UNIDADE I Formação acadêmica, ciência e conhecimento científico Prof. Wilson Alves de Paiva.

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> UNIDADE I Formao acadmica, cincia e conhecimento cientfico Prof. Wilson Alves de Paiva </li> <li> Slide 2 </li> <li> Universidade Universidade Conhecimentos especficos Conhecimentos especficos Formao profissional Formao profissional Formao crtica Formao crtica Trocas culturais Trocas culturais Trip Acadmico </li> <li> Slide 3 </li> <li> LDB, Lei 9.394/96 - Captulo V LDB, Lei 9.394/96 - Captulo V Da Educao Superior Da Educao Superior Art. 43: A educao superior tem por finalidade: I estimular a criao cultural e o desenvolvimento do esprito cientfico e do pensamento reflexivo; III incentivar o trabalho de pesquisa e investigao cientfica... IV Promover a divulgao de conhecimentos culturais, cientficos e tcnicos... Promover a extenso, aberta participao da populao, visando difuso das conquistas e benefcios resultantes da criao cultural e da pesquisa cientfica e tecnolgica geradas na instituio. Lei sobre ensino brasileiro a nvel universitrio </li> <li> Slide 4 </li> <li> Deficincias e vcios dos acadmicos Deficincias: Deficincias: Imaturidade cultural, psicolgica e lgicaImaturidade cultural, psicolgica e lgica Baixo nvel de leituraBaixo nvel de leitura Desinteresse por assuntos culturaisDesinteresse por assuntos culturais Vcios: Vcios: HeteronomiaHeteronomia Desinteresse e apatiaDesinteresse e apatia Busca por relao pessoalBusca por relao pessoal Paranoia por nota e frequnciaParanoia por nota e frequncia Decorar o assunto ou desenvolver tcnicas de colaDecorar o assunto ou desenvolver tcnicas de cola Descobrir os macetes que garantam passar na disciplinaDescobrir os macetes que garantam passar na disciplina </li> <li> Slide 5 </li> <li> Atitudes e comportamentos da postura acadmica: a) pontual no incio e trmino de aulas. a) pontual no incio e trmino de aulas. b) assduo. b) assduo. c) Participa dos trabalhos propostos. c) Participa dos trabalhos propostos. d) Dedica-se ao estudo e aprofundamento dos contedos. d) Dedica-se ao estudo e aprofundamento dos contedos. e) Colabora com o bom desenvolvimento das aulas. e) Colabora com o bom desenvolvimento das aulas. f) Participa nos grupos de trabalho. f) Participa nos grupos de trabalho. g) Apresenta seriedade na avaliao da aprendizagem. g) Apresenta seriedade na avaliao da aprendizagem. h) Esfora-se para obter um bom desempenho acadmico. h) Esfora-se para obter um bom desempenho acadmico. i) Demonstra respeito para com os professores e busca dialogar com eles. i) Demonstra respeito para com os professores e busca dialogar com eles. j) Apresenta sugestes acadmicas ao representante de turma para encaminhamento ao coordenador. j) Apresenta sugestes acadmicas ao representante de turma para encaminhamento ao coordenador. k) Participa das atividades complementares, culturais e esportivas promovidas pela Instituio. k) Participa das atividades complementares, culturais e esportivas promovidas pela Instituio. l) Procura zelar por equipamentos e recursos oferecidos pela Instituio. l) Procura zelar por equipamentos e recursos oferecidos pela Instituio. m) Busca conhecer os seus direitos e deveres como acadmico. m) Busca conhecer os seus direitos e deveres como acadmico. n) Demonstra respeito Instituio. n) Demonstra respeito Instituio. o) Demonstra orgulho pela Instituio. o) Demonstra orgulho pela Instituio. p) Demonstra crena na futura profisso p) Demonstra crena na futura profisso </li> <li> Slide 6 </li> <li> O acadmico deve: Ser autnomo e correr atrs do conhecimento Ser autnomo e correr atrs do conhecimento Desenvolver o interesse a todas as disciplinas independente do professor Desenvolver o interesse a todas as disciplinas independente do professor