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SUMRIO

1. OBJETIVO 03

0. APLICAO 03

0. DEFINIES 03

0. RESPONSABILIDADES 04

0. DIRETRIZES BSICAS 05

0. CRITRIOS DE ESCOLHA DO EPR 06

0. TIPO DE FILTROS RECOMENDADOS 07

0. ENSAIOS DE VEDAO FIT TEST 08

0. PROC. REALIZAO DOS ENSAIOS DE VEDAO QUALITATIVA 090. MANUTENO 15

0. INSPEO 161. HIGIENIZAO 17

0. ARMAZENAMENTO 17

0. TREINAMENTO 18

0. CRITRIO PARA SELEO DE RESPIRADOR 18

0. PROTETORES APLICVEIS A EMPRESA 20

0. CONTROLE OPERACIONAL 21

0. RESPIRADORES PARA USO EM ATMOSFERA IPVS 22

0. RECOMENDAES ADICIONAIS 23

0. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES RELACIONADAS AO PPR 24

0. REFERENCIAS 25

0. RESPONSVEL PELA IMPLEMENTAO DO PROGRAMA 26

0. CONCLUSO27

1. OBJETIVO

Este programa tem como objetivo orientar na elaborao, implantao e administrao de um programa que assegure de forma preventiva a correta seleo e utilizao dos equipamentos de proteo respiratria, aplicvel s atividades, produtos e servios ***************** Ltda.

0. APLICAO

Este PPR aplica-se a ***************** Ltda. Da unidade de Suape.

0. DEFINIES

Aerodispersides - Suspenso de partculas slidas ou lquidas no ar. Contaminante - Substncia ou material perigoso, irritante ou incmodo. Ensaio de vedao qualitativo - Ensaio do tipo aprova / desaprova um EPR baseado na resposta sensorial. O ensaio consiste na liberao de um agente estranho (vapor, fumos irritantes, aerosol, etc.) em volta da face do usurio. Problemas de selagem o usurio sentir a presena do agente atravs do cheiro, sabor e irritao nasal. Ensaio de vedao quantitativo - Ensaio que utiliza instrumento para medida do nvel de concentrao de um contaminante conhecido, dentro e fora da pea facial. Este ensaio dever ser repetido sempre que acontecer por parte do usurio: modificao na estrutura facial, perda de peso e cirurgias. EPR - Equipamento de proteo respiratria. Espao confinado - Espao fechado sem objetivo de ocupao humana, com entrada e sada de pequenas dimenses, como por exemplo: tanques, silos, poos, tubulaes, fossas spticas, cavernas, etc. Gs - Fludo no estado gasoso sem forma que ocupa todo espao disponvel no ambiente que se encontra. Podem ser liquefeitos ou solidificados, e reservados em recipientes especiais hermeticamente fechados. Higienizao - Remoo de contaminantes e inibio de agentes causadores de infeces ou doenas. IPVS - Imediatamente perigoso vida ou sade. LT - Limite de tolerncia: concentrao mxima que o colaborador pode estar exposto sem proteo. Medidas preventivas - Medidas para eliminar ou minimizar a probabilidade ou freqncia do risco. Melhoria contnua - Processo de aprimoramento do Sistema de Gesto de SSO, que est de acordo com a poltica de SSO da organizao. MTE - Ministrio do Trabalho e Emprego. Nvoas - Aerodispersides formados quando um lquido pulverizado, permanecendo gotculas do lquido suspensas no ar (principais: pintura com sprays). NR - Norma Regulamentadora. PCMSO - Programa de Controle Mdico e Sade Ocupacional. Poeiras - Aerodispersides formados quando um material slido modo e finamente dividido e, por ao de ventos ou correntes de ar, ficam suspensos. PPR - Programa de Proteo Respiratria. PPRA - Programa de Preveno de Riscos Ambientais. QSMS - Qualidade, Segurana, Meio Ambiente e Sade. READI - Responsvel pela Administrao. RECON - Responsvel pelo Contrato. SESMT - Servios Especializados em Segurana e Medicina do Trabalho. SSST - Secretaria de Segurana e Sade no Trabalho. Usurio - Indivduo que usa o EPR para se proteger de agentes nocivos. Vapores - Forma gasosa de uma substncia que normalmente existe em estado lquido ou slido. Metais fundidos geram partculas slidas condenadas de dimetros razoveis, chamadas de vapores metlicos.

0. RESPONSABILIDADESGerenciaGarantir os recursos necessrios quanto ao fornecimento dos equipamentos de proteo selecionados, treinamentos necessrios, etc., para que o PPR atinja seus objetivos, garantindo assim implementao do PPR. Segurana do TrabalhoElaborao, planejar e implementar o PPR, incluindo a realizao de treinamentos, a execuo do Laudo Tcnico das Condies do Ambiente de Trabalho, a pesquisa junto a fabricantes e fornecedores, o contato com consultores externos nos assuntos pertinentes proteo respiratria, etc.SupervisoSeguir as instrues, exigncias e recomendaes do PPR, admitindo sua condio de ser o principal disseminador das diretrizes aos seus subordinados e ainda contribuir com sugestes dentro de um processo de melhoria contnua deste programa.FuncionriosSeguir as instrues, exigncias e recomendaes do PPR, especificamente quanto obrigao do uso correto dos equipamentos de proteo conforme instrues recebidas, sua guarda e sua troca, e contribuir com sugestes dentro de um processo de melhoria contnua deste programa.

