da moral In Revista

    Biotica; 18 (1): 2010, pp. 109 120.

    Disponvel em

    http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/viewArticle/

    539

    NICOLELIS, Miguel. Manifesto da Cincia Tropical In Instituto Internacional de

    Neurocincias de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), novembro de 2010.

    Nicolelis, Miguel. Miguel. Muito alm do nosso eu: a nova neurocincia que une

    crebros e mquinas: e como ela pode mudar nossas vidas. So Paulo: Companhia

    das Letras, 2011.

    PASSETTI, Edson (Org). Curso livre de abolicionismo penal. Rio de Janeiro: Revan,

    2012.

    PASSETTI, Edson. Loucura e transtornos: polticas normalizadoras In Revista

    Ecopoltica, n. 2. So Paulo, Nu-Sol, 2012, pp. 98-115.

    http://revistas.pucsp.br/index.php/ecopolitica/article/view/9088/6692

    PINKER, Steven. Os bons anjos da nossa natureza: por que a violncia diminuiu.

    Traduo de Laura Teixeira Mota. So Paulo: Companhia das Letras, 2013.

    POSTAY, Maximiliano E. (Org). El abolicionismo penal en Amrica Latina:

    imaginacin no punitiva y militncia. Ciudad Autnoma de Buenos Aires: Del

    Puerto, 2012.

    SHINN, Terry; MARCOVICH, Anne. Padres sociointelectuais da pesquisa em

    nanoescala: laureados com o Prmio Feynman de Nanotecnologia, 1993-2007.

    Scientia studia, So Paulo, v. 7, n. 1, Mar. 2009. Disponvel em

    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S167866200900010000

    2&lang=pt#c26

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    37

    SILVA, Edivaldo Vieira da. O corpo na transversal do tempo: da sociedade

    disciplinar sociedade de controle ou da analtica de um corpo que cai. Tese de

    Doutorado. So Paulo: Programa de Estudos Ps-Graduados em Cincias Sociais

    PUC-SP, 2006.

    SIQUEIRA, Leandro Alberto de Paiva. O (in) divduo compulsivo: uma genealogia

    na fronteira entre a disciplina e o controle. So Paulo: Dissertao de Mestrado em

    Cincias Sociais no Programa de Estudos Ps-Graduados em Cincias Sociais-

    PUCSP, 2009.

    WESTEN, Drew. O crebro poltico - o papel da emoo na deciso: o destino da

    nao. Traduo de Roberto Fornari. Jundia: UniAnchieta, 2008.

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    38

    Disciplina: IDENTIDADE TNICA E CIDADANIA

    Docente: Profa. Dra. Josildeth Gomes Consorte

    Horrio: 5 Feira - das 14h30 as 17h30 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Tomando como ponto de partida a constituio de 1988, a Constituio Cidad,

    a disciplina prope-se refletir sobre alguns de seus desdobramentos,

    particularmente os que dizem respeito ao reconhecimento da presena de

    matrizes tnicas fundamentais nossa formao, mas, sistematicamente dela

    excludas pela histria oficial.

    Alguns documentos representativos de momentos da luta pela conquista da

    cidadania, ampla, geral e irrestrita, ensejados por tal Constituio, nos

    permitem perceber e refletir sobre nosso projeto de nao e os percalos do

    processo de construo de um pertencimento que garanta a todos a condio de

    cidado.

    DESENVOLVIMENTO

    As aulas giraro em torno do debate dos documentos selecionados a seguir, sem

    prejuzo de outros que podero ser acrescentados:

    - A Constituio Federal de 1988

    - A LDB 9394/96 (Lei de Diretrizes e Base para a Educao Nacional) 1996

    - As Leis 10.639/03 e 11.645/08

    BIBLIOGRAFIA BRASIL, Constituio Federal de 1988 _____ , LDB 9394/96 (Lei de Diretrizes e Base para a Educao Nacional) 1996 _____ , Lei 10.639/03 _____ , Lei 11.645/08 Autores e obras que vm se ocupando desta temtica sero indicados no incio das aulas

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    Disciplina: MEMRIA E PERFORMANCE

    Docente: Profa. Dra. Teresinha Bernardo

    Horrio: 3 Feira - das 19h00 as 22h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    O estudo do arcabouo terico da memoria interessa, atualmente, a Antropologia,

    a Poltica, a Sociologia, a Arte e muitos outros campos do saber, pois permite,

    talvez, melhor que qualquer outro, no apenas lidar com a dimenso subjetiva do

    vivido como tambm com as teias de significao que envolvem as vidas dos

    sujeitos.

    No entanto o recurso a memoria pode possibilitar muito mais medida que

    permite descortinar situaes conflitivas, discriminaes, jogos de poder entre

    pessoas e grupos sociais e processos como de construo reconstruo de

    identidade.

    Mas o estudo da memoria vai alm: o corpo tambm lembra: A memoria

    performativa corporal.

    Bergson no inicio do sculo XX j discorria sobre a relao entre matria e

    espirito realizada pela memoria. No entanto a lembrana corporal foi pouco

    estudada.

    nosso interesse estudar, tambm, a memoria do corpo.

    BIBLIOGRAFIA CONNERTON, Paul. Como as sociedades recordam, Celta Editora, 1993. As prticas corporais. POLLAK, Michael. Memoria, Esquecimento e Silencio. Estudos Histricos, n 4, Rio de Janeiro, Edies Vertice. PROUST, Marcel. Em busca do tempo perdido. O tempo redescoberto. Editora Globo, Rio de Janeiro.

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    BERGSON, Henri (1990). Matria e Memria. Martins Fontes, So Paulo, 1990. HALBWACHS, Maurice. A memria coletiva. So Paulo, Edies Vrtice, Revista dos Tribunais. BERNARDO, Teresinha. Memria em Branco e Negro: Olhares sobre So Paulo.

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    Disciplina: MITOS E RITOS: SEUS USOS SOCIAIS

    Docente: Profa. Dra. Carmen Sylvia de Alvarenga Junqueira

    Horrio: 2 Feira - das 14h00 as 17h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    A proposta inicial entender o significado da expresso resgatar a tradio,

    proteger a tradio. Haver coincidncia entre o horizonte daquilo que

    denominamos cultura e tradio? Para encaminhar o debate, sero examinadas

    diferentes maneiras de abordar o fenmeno cultural, que enfatizem quer sua

    dimenso simblica quer a cognitiva. Iniciaremos com uma anlise de um

    conjunto de idias bastante sugestivas de Susanne K. Langer (Filosofia em uma

    nova chave), em especial as referentes lgica dos signos e smbolos, linguagem e

    razes do mito. Posteriormente, sob a tica de Mary Douglas (Pureza e Perigo), os

    smbolos sero estudados como meios de classificao, usados para distinguir as

    vrias categorias de objetos, pessoas e aes. Nesse sentido, a ordem social gera

    um sistema classificatrio que permite identificar fenmenos anmalos tidos

    como ameaa de desordem.

