cascavel, dezembro de 2011 - csccostaesilva.seed.pr.gov.br · dois nonos anos três primeiros anos...

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  • Cascavel, dezembro de 2011

  • 2

    1. APRESENTAO

    Os fins e objetivos do Colgio Costa e Silva que constam no Projeto Poltico

    Pedaggico da escola foram definidos pelos diversos segmentos que compem esta

    Unidade Escolar. O processo metodolgico se iniciou com a caracterizao e

    diagnstico da Escola, realizada em 1998, pelos Estagirios da UNIOESTE, Curso

    de Pedagogia. Na sequncia, os estagirios apresentaram a caracterizao e o

    diagnstico para todos os segmentos da Comunidade Escolar. Nestas reunies

    foram destacados pontos considerados relevantes para uma posterior discusso, a

    ser realizada por uma comisso representativa de todos os segmentos da

    Comunidade Escolar.

    A partir de 1999, esta comisso iniciou o processo de discusso de tais

    pontos, no ano de 2000 o documento foi revisto e readequado de acordo com as

    necessidades e realidade vivida pela escola naquele momento. Desde ento,

    periodicamente, a comunidade escolar atravs de seus representantes faz a anlise,

    discusso, e quando necessrio, prope as mudanas devidas. Essas reflexes e

    anlises ocorrem tambm no incio de cada ano letivo.

    Assim sendo, na ocasio da semana pedaggica, em momento especfico

    direo, professores, equipe escolar e funcionrios retomam as discusses do

    documento como um referencial para novas aes e a compreenso em abordar

    discusses relacionadas ao processo ensino e aprendizagem, organizao do

    conhecimento no currculo, avanos das polticas educacionais e de formao

    continuada a partir das concepes postas no Projeto Poltico-Pedaggico.

    A partir do PPP se organiza o currculo escolar, o qual se legitima no

    Regimento Escolar e se expressa no Plano De Trabalho Docente.

    nessa perspectiva de gesto democrtica, que se oportuniza a

    socializao do conhecimento e a instrumentalizao dos envolvidos na escola, se

    efetivando a definio dos princpios educativos e o planejamento das aes para o

    ano escolar.

  • 3

    Observao:

    *Coordenao dos professores Antonio Bosco de Lima e Edagmar

    Orquizas Viriato, tendo como digitadores alunos do curso de pedagogia Unioeste,

    ano de1999/ 2000.

    *Coordenao geral,de 1998 a 2000 Professor Ivanildo Claro da Silva, com

    digitao das professoras Sirlene Salete Dani e Vera Lucia Dani

  • 4

    2. IDENTIFICAO DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO:

    LOGOTIPO:

    NOME: Colgio Estadual Presidente Costa e Silva

    Ensino Fundamental e Mdio

    MUNICPIO: Cascavel NRE: Cascavel

    ENDEREO: Rua Jos Caldart N: 1181

    BAIRRO: Jardim Maria Luiza

    CIDADE: Cascavel UF: Paran

    CEP: 85.819-570

    FONE/FAX: (0xx45) 3223-2193 FONE: 3223-4795

    Email: [email protected]

    Emails para comunicao com Equipe Pedaggica e Funcionrios:

    [email protected]

    [email protected]

    mailto:[email protected]:[email protected]:[email protected]

  • 5

    2.1. ATOS DE1:

    RESOLUO DE AUTORIZAO DE FUNCIONAMENTO DO

    ESTABELECIMENTO: DECRETO 657/71 DOE 12/08/1971; LEI 5692/71

    aprovado pelo Parecer n. 30/75 e homologado pela Resoluo n. 417/75

    RESOLUO DE RECONHECIMENTO DO ESTABELECIMENTO: 2777/81

    DOE 21/12/1981

    RENOVAO DO RECONHECIMENTO DO ESTABELECIMENTO:

    RESOLUO n 2775/1981, DOE 21/12/1991

    APROVAO DO REGIMENTO ESCOLAR: Ato Administrativo 625/2007,

    de 17/12/2007

    3. DISTNCIA DO ESTABELECIMENTO AT O NRE: 5Km

    4. MODALIDADES / TURMAS E TURNOS OFERTADOS PELO

    ESTABELECIMENTO2:

    ENSINO FUNDAMENTAL:

    AUTORIZAO DE FUNCIONAMENTO: DECRETO 1693/1976, DOE

    15/031976

    RECONHECIMENTO DO CURSO(Ensino Fundamental): RESOLUO n

    2775/1981, DOE 21/12/1991

    RENOVAO DO RECONHECIMENTO DO CURSO(Ensino Fundamental):

    RESOLUO n 4561/2007, DOE 21/12/2007

    ENSINO MDIO:

    AUTORIZAO DE FUNCIONAMENTO: DECRETO 1693/1976, DOE

    15/031976

    1 todos os atos administrativos, resolues e autorizaes de funcionamento encontram-se online no portal dia a dia educao:

    www.diaadiaeducacao.pr.gov.br / consulta escola.

    http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/

  • 6

    RECONHECIMENTO DO CURSO (Ensino Mdio): RESOLUO n674/1987,

    DOE 11/031987

    RENOVAO DO RECONHECIMENTO DO CURSO (Ensino Fundamental):

    RESOLUO n 4638/2007, DOE 19/12/2007

    NMERO DE ALUNOS DISTRIBUDOS POR MODALIDADE, ANO E TURNO

    (Ano de 2011):

    MO

    DA

    LID

    AD

    E

    EN

    SIN

    O F

    UN

    DA

    ME

    NT

    AL

    TURMAS MANH TARDE NOITE TOTAL

    6s ANOS 28 90 118

    7s ANOS 25 75 100

    8s ANOS 60 58 25 118

    9s ANOS 64 50 114

    EN

    SIN

    O

    M

    DIO

    1s ANOS 98 20 118

    2s ANOS 63 24 87

    3s ANOS 43 30 73

    TURNOS:

    TURNO

    MODALIDADE: Ensino Fundamental e Mdio

    ENSINO FUNDAMENTAL

    (TURMAS / ANOS)

    ENSINO MDIO

    (TURMAS / ANOS)

    Ma

    tutin

    o

    Um sexto ano

    Um stimo ano

    Dois oitavos anos

    Dois nonos anos

    Trs primeiros anos

    Dois segundos anos

    Dois terceiros anos

  • 7

    Ve

    sp

    ert

    ino

    Trs sextos anos

    Trs stimos anos

    Dois oitavos anos

    Dois nonos anos

    No

    turn

    o

    um nono ano

    Um primeiro ano

    Um segundo ano

    Um terceiro ano

    5. TURNO DE FUNCIONAMENTO:

    Matutino 7h30min s 11h50min

    Vespertino 13h10min s 17h30min

    Noturno 18h50min s 22h50

    HORRIO DAS AULAS:

    TURNO AULA INCIO TRMINO

    MA

    TU

    TIN

    O

    1 7h30min 8h20min

    2 8h20min 9h10min

    3 9h10min 10h

    Recreio 10min

    4 10h10min 11h

    5 11h 11h50min

    VE

    SP

    ER

    TIN

    O 1 13h10min 14h05min

    2 14h05min 14h55min

    3 14h55min 15h45min

  • 8

    Recreio 10min

    4 15h55min 16h45min

    5 16h45min 17h30min

    NO

    TU

    RN

    O

    AULA INCIO TRMINO

    1 18h50min 19h40min

    2 19h40min 20h25min

    3 20h25min 21h10min

    Recreio 10min

    4 21h20min 22h05min

    5 22h05min 22h50min

    6. ORGANIZAO DO TEMPO ESCOLAR: anual

  • 9

    2 Artur da Costa e Silva (Taquari/RS, 03/10/1899 Rio de Janeiro/RJ, 17/12/1969), foi militar e poltico brasileiro e segundo presidente brasileiro do regime militar. Quando

    assumiu a presidncia da repblica ocupava o posto de Marechal do Exrcito Brasileiro e durante o governo do Marechal Castelo Branco foi Ministro da Guerra./Fonte:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Costa_e_Silva acesso 14/10/2010

    3O Complexo Escolar Monteiro Lobato congregava a Escola Estadual Presidente Costa e Silva e a Escola Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco.

    MARCO SITUACIONAL:

    7.1. HISTRICO DA UNIDADE ESCOLAR

    Esta escola foi construda em convnio com a Fundepar (Instituto de

    Desenvolvimento Educacional do Paran) e Prefeitura Municipal de Cascavel. Na

    poca, o Presidente da Repblica era o Marechal Emlio Garrastazu Mdici,

    respondia pelo Governo do Estado do Paran o Sr. Paulo Pimentel, na Prefeitura o

    Sr. Octaclio Mion, na Superintendncia da Fundepar o Dr. Edward Labattu e na 45

    Inspetoria de Ensino a Sra. Marilis Faria Pirotelli. O nome foi escolhido em

    homenagem ao falecido Presidente Costa e Silva, que governou o Brasil, sendo o

    segundo gestor da ditadura militar (1967-1969). Em setembro de 1969 sofreu um

    AVC.

    Este Estabelecimento de Ensino foi criado pelo Decreto n. 657, conforme

    Dirio Oficial de 12 de agosto de 1971, cujo plano de implantao da Lei 5692/71

    aprovado pelo Parecer n. 30/75 e homologado pela Resoluo n. 417/75, recebeu

    inicialmente o nome de "Grupo Escolar Presidente Arthur da Costa e Silva at 1982,

    quando muda para Colgio Estadual Presidente Costa e Silva2, mantendo o nome

    em homenagem ao ex-presidente da repblica.

    A escola funcionava rua Dois, do Bairro Jardim Social, fazendo parte ento

    do "Complexo Escolar Monteiro Lobato3. Em 1 de janeiro de 1976, a sede da escola

    foi transferida do Jardim Social para o Jardim Maria de Ftima, situado rua Jos

    Caldart, em prdio novo construdo pela Fundepar, e inaugurado em maro de 1975,

    onde funciona at hoje, mantendo a mesma estrutura fsica, o que ocasiona srios

    transtornos para comportar a demanda atual. Assumiu a 1 direo a senhora Snia

    Danusia Pakulski. de Oliveira, e como secretria Alcia Freitas Pessanha, tendo

    aquela dirigido a escola por dois anos.

    De 1970 a 1972 a escola atendeu a demanda de 1 a 5 sries no primrio,

    sendo que em 1972 a 5 srie foi eliminada. A partir de 1975, com a implantao da

  • 10

    Lei de Diretrizes e Bases (LDB) 5692/71, as turmas subseqentes de 5 a 8 srie

    foram atendidas gradativamente.

    O Curso de 2 grau foi autorizado a partir de 1982 pelo Parecer 2144/82 da

    Secretaria Estadual de Educao (SEED), Resoluo n. 674/87. Por reivindicao

    da Comunidade Escolar, o Curso Bsico em Comrcio, foi implementado pela

    Resoluo n. 3.659/83, permanecendo at 1985, com a concluso da ltima turma,

    curso de 2 grau Propedutico Bsico at 1987, passando a chamar-se em 1988 de

    Educao Geral, at 2000. Em 1999 inicia o Ensino Mdio que permanece at a

    data atual.

    No ano de 1985, o estabelecimento passou a oferecer o Ensino da Pr

    Escola (duas turmas) possibilitando aos alunos de cinco a seis anos, melhor

    preparao para o ingresso vida escolar. Embora houvesse demanda, a Escola

    atendia uma turma com vinte e quatro alunos, tendo em vista que no havia espao

    fsico para outra classe. Este Estabelecimento de Ensino j ofertou o pr-vestibular

    em1988 com 18 alunos e em 1989 com 15 alunos. Neste ano a escola oferta dois

    cursos de Lnguas oferecidas pelo Centro de Lnguas Estrangeiras Modernas

    (CELEM).