Criar esquemas prprios de aprendizagem Criar esquemas prprios de aprendizagem Ampliar o contedo com pesquisas de sua prpria iniciativa Ampliar o contedo com pesquisas de sua prpria iniciativa Comprar livros Comprar livros Desenvolver o hbito de leitura Desenvolver o hbito de leitura Revisar constantemente o contedo Revisar constantemente o contedo Ser pontual e responsvel Ser pontual e responsvel Seguir as normas internas Seguir as normas internas Desenvolver a autodisciplina Desenvolver a autodisciplina </li> <li> Slide 7 </li> <li> Postura cientfica A investigao cientfica se inicia quando se descobre que os conhecimentos existentes, originrios quer das crenas do senso comum, das religies ou da mitologia, quer das teorias filosficas ou cientficas, so insuficientes e imponentes para explicar os problemas e as dvidas que surgem. A investigao cientfica se inicia quando se descobre que os conhecimentos existentes, originrios quer das crenas do senso comum, das religies ou da mitologia, quer das teorias filosficas ou cientficas, so insuficientes e imponentes para explicar os problemas e as dvidas que surgem. Ter esprito cientfico: Ter esprito cientfico: estar exercendo esta constante crtica e criatividade em busca permanente da verdade, propondo novas e audaciosas hipteses e teorias e expondo-as critica intersubjetiva. estar exercendo esta constante crtica e criatividade em busca permanente da verdade, propondo novas e audaciosas hipteses e teorias e expondo-as critica intersubjetiva. </li> <li> Slide 8 </li> <li> Slide 9 </li> <li> Slide 10 </li> <li> O que um cientista? Qualquer pessoa que exera uma atividade sistemtica para obter conhecimento ou um indivduo que se empenha em atividades e tradies que esto ligadas s escolas de pensamento ou filosofia. Em um sentido mais restrito, cientista refere-se a indivduos que usam o mtodo cientfico para produzir conhecimento. Qualquer pessoa que exera uma atividade sistemtica para obter conhecimento ou um indivduo que se empenha em atividades e tradies que esto ligadas s escolas de pensamento ou filosofia. Em um sentido mais restrito, cientista refere-se a indivduos que usam o mtodo cientfico para produzir conhecimento. conhecimentofilosofiamtodo cientfico conhecimentofilosofiamtodo cientfico </li> <li> Slide 11 </li> <li> O que cincia? No seu sentido mais amplo, cincia (do Latim scientia, significando "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prtica sistemtica. Num sentido mais restrito, cincia refere-se a um sistema de adquirir conhecimento baseado no mtodo cientfico, assim como ao corpo organizado de conhecimento conseguido atravs de uma pesquisa. No seu sentido mais amplo, cincia (do Latim scientia, significando "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prtica sistemtica. Num sentido mais restrito, cincia refere-se a um sistema de adquirir conhecimento baseado no mtodo cientfico, assim como ao corpo organizado de conhecimento conseguido atravs de uma pesquisa. Latimconhecimentoprticamtodo cientficopesquisa Latimconhecimentoprticamtodo cientficopesquisa </li> <li> Slide 12 </li> <li> O que conhecimento? Ato de conhecer Ato de conhecer Conhecer ter cincia de alguma coisa Conhecer ter cincia de alguma coisa De acordo com as filsofas Maria Aranha e Maria Martins conhecimento uma...relao que se estabelece entre um sujeito cognoscente (ou uma conscincia) [que est aprendendo] e um objeto. (Aranha &amp; Martins: 1998, p. 54). De acordo com as filsofas Maria Aranha e Maria Martins conhecimento uma...relao que se estabelece entre um sujeito cognoscente (ou uma conscincia) [que est aprendendo] e um objeto. (Aranha &amp; Martins: 1998, p. 54). o processo cognitivo que resulta da relao das pessoas com o mundo e promove na mente humana um conjunto de informaes significativas. o