2 Anos de inovação na gestão das pessoas

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Apresentao das dez principais inovaes na gesto das pessoas adoptadas na CML em torno de trs objetivos estratgicos: melhorar a atractividade do ambiente de trabalho, dotar a fora de trabalho da CML com as competncias adequadas ao novo modelo organizacional e aumentar o trabalho colaborativo.

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  • Inovao e Qualidade

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    Polticas e planeamento de RH

    Administrao de RH

    Desenvolvimento de RH

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    DMRH

    Competncias organizacionais especficas da DMRH associadas a processos operacionais

    Competncias individuais alinhadas com as competncias da DMRH

    Competncias organizacionais comuns associadas a processos estratgicosCompetncias organizacionais comuns associadas a processos de suporte

    Competncias individuais Competncias indiv

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    Planeamento e gesto estratgicaOrientao para o servio pblico

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    conhecer o Decreto-lei n. 133/2012, de 27 de Junho de 2012. O novo diploma, que entrou em vigor no dia 1 de julho, introduz alteraes a vrios regimes jurdicos que enquadram as prestaes sociais. Em concreto altera: Os regimes jurdicos de proteo social nas eventualidades de doena, maternidade, paternidade e adoo e morte previstas no sis-tema previdencial, de encargos familiares do subsistema de proteo familiar e do rendimento social de insero, o regime jurdico que regula a restituio de prestaes indevidamente pagas e a lei da condio de recursos, no mbito do sistema de segurana social, e o estatuto das penses de so-

    brevivncia e o regime jurdico de proteo social na eventualidade de maternidade, paternidade e

    Este ms importanteadoo no mbito do regime de proteo social convergente. Para saber mais: Consulte a Intranet http://intranet.cm-lisboa.net/ e saiba o que mudou.

    Clia Campos 21 371 08 00 dmrh.dgrh@cm-lisboa.pt

    no esquecer a prova anual da situao escolar dos filhos maiores de 16 anos (declarao de aproveitamento e matrcula pelo estabelecimento de ensino), para efeitos de abono de fa-mlia. O prazo termina dia 31 de agosto, conforme foi divulgado no recibo de vencimento de julho.Nota: Apenas para trabalhadores subscritores da Caixa Geral de Aposentaes.

    protocolos e benefcios

    Consulte na Intranet as ent Idades que ofereCem C o n d I e s e s p e C I a I s ao s t r a b a l h a d o r e s d a C m l

    Agora j pode encontrar reunida num nico stio a informao sobre benefcios, descontos e outras condies vantajosas na aquisio de bens e servios atribudos por diversas empresas e instituies aos trabalhadores da CML, nas mais diversas reas: Alimentao, Bem-estar, Consumo, Cultura, Desporto, Educao, Financeira, Lazer.

    http://intranet.cm-lisboa.net/

    Conhece outros protocolos e benefcios?Ajude-nos a construir esta rea. Se sabe de algum protocolo (formal ou informal) que tenha sido estabelecido pela sua orgnica ou de que tenha sabido diretamente atravs de alguma empresa ou instituio, preencha o formulrio disponvel para o efeito na rea Protocolos e Benefcios na Intranet ou escreva-nos para: rh.comunicacao@cm-lisboa.pt

    Medida

    13simplis

    C o n h e a a s 1 3 m e d i d a s d o p r o g r a m a s i m p l i s n o s i t e w w w. l i s b o a p a r t i c i p a . p t

    A interveno das equipas multidisciplinares privilegia o contacto direto com as orgnicas municipais, atravs de verificaes regulares s instalaes de trabalho. As equipas so compostas por elementos do DSHS, das se-guintes reas:

    Depois das visitas aos locais de trabalho, o DSHS enviar relatrios ao RSB, para respetiva anlise e resposta s questes apresentadas. Posteriormente, os resultados e prioridades de interveno da resultantes sero alvo de deba-te a realizar entre a Equipa Multidisciplinar e os responsveis do RSB.

    Morada DSHS Posto Mdico CentralAv. Afonso Costa 41, 3. Piso Ala D 1900-019 LisboaTelefone 21 817 00 50

    Morada DSHS Posto Mdico RSB Av. D. Carlos I 1249-071 LisboaTelefone 21 817 15 10

    rea IntervenientesContactosSegurana

    e Higiene do Trabalho

    Joo Pernas joao.pernas@cm-lisboa.ptCristina Paulino cristina.paulino@cm-lisboa.pt

    Psicologia

    Raquel Barnab raquel.barnabe@cm-lisboa.pt Maria Manuel Costa maria.manuel.costa@cm-lisboa.ptMedicina

    do Trabalho Mrio Jorge Neves mario.jorge.neves@cm-lisboa.pt

    CMARA MUNICIPAL DE LISBOA DIRECO MUNICIPAL DE RECURSOS HUMANOSDEPARTAMENTO DE SADE, HIGIENE E SEGURANA

    SADE HIGIENE SEGURANA

    SADE HIGIENE SEGURANA SADE HIGIENE SEGURANA

    C M A R A M U N I C I P A L D E L I S B O A

    C M A R A M U N I C I P A L D E L I S B O A C M A R A M U N I C I P A L D E L I S B O A

    SADe oCuPACIonAL

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    Sade e HIgIeNe No TRaBalHo

    MedICINa No TRaBalHo

    EQUIPA MULTIDISCIPLINAR RSB

    +

    +

    Equipa Multidisciplinar afeta ao RSB

    Equipa Multidisciplinar afeta ao RSB

    2 anos de inovaona gesto das pessoas

    Carta de Competncias

  • # ndice

    Mensagem da Vereadora dos Recursos Humanos 3

    Inovar na gesto das pessoas 4

    #Projeto | 100% bem 6

    #Projeto | Apoio ao trabalhador 8

    #Projeto | Modelo integrado de sade e segurana 10

    #Projeto | Comunicao corporativa 12

    #Projeto | Plano de formao alinhado 14

    #Projeto | Carta de Competncias 16

    #Projeto | Comunidade de Aprendizagem 18

    #Projeto | Funo RH 20

    #Projeto | Rede Colaborativa 22

    #Projeto | Medidas participativas 24

    O que mudmos na Direo Municipal de Recursos Humanos 26

  • pGinA 3 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    Mensagem da Vereadorados Recursos HumanosA gesto das pessoas cada vez mais um aliado da estratgia organizacional. Nenhuma organizao alcana os seus objetivos se no conhecer a estratgia e se no tiver pessoas empenhadas na sua concretizao. A Camara Municipal de Lisboa (CML), com um efetivo de mais de 9000 trabalhadores, conta com inmeras pessoas dedicadas, disponveis, prontas a dar o seu melhor para que a cmara preste um bom servio aos cidados. Mas para que isso acontea, nossa responsabilidade criar um ambiente de trabalho que as motive, qualifique e, sempre que possvel, proporcione oportunidades para a realizao pessoal.

    Nos ltimos anos, crimos condies para que a gesto das pessoas na CML se faa de forma mais profissional mas tambm mais humana, sempre em dilogo social com os trabalhadores e seus representantes. Tornmos claro que para a Cmara funcionar de forma diferente no basta mudar a estrutura, fundamental mudar os processos de gesto. E mudar a forma como fazemos a gesto das pessoas fundamental para termos uma cmara a funcionar melhor. Tornmos claro que gerir pessoas uma responsabilidade partilhada por todos os eleitos e pelos mais de 150 dirigentes e chefias e no apenas da Direo Municipal de Recursos Humanos e da sua vereao. Mas tambm tornmos claro que existem regras a cumprir e prticas de gesto que devem ser adotadas em todos os servios. Por fim, tornmos claro que, mesmo com recursos escassos, possvel inovar. Com criatividade e envolvimento dos nossos trabalhadores, implementmos um conjunto de medidas inovadoras que esto na linha das melhores prticas de gesto das pessoas.

