23 naum, habacuque e sofonias

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  • 1. NAUM, HABACUQUE E SOFONIAS ESCOLA BBLICA VIRTUAL CLASSE: A BBLIA EM UM ANO PROF: FRANCISCO TUDELA PIBPENHA SP Jun/2015 ESTUDO 24 1

2. 2 3. 3 O Senhor muito paciente, mas o seu poder imenso; o Senhor no deixar impune o culpado. 1.3 4. Autor: O autor do livro se identifica como Naum (em hebraico "Consolador" ou "Confortador"), o elcosita (1.1). Elcs talvez fosse a mais tarde conhecida como Cafarnaum (que literalmente significa "aldeia de Naum") no mar da Galileia. 4 5. Data: Escrito entre 663 e 612 aC, pois menciona Tebas, no Egito, caindo aos assrios (663 aC) e citada no tempo passado (3.8). Trata de Jud livre e Israel destrudo. (ocorrera em 722 aC.) Profetizou a Jud durante os reinados de Manasss, Amom e Josias, poca de declnio do imprio Assrio e ascenso do imprio Babilnico. 5 6. Naum no escreveu este livro como uma advertncia ou "chamada ao arrependimento" para o povo de Nnive. Os ninivitas por ocasio das profecias de Jonas, 150 anos antes de Naum, haviam se arrependido, mas agora eram to maus, se no piores do que antes, haviam se tornado brutais em suas conquistas (entre outras atrocidades, penduravam os corpos de suas vtimas em postes e colocavam sua pele nas paredes das tendas). (3.1-4) Naum anunciou a queda da Assria, seu nico tema. 1.11 Asurbanipal foi o ltimo rei assrio (669 a 612 aC) 6 7. Capital do imprio assrio. Suas runas esto localizadas ao norte do Iraque. uma das cidades ps-diluvianas, fundada por Ninrode, descendente de Cuxe (Gn 10.8-11), 4500 a.C. O rei assrio, Senaqueribe (705 - 681 a.C), fortificou a cidade, garantindo assim seu apogeu como capital. Nos dias de Naum, Nnive era prspera e poderosa. Os assrios destruram Samaria no ano 722 aC, invadiram Jud e quase a conquistaram. 7 8. Em 612 a.C., os babilnios, os caldeus (nmades) e os medos invadiram Nnive e a destruram. Nabonassar derrubou seus muros, saqueou a cidade e ateou fogo no que restou. A invaso se deu por uma abertura nos muros da cidade devido inundao do rio Kusur e dos seus aquedutos.2.6 Havia um dito popular em Nnive que a destruio da cidade viria quando as guas invadissem a cidade, e foi o que aconteceu.1.8 Conta-se que o rei da Assria, que j estava um tanto brio, ao ver a inundao, parte dos muros destrudos e os inimigos avanando contra a cidade, subiu at a torre do palcio e ateou fogo nos seus eunucos, nas concubinas, em si prprio e no palcio. 1.10; 3.11a; 3.15a 2.4 No confunda carros de Naum com os da frmula um.8 9. I. O veredicto de Deus (do 1.2 ao 1.8 a letra inicial de cada verso segue o alfabeto hebraico). O zelo de Deus 1.2-6 A bondade de Deus 1.7 O julgamento de Nnive 1.8-14 A alegria de Jud 1.15 A vingana de Deus 2.1-13 A destruio de Nnive 2.1-12 A declarao do Senhor 2.13 II. A vitria de Deus Os pecados de Nnive 3.1-4 O cerco de Nnive 3.5-18 A celebrao sobre Nnive 3.19 9 10. Devemos reconhecer a existncia do mal neste mundo. Deus se ope a toda espcie de mal, e que apesar de longnimo, tem limites para com o pecado. Com Naum renovamos nossa viso: 1. Do poder soberano de Deus em um mundo controlado pela poltica de governos opressora. 2. De resistirmos tentao de viver no apenas pelas normas sociais mas pela Palavra de Deus. Um Deus de justia que julgar, num dia por vir, os violadores da lei divina. Lc 18.7-8 e Rm 12.19. 