    Em seguida, mitos e ritos sero vistos atravs da perspectiva de Bronislaw

    Malinowski (O mito na Psicologia Primitiva, em Magia, Cincia e Religio),

    Mircea Eliade (O Mito do Eterno Retorno) e Maurice Godelier (O Enigma da

    Ddiva). O primeiro destacando a funo do mito na vida prtica dos indivduos,

    o segundo, a presena do sagrado na estrutura da conscincia e o terceiro, o mito

    como legitimador da ordem.

    A questo ritual ter como base os trabalhos de Victor W. Turner (O processo

    ritual. Estrutura e anti-estrutura), Arnold van Gennep ( O rito de passagem) e

    Mary Douglas ( Smbolos naturales).

    Para finalizar, e apenas como indicao para futura leitura, ser feita uma rpida

    sntese do livro de Ian Watt (Mitos do Individualismo Moderno) que versa sobre

    mitos na sociedade moderna.

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    1. Smbolos e sinais

    2. Classificao dos espaos

    3. Mito como estatuto pragmtico da f e da moral

    4. Mito e renovao do tempo

    5. Homens reais e seus duplos imaginrios

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    Douglas, Mary Pureza e perigo. Traduo Mnica Siqueira Leite de Barros e Zilda Zakia Pinto. So Paulo: Editora Perspectiva, 1976 {1966}

    - Smbolos naturales. Madrid: Alianza Editorial, 1978 {1970} Durkheim, mile As formas elementares da vida religiosa. Traduo Paulo Neves. So Paulo: Martins Fontes, 2003

    Eliade, Mircea O mito do eterno retorno. Traduo Manuela Torres. Lisboa:Edies 70, 1978 {1969}

    Gennep, Arnold van Os ritos de passagem. Traduo Mariano Ferreira. Petrpolis:Vozes, 1977

    Godelier, Maurice O Enigma da ddiva. Traduo Pedro Miguel Eloi Duarte. Lisboa: Edies 70, 2000 {1996}

    Goody, Jack Domesticao do pensamento selvagem. Traduo Nuno Lus Madureira. Lisboa:Editorial Presena, 1988 {1977}

    - A lgica da escrita e a organizao da sociedade.Traduo Teresa Louro Prez. Lisboa: Edies 70, 1987 {1986}

    Hill, Jonathan D. Hill (ed) Rethinking history and mith.Indigenous South American perspectives on the past. Urbana and Chicago: University of Illinois Press. 1988.

    Langer, Susanne K. Filosofia em nova chave. Traduo Janete Meiches e J. Guinsburg. So Paulo: Editora Perspectiva, 2004

    Malinowski, Bronislaw Magia, cincia e religio. Traduo Maria Georgina Segurado. Lisboa: Edies 70. 1988

    Turner, Victor W. O processo ritual. Estrutura e anti-estrutura. Traduo Nancy Campi de Castro. Petrpolis: Vozes, 1974 {1969}

    Watt, Ian Mitos do individualismo moderno. Traduo Mario Pontes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997 {1996}

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    Disciplina: MULTICULTURALISMO E GNERO: O FEMINISMO E A

    CRITICA PS-COLONIAL

    Docente: Profa. Dra. Carla Cristina Garcia

    Horrio: 3 Feira - das 19h00 as 22h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    I EMENTA De maneira geral, a teorizao levada a cabo pelos estudos de gnero tem se

    movido ao redor de algumas linhas de investigao bastante claras tais como a

    anlise da relao entre as imagens e os sujeitos sociais representados bem como

    com a definio da identidade normativa e a conexo que esta mantm com a

    perpetuao de determinadas estruturas de poder na sociedade. Por isso, quando

    nos referimos aos estudos de gnero temos que faz-lo dentro de uma perspectiva

    terica que representa um mbito do conhecimento abertamente pluridisciplinar

    e como uma rea de investigao na qual convergem mltiplos pontos de vista.

    Nesta disciplina procurar-se- discutir as novas abordagens metodolgicas deste

    campo de estudos no que se refere as problemticas do multiculturalismo e o

    feminismo ps colonial, apresentando os fundamentos da teoria ps-colonial e a

    desconstruo das logicas de alterizao, naturalizao, perpetuadas pelos

    sistemas imperialistas e coloniais.

    O objetivo especfico desta disciplina discutir as contribuies do feminismo

    teoria ps-colonial: criticas das feministas no brancas ao androcentrismo dos

    estudos ps-coloniais e ao eurocentrismo do feminismo ocidental.

    II PROGRAMA Principais tpicos do curso: Unidade 1: gnese do pensamento ps-colonial 1.1 Critica da razo colonial 1.2 Fanon: critica da psicopatologia e da medicina colonial 1.3 Said: a construo do Oriente pelo Ocidente

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    Unidade 2: Poscolonialidade e feminismo 2.1 leitura cruzada da opresso 2.2 o patriarcado colonial 2.3 os feminismos ps-coloniais: chicano, negro, latino, cigano, teoria Queer of Colour 2.4 A pesquisa feminista na Amrica Latina : implicaes ticas e polticas III - BIBLIOGRAFIA GERAL BHABHA, Homi (1999). Remembering Fanon: self, psyche, and the colonial condition. In: GIBSON, Nige C. (pp. 179 196). BHABHA, Homi (1994). Interrogating identity: Frantz Fanon and the postcolonial prerogative. In The Location of Culture. London: Routledge (pp. 40 66). BORDO, Susan. (2000). A feminista como o Outro. In Revista de Estudos Feministas, Vol. 8, n. 1 (pp.10 29). COSTA, Claudia de Lima (2000). As teorias feministas nas Amricas e a poltica transnacional da traduo. In Revista de Estudos Feministas, Vol. 8, n. 2 (pp. 43 48) HALL, Stuart (1998). A identidade cultural na ps-modernidade (trad. Tomaz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro). Rio de Janeiro: DP&A Editora. ___________ (2003). A questo multicultural. In SOVIK, Lia, org. Da dispora: identidades e mediaes culturais. Belo Horizonte: UFMG (pp.51-100). HOOKS, Bell (1984). Feminist theory: from margin to center. Boston: South End Press. SPIVAK, Gayatri Chakravorty (1990). The post-colonial critic: Interviews, strategies, dialogues. New York/London: Routledge. A bibliografia completa ser fornecida no primeiro encontro.

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    Disciplina: PERCURSOS TERICOS E METODOLGICOS DA VIDA

    COTIDIANA

    Docente: Profa. Dra. Leila Maria da Silva Blass

    Horrio: 2 Feira - das 19h00 as 22h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    A vida cotidiana suscita, enquanto alavanca do conhecimento, diversos objetos de

    estudo, tendo em vista a diversidade de prticas sociais e as diferentes

    perspectivas de anlise nas Cincias Sociais. Nessa medida, pretendo recompor,

    no decorrer do curso, alguns percursos tericos e as respectivas interpretaes

    pois esta definio constituiria um dos desafios metodolgicos a ser enfrentado

    pelos cientistas sociais, ao elegerem temticas acerca da vida cotidiana como

    revelam os estudos de caso.