    Demos passos muito significativos e estamos confiantes que com uma gesto de recursos humanos partilhada e mais prxima das pessoas teremos ainda melhores resultados porque conseguiremos afirmar uma forte cadeia de valor: melhor gesto das pessoas, melhor servio cidade.

    Maria Joo Azevedo Mendes | Vereadora dos Recursos Humanos | Julho de 2013

  • pGinA 4 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    Inovar na gestodas pessoas Inovar na gesto das pessoas possvel e necessrio. Sabemos que nunca como hoje foi to importante procurar novas formas de compreender o papel das pessoas na Cmara Municipal de Lisboa: novas formas de exercer responsabilidades, novas formas de proporcionar boas condies de trabalho, novas formas de desenvolver competncias, novas formas de envolver os trabalhadores no funcionamento dos servios.

    E tambm sabemos que inovar na gesto das pessoas estimula a CML a inovar. O desenvolvimento de novas competncias alavanca novos procedimentos, novas estruturas, novos produtos e novos servios. Porque mais do que qualquer outro fator, so os novos comportamentos e atitudes dos trabalhadores que fazem com que a inovao acontea, melhorando o desempenho da CML junto dos cidados.

    Decorreram j dois anos de um ciclo de gesto que se iniciou com a reestruturao dos servios municipais e que deu a toda a Direo Municipal de Recursos Humanos o mote para refletir sobre o seu papel. Elegemos a inovao como um dos valores centrais no nosso sistema de gesto, apostando em projetos inovadores que criam valor a partir de ideias que nasceram do dilogo com os nossos trabalhadores, os nossos clientes e os nossos parceiros.

    o momento de prestar contas. Apresentamos aqui as dez principais inovaes na gesto das pessoas que adotmos, em torno dos trs objetivos estratgicos que nos orientam: melhorar a atratividade do ambiente de trabalho, dotar a fora de trabalho da CML com as competncias adequadas ao novo modelo organizacional e aumentar o trabalho colaborativo. Algumas so ideias totalmente novas, outras so ideias que, no sendo invenes, so novidade na CML. Todas so importantes para alavancar as mudanas necessrias na gesto das pessoas e, com as pessoas, na gesto dos servios municipais.

    Esperamos que este documento tambm o estimule a enviar-nos as suas ideias para inovrh@cm-lisboa.pt. Porque queremos que conte connosco, contamos consigo para que nos ajude a fazer ainda melhor.

    Ftima Fonseca | Diretora Municipal de Recursos Humanos | Julho de 2013

  • Melhorar a atratividade do ambientede trabalho

    Aumentaro trabalho

    colaborativo

    100% bem

    comunicaocorporativa

    Apoio ao trabalhador

    plano de formao

    alinhado

    Modelointegradode sade

    e segurana

    Rede colaborativa

    Medidas participativas

    Funo RH

    comunidade de Aprendizagem

    carta de competncias

    dotar a fora de trabalho da cML

    com as competncias adequadas

    ao novo modelo organizacional

    inovaes e objetivosestratgicos

  • pGinA 6 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    # prOjEtO

    O programa 100% Bem um programa de sade ocupacional que pretende estimular comportamentos saudveis nos trabalhadores e prevenir algumas das principais causas de stresse e mal-estar no trabalho.

    O bem estar no trabalho hoje uma forte aposta das organizaes que sabem que o estado de sade fsica e psicolgica das pessoas que nelas trabalham determina a eficcia do seu desempenho e a consequente qualidade dos servios que prestam. A sade, tal como a define a Organizao Mundial de Sade, um estado de bem-estar fsico, mental e social e no simplesmente a ausncia de doena. Nos anos 70, o modo de vida e a preveno eram considerados os principais veculos da promoo da sade. Nos anos 80, a sade comeou a ser associada ao meio de vida dos indivduos. Hoje em dia, considera-se que a sade depende de um leque ainda mais amplo de fatores interdependentes: o ambiente familiar, escolar, institucional, comunitrio, as redes sociais e tambm o ambiente profissional.

    Porque acreditamos que possvel incentivar o bem-estar e a felicidade no trabalho e porque sabemos que so muitas vezes as pequenas coisas que operam as grandes mudanas, estes so alguns dos nossos contributos.

    100% bemMelhore connos

    co a sua

    qualidade de vida.

  • O que j fizemos1600 trabalhadores envolvidos em 2 Aes Fruit Day, com o apoio de 2 parceiros externos

    221 trabalhadores envolvidos em 11 Aes Sem Stresse, com 3 atividades diferentes envolvendo 3 parceiros (Sesses Sem Stress, 15 minutos de relaxamento e Open Day de Yga)

    614 trabalhadores que participaram em 3 Rastreios (visual e nutricional),

    1200 trabalhadores participaram na celebrao do Dia Internacional da Mulher, em 6 atividades com 4 parceiros externos

    574 trabalhadores aderiram Semana do Corao, em 5 atividades com 17 sesses

    30 trabalhadores envolvidos em 3 atividades no Solstcio de Vero

    Criao do Espao Multiusos, em parceria com a Secretaria Geral

    Programa de ginstica laboral

  • Apoio aotrabalhador

    pGinA 8 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    # prOjEtO

    Apoiar os trabalhadores e sobretudo facilitar a conciliao da vida pessoal e profissional envolve mais do que conceder licenas e aplicar regimes de horrio mais favorveis. Significa tambm proporcionar novas formas de apoio aos vrios aspetos da vida pessoal dos trabalhadores.

    Quisemos encontrar novas formas de abordar as novas necessidades das pessoas que trabalham na CML e que decorrem do contexto difcil em que vivemos, com vencimentos cada vez mais reduzidos e exigncias profissionais cada vez maiores. Quisemos ir alm da habitual lgica assistencialista e desenvolver um conjunto de mecanismos que facilitem a vida das pessoas e possam ser utilizados consoante as suas necessidades especficas.

    Num contexto de crise, essas formas de apoio tm de ser diversificadas para abordar vrias necessidades, quer atravs de parcerias, quer tirando partido dos recursos de que a Cmara dispe. Facilitar a vida familiar, aceder a novos servios, proporcionar apoios gratuitos, obter descontos em servios de utilizao corrente, testar novos mecanismos de conciliao do tempo e de poupana de recursos. Estes so alguns dos passos que j demos nesta rea.

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    conhecer o Decreto-lei n. 1

    33/2012, de 27 de Junho de

    2012. O novo diploma, que en

    trou em vigor no dia 1 de julho

    ,

    introduz alteraes a vrios re

    gimes jurdicos que enquadram

    as prestaes sociais. Em concr

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    de segurana social, e o est

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    o de proteo social

    na eventualidade de maternida

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    adoo no mbito do regime d

    e proteo social convergente

    .

    Para saber mais: Consulte a In

    tranet http://intranet.cm-lisboa

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    Clia Campos 21 371 08 0

    0 dmrh.dgrh@cm-lisboa.p

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    no esquecer a prova anual

    da situao escolar dos filhos

    maiores de 16 anos (declarao

    de aproveitamento e matrcula

    pelo estabelecimento de ensin

    o), para efeitos de abono de fa

    -

    mlia. O prazo termina dia 31 d

    e agosto, conforme foi divulga

    do

    no recibo de vencimento de ju

    lho.

    Nota: Apenas para trabalhador

    es subscritores da Caixa Geral

    de Aposentaes.

    protocolos e benefcios

    Consulte na Intranet

    as ent Idades que ofer

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    Agora j pode encontrar reuni

    da num nico stio a informa

    o sobre

    benefcios, descontos e outras

    condies vantajosas na aquisi

    o de

    bens e servios atribudos po

    r diversas empresas e institui

    es aos

    trabalhadores da CML, nas mais

    diversas reas: Alimentao, Be

    m-estar,

    Consumo, Cultura, Desporto, Edu

    cao, Financeira, Lazer.

    http://intranet.cm-lisboa.net/

    Conhece outros

    protocolos e benefcios?

