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  • Andr Montillo UVA

  • Leses Traumticas do Membro Superior

    Leses do Ombro e Brao Leses do Cotovelo e Antebrao Leses do Punho e Mo

  • Leses do Cotovelo

    Fratura Distal do mero Fratura da Cabea do Rdio Fratura do Olecrneo Fratura do Processo Coronide da Ulna Fratura Supracondiliana de mero na Criana

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Introduo: O tratamento um desafio na prtica traumatolgica O domnio tcnico fundamental A capacidade de anlise das situaes que envolvem esta fratura talvez o mais importante A anlise radiolgica secundria uma fratura com extremo potencial de gravidade, com grande risco de comprometer o membro superior A Propedutica Fundamental: Anamnese, Exame Fsico e Raio X Entretanto o Mais Fundamental a Anamnese:

    o Quando foi o acidente? o Como foi o acidente? Queda de altura: Qual a altura? o Em que posio estava o membro superior na hora do impacto? o O contato no solo foi com a mo espalmada ou com o cotovelo direto no cho? o Foi acidente de automvel ou queda de bicicleta

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Introduo: Com a Anamnese podemos estimar a quantidade de energia cintica envolvida no trauma do membro fraturado e conseqentemente o grau de edema que se instalar no cotovelo nas prximas horas A principal complicao a Sndrome Compartimental e a Isquemia de Volkmann A prioridade no tratamento das fraturas supracondilianas na criana evitar a evoluo da Sndrome Compartimental: uma Urgncia e Precede o prprio tratamento definitivo da fratura Deve-se eliminar Urgentemente a Angulao dos Vasos Sanguneos e Manter o cotovelo em flexo no mximo de 40, podendo ser necessrio a trao esqueltica A avaliao funcional Vascular Fundamental: Pulso Radial e Enchimento Capilar Perifrico A avaliao Neurolgica: Nervos Radial, Ulnar e Mediano: anlise sempre feita antes de qualquer Procedimento (Questo tica)

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Histria e Evoluo do Tratamento: A descoberta do Raio X (1895) modificou a anlise desta fratura Inicialmente o tratamento era apenas em anlise clnica e necropsia Com o Raio X aprimorou-se as Redues Incruentas Melhores formas de imobilizar o cotovelo mantendo a Reduo da Fratura, corrigindo os desvios do fragmento distal da fratura Melhor avaliao dos desvios Angulares e Rotacionais Os desvios rotacionais devem ser bem analisados:

    o Desvio Medial (Varo): Mais freqente o Desvio Lateral (Valgo)

    Os desvios Rotacionais No so corrigidos pela Lei de Wolf, portanto, podem evoluir par Consolidao Viciosa: Cbito Varo o mais freqente A melhor posio para manter a Reduo da Fratura com o cotovelo em Hiperflexo, mas Aumenta o Risco de Evoluir a Sndrome Compartimental Aps estas anlises iniciou a introduo da Fixao Percutnea, com melhores resultados e maior preveno da Sndrome Compartimental

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Incidncia: a fratura que ocorre no ponto mais frgil do mero distal: entre a difise cilndrica e o macio articular (cndilos umerais), uma regio chata como a lmina de uma espada No compromete a epfise distal do mero: no intra articular a fratura mais freqente no cotovelo da criana: 60% Nas primeiras dcadas de vida Meninos e Meninas: 2/1 Leso Neurolgica: 7,7%

    o Nervo Radial: 41% o Nervo Mediano: 36% o Nervo Ulnar: 23%

    Fraturas com Cotovelo Fletido/ Trauma Direto: 2%

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Mecanismos da Fratura: Trauma Indireto: queda com o cotovelo estendido, com a mo apoiada no solo

    o Determina Desvio Posterior do Fragmento Distal o O Fragmento Proximal Desvia Anteriormente, lesando o peristeo e o estojo de partes moles anteriores e mantendo ntegro o peristeo e o estojo de partes moles posteriores

    Trauma Direto: queda com o cotovelo fletido e a fora aplicada sobre o olcrano

    o Determina o Desvio Anterior da Fragmento Distal o O Fragmento Proximal Desvia Posteriormente, lesando o peristeo e o estojo de partes moles posteriores e mantendo ntegro o peristeo e o estojo de partes moles anterior

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Mecanismos da Fratura: Trauma Indireto: queda com o cotovelo estendido, com a mo apoiada no solo

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Mecanismos da Fratura: Trauma Direto: queda com o cotovelo fletido e a fora aplicada sobre o olcrano