    BIBLIOGRAFIA BSICA PAIS. J. Machado (2003), Vida cotidiana: enigmas e revelaes. So Paulo, Cortez. PAIS, J. Machado (2006), Nos rastros da solido: deambulaes sociolgicas. Porto, Ambar. PAIS, J. M. (2010), Lufa-lufa quotidiana. Ensaios sobre cidade, cultura e vida urbana. Lisboa: ICS, Imprensa de Cincias Sociais. MARTINS, Jos (2000), A sociabilidade do homem simples. So Paulo, Hucitec. MARTINS, Jos (2008), A apario do demnio na fbrica. Origens sociais do eu dividido no subrbio operrio. So Paulo, editora 34. BERGER e LUCKMANN, T. (1974), A construo social da realidade. Tratado de sociologia do conhecimento. Petrpolis, ed. Vozes. HELLER, A. (1973), O cotidiano e a histria. Rio de Janeiro, ed. Paz e Terra. LEFEBVRE, H. (1991), A vida cotidiana no mundo moderno. So Paulo, ed. tica.

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    DE CERTEAU, M. (1994), A inveno do cotidiano. Petrolis, Vozes. GINZBURG, C. (1989), Mitos, emblemas e sinais. Morfologia e histria, So Paulo, Companhia das Letras. BECKER, H. (2008), Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro, Jorge Zahar. SENNET, R. (2004). Respeito. Rio de Janeiro, editora Record. Obs:- A bibliografia completa ser fornecida no decorrer do curso.

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    Disciplina: TRAGDIA E O PENSAMENTO TRGICO EM NIETZSCHE

    Docente: Profa. Dra. Silvana Maria Corra Ttora

    Horrio: 5 Feira - das 16h00 as 19h00 (PUC/SP)

    Crditos: 03

    Semestre: 2/2014

    EMENTA Discutir os vrios sentidos de trgico na obra de Nietzsche. A dimenso da arte no pensamento de Nietzsche com base no estudo da tragdia grega como criao artstica associada a um sentimento exuberante da vida e de fora: o dionisaco e o apolneo. O experimento do trgico na obra Zaratustra e particularmente no pensamento do eterno retorno: a vida como tragdia. O trgico como produo de si em Ecce Homo.

    PROGRAMA a existncia e o mundo aparecem justificados somente como fenmeno esttico. O dionisaco e o apolneo.

    NIETZSCHE, Friedrich. O nascimento da tragdia. Trad. J. Guinsburg. So Paulo: Companhia das Letras, 1998. Captulos 1, 2, 3, 5, 7, 8, 9, 12, 16, 22, 23, 24,

    25.

    O pensamento trgico no Zaratustra O pensamento do eterno retorno: a tica do amor fati

    NIETZSCHE, Friedrich. Gaia cincia. Seleo NIETZSCHE, Friedrich. Assim falou Zaratustra. um livro para todos e para ningum. Trad. de Mario da Silva. 12 Edio. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2003. Seleo.

    Produo de si em Ecce Homo.

    NIETZSCHE, Friedrich. Ecce Homo: como algum se torna o que . Trad. de Paulo Csar de Souza. So Paulo: Companhia das Letras, 1995.

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    Atividade Programada: A CONTRIBUIO DO PENSAMENTO DE MAX

    WEBER PARA A COMPREENSO DA

    CONTEMPORANEIDADE

    Docente: Profa. Dra. Nomia Lazzareschi

    Horrio: 3 Feira - das 14h00 as 17h00 (incio: 07/10/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Este curso tem como objetivo resgatar o pensamento de Max Weber para

    possibilitar aos alunos maior intimidade com uma das mais consistentes

    perspectivas tericas para a crtica da contemporaneidade. Trata-se, portanto, da

    anlise dos textos mais significativos do autor e de reflexes sobre a atualidade

    do conjunto de sua obra.

    BIBLIOGRAFIA Da obra de Max Weber:

    - Metodologia das Cincias Sociais, Cortez Editora e Editora da Unicamp,

    So Paulo, 1993 - A Cincia como Vocao, in Mills, Wright e Gerth, Hans Max Weber

    Ensaios de Sociologia, Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1971 - Conceitos Sociolgicos Fundamentais, in Economia e Sociedade, 1 cap.,

    Fondo de Cultura Economia, Mxico, 1944

    - A Poltica como Vocao, in Mills, Wright e Gerth, Hans Max Weber, op.cit.

    - Estruturas do Poder, in Mills, Wright e Gert, Hans Max Weber, op.cit. - Origem do Capitalismo Moderno, in Histria Geral da Economia, 4 cap. ou

    coleo Os Pensadores, Editora Abril, So Paulo, 1980 - Burocracia, in Wright Mills e Gerth, Hans Max Weber, op.cit.

    - Classe, Estamento e Partido, in Mills, Wright e Gerth, Hans Max Weber,

    op.cit.

    - A tica Protestante e o Esprito do Capitalismo, Biblioteca Pioneira de

    Cincias Sociais, So Paulo, 1976

    Sobre Max Weber:

    - ARON, RAYMOND As Etapas do Pensamento Sociolgico, Martins

    Fontes/Editora da UNB, Braslia, 1982

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    - GIDDENS, ANTHONY Capitalismo e Moderna Teoria Social, Editorial

    Presena e Livraria Martins Fontes, Lisboa, 1976 - - Poltica e Sociologia no Pensamento de Max

    Weber, in Poltica, Sociologia e Teoria Social, Editora UNESP, So Paulo, 1998

    - BENDIX, R. Max Weber Um Perfil Intelectual, Editora da UNB, Braslia,

    1986 - FREUND, JULIEN Sociologia de Max Weber, Editora Forense

    Universitria, Rio de Janeiro, 1980 - COHN, GABRIEL Crtica e Resignao Fundamentos da Sociologia de

    Max Weber, T.Queiroz Editor.Ltda., So Paulo, 1979

    - PARSONS, TALCOTT et alli Presencia de Max Weber, Ediciones Nueva Visin,Buenos Aires, 1971

    - GERTZ, REN E. Max Weber & Karl Marx, Editora Hucitec, So Paulo,

    1997 - TRAGTENBERG, MAURCIO Burocracia e Ideologia, Editora Atlas, So

    Paulo, 1974

    - DIGGINS, JOHN PATRICK Max Weber A Poltica e o Esprito da Tragdia,

    - Editora Record, Rio de Janeiro, 1999 - SAINT-PIERRE, HCTOR LUIS Max Weber Entre a Paixo e a Razo,

    Editora Unicamp, Campinas, 2004

    - DIEHF, ASTOR ANTNIO Max Weber e a Histria, Universidade de Passo

    Fundo Editora, Passo Fundo, 2004 - SOUZA, JESS (org.) A atualidade de Max Weber, Editora da

    Universidade de Braslia, Braslia, 2000.

    Obs.: Dada a imensa bibliografia sobre a obra de Max Weber, impossvel

    referenci-la aqui. Outras indicaes bibliogrficas sero fornecidas no decorrer do curso.

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    Atividade Programada: A PESQUISA EM CINCIAS SOCIAIS:

    PLANEJAMENTO E METODOLOGIAS

    Docente: Profa. Dra. Marisa do Esprito Santo Borin

    Horrio: 3 Feira - das 19h00 as 22h00 (incio: 05/08/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Esta atividade programada se prope a oferecer diretrizes para o desenvolvimento

    das atividades de pesquisa, como mediadoras da relao entre teoria e prtica.