    Ajude-nos a construir esta rea. Se sabe de algum

    protocolo (formal ou informal)

    que tenha sido estabelecido pela sua orgnica ou d

    e que tenha sabido diretamente

    atravs de alguma empresa ou instituio, pree

    ncha o formulrio disponvel

    para o efeito na rea Protocolos e Benefcios na

    Intranet ou escreva-nos para:

    rh.comunicacao@cm-lisboa.pt

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  • O que j fizemos41 protocolos com instituies e empresas para obter benefcios em reas como o bem-estar, o consumo, a cultura, o desporto, a educao e formao e a gesto financeira.

    513 crianas e jovens participaram em 15 atividades ldicas para os filhos dos trabalhadores

    206 crianas e jovens participaram nas aulas de ingls

    24 crianas beneficiaram de explicaes gratuitas de matemtica

    12 trabalhadores de 7 servios envolvidos no projeto piloto de teletrabalho

  • pGinA 10 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    # prOjEtO

    Renovmos a nossa organizao interna, conjugando a capacidade de resposta rpida perante leses concretas com o reforo da preveno como princpio orientador da nossa atuao.

    Sabemos que a sade e segurana dos trabalhadores so fatores da mxima importncia para a sustentabilidade da CML, pois, tal como sublinham a Organizao Mundial de Sade e a Organizao Internacional do Trabalho, a rapidez na resposta e sobretudo a preveno primria de doenas e leses profissionais, evita mortes, incapacidades, sofrimento e reduz os custos diretos (despesas de sade) e indiretos (nomeadamente absentismo) das organizaes.

    Com estes objetivos, adotmos uma abordagem integrada e multidisciplinar, atravs de equipas que aproximam os tcnicos de segurana, os psiclogos e os mdicos das condies de trabalho concretas de cada servio municipal. Este investimento visa garantir ambientes de trabalho saudveis que evitem ou minimizem a exposio profissional a fatores de risco e permitam proporcionar ao trabalhador elevados nveis de sade e bem-estar. Reformos tambm a capacidade de acompanhamento mdico, preventivo e curativo, a agilizao de exames complementares e de apoio clnico de especialidade, bem como a monitorizao da situao clnica em caso de baixa.

    So j visveis muitos resultados positivos.

    Modelo integrado de sade e segurana

    A interven

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    Morada DSHS

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    reaInterve

    nientesContac

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    Segurana

    e Higiene

    do Trabalho

    Joo Pernas

    joao.pernas@cm

    -lisboa.pt

    Cristina Paulino

    cristina.paulino@

    cm-lisboa.pt

    Psicologia

    Raquel Barnab

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    cm-lisboa.pt

    Maria Manuel Co

    sta maria.man

    uel.costa@cm-lis

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    do Trabalho

    Mrio Jorge Neve

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  • O que j fizemosReduo de custos diretos com acidentes de trabalho em 3,5%

    100% de unidade orgnicas com equipas multidisciplinares de interveno criadas

    42 visitas tcnicas realizadas

    31 relatrios de acompanhamento entregues

    24% de taxa de implementao de aces correctivas nos postos de trabalho

    95% dos trabalhadores convocados pela medicina preventiva, prevendo-se alcanar 100% at ao final do ano

    Nova Junta Mdica Municipal, com novos mdicos de especialidade para as patologias mais frequentes na CML

    Atendimento rpido e Ncleo de Marcaes nos acidentes de trabalho, para diminuir tempo de espera nas consultas, prescries e exames

    Reativao do posto mdico do Campo Grande

    Manual de procedimentos clnicos para a medicina de acidentes de trabalho

    Projeto piloto com a Direo Geral da Sade na rea da sade mental

    Projeto piloto com a Faculdade de Motricidade Humana na rea do stresse laboral

    rpidoAtendi

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    DEPARTAMEN

    TO DE SAD

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  • pGinA 12 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    # prOjEtO

    Sabemos que a comunicao interna eficaz uma das pedras de toque da mudana organizacional e uma rea em que as organizaes investem para alavancar a construo de uma identidade prpria.

    Por isso, repensmos e diversificmos a forma de fazer chegar aos trabalhadores a informao que lhes interessa. Reestruturmos a rea RH na intranet, orientando-a em funo das necessidades especficas dos trabalhadores e no das reas de interveno da DMRH. Segmentmos os clientes da informao dirigentes e trabalhadores e apostmos em produtos de comunicao especficos para necessidades de informao precisas visando resultados concretos.

    O feedback que recebemos tem sido positivo mas no iremos ficar por aqui. Para alm de informar e divulgar internamente as atividades realizadas, entendemos que a comunicao um forte aliado quer da participao dos trabalhadores, quer da gesto do desempenho organizacional, pois permite transmitir desafios, alinhar objetivos, balizar expetativas, partilhar conhecimento, reconhecer e motivar, contribuindo, assim, para o sentimento de pertena e a consolidao do esprito de equipa. Por isso, queremos tambm incentivar a comunicao interna a cada uma das unidades orgnicas, sublinhando a sua pertinncia para a boa gesto das pessoas.

    Comunicao corporativa

    saber

    como se

    atualiza

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    s para e

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    rande, 2

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    08 00

    dmrh.d

    grh@cm-

    lisboa.p

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    Particip

    e na su

    a evolu

    o. Env

    ie-nos s

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    unicaca

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    A nova In

    tranet R

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    http://in

    tranet.cm

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    Refeitrio

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    Quer sa

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    rgunte-n

    os como

    .

  • O que j fizemosMarca RH, um logtipo para todos os produtos de comunicao de recursos humanos

    112 contedos disponibilizados na nova rea RH na intranet

    13 edies da iRH, newsletter mensal de informao para os trabalhadores da CML, distribuda com o boletim de vencimento

    17 edies da RHNmeros, newsletter mensal em formato digital, enviada aos dirigentes e eleitos da CML

    90 Notas Informativas RH Comunicao, enviadas por correio eletrnico edit

    orial i de I

    nformao, In

    teressante, Im

    aginativo, Inte

    rno. RH de

    Recursos Hum

    anos.

    Eis a nova ed

    io interna d

    os trabalhado

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    e Lisboa, da

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    o Municipal d

    e Recursos H

    umanos (DMR

    H). Um poste

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    informativo

    desdobrvel q

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    s tenha vontad

    e de levar con

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    ocar

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    os procurar t

    er sempre co

    ntedos teis

    sua

    carreira, alert

    ando para pro

    cedimentos, in

    iciativas, direi

    tos e deveres

    , mas tambm

    dar

    a conhecer q

    uem somos; c

    uriosidades e

    notcias sobr

    e o que o faz

    emos e em qu

    e nos

    destacamos e

    nquanto traba

    lhadores da C

    ML, num qua

    dro de divers

    idade s poss

    vel

    numa casa c

    om cerca de 1

    0 mil pessoas

    .

    Esperamos qu

    e goste e que

    fale connosco

    sempre que t

    iver uma suge

    sto,

    um louvor ou

    uma crtica.

    rhcomunicac

    ao@cm-lisboa

    .ptA informa

    o

    que nos inter

    essa.

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    .o 1

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    LHo

    20

    12 |

    (n)confidenc

    ial A CML, atravs

    da DMRH/DD

    F, recebe es-

    tagirios da U

    nio Europeia

    ao abrigo do

    Programa de

    Aprendizagem

    ao Longo da

    Vida - Leonar

    do da Vinci.

    Monique de M

    ar-

    tinho realizou

    um estgio d

    e trs meses

    no

    Departamento

    de Desenvo

    lvimento Soc

    ial.

