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DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA SECRETARIA DE SERVIÇOS PÚBLICOS EMITENTE EMPRESA DE MANUTENÇÃO E LIMPEZA URBANA REFERÊNCIA Volume - 09 ASSUNTO: METODOLOGIAS CONSTRUTIVAS DE PAVIMENTAÇÃO Metodologias Construtivas de Pavimentação DATA Abril/2003 1 PREFEITURA DO RECIFE VOLUME 9 METODOLOGIAS CONSTRUTIVAS DE PAVIMENTAÇÃO

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METODOLOGIAS CONSTRUTIVAS DE PAVIMENTAO

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INTRODUO

A execuo de obras e servios de pavimentao no meio urbano requer um planejamento especfico, com a utilizao de mtodos

adequados e dominados pelas empresas executoras.

A utilizao de metodologias adequadas a cada local e trecho, implementadas satisfatoriamente possibilita a obteno de obras

eficazes, econmicas e que interfiram ao mnimo com seu entorno.

O objetivo do presente documento apresentar projetos padro e seqncias construtivas bsicas dos principais servios envolvidos

na pavimentao de vias urbanas, incluindo os relativos s bases, sub-bases, reforos de subleito, camadas de rolamento e

reparao de pavimentos.

REFERNCIAS BSICAS

As tcnicas e metodologias construtivas que aqui se apresentam esto descritas de forma detalhada nas Diretrizes Executivas de

Servios ES-P01 ES-P25 da PCR. Neste sentido, a documentao deste relatrio restringe-se a ilustrar e apresentar detalhes

importantes contidos na execuo dos principais servios de pavimentao.

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TRABALHOS PRELIMINARES

Antes de serem iniciados os trabalhos de pavimentao dever ser efetuado um planejamento cuidadoso das obras, envolvendo:

Anlise criteriosa e domnio das orientaes do projeto e especificaes de servios;

Esquemas de sinalizao e desvio de trfego, quando necessrio;

Remanejamento provisrio ou definitivo de utilidades e equipamentos pblicos;

Localizao e estudo de jazidas de emprstimo e reas de bota-fora;

Localizao e arranjo dos canteiros de servios, incluindo ptio de equipamentos, conforme Diretrizes Executivas de Servios

Implantao de Canteiros, da PCR;

Acesso dos moradores aos domiclios adjacentes;

Logstica de trfego de equipamentos;

Confirmao da localizao da usina de asfalto;

Esquema de medicina e segurana do trabalho, de acordo com as Diretrizes Executivas de Servios Implantao de

Canteiros, da PCR.

Em funo dos equipamentos de compactao utilizados (rolos lisos ou p-de-carneiro vibratrio, rolo de pneus, etc.) e das condies

de imveis adjacentes (proximidade, estado da construo, etc.) devero ser promovidos laudos da situao dos mesmos pela

Empreiteira com anuncia da Fiscalizao, para serem tomadas as medidas corretivas necessrias.

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PROJETOS PADRO E METODOLOGIAS CONSTRUTIVAS

Apresentam-se a seguir os projetos padro e seqncias construtivas bsicas, abrangendo:

MC-P01 Redutores de Velocidade

MC-P02 Execuo e Assentamento de Guias Pr-Moldadas e Sarjetas Moldadas In Loco.

MC-P03 Sub-base e Base de Brita Graduada

MC-P04 Sub-base e Base de Concreto Compactado Rolado

MC-P05 Sub-base e base Macadame Hidrulico.

MC-P06 Base de Solo Cimento.

MC-P07 Sub-base ou Reforo de Solo Brita de Granulometria Descontnua

MC-P08 Tratamento Superficial Betuminoso Simples.

MC-P09 Tratamento Superficial Betuminoso Duplo.

MC-P10 Tratamento Superficial Betuminoso Triplo

MC-P11 Base de Concreto Magro

MC-P12 Pr-Misturado a Frio com Emulso Asfltica.

MC-P13 Pavimento de Concreto (Processo Mecnico).

