24/11/2012 - jornal semanário

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Jornal Semanário - Edição 2878 – 24/11/2012 - Bento Gonçalves

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    FM, ESPECIA

    L

    Pginas 18 e 19

    COPA 2014

    Enem

    Pgina 13

    Escolas de Bento so as melhores da serra

    Hora de impressionar os alemes

    Pginas 7, 8 e 9

    Primeira semana de depoimentos

    CPI DAS FINANAS

    Pgina 15

    13 salrio para se livrar das dvidas

    ENDIVIDAMENTO

    BENTO GONALVES

    Sbado24 DE NOVEMBRO DE 2012ANO 46 N2878R$ 2,50

    www.jornalsemanario.com.br

    Me e filho morrem na RSC-470Rosa Maria Sopelsa, 64 anos, e Ricardo Jos Sopelsa, 33, foram vtimas de um acidente que ocorreu na manh de ontem

    Delegao vem oficialmente vistoriar instalaes da cidade

    Pgina, 34

    FAMLIA DESTRUDA

    Pgina 7

    Jogos da final acontecem amanh

    DISTRITAL

    Pgina 2

    Flamengo disputa o Sulbrasileiro

    AMADOR

    Pgina 5

    Sfredo vence campeonato de motocross

    ENDURO

  • Para minimizar a dorEDITORIAL

    Com a coliso ocorrida na manh de ontem, que vitimou me e filho, o quilmetro 122 da RSC-470 contabilizou seis mortes no trnsito em 2012, alm de 66 acidentes e cerca de 60 pessoas feridas. Um nmero alto e revoltante, porque, segundo comandante do Grupamento Rodovirio da Brigada Militar de Bento Gonalves, Zidemar Petry Frei-tas, os principais motivos para tantos acidentes neste trecho so a falta de sinalizao e a imprudncia dos motoristas, que mesmo em dias chuvosos andam em velocidade muito acima do permitido. O sargento Petry tambm aponta que

    so tantas colises em dias chuvosos, a maio-ria com danos materiais, que a Brigada muitas ve-zes no d conta de aten-der a todos. Outra prova da irresponsabilidade dos motoristas de hoje.

    Somado a esses fato-res, a situao precria

    em que se encontra a RSC-470 tambm contribui para que estes nmeros s aumentem. A comprovao disso, no muito difcil, basta dar uma volta pela rodovia para constatar o estado degradante em que se encontra. Alm disso, a falta de manuteno e a demora do governo estadual em tomar providncias para minimizar, ao menos, a situao, torna ainda mais perigoso o estado em que se encontram as estra-das da regio. At que isso acontea, a soluo mais prxima a conscientizao dos condutores, para que a imprudncia no trnsito no seja a lei dominante e que o bom senso pos-sa falar mais alto quando se dirige um veculo.

    A soluo mais prxima a conscientizao dos condutores, para que a imprudncia no trnsito no seja a lei dominante e que o bom senso possa falar mais alto quando se dirige um veculo

    O DNA da Violncia

    Sbado, 24 de novembro de 20122 Opinio

    Falei, em outra crnica, sobre esta incrvel escadinha giratria que o DNA e as informaes genticas que carrega. Na ocasio, cogitei a possibilidade de a corrupo residir numa das cpsulas que compem os degrauzinhos. Hoje, a questo a belicosidade do ser humano e a pos-sibilidade de tambm fazer parte desse complexo e enge-nhoso sistema.

    Segundo o filsofo ingls Thomas Hobbes, o homem lobo do homem. Significa que, movido por seus dese-jos e paixes e livre de freios sociais, ele mostra o que na essncia, no hesitando em destruir seu semelhante para atingir seus objetivos. Partindo desse pressuposto, pode-se afirmar que o ser humano vive em permanente estado de guerra. Para o bem geral, a sociedade civil organizada criou formas capazes de neutralizar a violncia, ao menos por algum tempo. Mas, diz Nietzsche que, na paz, o ho-mem belicoso ataca a si prprio.

    Esta apenas uma viso pessimista da condio huma-na, ou a constatao de que a violncia est no DNA?

    Se fizermos uma retrospectiva, vamos verificar que a humanidade sempre foi marcada por guerras sangrentas. S nos ltimos 100 anos, quase duzentos milhes de pes-soas morreram em combates. Hoje mesmo, palestinos e israelenses lanam-se foguetes e antifoguetes, num con-tnuo ataque e contra-ataque, matando-se uns aos outros num interminvel conflito.