    Sero destacados os procedimentos, metodologias e tcnicas que do suporte ao

    processo do pesquisar, possibilitando a incorporao de formas diferenciadas de

    saber para o enfrentamento dos desafios postos pelas atuais mudanas sociais e

    pelo mundo globalizado em que vivemos.

    BIBLIOGRAFIA

    ALVES- MAZZOTTI, A. J. e GEWANDSZNAJDER, Fernando. O Mtodo nas Cincias Naturais e Sociais: Pesquisa Quantitativa e Qualitativa. 2 edio. So Paulo, Pioneira, 1999. BABBIE, Earl. Mtodos de Pesquisa de Survey. 2 edio. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2003. BAUMAN, Zygmunt e MAY, Tim. Aprendendo a Pensar com a Sociologia. Rio de Janeiro, Zahar Editor, 2002. (Introduo). BECKER, Howard S. Falando da Sociedade: Ensaios sobre as Diferentes Maneiras de Representar o Social. Rio de Janeiro, ZAHAR, Ed., 2009, Parte 1, cap.1. ____________. Mtodos de Pesquisa em Cincias Sociais. 4 edio. So Paulo, Editora Hucitec,1999. BOURDIEU. Pierre. Os usos sociais da cincia: por uma sociologia clnica do campo cientfico. So Paulo, Ed. UNESP, INRA, 1997. DENSIN, K. Norman, LINCOLN, Yvonna S. et al. O Planejamento da Pesquisa Qualitativa: Teorias e Abordagens. So Paulo, Artmed e Bookman, 2006.

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    HALBWACHS, Maurice. A Memria Coletiva. So Paulo, Centauro Editora, 2004. MILLS, WRIGHT C. A Imaginao Sociolgica. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1969. POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa: Enfoques epistemolgicos e metodolgicos. Petrpolis, Editora Vozes, 2008. RICHARDSON, Roberto Jarry e colaboradores. Pesquisa Social: Mtodos e Tcnicas. 3 edio revista e ampliada. So Paulo, Ed. Atlas,1999 Santos, Boaventura de . Cincia e Senso Comum. In: Introduo a uma Cincia Ps-Moderna. Porto, Edies Afrontamento, 1995. VASCONCELOS, EDUARDO M. Complexidade e Metodologia Operativa. 4 edio. Petrpolis, Ed. Vozes,2002. (parte I, pgs. 21 a 35). YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e Mtodos. 3 edio. Porto Alegre, Bookman, 2005. Obs. a bibliografia complementar ser indicada no incio do curso.

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    Atividade Programada: AS PRTICAS POLTICAS DA

    CONTEMPORANEIDADE

    Docente: Profa. Dra. Rosemary Segurado

    Horrio: 4 Feira - das 14h00 as 17h00 (incio: 01/10/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Abordaremos a ao poltica contempornea e o questionamento s formas

    tradicionais de organizao, tais como Partidos, Movimentos Sociais e Sindicatos.

    Debateremos a crise da democracia representativa e o papel das lideranas

    polticas na atual configurao da democracia contempornea.

    A partir dessa perspectiva analisaremos a noo de Multido, enfatizando a

    constituio e a ao de novos sujeitos baseados na multiplicidade de prticas

    polticas e a influncias de ferramentas digitais na dinmica social.

    BIBLIOGRAFIA

    BLANCO, Victor F.Sampedro (ed). 13-M Multitudes on line, captulos 1 e 9,

    Madrid, Los libros de la Catarata, 2005.

    COCO, Giuseppe & HOPSTEIN, Graciela, As multides e o imprio entre

    globalizao da guerra e universalizao dos direitos, Rio de Janeiro: DP&A, 2002

    _______________, VAZ, Paulo, PACHECO, Anelise, O Trabalho da Multido:

    imprio e resistncias, Rio de Janeiro : Gryphus: Museu da Repblica, 2002

    _______________, NEGRI, A. GLOBAL- Biopoder e luta em uma Amrica Latina

    globalizada. RIO DE JANEIRO : RECORD, 2005

    CREMADES, Javier, Micropoder a fora do cidado na era digital. So Paulo:

    SENAC, 2009

    DELEUZE, G. & GUATTARI, F., Conversaes, So Paulo: Ed. 34, 1992.

    DOWNING, John D.H., Mdia Radical Rebeldias nas Comunicaes e Movimentos

    Sociais, So Paulo: SENAC, 2002

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    53

    GENNARI, Emilio, Chiapas, as comunidades zapatistas reescrevem a historia, Rio

    de Janeiro, Achiam, 2002.

    HARDT, Michel, Movimentos em rede, soberania nacional e globalizao

    alternativa in: MORAES, Denis(Org.) Por uma outra comunicao Mdia,

    mundializao cultural e poder, Rio de Janeiro: Record, 2005

    HARDT, Michael & NEGRI, Antonio, Imprio, Rio de Janeiro: Record, 2001

    _______________________________, Multido guerra e democracia na era do

    Imprio. Rio de Janeiro, Ed. Record, 2005.

    _______________________________, Commonwealth, Harvard University, 2009

    Mazetti, Henrique (2008). Resistncias criativas: os coletivos artsticos e

    ativistas no Brasil. Lugar Comum Estudos de Mdia, Cultura e Democracia.

    Universidade Federal do Rio de Janeiro. Laboratrio Territrio e Comunicao

    LABTeC/ESS/UFRJ Rio de Janeiro: UFRJ, n. 25-26, mai-dez 2008, pp. 105-

    120.

    MENGUE, Philippe, Deleuze et la question de la dmocratie, Paris: LHarmattan,

    2003

    NEGRI, Antonio, Cinco lies sobre o Imprio, Rio de Janeiro: DP&A, 2003

    SZANIECKI, Barbara, esttica da multido, Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2007

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    Atividade Programada: CIDADE E CULTURA: RECONVERSO ECONMICA

    DOS ESPAOS INDUSTRIAIS EM ESPAOS DO

    TERCIRIO AVANADO

    Docente: Profa. Dra. Mnica Muniz P. de Carvalho de Souza

    Horrio: 4 Feira - das 19h30 as 22h30 (incio: 06/08/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    A dcada de 1990 diagnosticou o processo de desindustrializao vivido pelas

    metrpoles centrais, sobretudo nos continentes americano e europeu.

    Inicialmente, tratou-se de considerar que as metrpoles, antes centros da

    economia industrial, viam-se agora descartadas em favor de outros territrios

    cujos custos de logstica, infra-estrutura e mo de obra seriam mais favorveis ao

    lucro empresarial. A essa primeira abordagem contraps-se outra, pioneiramente

    formulada por Saskia Sassen, que demonstrou que, diferentemente do fim das

    cidades, o que estava em andamento era a reconverso econmica daquelas

    metrpoles em territrio do tercirio avanado da economia globalizada. Portanto,

    espaos inicialmente deteriorados se constituiriam, posteriormente, em espaos

    revitalizados pela nova economia. A essas cidades assim transformadas

    passaram-se designar cidades globais.

