ufpel – pave 2009/2011 – 2 etapa (aplica§£o:...

Download UFPel – PAVE 2009/2011 – 2 etapa (Aplica§£o: 19/12/2010 ... UFPel – PAVE 2009/2011 –

Post on 19-Nov-2018

215 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • UFPel PAVE 2009/2011 2 etapa (Aplicao: 19/12/2010) 3 / 24

    LnguaPortuguesaeLiteraturaBrasileira

    1

    No conto Plebiscito, correto afirmar que o narrador

    (a) onisciente, por isso percebe a inteno ardilosa

    de Manduca de test-lo, perguntando-lhe o sentido de plebiscito.

    (b) irnico em relao ao pai, que no sabe responder pergunta do filho. Com a palavra estrangeirismo no final do conto, mostra que Rodrigues sabia muito menos do que pretendia demonstrar aos filhos.

    (c) conta com a anuncia da esposa para esconder dos filhos que desconhecia o significado da palavra perguntada pelo filho.

    (d) personagem do conto, mas no onisciente. Por isso, no percebe a sutil trama de cumplicidade estabelecida entre a esposa e as crianas.

    (e) deplora a j corroda autoridade dos pais frente aos filhos, demonstrando simpatia por Seu Rodrigues.

    (f) I.R.

    2

    Analisa as seguintes afirmativas.

    I) O conto No retiro da figueira atualiza a temtica buclica e introduz, j na sua poca 1 fase do modernismo, a preocupao com a degradao do meio ambiente.

    II) Na oitava das Cartas Chilenas, o eu-lrico aclara ao leitor que o Chile , na verdade, a metrpole portuguesa, criticando-a por explorar em demasia suas colnias.

    III) O gacho retratado em Contos Gauchescos tanto o gacho leal e honesto, como em Trezentas Onas, quanto o gacho mesquinho e mau, como em O boi velho.

    Est(o) correta(s)

    (a) apenas I e II.

    (b) apenas II e III.

    (c) apenas III.

    (d) apenas II.

    (e) I, II e III.

    (f) I.R.

    3

    Observa a capa abaixo, premiada como a melhor capa do ano pela ANER.

    http://comparsas-do-blog.blogspot.com/2010/09/revista-epocabicampea.html (acessado em 12 de dezembro de 2010)

    A contraposio entre os dois rostos da

    moa

    (a) corrobora o descaso das autoridades para com a pior epidemia que a sociedade brasileira enfrenta na atualidade: a das drogas.

    (b) ironiza as propagandas de produtos que prometem milagres estticos, apresentando um antes e um depois.

    (c) ratifica o poder deletrio das drogas sobre os jovens.

    (d) rechaa o preconceito contra as drogas, recorrendo para isso imagem da mulher.

    (e) alude s mulheres, grupo social que mais tem recorrido s drogas, no af de perder peso.

    (f) I.R.

  • UFPel PAVE 2009/2011 2 etapa (Aplicao: 19/12/2010) 4 / 24

    O texto que segue servir de base para as questes de 4 a 7.

    A atrao pelo argumento

    Especialistas garantem que estudar a arte de convencer os outros virou necessidade no s para quem quer

    persuadir, mas tambm no ser enrolado pela conversa alheia

    Uma boa argumentao abre portas. no que se acredita desde a Antiguidade, quando as primeiras tcnicas 1

    retricas foram criadas para convencer e persuadir o pblico de uma ideia que, independentemente de ser verdadeira, 2

    eloquente. 3

    Numa era de informao global, no entanto, em que comunicar est na base das relaes pessoais e profissionais, 4

    estar familiarizadao com as principais formas de convencimento virou um trunfo de mo dupla: quem sabe a importncia de 5

    convencer algum saber tambm no cair to fcil na primeira lbia de um interlocutor. 6

    Num mercado altamente competitivo e em acelerada mudana, a habilidade de comunicar ideias e convencer as 7

    pessoas da necessidade de mudanas essencial. Nestas circunstncias, o domnio das tcnicas de persuaso cria um 8

    diferencial valioso diz Jairo Siqueira, consultor em criatividade e negociao. 9

    [...] 10

    Mestre em estudos literrios pela Unesp, o linguista Victor Hugo Caparica lembra que mesmo as relaes 11

    interpessoais so, em ltima anlise, relaes interdiscursivas. Ou seja: na maior parte do tempo, estamos argumentando 12

    em maior ou menor grau com as pessoas que nos cercam, influenciando e sendo por elas influenciados. 13

    E isso pode ser desde uma simples conversa no corredor at uma negociao de vendas ou investida romntica. 14

    Em todos os casos, estar preparado para lidar com essas relaes dialgicas implica no apenas falar ou escrever melhor, 15

    como tambm estar menos suscetvel a tais astcias da enunciao observa. 16

    Alvo fcil 17

    Caparica ministrou em setembro o curso de extenso universitria "Retrica e argumentao: da retrica clssica 18

    moderna anlise do discurso", no Centro Universitrio de Araraquara, So Paulo, e acredita que mais urgente do que 19

    aprender a usar as artimanhas do discurso entender como no ser um alvo fcil para elas. 20

    Nossa sociedade formada e permeada pelos mais variados e multiformes tipos de discurso, e muitos deles 21

    parecem invisveis aos olhos de um leigo. preciso abrir os olhos das pessoas para essa realidade social afirma. 22

    Por isso, estar retoricamente preparado para as relaes dialgicas e um bom comeo pode ser seguir as 23

    orientaes destas pginas tambm estar vacinado contra argumentaes inconsistentes ou at fajutas, tanto quanto 24

    para persuadir os outros. Essa preparao representa, nos dias de hoje, uma verdadeira conquista da cidadania. 25

    WWW.revistalingua.com.br (publicado em 13/10/2010 acessado em 07/12/2010)

    4

    Analise as seguintes informaes sobre as ideias expostas no texto.

