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Revista elaborada para avaliação de Planejamento Gráfico pelas alunas Nayra Bastos e Mizuko Koga , da Universidade da Amazônia, Unama.

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  • Siga este exemplo...

    1 E

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    a

  • 2 Bookstore

    04 06 10

    Escrever um livro dah trabalho. Durante meses

    e as vezes ate anos, o autor se fecha em um

    mundo so dele. No inicio eh tudo so um amon-

    toado de idias. Aos poucos, ele vai organizan-

    do as cenas, tecendo cada dialogo, montando

    cada pagina. Escreve e depois apaga. E es-

    creve de novo, desta vez um pouco melhor.

    E assim as paginas vo ganhando forma, ate

    chegar na arte-final.Fazer uma revista no eh to diferente. So que

    ao invs de contar historias, fazemos matri-

    as. E ao invs de paginas amareladas e cheias

    de palavras, diagramamos tudo em colunas e

    caixas. Tudo isso da um trabalho. Mas quando

    finalmente fica pronto, quando a revista estah ali, finalizada, nos enchemos de orgulho. Eh como um filho que acaba de nascer.

    Institucional

    Abrimos as portas da biblioteca da UNAMA.

    Reportagem

    No deixe de ler isso.

    EplogoUm sessento roqueiro, e um monte de zumbis caminhando.

    Por Nayra Bastose Mizuko Koga

  • Bookstore 3

    Planejamento Grfico

    Organizao heterognea e uso de caixas em cores berrantes para indicar que so vrios as-suntos.

    Fonte Futura nos b

    oxes

    por ser condensada

    e

    divergir da reportag

    em.

    Cor marrom para co

    mbi-

    nar com a matria.

    Nome, fonte e design escol-hidos por se tratar de re-vista sobre literatura, fazendo aluso a uma livraria. Foto es-colhida para servir de exem-plo para leitores espordicos.

    Fonte ttulo Cooper por ser uma fonte cheia e impactante.Foto escolhida por apresentar uma pessoa lendo inserida em uma superfcie maior, no atrapalhando na leitura da reportagem.Cor marrom de fundo pro se as-semelhar a cor de pgina de livro.

    Fonte utilizada : Verdana pois uma letra simples e de fcil leitura por ser grande. Cor do ttulo por represen-tar a cor da Universidade. Fotos representando a imensido de ttulos pre-sentes na biblioteca.

  • Universalidade

    4 Bookstore

    No se pode julgar uma universidade pelo nome ou pela fama. Mas existem critrios fundamentais que fazem de uma instituio universitria um lugar for-mador de grandes profis-sionais. Entre estes critrios est o principal: uma boa biblioteca.

    Por Mizuko Koga

    Todas as instituies tm bibliote-cas. Algumas de forma precria, verdade, mas todas tm este espao especial reservado para os livros. No quesito biblioteca a Universidade da Amaznia - Unama a melhor den-tre as instituies de ensino superior particulares. Este foi o resultado de uma pesquisa feita por 30 alunos di-vididos em seis grupos de cinco fac-uldades particulares que tem cam-pus em Belm. Entre elas esto: FAP, CESUPA,UNAMA,ESAMAZ e FACI.A pesquisa consistia em levar o grupo de alunos para conhecer as bibliotecas de diferentes universi-dades, incluindo todos os campi das que tivessem mais de um plo de ensino.Na anlise os alunos levaram em conta o ambiente como um todo, re-

    lao que o bibliotecrio estabelecia com as pessoas e a disponibilidadedos livros.A Unama, com suas bibliotecas di-vididas em Campus BR, Senador Lemos, Alcindo Cacela e Quintino (Ps-Graduao), foi faculdade particular melhor colocada no ranki-ng, tendo o campus BR como o que possui a melhor biblioteca de todos os campi da instituio.

    Anlise final

    Ao saber sobre a colocao da fac-

    O livre acesso aos livros e o ambiente acolhedor so marcas da Biblioteca Unama.

    Literria

  • Bookstore 5

    O livre acesso aos livros e o ambiente acolhedor so marcas da Biblioteca Unama.

    sos de de comunicao, mdia e as-suntos derivados como cultura, mdias, psicologia, filosofia e os maisdiversos ttulos sobre direito.As bibliotecas da Unama possuem uma ifnra-estruturada parecida en-tre seus campi, com computadores localizao de ttulos e leitura indi-vidual, em grupo e salas para es-tudos em grupo e para exibio de vdeos. Alm de ttulos acadmicos, a Universidade ainda disponibiliza ttulos informais para que a leitura dos acadmicos no esteja to re-strita. Esta parte inclui livros, revis-

    uldade na lista das melhores biblio-tecas, a revista Bookstore foi conh-ecer suas instalaes para compro-var os resultados obtidos. As biblio-tecas separam os ttulos conforme os assuntos mais necessrios a cada campus.O da BR, por exemplo, com os cur-

    tas em quadrinhos e mangs japo-neses, alguns adquiridos por com-pra ou por doao dos acadmicosda instituio. No campus BR, cons-iderado o melhor, est biblioteca mais ampla de todas com livre ace- sso ao aluno para escolha dos livros diretamente nas estantes, incluindo no ambientes salas especiais para emprstimo de filmes e artigos aca- dmicos de antigos alunos da uni-versidade.A UNAMA est de parabns com sua moderna infra-estrutura de bib-liotecas. Se depender de livros que a instituio oferece aos seus alu-nos, todos os acadmicos tero um futuro promissor em suas carreiras profissionais.

