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  • Processo deCriao

  • Percepo

    Valores e Crenas

    Conhecimento

    Novos Fenmenos

    Esttica

    tica

    Lgica

    Signo

    Processo de Criao Artstica -Semitica de Charles Sanders Peirce

    Abduo

    Induo

    Deduo

    Fenmenos

  • Um Signo intenta representar, em parte pelo menos, um Objeto que , portanto, num certo sentido, a causa ou determinante do signo, mesmo se o signo representar seu objeto falsamente.

    Mas dizer que ele representa seu objeto implica que ele afete uma mente, de tal modo que, de certa maneira, determine naquela mente algo que mediatamente devido ao objeto.

    Essa determinao da qual a causa imediata ou determinante o signo, e da qual a causa mediata o objeto, pode ser chamada o Interpretante.

    Processo de Criao Artstica -Semitica de Charles Sanders Peirce

  • Signo ouRepresentmen

    ObjetoDinmico

    InterpretanteDinmico

    Processo de Criao Artstica -Semitica de Charles Sanders Peirce

  • ..

    .

    O Processo de Semiose

    I

    O

    I

    S1

    S 0

    Sn-1

    Sn

    Processo de Criao Artstica -Semitica de Charles Sanders Peirce

    O

    O

    I

    S2

    ..

    .

    O

    I

  • Tringulo Semitico

    Signo

    ObjetoDinmico Fundamento

    InterpretanteDinmico

    InterpretanteImediato

    Interpretanteem Si

    Processo de Criao Artstica -Semitica de Charles Sanders Peirce

    ObjetoImediato

  • Processo de Criao Artstica -Semitica de Charles Sanders Peirce

    O signo como:

    Qualidade:(em primeiridade)

    Existente:(em secundidade)

    Generalidade:(em terceiridade)

    Fundamento

    Objeto Imediato

    Interpretante Imediato

    Objeto Dinmico

    Interpretante Dinmico

    Interpretante Final

  • O INSIGHT

    Princpios do pensamento criativo

    O CHOQUE COM A MATRIA

    Princpios do pensamento operacional

    AVALIAO DA OBRA REALIZADA

    Lgica como fundamento da representao

    Etapas do Processo de Criao Artstica

  • Paradigmas de Percepo

    BelezaViso Cientificista

    Imitao da Vida

    Expresso de Sentimentos

    Arte pela Arte

    Conceito

    Didtica Religiosa

    Processo

    Arte como Sistema

    Sistema como ObraSistema como Obra

  • A Percepo do Produtor e a Obra

    Corpo do observador

    localizado pela geometria linear

    na obra.

    A obra reflete vrias posies de observao

    atravs das geometrias projetivas.

    Corpo do artista o

    corpo da obra. Eles formam um s corpo.

    Corpo do artista est dentro da

    obra.

    Localizao do observador

    indefinida numa viso geral.

    PERSPECTIVA CUBISMO ACTION PAINTING BODY ARTE

    PINTURA MEDIEVAL

    O corpo e a mente esto

    na obra. Conectam-se

    a ela como um sistema

    nico em rede.

    ARTE E TECNOLOGIA

  • A Percepo do Pblico e a Obra

    Pblico contempla

    uma situao descrita.

    Obra aberta aos pensamentos e

    interpretaes do pblico.

    O corpo do pblico entra em contato

    com a obra, vivenciando-a.

    O corpo do pblico interage com um sistema

    atualizando possibilidades fsicas da obra.

    CONTEMPLAO PARTICIPAO INTEGRAOINTERPRETAO

  • PERSPECTIVA CUBISMOACTION

    PAINTING BODY ARTEPINTURA

    MEDIEVAL

    A Percepo do Artista e a Obra

    CONTEMPLAO PARTICIPAO INTEGRAOINTERPRETAO

    A Percepo do Pblico e a Obra

    ARTE E TECNOLOGIA

  • Induo - Ciclo Pr-Industrial

    O Choque com a Matria

    Esculpir: Por detrs do ato de esculpir, encontra-se uma srie de raciocnios que vo desde a imaginao da pea a ser trabalhada at a ao propriamente dita sobre a matria, quando so levadas em considerao as resistncias do material, os seus veios de crescimento, as ferramentas disposio com suas diferentes funes e a fora motriz do autor.

    Modelar: Em termos operacionais, a modelagem uma operao mista de fazeres; aparentemente pensa-se a modelagem como uma operao inversa escultura. A escultura retira matria e a modelagem adiciona matria ao bloco original. No entanto, a principal diferena entre ambas o uso dos materiais: os slidos para a escultura e os plsticos para a modelagem. A modelagem permite a reposio da matria ao bloco inicial.

  • Fundir: Fundir reproduzir volumes enquanto forma de pensamento operativo. Para se obter esta operao, necessrio ter um prottipo original (positivo) do qual se retira um molde (negativo), e a partir do qual, pela fundio propriamente dita, consegue-se a cadeia de objetos semelhantes ao prottipo.

    Esculpindo, modelando ou reproduzindo volumes, as operaes artesanais trabalham a matria ainda com o pensamento voltado para solues num bloco material nico, consolidando um espao real centrado na prpria matria, enquanto ocupante deste espao.