0. DIRETRIZES BSICAS

a. Os responsveis pelo desenvolvimento e manuteno deste PPR so os profissionais do SESMT;b. No incio de cada estabelecimento, devero ser utilizados EPRs baseados nas informaes do PPRA, em experincias anteriores da empresa, dos profissionais do setor de segurana do trabalho e mediante consulta a fornecedoras e fabricantes;c. Imediatamente aps a definio inicial dos EPRs, proceder aquisio destes de forma a disponibiliz-los no estabelecimento;d. Os profissionais do SESMT providenciaro a realizao de medies de poeiras, fumos, nvoas, gases e vapores orgnicos, em consonncia com o planejamento executivo dos servios, de forma que os dados obtidos sejam vlidos para elaborao, reviso e acompanhamento do PPRA. Podero ser adotadas medies realizadas nos setores e de servio similares, como referencial de ponto de partida;e. Os protetores respiratrios aplicveis s atividades no esgotam a possibilidade de serem adotadas outras opes, EPRs coletivos (ventilao forada) ou outra proteo que venha a ser necessria, dependendo do tipo de aerodisperside, e sua concentrao, e ainda:a. A adaptao dos colaboradores aos EPRs;b. Dos resultados das avaliaes qualitativas e ou quantitativas;c. Do surgimento de novas fontes de agentes nocivos nos setores de servio;d. De alterao de concentraes dos agentes nocivos nos setores de servio.f. Para atividades a serem executadas em locais confinados ou IPVS (Imediatamente perigoso vida ou sade) devero ser adotadas medidas de proteo coletiva e individual tipo ar mandado, exausto, ventilao, depuradores.g. Para locais confinados somente sero liberadas atividades com autorizao atravs da Permisso para Trabalho - PT e avaliao do setor mdico.

0. CRITRIOS DE ESCOLHA DO EPR

O uso do equipamento de proteo respiratria ocorre em ambientes com presena de agentes nocivos onde a ventilao e ou outra proteo coletiva no possui condies de reduzi-lo abaixo do seu nvel de tolerncia permitido. Nestes casos, para a escolha do EPR sero observados os seguintes itens:a. Tipo de atividade do usurio: trabalhos pesados, mdios ou leves, exposio contnua ou eventual, riscos das reas adjacentes, etc;b. Ambiente de trabalho: temperatura (causa estresse e desgaste fsico com calor excessivo), outros acessrios ou EPIs (protetor facial, culos de segurana, capacete e protetor auricular, barba, lentes de contato) que o usurio deva utilizar simultaneamente durante as suas atividades normais e que possam interferir no conforto e na eficincia do EPR;c. Determinar os tipos de contaminantes que podem estar presentes no ambiente de trabalho, seus limites de tolerncia (LT), toxidez (se houver), legislao especfica (ex. asbesto);d. Vedao do EPR: todo EPR a ser distribudo dever ter ensaio qualitativo com o seu usurio, para confirmar o seu respectivo ajuste ao rosto. O ensaio ser individual, considerando particularidades de cada usurio e deve ser acompanhado por um profissional do SESMT;e. Conforto: o usurio dever sentir-se confortvel com o EPR, prevendo o tipo de sua atividade;f. No caso de respiradores descartveis, prefervel a adoo destes com a vlvula de exalao, para propiciar a reduo da transpirao.

0. TIPO DE FILTROS RECOMENDADOS

Filtros classe PFF1: utilizados contra aerodispersides gerados mecanicamente, indicados somente para partculas slidas, tais como: poeiras vegetais (algodo, madeira, celulose e carvo vegetal), poeiras minerais (slica, cimento, amianto, carvo mineral), negro de fumo, bauxita, calcrio, coque, fibra de vidro, ferro, chumbo, alumnio, cobre e outros metais.

Filtros classe PFF2 e PFF2-VO: utilizados contra aerodispersides gerados mecanicamente (poeiras e nvoas) e termicamente. Alm dos contaminantes classe PFF1, so indicados para reteno de fumos metlicos provenientes de operaes de solda ou fuso metlica onde contm ferro, mangans, cromos, cobre, nquel e zinco, incluindo vapores orgnicos quando VO.Filtros classe PFF3: utilizados contra aerodispersides gerados mecanicamente (poeiras e nvoas) e termicamente, incluindo os txicos.

0. ENSAIOS DE VEDAO FIT TEST

Todo usurio de respirador deve ser submetido inicialmente a um ensaio de vedao para determinar se o respirador se ajusta bem ao rosto.Escolha do respirador.O tcnico responsvel pelo ensaio deve auxiliar o usurio na escolha do tamanho e modelo do respirador, seguindo os critrios de indicao predeterminados pela engenharia de segurana.A colocao e ajuste das correias devem ser orientados pelo tcnico responsvel.Aceitao pelo usurio.A aceitao de um modelo de respirador pelo usurio deve ser levada em conta durante a seleo, uma vez que isso pode determinar o uso correto do mesmo. O conforto, resistncia respirao, diminuio da viso, dificuldade de comunicao e peso do respirador so fatores importantes na aceitao do seu uso.Se o modelo de respirador testado inicialmente apresentar baixa aceitao pelo usurio, deve ser realizado o teste em outro modelo ou tamanho como alternativa.Critrios aceitveis para o ensaio de vedao.Sero realizados os ensaios qualitativos conforme descritos, o que garante que garante um melhor fator de