    Luso-descend

    ente, nasceu

    em Paris, tem

    39

    anos, casad

    a e tem uma fi

    lha. Licenciou

    -

    se em Sociolo

    gia e trabalha

    h nove anos

    na

    edilidade paris

    iense, em proje

    tos de inser

    o

    social e de r

    eabilitao de

    bairros socia

    is.

    Confesso que

    vou levar muit

    o mais contrib

    u-

    tos positivos d

    aqui do que o

    contrrio, afi

    r-

    ma surpreend

    ida com a qual

    idade encontra

    -

    da, destacand

    o o Regulame

    nto da atribui

    o

    de apoios e a

    Rede Social

    Interna em to

    da a

    cidade, uma

    excelente ideia

    , em que tod

    os

    trabalham em

    conjunto. Em

    Paris essa re

    de

    no existe. A

    nossa interv

    eno apen

    as

    em 14 bairros

    sociais mais p

    roblemticos

    . E

    acrescentou:

    Aqui so qua

    se 10 mil tra

    ba-

    lhadores, a CM

    Paris tem cer

    ca de 50 mil.

    A

    interveno d

    a CML mai

    s humana e

    mais

    prxima dos

    problemas. Po

    ntos fracos?

    pena que no

    se saiba tudo

    o que est a

    ser

    feito, a maior

    ia das pessoa

    s queixa-se q

    ue

    a cmara no

    faz nada, po

    rque no h

    co-

    municao, a

    maioria dos tr

    abalhadores n

    o

    sabe quem fa

    z o qu?, que

    m quem?, n

    o

    existe partilha

    de informa

    o. As diferente

    s

    equipas preci

    sam de trabalh

    ar mais em co

    n-

    junto e partilh

    ar mais as ide

    ias.

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    isboa | Est

    gios Program

    a Leonardo d

    a Vinci

    Monique de

    Martinho

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    UNiCiPaL d

    e Paris

    Exclusivo

    Conhea a C

    omunidade

    Gesto do De

    sempenho n

    a Intranet

    A DMRH, rec

    onhecendo a

    s reais dificu

    ldades na im

    plementao

    do SIADAP n

    a CML,

    promoveu a

    criao da C

    omunidade d

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    em Gesto

    do Desempe

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    Novembro de

    2011, onde e

    sto represen

    tadas 17 das 1

    8 direes mu

    nicipais ou eq

    uipa-

    radas, tendo

    como princip

    al objetivo pa

    ra este ano:

    Desenvolver

    , com as est

    ruturas

    existentes, a

    s ferramenta

    s necessria

    s para a apli

    cao e mon

    ito-

    rizao do S

    IADAP 1, 2 e

    3. No espa

    o exclusivo da

    Comunidade

    na

    Intranet, pode

    acompanhar

    as aes pro

    movidas, conh

    ecer os mem

    bros

    da equipa e d

    eixar sugest

    es. No separ

    ador Instrum

    entos das Un

    ida-

    des Orgnica

    s, os servio

    s podem disp

    onibilizar os s

    eus QUAR, en

    tre

    outros docum

    entos (Plano

    Estratgico,

    Plano de Ativ

    idade, Carta

    de Misso, et

    c.). http://intr

    anet.cm-lisboa

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    Sabia que

    o SIADAP

    no serve

    apenas para

    a avaliao?

    O Sistema Int

    egrado de Ge

    sto

    e Avaliao d

    o Desempenh

    o na

    Administra

    o Pblica (SI

    ADAP)

    um poderos

    o instrument

    o de gesto

    e organiza

    o do trabalho

    que, quando

    bem implemen

    tado nas org

    nicas, perm

    ite

    o envolvimen

    to efetivo do

    trabalhador n

    a

    definio do p

    lano de ativida

    des do seu

    servio, bem

    como o conhe

    cimento exato

    das suas fun

    es/objetivos

    . No fundo,

    uma forma

    de gerir bem

    o nosso temp

    o

    e a nossa ded

    icao, e sen

    tirmo-nos m

    ais

    integrados e f

    ocados.

    O Plano de F

    ormao par

    a 2012 resulta

    de

    uma nova me

    todologia de L

    evantamento

    de

    Necessidades

    de Forma

    o realizado

    en-

    tre outubro d

    e 2011 e mar

    o de 2012,

    pelo

    Departamento

    de Desenvol

    vimento e Fo

    r-

    mao , no

    qual particip

    aram dirigente

    s,

    trabalhadores

    do Ncleo de

    Apoio Form

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    o (NAF) e

    de todas as U

    nidades Org

    ni-

    cas (UO) mu

    nicipais. O Pla

    no, que prev

    a

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    310 aes d

    e formao n

    as

    diversas rea

    s de atua

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    pio,

    estimando-se

    a participa

    o de 4 617

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    balhadores, d

    efiniu como pr

    ioridades aco

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    struturao o

    rgnica da CM

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    contribuindo

    para o dese

    nvolvimento d

    e

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    dos seus trab

    alhadores: qu

    er

    as competnc

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    a

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    cas), quer as

    competncia

    s necessrias

    a

    todos, indepe

    ndentemente

    da UO onde

    se

    insiram (comp

    etncias trans

    versais).

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    PLaNo de

    Formao

    2012

    Formao vi

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    Pessoal

    Novos Conta

    ctos da DMR

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    A DMRH est

    agora sedia

    da no Edifcio

    Central do M

    unicpio (Cam

    po Grande, 2

    5).

    Na Rua Castilh

    o funciona ap

    enas, tempor

    a-

    riamente, a Di

    viso de Gest

    o de Process

    o

    e Remunera

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    de contactos)

    Os departame

    ntos de Dese

    nvolvimento e

    Formao, e

    de Sade, Hig

    iene e Segura

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    a permanec

    em nos mesm

    os locais.

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    dos RH | Pi

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    senha P (aten

    dimento gera

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    do Balco n

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    i-

    ra, das 8h s

    20h* | 21 798

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    *10h 17h (ju

    lho e agosto)

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    idisciplinares

    de Sade, H

    igiene e Seg

    urana

    Para tornar o

    s locais de tr

    abalho mais

    seguros, saud

    veis e produ

    tivos e promo

    ver uma

    cultura de pr

    eveno efica

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    mento de Sa

    de, Higiene

    e Segurana

    (DSHS)

    constituiu Eq

    uipas Multidisc

    iplinares (md

    ico do trabalh

    o, tcnico de

    higiene e segu

    rana

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    rabalho e

    humanas nas

    Unidades Or

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    veno

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    medidas corr

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    dico do tra

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    mente com a

    UO.

    dmrh.dshs@

    cm-lisboa.pt

    21 817 05 00

    Direo Mun

    icipal de Recu

    rsos Humano

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    21 798 96 42

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    sboa.pt

    Departament

    o de Gesto d

    e Recursos

    Humanos | 21

    798 83 03/ 8

    0 83

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    -lisboa.pt

    Diviso de Pla

    neamento e

    Gesto de Re

    cursos Huma

    nos

    21 798 92 99

    | dmrh.dgrh@

    cm-lisboa.pt

    Diviso de Av

    aliao de De

    sempenho

    21 798 83 03

    / 80 83

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  • pGinA 14 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    # prOjEtO

    Plano de formao alinhado

    O bom desempenho dos servios municipais exige trabalhadores com motivao mas tambm com a qualificao necessria s funes que desempenhem.

    A CML tem, desde h muito, um plano anual de formao com uma vasta oferta formativa, bem como um processo de certificao de competncias acreditado. Quisemos, agora, fazer com os servios municipais clientes uma reflexo sobre se as competncias que desenvolvemos e reconhecemos so de facto as competncias de que necessitamos.

    Para responder a esta pergunta, redefinimos a metodologia de levantamento de necessidades de formao, clarificando os mecanismos de alinhamento com as necessidades organizacionais. Reunimos com todos os servios municipais para discutir as suas necessidades especficas, definir prioridades e contratualizar planos de formao por unidade orgnica. Desenhmos a ligao das necessidades de desenvolvimento ao modelo da Carta de Competncias. Comemos a avaliar o impacto da formao realizada na melhoria do desempenho dos servios.