MC-P14 Pavimento de Concreto Simples

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MC-P15 Pr-Misturado Quente (PMQ)

MC-P16 Revestimento com Concreto Betuminoso Usinado Quente

MC-P17 Revestimento com Blocos de Paraleleppedo

MC-P18 Revestimento com Peas Pr-Moldadas de Concreto.

MC-P19 Fresagem de Pavimento.

MC-P20 Reparao de Pavimentos Danificados por Abertura de Valas

MC-P21 Recapeamento Asfltico com Reforo de Geossintticos.

MC-P22 Remendo em mais de uma Camada

MC-P23 Remendo em uma Camada

MC-P24 Remendo com Fresagem em uma Camada

MC-P25 Reparao de Defeitos de Pavimentos - Agulhamento

MC-P26 Reparao de Defeitos de Pavimentos Selagem.

MC-P27 Reparao de Defeitos de Pavimentos Enchimento.

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CADERNO DE DESENHOS

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VER NOTA NA PRANCHA 03/03

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VER NOTA NA PRANCHA 03/03

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NOTAS:

1- DIMENSES EM METRO.

2- DEVER SER MANTIDA UMA DISTNCIA MNIMA DE 50,00m PARA A COLOCAO DA PRIMEIRA.

3- NO CASO DE ONDULAES SUCESSIVAS, AO LONGO DE UM DETERMINADO TRECHO EM QUE AS MESMAS FOREM COLOCADAS, DEVERSER MANTIDA UMA DISTNCIA MNIMA DE 50,00m ENTRE DUAS ONDULAES QUAISQUER.

4- A ONDULAO TIPO I SOMENTE PODER SER INSTALADA QUANDO HOUVER A NECESSIDADE DE SEREM DESENVOLVIDAS VELOCIDADESAT UM MXIMO DE 20Km/h , EM VIAS LOCAIS ONDE NO CIRCULEM LINHAS REGULARES DE TRASNPORTE COLETIVO.

5- AS ONDULAES TRANVERSAIS S VIAS PBLICAS, SO AS ONDULAES DO TIPO II E SOMENTE PODERO SER UTILIZADAS QUANDOHOUVER A NECESSIDADE DE SEREM DESENVOLVIDAS VELOCIDADES REDUZIDAS AT 30Km/h.

6- CONCRETO CIMENTO PORTLAND fck = 30MPa Moldado IN LOCO OU CONCRETO ASFLTICO.

REFERNCIAS

- RESOLUO N 039/98 DO CONTRAN CONSELHO NACIONAL DE TRNSITO ESTABELECE OS PADRES E CROTRIOS PARA A INSTALAODE ONDULAES TRANSVERSAIS E SONORIZADORES NAS VIAS PBLICAS DISCIPLINADAS PELO PARGRAFO NICO DO ART. 94 DO CDIGODE TRNSITO BRASILEIRO

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VER NOTA NA PRANCHA 02/02

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NOTAS:

1- DIMENSES EM CENTMETRO EXCETO ONDE INDICADO.

2-PARA PROJETO E EXECUO DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRIZES DE PROJETO E ESPECIFICAES DESERVIOS DA PCR.

3- PARA EXECUO DE GUIAS E SARJETAS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRIZES EXECUTIVAS CONTIDAS NODOCUMENTO ES-P21 ESPECIFICAO DE SERVIOS GUIAS E SARJETAS DA PCR.

REFERNCIAS

- ES-P21 ESPECIFICAES DE SERVIOS GUIAS E SARJETAS DA PCR- MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA INSTITUTO DE PESQUISA TECNOLGICA (IPT).

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SUB-BASE E BASE DE BRITA GRADUADA

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRIZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P08 DA PCR.

3- QUANDO A BASE FOR ESPECIFICADA COM MAIS DE 17cm, DEVER SER EXECUTADA EM MAIS DE UMA CAMADA.

REFERNCIAS

- ES-P08 ESPECIFICAO DE SERVIOS SUB-BASE E BASE DE BRITA GRADUADA DA PCR.- MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNLOGICAS IPT.

SUB-BASE E BASE DE BRITA GRADUADA

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SUB-BASE E BASE DE CONCRETO COMPACTADO ROLADO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRIZES CONTIDAS AESPECIFICAO ES-P09 DA PCR.