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Classificao: Gartland Fratura Sem Desvio Fratura Com Desvio Mnimo Fratura Com Desvio Total Direo do Desvio:

    o Posterior: 90% o Anterior: 1% o Medial: 75% o Lateral: 25%

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Classificao: Gartland

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Quadro Clnico: Dor Intensa no cotovelo Edema: Aumento do Volume Regional Deformidades: Angulares e Encurtamento: Tringulo Isscele Quanto maior for a energia cintica envolvida no trauma, maior ser o edema, o desvio dos fragmentos e mais grave ser a leso das partes moles, logo, leso mais grave com sinais clnicos mais evidentes e finalmente maior Risco de Evoluir para a Sndrome Compartimental A Evoluo do Edema tem relao direta com o Tempo de Evoluo do Acidente Com a Anlise da Energia Cintica envolvida com a Fratura e o Tempo decorrido do acidente, podemos presumir como evoluir a leso nas prximas 12 a 24 horas Portanto a ANAMNESE MUITO IMPORTANTE. Avaliao Neurovascular: Pode ocorrer no momento do trauma ou durante a manipulao do paciente

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Ao Inicial no Pronto Socorro:

    o Paciente sempre mantido em Jejum Completo o Anamnese Minuciosa o Exame Fsico Detalhado o Imobilizao Radiotransparente Provisria com o cotovelo em 45 o Estudo Radiolgico do Cotovelo em Ap / Perfil

    No Havendo Desvio da Fratura: o Retira-se a Imobilizao Provisria o Faz-se um Estudo Radiolgico Mais Apurado com Exames Comparativos o Tratamento Conservador: Inicialmente Tala gessada Axilo-palmar e posteriormente Aparelho Gessado Axilo-Palmar por 4 a 6 semanas

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Havendo Desvio da Fratura:

    o Conduz a criana ao Centro Cirrgico o Criana sob Narcose:

    Retira-se a Imobilizao Provisria Estudo Radiolgico Mais Detalhado Reduo Incruenta da Fratura:

    Trao pelo cotovelo fletido em 30, contra indicada a trao com cotovelo em extenso porque determina angulao da artria braquial e nervo mediano Manipula a fratura corrigindo o desvio rotacional Manipula a fratura corrigindo o desvio posterior: que ser mantida com a flexo progressiva do cotovelo(90/100/120: utiliza-se as estruturas posteriores ntegras (tendo do Trceps Braquial e peristeo) com estabilizadores da reduo

    Controle Clnico Detalhado da Reduo: Presena do Tringulo Isscele de Lyman Smith, onde a base do tringulo perpendicular a difise do mero Controle Radiolgico Detalhado: ngulo de Baumann: este ngulo determinado comparado com o cotovelo contralateral

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Havendo Desvio da Fratura:

    o A Reduo estando perfeita: correo dos desvios rotacional e angular: Clinicamente e Radiolgicamente o Para manter esta Reduo necessrio que o cotovelo permanea em flexo de 120 mas nesta situao h grande risco de evoluir a Sndrome Compartimental o Faz-se ento a Fixao da Fratura com Fios Percutneos: So utilizados fios de Kirschner Cruxados atravs dos epicndilos o Com a Fratura fixada pode-se colocar o cotovelo em flexo de 30 e imobilizado com tala gessada axilo-palmar o Estes procedimentos diminui muito o Risco de Evoluir uma Sndrome Compartimental o Aps a Cirurgia se ainda houver risco de Evoluir a Sndrome Compartimental estar indicado a Fasciotomia dos compartimentos anterior e lateral do antebrao

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento:

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento:

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Tringulo Isscele de Lyman Smith

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: ngulo de Baumann

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: ngulo de Baumann

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: ngulo Epidiafisrio

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Fixao Percutnea

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Fixao Percutnea

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Fixao Per-Cutnea

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Havendo Desvio da Fratura e Sem Condies Clnicas para Narcose :

    o Conduz a criana ao Centro Cirrgico o Anestesia Local: Deve-se retirar uma quantidade do hematoma fraturrio maior que a quantidade de anestsico introduzido na regio do cotovelo, para no aumentar a presso hidrosttica Compartimental o Faz-se uma Trao Suave do fragmento distal, desfazendo a angulao e compresso vascular o Imobiliza-se o cotovelo em 30 de flexo o Aguarda no quarto, com membro superior elevado e mobilizando os dedos para ativar o retorno venoso o Quando a criana apresentar condies clnicas para a Narcose ento conduzida ao Centra Cirrgico