    Estamos agora a trabalhar para evoluir no sentido da construo de planos individuais de formao, to importantes para a realizao pessoal como para o desenvolvimento organizacional da CML.

    ForMar Mudar

  • O que j fizemos100% das unidades orgnicas com assessoria tcnica para o alinhamento do plano de formao

    Planos de formao contratualizados com todas as unidades orgnicas

    77% de formao realizada em cumprimento dos planos contratualizados

    3805 formandos e 70678,5 horasde formao diretamente alinhada com as necessidades contratualizadas

    100% das unidades orgnicas com relatrios de avaliaoda formao entregues

    266 participantes em 5 aesde formao em e-learning

    Redefinio da misso e objetivosdo antigo Centro de Novas Oportunidades face s necessidades dedesenvolvimento de competncias na CML

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    IGN

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    elefone

    21 792

    81 50 | e

    -mail dm

    rh.ddf@c

    m-lisboa

    .pt | Site

    http://in

    tranet.c

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    APROvIS

    IONAMEN

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    22

    32

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    DE CATEG

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    ONTRATO

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    URBANIS

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    48

    130

    ACESSIB

    ILIDADE: A

    PLICA

    O DO DL 1

    63/2006

    NO CONT

    ROLO PR

    VIO DE O

    PERA

    ES URBA

    NSTICAS

    1

    16

    CONHEC

    ER A CID

    ADE: PRO

    BLEMAS U

    RBANST

    ICOS

    1

    16

    PDM

    3

    50

    REABILIT

    AO UR

    BANA INT

    EGRADA

    3

    48

    BIBlIOTE

    CONOMI

    A, ARqU

    IvO E DO

    CUMENT

    AO

    22

    32

    INDEXA

    O

    1

    16

    ORGANIZ

    AO E

    DESCRI

    O DE DO

    CUMENTO

    S

    (ISAD(G) A

    PLICADA

    A VRIOS

    TPOS DE

    DOCUME

    NTOS)