REFERNCIAS

- ES-P09 ESPECIFICAO DE SERVIOS SUB-BASE E BASE DE CONCRETO POBRE ROLADO (CPR) DA PCR.- MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNLOGICAS IPT.

SUB-BASE E BASE DE CONCRETO COMPACTADOROLADO (CPR)

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SUB-BASE E BASE DE MARCADAME HIDRULICO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZESCONTIDAS NA ESPECIFICAO ES-P07 DA PCR.

3- PARA ESPESSURAS MAIORES QUE 12cm, OS SERVIOS DEVERO SER EXECUTADOS EM MAIS DE UMA CHAMADA.

REFERNCIAS

- ES-P07 ESPECIFICAO DE SERVIOS SUB-BASE E BASE DE MARCADAME HIDRPULICO DA PCR.- MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNLOGICAS IPT.

SUB-BASE E BASE DE MACADAME HIDRULICO

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BASE DE SOLO CIMENTO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZESCONTIDAS NA ESPECIFICAO ES-P10 DA PCR.

3- A ESPESSURA DE CHAMADA ACABADA SER DE, NO MXIMO, 18cm QUANDO MAIOR, DEVER SER EXECUTADA EM MAIS DE UMACHAMADA, SENDO A ESPESSURA MINMA ACABADA MAIOR QUE 10cm EM QUALQUER UMA DELAS.

REFERNCIAS

-ES-P10 ESPECIFICAO DE SERVIOS BASE DE SOLO CIMENTO DA PCR.-MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNLOGICAS IPT.

BASE DE SOLO-CIMENTO MISTURA NA PISTA

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SUB-BASE OU REFORO DE SOLO BRITA DE GRANULOMETRIA DESCONTNUA

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P04 DA PCR.

3- PARA ESPESSURAS MAIORES QUE 12cm, OS SERVIOS DEVERO SER EXECUTADOS EM MAIS DE UMA CHAMADA.

REFERNCIAS

-ES-P04 ESPECIFICAO DE SERVIOS REFORO DE SUBLEITO COM SOLO BRITA DE GRANULOMETRIA DESCONTNUA DA PCR.-MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNLOGICAS IPT.

SUB-BASE OU REFORO DE SOLO BRITA DE GRANULOMETRIA DESCONTNUA MISTURA NA PISTA

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PREFEITURA DO RECIFE

TRATAMENTO SUPERFICIAL BETUMINOSO - SIMPLES

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P14 DA PCR.

3- NO HAVENDO BOA ADESIVIDADE ENTRE O AGREGADO E O MATERIAL BETUMONOSO, DEVER SER EMPREGADO UM MELHORADOR DEADESIVIDADE, NA QUANTIDADE FIXADA NO PROJETO.

REFERNCIAS

-ES-P14 ESPECIFICAO DE SERVIOS TRATAMENTOS SUPERFICIAIS BETUMINOSOS DA PCR.-MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNLOGICAS IPT.

TRATAMENTO SUPERFICIAL BETUMINOSO - SIMPLES

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PREFEITURA DO RECIFE

TRATAMENTO SUPERFICIAI BETUMINOSO - DUPLO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P14 DA PCR.

3- NO HAVENDO BOA ADESIVIDADE ENTRE O AGREGADO E O MATERIAL BETUMONOSO, DEVER SER EMPREGADO UM MELHORADOR DEADESIVIDADE, NA QUANTIDADE FIXADA NO PROJETO.

REFERNCIAS

-ES-P14 ESPECIFICAO DE SERVIOS TRATAMENTOS SUPERFICIAIS BETUMINOSOS DA PCR.-MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNLOGICAS IPT.

TRATAMENTO SUPERFICIAL - DUPLO

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PREFEITURA DO RECIFE

TRATAMENTO SUPERFICIAL - TRIPLO(ITENS DE 1 7 IDNTICOS AO TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO)

TRATAMENTOS SUPERFICIAL BETUMINOSO - TRIPLO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P14 DA PCR.

