portifolio ed2 baixa

Download Portifolio ed2 baixa

Post on 23-Jan-2018

150 views

Category:

Business

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • Livros

    A Ed Design nasceu em 2001. Experincia no desenvolvimento de projetos de design editorial e publicidade, com olhar diferenciado para a comunicao de produtos e servios das empresas.

    Ed design

    Flvia Guimares Diretora de Criao e Arte

  • Livros

    Vale Carajs

    Fauna da Floresta Nacional de Carajs

    OrganizadoresFrederico D. Martins Alexandre F. Castilho Jackson Campos Fernanda M. Hatano Samir G. Rolim

    EstudOs sObrE vErtEbradOs tErrEstrEs

    Num momento em que a sustentabilidade dita novos hbitos e modos de conciliar desenvolvimento econmico e preservao ambiental, o livro Fauna da Floresta Nacional de Carajs - Estudos sobre vertebrados terrestres apresenta importantes estudos que resultam num primoroso levantamento das espcies que habitam a emblemtica unidade de conservao, localizada no sudeste do Par. Pela primeira vez, foram organizadas, de forma sistemtica e ilustrada, informaes que antes eram apresentadas de maneira fragmentada, dificultando o acesso - tanto para a comunidade cientfica quanto para a sociedade em geral.

    Alm de caracterizar, com textos e imagens, cada um dos ecossistemas da Flona de Carajs, a obra traz preciosas informaes sobre espcies de anfbios, rpteis, aves, pequenos, mdios e grandes mamferos, alm de morcegos que habitam a regio. Assim, este livro chega como uma referncia para futuros estudos e anlises de impacto referente a novos projetos na Unidade de Conservao, que de uso sustentvel e deve conviver em harmonia com essas atividades.

    14 | FAUNA DA FLORESTA NACIONAL DE CARAJS

    1. Consolidao do Conhecimento da Fauna de Vertebrados

    na Flona de Carajs

    Fernanda M. Hatano, Samir G. Rolim, Tiago T. Dornas e Rubem Dornas

    142. Uma Viso Geogrfi ca da Regio da Flona de Carajs

    Jackson F. Campos

    243. Anfbios

    Selvino Neckel-Oliveira, Ulisses Galatti, Marcelo Gordo, Leandra C. Pinheiro e Gleomar Maschio

    584. Rpteis

    Gleomar Maschio, Ulisses Galatti, Selvino Neckel-Oliveira, Marcelo Gordo e Youszef O. Bitar

    765. Aves

    Alexandre Aleixo, Lincoln S. Carneiro e Sidnei M. Dantas

    966. Pequenos Mamferos

    Donald Gettinger, Natlia Ardente e Fernanda M. Hatano

    1387. Morcegos

    Valria C. Tavares, Cesar Felipe S. Palmuti, Renato Gregorin e Tiago T. Dornas

    1568. Mdios e Grandes Mamferos

    Helena G. Bergallo, Andra S. Carvalho e Fernanda M. Hatano

    1749. Aes para Conservao

    Frederico D. Martins, Edilson Esteves, Marcelo Lima Reis e Fabiano Gumier Costa

    190Glossrio

    222

    66 | Fauna da Floresta nacional de carajs Estudos sobrE vErtEbrados tErrEstrEs | 67

    3. AnfbiosSelvino neckel-oliveira1, UliSSeS Galatti2, Marcelo Gordo3, leandra cardoSo Pinheiro4 e GleoMar Fabiano MaSchio4

    1. departamento de ecologia e Zoologia, Universidade Federal de Santa catarina. Florianpolis, Sc.

    2. coordenao de Zoologia, Museu Paraense emilio Goeldi. belm, Pa.

    3. instituto de cincias biolgicas, Universidade Federal do amazonas. Manaus, aM.

    4. instituto de cincias biolgicas, Universidade Federal do Par. belm, Pa.

    os primeiros anfbios surgiram h cerca de 380 milhes de anos. entretanto, a independncia da gua no ocorreu por completo, como observado nos rpteis, aves e mamferos. a palavra anfbio originria do grego amphibio, que significa duas vidas, referindo-se ao fato de a maioria desses animais passarem uma fase da vida na gua e outra na terra. Para passar da fase aqutica, onde vivem na forma de larva (girino), para a fase terrestre, eles sofrem a metamorfose. durante esse processo, os girinos absorvem a cauda e ganham patas, passando a viver em ambientes terrestres.

    os anfbios modernos esto divididos em trs ordens: anura (sapos, rs e pererecas), caudata (salamandras) e Gymnophiona (ceclias ou cobras-cegas). Uma das principais caractersticas que une essas trs ordens a pele lisa e permevel, com a presena de glndulas mucosas e de veneno. as glndulas mucosas produzem o muco, que mantm a pele mida, permitindo as trocas gasosas, o que caracteriza a respirao cutnea. em muitas espcies, essas glndulas tm funo antibacteriana, mas o sistema primrio de defesa qumica dos anfbios de responsabilidade das glndulas de veneno.

    a diversidade de espcies conhecidas difere entre as trs ordens. os anuros so os animais