    Passada mais de uma dcada de quando essa modificao no perfil das

    metrpoles foi diagnosticada, pouco se avanou na discusso sobre o sentido

    desta reconverso econmica, antes rapidamente assimilada por rankings globais

    que comearam a medir as qualidades das cidades pela maior ou menor

    proximidade do modelo naturalizado das cidades-sedes do tercirio avanado.

    Quando no, mesmo a literatura crtica tomou como referncia o conceito no

    sentido de neg-lo a partir de referncias concretas.

    O objetivo dessa atividade programada avanar nesta discusso aprofundando

    aspectos que tm sido negligenciados na compreenso desse processo de

    transformao das metrpoles, problematizando, inclusive, o sentido desta

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    55

    transformao. Para tanto pretende considerar para a anlise as seguintes

    questes tericas:

    a) A articulao da noo de reconverso econmica com a noo de

    desenvolvimento econmico: pretende-se demonstrar que a noo de

    reconverso econmica se articula a uma viso cclica do desenvolvimento

    econmico, sobretudo capitalista, agora mediada pela sociedade do

    consumo, da cultura e do lazer nos seus sentidos mais lato.

    b) O papel da cultura no processo de reconverso econmica desde, pelo

    menos, a dcada de 1950.

    c) A mobilidade como elemento estruturador da apropriao das metrpoles

    como territrio da cultura, de novo no seu sentido mais lato, expresso no

    setor turstico do tercirio avanado.

    Para demonstrar essas questes tericas, sero considerados casos concretos em

    suas diferentes dimenses. Parte-se do pressuposto de que o processo cclico de

    reconverso econmica tanto pode ser observado no nvel da cidade, como em

    seus fragmentos. Neste sentido, sero consideradas para estudo de caso a cidade

    americana de Detroit, a zona leste da cidade de So Paulo e a praa Roosevelt,

    tambm em So Paulo, na tentativa de identificar regularidades que produzam

    uma tipologia do processo de reconverso econmica territorializado no espao

    das metrpoles.

    Para o estudo de caso, sero consideradas as seguintes variveis:

    a) A mediao do ambiente construdo: essa expresso, utilizada por David

    Harvey, pretende demonstrar que toda a atividade econmica ou mesmo

    qualquer atividade social produz espao e nele se cristaliza. A

    potencialidade da reconverso econmica depende, portanto, da

    considerao do ambiente construdo. No s o ambiente construdo

    destinado anteriormente industrializao os galpes industriais, por

    exemplo precisam ser considerados no processo de reconverso

    econmica, mas a infra-estrutura urbana. A questo que se pretende

    responder como tem sido considerado o ambiente construdo em casos

    concretos de reconverso econmica?

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    56

    b) A produo da deteriorao ou as cidades mortas (da contaminao do solo

    pichao): a passagem do ambiente construdo industrial para o ambiente

    construdo do tercirio avanado produz a necessidade da deteriorao

    deste mesmo ambiente construdo. O objetivo demonstrar que nesse

    processo o que est sendo produzido o espao num contexto em que o

    prprio espao raro.

    c) O papel da cultura como vanguarda dos processos de revitalizao:

    pretende-se demonstrar que o primeiro agente da revitalizao dos espaos

    a serem reconvertidos so os agentes da cultura alternativa, os primeiros a

    agirem no sentido de assumirem a degradao como questo e a

    revitalizao como objeto.

    d) Os agentes da reconverso econmica tendo por mote a cultura de

    apropriao espetacular da cidade, novamente a questo da mobilidade em

    todas as suas dimenses do passe-livre aos rolezinhos.

    BIBLIOGRAFIA

    Acca, Rogrio dos Santos. A dinmica produtiva recente da metrpole paulista:

    das perspectivas ps-industriais consolidao do espao industrial de servios.

    Dados, Rio de Janeiro, v. 49, n. 1, 2006.

    Arantes, O. Berlim e Barcelona: duas imagens estratgicas. So Paulo, Anablume,

    2 edio, 2012.

    Arantes, O.; Maricato, E.; Vainer, C. A cidade do pensamento nico. Petrpolis,

    RJ, Vozes, 2000.

    Aug, M. Pour une anthropologie de la mobilit. Paris, ditions Payots e Rivages,

    2012.

    Bourdieu, P. Espao fsico, espao social e espao fsico apropriado. Revista

    Estudos Avanados. 2013, Vol.27, n.79, pp. 133-144.

    Brenner, N. Space of neoliberalism. Nova York, John Wiley Professio, 2003.

    Carlos, A. F. A. Espao-tempo na metrpole. So Paulo, Editora Contexto, 2001.

    Carlos, A. F. A. e Oliveira, A. U. Geografias de So Paulo. So Paulo, Editora

    Contexto, 2004. Vol. 2. .

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    Carvalho, M. Cidade global: anotaes crticas de um conceito. So Paulo em

    Perspectiva, So Paulo, 2000, vol.14, n.4, pp. 70-82.

    Castells, M. A era da informao. So Paulo, Paz e Terra, 2008.

    Castells, M. A sociedade em rede. So Paulo, Paz e Terra. 2008.

    Corra, Roberto Lobato Hinterlndias, hierarquias e redes: uma avaliao da

    produo geogrfica brasileira. In Carlos, A. F. A. Os caminhos da reflexo sobre

    a cidade e o urbano. So Paulo, Edusp, 1994.

    Davis, M. Cidades Mortas. Rio de Janeiro, Record, 2007.

    Debord, G. A sociedade do espetculo. Rio de Janeiro, Contraponto, 1997.

    Ferro, J. Terceirizao e territrio: emergncia de novas reconfiguraes

    espaciais? Revista Anlise Social vol. XXVI (114), 1991 (5), 829-845.

    Ferreira, J. S. W. O mito da cidade global. Petrpolis, Rio de Janeiro, Vozes, 2007.

    Fix, M. Parceiros da excluso. So Paulo, Boitempo, 2001.

    Fix, M. So Paulo cidade global. So Paulo, Boitempo, 2007.

    Foucault, M. De espaos outros. Estudos Avanados. 2013, Vol. 27, n 79. pp.

    113-122.

    Harvey, D. Passagem da modernidade ps-modernidade na cultura

    contempornea. In Condio ps-moderna. So Paulo, Edies Loyola, 2000.

    Harvey, D. A produo capitalista do espao. So Paulo, Annablume, 2005.

    Jacques, P. B. (org.) Internacional Situacionista. Apologia da Deriva: escritos

    situacionistas sobre a cidade. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2003.

    Jameson, F. A cultura do dinheiro. Petrpolis, RJ, Vozes, 2001.

    Jameson, F. A virada cultural. Rio de Janeiro, Civilizao Brasileira, 2006.

    King, Anthony D. O que est acontecendo com a pesquisa sobre cidades

    mundiais?. Estud. hist. (Rio J.), Dez 2010, vol.23, no.46, p.247-260.

    Lefebvre, H. Prefcio A produo do espao. Estudos Avanados. 2013, Vol.