3- NO HAVENDO BOA ADESIVIDADE ENTRE O AGREGADO E O MATERIAL BETUMONOSO, DEVER SER EMPREGADO UM MELHORADOR DEADESIVIDADE, NA QUANTIDADE FIXADA NO PROJETO.

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-ES-P14 ESPECIFICAO DE SERVIOS TRATAMENTOS SUPERFICIAIS BETUMINOSOS DA PCR.-MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNLOGICAS IPT.

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PREFEITURA DO RECIFE

BASE DE CONCRETO MAGRO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZESCONTIDAS NA ESPECIFICAO ES-P11 DA PCR.

3- O TEMPO DECORRIDO ENTRE O LANAMENTO DO CONCRETO E O TRMINO DA VIBRAO NO DEVER EXCEDER A 2 HORAS.

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-ES-P11 ESPECIFICAO DE SERVIOS BASE DE CONCRETO MAGRO DA PCR.

BASE DE CONCRETO MAGRO

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PREFEITURA DO RECIFE

PR-MISTURADO A FRIO COM EMULSO ASFLTICA

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA E TEMPERATURA ABAIXO DE 5C.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZESCONTIDAS NA ESPECIFICAO ES-P15 DA PCR.

3- A SUB-BASE E BASE DEVERO ESTAR ESPECIFICADAS EM PROJETO.

4- QUANDO A BASE FOR ESPECIFICADA COM MAIS DE 10cm, DEVER SER EXECUTADA, EM CAMADAS COM ESPESSURAS MENORESDE 10cm.

REFERNCIAS

-ES-P15 ESPECIFICAO DE SERVIOS CAMADAS DE PR-MISTURADO A FRIO E A QUENTE DA PCR.

-MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTOS DE PESQUISAS TECNOLGICAS IPT.

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PREFEITURA DO RECIFE

PAVIMENTO DE CONCRETO (PROCESSO MECNICO)

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P18 DA PCR.

3- CASO CONSTEM SUB-BASE/BASE NO PROJETO, ESTAS DEVERO SER EXECUTADAS DE ACORDO COM PRESCRIES ESPECIAIS EESPECIFICAES DA PCR.

4- O ACABAMENTO MECNICO DA SUPERFCIE DEVER SER FEITO, IMEDIATAMENTE, APS O ADENSAMENTO. DEVE-SE PASSAR A RGUA VIBRO-ACABADORA TANTAS VEZES QUANTO NECESSRIAS, EM UM MESMO LOCAL, PARA O PERFEITO ADENSAMENTO DO CONCRETO E PARA QUE ASUPERFCIE ATENDA S ESPECIFICAES DO PROJETO.

REFERNCIAS

-ES-P18 ESPECIFICAO DE SERVIOS PAVIMENTO DE CONCRETO (PROCESSO MECNICO) DA PCR.

PAVIMENTO DE CONCRETO (PROCESSO MECNICO)

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PREFEITURA DO RECIFE

PAVIMENTO DE CONCRETO SIMPLES

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P17 DA PCR.

REFERNCIAS

-ES-P17 ESPECIFICAO DE SERVIOS PAVIMENTO DE CONCRETO SIMPLES DA PCR.

PAVIMENTO DE CONCRETO SIMPLES

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PREFEITURA DO RECIFE

PR-MISTURADO QUENTE (PMQ)

VER NOTA NA PRANCHA 02/02

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PREFEITURA DO RECIFE

PR-MISTURADO A QUENTE (PMQ)

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA OU TEMPERATURA INFERIOR A 10C.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P15 DA PCR.

3- NO PERMITIDO O AQUECIMENTO DO CIMENTO ASFLTICO ACIMA DE 177C.

4- DEPENDENDO DA SUB-BASE/ BASE UTILIZADAS DEVERO SER DEFINIDOS EVENTUAIS DESDOBRAMENTOS DE CAMADAS DE PMQ.

5- OS CRITRIOS DE PROJETOS PARA DIMENCIONAMENTO DO PMQ DEVEM SEGUIR A DP-P06 DA PCR.