    Atelopus hoogmoedi

    Dendropsophus gr. microcephalus

  • Livros

    Joo Rosa

    Harpia

    Harpia

    Joo Marcos Rosa

    16 17

    Fotos Photos Joo Marcos Rosa

    Textos Texts Frederico Drumond Tnia Sanaiotti

    Roberto Azeredo

    Harpia

    54 55

    A biloga Helena Aguiar coleta dados sobre a alimentao da espcie. Sua tese de mestrado, realizada em Parintins, mostrou que 99% das espcies predadas eram arborcolas. Os bugios ( direita) fazem parte dessa dieta l The biologist Helena Aguiar collects data on the eating habits of the species. Her masters thesis, written in Parintins, argues 99 percent of the harpys prey is arboreal. On the right side of the picture, the howler monkey, also known as Bugio, is part of its diet

    106 107

    Ossos de presas so coletados pelos pesquisadores nos ninhos e no entorno das respectivas rvores. A anlise dessas amostras essencial para identifi car as presas das harpias l Bones of eaten preys are collected by researchers in the nests and surrounding the respective trees. The analysis of these samples is essential to identify the harpys prey

  • Livros

    Joo Rosa

  • Livros

    Festas de Minas

    HomenagemEste livro uma homenagem s pessoas que nos receberam em suas casas como se fssemos amigos de outrora. A cada um que nos recebeu de corao

    e que fez questo de demonstrar isso , revelando que no acolhimento, na

    simplicidade e na generosidade que a vida flui melhor.

    Diante dessa receptividade, nos demos conta de que a tolerncia est

    em perceber a verdade por trs de cada olhar que recebemos. Verdades

    demonstradas pelas diferenas culturais, religiosas, de linguagem... E essa

    diversidade que nos enriquece; com ela que aprendemos. nessa mistura

    que compreendemos melhor a nossa essncia.

    E em meio a tantos diversos, em cada canto por onde passamos, a

    cada acolhida, houve um sentimento recorrente: a sensao de que no

    ramos estranhos, mas parte aceita e amiga.

    Por fim, expresso, mais uma vez, minha enorme gratido minha filha,

    Clara, e minha amada esposa, Carla, pois, juntos, definimos as viagens,

    trilhamos os caminhos, fomos cmplices nas alegrias e serenos

    para compreender as inmeras dificuldades que surgiram durante

    alguns percursos.

    15 Festas de Minas

    Esperana que no se pede. Simplesmente acredita-se queo amor desperta a continuidade

    Qual ser o verdadeiro valor do aprender quando se tem, ao seu lado, um mestre da sensibilidade? Como mensurar a importncia do educar e do aprender? encantador visualizar o semblante da felicidade em um momento de descobertas.

    O velho encontra-se com o jovem; com a continuidade; com a possibilidade de tornar-se perptuo. O jovem assimila e aguarda, inconscientemente, o chegar de um futuro prximo para que ele possa repetir o exemplo e garantir que outras geraes vivam as experincias aprendidas de uma tradio.

    Essa a ordem; essa a proposta que nasce sem que se pea. E, sem pressa, torna-se exemplo de aes verdadeiras, multiplicadoras. E esse ensinar uma arte: acontece porque se acredita; porque se perseverante; porque se ama mais que tudo.

    90Regio Central e Norte de Minas Gerais 91 Festas de Minas

    pssaros e facilmente pode-se ver um casal de pica-paus sob a copa das rvores,

    que se mostra na dana e no canto clssico da conquista amorosa. Um lugar onde

    se v o cachorro correndo de um lado para outro e se ouve o galo cantando ao

    fundo. J os meninos podem brincar, correndo e chutando bola sob o sol ainda

    fraco, em uma rua sem carros e sem movimento algum. No centro da praa, um

    grande gramado. Em volta dela, pouco mais de 20 casas registro da poca da

    colonizao e o incio de tudo.

    Em uma rpida conversa, inmeros casos e um pouco de suas histrias vividas.

    A primeira banda de msica que conheci foi h muito tempo, ainda criana; no me

    esqueo dela. A banda chegou descendo o morro, os msicos montados no lombo

    dos burros, com seus instrumentos nos ombros. Devia ser muito cansativo, pois eles

    chegavam aqui s depois de dois ou trs dias de viagem, vindos de Santo Antnio

    do Norte e de Conselheiro Mata.

    Toms Gonzaga isso: uma cidadezinha buclica, onde se escuta o canto dos

    At parece um conto de fadas. A primeira impresso a de uma pequena e bem cuidada cidadezinha. Um lugar onde parece que nada acontece, mas

  • Livros

    Mercado Central

    23 Smbolo da histria de BH37 A histria da capela

    Sumrio20 Todo bom lugar tem que ter uma boa

    histria39 Os cantos encantados do Mercado79 Tem sempre um cheiro que leva voc

    para algum lugar.105 Um novo sabor, uma nova experincia.119 Um velho amigo ou um amigo novo, o

    que importa que a prosa sempre boa.120 Dar nome s pessoas dar nome s

    histrias.129 T com saudade, Mercado152 D uma olhadinha aqui fregus.

    42 Aqui tem caso de tudo que jeito.45 Olha pra voc ver, aqui tem de tudo e

    mais um pouco.51 Uma boa cachacinha combina mesmo

    com um bom...57 Aquele dia foi um tremendo abacaxi.63 J ouviu falar em farofa de tatu?67 Toca o berrante a, seu moo!71 Descascar e deixar pronta pro

    fregus.75 Fecha as portas que o Exrcito t

    chegando.81 Pois no, fregus! Pode escolher

    vontade: laranja, mamo, goiaba doce, manga e carambola.

    87