16/01/2013 - jornal semanário

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Jornal Semanário - Edição 2891 – 16/01/2013 - Bento Gonçalves

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  • VINCIU

    S REIS/ASSESSO

    RIA A

    SSEMBLEIA

    LEGISLATIVA

    Pginas 4 e 5

    BENTO GONALVES

    Quarta-feira16 DE JANEIRO DE 2013ANO 46 N2891R$ 2,50

    www.jornalsemanario.com.br

    SEGURANA

    Pgina 11

    Unio de foras contra o crime

    UFRGS

    Pgina 10

    ltimo dia de provas no Vestibular

    ESPORTIVO

    Pgina 15

    Uniformes novos para o Gaucho

    NO

    EMIR

    LEI

    TO

    Mais de R$ 20 milhes em obrasCorsan

    Trabalhos j iniciaram nos bairros Santa Marta, Santa Helena, Santo Anto, Ftima e Barraco em Bento Gonalves

    Bento recebeu a visita do Governador em Exerccio

    Pgina 7

    Chefe do Executivo Estadual

    Relatrios prioritrios foram entregues ao deputado estadual Alexandre Postal, em exerccio como Governador

    Fogo destri as alas 3 e 4 do regime semiaberto Pgina 12

    Incndio no Presdio

  • O caos na sade brasileira a novela mais assistidaEDITORIAL

    Aps o incio de uma paralisao, os mdicos terceiri-zados que atendem no Pronto Atendimento 24 horas de Bento Gonalves s receberam os seus salrios na ltima segunda-feira, 14. O pagamento diz respeito aos salrios pendentes e ao 13 salrio.

    De acordo com o Sindicato dos Mdicos de Caxias do Sul, o incio dos atrasos ocorreu no ms de outubro do ano passado. Logo, no ms seguinte, os funcionrios reali-zaram a primeira sinalizao de greve.

    O ideal de entrar em greve partiu na ltima semana, quando o sindicato dos mdi-cos sinalizou possvel greve a partir desta semana. O paga-mento foi realizado pela Fun-dao Araucria.

    Com a sinalizao de poss-vel paralisao, o atendimento chegou a ser realizado por 30% dos mdicos, vindo a ser nor-malizado j na tarde de ontem.

    Tudo isso j compensa um assunto velho em nosso pas, onde a Sade Pblica uma questo emergencial de Norte a Sul e de Leste a Oeste do territrio nacional. O antigo ideal de contar com mais ateno dos rgos competentes um sonho que movimenta a comunidade brasileira, o que gera um pas totalmente desestabilizado, onde o ter-mo poltica pblica no passa de algo incoerente. Em total desrespeito com a sociedade brasileira.

    O Sistema Pblico de Sade em nosso pas vem en-frentando uma crise que se agrava a todo instante. Sem

    A situao da sade brasileira encontra-se em um terrvel caos, onde os governantes deveriam parar de fazer discursos bonitos

    o financiamento necessrio e com um modelo gerencial emperrado na burocracia, a Sade se encontra mergulhada em problemas, como, por exemplo, a escassez de materiais, falta de medicamentos, equipamentos sucateados e dfi-cit no quadro de profissionais. Todas estas so falhas so parte do cotidiano dos mdicos na maioria das unidades pblicas de sade em todo o territrio nacional, colocando os profissionais em condies precrias e, por vezes, at humilhante.

    A situao da sade brasileira encontra-se em um ter-rvel caos, onde os governantes deveriam parar de fazer discursos bonitos, com muitas promessas a mil maravilhas, porm, na realidade, no muda e a sade pblica continua sendo uma violncia permanente contra a vida de todos ns. Afinal, no de hoje o caso das filas nos postos de atendimento, nem a falta de medicamentos e nem os hos-pitais superlotados. No novidade nenhuma, do mesmo modo, as obras que so paralisadas na Sade e as verbas desviadas. Entra governo e sai governo, em mbito fede-ral, estadual e municipal, e a Sade sempre uma dor de cabea de nossos governantes. Para ns, j passa de uma terrvel enxaqueca.

    A real situao que o Brasil se encontra entre os pio-res pases do mundo no apenas na Sade, mas tambm na questo ambiental, Educao e na falta de empregos e de qualificao de mo de obra. Na Sade, outro fator preocupante a falta de saneamento bsico em boa parte das residncias brasileiras. Sejam bem-vindos ao pas da Copa do Mundo, Carnaval e das Olimpadas... O resto, eles escondem no tapete.