processo cognitivo que resulta da relao das pessoas com o mundo e promove na mente humana um conjunto de informaes significativas. </li> <li> Slide 13 </li> <li> FORMAS DE SE CONHECER O MUNDO Entre os modos de se conhecer o mundo esto: Entre os modos de se conhecer o mundo esto: Mito Mito Senso comum Senso comum Arte Arte Cincia Cincia Filosofia Filosofia </li> <li> Slide 14 </li> <li> O conhecimento e seus nveis (Cervo &amp; Bervian, p. 7) </li> <li> Slide 15 </li> <li> MITO Mito uma das primeiras formas de conhecer o mundo que surgiu. Mito uma das primeiras formas de conhecer o mundo que surgiu. Tem por objetivo acomodar os seres humanos em um mundo que no conseguem controlar. Tem por objetivo acomodar os seres humanos em um mundo que no conseguem controlar. Na Antigidade tentava explicar a totalidade do mundo (como surgiu a vida, de onde viemos, para onde vamos...), hoje divide espao com outras formas de conhecimento, principalmente o conhecimento racional da cincia. Na Antigidade tentava explicar a totalidade do mundo (como surgiu a vida, de onde viemos, para onde vamos...), hoje divide espao com outras formas de conhecimento, principalmente o conhecimento racional da cincia. </li> <li> Slide 16 </li> <li> MITO A caracterstica principal que define o mito como tal seu carter dogmtico. Ele no precisa ser provado, no pode ser contestado e para crer-se nele basta acreditar ou no. A caracterstica principal que define o mito como tal seu carter dogmtico. Ele no precisa ser provado, no pode ser contestado e para crer-se nele basta acreditar ou no. Por isso toda religio um tipo de mito, pois lida com questes que no podem ser comprovadas. Por isso toda religio um tipo de mito, pois lida com questes que no podem ser comprovadas. Ele se refere, portanto, a coisas que de fato as pessoas acreditam, Saci-Perer ou lobisomem, por exemplo, no so mitos pois as pessoas no acreditam em sua existncia. Sendo assim, eles pertencem ao campo do folclore, das lendas. Ele se refere, portanto, a coisas que de fato as pessoas acreditam, Saci-Perer ou lobisomem, por exemplo, no so mitos pois as pessoas no acreditam em sua existncia. Sendo assim, eles pertencem ao campo do folclore, das lendas. </li> <li> Slide 17 </li> <li> SENSO COMUM o nosso conhecimento cotidiano, simples e sem grandes reflexes. o nosso conhecimento cotidiano, simples e sem grandes reflexes. Geralmente reproduz preconceitos e idias sobre as quais no nos preocupamos em refletir. Geralmente reproduz preconceitos e idias sobre as quais no nos preocupamos em refletir. Um dos grandes desafios para ns desenvolver o bom-senso, ou seja, mesmo sem sermos cientistas ou filsofos, entender o mundo criticamente e refletir sobre os nossos valores. Um dos grandes desafios para ns desenvolver o bom-senso, ou seja, mesmo sem sermos cientistas ou filsofos, entender o mundo criticamente e refletir sobre os nossos valores. O bom-senso um desafio porque nos acomodamos ao senso comum, pois ele nos trs segurana e temos dificuldades de mudar. O bom-senso um desafio porque nos acomodamos ao senso comum, pois ele nos trs segurana e temos dificuldades de mudar. </li> <li> Slide 18 </li> <li> ARTE A arte uma forma peculiar de se conhecer o mundo. A arte uma forma peculiar de se conhecer o mundo. Sua importncia no reside em objetividade ou mesmo em contedo. Sua importncia no reside em objetividade ou mesmo em contedo. O trabalho artstico uma interpretao construda pelo sujeito que produz a obra. O trabalho artstico uma interpretao construda pelo sujeito que produz a obra. O conhecimento apresentado pela arte , ento, de um mundo interpretado e transmitido pela sensibilidade do artista. O conhecimento apresentado pela arte , ento, de um mundo interpretado e transmitido pela sensibilidade do artista. </li> <li> Slide 