franz bardon - 2 - a prática da evocação mágica

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Retirado do livro guide to magical evocation Franz Bardon. ========================================= Magia Magia a mais elevada cincia existente em nosso planeta, pois ensina o metafsico assim como as leis metafsicas validas em todos planos. Esta cincia tem sido chamada magia desde que os registros humanos comearam, mas isto tem sido reservado crculos especiais, principalmente compostos de altos-sacerdotes e altos governantes. Eles somente conheciam a verdade mas mantinham-la secreta. Eles no somente estavam completamente cientes com a sntese de sua prpria religio mas tambm de todas outras. O povo, por outro lado, era ensinado sobre religio somente atravs de smbolos. Levou muitos sculos at que fragmentos escassos desta cincia eram tambm feitos conhecidos pela humanidade de um modo velado, como era entendido. Devido que a maioria das pessoas no passaram por qualquer treinamento nestas organizaes, eles podiam somente entender estes fragmentos de seu ponto de vista individual e , em consequncia, passar seu conhecimento incompleto e unilateral. Este o motivo pelo qual a cincia mgica foi, sem exagero, permanecendo uma cincia secreta at esta data. O verdadeiro entendimento destas leis mgicas depende da maturidade espiritual do indivduo. Para alcanar esta maturidade um certo prtreinamento absolutamente necessrio. O leitor ir consequentemente achar natural que ele deva ser totalmente familar com a primeira carta de tar, ao menos at o passo 8, se ele deseja ter mais sucesso positivo em sua prtica da alta magia. No h milagres como tal, consequentemente no h nada sobrenatural. Os fatos e efeitos permanecem obscuros porque as pessoas no so capazes de percebe-los de primeira mo. Magia a cincia que ensina a aplicao prtica das leis mais baixas da natureza at as mais altas leis do esprito. A pessoa que tem a inteno de aprender sobre magia deve primeiro aprender a entender o funcionamento das leis mais baixas da natureza de modo a conceber as leis baseadas nela e finalmente (nt: conceber) as leis mais elevadas. Dependendo do nvel que o leitor tiver alcanado ou das leis com que ele est lidando no momento, ele pode, para obter uma melhor pesquisa, separar a cincia mgica em trs grupos; ou seja, na cincia mgica inferior, a qual comprende nas leis da natureza e seu trabalho, funcionando e controlando que pode, se voc desejar, ser chamada de cincia mgica natural. Adiante, no estgio intermedirio de magia compreendendo a operao, funcionamento e controle das leis universais dentro do homem, o que o microcosmo, o pequeno mundo; e finalmente na alta cincia mgica compreendendo a operao, o funcionamento e o controle das leis do macrocosmo, i.e. de todo o universo. Eu j mencionei algumas vezes no meu primeiro livro a analogia pela qual a baixa, intermediria e alta cincia mgica esto conectadas e tambm dei uma completa descrio da operao e funcionamento destes poderes. A cincia mgica pode ser comparada com o sistema escolar: Baixa magia assunto das classes elementares; magia intermediria, a magia do homem, ensinada nas escolas secundrias ou tcnicas(nt:preparatrias); e a alta magia discursada na universidade.

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Mas de acordo com a tbua hermtica, o axioma universal vlido para a magia "como acima, assim embaixo" e vice-versa, , falando restritamente, no correto falar em baixa, intermediria e alta magia. H realmente uma nica magia, e o grau de maturidade com o qual o mago em questo chegou a medida para seu desenvolvimento individual. As leis universais, no importa se aplicadas com ms ou boas intenes, sempre permanecem as mesmas. A aplicao de uma lei depende do carter e das intenes do indivduo. Se o mago usa seus poderes para bons propsitos, ele pode escolher para s a expresso "magia branca"; Se ele usa suas faculdades para maus propsitos ele pode falar sobre "magia negra"; mas no importando se as aes de um mago so moralmente boas ou ms, elas so trazidas a tona pelas exatas mesmas leis. O leitor sensvel ir sem dvida ter certeza de que no h uma magia branca ou negra. Esta diferenciao tem sido trazida ao uso comum por faces misticas e religiosas, j que eles chamam uma pessoa que eles no gostam de mago negro. Para dar a voc uma comparao estridente, s pense no fato de que seria igualmente insensvel do ponto de vista universal dizer, por exemplo, que a noite m e o dia bom. Uma no pode existir sem a outra e ambos polos tiveram que vir existncia quando o macrocosmo e o microcosmo foram criados, de modo a fazer um diferir do outro. Deus, o criador do universo, no criou nada sujo ou mau. Isto no quer dizer que o homem deva fazer o bem e o mal. A diferena entre as duas existe para permitir ao homem descobrir a verdade dos opostos e tornar-se mestre dela. O verdadeiro mago no ir consequentemente nunca subestimar o negativo, mas tambm no o evitar. Ele ir sembre permitir o negativo tome o lugar devido a ele, e o negativo deve ser to til quanto o positivo. Para concluir, o mago nunca considera as foras negativas como ms foras. Ele ir olhar o bem e o mal no de um ponto de vista religioso, mas de um ponto de vista universal. Magia comumente tomada por engano como feitiaria ou bruxaria; Eu cosequentemente devo explicar brevemente a diferena entre magia e feitiaria. O verdadeiro mago sempre adere s leis universais, ele sabe sobre suas causas e efeitos e deliberadamente usa estes poderes, aonde um feiticeiro usa poderes cuja origem ele no conhece, embora ele esteja completamente ciente das consequncias resultantes devido sua utilizao destes poderes; mas ele no tem idia sobre as reais conexes porque ele no tem conhecimento das leis universais. Ele pode conhecer uma ou duas leis e ter um conhecimento parcial delas, mas ele no ve as verdadeiras conexes entre a operao, desenvolvimento e funcionamento destas leis universais, assim como ele no alcanou a maturidade necessria. O verdadeiro mago, por outro lado, no desejando ser classificado como um feiticeiro, nunca far nada sem ter completo conhecimento sobre o que est fazendo. Um feiticeiro, tambm, pode usar isto ou aquilo que est fora de seu conhecimento da magia com boas ou ms intees, no se importando se usa poderes positivos ou negativos. Mas ele no tem o direito de chamar a si de mago. Um charlato uma pessoa que tenta enganar outras pessoas. Ele no um feiticeiro nem um mago. Ele realmente , para usar termos comuns, um fraudador. Charlates gostam de glorificar-se sobre suas elevadas faculdades

