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FACULDADE ANHANGUERA DO RIO GRANDEENGENHARIA MECNICAMECNICA DOS FLUDOS Alexandre dos Santos Gonalves - 3775752477Danilo Afonso Rocha de Oliveira 3725708423Felipe Cimirro da Silva 4200059866Giovani Ferreira Jnior RA 4251862714Guilherme Mendes Brolese RA 1299884039Hlio Ramos Souza de Oliveira RA 4204786065Maurcio Pereira Lopes RA 4204793745

ATIVIDADE PRTICA SUPERVISIONADA

Rio Grande/RS, 03 de junho de 2014.ATIVIDADE PRTICA SUPERVISIONADA

Trabalho da disciplina de Mecnica dos Fludos, apresentado como exigncia parcial para obteno do Diploma de Graduao em Engenharia Mecnica da Faculdade Anhanguera do Rio Grande.Orientador: Prof. Allan Bueno

RIO GRANDE R/S 2014

ATIVIDADE PRTICA SUPERVISIONADA

Trabalho da disciplina de Mecnica dos Fludos, apresentado como exigncia parcial para obteno do Diploma de Graduao em Engenharia Mecnica da Faculdade Anhanguera do Rio Grande.

Aprovado em: ____/____/____.

EXAMINADOR:Ass.:________________________________Prof. Allan BuenoFaculdade Anhanguera do Rio Grande

ContedoINTRODUO5ETAPA 16Passo 16Passo 27Passo 38Passo 410ETAPA 213Passo 113Passo 214Passo 315Passo 417ETAPA 317Passo 117Equao de Bernoulli:18Linha de corrente18Escoamento Laminar18Aplicabilidade20Escoamento livre20Tubo de Venturi21Tubo Pitot22Passo 223Passo 324ETAPA 425Passo125CONCLUSO26BIBLIOGRAFIA27

INTRODUOA mecnica dos fluidos trata do comportamento dos fluidos em repouso ou em movimento, bem como das leis que regem o seu comportamento. A mecnica dos fluidos atua no equilbrio de corpos flutuantes, como os navios; na ao do vento sobre construes civis; no transporte de slidos por via pneumtica ou hidrulica, como os elevadores; no clculo de mquinas hidrulicas, como bombas e turbinas, e em muitas outras aplicaes.

ETAPA 1Passo 1A compressibilidade define-se como sendo uma variao infinitesimal do volume por unidade de variao de presso. Em termos mais simples, a propriedade que a matria apresenta quando sofre a ao de foras adequadamente distribudas, tendo seu volume diminudo. tambm este termo a propriedade dos corpos que podem ser comprimidos. Em termos habituais, a compressibilidade dos lquidos quase nula. Variaes simultneas da presso e do volume de um gs em temperatura constante implicam na sua compressibilidade.Em termodinmica e mecnica dos fluidos, compressibilidade uma medida da relativa mudana de volume de um fluido ou slido como uma resposta a uma presso ou significativa alterao de tenso, onde V volume e p presso.A maioria dos livros texto, usam a notao para esta grandeza. O estabelecido acima incompleto, porque para qualquer objeto ou sistema a magnitude da compressibilidade depende fortemente se o processo adiabtico ou isotrmico. De acordo com isso define-se a compressibilidade isotrmica com a T (temperatura) constante. E a compressibilidade adiabtica como a presso constante.O inverso da compressibilidade chamado de mdulo de compressibilidade, frequentemente notado como K.Coeficiente de compressibilidade:O fator de compressibilidade mede o grau de no idealidade dos gases reais. Se o gs for perfeito ou ideal, teremos: (para 1 mole)PV/RT=1.No caso dos gases reais, temos:PV/RT = Z, com Z o coeficiente de compressibilidade diferente de 1.No correto utilizar o termo coeficiente de compressibilidade para identificar o parmetro Z acime descrito. O referido Z na realidade o fator de compressibilidade.Os escoamentos podem ser classificados quanto compressibilidade e quanto ao grau de mistura macroscpica.Um escoamento em que a densidade do fluido varia significativamente um escoamento compressvel. Se a densidade no variar significativamente ento o escoamento incompressvel.