    Em 1995 o Secretrio de Estado da Educao, atendendo reivindicao da

    Comunidade Escolar, instituiu o Curso de Habilitao em Auxiliar de Contabilidade,

    conforme Resoluo 5440/94 e Deliberao 30/80 do Conselho Estadual de

    Educao, curso este que permaneceu at 1999, e como Tcnico em Contabilidade

    a partir de 1998, devido adeso da escola ao PROEM.

    O Ensino de 1 a 4 srie foi ofertado at o ano de 1999. At 1994 era

    nominado 1 a 4 srie, a partir de 1995 passou a se chamar CBA (Ciclo Bsico de

    Alfabetizao) indo at 1999, quando passou a ser de responsabilidade exclusiva

    do municpio a oferta deste ensino.

    A partir do ano de 1999, o colgio passou a ofertar apenas as modalidades

    do Ensino Fundamental (5 a 8 sries) e Ensino Mdio, permanecendo desta

    maneira at o ano de 2007.

  • 11

    A partir de 2004 comearam a serem implantados neste estabelecimento os

    servios de apoio pedaggico complementar, e passamos a ofertar a sala de apoio

    no turno matutino, para as quintas sries.

    A partir de 2006, com a proposta de Escola Inclusiva na poltica do Estado

    do Paran, o Colgio passa a atender alunos com necessidades especiais na rea

    da Deficincia Intelectual e Transtornos de Aprendizagem egressos do Ensino

    Fundamental I.

    Em 2010, o colgio atua com o apoio de atividades complementares em

    quatro programas: Salas de Apoio de Lngua Portuguesa e Matemtica; Salas de

    Recursos rea da Deficincia Intelectual e Transtornos Funcionais Especficos e

    Transtornos Globais do Desenvolvimento; Programa Viva Escola Jornal Costa e

    Silva em Foco, Ler para Crer e Dana e Movimento e CELEM Espanhol.

    Alm disso, em 2010, o estabelecimento de ensino passou por modificaes

    didticas pedaggicas mediante discusses dos anos anteriores no processo de

    incluso revendo sua proposta e revitalizando seu projeto com a flexibilizao

    curricular nas instncias de adaptao curricular, complementao curricular e

    implementao curricular.

    GESTES ANTERIORES:

    Sonia Dansia Pakulski de Oliveira -1971

    Solange Carneiro Somavilla 26/12/1972

    Themis Paes de Campos - 1979

    Ilda Scanagata Pierucini 26/02/1980

    Neide Lombadi Marques setembro de 1982

    Adlia Chedidi Da Silva 17/08/1983 (eleita em 17/06/83)

    Alba Waly Frana -

    Joo Roque Ledur 1988 a 1991

  • 12

    Doroti Silvia Trufa Ribeiro 31/12/1991

    Denise Rosana da Silva Moraes

    Odete Bonissoni 01/08/1993

    Maria Leide Carvalho

    Ivanildo Claro Da Silva - 1998

    Sirlene Salete Dani - 1999

    Irio Colibaba - 2000

    Sirlene Salete Dani 01/01/2006

    Sirlene Salete Dani 01/01/2009 Eleio: Resoluo 4.202/2008, de 16 de

    setembro - as leis 14.231/2003 e 15.329/2006 que regulamentam as eleies

    diretas

    Sirlene Salete Dani 01/01/2012 Eleio: Resoluo 4.122/2011, as leis

    14.231/2003 e 15.329/2006 que regulamentam a consulta para Diretores e

    Diretores Auxiliares

    7.2. QUADRO DE PROFISSIONAIS DO ESTABELECIMENTO - ano

    de 20114

    A relao de Professores e funcionrios do Colgio encontra-se organizada

    em Demanda Oficial de vagas - NRE/SEED/2010, conforme relao abaixo:

    a) DIREO E DIREO AUXILIAR:

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    SIRLENE SALETE DANI 40 9131 - DIRETOR

    Professora de Biologia

    Ensino Superior completo

    Cincias com habilitao em

    Biologia Licenciatura Plena/

    ps-graduao em Biologia

    4 A atualizao do quadro de profissionais da educao do estabelecimento de Ensino encontram-se online no portal dia a dia educao:

    www.diaadiaeducacao.pr.gov.br /consulta escola.

    http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/

  • 13

    Geral - UNIOESTE

    NEUSA MARIA DUCATTI 20 9132 - DIRETOR AUXILIAR

    Pedagoga Ensino Superior

    completo: Pedagogia -

    UNIOESTE/

    b) EQUIPE PEDAGGICA:

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    CRISTIANE DE LIMA FARIAS

    40 9316 - EQUIPE

    PEDAGOGICA

    Ensino Superior completo:

    Pedagogia e Ps-graduao

    em Educao Especial

    UNIOESTE./ QPM

    FLORINDA SILVA DE OLIVEIRA

    20 9316 - EQUIPE

    PEDAGOGICA

    Ensino Superior completo:

    Pedagogia

    IRACI ANZOLIN 40 9316 - EQUIPE

    PEDAGOGICA

    Ensino Superior completo:

    Pedagogia e Ps-graduao

    em Docncia no Ensino

    Superior - UNIPAN e

    Atendimento

    Necessidades Educacionais

    Especiais (ESAP) / QPM

    LORENI DE FATIMA SANGALETI MANCHAK

    20 7919 - PROFESSOR - PDE

    Ensino Superior completo

    Pedagogia / CH: 20h ps-

    graduao em

    Fundamentos da Educao

    - UNIOESTE - atualmente

    concluindo o PDE / QPM

    SELMA APARECIDA SGOBI

    15 9316 - EQUIPE

    PEDAGOGICA

    Pedagoga Ensino

    Superior completo / PSS

  • 14

    c) SERVIDORES EM FUNES DE APOIO/TCNICO PEDAGGICAS:

    PROFESSOR DA LEI 15308/06 (PROFESSORES READAPTADOS)

    Nome Disciplina Vinculo CH Semanal

    Escola Capacitao Mx.

    (Licenciatura)

    BENILDE TEREZINHA DEPUBEL

    Lngua Portuguesa

    QPM

    32

    Letras Portugus e Ingls/Ps-

    graduao: Metodologia e Prtica

    de Ensino em Lngua Portuguesa/

    Professor PDE

    MARIA IRACI CARDOSO Ingls QPM

    32

    Letras: Portugus e Ingls / Ps-

    graduao: Treinamento

    Desportivo

    ROSA MARIA GOMES PACHECO

    Matemtica QPM 32

    Ensino Superior completo

    Cincias com habilitao em

    matemtica Licenciatura plena -

    UNIOESTE e ps-graduao em

    Gesto Escolar: superviso e

    orientao ESA\P / CH: 40h

    QPM - Readaptao de funo

    Lei 15380/06

    d) AGENTE EDUCACIONAL II

    SECRETRIA:

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    IVANIR LUISA MAZZUCHETTI

    40 9731 -

    SECRETARIO/ESCOLA

    Ensino Superior completo:

    Pedagogia UNIPAR e

    concluiu Profuncionrio:

    Tcnico em Multimeios /

    QFEB

    JOSEFA PALUSKI DOS SANTOS

    40 9314 - CAT. FUNC.-

    APOIO/TEC ADMINIST

    Ensino Mdio completo e

    cursando Profuncionrio /

    QFEB

  • 15

    MARIA APARECIDA DO NASCIMENTO TRUFA

    40 9314 - CAT. FUNC.-

    APOIO/TEC ADMINIST

    Ensino Mdio completo-

    Educao Geral e concluiu

    Profuncionrio: Gesto

    Escolar /QFEB

    NOELI PERETO 40 9314 - CAT. FUNC.-

    APOIO/TEC ADMINIST

    Ensino Mdio completo:

    Magistrio e concluiu

    Profuncionrio: Gesto

    Escolar / QFEB

    MECANOGRAFIA / MULTIMEIOS:

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    ROSALINA DE FATIMA KOVAL DE OLIVEIRA

    40 9314 - CAT. FUNC.-APOIO/TEC

    ADMINIST

    Ensino Mdio completo /

    concluiu Profuncionrio /

    QFEB

    IZABEL FERNANDES DOS SANTOS

    40 9314 - CAT. FUNC.-APOIO/TEC

    ADMINIST

    Ensino Superior completo

    Economia - UNIOESTE /

    concluiu Profuncionrio:

    Tcnico em Multimeios /

    QFEB

    LABORATRIO/QUMICO-FSICA BIOLOGIA E CINCIAS:

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    DANIELA NATALI COSER 14 9158 - ASSISTENTE DE

    EXECUCAO

    Ensino Superior completo

    Cincias Biolgicas

    Licenciatura Plena e

    Bacharelado - UNIOESTE /

    cursando Profuncionrio

    /QFEB

  • 16

    LABORATRIO DE INFORMTICA:

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    EDIMAR LOPES DE SOUZA

    40 9314 - CAT. FUNC.-

    APOIO/TEC ADMINIST

    Ensino Superior em

    Contabilidade UNIVEL /

    cursando Profuncionrio /QFEB

    BIBLIOTECA:

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    INES DE LOURDES SILVEIRA

    40 9314 - CAT. FUNC.-

    APOIO/TEC ADMINIST

    Ensino Mdio completo e

    cursando Profuncionrio /

    QFEB

    IVANETE GUERRA 40 9314 - CAT. FUNC.-

    APOIO/TEC ADMINIST

    Ensino Superior completo:

    Histria e Profuncionrio:

    Tcnico em Multimeios /

    QFEB

    e) AGENTE EDUCACIONAL II:

    COZINHA:

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    ELISABETE DE OLIVEIRA KURUNCI

    40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS

    Ensino Mdio completo e

    Profuncionrio / QFEB

    LOURDES PAULETTO SANTIAMI

    40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS

    Ensino Mdio completo e

    cursando Profuncionrio:

    tcnico em Alimentao

    Escolar / QFEB

  • 17

    MANUTENO E INFRAESTRUTURA

    Nome CH Semanal

    Escola Funo

    Formao

    APARECIDA RIGO 40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS

    Ensino Mdio completo e

    cursando Profuncionrio /

    QFEB

    ARLINDA DIAS 40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS Ensino Fundamental / CH:

    40h QFEB

    ELIZABETE DE OLIVEIRA

    GOMES 40

    9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS

    ELIZABETE DE

    OLIVEIRA GOMES

    MARCIA MARIA SAMPAIO PLANK

    40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS

    Ensino Mdio - cursando /

    QFEB

    MARLENE COSTA SANTOS OTANI

    40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS

    Ensino Mdio completo e

    cursando ps-mdio em meio

    ambiente/ Profuncionrio:

    tcnico em Infra-estrutura /

    QFEB

    NADIR DO AMARAL RODRIGUES

    40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS PSS

    NILMA APARECIDA SILVA 40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS

    Ensino Mdio completo e

    cursando Profuncionrio:

    tcnico em Alimentao

    Escolar / QFEB

    SALVADOR TEZA 40 9313 - CAT. FUNC.-

    AUX.SERVICOS GERAIS PSS Em licena mdica

    f) CORPO DOCENTE / SERVIDORES EM REGNCIA REGNCIA NO

    ENSINO FUNDAMENTAL E/OU MDIO - ano letivo de 2011

    Dados do Corpo Funcional: Total de Servidores em Regncia: 73

  • 18

    Nome Disciplina Vinculo CH

    Semanal Escola

    Capacitao Mx.

