filósofos brasileiros

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GRANDES FILSOFOS BRASILEIROS

Neste espao esto reunidos grandes Filsofos Brasileiros e algumas de suas expressivas obras e idias.

Boa leitura.

ANTNIO CARVALHO FILHO Antnio Carvalho Filho, mais conhecido como Antnio Carvalho (Lavras, 21 de maro de 1946 17 de maio de 2008) foi um radialista, jornalista e filsofo brasileiro. Desde de cedo Carvalho j se interesseva por Direito, mas a rea em que mais conseguiu o carinho de seus ouvintes foram com suas "Palavras de Reflexo", nos ltimos anos de sua vida, quando reunia condies fsicas para cuidar de seus programas, Antnio Carvalho sempre aconselhava seus ouvintes com rara sabedoria e forma de expresso, costumava dizer que os seres humanos tinham muito o que evoluir, tanto psicologicamente quanto at mesmo fisicamente, tambm comentava sobre Astrologia e religies, e pregrava que independente de sua crena, voc deve ser uma pessoa mais evoluda possvel. Carvalho era integrante da Sociedade Brasileira de Eubiose, onde se busca formas de viver em paz com a Humanidade e a Natureza, tambm integrava a Assosiao Sub-Secreta da Maonaria e tambm trabalhava em suas filosofias. Uma de suas filosofias mais marcantes era de que, quando falecermos, iramos depositar todas as nossas experincias em vida em nossa alma para retornarmos, tambm dizia em tom de brincadeira que as pessoas criminosas eram as que tinham reencarnado poucas vezes ainda. Antnio Carvalho Filho faleceu no dia 17 de Maio de 2008, deixando uma esposa e dois filhos.

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LVARO VIEIRA PINTO

lvaro Vieira Pinto nasceu em Campos (Rio de Janeiro, Brasil), no dia 11 de novembro de 1909. lvaro Vieira Pinto faleceu no Rio de Janeiro no dia 11 de junho de 1987. Principais obras Sete lies sobre educao de adultos. O Conceito de Tecnologia. (2 Vol.) A Questo da Universidade. Cincia e Existncia.

ANTNIO CCERO

Antonio Cicero Correa Lima filsofo e escritor brasileiro. Livros de que autor Ensaios

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(Rio de Janeiro, 1945) compositor, poeta,

O mundo desde o fim. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1995. Finalidades sem fim. Ensaios sobre poesia e arte. So Paulo: Companhia das Letras, 2005. Poesia (tambm publicadas em Portugal) Guardar. Rio de Janeiro: Record, 1996 e Vila Nova do Famalico: Quase, 2002. A cidade e os livros. Rio de Janeiro, Record, 2002 e Vila Nova do Famalico: Quase, 2006

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Livros que concebeu e organizou O relativismo enquanto viso do mundo (em colaborao com Waly Salomo), Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1994. MORAES, Vincius de. Nova antologia potica (em colaborao com Eucana Ferraz), So Paulo: Companhia das Letras, 2003.

APOLINRIO PORTO-ALEGRE

Apolinrio Jos Gomes Porto-Alegre (Rio Grande, 29 de agosto de 1844 Porto Alegre, 23 de maro de 1904) foi um escritor, historigrafo, filsofo, poeta e jornalista brasileiro. considerado um dos mais importantes autores nascidos no estado do Rio Grande do Sul. Juntamente com um grupo de republicanos e liberais funda, no dia 18 de junho do ano de 1868, na cidade de Porto Alegre, a Sociedade Prtenon Literrio, de carter romntico e regionalista. A Sociedade comeou a publicar, em 1869, um peridico intitulado "Revista Mensal". O peridico teve vrias interrupes e vrios nomes. So eles: Revista Mensal; Revista do Prtenon Literrio; Revista Contempornea. Foi neste peridico que Apolinrio Porto-Alegre comeou a publicar seus primeiros trabalhos, como romances, contos, crticas, poesias, peas de teatro, etc. A Sociedade durou at o ano de 1880.

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Murmrios do Guaba Um grupo de autores resolvem abandonar a Sociedade Prtenon Literrio, por volta do ano de 1870. Eles decidem, ento, criar um novo peridico intitulado Murmrios do Guaba. O foco da publicao era o Rio Grande do Sul, mais especificamente, suas histria, tradies, literatura, msica, entre outros. Apolinrio inicia, ento, a colaborar com os textos presentes no Murmrios do Guaba, rompendo com o Prtenon Literrio. Durante este perodo escrevendo, Apolinrio, muitas vezes, assumiu os pseudnimos de Iriema ou Bocaccio. Colaborou com o jornal A Imprensa, o primeiro jornal republicano dirio do estado, fundado por seu irmo Apeles. Durante a Exposio Brasileira-Allem criticou duramente a Carlos von Koseritz pelo modo que a exposio foi conduzida. O escritor ainda escreveria para vrias revistas e jornais. Destacam-se: A Reforma; A Democracia; A Federao; Gazeta de Porto Alegre; Jornal do Commercio; O Guarani; O Industrial. Viso e atuao poltica Apolinrio Porto-Alegre era entusiasta da repblica. Fundou o Club Republicano, convidando amigos, conhecidos e pessoas em geral, que dividissem os mesmos ideais. No entanto, desentendimentos internos fizeram com que ele abandonasse o clube, fundando logo depois a Unio Nacional, com o apoio do Partido Liberal. Tempos depois, a Unio Nacional mudou o seu nome para Partido Federalista.