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mgicas, as quais, em verdade, eles no possuem, e tentam cercar a s prprios com um vu de segredo mstico de modo a esconder a sua ignorncia. esta categoria de pessoas que so responsveis pelo mau nome que a verdadeira cincia magica obteve. As caractersticas de um verdadeiro mago no so o segredo nem a pompa externa, bem o contrrio. Ele modesto e sempre est tentando auxiliar pessoas e explicar s pessoas maduras os segredos da magia. Naturalmente, ele no dar seus segredos para pessoas ainda no maduras para eles, de modo a evitar a degradao da cincia mgica. Nunca ir o verdadeiro mago demonstrar seu conhecimento da cincia mgica pelo seu comportamento externo. Um verdadeiro mago dificilmente diferente de um cidado comum, pois ele sempre tenta adaptar a si mesmo qualquer outra pessoa, qualquer situao ou ocasio. Sua autoridade mgica interna e no necessita de explendor externo. H ainda outra variao inferior da magia a ser mencionada, pois frequentemente tomada por engano como magia verdadeira, mas no tem nada a ver com a ltima. Eu digo a assim chamada arte do ilusionismo. A habilidade manual do ilusionista e sua capacidade de causar impresses ilusrias nas pessoas que o assistem o torna apto a copiar alguns fenmenos que o mago genuno traz tona pela aplicao das leis universais. O fato que sempre ilusionistas usam a palavra magia para seus truques suporta novamente a evidncia do significado inferior qual ela afundou. No intencionado dar ao leitor qualquer detalhe de truques de ilusionismo ou truques de palco. , entretanto, um fato que o ilusionista no um feiticeiro nem um mago, mesmo pensando que ele possa dar a s mesmo os nomes mais promissores devido sua grande habilidade manual. Neste livro uma sntese ser dada do campo da cincia mgica a qual at nossa era moderna nunca foi revelada: a magia da evocao, desde que este o campo de magia que mais dificil de entender. Da mais antiga era da antiguidade at nossos tempos modernos centenas de livros tem sido publicados os quais contm instrues para a invocao de seres, para concluir pactos com o demnio, e assim por diante. Mas nenhum destes livros foi capaz de comunicar aos seus leitores o conhecimento autntico, nem de assegura-los sucesso na aplicao prtica do ensino, embora tenha acontecido algumas vezes que certos indivduos, devido a sua disposio herdada e sua maturidade, tem tido sucesso. O mago autntico que quer ficar longe dos problemas da evocao mgica no necessita temer ter apenas sucesso parcial ou nenhum sucesso de qualquer modo. Ele logo ir convencer-se que com a sntese da magia da evocao dada aqui ele estar capacitado a levar adiante uma evocao com sucesso. As outras categorias de magia, como por exemplo a magia das mmias, magia da simpatia, encantamentos atravs de meios simpticos no sero tratadas neste livro, pois estes campos sero facilmente explorados pelo mago por s prprio, devendo ele estar interessado neles. Instrues neste respeito podem ser encontradas nos livros comuns lidando com tais assuntos. Os auxiliares magia Pressuposto que um mago genuno apto a levar adiante tudo por seus prprios poderes, os quais ele ganhou como resultado de sua maturidade expiritual durante seu desenvolvimento nos caminhos da magia, recai sobre ele avaliar por s s a Magia Cerimonial e fazer uso dela e de seus auxiliares contanto que ele assim goste.

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A vantagem que a Magia Cerimonial oferece que pelo repetido e constante uso de um mesmo instrumento resultados podem ser alcanados sem o uso da fora pessoal do mago. A Magi