    Quarta-feira, 16 de janeiro de 20132 Opinio

    At quando, senhores?Ainda h quem pense que a privataria da telefonia,

    energia eltrica, etc, foi um grande negcio. Sim, foi um grande negcio para alguns, notadamente para quem comprou a fatura e comeou a cobrar, no para quem teve que pagar a conta, o povo. Aqui, em Ben-to Gonalves, estava para ser inaugurada uma central telefnica digital da antiga CRT. Como o desgoverna-dor brito (letra minscula, por favor, reviso) entregou a CRT (leia-se as faturas da CRT, porque as dvidas ficaram para ns, povo, pagarmos), a central digital foi transferida para Porto Alegre, salvo melhor juzo. A te-lefonia mvel, que recm comeava no Brasil, tambm foi entregue iniciativa privada (leia-se multinacionais associadas a apaniguados brasileiros que obtiveram em-prstimos camaradas em bancos oficiais). Alguns ainda entendem que no teramos telefonia celular se no fosse a privataria. Ledo engano. Obviamente tera-mos. At no Burundi ela existe, e sem os problemas que temos aqui, s que no a mais cara do mundo, como aqui. Tnhamos problemas, sim. Mas, no era por serem pblicas, era por ser POLITIZADA as suas adminis-traes. Os governantes colocavam amigos e correli-gionrios nas direes e era assim, politicamente, que eram conduzidas. Tudo sob o olhar complacente, omis-so, arredio (no quero me incomodar), covarde da po-pulao. A CEEE, por exemplo, tinha um deputado que

    entrava com projetos de lei dos mais estapafrdios, to-dos beneficiando os funcionrios. Fazia o que lhe cabia. Mas, e os demais deputados, por que aprovavam? E os governadores, por que sancionavam mais e mais vanta-gens a eles? O tal de adicional de periculosidade, que deveria ser pago aos que, realmente, exerciam funes perigosas no servio eltrico (os que subiam em pos-tes), acabou tendo que ser pago at para as telefonistas e mulheres do cafezinho s por um pequeno detalhe: a lei falava no benefcio aos eletricitrios e TODOS os que trabalhavam da CEEE foram considerados assim. E ns, por omisso, pagamos a conta. Nada de dvidas foram transferidas aos que compraram grande parte da CEEE. J a telefonia uma gracinha, como diria a Hebe Camargo. Uma pessoa, de 85 anos de idade, ficou com seu telefone da OI mudo no dia de Natal. Depois de vrias ligaes para o 103.14 e vrios protocolos, on-tem, dia 15 de janeiro, o telefone voltou a funcionar. Antes h 10 dias - ela precisou pagar R$ 40,00 para um tcnico dizer que no havia problemas internos. E eu tive que denunciar o caso na ANATEL e no PRO-CON de Bento Gonalves. O desrespeito total, abso-luto. Agora s falta a OI cobrar o valor integral na conta mensal. Bem, mas a, dizem, h a justia e o pedido de dano moral por todos esses problemas pode ser feito. Ser necessrio, Senhores da OI?

    Antnio Frizzoantoniofrizzo@italnet.com.brAntnioFrizzo

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  • Quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 3Opinio

    Como voc avalia a questo dos estacionamentos na cidade?

    TrsPontos...Acho muito ruim os locais de estaciona-mentos, j que os es-paos na rea azul so poucos e h muitas vagas na rea amarela

    que tiram a possibilidade dos vecu-los de estacionar. Masa Macha-do, 17 anos, estudante, moradora do bairro Ouro Verde.

    Faltam estaciona-mentos na cidade e vagas adequadas para todos. Alm disso, o nmero de veculos vem crescendo e h

    um dficit grande de vagas para todos. Ivanir Cantarelli, 45 anos, chapeador, morador do bairro Universitrio.

    So sempre os mes-mos que existem, mas devido ao acmulo de veculos que Ben-to possui, deveria ha-ver mais vagas, j que

    no h mais espao para comportar toda a frota do municpio. Lean-dro Dallglio, 35 anos, empres-rio, morador do bairro Fenavinho.

    Painel

    hora de se falar em fazer a Fenavinho ou hora de se falar em pagar as dvidas da

    festa que ultrapassam a R$ 1,5 milho? Quem vai pag-las?

    E fazer a Fenavinho em 2014, vamos ter a Festona (Festa da Uva) e a Festinha (Fenavinho)

    no mesmo ano? O Prefeito Pasin tem a soluciontica para

    a problemtica? Envie a sua sugesto de pergunta pelo e-mail