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No ano de 1889, aps a proclamao da repblica no Brasil, Apolinrio PortoAlegre se alia Silveira Martins que lutava contra o governo do marechal Deodoro da Fonseca. Mudanas e refgios Abalado com a morte de uma filha, Amrica, de 12 anos de idade, em 1891, e de sua mulher Elisa Gama quatro meses depois, com quem era casado desde 1874 e teve 8 filhos, o escritor muda-se para Casa Branca ( onde se dizia ter funcionado o quartelgeneral e hospital dos farrapos durante o cerco que mantiveram cidade) . Aps o contra-golpe vitorioso de Jlio de Castilhos em junho de 1892, foi preso em 4 de julho junto com outros opositores e libertado alguns dias depois. No jornal A Reforma iniciou virulenta campanha contra o governo. No entanto, teve que se refugiar em Santa Catarina e em Montevidu, devido as perseguies impostas pela Revoluo Federalista de 1893. Retornou ao Rio Grande do Sul com a pacificao de 1895, onde continuou a trabalhar como jornalista. Enfrentando problemas financeiros extremos, faleceu no ano de 1904, na Santa Casa de Misericrdia de Porto Alegre, vtima de tuberculose. Obra A obra de Apolinrio Porto-Alegre possui como caractersticas o regionalismo e o romantismo. O Rio Grande do Sul a temtica de vrias publicaes, sendo sua principal O Vaqueano, de 1872. Alguns crticos afirmam que a obra foi inspirado no livro O Gacho, de Jos de Alencar. Conto Paisagens (1874) Historiografia Histria da Revoluo de 1935

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Poesia Poesias bromlias (com o pseudnimo de Iriema) (1874) Cabila (1874) Flores da morte (pstumo) (1904) Romance Os palmares (1869) O vaqueano (1872) Feitio de uns beijos (1873) Lulucha (publicano na revista O Guarani) (1874) Crioulo do pastoreio (1875) Teatro Cham e Jaf (drama) (1868) Benedito (comdia) (1872) Sensitiva (drama) (1873) Mulheres! (comdia) (1873) Jovita (colaborao de Menezes Paredes) Contribuies Dicionrio, de Caldas Aulete Dicionrio de vocbulos brasileiros, de Beaurepaire-Rohan Razes do portugus falado no Brasil Vocabulrio sul-riograndense, de Romaguera Correia

ARSNIO PALCIO Arsnio Palcio foi um anarquista nascido no Brasil. Era poeta, filsofo e escritor. Foi o principal responsvel pela publicao das revistas anarquistas cratas,

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Arte e Vida e Phrometeu, com redao na cidade de So Paulo nas dcadas de 1910 e 1920.

AUTERIVES MACIEL JNIOR

Auterives Maciel Jnior (Vitria da Conquista, 18 de Janeiro de 1965) um filsofo e professor brasileiro. Bibliografia Os Pr-Socrticos - A inveno da Razo, Odysseus, Rio de Janeiro, (ISBN 85-88023-20-2), 2003 - (Release da obra). A Questo da Interpretao no Sculo XX: Nietzsche, Freud e Heidegger, in: A Psicanlise e o Pensamento Moderno, apres. HERZOG, Regina, UFRJ, Rio de Janeiro, 2000 (Release). Polifonias - clnica, poltica e criao, Org. (et allii), Rio de Janeiro, 2005.

BENEDITO NUNES

Benedito Jos Viana da Costa Nunes (Belm, 21 de novembro de 1929) um filsofo e escritor brasileiro. Obras O drama da linguagem - Uma leitura de Clarice Lispector, 1989; O tempo na narrativa, 1988; Introduo Filosofia da Arte, 1989; O Dorso do Tigre (Coleo Debates - ensaios literrios e filosficos), 1969; Joo Cabral de Melo Neto (Coleo Poetas Modernos do Brasil), 1974;

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BENTO PRADO JNIOR

Bento Prado de Almeida Ferraz Jnior, conhecido como Bento Prado, ou Prado Jr. (Ja, 21 de agosto de 1937 So Carlos, 12 de janeiro de 2007), foi professor de Filosofia na Universidade de So Paulo, posteriormente, na Universidade Federal de So Carlos, filsofo, escritor, professor, crtico literrio, tradutor e poeta brasileiro. tido, por muitos, como um dos maiores ensastas da filosofia brasileira. Em 1985, publicou "Alguns Ensaios: Filosofia, Literatura e Psicanlise", obra com que comeou a se destacar como escritor. Foi colaborador da Unicamp, a Unesp e a PUC e professor emrito da USP Cassao, exlio, retorno Foi aposentado compulsoriamente pela ditadura militar em abril de 1969, na ao conduzida pelo ento ministro da Justia, Gama e Silva, na verdade reitor licenciado da universidade, contra seus prprios colegas, inclusive o vice-reitor em exerccio, Hlio Loureno. Bento Prado Jr. foi cassado juntamente com seu colega Jos Arthur Giannotti e autoexilou-se na Frana, de onde somente retornou no final dos anos 70, para lecionar, primeiro na Pontifcia Universidade Catlica de So Paulo e depois na UFSCar, onde se tornou titular. Suas obras "Presena e Campo Transcendental: Conscincia e Negatividade na Filosofia de Bergson", Edusp, 1989 "Filosofia da Psicanlise", Brasiliense, 1991 "Alguns Ensaios", Paz e Terra, 2000 "Erro, Iluso, Loucura" Editora 34, 2004 "A retrica de Rousseau e outros ensaios", organizado por FRANKLIN DE MATTOS, COSAC NAIFY, 2008

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CAIO PRADO JNIOR

Caio da Silva Prado Jnior (So Paulo, 11 de fevereiro de 1907 So Paulo, 23 de novembro de 1990) foi um historiador, gegrafo, escritor, poltico e editor brasileiro. As suas obras inauguraram, no pas, uma tradio historiogrfica identificada com o marxismo, buscando uma explicao diferenciada da sociedade colonial brasileira. Publicou, em 193