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    Diante desse panorama, me parece ser razovel a ideia da existncia de um gene beligerante. De qualquer for-ma, andei fazendo uma incurso pela internet, para ver o que se fala, por a, sobre o tema. O resultado foi bem interessante. Encontrei artigos que fazem aluso a estu-dos realizados por um cientista sobre nossos primos ge-nticos, os chimpanzs. Conforme observado, eles so capazes de uma brutalidade tipicamente humana. No se trata daquela agressividade intuitiva usada para caar, para se defender, ou, em alguns casos, para se acasalar, como acontece com outros animais. Mostraram um comporta-mento parecido com o do homo sapiens, onde os ataques so premeditados e executados a sangue frio. Tambm foi constatado que eles formam gangues com o objetivo de eliminar rivais de comunidades vizinhas. Os machos, assim como os homens, so mais briguentos do que as fmeas, motivo por que foram dotados de aspecto fsico avantajado.

    E da? Da que eles possuem DNA quase idntico ao nosso. E isso d o que pensar... S h uma pequena di-ferena de 0,6%... (responsvel pela nossa postura ereta, entre outras coisas).

    Se bem que, sob este ngulo, sou obrigada a considerar um possvel parentesco entre o ser humano e a banana, j que ela possui 50% do nosso DNA. Estou pensando agora... ser que por isso que existe muito homem banana por a?

    Denise da Rdenisedarebg@gmail.comDenisedaR

    Usar o cinto de segurana, no beber antes de dirigir, res-peitar os limites de velocidade e redobrar a ateno em dias de chuva, principalmente para se previnir de aquaplanagens, so atitudes simples, mas que podem diminuir, e muito, es-ses nmeros. A direo defensiva outra ao que deve ser seguida pelos condutores, pois no se est livre de envolvi-mento em acidentes, fruto da irresponsabilidade de outros. Mas h casos, que nem isso basta.

    A dor de quem perde um ente querido ou a famlia em uma tragdia no trnsito imensurvel, ainda mais se o prin-cipal causador for a precariedade da estrada. Como culpar a rodovia por ceifar a vida de algum? Como esquecer que se o estado tivesse feito a sua parte a histria poderia ser dife-rente? Como apagar essas mgoas da mente de algum que perdeu um familiar ou amigo? No possvel. No entanto, co-mear a recuperar o tempo perdido o quanto antes, possvel. preciso parar de perder tempo e comear a agir, parar com as promessas e atender as demandas da populao. Mas acima de tudo, imprescindvel parar de ser imprudente e irresponsvel com nossas estradas e isso s o governo pode fazer.

    A sada do secretrio estadual de Infraestrutura e Logs-tica, Beto Albuquerque, pelos muitos conflitos e a falta de ao do Daer, e a entrada de Caleb de Oliveira, que j foi secretrio municipal de Administrao e da Secretaria-Geral de Caxias do Sul no governo de Pepe Vargas, animou as li-deranas da regio, que esperam mais atitudes para resolver os problemas de infraestrutura da Serra Gacha regio fortemente industrializada e muito representativa econo-micamente para o estado. Resta saber se o novo secretrio deixar de ignorar as deficincias serranas e efetivamente co-mear a diminuir as tristes estatsticas.

  • Sbado, 24 de novembro de 2012 3Opinio

    O que voc acha da decorao natalina na cidade?

    TrsPontos... Qual decorao? Aquela mesma que ainda est nos pos-tes do ano passado e que ficou sem ser retirada?. Marli

    Villa, 43 anos, corretora de im-veis, moradora do Centro.

    Acho que est ficando bonito, principalmente pelo esprito natalino e por aproximar muitas famlias nesta data. Rodrigo Zanchettin,

    22 anos, jogador profissional, mora-dor do bairro Ouro Verde.

    A exemplo do ano passado, a decorao est muito linda, de-monstrando o verda-deiro esprito natalino do nosso povo. Eli-

    sandra dos Santos, 34 anos, recep-cionista, moradora do Aparecida.

    A Escola de Futebol Formando Craques, conve-niada do Grmio, realiza no dia 16 de dezembro, almoo de confraternizao na Linha Sertor