    (Licenciatura)

    ADELMA PLENS 15 LICENCIATURA PLENA

    ANGELA CRISTINA MUSSKOPF SALENAVE

    Matemtica e Sala de Apoio 6 ano

    8 LICENCIATURA PLENA

    ANGELICA DA SILVA CELESTINO

    9 LICENCIATURA PLENA

    AGAHILDA

    CARLA CORACA POSSA

    Matemtica e

    Cincias QPM

    16

    LICENCIATURA PLENA

    Matemtica/Cincias /

    Especializao: Cincias

    Biolgicas/ Ps-graduao:

    Matemtica

    CELIA REGINA DA SILVA Educao Fsica

    12 LICENCIATURA PLENA

    CELIA SILVANA LUNELLI Educao Fsica

    4 LICENCIATURA PLENA

    CLAUDIO LUCIO DIAS AUER QPM

    16 LICENCIATURA PLENA Fsica /

    Mestre em Engenharia Qumica

    CLECIMARA DA SILVA MEDEIROS

    QPM

    20

    LICENCIATURA PLENA

    Matemtica / Especializao e

    Ps-graduao: Ensino da

    Matemtica/ Professora PDE

    CLEIDE ADRIANA SERAVALI 18 LICENCIATURA PLENA

    CRISTIANE BERALDO KLAK 6 LICENCIATURA PLENA

    DANIELA ANGIE FERRANDO 8 LICENCIATURA PLENA

    DANIELA SILVESTRIN 6 LICENCIATURA PLENA

    DANIELE BERTOLLO 32 LICENCIATURA PLENA

    ELISA MARIA LISBOA NOGUEIRA

    9 LICENCIATURA PLENA

    ELMA APARECIDA STASIAK QPM

    16 LICENCIATURA PLENA Letras:

    Portugus e Ingls

    EVALDO MARTINS SANTANNA FILHO

    Educao Fsica

    8 LICENCIATURA PLENA

  • 19

    Nome Disciplina Vinculo CH

    Semanal Escola

    Capacitao Mx.

    (Licenciatura)

    FERNANDO LIMA PRECOMA 8 LICENCIATURA PLENA

    FLAVIA DE FREITAS CORACA

    Educao Fsica

    QPM

    32

    LICENCIATURA PLENA

    Educao Fsica/ Ps-graduao:

    Orientao e Superviso Escolar

    FRANCIELE KRINDGES VIEIRA

    4 LICENCIATURA PLENA

    FRANCIELE TERESA BOLIS 8 LICENCIATURA PLENA

    FREDERICO PLANTIKOW KAFER

    20 LICENCIATURA PLENA

    GILBERTO RIBEIRO DA SILVA 4 LICENCIATURA PLENA

    GISLENE CARNIATTO DOS SANTOS

    Histria e

    Ensino

    Religioso

    QPM 26

    LICENCIATURA PLENA Histria/

    Ps-graduao: Histria e

    Geografia

    GLEICY KELY MARRETO MORO 18 LICENCIATURA PLENA

    IARA MIKAL HOLLAND OLIZAROSKI

    4 LICENCIATURA PLENA

    IVANILDO CLARO DA SILVA 4 LICENCIATURA PLENA

    IVANIR SALETE ACOSTA

    Matemtica QPM

    16

    LICENCIATURA PLENA Cincias

    e Matemtica/ Ps-graduao:

    Educao Matemtica

    IVONE WELFER 32 LICENCIATURA PLENA

    JANES MARA BERLATTO 4 LICENCIATURA PLENA

    JOENARA BEATRIS CECHET Artes QPM

    6

    LICENCIATURA PLENA Artes

    aplicada/ Especializao:

    Metodologia do Ensino da Arte

    JOSEMAR SANTI 2 LICENCIATURA PLENA

    KELI CRISTINA BERTELLI 6 LICENCIATURA PLENA

  • 20

    Nome Disciplina Vinculo CH

    Semanal Escola

    Capacitao Mx. (Licenciatura)

    LEANDRO HENRI DA SILVA 14 LICENCIATURA PLENA

    LEANDRO MATEUS FERNANDES

    14 LICENCIATURA PLENA

    LIZETE RITA CORREA 16 LICENCIATURA PLENA

    LUCIANO CORBARI DO NASCIMENTO

    Histria e Sociologia

    QPM

    16

    LICENCIATURA PLENA

    Licenciatura Plena em Filosofia e

    Histria

    LUCIMARA APARECIDA ESCANHOLATO

    Matemtica QPM 16

    LICENCIATURA PLENA

    Matemtica/ Ps-graduao:

    Didtica e Metodologia de

    Ensino, Orientao, Superviso e

    Administrao Escolar

    MARIA DE FATIMA COUTINHO 16 LICENCIATURA PLENA

    MARIA DOLORES CASSANHO FERREIRA

    Cincias PSS 4

    LICENCIATURA PLENA Cincias

    Biolgicas/ Ps-graduao:

    Instrumentalizao no Ensino de

    Cincias

    MARIA LURDES MEIRA 8 LICENCIATURA PLENA

    MARIA MARGARIDA RACHEL PETERNELA

    16 LICENCIATURA PLENA

    MARIA SANDREANA SALVADOR DA SILVA

    16 LICENCIATURA PLENA

    MARINA ALVES DOS SANTOS ANTONELLO

    16 LICENCIATURA PLENA

    MARISA CEOLIN MARQUETTI Histria PSS

    9

    LICENCIATURA PLENA Histria/

    Ps-graduao: Histria e

    Geografia/ Mestrado em

    Educao(cursando)

    NELSON DOUHI Geografia QPM

    32

    LICENCIATURA PLENA

    Geografia / Mestre em Geografia

    e Mestre em anlise Regional e

    Ambiental

  • 21

    Nome Disciplina Vinculo CH

    Semanal Escola

    Capacitao Mx. (Licenciatura)

    RAPHAEL FERNANDES 11 LICENCIATURA PLENA

    RAQUEL PULITA 8 LICENCIATURA PLENA

    ROSANA BONISSONI Portugus QPM

    16

    LICENCIATURA PLENA Letras

    /Especializao e Ps-graduao:

    Docncia no Ensino superior

    ROSANGELA APARECIDA BASSI

    6 LICENCIATURA PLENA

    ROSELIR NANDI 14 LICENCIATURA PLENA

    ROSEMARI FERNANDES DOS SANTOS

    Matemtica QPM 16

    LICENCIATURA PLENA Cincias

    com Habilitao em Matemtica/

    Ps-graduao: Educao do

    Ensino Mdio

    ROSENILDE LONGEN 8 LICENCIATURA PLENA

    ROSIANE GERALDO MARTIN Historia PSS

    2

    LICENCIATURA PLENA

    Licenciatura Plena em Histria /

    Ps-graduao: Administrao,

    Superviso e Orientao

    Educacional

    RUY SERGIO INCERTI JUNIOR Historia QPM

    16

    LICENCIATURA PLENA Cincias

    Humanas filosofia e Histria/ Ps-

    graduao: didtica e

    Metodologia de Ensino

    SILVANA DE FATIMA CARARA Qumica QPM

    14

    LICENCIATURA PLENA

    Qumica/ Especializao:

    Qumica

    SILVIA MARIA FERLIN FEUSER 6 LICENCIATURA PLENA

  • 22

    CORPO DOCENTE DOS PROGRAMAS DE COMPLEMENTAES

    CURRICULARES

    REA DE DEFICINCIA INTELECTUAL (DI) e TRANSTONOS

    FUNCIONAIS ESPECFICOS (TFE):

    Nome Vinculo CH

    Semanal Escola

    Capacitao Mx. (Licenciatura)

    DEBORAH ZARTH DEMENECH QPM 32

    LICENCIATURA PLENA Pedagogia - ps-

    graduada em Educao Especial na

    Educao Inclusiva.

    ELIANE BRUNETTO PERTILE QPM 16

    LICENCIATURA PLENA Pedagogia - ps-

    graduada em Educao Especial na

    Educao Inclusiva.

    Nome Disciplina Vinculo CH

    Semanal Escola

    Capacitao Mx. (Licenciatura)

    TATIANA PEREIRA DE OLIVEIRA 3 LICENCIATURA PLENA

    TELMA LIBERATORE GREGOLIN

    6 LICENCIATURA PLENA

    TEREZINHA APARECIDA THEINL

    16 LICENCIATURA PLENA

    VERA LUCIA DANI

    Matemtica

    SALA DE

    APOIO 6

    ANO

    QPM 4

    LICENCIATURA PLENA

    Matemtica/ Ps-graduao:

    Matemtica

    VERA REGINA MARTINELLI 7 LICENCIATURA PLENA

    VINICIUS RAMON FONTANELA 8 LICENCIATURA PLENA

    WANESSA LOMBARDI MARQUES

    10 LICENCIATURA PLENA

  • 23

    REA DE TGD TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO:

    Nome Vinculo CH

    Semanal Escola

    Capacitao Mx. (Licenciatura)

    MARIA VALDENY FERREIRA GOMES

    QPM 16

    LICENCIATURA PLENA Mestranda em

    Educao - UNIOESTE Cascavel

    Pedagoga Esp. da Rede Estadual de

    Educao do Paran Tutora Profuncionrio -

    Curso Multimeios Didticos

    SALA DE APOIO PARA AS TURMAS DE 6s ANOS:

    PORTUGUS: CH 5h/a CLAUDIA APARECIDA SIMES MIRANDA

    MATEMTICA: CH 5h/a VERA LUCIA DANI

    SALA DE APOIO PARA AS TURMAS DE 9s ANOS:

    . PORTUGUS: CH 4h/a DANIELE BERTOLLO

    . MATEMTICA: CH 4h/a LEILA PATRICIA CARDOSO

    CELEM

    Nome Disciplina Vinculo CH

    Semanal Escola

    Capacitao Mx.

    (Licenciatura)

    SHIRLEY CAVICHIOLI DOTTA

    ESPANHOL

    8

    LICENCIATURA PLENA

    LETRAS: PORTUGUS

    E ESPANHOL/

    ESPECIALIZAO:

    LNGUA ESPANHOLA

    CLAUDIA APARECIDA SIMOES MIRANDA

    ITALIANO

    8

    LICENCIATURA PLENA

    LETRAS: PORTUGUS

    E ESPANHOL/

    ESPECIALIZAO:

    LNGUA ITALIANA

  • 24

    a) ASPECTOS ADMINISTRATIVOS

    DIREO, EQUIPE PEDAGGICA E CORPO DOCENTE.

    A direo do colgio eleita pela comunidade escolar conforme

    regulamentao em vigor (Lei 14.231 e Resolues).

    O estabelecimento comporta um (a) Diretor (a) geral com 40h e um (a)

    Diretor(a) auxiliar com 20h.

    A equipe pedaggica e o corpo docente so contratados por meio de

    concurso pblico (SEED) para suprir as vagas existentes no colgio e/ou contrato de

    aulas extraordinrias ou PSS (SCO2)

    Quanto substituio de vagas do corpo docente: estas so supridas por

    meio de contratos como aulas extraordinrias ou PSS.

    AGENTES EDUCACIONAIS I e II:

    Os funcionrios administrativos so contratados por meio de concurso

    pblico (SEED) para exercerem as funes de secretria, auxiliar de secretaria,

    auxiliar de biblioteca, laboratorista, mecangrafo e apoio tcnico de multimeios,

    contemplando um total de 360h, sendo que destas, 60h so exercidas por

    professores readptados de funo.

    As vagas da equipe de apoio/servios gerais atualmente so supridas por

    meio de: concurso pblico e PSS para exercer as funes de: cozinheira e servios

    gerais, totalizando um total de 360h.

