jornal o semanário regional - edição 1218 - 11-09-2015

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Jornal O Semanário Regional - Edição 1218 - 11-09-2015 - Rafard, Capivari, Mombuca, Porto Feliz, Rio das Pedras e Elias Fausto

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  • Assustou! O estrago maior foi registrado na Rua XV de Novembro, em Capivari, com a queda de uma rvore de grande porte. Cidades ficaram sem energia. Pgina 11

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    Temporal derruba 22 rvores em Capivari e Rafard

    Novela

    Ponte sobre o Rio Capivari volta a ser interditada para finalizao da obra de reforo das vigas longarinasPgina 10

    Em boa hora! Dinheiro foi entregue ao prefeito Csar Moreira e ser revertido no pagamento do 13 salrio dos servidores pblicos municipais. Pgina 5

    Cmara devolve R$ 150 mil Prefeitura de Rafard

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    Rafard

    Fazenda Itapeva vai receber reservatrio desativado da Santa LdiaPgina 5

    Especial 2 parte

    A vida que me criou assimPgina 9

  • No de agora que as instituies pblicas contratam jornalistas e profi ssionais de Jornalis-mo e Marketing para intermediar a relao com a mdia de forma efi caz. Estar presente na mdia, de forma positiva, h muito tempo, deixou de ser questo secundria, e passou a fazer parte da rela-o de itens prioritrios para o sucesso de um go-verno municipal e do homem pblico.

    A assessoria importante para fortalecer o governo, agregar valores, informar e, principal-mente, dar credibilidade imagem junto ao p-blico, principalmente ao eleitor. E na pessoa do assessor de imprensa que esta atividade conquis-ta os melhores resultados. Uma vez que agilidade, criatividade e bom relacionamento so algumas das caractersticas deste profi ssional, pelo menos assim que deveria ser.

    Porm, em alguns setores do poder pblico, como na Prefeitura de Capivari, o papel da asses-soria de comunicao est totalmente desvirtuado da sua real atividade. De secretaria para diretoria, que agora nem diretor tem mais, o relacionamento com este rgo de imprensa vai de mal a pior, e pelo que relatam alguns colegas do ramo, o barco afunda na mesma intensidade.

    O acesso informao tem fi cado cada vez pior. Respondem o que querem e quando querem. Isso quando respondem e no vem com aquela frase pronta: no fomos autorizados a divulgar tal in-formao. vergonhoso e humilhante vislumbrar um governo municipal que a todo momento tenta tampar o sol com a peneira, vendendo a imagem de um municpio que navega de vento em polpa, mesmo perante a atual crise enfrentada pelo pas. Tal posicionamento j rendeu at apelido: Rodri-golndia, escrachado pelo vereador Dr. Andr na semana passada, durante sesso camarria.

    As atuais atitudes levam a crer que talvez a pas-ta, diretoria, secretaria ou o que for, est ocupada em divulgar nas redes sociais uma cidade que no existe e a responder os cidados que questionam o governo municipal atravs do Facebook.

    Seria mais bonito, convincente e profi ssional ex-por a atual situao da Terra dos Poetas, pedindo compreenso e demonstrando que caminhos esto sendo estudados para solucionar os problemas.

    De omisso e mentira o Brasil est cansado, va-cinado e revoltado.

    O respeito algo que se conquista pela admira-o, independentemente do poder que se tem nas mos. Do lado de c, torcemos para que pessoas competentes possam gerir e intermediar a boa co-municao entre poder pblico, imprensa e povo. Enfi m, quem no se comunica se trumbica.

    2 11 DE SETEMBRO DE 2015O SEMANRIO

    opinioEditorial

    Se a canoa no virar ol ol ol

    JORNAL O SEMANRIO REGIONAL FUNDADO EM 15 DE MAIO DE 1991

    Publicao da empresa: Darcam Editora Ltda.-ME

    Rua Domingos Ruzza, 142, Jardim Ana - CEP 13370-000 - Rafard/SPPABX: (19) 3496-1747 | (19) 3496-2771

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    Preo de venda avulsa: R$ 2,00 | Valores de assinatura: Anual - R$ 70,00 | Semestral - R$ 50,00 (Valores para assinatura nas cidades de circulao do jornal: Rafard, Capivari, Mombuca, Rio das Pedras, Porto Feliz e Elias Fausto)

    O . S .

    FiLosoFando L V professor de Filoso a, ti ca e HistriaMortalidade ou Imortalidade da Alma 6

    Ainda no tema, h de se admitir que a teoria da vida depois da morte terminan-temente oposta aos ensinos bblicos. Analisem-se as dou-trinas bblicas, so su ciente-mente claras, oponentes das declaraes los cas e ree-carnacionistas.

    A morte para todos, qualquer que seja a cor da pele, posio social ou eco-nmica, sexo, religio, o golpe fatal. Diz uma lenda que a morte apareceu com sua foi-ce a trs jovens e marcou o encontro com todos eles. No dia aprazado a morte veio e ceifou Joo, no ano seguinte, Antnio disse a Pedro ama-nh ser o meu dia, mas creio que escaparei, pois estou bem saudvel, mas um acidente de servio o matou. Segundo seus clculos, trs anos aps, no dia determinado, Pedro fugiu para uma cidade distan-te. L a morte lhe surgiu com sua foice. Como, disse Pedro, eu fugi de voc! Respondeu a morte: que eu marquei encontro nesta cidade com voc. Ningum foge, nem os mdicos cientistas. Contra a morte no h o que fazer, ela inexorvel, potente e sempre presente entre os seres.