19 </li> <li> CINCIA A cincia uma forma mais elaborada de conhecimento. A cincia uma forma mais elaborada de conhecimento. O que caracteriza algo como cincia? O que caracteriza algo como cincia? Mtodo Mtodo Uso da razo para se compreender o mundo Uso da razo para se compreender o mundo A rejeio s explicaes religiosas A rejeio s explicaes religiosas </li> <li> Slide 20 </li> <li> FILOSOFIA Se diferencia das demais cincias por transitar pelas diferentes formas de conhecimento buscando uma reflexo que no se fragmente. Se diferencia das demais cincias por transitar pelas diferentes formas de conhecimento buscando uma reflexo que no se fragmente. Complica todas as demais formas de conhecimento, pois se dedica a refletir sobre elas. Complica todas as demais formas de conhecimento, pois se dedica a refletir sobre elas. Se dedica principalmente ao estudo da cincia e ao questionamento dos mtodos cientficos. Se dedica principalmente ao estudo da cincia e ao questionamento dos mtodos cientficos. </li> <li> Slide 21 </li> <li> DIFERENAS ENTRE CINCIA E SENSO COMUM Muitas vezes as pessoas confundem conhecimentos obtidos por meio do senso comum com o cientfico. Muitas vezes as pessoas confundem conhecimentos obtidos por meio do senso comum com o cientfico. Por que isso acontece? Por que isso acontece? Por observarmos o mundo que nos cerca, geralmente, cremos que nossas impresses so as corretas. Por observarmos o mundo que nos cerca, geralmente, cremos que nossas impresses so as corretas. Chegamos at mesmo a pensar que so inquestionveis. Chegamos at mesmo a pensar que so inquestionveis. </li> <li> Slide 22 </li> <li> DIFERENAS ENTRE SENSO COMUM E CINCIA O conhecimento imediato, que obtemos por meio da simples observao ou fazendo testes em casa pertence ao campo do senso comum. O conhecimento imediato, que obtemos por meio da simples observao ou fazendo testes em casa pertence ao campo do senso comum. Isso ocorre muito com as donas de casa que aprendem a cozinhar observando outras pessoas e testando as suas receitas. Isso ocorre muito com as donas de casa que aprendem a cozinhar observando outras pessoas e testando as suas receitas. Por meio dessas aes, desenvolvem um saber prtico sobre as coisas. Por meio dessas aes, desenvolvem um saber prtico sobre as coisas. </li> <li> Slide 23 </li> <li> O QUE CINCIA? A cincia se diferencia dos outros conhecimentos. A cincia se diferencia dos outros conhecimentos. Como? Como? O cientista busca sempre conhecer determinados aspectos do mundo que o cerca. O cientista busca sempre conhecer determinados aspectos do mundo que o cerca. Porm no faz isso de qualquer maneira. Porm no faz isso de qualquer maneira. Ele segue um MTODO. Ele segue um MTODO. </li> <li> Slide 24 </li> <li> O QUE CINCIA? Cincia o conjunto organizado de conhecimentos relativos a determinado objeto, especialmente os obtidos mediante a observao, a experincia dos fatos, e um mtodo prprio. Cincia o conjunto organizado de conhecimentos relativos a determinado objeto, especialmente os obtidos mediante a observao, a experincia dos fatos, e um mtodo prprio. </li> <li> Slide 25 </li> <li> Mtodo Conjunto de procedimentos lgicos e tcnicas operacionais que permitem o acesso s relaes causais constantes entre os fenmenos (SEVERINO, 2007, p. 102). Conjunto de procedimentos lgicos e tcnicas operacionais que permitem o acesso s relaes causais constantes entre os fenmenos (SEVERINO, 2007, p. 102). O cientista: O cientista: Observa os fatos Observa os fatos Formula uma hiptese Formula uma hiptese Faz a verificao experimental Faz a verificao experimental Se comprovada a hiptese, tem-se a lei (princpio geral) Se comprovada a hiptese, tem-se a lei (princpio geral) O mtodo pode ser...</li></ul>

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