    1

    16

    CONSTRU

    O CIvI

    l E ENGE

    NHARIA

    CIvIl

    22

    32

    PLANO D

    E PREVE

    NO DE

    GESTO

    DOS RES

    DUOS DE

    CONSTR

    UO E

    DEMOLI

    O

    1

    16

    TCNICAS

    E MATER

    IAIS DE C

    ONSTRU

    O UTIL

    IZADOS N

    A REABIL

    ITAO U

    RBANA

    1

    16

    CONTABI

    lIDADE E

    FISCAlID

    ADE

    58

    128

    ANLISE

    ECONM

    ICO FIN

    ANCEIRA

    NAS AUT

    ARQUIAS

    LOCAIS

    2

    32

    CONSOL

    IDAO D

    E CONTAS

    MUNICIPA

    IS

    1

    16

    ELABORA

    O DE R

    ELATRIO

    S FINANC

    EIROS

    2

    32

    GESTO

    ORAME

    NTAL

    1

    16

    POCAL

    2

    32

    DESENv

    OlvIMEN

    TO PESSO

    Al

    1723

    621

    ATENDIME

    NTO AO

    PBLICO

    1

    16

    ATENDIME

    NTO TEL

    EFNICO

    EM CEN

    TRAL DE E

    MERGN

    CIA

    1

    16

    ENCONT

    RO DE QU

    ADROS D

    A CML

    1

    80

    EQUIPAS

    MOTIVAD

    AS E POS

    ITIVAS

    3

    48

    GESTO

    DE CONF

    LITOS E L

    IDERAN

    A

    1

    16

    GESTO

    DE CONF

    LITOS NO

    ATENDIM

    ENTO AO

    PBLICO

    1

    16

    GESTO

    DE EQU

    IPAS

    1

    16

    GESTO

    DO STRE

    SSE E CO

    NFLITOS

    EM SITU

    AO DE

    RISCO

    3

    48

    LIDERAN

    A E MOT

    IVAO D

    E EQUIPA

    S

    1

    16

    LIDERAN

    A PARA

    O RSB

    3

    38

    TEAM BUI

    LDING F

    ORMA

    O OUTDO

    OR PARA

    O DMHD

    S

    1

    100

    TEAM BUI

    LDING F

    ORMA

    O OUTDO

    OR PARA

    O DMMT

    1

    40

    TEAM BUI

    LDING F

    ORMA

    O OUTDO

    OR

    PARA TRA

    BALHADO

    RES COM

    FUNO

    RH

    1

    103

    TCNICAS

    DE ABOR

    DAGEM P

    OSITIVA E

    ENTREVI

    STA MOT

    IVACIONA

    L

    1

    16

    TCNICAS

    DE AFIRM

    AO PE

    SSOAL E

    ASSERTI

    VIDADE

    1

    16

    TRABALHO

    EM EQU

    IPA

    1

    16

    UFCD: C

    OMUNICA

    O NO

    ATENDIME

    NTO

    1

    20

    DIREITO

    1437

    641

    CDIGO

    DO PROC

    EDIMENTO

    ADMINIST

    RATIVO

    3

    48

    CDIGO

    DOS CON

    TRATOS P

    BLICOS

    2

    32

    CDIGO

    DOS CON

    TRATOS P

    BLICOS

    : CELEBR

    AO DO

    CONTRAT

    O

    1

    16

    CDIGO

    DOS CON

    TRATOS P

    BLICOS

    : EXECU

    O DO CO

    NTRATO

    2

    32

    CDIGO

    DOS CON

    TRATOS P

    BLICOS

    : FORMA

    O DE CO

    NTRATO

    1

    16

    ESTATUTO

    DISCIPLIN

    AR DOS T

    RABALHA

    DORES Q

    UE EXERC

    EM FUN

    ES PB

    LICAS

    2

    32

    FORMA

    O INTEG

    RADA PA

    RA A DRM

    : LICENC

    IAMENTO

    MUNICIPA

    L

    3

    48

    LEGISLA

    O POLIC

    IAL

    4

    64

    LEI DAS F

    INANAS

    LOCAIS

    1

    17

    REGIME

    DE RESPO

    NSABILID

    ADE CIVI

    L E EXTRA

    CONTRAT

    UAL DO E

    STADO

    1

    16

    REGIME

    DE VINCU

    LAO, D

    E CARRE

    IRAS E RE

    MUNERA

    ES

    2

    32

    REGIME

    DO CONT

    RATO DE T

    RABALHO

    EM FUN

    ES P

    BLICAS

    2

    32

    REGIME

    JURDIC

    O

    DAS CON

    TRA-OR

    DENA

    ES PARA

    AGENTE

    S FISCA

    LIZADOR

    ES

    12

    240

    REGULAM

    ENTO DE A

    TRIBUI

    O DE APO

    IOS NA C

    ML

    1

    16

    ENqUAD

    RAMENT

    O NA ORG

    ANIzA

    O

    34

    148

    ORGNIC

    A MUNICI

    PAL

    1

    16

    SEMINR

    IO NO M

    BITO DO

    PLANO DE

    ENQUAD

    RAMENTO

    ORGANIZ

    ACIONAL

    1

    100

    UFCD: T

    ICA E DEO

    NTOLOG

    IA PROFIS

    SIONAIS

    2

    32

    FORMA

    O DE FO

    RMADOR

    ES

    33

    50

    AGENTES

    DE DESEN

    VOLVIMEN

    TO DA FO

    RMAO

    1

    16

    COMUNIC

    AR EM P

    BLICO

    1

    16

    FORMA

    O PEDA

    GGICA I

    NICIAL D

    E FORMA

    DORES

    1

    18

    GESTO

    E ADMINI

    STRAO

    814

    231

    AVALIA

    O E MON

    ITORIZA

    O DE PR

    OJETOS D

    E INTERVE

    NO SO

    CIAL

    1

    16

    AVALIA

    O MULTIC

    RITRIO

    DE PROJ

    ETOS

    1

    16

    CAPACIT

    AO T

    CNICA PA

    RA A FUN

    O RH

    6

    103

    GESTO

    DAS E PE

    LAS COM

    PETNCIA

    S

    1

    16

    GESTO

    DE PROJ

    ETOS

    1

    16

    GESTO

    E ADMINI

    STRAO

    DE COND

    OMNIOS

    2

    32

    PLANEAM

    ENTO E AV

    ALIAO

    DE PROJ

    ETOS

    1

    16

    SIADAP

    1

    16

    HOTElAR

    IA E RES

    TAURA

    O

    12

    32

    ORGANIZ

    AO E

    GESTO

    DA COZ

    INHA

    2

    32

    INFORM

    TICA NA

    TICA DO

    UTIlIzAD

    OR

    2994

    1225

    ACCESS

    2007

    1

    12

    ARCGIS

    N1

    1

    12

    AUTOCA

    D ATUALI

    ZAO

    1

    12

    BASE DE

    DADOS I

    N PATRIM

    ONIUM

    1

    12

    COMPET

    NCIAS

    BSICAS

    EM TECN

    OLOGIAS

    DE INFO

    RMAO

    E COMU

    NICAO

    2

    32

    EXCEL 2

    007 N1

    1

    12

    EXCEL 2

    007 N2

    4

    48

    EXCEL A

    VANADO

    APLICAD

    O AO CL

    CULO FIN

    ANCEIRO

    4

    46

    GESCOR

    V3

    2

    24

    GESCOR

    V3 E-LEA

    RNING

    2

    24

    FORMAO

    2013

    Mais de 150 muncipes participaram em formaona rea da jardinagem

    64 estagirios acolhidos em programas de intercmbio internacional para partilhade experincias

    4 aes de formao outdoor para teambuilding

  • pGinA 16 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    # prOjEtO

    Inovao e Qualidade

    Gest

    o d

    e pr

    oces

    sos

    e re

    curs

    os

    Gesto

    de pess

    oas Polticas e planeamento de RH

    Administrao de RH

    Desenvolvimento de RH

    Gest

    o das

    cond

    ies

    de tra

    balho

    Com

    unic

    ao

    cor

    pora

    tiva

    DMRH

    Competncias organizacionais espe

    cficas da DMRH associadas a proc

    essos operacionais

    Competncias individuais alinhadas

    com as competncias da DMRH

    Competncias organizacionais com

    uns associadas a processos estrat

    gicos

    Competncias organizacionais com

    uns associadas a processos de sup

    orte

    Competncias individuais Competncias individuais

    Com

    pet

    ncia

    s in

    divi

    duai

    s

    C

    ompetncias individuais

    Competncias organizacionais especf cas

    C

    ompe

    tnc

    ias

    orga

    niza

    cion

    ais

    com

    uns

    Planeamento e gesto estratgica

    Orientao para o servio pblico

    Todas as unidades orgnicas devem saber quais as competncias individuais que devem ter consigo para que possam cumprir a sua misso.

    A Carta de Competncias um instrumento que define quais as competncias organizacionais de cada unidade orgnica necessrias ao cumprimento da sua misso e da sua estratgia e quais as competncias individuais (os padres de comportamento que permitem um desempenho superior) que com elas devem estar alinhadas. A Carta tambm clarifica quais as competncias organizacionais que so comuns a todas as unidades orgnicas da CML e quais as competncias especficas de cada uma. Desta forma, este instrumento de gesto por competncias liga os principais processos de gesto de recursos humanos: serve para colocar nas unidades orgnicas as pessoas com as competncias necessrias (recrutamento e seleo) e, ao definir quais os comportamentos de excelncia (condutas de xito) requeridas para cada unidade orgnica, serve tambm para avaliar o nvel de competncias detidas (gesto de desempenho) e a distncia (gap) entre as competncias individuais existentes e aquelas de que as unidades orgnicas necessitam (desenvolvimento e formao).

    Pretendemos que a carta de competncias, que foi j desenvolvida na Direo Municipal de Recursos Humanos, na Polcia Municipal, na Direo Municipal de Ambiente Urbano e iniciada noutras unidades orgnicas, seja adotada em todos os servios municipais.

    Carta de Competncias Porque precisamos de gerir por competncias? LEI ORGNICA PROGRAMA DE GOVERNO CARTA DE COMPETNCIAS Diz-nos quais as nossas reas de responsabilidade Diz-nos quais os resultados a alcanar Diz-nos como devemos exercer as nossas responsabilidades D-nos a leitura do que fazemos

    D-nos a leitura da nossa importncia D-nos a leitura do que precisamos de fazer para alcanar os resultados pretendidos

    RESPONSABILIDADES RESULTADOS ORGANIZAO E GESTO DE EQUIPAS E RECURSOS

    o saber-fazer da unidade orgnica

  • Inovao e Qualidade

    Gest

    o d

    e pr

    oces

    sos

    e re

    curs

    os

    Gest

    o de p

    essoa

    s

    Polticas e planeamento de RH

    Administrao de RH

    Desenvolvim

    ento de RH

    Gest

    o da

    s con

    die

    s de

    traba

    lho

    Com

    unic

    ao

    cor

    pora

    tiva

    DMRH

    Competnc

    ias organiz

    acionais es

    pecficas d

    a DMRH as

    sociadas a

    processos

    operaciona

    is

    Competnc

    ias individu

    ais alinhad

    as com as

    competnc

    ias da DMR

    HCompetn

    cias organiz

    acionais co

    muns asso

    ciadas a pr

    ocessos es

    tratgicos

    Competnc

    ias organiz

    acionais co

    muns asso

    ciadas a pr

    ocessos de

    suporte

    Competncias individuais Competncias individuais

    Com

    pet

    ncia

    s in

    divi

    duai

    s

    Co

    mpetnci

    as individuais

    Competncias organizacionais especf cas

    Co

    mpe

    tnc

    ias

    orga

    niza

    cion

    ais

    com

    uns

    Planeamento e gesto estratgica

    Orientao para o servio pblico

    O que j fizemos3 unidades orgnicas com cartas de competncias

    Desenvolvimento de perfis individuais de competncias para duas funes comuns

    Desenvolvimento de instrumentos de diagnstico de competncias

    As Competncias Organiza

    cionais

    COMPETNCIAS

    COMUNS CML

    PROCESSOS DE SUPORTE

    PROCESSOS ESTRATGICOS

    PLANEAMENTO E GESTO

    ESTRATGICA

    INOVAO E QUALIDADE

    GESTO DE PROCESSOS E

    DE RECURSOS

    GESTO DE PESSOAS

    COMPETNCIAS

    ESPECIFICAS DA

    UO

    PROCESSOS OPERACIONAIS

    A Metodologia

    FASE 4 Identificao das competncias individuais alinhadas (perfis requeridos)

    FASE 3

    Elaborao da carta de competncias por UO

    Avaliar as competncias individuais existentes

    FASE 5 Identificao dos GAPs de competncias

    FASE 6

    FASE 1 Identificao das competncias organizacionais comuns CML (Anlise Institucional)

    FASE 2 Identificao das competncias organizacionais especficas de cada UO (Anlise Organizacional)

    DMAU/Plano de Ativida

    des 2013

    3

    APRESENTAO

    A Direo Municipal

    de Ambiente Urbano

    est enquadrada nas

    unidades organizacio

    nais consideradas co

    mo

    setoriais, com respons

    abilidades no ambient

    e urbano da cidade de

    Lisboa.

    As suas atividades s

    o muito diversas e a m

    aioria de interveno d

    ireta no bem-estar do

    muncipe, acumula a

    inda

    uma funo transver

    so relacionada com

    a gesto e manuten

    o da frota municip

    al e atividades com

    esta

    relacionadas.