    I) Faz parte das chamadas relaes

    interdiscursivas influenciarmos pelos nossos argumentos e sermos influenciados pelos argumentos dos outros.

    II) Qualquer argumentao ou tcnica retrica s convence se for verdadeira.

    III) Dominar tcnicas de persuaso s importante no aspecto profissional, pois vivemos em um

    mundo altamente competitivo e em acelerada mudana.

    Est(o) correta(s) a(s) afirmativa(s)

    (a) I apenas.

    (b) II apenas.

    (c) III apenas.

    (d) II e III apenas.

    (e) I, II e III.

    (f) I.R.

  • UFPel PAVE 2009/2011 2 etapa (Aplicao: 19/12/2010) 5 / 24

    5

    Os provrbios ou ditos populares condensam, em textos brevssimos, ensinamentos caractersticos da sabedoria popular. Analise as alternativas abaixo e assinale aquela que contm a dupla de provrbios que mais estabelece relao com o contedo expresso no texto.

    (a) Nada como um dia aps o outro.

    Antes tarde do que nunca.

    (b) Os ltimos sero os primeiros. Quem espera sempre alcana.

    (c) Filho de peixe, peixinho . Casa de ferreiro, espeto de pau.

    (d) Uma andorinha s no faz vero. Quem tudo quer, tudo perde.

    (e) Quem tem boca vai a Roma. Ao bom entendedor, meia palavra basta.

    (f) I.R.

    6

    Na linha 24 do texto so empregadas as expresses inconsistentes e fajutas. Essas expresses poderiam ser substitudas, respectivamente, ratificando o sentido expresso por elas no fragmento, por

    (a) inconscientes e absolutas.

    (b) intermitentes e foradas.

    (c) infundadas e falsas.

    (d) indecentes e resolutas.

    (e) intermitentes e fortuitas.

    (f) I.R.

    7

    Analise as frases abaixo, retiradas do texto, e sua reescritura (em itlico).

    I) Num mercado altamente competitivo e em

    acelerada mudana, a habilidade de comunicar ideias e convencer as pessoas da necessidade de mudanas essencial. (linhas 7 e 8) A habilidade de comunicar ideias e convencer as pessoas da necessidade de mudana, num mercado altamente competitivo e em acelerada mudana, essencial.

    II) Mestre em estudos literrios pela Unesp, o linguista Victor Hugo Caparica lembra que mesmo as relaes interpessoais so, em ltima anlise, relaes interdiscursivas. (linhas 11 e 12)

    O linguista Victor Hugo Caparica, mestre, em ltima anlise, em estudos literrios pela Unesp, lembra que mesmo as relaes interpessoais so relaes interdiscursivas.

    III) Essa preparao representa, nos dias de hoje, uma verdadeira conquista da cidadania. (linha 25) Nos dias de hoje, essa preparao representa uma verdadeira conquista da cidadania.

    A reescritura apresenta pontuao correta

    e mantm o sentido original em

    (a) I e II apenas.

    (b) II apenas.

    (c) II e III apenas.

    (d) I, II e III.

    (e) I e III apenas.

    (f) I.R.

  • UFPel PAVE 2009/2011 2 etapa (Aplicao: 19/12/2010) 6 / 24

    Geografia

    8

    A formao dos municpios no Rio Grande do Sul est intimamente ligada histria da sua ocupao. A partir das sesmarias e dos ncleos aorianos, o Rio Grande do Sul inaugurou o processo de diviso do seu territrio em reas administrativas.

    Sobre a primeira diviso municipal do Rio Grande do Sul, correto afirmar que

    (a) se originou da evoluo e da diviso de Porto Alegre em 4

    Municpios, em 1870.

    (b) teve origem na evoluo e na diviso de Rio Pardo em 4 municpios, em 1850.

    (c) foi originada da evoluo e diviso de Santo Antnio da Patrulha em 4 Municpios, em 1830.

    (d) teve origem na evoluo e na diviso de Rio Grande em 4 municpios, em 1875.

    (e) foi originada da separao da Provncia de So Pedro em 4 municpios, em 1809.

    (f) I.R.

    9

    O ndice de Desenvolvimento Humano (IDH) um dado utilizado pela Organizao das Naes Unidas (ONU) para analisar a qualidade de vida de uma determinada populao.

    Considerando o IDH, qual das alternativas abaixo est

    INCORRETA?

    (a) O ndice Educao composto pela taxa de alfabetizao de pessoas acima de 15 anos de idade e pela taxa bruta de frequncia escola, entre outros.

    (b) A Longevidade dada pelo indicador esperana de vida ao nascer, entre outros. Seus melhores ndices esto nos pases desenvolvidos, principalmente.

    (c) O IDH entre 0,500 e 0,799 considerado muito alto, encontrado nos pases altamente desenvolvidos e desenvolvidos, o que resulta em melhores condies de vida.

    (d) A Renda calculada com base no