10 11. 11 12. 12 Habacuque significa abrao D um habacuque no seu amigo hoje. 13. Sabe-se apenas que foi profeta e que se chamava Habacuque (1.1; 3.1), seu nome no mencionado em outro livro da Bblia. Pela referncia que faz aos babilonios como nao cruel e impetuosa (1.6), alguns tm deduzido que profetizou num tempo prximo destruio de Nnive (612 a.C.). Foi contemporneo de Jeremias, Daniel e Ezequiel. 13 14. Contexto Histrico - Habacuque viveu num dos perodos mais crticos de Jud. Seu pas havia cado do auge das reformas de Josias para as profundezas do tratamento violento de seus cidados, com medidas opressoras contra o necessitado e a runa do sistema legal. O mundo localizado ao redor de Jud estava em guerra contra a Assria e Egito. 14 15. Esboo: 1. Dilogo entre Habacuque e Deus (1.12.4) a. Habacuque queixa-se da injustia (1.1-4) b. Resposta de Deus: Jud ser castigada (1.5-11) c. Intercesso de Habacuque (1.12-17) d. Resposta de Deus: o castigo vir, mas o justo viver pela f (2.1-5) 2. Cinco ais sobre os babilonios (2.6-20 3. Orao de Habacuque (3.1-19) 15 16. De 1.2 a 2.4 h uma espcie de dilogo com Deus. O profeta se queixa: At quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouas? 1.2 Habacuque se queixa : porque a sociedade est dominada pela maldade. 1.3 Deus lhe envia a resposta 1.6: a maldade ser castigada e que os babilnios sero o brao executor do castigo. Essa resposta deixa o profeta mais confuso, pois no entende como Deus pode corrigir um problema com gente que muito pior? por que, pois... te calas quando o mpio devora aquele que mais justo do que ele? (1.13). Onde est Deus nessa hora? Habacuque diz que que Deus to puro que no v o mal e que Deus no deve resolver as coisas assim. 1.13 16 17. 2.1 Habacuque em crise, busca Deus, faz duas queixas , no entende a resposta e fica aguardando. Habacuque no mostra descaso nem desprezo pela situao que v. Como ter f quando as perguntas ficam sem resposta? 2.4 A resposta de Deus ao mal e ao sofrimento do mundo: 2.4 os injustos, de Jud e dos mpios, recebero o juzo de Deus e o justo, pela sua f, viver (cf. Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38). O justo cre e age com fidelidade. 2.6,9,12,15,19 Lista a maldade e o juizo dos babilonios. Habacuque agora v Deus e faz uma orao, em forma de salmo, para cantar a glria do Senhor.3.1-13 3.16 Tranquilo esperarei o dia da desgraa que vir sobre o povo que nos ataca. 17 18. O JUSTO VIVER PELA F (2.4): verso citado 3 vezes no NT. As respostas de Deus: a) Castigar os perversos nos 5 seus ais b) Para o mal no mundo o justo deve colocar a mo na massa, no lugar de ficar reclamando. O justo pela suaO justo pela sua fidelidade que faz prosseguir a justia no mundo.fidelidade que faz prosseguir a justia no mundo. Rm 1.16,17 Paulo faz um comentrio e a explicao deste verso: a justificao pela f d a vida eterna. Gl 3.11 Paulo cita este verso para provar que a salvao no vem pela lei, mas pela f em Jesus. Hb 10.18Paulo usa o verso no sentido de que se deve manter a f at o fim para herdar a vida eterna. Como no futebol acreditou, isto , agiu conforme o que creu. 18 19. 