    O trabalho coletivo dentro do contexto da escola remete-nos a um projeto

    pedaggico, que leva em considerao uma comunicao interativa constante entre

    todos os segmentos da escola, levando em conta a especificidade e suas reas de

    conhecimento, onde se analisa e se prope objetivos comuns com relao

    educao.

  • 25

    b) ASPECTOS PEDAGGICOS

    DA DIREO

    A direo tem o papel de administrar e organizar os trabalhos que lhe forem

    atribudos por lei, decreto, e alm de responder pelo cumprimento destes no mbito

    escolar, regulamentos e determinaes, cuidar de questes de aprendizagem, de

    socializao da criana e o jovem para que possa contribuir na formao de um

    indivduo cidado.

    Com relao equipe pedaggica, professores e funcionrios, o trabalho da

    direo deve ser coletivo e integrado, possibilitando vivenciar os problemas

    educacionais, juntamente com a comunidade (pais), bem como os envolvendo nas

    diversas atividades culturais realizadas de acordo com os projetos de escola.

    A Direo deve garantir uma escola democrtica, que forme indivduos

    crticos, participativos e ativos na tomada de decises refletidas no coletivo.

    DA EQUIPE PEDAGGICA

    O servio da Equipe pedaggica realizado pelo professor pedagogo

    que tem como funo acompanhar, assistir, coordenar, avaliar o processo de ensino

    e a aprendizagem registrando as aes no livro ata. Acompanhar o processo de

    construo da aprendizagem e avaliao seja diagnstica, contnua, permanente,

    cumulativa, criteriosa e qualitativa, permeando toda a prtica pedaggica, na medida

    em que contribuem na organizao e desenvolvimento das atividades escolares,

    envolvendo especialistas, professores, educandos, demais funcionrios e toda a

    comunidade.

    A atuao da Equipe Pedaggica est voltada para a formao de conhecer

    o outro e autoconhecer-se, atravs das relaes presentes no seu dia-a-dia,

    encaminhando suas aes individuais ou em grupo.

    As questes sobre disciplina, comportamento, relacionamento, hbitos de

    estudo, regimento escolar esto presentes no mbito escolar e so tratados de

  • 26

    modo que todos compreendam e incorporem conceitos, objetivos e estratgias

    direcionadas para garantir a transmisso e assimilao dos contedos.

    Consideramos tambm a necessidade de observar atentamente os casos

    especficos de alunos que no acompanham satisfatoriamente o processo de

    aprendizagem, e atravs de acompanhamento, atendimento especfico ao aluno e

    familiares encontrar meios para ajust-lo no contexto escolar e social, reforado pelo

    trabalho conjunto com os professores.

    O enfoque das atividades da equipe pedaggica est voltado para o

    pedaggico, onde continua a centrar suas atividades em conjunto com a Equipe

    docente garantindo melhor xito no processo ensino-aprendizagem.

    Tem por objetivo o acompanhamento pedaggico no planejamento,

    desenvolvimento e avaliao das atividades educacionais, tendo em vista a unidade

    das aes pedaggicas, o melhor desempenho e aprimoramento dos profissionais

    envolvidos no processo ensino-aprendizagem.

    De um modo geral, atribudo ao professor pedagogo planejar junto com os

    professores as atividades pedaggicas a serem desenvolvidas no decorrer do ano

    letivo, vistar dirios de classe e planejamentos, fazer distribuio das turmas em

    conjunto com a secretaria e direo escolar; organizar reunies pedaggicas;

    coordenar conselho de classe; acompanhar alunos de baixo rendimento; colaborar

    na anlise dos livros didticos; repassar metodologias, artigos e sugestes;

    promover atividades cvicas e culturais, selecionar material didtico; visitar as

    classes, vistar cadernos e verificar a organizao dos alunos; atender as turmas na

    falta dos professores com atividades inerentes equipe pedaggica, entre outras

    atividades no sentido de propiciar o bom andamento escolar, alm de articular a

    escola com a comunidade.

    DA (o) SECRETRIA (o)

    A (o) secretria (o) geral tem um cargo indicado pela SEED, em ato

    especfico por uma portaria.

  • 27

    Os seus servios da secretaria so executados pela secretria geral e

    auxiliares administrativos que juntamente promovem um trabalho coletivo com os

    demais funcionrios e professores sob a coordenao da direo e direo auxiliar.

    Compete secretria geral do estabelecimento de ensino: distribuir tarefas

    decorrentes do seu cargo aos auxiliares, elaborar relatrios, atas gerais, redigir

    correspondncias, zelar pelo uso adequado e conservao dos bens materiais da

    secretaria, coordenar e supervisionar as atividades administrativas referentes

    documentao escolar de aluno, documentao dos professores, funcionrios e do

    estabelecimento de ensino.

    DA EQUIPE ADMINISTRATIVA

    A equipe administrativa o setor que serve de apoio aos diversos setores do

    estabelecimento de ensino proporcionando condies para que os mesmos

    cumpram suas reais funes. Fazem parte deste quadro os seguintes profissionais:

    Auxiliar da biblioteca, auxiliar da secretaria, auxiliar do multimeios, auxiliar da

    mecanografia, laboratorista (informtica e qumica/fsica/ biologia e cincias);

    DOS SERVIOS GERAIS

    Os servios gerais tm o seu cargo de manuteno, preservao e

    segurana do estabelecimento de ensino, sendo coordenado e supervisionado pela

    direo e direo auxiliar.

    Pertencem ao quadro dos servios gerais: zelador(a) e merendeira .

    Ser de responsabilidade dos servios gerais:

    Zelar pela segurana e disciplina coletiva dos alunos no ptio e saguo.

    Contribuir na orientao dos alunos sobre as normas disciplinares para manter

    a ordem e evitar acidentes no estabelecimento de ensino;

    Observar a entrada e sada dos alunos;

  • 28

    Permanecer nas imediaes dos portes e ptio do colgio para prevenir

    acidentes e irregularidades;

    Permanecer nas imediaes do ptio do colgio durante o horrio de recreio

    para prevenir acidentes, indisciplina e irregularidades;

    Auxiliar a direo do estabelecimento de ensino no controle de horrios, e

    controle de entrada e sada de alunos no incio e trmino das aulas.

    Efetuar a limpeza e manter em ordem as instalaes escolares e seus

    mobilirios (salas de aula, biblioteca, laboratrios, salas administrativas, salas dos

    professores, banheiros, corredores, caladas, ptio, quadras esportivas, vidraas

    e paredes).

    Preparar e servir a merenda escolar;

    Proceder limpeza e arrumao da cozinha e refeitrio

    Conservar o local de preparao de merenda em boas condies de trabalho e

    higiene;

    Conservar o local de armazenamento dos alimentos limpo e em ordem;

    Auxiliar a direo nas atividades de conservao e manuteno do prdio

    escolar;

    Participar das reunies, cursos e outros sempre que for convocado ou

    convidado.

    Para um bom andamento do trabalho do dia-a-dia no colgio cada funcionrio

    dever desenvolver seu trabalho coletivamente, respeitando um ao outro.

    DO CORPO DOCENTE

    Levando-se em considerao a proposta de formar para a cidadania, os

    professores buscam a formao integral dos educandos no que se refere aos

    aspectos morais, afetivos, fsicos e intelectuais.

  • 29

    Essa unidade instruo-educao se reflete na formao de atitudes e

    convices frente realidade, no transcorrer do processo de ensino.

    O comprometimento com o ensino e seriedade profissional dos nossos

    professores se manifesta perante seu papel de instrumentalizar os alunos para a

    conquista dos conhecimentos e sua aplicao na vida prtica, atravs de aulas

    planejadas, onde se colocam em evidncia a segurana nos contedos e nos

    mtodos de ensino, o respeito no relacionamento com os alunos, a constncia e

    firmeza na direo da classe, verificando-se a organizao e desempenho dos

    alunos no sentido de manter um clima de trabalho favorvel, assegurando a ateno

    e a concentrao nas tarefas, bem como atitudes de respeito para com todas as

    disciplinas, professores, colegas e funcionrios da escola. De acordo com Bastos:

    A escola em seu cotidiano um lugar de inmeras e diversificadas prticas. [....] esta diversidade de prticas est em permanente movimento no cotidiano da escola [....]. Esto presentes no pedaggico, materializam-se nas relaes profissionais do professor com os alunos e a comunidade, permeiam o currculo mediante a seleo de contedos e atividades extraclasse, o sistema de avaliao e o planejamento pedaggico (BASTOS, 2001, p. 24-25).

    Os professores apontam como um trao de personalidade o "senso de

    justia", isto , a manifestao do respeito diante de um trabalho conjunto

    didaticamente correto, onde se objetiva o crescimento do aluno, o uso de uma

    linguagem compreensvel, o apoio e observncia das suas dificuldades com atitudes

    firmes de autoridade sem autoritarismo, que propiciam conhecimentos, hbitos e

    atitudes para que o educando possa realizar operaes mentais tendo em vista sua

    formao, englobando o apoio familiar sempre que se julgar necessrio.

    Em relao aos alunos com necessidades educativas especiais a escola definiu que os professores tem autonomia para fazer adaptaes curriculares de acordo com as especificidades da sua disciplina...

    bem como desenvolver informalmente uma prtica inclusiva no processo ensino-

    aprendizagem com todos os alunos.

    relevante destacar que o grupo de professores tem clareza da importncia

    do fazer coletivo, realizando assim atividades conjuntas no sentido de promover a

    interdisciplinaridade escolar, revendo e avaliando a sua ao pedaggica,

    procurando elevar ao mximo sua competncia profissional a fim de garantir aos

  • 30

    educandos o acesso ao conhecimento e consequentemente preparao para a

    vida e para o trabalho.

    PROFESSORES READAPTADOS DE FUNO

    Respeitando a legislao vigente no Estado:

    LEI No 15308 de 24/10/2006, diz

    Art. 1. O professor afastado de sala de aula com base em laudo mdico da

    Diviso de Medicina e Sade Ocupacional da Secretaria de Estado da

    Administrao e Previdncia DIMS/SEAP permanece suprido na demanda

    de professor, com a mesma jornada de trabalho que vinha cumprindo.

    Art. 2. O afastamento, mesmo definitivo, no acarretar diminuio ou

    qualquer alterao de verbas remuneratrias percebidas pelo professor,

    mantendo os mesmos direitos como se em sala de aula estivesse.

    E a proposta de alterao da Lei Complementar 103/2003, em seu artigo 4,

    inciso VII, a INSTRUO NORMATIVA N. 02 de 26 de julho de 2011 GRHS/SEED,

    diz

    Art. 1. Autorizar, com base no princpio constitucional da isonomia, que a jornada de trabalho do professor pedagogo e do professor readaptado de funo, em exerccio em estabelecimento de ensino, seja cumprida em hora aula; Art. 2. As Chefias dos Ncleos Regionais da Educao orientaro as direes de estabelecimento quanto a organizao dos horrio para que as atividades pedaggicas no sofram prejuzos uma vez que no haver aumento de demanda para a funo. Art. 3. A oferta do cumprimento de hora aula para professor pedagogo e ao professor readaptado obrigatria para o estabelecimento e o cumprimento opcional ao servidor.

    O professor readaptado deve contribuir na formao de um individuo

    cidado, respeitando seus limites e formao, e de acordo com a necessidade na

    escola. Tambm fazendo um trabalho coletivo e integrado, possibilitando vivenciar

    os problemas educacionais com a comunidade, bem como os envolvendo nas

    diversas atividades culturais realizadas de acordo com os projetos da escola.