O grau de mistura de um fluido em escoamento depende do regime de escoamento, que pode ser laminar, turbulento ou de transio.No regime laminar, as linhas de fluxo so paralelas ao escoamento, fazendo com que o fluido escoe sem que ocorra mistura. Em um duto circular, o escoamento laminar at um valor de Reynolds de aproximadamente 2100.Na transio entre os regimes laminar e turbulento, percebe-se que as linhas de fluxo se tornam onduladas, o que indica que comea a haver mistura entre uma camada e outra. Para um duto circular, esse regime ocorre para um valor de Re entre 2100 e 2300.Para valores de Re acima de 2300, tm-se regime turbulento. Nesta fase, percebe-se uma mistura entre as camadas de fluxo.

Passo 2Princpios de Hidrulica Para o Funcionamento de Braos Mecnicos:Propriedades Fsicas dos Fluidos:Fluido => substncia que se deforma continuamente quando submetida a uma tenso de cisalhamento, no importando quo pequena possa ser essa tenso.Fora de cisalhamento => componente tangencial de fora que age sobre a superfcie, dividida pela rea da superfcie, d origem tenso de cisalhamento mdia sobre a rea.Tenso de cisalhamento num ponto => valor da relao entre a fora de cisalhamento e a rea, quando a rea tende a um ponto. Constante, no importando quo pequena seja a intensidade de F, pode-se concluir que a substncia entre as duas placas um fluido.No brao mecnico cada articulao montada com dois cilindros, a fora (Newton) feita na menor proporcional sua rea, ou seja, bem pequena. Quando o fluido (gua) pressionado para o outro mbolo, ele produz uma fora (Newton) tambm proporcional a esta rea, de modo que a fora ser tanto maior quanto maior for a tal rea. Quando se pressiona o mbolo menor (do cilindro), extremamente difcil de impedir que o mbolo maior suba, pois, como j foi explicada, a fora nele muito maior. O Princpio de Pascal uma das aplicaes tecnolgicas mais interessantes na Fsica. Com ele, podemos aplicar uma fora em uma determinada rea e a fora pode ser multiplicada muitas vezes, dependendo da rea de sua aplicao.Os materiais que utilizamos para construo do brao mecnico hidrulico, conseguimos em farmcias, madeireiras e nos estabelecimentos de construo civil. Segue abaixo relacionados os materiais utilizados:Tipo de Material: |01 | Seringa 60 ml | Prolipopileno (plstico) |01 | Seringa 20 ml | Prolipopileno (plstico) |04 | Seringa 10 ml | Prolipopileno (plstico) |02 | Seringa 5 ml | Prolipopileno (plstico) |01 | Madeira | Compensada 3mm / 4mm |04 | Cantoneira | Alumnio Anodizado |03 | Guia para garra | Alumnio |03 | Pinos contra-pinos | Alumnio |06 | Parafuso passante d3 / Porca sextavada / Arruela | Ao |01 | Mangueira 6,4 x 1,6 | PVC |03 | Abraadeira tipo U | Ao |34 | Parafuso cabea redonda d3 / Porca sextavada / Arruela | Ao |01|cola para madeira.

