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  •  Tromboembolismo Pulmonar Embolia pulmonar

  • Forma mais comum de doença pulmonar aguda na população hospitalar adulta (3a causa de óbito nos EUA), mais comum em idosos e em homens:

    • 85% dos casos são provenientes de êmbolos de veias maiores dos MMII;

    • 10% do átrio direito; • 5% das veias

    superficiais dos MMII, veias pélvicas e extremidades superiores.

  • Etiologia: • O TEP está relacionado à

    trombose venosa profunda, originada de agregados de plaquetas na região das válvulas venosas onde há turbulência, podendo desprender-se a atingir a circulação pulmonar.

    • Mais de 75% das embolias pulmonares têm origem nas veias profundas da parte inferior das pernas.

    http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2009/01/embolia3.jpg

  • Fatores predisponentes: *Imobilização física prolongada, *insuficiência cardíaca, *cirurgias de grande porte e ortopédicas, *traumatismos em MMII, *obesidade, *gravidez, *anticoncepcional oral, *idade avançada e antecedentes

    pessoais.

  • Quadro clínico: Sinais e sintomas são sutis e

    inespecíficos. a) Trombose venosa profunda

    (TVP) • Dor em repouso no local

    trombosado e edema distal à veia acometida;

    • Edema maleolar (inchaço no calcanhar); • Diferença na circunferência das panturrilhas; • Aumento da temperatura local.

  • b) Tromboembolismo pulmonar (TEP) • Variável: mais comuns – dispnéia de início

    súbito, dor torácica e taquicardia; • Febre, Tosse; • Hemoptise (incomum); • Icterícia, calafrios,

    e arritmias cardíacas.

    http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2009/03/tosse.jpg

  • Diagnostico:

    • Gasometria arterial; • ECG – sinais de

    sobrecarga direito; • Raio x de tórax.

  • Profilaxia: • Heparinização SC em

    pacientes de grande risco;

    • Deambulação precoce; • Fisioterapia ativa e

    passiva de MMII; • Meias elásticas.

    http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2009/01/embolia2.jpg

  • Tratamento: Inclui a administração de O2. a) Anticoagulantes: • Heparina – “in bolus” – contínua em bomba

    de infusão; • Anticoagulação prolongada (3 meses):

    heparina subcutânea. b) Trombolíticos (tratamento definitivo): • Embolia pulmonar maciça e Embolectomia

    cirúrgica.

  • Tipos especiais de tromembolismo pulmonar:

    • Embolia gordurosa: grandes cirurgias e traumas (fratura em ossos longos – tíbia, fêmur, etc);

    • Embolia aérea: cirurgia de cabeça e pescoço, pneumoperitônio (presença de gás na cavidade peritoneal), etc...

    • Embolia por líquido amniótico: partos e abortos com alta mortalidade materna – 25 a 50% na primeira hora;

    • Embolia por tumoração: neoplasia retal, hepática ou gástrica.

  • Cuidados de enfermagem: Atenção imediata: • Não manipular o paciente nas primeiras

    horas; • Repouso no leito em posição de semi -

    Fowler; • Manter veia periférica permeável; • Oxigenoterapia; • Monitorização cardíaca; • Manter carrinho de emergência lado do leito; • SSVV e controles de 1/1 hora;

  • • Dar atenção as queixas de dor torácica, observando a localização/duração e descrição, comunicando a enfermeira da unidade;

    • Observar SSVV e sintomas, como: -Dispnéia, cianose; -Dores nos MMII; -Tosses, Secreções e Hemoptise; -Síncope (perda súbita da consciência, cessação momentânea das funções cerebrais);

  • • Cuidados com venopunção periféricas: -Comprimir local para evitar hematoma,

    sangramentos, devido ao uso de terapia trombolítica (heparina, estreptoquinase);

    -Observar qualquer tipo de sangramento; -Durante a infusão de drogas trombolíticas, usar BIC. Após a estabilização do quadro agudo: • Controle de SSVV de 2/2 horas; • Controle hídrico rigoroso; • SVD, passada cuidadosamente para evitar trauma

    de uretra; • Higienização do paciente apenas no leito; • Manter o paciente confortável;

  • • Diminuir ansiedade e explicar procedimentos; • Exercícios passivos e ativos, de acordo com

    prescrição; • Estimular e registrar aceitação de dietas; • Anotar nível de consciência, e outros.

    Dar suporte às medidas complementares, s\n, como EOT, uso de DVA, etc.

    v Tromboembolismo Pulmonar� Embolia pulmonar Número do slide 2 Etiologia: Fatores predisponentes: Quadro clínico: Número do slide 6 Diagnostico: Profilaxia: Tratamento: Tipos especiais de tromembolismo pulmonar: Cuidados de enfermagem: Número do slide 12 Número do slide 13 Número do slide 14