    O professor readaptado deve exercer a funo de apoio pedaggico junto a

    Equipe Pedaggica e a Direo, os quais devem atribuir-lhes a atividade a ser

    desenvolvida. Entende-se por apoio pedaggico:

  • 31

    1) Acompanhar a e apoiar a prtica pedaggica desenvolvida na

    escola;

    2) Estimular atividades artsticas, culturais e esportivas desenvolvidas

    na escola;

    3) Participar de formulao e aplicao do processo de avaliao

    escolar;

    4) Supervisionar a vida escolar do aluno( ficha FICA, cadernos de

    turma, primeiros socorros, contato via telefone com a famlia);

    5) Coordenar e acompanhar projetos como: oratria, poesia, projeto de

    leitura junto a biblioteca da escola;

    6) Assessorar o professor regente na organizao do Momento

    Cultural(bimestralmente);

    7) Assessorar as diversas atividades exercidas no mbito da escola e

    as praticas docentes desenvolvidas no setor de multimeios.

  • 32

    1) GRFICOS QUE REPRESENTAM A ESCOLARIZAO DOS

    FUNCIONRIOS DO COLGIO:

    0123456789

    10

    EN

    SIN

    O F

    UN

    DA

    MEN

    TA

    L

    EN

    SIN

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    UP

    ER

    IOR

    PR

    OFUN

    CIO

    N

    RIO

    EM

    CU

    RSO

    ES

    PEC

    IALIZ

    A

    O

    DO

    UTO

    RA

    NDO

    PD

    E E

    M C

    UR

    SO

    Funcionrios

    Observamos que as maiorias dos funcionrios possuem grau de

    escolaridade maior do que o exigido para o cargo: 62,5% tm Ensino Mdio

    completo e 31,5% j concluram o PROFUNCIONRIO4, enquanto que 6% j

    concluram curso universitrio.

    2) GRFICOS QUE REPRESENTAM A ESCOLARIZAO DOS

    PROFESSORES DO COLGIO:

  • 33

    05

    1015202530354045

    EN

    SIN

    O S

    UP

    ER

    IOR

    ES

    PE

    CIA

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    A

    O

    ME

    STR

    AD

    O E

    M C

    UR

    SO

    DO

    UTO

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    DA

    DO

    EM

    CU

    RS

    OP

    DE

    EM

    CU

    RS

    O

    Professores/Direo eCoordenaoPedaggica

    Temos um total de 83% do corpo docente do colgio que concluram ps-

    graduao e 7,5% j possuem graduao de Mestre, 8% do corpo docente

    encontram-se cursando ps-graduao e 2% esto no curso de mestrado ou

    doutorado. Pudemos observar que entre os docentes a escola tem um percentual de

    7% destes que esto amparados pela Lei 15.308/06(Readaptao de Funo),

    prestando servio em outras funes educacionais.

    4 PROFUNCIONRIO:: Programa Nacional de Valorizao dos Funcionrios em Educo SEED/MEC

  • 34

    7.3. AMBIENTES PEDAGGICOS DISPONVEIS

    ESTRUTURA FSICA

    13 salas de aula internas

    Uma sala de direo

    Uma sala para secretaria

    Uma sala dos professores

    Uma sala para equipe pedaggica

    Uma sala de recursos

    Uma sala de arquivos

    Uma sala adaptada para laboratrio de informtica

    Uma sala adaptada para laboratrio de qumico-fsico/fsica/biologia e cincias

    Uma sala adaptada para mecanografia e multimeios

    Uma sala adaptada para recurso/TGD e sala multifuncional

    Uma sala adaptada para apoio pedaggico(portugus e matemtica)

    Uma sala adaptada para biblioteca

    Cozinha

    Refeitrio

    Cantina

    Dois banheiros para uso de professores e funcionrios (masculino/feminino) com

    dois sanitrios cada.

    Dois banheiros para uso dos alunos(masculino/feminino) com quatro sanitrios

    cada

  • 35

    Uma quadra de esportes coberta

    Uma quadra de esportes cercada e sem cobertura

    Duas mini-quadras de vlei / ar livre

    Saguo

    Ptio

    Uma sala adaptada para APMF

    Uma sala adaptada para o Grmio Estudantil

    Planta baixa interna:

  • 36

    Planta baixa total do colgio

  • 37

    INVENTRIO MOBILIRIO:

    Todos os bens permanentes existentes na escola so registrados sob os

    cdigos: 033 SEED (a partir de setembro de 2010 o cdigo para registro na SEED

    ser 333) e 0472 APMF.

    ACERVO DA BIBLIOTECA

    Constando de 11.738 volumes registrados em 2010, alguns peridicos como:

    jornal 30 de Agosto e algumas revistas: Gesto Escolar, Turma da Mnica Jovem...

    A Biblioteca possui um Regimento Interno5 prprio aprovado pelo Conselho

    Escolar do estabelecimento.

    Quanto bibliografia atualizada para uso do professor, equipe e funcionrios,

    recentemente a escola recebeu alguns volumes especficos via Programa Nacional

    Biblioteca na Escola (PNBE).

    LABORATRIO DE INFORMTICA

    Atualizado conforme projeto Paran Digital:

    Um servidor

    Uma ilha com e quatro terminais na secretaria

    Cinco ilhas e vinte terminais no laboratrio

    Dois projetores multimdia c/ uma tela de projeo

    Uma TV 42

    Um notebook

    5 Anexo volume II

  • 38

    LABORATRIO DE CINCIAS/ BIOLOGIA / QUMICA / FSICA:

    Dois planetrios

    Um microscpio

    Uma esteriomicroscopio trinocular

    Diversas vidrarias

    RECURSOS AUDIOVISUAIS:

    O colgio conta com diversos recursos audiovisuais, catalogados na

    videoteca / multimeios da escola (CDs, VHS e Fita K7), sendo destes alguns

    registrados no patrimnio do colgio (DVDs, Vdeos, aparelhos de som trs

    retroprojetores, etc.).

    A sala de multimeios, videoteca e mecanografia possui um Regulamento prprio

    aprovado pelo Conselho Escolar.

    Possumos 11 TVs Pendrive (20), 1 vdeo e trs DVDs, trs aparelhos de som

    para uso em sala de aula e, um vdeo e uma TV com antena parablica digital para

    acesso TV Paulo Freire(canais da TV Escola e TV Educativa), uma TV 14, uma

    TV29 e uma mesa de som com amplificador para at 3 microfones, com sada de

    som para o saguo.

    quatro notebooks

    um netbook

    Trs impressoras

    Um scanner

    64 CDs variados para uso em som/DVD e/ou computadores

    35 fitas K7 variadas

    498 fitas VHS (videoteca/multimeios)

  • 39

    03 retroprojetores, um episcpio, um projetor de slides, um spinglithe

    Uma mquina fotocopiadora (aluguel em consignao)

    Duas mquinas fotogrficas

    SALA MULTIFUNCIONAL:

    RECURSOS FINANCEIROS

    Os recursos financeiros provm do PDDE ( Programa Dinheiro Direto

    na Escola), um programa federal implantado em 1995, pelo ministrio da educao

    (MEC) e executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educao

    (FNDE).

    O programa objetiva prover a escola com recursos financeiros de forma

    suplementar creditados diretamente em conta especfica da unidade executora

  • 40

    (APMF), visando contribuir com a melhoria das condies estruturais pedaggica do

    ensino.

    O valor devido a escola benefiaria transferido, anualmente em parcela

    nica de acordo com tabela progressiva do conselho deliberativo do FNDE,

    classificando as escolas em funo do nmero de alunos atestado pelo censo

    escolar do ano anterior.

    Outro recurso, o Fundo Rotativo um instrumento criado por lei para

    viabilizar com maior agilidade repasse de recursos aos estabelecimentos de Ensino

    de rede Estadual , para manuteno e outras despesas relacionadas com atividade

    educacional.

    A escola conta, tambm, com a contribuio da APMF e a cantina escolar

    que so recursos aplicados diretamente na melhoria e qualidade de ensino.

    QUANTO S NECESSIDADES DOS AMBIENTES PEDAGGICOS

    Construo de biblioteca e sala multiuso: espao para reunies e projees

    Concluso do ginsio de esportes,

    Ampliao e melhoria no laboratrio de Qumica / Fsica, Biologia e Cincias

    Instalaes de rede e internet nos diversos setores do colgio: biblioteca,

    coordenao pedaggica e sala da direo

    Aquisio e melhoria do acervo bibliogrfico na biblioteca

    Ampliao do valor do Fundo Rotativo.

    Verba para ampliao reforma /construo geral do colgio.

  • 41

    7.4. CARACTERIZAO DA COMUNIDADE

    7.4.1 Pesquisa realizada com a comunidade escolar no ano de

    2010.

    Quanto a moradia do aluno:

    1. Com quem o aluno mora?

    Verificamos que a maioria dos alunos reside com os pais, entretanto por

    outro lado parece haver uma tendncia crescente de educandos que vivem somente

    com a me. Tambm observamos a presena de adolescentes que so membros de

    famlias sociais em nossa escola.

    2. Quantas pessoas moram na residncia? (Contando com pais, irmos ou

    outras pessoas).

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%duas pessoas

    trs

    quatro

    cinco

    seis ou mais

    moro sozinho

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%

    80%pai e me

    somente com o pai

    somente com me

    avs

    familia social

    esposo(a)/companheiro(a)

    outros

  • 42

    Trs pessoas o nmero de habitantes por residncia que mais ocorre,

    seguido de cinco. Isso acentua a idia de famlias com poucos filhos.

    3. Distncia da residncia at o colgio?

    A

    A maioria dos educandos reside em outros bairros. Isto se deve ao bairro

    estar localizado na rea central urbana de Cascavel.

    4. A locomoo de casa at a escola:

    A maioria dos alunos no necessita de transporte para locomover-se at a

    escola.

    0

    10

    20

    30

    40

    50

    60

    70

    80

    90 at 5 quadras

    at das 10 quadras

    mais de 10 quadras

    rea rural

    outro bairro

    0

    20

    40

    60

    80

    100

    120nibus de transporte coletivo urbano

    nibus de transporte rural

    transporte escolar/van

    bicicleta

    carro

    no preciso, vou a p

    sozinho

    acompanhado do responsvel

  • 43

    5. Em relao moradia, esta :

    A grande parte das famlias possui casa prpria.

    6. Como o local onde fica a sua residncia?

    Embora 56% tenham habitao prpria, h um nmero considervel de

    pesquisados que pagam aluguel, revelando um problema social que ainda tem que

    ser resolvido. Outra carncia relevante demonstrada a falta de saneamento bsico

    que mesmo sendo parte dos direitos elementares do cidado, ainda 48% de nossos

    alunos no o possuem. Observamos que a nossa sociedade (Cascavel) ainda no

    logrou resolver.

    0

    20

    40

    60

    80

    100

    120

    140

    160prpria

    alugada

    residncia cedida

    financiada

    0%

    20%

    40%

    60%

    80%

    100%em uma rua calada ou asfaltada

    em rua de terra

    situada na zona rural

    tem rede de esgoto

    utiliza gua tratada

    tem eletricidade

  • 44

    7. Quais dos itens abaixo h na sua residncia?

    Uma boa parte (50%) do universo pesquisado dispe de computador com

    acesso internet, o que pode auxiliar muito na aprendizagem, dependendo do uso

    que se faa deste recurso. No entanto 69% possuem automvel, 47% telefone fixo e

    17% TV por assinatura.

    Quanto aos alunos:

    8. Voc trabalha, ou j trabalhou, ganhando algum salrio ou rendimento?

    Dezessete turmas de alunos so do Ensino Fundamental e 10 turmas do

    Ensino Mdio, assim sendo h poucos trabalhadores, 3% fazem estgio

    remunerado. Faz-se necessrio destacar que a maioria estuda de manh ou tarde

    e no necessitam trabalhar.