    Foram identificadas 16

    competncias organ

    izacionais especfica

    s decorrentes da Delib

    erao 3/AML/2011, d

    e 1 de

    Fevereiro (Artigos 50

    , 51, 52 e 52-A) e

    Deliberao 217/CM/2

    011, de 4 de Maio e

    que se traduzem no g

    rfico

    seguinte:

  • pGinA 18 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    # prOjEtO

    Crimos uma comunidade de aprendizagem para estimular a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de competncias em torno do tema da gesto do desempenho, porque sabemos que a partilha de conhecimento fundamental para que a CML aprenda e tenha capacidade de inovar e tambm porque sabemos que a gesto do desempenho s ser bem conseguida numa organizao desta dimenso se resultar de um processo gradual e coletivo de aprendizagem.

    Na Comunidade, desenvolvemos os instrumentos e criamos as condies nas unidades orgnicas aderentes para, de forma colaborativa, aplicar o ciclo de gesto do desempenho de forma correta e til. Este grupo de pessoas, oriundas de vrias unidades orgnicas, partilhou informaes, desenvolveu modelos, resolveu problemas, melhorou competncias.

    Em resultado do seu trabalho, logo no primeiro ano de funcionamento da Comunidade, as equipas de apoio aos dirigentes passaram a dispor dos meios e da formao necessria para ajudar as unidades orgnicas iniciar o ciclo de gesto do desempenho integrando o Quadro de Avaliao e Responsabilizao (SIADAP 1) no planeamento das suas atividades e a fazer a sua monitorizao e avaliao. Prosseguimos agora o trabalho de criao de mais instrumentos para facilitar o alinhamento do desempenho entre o nvel organizacional e o individual.

    Comunidade de Aprendizagem

  • O que j fizemos24 interlocutores identificadosem 95% das unidades orgnicas municipais de 1. linha

    3066 horas de formao para 186 formandos (22 representantes na comunidade e 164 membros das Redes Internas)

    5 instrumentos de apoio aos dirigentes e interlocutores para construo dos quadros de avaliao e responsabilizao (SIADAP 1) Plano de Atividades, Relatrio de Atividades, Quadros de Avaliao e Responsabilizao dos Servios, matrizes para alinhamento e desdobramento dos objetivos estratgicos, operacionais e individuais, matrizes automatizadas para o clculo das Unidades Equivalentes de Recursos Humanos

    7 unidades orgnicas tm publicitado sistematicamente o seu QUAR na rea da intranet dedicada Comunidade de Aprendizagem

    3 unidades orgnicas divulgam periodicamente resultados

    O processo de gesto do desempenho

    PLANEAR o trabalho, definindo objetivos, metas e indicadores

    MONITORIZAR o desempenho, recolhendo e

    registando evidncias

    DESENVOLVER a capacidade de trabalho, atravs da definio de

    responsabilidades e formao

    AVALIAR periodicamente o desempenho, de forma objetiva

    RECONHECER e recompensar o bom desempenho e identificar necessidades de apoio

  • pGinA 20 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    Desenvolvemos um modelo de gesto das pessoas que torna claro que todos os dirigentes e chefias municipais tm competncias em matria de recursos humanos e que a gesto de pessoas numa organizao inovadora vai muito alm dos processos burocrticos, exigindo o exerccio de novas responsabilidades.

    Com o Despacho n 53/P/2011 de 26 de Maio, a funo recursos humanos foi assumida como uma das funes transversais de suporte atividade da Cmara Municipal de Lisboa que deve ser exercida de forma partilhada, assumindo a Direo Municipal de Recursos Humanos o papel de facilitador da implementao gradual deste novo modelo. A DMRH prope estratgias e medidas de gesto, garante o planeamento de efetivos, a afetao de pessoas, a prestao de alguns servios, e garante a coerncia do sistema de gesto das pessoas na CML. s demais unidades orgnicas, compete a gesto eficiente e de proximidade das pessoas que se encontrem sob sua dependncia, incluindo a adequada organizao do trabalho, a promoo da participao e motivao dos trabalhadores, bem como a sua avaliao de desempenho.

    Para coadjuvar os dirigentes nestas matrias, a DMRH garante a capacitao de equipas especializadas (os trabalhadores da Funo RH) que prestam servio localmente sob a sua orientao tcnica.

    Funo RHGerir pessoas

    uma

    responsabilidade partilhada

    # prOjEtO

  • O que j fizemos15 servios desenvolvidos para apoiar o exerccio das competncias dos dirigentes na gesto das pessoas em reas como a avaliao de desempenho, os acidentes de trabalho, a formao e a assiduidade.

    126 interlocutores da Funo RH identificados nas unidades orgnicas municipais

    250 horas de formao para 257 formandos

    15 fichas de orientao tcnica para apoio aos dirigentes e interlocutores

    18 indicadores definidos para monitorizao dos servios

    15 objetivos de desempenho propostos para os interlocutores da Funo RH

    7 novos servios identificados para implementar

    66 fichas de atendimento no Dicionrio de Atendimento RH

    Manual de acolhimento da CML

    Centralizao do atendimento on line de recursos humanos

  • pGinA 22 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    A Rede Colaborativa um mecanismo de colaborao entre trabalhadores e unidades orgnicas municipais e das unidades orgnicas entre si.

    Permite a participao, voluntria e temporria, de trabalhadores em projetos promovidos por unidades orgnicas diferentes daquelas s quais esto afetos, sem exigir mobilidade interna, mediante um processo negociado diretamente entre o trabalhador e os dirigentes da unidade orgnica promotora do projeto e da unidade orgnica do trabalhador.

    Do ponto de vista do trabalhador, a Rede facilita o seu desenvolvimento pessoal e profissional, ao proporcionar a possibilidade e a responsabilidade de aprender atravs de uma experincia profissional diversificada.

    Do ponto de vista dos servios, a Rede estimula o desenvolvimento de projetos colaborativos, eventualmente com partilha de resultados e promove a otimizao de recursos e a transferncia de conhecimento entre as diferentes unidades orgnicas da CML. Porque os servios municipais no precisam ter consigo, em permanncia, todas as pessoas com as competncias necessrias ao desenvolvimento da sua atividade. Precisam ter as pessoas certas, pelo tempo certo.

    Estes so j alguns resultados deste projeto, que foi recentemente lanado.

    # prOjEtO

    Rede ColaborativaColocar a pess

    oa certa

    no lugar certo

    pelo tempo certo

  • O que j fizemos14 Trabalhadores aderiram

    6 Servios aderiram

    5 projetos registados

    5 Trabalhadores colocados em rede

    100% de acordos celebrados cumpridos

    5 meses o tempo de durao mdia dos acordos de colaborao

    COLOCAR A PESSOA CERTA

    NO LUGAR CERTO

    PELO TEMPO CERTO

    saber que pode fazer o

    Pedido de Reavaliao dos Escales

    do Abono de Famlia

    A Portaria n. 344/2012, de 26 de o

    utubro, estabelece os pro-

    cedimentos de reavaliao dos esca

    les dos abonos de famlia,

    por alterao dos rendimentos ou

    da composio do agregado

    familiar do titular ou titulares do ab

    ono de famlia. At agora, a

    atribuio desta prestao era feita

    com base nos rendimentos

    do ano civil anterior ao do pedido, e

    o valor definido tinha efeito

    a partir da data da requisio e dura

    nte o ano civil subsequente.

    Com a entrada em vigor da refer

    ida portaria, o titular pode

    requerer de trs em trs meses a r

    eavaliao da sua situao

    familiar, para efeitos de alterao d

    o escalo do abono de

    famlia (em caso de divrcio, desem

    prego, etc.), sendo

    apenas obrigado a fazer a prova da n

    ova situao de

    rendimentos. Com as novas regras,

    permite re-

    Este ms importante

    duzir o desfasamento entre os rendi

    mentos declarados aquando

    da apreciao anual e os rendimento

    s efetivamente recebidos.