REFERNCIAS

ES-P15 ESPECIFICAO DE SERVIOS - CAMADAS DE PR-MISTURADO A FRIO E A QUENTE DA PCR.

PR-MISTURADO QUENTE (PMQ)

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CONCRETO BETUMINOSO USINADO QUENTE (CBUQ)

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA OU TEMPERATURA INFERIOR A 10C.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P13 DA PCR.

3- O DIMENSIONAMENTO DEVER SEGUIR AS DIRETRIZES DE PROJETO DP-P06 E DP-P07.

REFERNCIAS

ES-P13 ESPECIFICAO DE SERVIOS CAMADAS DE CONCRETO BETUMINOSO DA PCR.

- MANUAL DE PAVIMENTAO URBANA, INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLGICAS IPT.

CONCRETO BETUMINOSO USINADO QUENTE (CBUQ)

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PREFEITURA DO RECIFE

REVESTIMENTO COM BLOCOS DE PARALELEPIPEDO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P19 DA PCR.

3- A CAMAMDA DE PARALELEPPEDO DEVER SER DRENADA POR UM COXIM DE AREIA DEVENDO O MESMO ESTAR INTERLIGADO AOSISTEMA DE DRENAGEM DE GUAS PLUVIAIS.

4- PODER SER UTILIZADO CONCRETO MAGRO COMO ALTERNATIVA DE ASSENTAMENTO, PARA REJUNTE, TEM-SE ALTERNATIVAS DE:ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA; ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA; ASFALTO OU AREIA E P DE PEDRA.

REFERNCIAS

ES-P19 ESPECIFICAO DE SERVIOS CAMADA DE ROLAMENTO COM BLOCOS DE PARALELEPIPEDO DA PCR.

REVESTIMENTO COM BLOCOS DE PARALELEPPEDOS

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PREFEITURA DO RECIFE

PAVIMENTO COM PEAS PR-MOLDADAS DE CONCRETO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECUO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA OU TEMPERATURA INFERIOR A 10C.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS DIRETRZES CONTIDAS NAESPECIFICAO ES-P20 DA PCR.

3- A CAMADA DEBLOCOS DE CONCRETO DEVER SER DRENADA POR UM COXIM DE AREIA, DEVENDO O MESMO, ESTAR INTERLIGADO AO SISTEMA DEDRENAGEM DE GUAS PLUVIAIS.

4- AS SUB-BASES/BASE DEVERO SEGUIR AS DIRETRIZES DE PROJETO E ESPECIFICAO DE SERVIOS DA PCR.

REFERNCIAS

ES-P20 ESPECIFICAO DE SERVIOS PAVIMENTO DE PEAS PR-MOLDADAS DE CONCRETO DA PCR.

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REVESTIMENTO COM PEAS PR-MOLDADAS DE CONCRETO

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PREFEITURA DO RECIFE

FRESAGEM DE PAVIMENTOS

NOTAS

1- A ESPESSURA DO PAVIMENTO A SER FRESADA DEVER SER FIXADA EM PROJETO EM FUNO DE INSPEES LOCAIS E DODIMENSIONAMENTO DO PAVIMNETO.

2- CASO OS SERVIOS DE RECOMPOSIO DOS REVESTIMENT0S (RECAPEAMENTO) NO SEJAM EXECUTADOS IMEDIATAMENTE APS OTRMINO DA FRESAGEM, LIMPEZA E SINALIZAO ADEQUADA DEVERO SER EFETUADAS PARA LIBERAO DA VIA AO TRFEGO.

DOCUMENTAO TCNICA

SECRETARIA DE SERVIOS PBLICOSEMITENTEEMPRESA DE MANUTENO E LIMPEZA URBANA

REFERNCIA

Volume - 09

ASSUNTO:METODOLOGIAS CONSTRUTIVAS DE PAVIMENTAOMetodologias Construtivas de Pavimentao

DATA

Abril/2003

30

PREFEITURA DO RECIFE

REPARAO DE PAVIMENTOS DANIFICADOS POR ABERTURAS DE VALAS

NOTAS

1- OS MATERIAIS RETIRADOS DO PAVIMENTO EXISTENTE NO PODERO SER REAPROVEITADOS.