Passo 3Trata-se de um dispositivo que pode ser feito em vidro, em metal ou em plstico sendo esta primeira forma menos usual atualmente pela dificuldade adicional em se esterilizar a seringa. Assim, encontramos mais as descartveis. Contm uma parte mvel, que seria o mbolo, a qual contribui para uma variao de volume de um determinado lquido contido nesta. Cilndrico - altamente transparente permite a visualizao ntida do fludo aspirado apresenta anel de reteno que impede o desprendimento do mbolo. Pisto - confeccionado em TPE, atxico "ltex free", em ateno s normas FDA. Escala de graduao - apresenta alto grau de preciso, traos e nmeros de inscrio claros e legveis. Encontrada em diversos tamanhos, 3ml, 5ml, 10ml, 20ml, 65ml, 130ml, 150ml, 200ml.Alguns modelos:Seringa ELS 200ml Seringa de 200ml, compatvel com bombas injetoras modelos Injektron 82 CT*, Injektron CT2*, Injektron 82 HP*, Accutron CT e Accutron CT-D, do fabricante Medtron.Seringa BLS 200ml Seringa de 200ml, compatvel com bombas injetoras modelos Injektron 82 CT*, Injektron CT2*, Injektron MRT, do fabricante Medtron e com alguns modelos de bombas injetoras de outros fabricantes.Seringa 150ml Seringa de 150ml, compatvel com alguns modelos de bombas injetoras de Hemodinmica e Radiologia Intervencionista de outros fabricantes. Seringa BLS 130ml Seringa de 130ml, compatvel com bombas injetoras modelos Injektron 82 HP*, Injektron MRT, fabricante Medtron e com alguns modelos de bombas injetoras de outros fabricantes.MODIFIED MICROLITER Seringa de deslocamento positivo para uso com lquidos, plugue de tungstnio que percorre a parte interna da agulha. A agulha essencialmente trabalha como a barreira da seringa de vidro. GASTIGHT Este tipo de seringa destinada para o uso de lquido ou gases. Possui ponta do plugue em TEFLON PTFE. Srie 7000 - Seringas MODIFIED MICROLITERTM 0.5 l a 5l.* Agulha removvel (KH) * Deslocamento positivo * No h volume morto * Conteno da amostra na agulha * Barreira e peas intercambiveis.Seringa KH (Knurled Hub) Ponta Estilo 2 Seringa KH (Knurled Hub) Ponta Estilo 3Seringas MICROLITERTM 5 l a 500l Agulha Fixa (N), removvel (RN) ou tipo luer (LT) * Econmica * Plugues e barreiras no so intercambiveis ou substituveis. Seringa N (Agulha fixa) Ponta Estilo 2 Seringa N (Agulha Fixa) Ponta Estilo 3 Seringa N (Agulha Fixa)Ponta Estilo 5 Seringa RN (Agulha Removvel)Ponta Estilo Seringa LT (Ponta Luer ) Srie 900 Seringas MICROLITERTM 5 L a 10 l *Plugues reforados * Econmica * Agulha fixa (N) ou removvel (RN) *Plugues de TEFLON PTFE * Agulha fixa (N, LTN), removvel (RN), tipo luer (LT), TEFLON luer lock (TLL) ou TEFLON luer lock com slots (TLL w/ slots) *Barreiras, plugues e plugues substituveis Seringa LT (Tipo Luer ) Seringa LTN (agulha Fixa) Ponta Estilo 2 Seringa LTN (Agulha Fixa) Ponta Estilo 3 Seringa LTN (Agulha fixa) Ponta Estilo 5Seringa LTSN (Agulha Fixa) Especificar o Estilo da PontaSeringa RN (Agulha removvel) Ponta Estilo 2 Seringa RN (Agulha Removvel) Ponta Estilo 3: Seringa TLL (TEFLON Luer Lock)sem Slots Seringa TLL com Slots Seringa TLL sem Flange,sem Slots Seringa TLL sem Flange,com Slots * Os adaptadores macho TLL so feitos de Kel-F (CTFE). No TEFLON PTFE* Para as seringas LTSN, por favor especificar as dimenses da agulha: comprimento, Dimetro e estilo da ponta. Seringas Srie 1700 GASTIGHT 10 l a 500 L* Plugues de TEFLON PTFE * Agulha fixa (N, LTN), removvel (RN), tipo luer (LT), TEFLON luer lock (TLL)