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%computador sem acesso a internet

    computador com acesso a internet

    automvel

    telefone fixo

    TV por assinatura

    0%

    5%

    10%

    15%

    20%

    25%

    30%

    35%

    40%

    45%

    50%trabalho, estou empregado com carteira de trabalho

    trabalho, mas no tenho carteira de trabalho assinada

    j, trabalhei, mas no estou trabalhando

    nunca trabalhei

    nunca trabalhei, mas estou procurando trabalho

    fao estgio remunerado

    trabalho por conta prpria, no tenho carteira de trabalho

  • 45

    9. Em relao aos hbitos de estudo em casa:

    A maior parte no tm hbitos de estudo, fazendo somente as tarefas sem

    compromisso. Segundo pesquisa realizada, 44% fazem as tarefas de casa,

    enquanto 46% de vez em quanto estudam em casa.

    10. Quanto leitura de livros mensais por parte do aluno:

    Alguns dos nossos alunos no tm hbito de leitura, pois, observamos que

    38% dos entrevistados no lem nenhum livro.

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50% estuda e revisa os contedos em casa

    faz toda as tarefas de casa

    de vez em quando estuda em casa

    no estuda em casa

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50% minimo de um

    minimo de dois

    trs ou mais

    nenhum

  • 46

    11. J realizou exames de viso e de audio?

    Constatamos que 65% j realizaram o teste de viso e 75% o teste

    de audio.

    Quanto famlia:

    12. Qual a escolaridade do pai ou responsvel?

    Verifica-se um bom nvel de escolaridades por parte dos pais dos alunos,

    sendo 0,3% de analfabeto. Porm considervel nmero de pais que no

    concluram o Ensino Fundamental. Totalizando a soma dos que possuem o Ensino

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%

    80%

    sim no

    viso audio

    0,00%

    5,00%

    10,00%

    15,00%

    20,00%

    25,00%

    30,00%

    no estudou

    da 1 a 4 srie

    da 5 a 8 srie

    ensino mdio incompleto

    ensino mdio completo

    ensino superior incompleto

    ensino superior completo

    no sei

  • 47

    mdio e fundamental completo chega a 45%. Somando o Ensino superior completo

    e incompleto temos 15%, que pode ser considerado um bom nvel educacional.

    13. Quanto escolaridade da me ou responsvel?

    Verifica-se um bom nvel de escolaridades por parte das mes dos alunos,

    sendo 0,3% de analfabeta. Porm considervel nmero de mes que no

    concluram o Ensino Fundamental. Os que possuem o Ensino mdio e fundamental

    completo chegam a 50%. Somando o Ensino superior completo e incompleto temos

    11,7%, que pode ser considerado um bom nvel educacional.

    14. Em relao religio?

    Predomina a religio catlica com 65% sendo 25% evanglicos e 4% no

    praticam nenhuma religio.

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%catlica

    protestante ou evanglica

    outra

    no pratica religio

    0,00%

    5,00%

    10,00%

    15,00%

    20,00%

    25,00%

    30,00%

    no estudou

    da 1 a 4 srie

    da 5 a 8 srie

    ensino mdio incompleto

    ensino mdio completo

    ensino superior incompleto

    ensino superior completo

    no sei

  • 48

    15. Quanto ao ensino tcnico e/ou superior, existe a pretenso do filho cursar:

    A pretenso das famlias que os filhos cursem o ensino pblico aqui

    representado por 66%, 28% que cursem tcnicos e profissionalizantes e 6%

    desejam que curse o ensino superior privado.

    16. Somando a renda de todas as pessoas que moram na residncia quanto ,

    aproximadamente, a renda familiar?

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%at 1 salrio mnimo (at R$ 510,00)

    de 1 a 3 salrios mnimos ( R$ 510,00 a R$ 1.530,00)

    de 3 a 5 salrios mnimos (de R$ 1.530,00 at R$ 2.550,00

    de 5 a 8 salrios mnimos (de R$ 2.550,00 at R$4.080,00)acima de 8 salrios mnimos

    Em relao renda econmica familiar dos alunos, verifica-se que 47%

    vivem com renda de um a trs salrios mnimos, 30% vivem com uma renda de trs

    a cinco salrio mnimos, 14% vivem com uma renda de cinco a oito salrio mnimos,

    e 3% vivem com menos de um salrio mnimo. Estes dados mostram que maioria

    das famlias de classe mdia.

    0%

    10%

    20%

    30%

    40%

    50%

    60%

    70%ensino profissionalizante/tcnico

    ensino superior pblico

    ensino superior privado

  • 49

    17. A famlia tem o hbito de ler?

    Com acesso fcil internet as famlias esto mais informadas dos

    acontecimentos, 26 % l jornais, 22% l revista, 15% l livros, 22% l sites e 15%

    no tem hbito de leitura.

    18. H pessoas no alfabetizadas que moram na residncia:

    Dezenove por cento dos que moram com os alunos no so alfabetizadas,

    sendo avs, bisavs, tios e outros.

    19. O responsvel pelo aluno tem o hbito de olhar o caderno dos filhos?

    0%

    5%

    10%

    15%

    20%

    25%

    30% jornais

    revistas

    livros

    sites e matrias na internet

    no l

    0%

    20%

    40%

    60%

    80%

    100%

    sim no

    quantas?

  • 50

    As famlias no tm hbito de observarem com frequncia o caderno dos

    filhos, sendo que 10% nunca olham os cadernos. A grande maioria das famlias

    participa das reunies promovidas na escola. Percebe-se tambm que as famlias

    tm hbito de conversar com filhos sobre aprendizagem (assunto relacionado a

    escola).

    20. O aluno apresenta alguma necessidade educativa especial?

    Nossa escola possui no ano de 2010 uma Sala de Recurso e uma Sala de

    Transtornos Globais do Desenvolvimento que atendemos alunos da Educao

    Especial, ou seja, 7% do nosso alunado so atendidos por estas salas.

    H pessoas com necessidades especiais na famlia?

    0%

    5%

    10%

    15%

    20%

    25%

    30%

    35% com frequncia

    as vezes

    nunca

    participa das reunies

    conversa sobre a aprendizagem do aluno

    0%

    20%

    40%

    60%

    80%

    100% no

    sim

  • 51

    Observa-se que a maioria das famlias no possui nenhuma pessoa com

    deficincia, porm 7% possuem pessoas com alguma deficincia.

    21. Quanto sade, a famlia faz uso de:

    A maioria das famlias depende do Sistema nico de Sade, somente 20%

    possuem plano de sade.

    22. Quanto ao lazer da famlia:

    0

    2

    4

    6

    8

    10

    12

    14no

    deficincia fsica

    deficincia visual

    deficincia auditiva

    deficincia intelectual

    deficincias mltiplas

    sndromes psiquitricas

    dficit de ateno e hiperatividade

    0

    20

    40

    60

    80

    100

    120 SUS

    plano de ssade

    outros

    0

    20

    40

    60

    80

    100

    120

    140TV

    computador

    cinema

    parque/ginsio

    esporte

    visita familiares/parentes/amigos

    bares/restaurantes/pizzarias

  • 52

    ENSINO MDIO:

    APROVADOS 89,5%

    REPROVADOS 5,5%

    REPROVADOS POR FREQUNCIA 5%

    ABANDONO 0%

    ENSINO FUNDAMENTAL:

    APROVADOS 93%

    REPROVADOS 5%

    REPROVADOS POR FREQUENCIA 1,6%

    ABANDONO 0,4%

    As opes de lazer so diversificadas. A localizao do bairro facilita o

    deslocamento at lugares como o lago municipal, centro esportivo Ciro Nardi e

    praa. As famlias tambm tm hbitos de visitas a parentes e amigos. Vinte cinco

    por cento frequentam bares/restaurantes/ pizzarias.

    23. Rendimento escolar: percentual sob as modalidades de ensino

    a) Fonte: SERE/SEED Relatrio Final 2007 Grfico 01

    050

    100150200250300350400450

    apro

    vados

    repro

    vados

    repro

    vado p

    or

    fequncia

    abandonos

    ensino mdio

    ensino fundamental

    b) Fonte: SERE/SEED Relatrio Final 2008 - Grfico 02

  • 53

    ENSINO MDIO:

    APROVADOS 88,5%

    REPROVADOS 3,3%

    REPROVADOS POR FREQUNCIA 6,9%

    ABANDONO 1,3%

    ENSINO FUNDAMENTAL:

    APROVADOS 96,2%

    REPROVADOS 2,5%

    REPROVADOS POR FREQUENCIA 1,3%

    ABANDONO 0%

    ENSINO MDIO:

    APROVADOS 87,1%

    REPROVADOS 0,5%

    REPROVADOS POR FREQUNCIA 7,5%

    ABANDONO 4.9%

    ENSINO FUNDAMENTAL:

    APROVADOS 86,3%

    REPROVADOS 12,9%

    REPROVADOS POR FREQUENCIA 0%

    ABANDONO 0,8%

    0

    50

    100

    150

    200

    250

    300

    350

    400

    apro

    vados

    repro

    vados

    repro

    vado p

    or

    fequncia

    abandonos

    ensino mdio

    ensino fundamental

    c) Fonte: SERE/SEED Relatrio Final 2009 - Grfico 03

    0

    50

    100

    150

    200

    250

    300

    350

    apro

    vados

    repro

    vados

    repro

    vado p

    or

    fequncia

    abandonos

    ensino mdio

    ensino fundamental

    A partir dos dados coletados nos relatrios finais dos anos de 2007, 2008 e

    2009, foi possvel verificar um bom nvel de aprendizagem e aproveitamento escolar

  • 54

    por parte dos alunos do Ensino Fundamental e Ensino Mdio, sendo o ndice

    percentual maior de aprovados do que de reprovados. Quanto ao abandono, este no

    Ensino Mdio apresenta um ndice maior do que o Ensino Fundamental e, vem

    crescendo a cada ano letivo (Grficos 01, 02 e 03).. O ndice de reprovao maior

    no Ensino Mdio, visto que este grupo de alunos representa uma mdia de 34% do

    total de alunos/ano, referente aos anos de:

    2007 Ensino Fundamental= 444

    Ensino mdio= 238

    2008 Ensino Fundamental= 402

    Ensino mdio= 245

    Enquanto que em 2009 o Ensino Mdio representava 60% do total de alunos:

    2009 Ensino Fundamental= 389

    Ensino mdio= 241

    Quanto reprovao por faltas, esta tambm vem apresentando um ndice

    maior anualmente no Ensino Mdio, j no Ensino Fundamental este ndice diminuiu

    consideravelmente. Assim no ano letivo de 2009, observa-se que o ndice de

    reprovao por faltas e de abandono no Ensino Mdio cresceu (Grfico 03).

    Como aes e medidas para a soluo do problema da evaso escolar, a

    Coordenao Pedaggica realiza acompanhamento junto s famlias, no que diz

    respeito comunicao da situao escolar via bilhete, telefone, e

    convite/convocao aos pais para comparecimento escola e quando necessrio

    encaminha relatrio ao Conselho Tutelar (FICA), em alguns casos sugere

    acompanhamento de assistente social, e se necessrio encaminha-se relatrio

    Vara da Infncia e Juventude.

  • 55

    7.4.2. DIAGNSTICO DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO:

    Conhecer a realidade da escola e o grupo de pessoas que formam a nossa

    comunidade escolar um fator extremamente importante para que possamos definir

    a identidade da escola. Essa definio nos permitir pensar a escola que temos e

    projetar a escola que queremos, elencando-se encaminhamentos que objetivem a

    qualidade do ensino.