    Induo - Ciclo Pr-Industrial

    O Choque com a Matria

  • Ciclo Pr-Industrial

    MichelangeloDavid

    c. 1501-1504Mrmore

    Altura 410 cm

    Accademia delle Belle ArtiFlorence

    O Choque com a Matria

  • O Choque com a Matria

    Ciclo Pr-Industrial

    Rogier van der Weyden A Descida da cruz- 1435 -

  • Ciclo Pr-Industrial

    O Choque com a Matria Rogier van der Weyden A Descida da cruz- 1435 -

  • Ciclo Pr-Industrial

    O Choque com a Matria Rogier van der Weyden A Descida da cruz- 1435 -

  • MichelangeloO Juzo Final Universal (1508-1512)

    A Capela Sistina no mais do que uma cpia das perfeies divinas. O artista procurou exprimir na figura divina um ideal de perfeio esttica.

    Ciclo Pr-Industrial

    O Choque com a Matria

  • A influncia mecnica no fazer artesanal:Construir: os hbitos operacionais da construo estruturam a organizao espacial com elementos modulados industrialmente. O artista coordena a ao espacial de cada elemento isolado, compondo o todo ntegro e participativo. Trata-se de conjugar espaos sugeridos pelos volumes escolhidos para a produo. Por exemplo, os volumes transparentes unem dois espaos. A obra de Naum Gabo um exemplo de construo.

    Modular: A modulao uma operao alm da construo, pois a partir da experincia de construir que se pode imaginar o modular. O perfil bsico do elemento construtivo deve permitir a elaborao em mdulos. A modulao parte de uma unidade mnima. As estruturas modulares provocam um afloramento de um sentimento original e inesperado diante da composio executada. A obra de Kandinsky e de Julio Lepark (artista argentino cintico).

    Induo - Ciclo Industrial Mecnico

    O Choque com a Matria

  • A influncia mecnica no fazer artesanal:Alimentar: A modificao do conceito de espao. Ele torna-se virtual. configurado pelo espao vazio ao redor da pea que projetada pelo espao constituinte. Integrao do espao interno da obra com o espao circunvizinho da mesma, relacionando a pea ao ambiente. As formas cubistas de Picasso, as obras de Henry Moore, as torres de luz, movimento e som de so indicadores destas caractersticas. Ambientar e ou instalar corresponde ao auge deste brao de pesquisa, onde a preocupao recai no aproveitamento das qualidades espaciais condicionadas por determinado ambiente.

    Induo - Ciclo Industrial Mecnico

    O Choque com a Matria

  • Ciclo Industrial Mecnico

    Naum Gabo

    Variaes de Toro

    c.1974/75altura 136.5 cm

    O Choque com a Matria

  • Henry Moore

    Figura Reclinada

    1952-53Bronze

    102 x 152 cm

    Museum Ludwig, Cologne

    O Choque com a Matria

    Ciclo Industrial Mecnico

  • Henry Moore

    Hill Arches1973

    O Choque com a Matria

    Ciclo Industrial Mecnico

  • Julio Lepark

    Alchimie I e II

    O Choque com a Matria

    Ciclo Industrial Mecnico

  • O fazer com instrumentos mecnicosRegistro: O planejamento e registro propriamente dito carregam em si a qualidade expressiva de fatores que condicionam as decises de execuo. O planejamento corresponde, no sistema industrial, etapa de projeto e, o registro, preparao do prottipo.

    Processamento: No processamento do material sensvel, apesar de ser uma etapa aparentemente tcnica, sem possibilidades de interferncia, constitui um outro momento onde a atuao do fazer pode trazer resultados diferenciados para a concretizao do trabalho.

    O Choque com a Matria

    Ciclo Industrial Mecnico

  • O fazer com instrumentos mecnicosMontagem: Esta etapa fica evidenciada no cinema, principalmente na construo da narrativa. uma etapa ps-registro, ps-laboratrio que define uma operao que no existe nos meios artesanais. O filme produzido em takes separados e depois editado. Permitem economia na produo. A montagem uma etapa operacional em que os pensamentos determinam significados alm do material registrado. Estes novos significados esto condicionados ao desencadeamento de paradigmas. O fazer artstico, com instrumentos mecnicos, tem que gerenciar as trs etapas operativas de modo conjugado.

    O Choque com a Matria

    Ciclo Industrial Mecnico

  • Oscar RejlanderTwo Ways of Life -

    1857

    A fotografia era um mtodo de fazer arte como um processo de documentao. Ele acreditava que as fotografias preservavam as propores humanas e, assim, os pintores teriam mais liberdade para criar e, ao registrar o modelo manteriam a luz sob ele.

    Ciclo Industrial Mecnico - Fotomontagem

    O Choque com a Matria

  • Em 1913 os ready-mades de Duchamp, eram tidos como a mais legtima obra de arte de

    apropriao, pois tomavam um objeto de seu local de

    origem e transformavam seu significado sem nenhuma, ou quase nenhuma interveno.

    Marcel DuchampRoda de Bicicleta

    1913

    O Choque com a Matria

    Ci

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