2- CASO A VALA NO APRESENTE DECLIVIDADE PARA ESCOAMENTO DAS GUAS, A AREIA LANADA J DEVER ESTAR PREVIAMENTESATURADA.

3- PARA RECONSTRUO DOS PAVIMENTOS DANIFICADOS POR VALAS, OBEDECER AS ORIENTAES CONTIDAS NO DOCUMENTO ES-P23.

REFERNCIAS

ES-P23 ESPECIFICAO DE SERVIOS REPARAO DE PAVIMENTOS DANIFICADOS POR ABERTURA E VALA DA PCR.

REPARAO DE PAVIMENTOS DANIFICADOS POR ABERTURA DE VALASREPARAO DE PAVIMENTOS DANIFICADOS POR ABERTURA DE VALAS

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ASSUNTO:METODOLOGIAS CONSTRUTIVAS DE PAVIMENTAOMetodologias Construtivas de Pavimentao

DATA

Abril/2003

31

PREFEITURA DO RECIFE

RECAPEAMENTO ASFLTICO COM REFORO DE GEOSSINTICO

NOTAS

1- AS CARACTERSTICAS E TIPO (RESISTNCIA, PERMEABILIDADE, ABERTURA DE FILTRAO, ETC.) DO GEOSSINTICO DEVERO ESTARFIXADOS NO PROJETO.

2- OS MATERIAIS UTILIZADOS (EMULSO ASFLTICA, MATERIAL BETUMINOSO), DEVERO SEGUIR AS ESPECIFICAES DE SERVIO EDIRETRIZES DE PROJETO DA PCR.

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ASSUNTO:METODOLOGIAS CONSTRUTIVAS DE PAVIMENTAOMetodologias Construtivas de Pavimentao

DATA

Abril/2003

32

PREFEITURA DO RECIFE

REMENDO EM MAIS DE UMA CAMADA

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECIO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS ORIENTAES CONTIDAS NASDIRETRIZES EXECUTIVAS ES-P22 DA PCR.

3- A REA DOS SERVIOS DEVER SER DEVIDAMENTE DEMARCADA E SINALIZADA ANTES DE SUA EXECUO.

4- A EXECUO DAS SUB-BASES, BASES E PAVIMENTOS DEVERO SEGUIR AS DIRETRIZES DE PROJETO E ESPECIFICAES DE SERVIODA PCR.

REFERNCIAS

ES-P22 - DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIOS REPARAO DE DEFEITOS DE PAVIMENTO DA PCR.

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DATA

Abril/2003

33

PREFEITURA DO RECIFE

REMENDO EM UMA CAMADA APLICVEL A AFUNDAMENTO PLSTICO LOCALIZADO, FISSURA PELE DE JACAR E DESLOCAMENTO

REMENDO EM UMA CAMADA

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECIO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS ORIENTAES CONTIDAS NASDIRETRIZES EXECUTIVAS ES-P22 DA PCR.

3- A REA DOS SERVIOS DEVER SER DEVIDAMENTE DEMARCADA E SINALIZADA ANTES DE SUA EXECUO.

4- A EXECUO DAS SUB-BASES, BASES E PAVIMENTOS DEVERO SEGUIR AS DIRETRIZES DE PROJETO E ESPECIFICAES DE SERVIODA PCR.

REFERNCIAS

ES-P22 - DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIOS REPARAO DE DEFEITOS DE PAVIMENTO DA PCR.

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DATA

Abril/2003

34

PREFEITURA DO RECIFE

REMENDO COM FRESAGEM EM UMA CAMADA

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECIO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS ORIENTAES CONTIDAS NASDIRETRIZES EXECUTIVAS ES-P22 DA PCR.

3- A REA DOS SERVIOS DEVER SER DEVIDAMENTE DEMARCADA E SINALIZADA ANTES DE SUA EXECUO.

4- A EXECUO DAS SUB-BASES, BASES E PAVIMENTOS DEVERO SEGUIR AS DIRETRIZES DE PROJETO E ESPECIFICAES DE SERVIO DAPCR.