    Gibis, comics norte americanos e revistas semanais tambm podem ser encontradas no acervo da biblioteca Unama.

  • nome da seo

    PG

    TTULO

    Ler

    PRAZERnome da seo

    Pena que mais da metade dos brasileiros no concordem com isso. Dados de uma pesquisa realizada em 2006 pelo Instituto Pro-Livro apontam que as pessoas preferem assistir TV, ouvir msica e at mesmo dormir a ler. Veja o que alguns dos mais fa-mosos escritores do pas acham que seja necessrio para chegar aonde eles chegaram.

    Por Nayra Bastos

    6 Bookstore

  • PG

    Escritores analisam como anda a leitura no Brasil.

    Por Nayra Bastos

    As aulas de portugus eram as preferidas do escritor Igncio de Loyola Brando. Usava um di-cionrio comprado pelo pai para buscar o significado dos termos ditados pela professora. Procurava um pouco aqui, escrevia ali... Logo os colegas passaram a pedir para que ele os ajudasse a encontrar as respostas. O garoto at aceitou, mas sob uma condio: queria fig-urinhas e bolinhas de peteca em troca.A lembrana de infncia inspiraria seu primeiro conto: O menino que vendia palavras. Dali em di-ante, Igncio de Loyola passaria de freqentador assduo da bib-lioteca de sua casa para trabalhar em jornais e escrever estrias. Em resposta nossa enquete, a im-portncia da leitura para o ato de escrever, a paixo pela leitura comprovada: preciso desmontar os bons livros para aprender como funciona o motor.Mas histrias como a dele so ex-ceo no Brasil. Poucas crianas passam para a quinta srie: a maioria larga os estudos para ajudar no sustento da famlia. E as que continuam, muitas vezes no gostam tanto assim de assistir as aulas.Ler...?

    Manoel Nilson de Lima e Andria Melquades explicam em seu ar-

    TTULO

    Ler

    PRAZER

    Pena que mais da metade dos brasileiros no concordem com isso. Dados de uma pesquisa realizada em 2006 pelo Instituto Pro-Livro apontam que as pessoas preferem assistir TV, ouvir msica e at mesmo dormir a ler. Veja o que alguns dos mais fa-mosos escritores do pas acham que seja necessrio para chegar aonde eles chegaram.

    Por Nayra Bastos

    Bookstore 7

  • analisar gramaticalmente frases po stas fora de contexto, transform-ando-o em um mero decodificador. O conhecimento de mundo parece desnecessrio, j que o debate dentro da sala de aula no estimu lado. O resultado? ndices elevados de analfabetismo funcional. E de m-uita gente que no gosta de ler.Escrever e ler textos aborrece o que afirma a diretora da rea de letras da Pontifcia Universidade Catlica (PUC) do Paran, Marta Morais. Em seu artigo Formao do leitor envolve escola e famlia ela conta que at a chegada da im-prensa no Brasil, em 1808, quase todo o conhecimento era repassadooralmente. Ou seja: ficamos trs sculos aprendendo a ver e a ouvir.E o Estado, que deveria ter ofereci-do um sistema de ensino atraentepara a populao, no cumpriu seu dever com eficincia.

    Se hoje os escritores so o que so, porque lem muito e de tudo. Isso j est claro. Mas como fazer com que cada vez mais pessoas leiam, ainda que com todas essas barreiras? Para comear, j estamos lendo mais. Graas ao trabalho de professores, que tm experimenta-do com formas criativas de desper-tar o interesse pela leitura entre os jovens conta Lus Fernando Vers-simo, outro entrevistado (vide box).Um exemplo dessa criatividade po-de ser uma pequena escola munic-ipal de Minas Gerais. A Professor Doriol Beato faz reunies frequen-tes com a equipe docente. Os edu-

    8 Bookstore

    As aulas de portugus eram as preferidas do escritor Igncio de Loyola Brando. Usava um di-cionrio comprado pelo pai para buscar o significado dos termos ditados pela professora. Procurava um pouco aqui, escrevia ali... Logo os colegas passaram a pedir para que ele os ajudasse a encontrar as respostas. O garoto at aceitou, mas sob uma condio: queria fig-urinhas e bolinhas de peteca em troca.A lembrana de infncia inspiraria seu primeiro conto: O menino que vendia palavras. Dali em di-ante, Igncio de Loyola passaria de freqentador assduo da bib-lioteca de sua casa para trabalhar em jornais e escrever estrias. Em resposta nossa enquete, a im-portncia da leitura para o ato de escrever, a paixo pela leitura comprovada: preciso desmontar os bons livros para aprender como funciona o motor.Mas histrias como a dele so ex-ceo no Brasil. Poucas crianas passam para a quinta srie: a maioria larga os estudos para ajudar no sustento da famlia. E as que continuam, muitas vezes no gostam tanto assim de assistir as aulas.

    Manoel Nilson de Lima e Andria Melquades explicam em seu artigo A formao de leitores na escola pblica que no nosso pas h uma cultura de ler por obrigao.O sistema educacional ensina o est-udante a localiz