    Outra definio que julgamos necessria o modelo de educao e o tipo

    de aluno com que a nossa escola ter a preocupao de trabalhar, para que haja

    coerncia entre o nosso falar e o nosso fazer.

    Por meio da pesquisa e tabulao dos dados, obtivemos resultados que

    foram apresentados com uso de grficos demonstrando que a maioria dos alunos

    reside com seus pais. No entanto, aps analise verificamos tambm o acentuado

    nmero de crianas, jovens e adolescentes que vivem somente com a me. E outros

    ainda, esto sob os cuidados das avs, bisavs ou tios. Outro fator interessante o

    nmero de habitantes por residncia, sendo a mdia de quatro e/ou trs pessoas,

    confirmando-se a realidade de famlias com poucos filhos.

    Verificamos um bom nvel de escolaridade por parte dos pais dos alunos,

    embora haja um percentual de analfabetos, e um nmero considervel de pais que

    no concluram o Ensino Fundamental, h um nmero razovel que concluiu o

    Ensino Mdio e outros ainda possuem Ensino Superior completo.

    Predomina a religio catlica com 65%, sendo 25% evanglicos e 4% no

    praticam nenhuma religio.

    Constatamos que h um nmero relevante de alunos que residem em outros

    bairros e esto matriculados neste estabelecimento de ensino. Acreditamos que os

    motivos que explicam a procura por esta escola, d-se em razo da localizao da

    mesma, que est na rea central urbana de Cascavel, e possui facilidade de acesso

    via nibus, transporte coletivo, vans, carros particulares e at mesmo a

    possibilidade para se fazer o trajeto a p.

  • 56

    Constatamos tambm que embora a maioria das famlias possua habitao

    prpria, h um nmero considervel de pesquisados que pagam aluguel, revelando

    um problema social que ainda precisa ser resolvido. Outra carncia relevante

    demonstrada a falta de saneamento bsico nas residncias. E, outro item que

    tambm merece destaque em relao renda econmica familiar dos alunos.

    Verifica-se que 47% vivem com renda de um a trs salrios mnimo, 30% vivem uma

    renda de trs a cinco salrios mnimo, 14% vivem uma renda de cinco a oito salrios

    mnimo, 3% vivem com menos de um salrio mnimo. Estes dados so indicadores

    de que a maioria das famlias de classe mdia e com isso verificamos que uma

    boa parte do universo pesquisado dispe de computador com acesso internet, o

    que pode auxiliar muito na aprendizagem, dependendo do uso que se faa deste

    recurso. Automvel, telefone fixo e TV por assinatura tambm so itens que aparece

    na pesquisa de forma considervel.

    Quanto s tarefas de casa verificamos que uma parcela razovel realiza as

    mesmas, entretanto, um grupo considervel s de vez em quando estudam em

    casa. Com isso, percebemos que infelizmente, os alunos ainda no tm hbitos de

    estudo, fazem somente as tarefas quando solicitadas, sem comprometimento maior

    com o processo ensino e aprendizagem.

    As famlias relatam tambm que no possuem hbito de acompanhamento

    frequente no caderno dos filhos, sendo que alguns afirmaram nunca terem olhado os

    mesmos.

    Na grande maioria, as famlias participam das reunies promovidas pela

    escola. Percebe-se tambm que as mesmas tm hbito de conversar com filhos

    sobre aprendizagem e assuntos relacionados escola.

    Outro recurso importante disponibilizado pela escola a Sala de Apoio, a

    Sala de Recurso e a sala de Transtornos Globais do Desenvolvimento. Estes so

    programas para dar suporte pedaggico, ou seja, destinados a trabalhar com a

    defasagem de contedos e com as dificuldades de aprendizagem; pertinentes a

    ambas as salas, sejam elas temporais ou permanentes. Dessa forma, esses

    espaos somam com as aes realizadas na escola para garantir a qualidade de

  • 57

    ensino e precisam de acompanhamento da famlia para que o aluno participe com

    comprometimento.

    Observa-se que a maioria das famlias depende do Sistema nico de Sade,

    pouqussimas possuem Plano de Sade.

    Outro dado interessante referente s opes de lazer que so

    diversificadas, sendo desde visitas a parentes, amigos, passeios diversos, tais como

    ida ao lago municipal, centro esportivo Ciro Nardi e praas at a frequncia em

    bares/restaurantes/ pizzarias.

    7.4.3. ASPECTO SITUACIONAL DOS PROGRAMAS DE COMPLEMENTAO

    CURRICULAR:

    Atualmente a Comunidade Escolar conta com quatro programas de

    complementao curricular: salas de apoio aprendizagem, complementao

    curricular com seus projetos especficos, CELEM Lngua Estrangeira Moderna e

    Salas de Recursos.

    A complementao curricular depende dos programas e demandas abertas

    pela poltica governamental conforme alneas de instncias superiores. Os

    programas ativos no Colgio Costa e Silva seguem as instrues respectivas que

    regulamentam sua abertura e funcionamento.

    A tabela abaixo ilustra e relaciona as cargas horrias dos programas de

    complementao e seu pblico de abrangncia com os turnos regulares.

    Conforme possvel observar h complementao curricular de 50 h/a

    vespertinas semanal para alunos matriculados no turno da manh, sendo que destas

    a maior parte est destinada para alunos com Necessidades Educativas Especiais.

    Para os alunos que cursam o ensino regular tarde h complementao

    curricular de 40h/a, sendo a maior parte destinada a alunos com Necessidades

    Educativas Especiais, seguida do atendimento de apoio para os sextos anos.

  • 58

    Os alunos do ensino Noturno tm acesso a todas as atividades de

    complementao.

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    9 C e D X X x

    NO

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    9 E x X X

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    Em 2004 o programa de apoio no contra turno escolar foi implantado visando

    complementar o currculo dos alunos egressos do Ensino Fundamental I que

    apresentaram lacunas na aprendizagem, defasagens em contedos bsicos de

    Lngua Portuguesa e Matemtica.

    2004 2010 Salas de Apoio de Lngua Portuguesa e Matemtica

  • 59

    Figura 1

    O grfico aponta que, em todo o perodo de seu funcionamento, as salas de

    apoio complementam a grade curricular dos alunos regularmente matriculados nos

    sextos anos e nonos anos turno vespertino sendo que, os alunos do sexto ano do

    turno matutino, mesmo com contedos defasados, no passam por este

    atendimento, o que compromete em aproximadamente 25% do alunado.

    Quanto ao nmero de alunos por turma nas salas de apoio, o programa

    proveu em seu incio vagas para 20 alunos, por quatro horas aula semanais.

    Um avano, segundo as equipes pedaggicas e docentes, foi uma mudana

    na nova instruo de funcionamento das Salas de Apoio, que reduziu este nmero

    de alunos para quinze.

    .Para um trabalho coerente com a proposta de implementao curricular de qualidade, considerando o grau de dificuldades e defasagem com que esses aluno chegam at ns, foi imprescindvel a reduo do nmero de alunos, que garante um olhar diferenciado nas atividades desenvolvidas pelo professor... (SIC Equipe Pedaggica do turno vespertino e prof. Mrcia Fontanella, que desenvolveu por seis anos o trabalho na Sala de Apoio de Lngua Portuguesa.)

    A comunidade escolar compreende e expressa nas reunies pedaggicas,

    reunies de pais/responsveis e conselhos de classe que cada aluno apresenta o

    seu prprio ritmo de aprendizagem, o qual deve ser respeitado, e que tambm ao se

    depararem com a puberdade e seus conflitos, por hora ou outra perdem o foco do

    compromisso escolar e acabam, mesmo com as recuperaes de contedos

  • 60

    paralelas, ficando com defasagens. Alm do que, o atendimento das salas de apoio

    no atinge 100% dos alunos durante os sexto e nono anos.

    O ponto de discusso passa ento pela averiguao que, mesmo com todo

    o trabalho escolar desenvolvido, h muitos alunos com contedos defasados nas

    turmas de 7, 8 e 9 anos. Os quais, por enquanto, no contam com uma proposta

    de complementao curricular.

    Em 2008 somada a este contexto o Atendimento Especializado a alunos

    com Transtornos Globais do Desenvolvimento, com a abertura de mais uma turma

    de apoio.

  • 61

    7.5. RELAO DOS COMPONENTES DOS SEGMENTOS DA

    ESCOLA:

    INSTNCIAS COLEGIADAS:

    A expresso da democracia na escola concebida pela organizao do

    coletivo com representatividade por meio das instncias colegiadas, conforme Artigo

    14 da LDB9394/96(Lei de Diretrizes e Base da Educao Nacional):

    Art. 14. Os sistemas de ensino definiro as normas da gesto democrtica do ensino pblico na educao bsica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princpios:

    I - participao dos profissionais da educao na elaborao do projeto pedaggico da escola;

    II - participao das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.

    O trabalho do Conselho Escolar, Conselho de Classe, das Associaes de

    Pais, Mestres e Funcionrios e dos Grmios Estudantis, no somente indica as

    possibilidades de consolidao do fortalecimento da comunidade, como tambm a

    garantia de espaos de discusso e de tomada de decises no mbito pedaggico,

    estrutural e financeiro.

    Este processo de participao da comunidade organizada nos segmentos de

    gesto se consolida com a criao, atuao e permanncia de cada uma dessas

    Instancias na nossa Instituio escolar.

    7.5.1. CONSELHO DE CLASSE

    Consideramos que entre as instncias colegiadas da escola o Conselho de

    Classe um dos itens mais relevantes e que tem como objetivo principal discutir o

    processo ensino e aprendizagem dinamizando as aes que privilegiam o

    desenvolvimento pedaggico.

  • 62

    o momento especfico para redefinir prticas pedaggicas com o objetivo

    de superar a fragmentao do trabalho escolar e oportunizar formas diferenciadas

    de ensino que realmente garantam a todos os alunos a aprendizagem.

    De acordo com MATTOS, 2005, no o espao de comparao de alunos, em que

    se valida a construo de imagens dos alunos e alunas, feitas pelos docentes, no decorrer do ano

    letivo.

    7.5.2. CONSELHO ESCOLAR

    O Conselho Escolar o rgo mximo de gesto no interior da escola. por

    ele que passam discusses importantes como a construo do Projeto Poltico-

    Pedaggico, da Proposta Pedaggica Curricular, do Plano de Ao da escola e do

    Regimento Escolar.

    O Conselho Escolar eleito pela comunidade escolar conforme a legislao

    em vigor (Resolues e Estatuto4). Este o segmento de apoio do Colgio, atuando

    tambm como rgo fiscalizador, consultivo, deliberativo e avaliativo, pois

    composto por representantes de todos os segmentos da escola e representantes

    convidados da comunidade civil do bairro. Nesse sentido consideramos

    importantssimo garantir que todas as instncias da escola tenham

    representatividade no Conselho como forma de tornar a escola pblica mais

    democrtica e participativa, legitimando-a como espao de socializao do

    conhecimento.

    Entendemos a funo social da escola pblica associada democratizao

    do saber. E o Conselho Escolar como um segmento que possibilita canais de

    comunicao, de estudo, discusso e conhecimento das leis e normatizaes que

    legalizam a educao, permitem analise das diferentes concepes pedaggicas,

    oportunizam debater as diretrizes da mantenedora da escola, e aprofundar as

    polticas pblicas da educao.