    Para os subscritores da Caixa Gera

    l de Aposentaes existe

    um formulrio prprio para pedir a r

    eavaliao dos escales do

    abono de famlia (disponvel na Int

    ranet/rea Recursos Huma-

    nos/Formulrios) que dever ser pr

    eenchido e entregue no seu

    Ncleo de Pessoal que encaminhar

    para a Diviso de Gesto de

    Processo e Remunerao (SDE 512),

    ou no atendimento presen-

    cial (Campo Grande, n. 25).

    Para os subscritores da Segurana

    Social devero faz-lo

    atravs do site http://www4.seg-soc

    ial.pt/formularios.

    Para saber mais consulte a rea de

    Recursos Humanos

    da Intranet (separador Eu na CML|

    Prestaes Familiares)

    21 371 08 00 dmrh.dgrh@cm-li

    sboa.pt

    Saiba maiS na rea de recu

    rSoS HumanoS da intranet

    ( S e p a r a d o r e m m o v i m e n

    t o / r e d e c ol a b o r a t i v a )

    DE

    SIG

    N S

    AN

    DR

    A L

    UC

    AS

    | S

    N

    IA H

    EN

    RIQ

    UE

    S |

    DM

    RH

    | I

    MP

    RE

    SS

    O

    IM

    PR

    EN

    SA

    MU

    NIC

    IPA

    L |

    CM

    L

    a rede colaborativa um proj

    eto desenvolvido pela

    dmrH que permite a afetao tem

    porria e voluntria de

    trabalhadores a projetos promovi

    dos por uo diferentes

    daquelas s quais esto afetos,

    mediante um processo

    negociado entre os dirigentes

    das uo e o prprio

    trabalhador, com vista a estimular

    o seu desenvolvimento

    pessoal e profissional e a promov

    er a colaborao entre

    as diferentes uo da cmara mun

    icipal de lisboa (cml).

    A rede est em fase experimenta

    l, por isso contamos com as sua

    s

    sugestes para a melhorar, atrav

    s do e-mail: ndo.dgrh@cm-lisboa.p

    t

  • pGinA 24 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    possvel criar um sistema de gesto dos servios que envolva, de forma sistemtica, os trabalhadores. Com medidas de informao que proporcionam uma maior tomada de conscincia dos desafios. Com medidas de consulta para recolher propostas de atuao. Com medidas de participao mais ativa, que podem ir at verdadeira coproduo de solues para os problemas e gesto de atividades atravs de equipas com elevado nvel de autonomia.

    As medidas de participao dos trabalhadores so intrnsecas atividade de qualquer servio pblico pois so determinantes para concretizar os objetivos organizacionais: no por acaso que vrios diplomas para o setor pblico sublinham o princpio da participao dos dirigentes e trabalhadores na fixao dos objetivos dos servios, na gesto do desempenho, na melhoria dos processos de trabalho e na prpria avaliao dos servios.

    Ser ouvido e poder participar nas decises tambm o fator mais valorizado pelos colaboradores nas empresas com melhor desempenho, como um importante fator de motivao, bem-estar e comprometimento organizacional. Porque sabemos que um modelo coerente de gesto participativa funciona, partilhamos as medidas que integrmos no sistema de gesto da DMRH, para estimular outros servios a investir neste domnio.

    # prOjEtO

    Medidas participativas

  • O que j fizemosdia p na dMRH, com todos os colaboradores a refletir e apresentar propostas para integrar o plano de atividades

    Sesses de trabalho com os colaboradores de cada departamento para debate de prioridades

    Focus groups com parceiros externos para debate de temas RH

    Questionrios on line para recolha de contributos para o Plano Estratgico e os Planos de Atividades

    endereo de correio eletrnico da Unidade de inovao RH para receo de sugestes e propostas

    Murais temticos para recolha de ideias

    equipas de projeto para execuo colaborativa de projetos com participao de colegas de outros servios municipais

    Rede interna de colaboradores para monitorizao e anlise crtica de atividades

    Atividades outdoor para desenvolver o esprito de equipa entre os colaboradores e parceiros

    Newsletter interna mensal RH ns para partilhar informao

    produtos de comunicao para dar a conhecer a viso, a misso, os valores, a estratgia e os objetivos de desempenho da dMRH

  • pGinA 26 # 2 ANOS DE INOVAO NA gEStO DAS pESSOAS

    Na Direo Municipal de Recursos Humanos, a inovao um dos nossos valores e um dos principais compromissos organizacionais. Inovar importante porque significa aplicar na prtica ideias novas que criem valor. Ideias que nos faam cumprir melhor a nossa misso de desenvolver e coordenar a implementao de estratgias e prticas de gesto de recursos humanos, atuando em parceria com os servios municipais para otimizar o desempenho individual e organizacional.

    Para desenvolvermos capacidade de inovao, crimos a Unidade de Inovao RH, para manter o foco na inovao e evitar que a criatividade se perca com a presso do trabalho quotidiano. Tambm renovmos o nosso modelo interno de gesto, investindo em trs pilares que tornam claro que sabemos...

    ...Para onde vamos gesto estratgica. Definimos uma viso de futuro para a rea RH na CML e elabormos um plano estratgico RH 2011-2013, com consulta s diversas partes interessadas na rea de recursos humanos. esta estratgia que baliza a nossa atividade e o nosso esforo de inovao sem contudo sufocar a criatividade que surja em quaisquer domnios.

    ...Por onde vamos gesto por processos. Transformmos o labirinto de tarefas num mapa de processos para saber qual o caminho a seguir para chegar aos resultados. Separamos claramente os processos operacionais das atividades estratgicas e de suporte e investimos na criao de valor para o cliente eliminando irracionalidades e simplificando procedimentos.

    ...Que vamos juntos gesto participada. Envolvemos os trabalhadores da DMRH na escolha das prioridades de atuao e na execuo das atividades. Atravs de equipas de projeto internas, desenvolvemos esprito de equipa e compromisso com os nossos objetivos mas tambm desenvolvemos as competncias dos nossos trabalhadores, atribuindo novas responsabilidades.

    Com inovao e persistncia, queremos contribuir para concretizar a viso de tornar a Cmara Municipal de Lisboa um empregador de excelncia, com uma fora de trabalho criativa e envolvida na governao da cidade.

    O que mudmos na DMRH a nossa equipa,

    a nossa fora

    Tornar a Cmara Municipal de Lisboa

    um empregador de excelncia,

    com uma fora de trabalho criativa

    e envolvida na governao da cidad

    e

    Servio Pblico, Inovao, Desenvo

    lvimento, Colaborao,

    Transparncia e Responsabilidade S

    ocial

    Desenvolver e coordenar a impleme

    ntao de estratgias e prticas de

    gesto de recursos humanos atuand

    o em parceria com os servios muni

    cipais

    para otimizar o desempenho individ

    ual e organizacional

    Melhorar a

    atratividade do

    ambiente de trabalho

    Dotar a fora de trabalho da CML

    com as competncias adquadas

    ao novo modelo organizacional

    Aumentar o trabalho

    colaboborativo

    VISO

    ObjeTIVOS

    eSTRATgICOS

    VALOReS

    MISSO

    bILheTe De IDenTIDADe DA DM

    Rh

  • INOVAO

    Gesto

    est

    rat

    gica

    Gesto por processos

    Gesto participada

    toda a

    dMRH a inovar

  • # FicHA tcnicA

    EQUIPA DIRIGENTE

    Ftima FonsecaIsabel CastelaJoo ContreirasJorge LeiteLusa DornellasNuno Prata

    PAGINAO

    Sandra LucasSnia Henriques

  • Envie-nos as suas sugestes para inovrh@cm-lisboa.pt

    Melhor gesto das pessoas. Melhor servio cidade.

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