    27, n 79. pp.123-132.

    Lepetit, B. e Topalov, C. (orgs.) La ville des sciences sociales. Paris, Belin, 2001.

    Lepetit, B. Por uma nova histria urbana. So Paulo, Edusp, 2001.

    Levy, E. Democracia nas cidades globais. So Paulo, Studio Nobel, 1997.

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    58

    Low, Martina O spacial turn: para uma sociologia do espao. Tempo Social,

    Revista de sociologia da USP, v. 25, n. 2, nov. 2013.

    Mongin, O. A condio urbana. So Paulo, Estao Liberdade, 2009.

    Ribeiro, L. C. Q. e Santos Jnior, O. A. (orgs.) Globalizao, fragmentao e

    reforma urbana: o futuro das cidades brasileiras na crise. Rio de Janeiro,

    Civilizao Brasileira, 1997.

    Sanchez, F. A reinveno das cidades. Chapec, Santa Catarina, Argos, 2010.

    Sassen, S. As cidades na economia mundial. So Paulo, Studio Nobel, 1998.

    Simmel, G. Sociologia do espao. Estudos Avanados. 2013, Vol. 27, n 79. pp.

    75-112.

    Vrios autores. Cidades rebeldes: passe-livre e as manifestaes que tomaram as

    ruas do Brasil. So Paulo, Boitempo, 2013.

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    Atividade Programada: DITADURA, TRANSIO, DEMOCRACIA LIBERAL:

    MEIO SCULO DE POLTICA NO BRASIL

    Docente: Prof. Dr. Lcio Flvio Rodrigues de Almeida

    Horrio: 6 Feira - das 15h00 as 18h00 (incio: 03/10/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Estado, regimes polticos, governos e relaes de classes na formao social

    brasileira contempornea.

    BIBLIOGRAFIA BSICA ALMEIDA, Lcio F. Ideologia nacional e nacionalismo. 2. ed. So Paulo: EDUC,

    2014, caps. 5 e 6.

    CRUZ, Sebastio C. V. Estado e planejamento no Brasil:1974-1976 (notas sobre

    um trabalho de Carlos Lessa). In: O presente como Histria: economia e poltica no

    Brasil ps-64. Campinas, Ed. da UNICAMP, 1997.

    FICO, Carlos. Verses e controvrsias sobre 1964 e a ditadura militar. Revista

    Brasileira de Histria, So Paulo, v.24, n.47,

    2004.http://www.scielo.br/pdf/rbh/v24n47/a03v2447.pdf

    GASPARI, Elio. A ditadura escancarada. So Paulo: Companhia das Letras, 2002.

    GORENDER, Jacob. Combate nas trevas. 5. ed. So Paulo: tica, 1998.

    MELO, Demian B. O golpe de 1964 e meio sculo de controvrsias: o estado atual

    da questo. In. MELO, D. B. (org.). A misria da historiografia: uma crtica ao

    revisionismo contemporneo. Rio de Janeiro: Consequncia, 2014.

    PINHEIRO, Milton (org.). Ditadura: o que resta da transio? So Paulo: Boitempo,

    2014.

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    60

    RIDENTI, Marcelo. Obscuros heris, sem vez e sem voz: a insero das esquerdas

    armadas nas bases da sociedade. In. O fantasma da revoluo brasileira. 2. ed.

    So Paulo: UNESP, 2014.

    SAES, Dcio. Repblica do capital: capitalismo e processo poltico no Brasil. So

    Paulo: Boitempo.

    SPOHR, Martina. A relao empresarial-militar entre Brasil e Estados Unidos no

    golpe de 1964. Militares na Poltica, Rio de Janeiro, v.9, p.52-63,

    2012.http://www.lemp.historia.ufrj.br/revista/A_relacao_empresarial-

    militar_entre_Brasil_e_Estados_Unidos_no_golpe_de_1964.pdf

    TOLEDO Caio N. (org.). 1964 vises crticas do golpe: democracia e reformas no

    populismo. So Paulo: UNICAMP, 1997.

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    Atividade Programada: NARRATIVAS CONTEMPORNEAS DA CULTURA

    Docente: Prof. Dr. Edgard de Assis Carvalho

    Horrio: 5 Feira - das 15h00 as 18h00 (incio: 07/08/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Composta de oito sesses dialogais, esta atividade inclui oito pensadores, para os

    quais o futuro do sistema-mundo depende de uma complexa ecologia da ao.

    Em suas narrativas, sujeito-objeto, unidade-diversidade, real-imaginrio, arte-

    cincia constituem um circuito aberto a mltiplas reinterpretaes. Sero

    selecionados captulos ou partes dos livros para a discusso coletiva do grupo. A

    atividade presta um tributo especial a Octvio Paz (1914-1998), Jacques Le Goff

    (1924-2014), Albert Camus (1913-1960). Na bibliografia as datas originais de

    publicao dos livros encontram-se entre colchetes.

    1. Albert Camus. O homem revoltado; traduo Valerie Rumjanek. 7a. Edio. Rio

    de Janeiro, Record, 2008. [1951]. Parte IV. Revolta e Arte; parte V: O

    pensamento mediterrneo, pp. 289/351.

    2. Antnio Damsio. E o crebro criou o homem; traduo Laura Teixeira Motta.

    Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2011. [2009]. Captulo 4: O corpo na

    mente; captulo 5: Emoes e sentimentos; captulo 6. Uma arquitetura para a

    memria, pp. 118/198.

    3. Edgar Morin, Jean Baudrillard. A violncia do mundo; traduo Ana Paula de

    Viveiros. Lisboa: Instituto Piaget, 2007. 75p. [2003]. Leitura integral.

    4. Francis Wolff. Nossa humanidade. De Aristteles s neurocincias; traduo

    Roberto Leal Ferreira. So Paulo: editora UNESP, 2011. [2010]. Primeira parte:

    Figuras, pp. 23/138.

    5. Jacques Le Goff. Para uma outra Idade Mdia. Tempo, trabalho e cultura no

    Ocidente. Petrpolis, RJ; Editora Vozes, 2013, 2a edio. [1977]. Parte IV. Para

    uma antropologia histrica, captulo 17. O historiador e o homem cotidiano,

    pp.423/440.

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    62

    ____________ Uma breve histria da Europa; traduo Maria Idalina Ferreira

    Lopes. Petrpolis, RJ; Editora Vozes, 2012, 3a edio. [1996]

    6. Octavio Paz. O labirinto da solido e post-scriptum; traduo Eliane Zagury. Rio

    de Janeiro: Paz e Terra, 1976. [1950] Apndice: A dialtica da solido, pp.

    175/195.

    ___________Os filhos do barro; traduo Ari Roitman e Paulina Wacht. So Paulo:

    Cosac Naify, 2013. [1974]. Captulo 1: A tradio da ruptura; captulo 2: A revolta

    do futuro, pp. 13/46.

    7. Jacques Rancire. Em que tempo vivemos; traduo Donaldson M.

    Garschagen. Desenhos, pinturas e fotografias Ed Rusha. Serrote 16, pp.

    203/222. So Paulo: Instituto Moreira Salles, maro 2014.