    MEMBROS DO CONSELHO ESCOLAR - GESTO 2011/2013 MS DE OUTUBRO

    PRESIDENTE Sirlene Salete Dani

  • 63

    REPRESENTANTE DA EQUIPE PEDAGGICA Loreni de Ftima Sangaleti

    Manchack

    SUPLENTE Iraci Anzolin

    REPRESENTANTE DO CORPO DOCENTE ENSINO FUNDAMENTAL Ivanir

    Salete Acosta

    SUPLENTE Lucimara Aparecida Scanholato

    REPRESENTANTE DO CORPO DOCENTE ENSINO MDIO Clecimara da Silva

    Medeiros

    SUPLENTE Nelson Douhi

    REPRESENTANTE DOS FUNCIONRIOS AGENTE EDUCACIONAL I Lourdes

    Pauletto Santiani

    SUPLENTE Aparecida Rigo

    REPRESENTANTE E DOS FUNCIONRIOS AGENTE EDUCACIONAL I I Maria

    Aparecida do Nascimento Trufa

    SUPLENTE Ivanir Lusa Mazzuchewtti

    REPRESENTANTES DO CORPO DISCENTE:

    ENSINO MEDIO Mario Rodrigues Junior

    SUPLENTE Felipe Andr Oliveira

    ENSINO FUNDAMENTAL Emanoelle Sarturi

    SUPLENTE Paulina pereira da silva

    REPRESENTANTE DOS PAIS Marco Antonio Macoris

    SUPLENTE Maria Anita Prado

    REPRESENTANTE DA APMF - Noeli Pereto

    REPRESENTANTE DA COMUNIDADE - Marcelo Augusto Sella

  • 64

    7.5.3. ASSOCIAO DE PAIS MESTRES E FUNCIONRIOS (APMF)

    Associao de Pais, Mestres e Funcionrios um rgo de representao

    dos pais e profissionais do estabelecimento, que no deve ter carter poltico

    partidrio, religioso, racial e nem fins lucrativos, no possui cargos remunerados.

    um trabalho voluntrio por parte de seus Dirigentes e Conselheiros, e constitudo por

    prazo determinado.

    A APMF eleita pela comunidade escolar conforme a legislao em vigor

    (Resolues e Estatuto5). Sendo ela o segmento responsvel pela gesto e

    complementao das verbas mantenedoras do colgio (Fundo Rotativo / PDDE /

    Taxas de contribuio e etc), tendo como uma das principais finalidades a interao

    dos problemas da escola e a busca de possveis solues, alm de implementar

    aes que visem a garantia da qualidade do ensino junto s autoridades

    competentes, bem como a participao nas decises pedaggicas da comunidade

    escolar.

    MEMBROS DA DIRETORIA - GESTO 2010/2011

    Nome Cargo

    MARCO ANTONIO MACORIS Presidente

    MARCOS G. MIRANDA Vice-Presidente

    ROSA MARIA GOMES PACHECO 1 Secretria

    VERA MARIA TOSTANOVISKI 2 Secretria

    ROBERTO GONALVES CHAVES 1 Tesoureiro

    KARIN BORGES T. NAKAYAMA 2 Tesoureiro

    NOELI PERETO 1 Diretor scio-cultural esportivo

    IVANE P DA S. PRECOMA 2 Diretor scio-cultural esportivo

    MEMBROS DO CONSELHO FISCAL DELIBERATIVO

    Nome Condio

    MARIO RODRIGUES Pai

    FLAVIA DE FREITAS CORAA Professora

  • 65

    BENILDE TEREZINHA DEPUBEL Professora

    RUY SERGIO INCERTI JUNIOR Professor

    ELIZABETE DE OLIVEIRA GOMES Agente Educacional I

    IZABEL F. DOS SANTOS Agente Educacional II

    7.5.4. GRMIO ESTUDANTIL

    Consideramos importantssima a criao do Grmio Estudantil na

    Escola, pois ele um rgo reconhecido, de apoio Direo Escolar e legalizado na

    Rede Estadual de Ensino desde o ano de 1985, por ato do Poder Legislativo. Dessa

    forma o funcionamento dos Grmios Estudantis ficou assegurado pela Lei 7.398,

    como entidades autnomas de representao dos estudantes.

    A lei tambm assegura que essa instncia no poder ter carter

    poltico-partidrio, religioso, racial e tambm no dever ter fins lucrativos.

    A organizao, o funcionamento e as atividades pertinentes ao Grmio

    sero estabelecidas no seu Estatuto, aprovado em Assemblia Geral do corpo

    discente do Estabelecimento de Ensino, convocada para este fim, obedecendo

    legislao vigente.

    A aprovao do Estatuto, a escolha dos Dirigentes e dos Representantes do

    Grmio sero realizadas pelo voto direto e secreto de cada estudante, observando-

    se, no que couber, as normas da legislao eleitoral.

    Os representantes do Grmio no podero utilizar seu horrio de aula para

    reunies e quaisquer outras atividades sem autorizao da Direo geral e do

    professor da turma.

    A diretoria do Grmio Estudantil eleita periodicamente pelo corpo discente

    regularmente matriculado no estabelecimento e com frequncia regular, conforme a

    legislao em vigor (Resolues e Estatuto) sendo este o segmento representativo

    dos estudantes junto ao colgio e s entidades estudantis que os agregam.

    O Grmio tem um importante papel na formao e no desenvolvimento

    educacional, cultural e esportivo dos estudantes, contribuindo na organizao de

  • 66

    debates, teatros, festivais, torneios e outras festividades. Essas atividades para

    muitos alunos so os primeiros contatos com a vida social, cultural e poltica.

    No momento a escola possui grmio institudo, pretendemos promover

    aes que continuem mobilizando os alunos para a necessidade de formao do

    grmio, j que acreditamos que isso pode contribuir para a formao poltica e

    cidad dos mesmos.

    MEMBROS DO GRMIO ESTUDANTIL GESTO 2010/2011

    Conforme Ata05/2010, de 06/05/20106

    Chapa um JACS (Jovens Atuantes Costa e Silva):

    Presidente: Caroline Angelica Schraber;

    Vice-Presidente: Camila Piocentini;

    Secretrio- Geral: Ariane karoline Longe de Souza,

    Primeiro secretrio: Naiara Caroline Tonello,

    Tesoureiro- Geral: Marlon Guilherme dos Santos Fermino,

    Primeiro Tesoureiro: Volmar Emanoel Dallastra,

    Diretor Social: Ana Julha de Oliveira, Diretor de Cultura: Carlos Carbim,

    Diretor de Sade e Meio Ambiente: Ana Paula Pereira,

    Vice diretor de Sade e Meio Ambiente: Daniely Josef dos Santos

    6 Ata 05/2010 - Anexo 2 Volume II

  • 67

    8. MARCO CONCEITUAL:

    8.1. OBJETIVOS DO ESTABELECIMENTO

    O ALUNO / CIDADO QUE QUEREMOS FORMAR

    Pensamos que em uma sociedade existem grupos sociais distintos, com

    diferentes modos de viver, agir e pensar, mas que se interagem, tendo assim direitos

    e obrigaes dentro deste grupo, e que o nosso aluno um cidado que faz parte

    desta sociedade e ao relacionar-se com o outro em casa, na rua, na escola, no

    nibus, na igreja, no seu local de trabalho, etc., com a diferena em mltiplos

    aspectos, desfruta de direitos e tendo ao mesmo tempo obrigaes sociais. A escola

    tem como objetivo desenvolver a cidadania, e uma das formas atravs da ampla

    discusso do Regimento Interno, da LDB, e outras leis e normas que regem a

    sociedade e em especial a escola. Alm disto, fundamental o objetivo da

    transmisso do conhecimento, pois atravs dele que teremos a construo do

    cidado consciente.

    Cidadania se aprende vivenciando, exercitando, participando. Nesta via de

    raciocnio queremos atravs da educao mobilizar o educando a desenvolver

    responsabilidades para com ele e com aqueles com quem convive, tendo assim

    conscincia das escolhas que faz e das suas consequncias.Para isso,

    trabalharemos para principalmente, o fortalecimento das relaes humanas.

    O Colgio Estadual Presidente Costa e Silva pretende proporcionar ao

    aluno acesso informao dos seus direitos e deveres, promovendo discusso,

    reflexo e debates a respeito das normas contidas no Regimento Escolar, no

    Estatuto da Criana e do Adolescente com necessidades educativas especiais ou

    no, na LDB entre outros temas abordando os valores ticos, morais e sociais no

    sentido de desenvolver alternativas de reflexo, cooperao na vida cotidiana na

    escola, na comunidade, na famlia e no seu espao imediato de convivncia.

  • 68

    Em diferentes situaes que se apresentem na vida diria da escola,

    desenvolver atitudes de responsabilidade do aluno pelo seu ser, como criana, pr-

    adolescente ou adolescente, exigindo respeito para si, cuidado com sua sade, seus

    estudos, seus vnculos afetivos, sua capacidade de fazer escolhas e opes.

    Compreendendo o significado de cidadania na prtica o aluno ter clareza

    das oportunidades e recursos educacionais de que dispe, tornando-se um cidado

    que fala e no se cala nos grandes momentos de rplica. Cidado com ideias, que

    no se omite na hora de apresent-las; cidado que enxerga a tudo e a todos sem

    fechar os olhos para as injustias que acontecem ao seu redor; cidado que no se

    acovarda diante de um pedido de ajuda; cidado que exige que seu direito no seja

    negado, pois a verdadeira cidadania no tem idade, cor, raa, sexo ou gosto. Tem

    apenas uma qualidade fundamental: ser gente!

    De acordo com a Proposta Pedaggica da Escola e as Diretrizes

    Curriculares: importante tratar a cidadania verificando atitudes de valorizao da

    solidariedade como princpio tico e como fonte de fortalecimento das relaes

    humanas.

    Aquilo que aprendido na escola deve interagir com o contexto social do

    aluno, para que ocorram as transformaes sociais. Dessa forma referenciamos

    Paro quando faz consideraes importantes sobre

    A divulgao de valores positivos com relao ao saber e ao estudo junto

    aos pais, para que estes trabalhem esses valores com seus filhos em casa, depende

    de uma comunicao muito eficiente entre escola e pais (PARO, 2000, p. 68).

    8.2. PRINCPIOS NORTEADORES DA EDUCAO

    a) GESTO DEMOCRTICA

    Entendemos a gesto democrtica como direito de participao. Dessa forma

    pretendemos tambm compreender a escola como uma Instituio Social, que de

    acordo com a legislao e a filosofia descrita e proposta neste documento tem como

  • 69

    funo possibilitar a formao de cidados para participar conscientemente da

    sociedade em que est inserido.

    Assim, para que a escola possa garantir essa formao, precisamos ter

    clareza do conceito de gesto democrtica e vivenci-lo na comunidade escolar, ou

    seja, professores, alunos, pais, direo, equipe pedaggica e funcionrios de todos

    os segmentos, so considerados como sujeitos ativos de todo o processo de gesto,

    de forma que a participao de cada um implica em clareza e conhecimento do seu

    papel, em relao ao papel dos demais, como corresponsveis nas aes e

    coadjuvantes no processo ensino e aprendizagem.

    Entendemos tambm que alm da participao, a autonomia outro

    princpio bsico da gesto democrtica.

    Quando nos colocamos como sujeitos ativos desse processo, precisamos ter

    clareza de quais sero nossas aes, a forma de organizao do trabalho escolar e

    as relaes de poder neste espao.

    Assim nos utilizamos dos estudos de DOURADO (2002), para esclarecer

    que a gesto democrtica constitui-se como um processo de aprendizado e de luta

    poltica, possibilitando a criao e efetivao de canais de participao, de

    aprendizado do jogo democrtico, resultando em reflexo das estruturas autoritrias,

    visando sua transformao.

    DOURADO (1998, p.89), afirma ainda, que essa compreenso acerca da

    intencionalidade das aes, bem como das reais possibilidades se evidenciam

    quando existe articulao entre os diversos segmentos que compe