    Sneca dizia que os anos vividos esto sob o poder da morte. Os estoicos e os niilistas acham que a mor-te no s natural, mas o auge dos viventes. Alguns at buscam abreviar a vida com o suicdio, como o casa de Albert Camus. No entanto a Bblia nos ensina que deve-mos por ar pela vida. Jesus disse ... eu vim para que te-nham vida, e a tenham em abundncia (Joo 10:10). Se pecar morre, diz Ez 18:4. S Deus imortal (1 Tim 6:16). As Escrituras falam em duas mortes: a primeira morte aquela pela qual todos pas-sam (exceto Enoque e Elias, e aqueles que crerem em Jesus e estiverem vivos por ocasio da volta de Jesus 1 Ts 4:15-17; 1 Cor 15:51). A segunda morte somente os maus e descrentes em Cristo passa-ro por ela. Nota: Sabiam que haver uma terceira morte? Para aqueles que participa-ram, direta ou indiretamente da cruci cao de Cristo (Ap 1:7).

    Mas voltemos ao tema. A doutrina da reencarna-o (no estamos julgando sua validez, fazemos aqui, somente uma comparao

    com a Palavra de Deus) to oposta aos vaticnios de Deus como o poente do ocidente, a luz das trevas. Vejamos. Se uma pessoa morre e a alma se reencarna para pagar pelos erros e pecados da vida ante-rior, ento a morte de Cristo seria desnecessria, porque Ele morreria para pagar pelos pecados dos que nEle cres-sem? A Bblia estaria errada. (ver Joo 3:16)

    Se a reencarnao real, ento a Palavra de Deus uma falcia porque esta a r-ma que haver uma primeira ressurreio dos mortos que creram em Jesus como Sal-vador pessoal e lutaram pela melhora de seu carter; e uma segunda ressurreio, depois de mil anos dos descrentes e maus. (ver Ap. 20:4-7; Joo 5:28-29). Se nas repetidas reencarnaes as pessoas pa-gam por suas transgresses, Jesus foi fraudulento ao en-sinar que quando Ele voltar dar aos bons as boas vindas para o Seu reino de paz, fe-licidade, sade, eternidade e aos maus a extino eterna, dar a cada segundo as suas obras. (Mt 16:27. Seria falaz tambm o sbio Salomo di-zer: ...Teme a Deus e guarda

    os Seus mandamentos... por-que Deus h de trazer a juzo toda obra, inclusive tudo o que est encoberto, quer seja bom, quer seja mau. (Ecl 12:13-14; Dn 7:9-14). Se h reencarnao no h neces-sidade da ressurreio e como diz S. Paulo, se no h ressur-reio de mortos, tambm Cristo no ressurgiu... v nossa pregao e v a nossa f. Somos ...falsas testemunhas de Deus, mas de fato Cristo ressurgiu dentre os mortos e a primcias dos que dormem (mortos) (1 Cor 15:13-20; ver tambm 15:50-55).

    A promessa de Deus (e impossvel que Deus minta (Hb 6:18; Tit 1:2) que os justos, isto , os que aceitam a morte de Jesus, como sa-crifcio pelos seus pecados, que estiverem mortos, ou-viro a voz de Deus e sairo dos tmulos com um corpo incorruptvel, ou seja, sem doenas, sem defeitos fsicos e morais, imortal, glorioso, para viver com todos os san-tos pelos quais Cristo deu Sua vida. Voc cr nisto?

    Entre em contato com o autor: vendramim1936@gmail.com ou fi nanceiro@osemanario.com.br

    Festivamente, comemo-rou-se ontem em todo o Brasil, a data Magna da sua Independncia, h 193 anos, desvinculando-o de niti-vamente dos laos que; na qualidade de colnia, o pren-diam a Portugal.

    Como nada acontece an-tes, depois ou por acaso, tam-bm para que fosse alcanado essa vitria, apesar de gran-des lutas, sempre presente, necessria e ben ca atuao junto D. Pedro ento Prn-cipe Regente, atravs do Con-selho de Estado, constitudo e liderado por sua esposa Dona Leopoldina , Jos Bonifcio de Andrade e Silva, Martim Francisco, Gonalves Ledo e Clemente Pereira (tambm maons e abolicionistas) a 02 de Setembro aclamavam-no Imperador.

    Para no entrarmos em muitos detalhes, citaremos a causa da decisiva atitude do acima citado. Em ns de Agosto chegaram ao Brasil, notcias das ltimas decises das Cortes lisboetas, redu-zindo o Prncipe a seu dele-gado temporrio, com secre-trios de Estado nomeados em Portugal e autoridade circunscrita apenas s pro-

    vncias em que se exercita de forma efetiva. Como Dom Pedro se aps passagem por Santos, se dirigindo So Paulo, ainda as margens do riacho Ipiranga, das mos de exmio cavaleiro, valendo-se de velozes cavalos subs-titudos periodicamente, a urgentssima mensagem re-digida por Jos Bonifcio e assinado por Dona Leopol-dina: - Aps a leitura, res-posta do Prncipe foi dada naquele decisivo momento em que; desembainhando e elevando a espada lanou o grito: - Independncia ou Morte! No que acompa-nhado no gesto e fala pela sua comitiva, cando assim, a partir de ento, destitu-dos todos os vnculos com Portugal, formalizando-se a nos