    7a. Carlo Ginzburg. Medo reverncia, terror; traduo Federico Carotti, Anglica

    dvila Melo, Castaon Guimares. So Paulo. Companhia das Letras, 2014.

    [2008]. Captulo 4: A espada e a lmpada: uma leitura de Guernica, pp.

    101/148.

    8. Tzvetan Todorov. sombra das Luzes; traduo Joana Anglica dvila Melo.

    So Paulo: Companhia das Letras, 2014. Os estragos da guerra, pp. 125/143;

    Os desastres da paz, pp. 154/170.

    8a. Junichiro Tanizaki. Em louvor da sombra; traduo Leiko Gotoda. So Paulo:

    Companhia das Letras, 2007. 67p. [1933]. Leitura integral.

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    63

    Atividade Programada: O ESTATUTO DA IMAGEM NAS CINCIAS SOCIAIS

    CINEMA E REPRESENTAES

    Docente: Profa. Dra. Ana Amlia da Silva

    Horrio: 5 Feira - das 16h00 as 19h00 (incio: 07/08/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Em um mundo saturado de imagens, trata-se de problematizar a imagem em

    movimento - principalmente o cinema - inserido num campo de debates e

    disputas estticas, filosficas, tericas e polticas. Em termos de sua

    historicidade, este enfoque estabelece relaes complexas e um conjunto de

    interrogaes nas suas relaes com a sociologia e as cincias sociais como um

    todo. Na trilha contrria ao uso de imagens cinematogrficas como mera

    ilustrao das questes sociais, histricas, polticas e culturais, alguns temas se

    impem como transversais ao conjunto de seminrios temticos da Atividade

    Programada: 1) As origens do cinema como arte, indstria, entretenimento, e

    tcnica alguns aportes tericos sobre esttica e representaes sociais. 2)

    Imagem e Memria (cinema, historicidade e montagem). 3) As imagens-espetculo

    (a estetizao da poltica, da violncia e da pobreza a empatia e alienao nas

    expresses simblicas); e, as Imagens de pensamento (importncia da montagem

    para o pensamento crtico-reflexivo). 4) Cinema poltico e polticas da imagem

    poder e dominao; e 5) A construo do real, os efeitos de realidade e o

    imaginrio - o cinema-ensaio na mediao entre o documentrio e a fico.

    Na abordagem destas temticas releva-se a metodologia que estar apoiada

    desde o incio da AP - na exibio de trechos de filmes e anlises da crtica de

    cinema em filmes especficos, centrados em dois eixos ou olhares do cinema

    brasileiro contemporneo recente: 1) Cinema brasileiro e os desafios da

    representao de classes, desigualdades e conflitos sociais; 2) Imagens

    cinematogrficas da ditadura militar e as manifestaes dos 50 anos do golpe.

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    BIBLIOGRAFIA

    (A bibliografia abaixo ser desdobrada em captulos e alguns livros

    assinalados serviro de bibliografia complementar. O dimensionamento ser

    indicado e, sero adicionados textos contendo anlises da crtica

    cinematogrfica de filmes especficos a serem divulgados no inicio da AP)

    ADORNO, Theodor W. O ensaio como forma. In: Notas da Literatura, I, So Paulo:

    Duas Cidades/Editora 34, 2003

    BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era da sua reprodutibilidade tcnica

    (2.verso). Apresentao, traduo e notas de Francisco De Ambrosis Pinheiro

    Machado. Porto Alegre: Zouk, 2012.

    BENJAMIN, Walter. Passagens. Belo Horizonte/So Paulo: UFMG/Imprensa

    oficial do Estado de So Paulo, 2006 (textos sobre teoria da imagem e da histria).

    BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e Imagens do povo. So Paulo: Companhia

    das Letras, 2003.

    CHARNEY, Leo & SCHWARZ Vanessa R (orgs.). O cinema e a inveno da vida

    moderna. So Paulo: Cosac Naify, 2010.

    COHN, Srgio (org). Ensaios fundamentais de cinema. Rio de Janeiro: Azougue,

    2010.

    COMOLLI, Jean-Louis. Ver e poder- a inocncia perdida> cinema, televiso, fico,

    documentrio. Belo Horizonte: UFMG, 2008.

    COMOLLI, Jean-Louis. A ltima dana: como ser expectador do Memory of the

    Camps? In: Revista Devires, v.3, n.1, jan-dez 2006.

    DELEUZE, Gilles. A imagem-movimento. Cinema 1. Lisboa: Assrio & Alvim, 2004

    (existe edio brasileira, trad. de Stella Senra).

    DIDI-HUBERMAN, Georges. Peuples exposs, peuples figurants.

    GOMES LEME, Caroline. Ditadura em Imagem e Som. So Paulo: Editora UNESP,

    2013.

    GOMES, Paulo Emilio Salles. Cinema: trajetria no subdesenvolvimento. Rio de

    Janeiro, Paz e Terra/Embrafilme, 1980.

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    65

    MIGLIORIN, Cezar (org). Ensaios no real o documentrio brasileiro hoje. Rio de

    Janeiro: Azougue, 2010.

    OHATA, Milton (org). Eduardo Coutinho. So Paulo: Cosac Naify, 2013.

    SCHWARZ, Roberto. Cultura e poltica, 1964-1969; O cinema e Os Fuzis. In: O

    pai de famlia e outros estudos. 2 ed. So Paulo, Companhia das Letras, 2008.

    XAVIER, Ismail. O discurso cinematogrfico: a opacidade e a transparncia. 3 ed.

    So Paulo, Paz e Terra, 2005

    XAVIER, Ismail. Alegorias do Subdesenvolvimento cinema novo, tropicalismo,

    cinema marginal. So Paulo: Cosac & Naify, 2012 (2 Ed.).

    XAVIER, Ismail. O olhar e a Cena. So Paulo: Cosac&Naify, 2003.

    XAVIER, Ismail. Cinema Brasileiro Moderno. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2004 (2.

    ed.).

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    66

    Atividade Programada: O IMPACTO DA METODOLOGIA DO TRANSFERT

    CULTUREL EM SOCIOLOGIA E ANTROPOLOGIA

    Docente: Prof. Dr. Guilherme Simes Gomes Jnior

    Horrio: 3 Feira - das 14h00 as 17h00 (incio: 12/08/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    A metodologia do transfert culturel foi elaborada no mbito dos estudos franco-

    germnicos. Historiadores da cultura dos dois lados da fronteira desenvolveram

    uma perspectiva de ruptura com as formas tradicionais do mtodo comparativo,

    presentes tanto nas cincias sociais como na histria e nos estudos literrios.

    Podemos considerar que esse mais um episdio nos embates entre historicistas

    e comparatistas, que desde Durkheim e Boas demarcaram as perspectivas

    tericas da antropologia e da sociologia. Mas no se trata de retorno incuo. As

    microanlises presentes nos estudos de Michel Espagne e Michael Werner

    merecem ser conhecidas, sobretudo, porque implodem os quadros definidos pelas

    fronteiras nacionais, bastante confortveis para o exerccio comparativo. O

    alcance desse tipo de estudo reside no fato de que, no lugar substancializar os

    lados nacionalmente opostos, pretende mostrar como um lado faz parte e est

    dentro do outro. No lugar de comparar, em tal ou qual aspecto, a Alemanha com

    a Frana, estuda-se os alemes na Frana e os franceses na Alemanha.