19 20. Sofonias significa o Senhor esconde, era tataraneto do rei Ezequias, parente de Josias, portanto pertencia nobreza e tinha acesso ao palcio Profetizou durante o reinado de Josias (639-609 a.C.), o ltimo governante piedoso de Jud (1.1). Sua referncia a Jerusalm como este lugar (1.4), bem como a descrio minuciosa de sua topografia e de seus pecados, indicam que residia na cidade. Suas profecias tratam da justia do Senhor endereada a Jud e s naes mpias. 20 21. Contexto Histrico Aproximadamente 100 anos antes dessa profecia, o Reino do Norte (Israel) j havia sido destrudo pela Assria. O povo de Israel cativo fora espalhado para recolonizao das cidades conquistadas pelos Assrios. Sob o reinado de Manasss e do rei Amom, pai do rei Josias, os tributos deviam ser pagos para se evitar que a Assria os invadisse. Com esta aliana a Assria se imps sobre Jud afetando-a no apenas politicamente, mas tambm nas suas prticas religiosas e sociais. Por exemplo: proteooficial foi dada em Jud para as artes mgicas, adivinhadores e encantadores. 21 22. A religio astral se tornou to popular, que o rei Manasss , construiu altares para adorao do sol, lua , estrelas, signos do zodaco e todos os astros dos cu, entrada da Casa do Senhor (2 Rs 23.11).3.4 A adorao deusame da Assria se tornou uma prtica que envolvia todos os membros das famlias de Jud (Jr 7.18). medida que o jovem Josias foi tomando as rdeas do governo a ameaa assria foi diminuindo. Talvez a pregao de Sofonias tenha influenciado o rei Josias, inspirando-o em suas reformas. No ano de 630 a.C. Jeremias era um contemporneo mais jovem de Sofonias. 22 23. Propsitos Advertir Jud, e os povos vizinhos, do juzo divino iminente, aqui chamado de o grande dia do Senhor (1.14). Escreveu, tambm, para encorajar os fiis com a mensagem de que DEUS, um dia, haveria de restaurar o seu povo, Jud 23 24. 1. O dia da ira do Senhor (1.1-18) 2. Juzos contra as naes vizinhas (2.1-15) 3. O pecado de Jerusalm e a sua redeno (3.1-20) 24 25. Viso Panormica Sofonias anuncia um desastre de dimenses universais e destruir Jud por causa de seus pecados.1.2; 3.8 anunciado o grande Dia do Senhor (1.7,10,14), tema de interesse de outros profetas, como Ams (Am 5.18-20). Sofonias descreve este dia como sombrio. (1.8-13,15). Mas esse dia terrvel tambm por fim ao domnio da maldade sobre a terra e indiferena dos que pensam que Deus permanece alheio ao drama da existncia humana (1.12). 25 26. O sacrifcio e seus convidados. 1.7 Deus O Senhor preparou um sacrifcio, consagrou seus convidados. sacrifcio uma metfora usada pelos profetas para indicar o juzo (Is 34.6; Jr 46.10; Ez 39.17-20). O verbo hebraico para santificar qadash, cuja ideia separar, retirar do uso comum (Lv 10.10). Assim, os babilnios foram separados por Deus para a execuo da ira divina sobre o povo de Jud (1.15). 26 27. Sincretismo dos sacerdotes 1.4 Sofonias mostra o sincretismo da religio de Israel com o paganismo, os sacerdotes misturavam as religies. Sincretismo do povo Sabesmo a prtica dos Sabeus, o povo da rainha de Sab. Seu culto era a prtica de adivinhao e a astrologia. Jud envolveu-se nesse tipo de paganismo (2 Rs 23.5; Jr 8.2; 19.13). Moloque era o deus nacional dos amonitas (1 Rs 11.5-7). 1.5 Sofonias denunciou o povo por adorar a Jeov numa cerimnia junto com Moloque. 27 28. 1.8 O modismo do povo e a violncia dos prncipes No havia nada de errado em algum vestir a roupa do estrangeiro. O problema da vestidura estranha era o compromisso religioso de tal indumentria

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