REFERNCIAS

ES-P22 - DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIOS REPARAO DE DEFEITOS DE PAVIMENTO DA PCR.

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DATA

Abril/2003

35

PREFEITURA DO RECIFE

REPARAO DE DEFEITOS DE PAVIMENTOS - AGULHAMENTO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECIO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS ORIENTAES CONTIDAS NAS DIRETRIZESEXECUTIVAS ES-P22 DA PCR.

3- A REA DOS SERVIOS DEVER SER DEVIDAMENTE DEMARCADA E SINALIZADA ANTES DE SUA EXECUO.

4- A EXECUO DAS SUB-BASES, BASES E PAVIMENTOS DEVERO SEGUIR AS DIRETRIZES DE PROJETO E ESPECIFICAES DE SERVIO DA PCR.

REFERNCIAS

ES-P22 - DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIOS REPARAO DE DEFEITOS DE PAVIMENTO DA PCR.

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DATA

Abril/2003

36

PREFEITURA DO RECIFE

REPARAO DE DEFEITOS DE PAVIMENTOS - SELAGEM

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECIO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS ORIENTAES CONTIDAS NAS DIRETRIZESEXECUTIVAS ES-P22 DA PCR.

3- A REA DOS SERVIOS DEVER SER DEVIDAMENTE DEMARCADA E SINALIZADA ANTES DE SUA EXECUO.

4- A EXECUO DAS SUB-BASES, BASES E PAVIMENTOS DEVERO SEGUIR AS DIRETRIZES DE PROJETO E ESPECIFICAES DE SERVIO DA PCR.

REFERNCIAS

ES-P22 - DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIOS REPARAO DE DEFEITOS DE PAVIMENTO DA PCR.

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DATA

Abril/2003

37

PREFEITURA DO RECIFE

REPARAO DE DEFEITOS DE PAVIMENTOS - AGULHAMENTO

NOTAS

1- NO SER PERMITIDA A EXECIO DOS SERVIOS DURANTE OS DIAS DE CHUVA.

2- PARA OS DETALHES DE EXECUO E CARACTERSTICAS DOS MATERIAIS DEVERO SER RESPEITADAS AS ORIENTAES CONTIDAS NAS DIRETRIZESEXECUTIVAS ES-P22 DA PCR.

3- A REA DOS SERVIOS DEVER SER DEVIDAMENTE DEMARCADA E SINALIZADA ANTES DE SUA EXECUO.

4- A EXECUO DAS SUB-BASES, BASES E PAVIMENTOS DEVERO SEGUIR AS DIRETRIZES DE PROJETO E ESPECIFICAES DE SERVIO DA PCR.

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DATA

Abril/2003

38

PREFEITURA DO RECIFE

REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS BSICAS

ASSOCIAO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND ABCP. Coletnea de normas tcnicas.

ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS ABNT, (1994) NBR 09050 Acessibilidade de pessoas portadoras de

deficincias edificaes, espao, mobilirio e equipamentos urbanos.

ANDREATINI, L.P.V. 1988 Dimensionamento de Reforos em Pavimentos Flexveis Sugestes para Modificaes no DNER

RO-11/79.

CARVALHO, M. D. - "Pavimentao com Blocos Pr-moldados de Concreto " BT-27-ABCP Junho, 1983, So Paulo.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DNER - PRO 08/78 Avaliao objetiva da superfcie de pavimentos

flexveis e semi-rgidos.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM - DNER. Coletnea de normas tcnicas.

HALLACK, A. & CARVALHO, M. D. - "Dimensionamento de Pavimentos com Blocos Pr-Moldados de Concreto". 4a. Reunio da

ABCP - Julho, 1990 - Belm do Par.

INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRLEO. Coletnea de especificaes tcnicas.

LARSEN, J. (1985). Tratamento superficial na construo e conservao de rodovias. Relatrio tcnico Asfalto Ipiranga.

LEITE, D.B. (1964). Tratamentos superficiais betuminosos noes gerais e mtodos de dosagem. Relatrio tcnico do Instituto de

Pesquisas Rodovirias (IPR).