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Havendo Desvio da Fratura e Presena de Importante Edema:

    o Neste caso a manipulao fechada muito difcil o H grande risco de evoluir a Sndrome Compartimental e a Isquemia de Volkmann o Pr operatrio:

    Mantm a criana na Trao Esqueltica olecraneana com o brao ao Znite E controle Permanente das Funes Vasculares e se Possvel Medir a Presso intra compartimental no antebrao

    o Melhora do Quadro Clnico realiza-se o procedimento cirrgico

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Havendo Desvio da Fratura e Presena de Importante Edema:

    o Mantm a criana na Trao Esqueltica olecraneana com o brao ao Znite

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Tratamento: Havendo Desvio da Fratura:

    o Se No Houver Condies Clnicas Para a Reduo Incruenta e Fixao Percutnea, estar indicado a Reduo Cruenta (Aberta) e Fixao com Fios Cruzados.

    Ps Operatrio: Reduo Fechada ou Aberta o Controle Radiolgica Peridico o Troca da Tala Gessada Peridica com Limpeza dos Fios Percutneos o Retira-se a Imobilizao em 4 a 6 semanas o Retira-se os Fios Percutneos em 8 semanas o No est indicada a Fisioterapia o A Recuperao Funcional do Cotovelo Lenta e Progressiva com mobilidade ativa do cotovelo da criana dentro de seus prprios limites

  • Leses do Cotovelo Fratura Supracondiliana na Criana

    Complicaes: Sndrome Compartimental e Isquemia de Volkmann Leses Neurovasculares: Artria Braquial Calcificaes Heterotpicas: Fisioterapia Passiva Dficit na Mobilidade Articular Consolidao Viciosa: Cbito Varo

  • Leses do Antebrao

    Fratura da Difise do Rdio e Ulna Fratura/Luxao de Galliaze Fratura/Luxao de Monteggia

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Introduo: O principal objetivo do tratamento das fraturas das difises dos ossos do antebrao a manuteno do movimento de prono-supinao, quesito fundamental para o uso pleno das funes das mos Representa 10 a 14% de todas as fraturas Na anlise da anatomia dos ossos do antebrao conclumos que o Tratamento das fraturas dos ossos do antebrao segue os mesmos critrios do tratamento das fraturas articulares

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Anatomia: Os Ossos do Antebrao se articulam proximalmente com o mero na articulao do cotovelo e se articulam distalmente com a 1 fileira dos ossos do carpo no punho Entre a Difise do Rdio e a Difise da Ulna encontra-se a membrana interssea O Radio e a Ulna se Articulam entre Eles:

    o Articulao Radioulnar Proximal o Articulao Radioulnar Distal

    As Articulaes Radioulnares Proximal e Distal determinam o Movimento de Prono-supinao, com o Rdio girando sobre um eixo fixo formado pela Ulna

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Anatomia:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Anatomia:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Biomecnica:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Biomecnica:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Anlises Teraputicas: Como existe um movimento entre as difises do rdio e da ulna fundamental no tratamento restaurar o comprimento dos ossos, as correes das deformidades angulares e rotacionais Prevenir a formao de calo sseo atravs da membrana interssea que pode originar uma ponte ssea fixa (Sinostose) bloqueando a prono-supinao do antebrao Portanto para estes objetivos fundamental no tratamento uma reduo anatmica da fratura associada uma fixao interna rgida e compressiva, permitido assim, uma mobilidade ps operatria imediata, visando uma recuperao funcional mais rpida e completa

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Classificao: AO- ASIF Baseada apenas na Observao Radiolgica:

    o Tipo A (1,2 e3): Fratura do Rdio e/ou Ulna com trao simples o Tipo B (1,2 e 3): Fraturas do Rdio e/ou Ulna apresentando um fragmento em asa de borboleta o Tipo C (1,2 e 3): Fratura de Rdio e/ou Ulna cominutiva ou segmentar

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Classificao: AO- ASIF Baseada apenas na Observao Radiolgica:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Classificao: Para a Anlise da Fratura, outros aspectos so Importantes:

    o Localizao: Difise Proximal, Mdia ou Distal o Comprometimento Articular: cotovelo ou punho o Comprometimento das Partes Moles: fratura exposta

    Em uma Anlise mais Completa descreve-se Fraturas Clssicas dos ossos do antebrao associadas com leses ligamentares no punho e cotovelo, nestes casos utiliza-se Epnimos:

    o Fratura/Luxao de Galeazzi o Fratura/Luxao de Monteggia

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Fraturas/Luxaes Clssicas dos Ossos do Antebrao: Fratura/Luxao de Galeazzi:

    o a fratura de rdio em qualquer nvel da difise e fratura do rdio e ulna associada a leso da articulao radioulnar distal com luxao da ulna o A incidncia de 3 a 6% o Sinais Radiolgicos:

    Fratura na base da estilide da ulna Aumento do espao articular radioulnar distal no Raio X em Ap Luxao da Ulna distal no Raio X em Perfil Encurtamento do Rdio maior que

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Fraturas/Luxaes Clssicas dos Ossos do Antebrao: Fratura/Luxao de Galeazzi:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Fraturas/Luxaes Clssicas dos Ossos do Antebrao: Fratura/Luxao de Monteggia:

    o a fratura da Difise Proximal da Ulna associada a Luxaoda Cabea do Rdio com ou sem fratura da Cabea do Rdio o A incidncia de 1 a 2% o Sinais Radiolgicos: Classificao de Bado

    Uma linha Traada no Eixo Diafisrio do Rdio SEMPRE Cruzar o Centro de Rotao do Capitelo, em qualquer angulao do cotovelo e em qualquer projeo radiolgica

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Fraturas/Luxaes Clssicas dos Ossos do Antebrao: Fratura/Luxao de Monteggia:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Avaliao do Paciente: Geralmente so determinadas por Trauma de Alta Energia Cintica Geralmente Trauma Direto e em acidentes de automvel Podem esta Associadas outras Leses: Politraumatizado Deve-se Sempre Avaliar a integridade das Partes Moles, para diagnosticar a fratura exposta Avaliao Neurolgica: rara, sendo mais freqente na Fratura de Monteggia com leso do Nervo Intersseo Posterior Avaliao Vascular Dor e Edema Deformidades:

    o Quanto maior as Deformidades Angular ou Rotacional, Maior ser a probabilidade de perda da prono-supinao o Quanto Mais Prximo do 1/3 Mdio da Difise, Maior ser a probabilidade de perda da prono-supinao

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Avaliao do Paciente:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Estudo Radiolgico: Raio X de Antebrao: Ap e Perfil Raio X de Cotovelo: Ap e Perfil Raio X de Punho: Ap e Perfil

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Conservador:

    o Fraturas Sem Desvios o Desvios Angulares at 10 o Desvios Angulares Afastados do 1/3 Mdio da Difise

    Aparelho Gessado Axilo-palmar por 8 a 10 semanas

    Cirrgico: o o mais indicado na maioria das fraturas

    Reduo Anatmica Cruenta (Aberta) da Fratura Fixao Interna Rgida e Compressiva com Placa e Parafusos Fixador Externo nas Fraturas Exposta Grau III de Gustillo

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Cirrgico:

    o o mais indicado na maioria das fraturas Reduo Anatmica Cruenta (Aberta) da Fratura Fixao Interna Rgida e Compressiva com Placa e Parafusos

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Cirrgico:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Cirrgico:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Cirrgico:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Fraturas/Luxao de Galeazzi:

    o A Luxao Radioulnar Distal pode ser: Luxao da Ulna Dorsal: Mais Freqente Luxao da Ulna Volar

    o Reduo da Luxao da Ulna: o Dorsal: Reduo em Pronao o Volar: Reduo em Supinao

    o Quando suspeita-se da Instabilidade de Reduo da Ulna deve-se fixar a articulao Radioulnar Distal com um Fio de Kischner

    Fratura/Luxao de Monteggia: o indicado o tratamento cirrgico da fratura da difise proximal da ulna o Se na fixao cirrgica da Ulna No Ocorrer a Reduo Espontnea da Cabea do Rdio, estar indicado a Reduo Aberta com Reparao Ligamentar do Cotovelo e Estabilizao da Reduo da Luxao com Fio de Kischner

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Fraturas/Luxao de Galeazzi

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Fraturas/Luxao de Galeazzi

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Fraturas/Luxao de Galeazzi

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Fratura/Luxao de Monteggia:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Tratamento: Fratura/Luxao de Monteggia:

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Complicaes: Sinostose Rdio-ulnar: Bloqueio da Prono-supinao Pseudoartrose:

    o Hoje em dia e mais rara por reduo anatmica da fratura e utilizao do material de osteossntese que promove rigidez e compresso interfragmentar

    Infeco: o Mais Freqente nas Fraturas Expostas

  • Leses do Antebrao Fratura da Difise do Rdio e Ulna:

    Complicaes: Sinostose Rdio-ulnar: Bloqueio da Prono-supinao