    Essa Atividade Programada pretende realizar uma breve apresentao dessa

    metodologia e confront-la com uma srie de anlises histricas e culturais

    produzidas em outras tradies que, sem abrir mo do comparatismo, exploram

    tambm trnsitos e mediaes. O mbito de letras e artes ser privilegiado na

    discusso.

    BIBLIOGRAFIA PROVISRIA

    BOAS, F. As limitaes do mtodo comparativo em Antropologia [1896]. ___

    Antropologia cultural. Rio de Janeiro, Zahar, 2004.

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    67

    BOURDIEU, CHAMBOREDON, PASSERON (orgs.). A construo do objeto. ___ A

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    CASANOVA, P. A Repblica mundial das letras. So Paulo, Estao Liberdade, 2002.

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    longnquo destino de um livro. Anais do Museu Paulista 15/1, 2007.

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    Atividade Programada: PALAVRAS-CHAVE: FLUXO, FRONTEIRA E REDE

    Docente: Profa. Dra. Rita de Cssia Alves Oliveira

    Horrio: 2 Feira - das 19h00 as 22h00 (incio: 04/08/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Fluxo, fronteira e rede so trs categorias que perpassam os cotidianos, as

    sociabilidades, a produo e apropriao culturais, as relaes com as cidades e o

    espao global, os imaginrios, as estticas e linguagens, as identidades, os

    movimentos sociais e culturais, as temporalidades, as relaes com as

    tecnologias e o consumo. Dizem respeito ao processo de globalizao e integrao

    do espao planetrio, a circulao intensa de pessoas, mercadorias e smbolos

    decorrentes da compresso do tempo e do espao. Os fluxos velozes e

    ininterruptos de imagens, sons, mensagens e informaes perpassam os modos

    de vida, as sensibilidades e as linguagens contemporneas. Os limites territoriais

    e culturais, at ento marcados por descontinuidades, obstculos e linhas de

    demarcao, do lugar emergncia de zonas fronteirias, de contato, espaos

    intersticiais cheios de vida que, apesar de no completamente seguros, so

    explorados com mais criatividade, por meio de combinaes inovadoras e

    experimentais, organizando seus recursos de novas maneiras; nas zonas

    fronteirias h espao para a ao no manejo da cultura. A emergncia da

    cultura digital acentua a formao e a atuao de redes de indivduos, grupos,

    movimentos e aes que, por meio da internet e das tecnologias digitais, alteram

    os modos de produo e apropriao culturais, as aes polticas e as ocupaes

    dos espaos urbanos, acentuando a presena de atores-rede e movimentos-rede

    nas prticas polticas, culturais e sociais.

    A Atividade Programada Palavras-chave pretende iniciar a identificao e a

    reflexo sobre algumas dos principais conceitos que embalam a cultura

    contempornea. Espera-se ainda que durante o desenvolvimento da ATP o grupo

    aponte outras palavras-chave articuladas s trs aqui indicadas.

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    Atividade Programada: PIERRE CLASTRES: ANTROPOLOGIA POLTICA

    Docente: Profa. Dra. Dorothea Voegeli Passetti

    Horrio: 5 Feira - das 19h00 as 22h00 (incio: 02/10/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    Esta atividade programada visa abordar a obra de Pierre Clastres (1934 1977) a

    partir de sua forma particular de perceber a dimenso poltica na vida cotidiana,

    nas relaes pessoais, nos jeitos de propor as questes. Enfatizaremos:

    a) anlise de Crnica dos ndios Guayaki, discutindo estratgias de vida de um

    bando de caadores nmades e uma forma particular e pessoal de registrar a

    pesquisa etnogrfica e seus resultados, a crnica.

    b) anlise dos escritos em A sociedade contra o Estado e Arqueologia da Violncia,

    buscando a formulao de uma antropologia poltica, voltada para os

    mecanismos de manuteno e reproduo das relaes que possibilitam uma

    sociedade existir fora da dinmica do Estado, produzindo formas de obstruir sua

    fundao.

    BIBLIOGRAFIA BSICA Pierre Clastres:

    - Crnica dos ndios Guayaki o que sabem os Ach, caadores nmades do Paraguai. trad. Tnia Stolza Lima e Janice Caiafa. Rio de Janeiro, 34 Letras, 1995.

    - A sociedade contra o Estado pesquisas de antropologia poltica, prefcio Tnia Stolze Lima e Marcio Goldman, trad. Theo Santiago, So Paulo, Cosac & Naify, 2003.

    - Arqueologia da violncia pesquisas de antropologia poltica, prefcio Bento Prado Jr., trad. Paulo Neves. So Paulo, Cosac & Naify, 2004.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR - Revista de Antropologia USP, vol. 54 n2, 2012 - Dossi Clastres

    http://revistas.usp.br/ra/issue/view/3336/showToc

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    Atividade Programada: TECNOLOGIA, SOCIEDADE E POLTICAS PBLICAS

    Docente: Prof. Dr. Rafael de Paula Aguiar Arajo

    Horrio: 3 Feira - das 14h00 as 17h00 (incio: 05/08/2014)

    Crditos: 08

    Semestre: 2/2014

    EMENTA

    A Atividade Programada ter por objetivo discutir o impacto da tecnologia nas

    instituies polticas e sociais, avaliando suas conseqncias para o

    desenvolvimento de polticas pblicas.

    O curso buscar identificar as modificaes nos processos de sociabilidade,

    considerando os efeitos da acelerao do tempo e da compresso do espao. A

    realidade das metrpoles, o mundo do trabalho e as formas de interao tm

    sofrido modificaes significativas e cada vez mais intensas por conta do

    desenvolvimento tecnolgico. Os sintomas so sentidos em toda parte,

    especialmente na vida poltica.

    Com a perspectiva de compreender os sentidos e as implicaes dessas

    mudanas para a formao da vida subjetiva e material da sociedade

    contempornea, essa atividade dever avaliar a formao e a articulao de

    redes sociais e as estratgias adotadas de descentralizao das tradicionais

    formas de controle. O curso tambm ter por objetivo identificar os novos

    espaos de deliberao e participao e avaliar o uso estratgico das

    ferramentas tecnolgicas por parte do Estado, das instituies e da sociedade

    civil.

    BIBLIOGRAFIA

    ARAUJO, Rafael. Internet e educao: a compresso espao-temporal e o civismo.

    Revista E-legis. N. 7, 2.semestre, 2011. Discponvel em:

    http://elegisbr.com/cefor/index.php/e-legis/article/view/89/80. Acesso em

    20/04/2014.

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    ARAUJO, R., PENTEADO, C. e SANTOS, M. Sociedade Civil e Polticas Pblicas:

    o uso da internet pela Rede Nossa So Paulo na articulao poltica. Paper

    apresentado no 36 Encontro anual da ANPOCS. Disponvel em:

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