tribuna do vale - ediÇÃo nº 2195

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cmyb cyan magenta yellow black 28 E 29 DE JULHO DE 2012 DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI ANO XVI - N 0 2195 R$ 1,00 www.tribunadovale.com.br 27 0 14 0 Sabado e Domingo SEGURANÇA DIAGNÓSTICO S.A.PLATINA DIA DO AGRICULTOR Richa quer lançar concurso para contratar seis mil PMs Regional da Saúde já tem teste rápido para hepatites virais Professoras participam de Congresso Internacional da Cultura Produtores rurais reivindicam política agrícola Antônio de Picolli Antônio de Picolli AEN O governador Beto Richa pretende lançar concurso público, até o final deste ano, para contratação de seis mil policiais militares. O anúncio foi feito durante a instalação de duas Unida- des Paraná Seguro (UPS) na Cidade Industrial de Curitiba. “Herdamos uma completa situação de desmante- lo e com o programa Paraná Seguro colocamos em prática um plano de ações de reestruturação da segurança pública”, disse salientando que o go- verno está fazendo um grande esforço para recompor os efetivos das forças policiais e modernizar todo o sistema de segurança pública. PÁG. A6 O anúncio foi feito durante entrega de mais duas Unidades Paraná Seguro (UPS) na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) A 19ª Regional de Saúde, com sede em Jacarezinho, já oferece o teste rápido para detecção das hepatites virais. Os pacientes dos 22 municípios de sua abrangência pode- rão fazer o teste gratuitamente. O resultado demora cerca de uma hora. Nos últimos três anos, a região teve 52 casos confirma- dos de hepatites A, B e C. Neste ano, sete co- firmações da doença foram diagnosticadas, sendo duas em Ibaiti, duas em Jacarezinho, uma em Jundiaí do Sul, uma em Siqueira Campos e uma em Wenceslau Braz. Hoje, 28 de julho, é o Dia Mundial da Luta contra as hepatites virais. PÁG. A4 O exame rápido tem resultado em aproximadamente uma hora; se for positivo, o paciente tem toda a assistência da saúde pública No Dia do Agricultor, os produtores rurais reivindicam políticas agrícolas que garantam a eles, a continuidade da atividade. Entre elas estão a garantia de preço mínimo justo e a modernização da legislação trabalhista. Para o presi- dente do Sindicato Patronal Rural de Ribeirão do Pinhal, Ciro Tadeu Alcântara, uma política agrícola bem elaborada evita a descapitalização dos pequenos e médios produtores que não conseguem receber o valor adequado pelos seus produtos. Além disso, Alcântara também mencionou a mão de obra como um entrave ao agronegócio. “A mão de obra no campo é escassa e onerosa”, afirmou. PÁG. A8 O III Congresso de Cultura e Edu- cação para Integração da América Latina (CEPIAL) reuniu professores e palestrantes de vários países da Amé- rica latina, em Curitiba, no período de 15 a 20 deste mês. As professoras Hilcéia Oliveira do Prado, Maria das Graças Ferreira dos Campos, Maria José Nunes e Valdenice Pereira Nas- cimento representaram Santo Antô- nio da Platina no evento. Durante a abertura, representantes dos países participantes apresentaram suas tra- dições culturais. PÁG. A5 PÁG. A5 Polícia Ambiental descobre cativeiro de pássaros silvestres RIBEIRÃO CLARO PÁG. A3 Lideranças se reúnem para discutir Meio Ambiente NORTE PIONEIRO PÁG. A3 Volume alto dos carros de som incomoda eleitores CAMPANHA NAS RUAS

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28 DE JULHO DE 2012

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    28 E 29 DE JULHO DE 2012 DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI ANO XVI - N0 2195 R$ 1,00

    www.tribunadovale.com.br

    270 140

    Sabado e Domingo

    SEGURANA

    DIAGNSTICO

    S.A.PLATINA

    DIA DO AGRICULTOR

    Richa quer lanar concurso para contratar seis mil PMs

    Regional da Sade j tem teste rpido para hepatites virais

    Professoras participam de Congresso Internacional da Cultura

    Produtores rurais reivindicampoltica agrcola

    Antnio de Picolli

    Antnio de Picolli

    AEN

    O governador Beto Richa pretende lanar concurso pblico, at o nal deste ano, para contratao de seis mil policiais militares. O anncio foi feito durante a instalao de duas Unida-des Paran Seguro (UPS) na Cidade Industrial de Curitiba. Herdamos uma completa situao de desmante-lo e com o programa Paran Seguro colocamos em prtica um plano de aes de reestruturao da segurana pblica, disse salientando que o go-verno est fazendo um grande esforo para recompor os efetivos das foras policiais e modernizar todo o sistema de segurana pblica. PG. A6 O anncio foi feito durante entrega de mais duas Unidades Paran Seguro (UPS)

    na Cidade Industrial de Curitiba (CIC)

    A 19 Regional de Sade, com sede em Jacarezinho, j oferece o teste rpido para deteco das hepatites virais. Os pacientes dos 22 municpios de sua abrangncia pode-ro fazer o teste gratuitamente. O resultado demora cerca de uma hora. Nos ltimos trs anos, a regio teve 52 casos con rma-

    dos de hepatites A, B e C. Neste ano, sete co- rmaes da doena foram diagnosticadas, sendo duas em Ibaiti, duas em Jacarezinho, uma em Jundia do Sul, uma em Siqueira Campos e uma em Wenceslau Braz. Hoje, 28 de julho, o Dia Mundial da Luta contra as hepatites virais. PG. A4

    O exame rpido tem resultado em aproximadamente

    uma hora; se for positivo, o paciente

    tem toda a assistncia da sade pblica

    No Dia do Agricultor, os produtores rurais reivindicam polticas agrcolas que garantam a eles, a continuidade da atividade. Entre elas esto a garantia de preo mnimo justo e a modernizao da legislao trabalhista. Para o presi-dente do Sindicato Patronal Rural de Ribeiro do Pinhal, Ciro Tadeu Alcntara, uma poltica agrcola bem elaborada evita a descapitalizao dos pequenos e mdios produtores que no conseguem receber o valor adequado pelos seus produtos. Alm disso, Alcntara tambm mencionou a mo de obra como um entrave ao agronegcio. A mo de obra no campo escassa e onerosa, a rmou. PG. A8

    O III Congresso de Cultura e Edu-cao para Integrao da Amrica Latina (CEPIAL) reuniu professores e palestrantes de vrios pases da Am-rica latina, em Curitiba, no perodo de 15 a 20 deste ms. As professoras Hilcia Oliveira do Prado, Maria das Graas Ferreira dos Campos, Maria Jos Nunes e Valdenice Pereira Nas-cimento representaram Santo Ant-nio da Platina no evento. Durante a abertura, representantes dos pases participantes apresentaram suas tra-dies culturais. PG. A5

    PG. A5

    Polcia Ambiental descobre cativeiro de pssaros silvestres

    RIBEIRO CLARO

    PG. A3

    Lideranas se renem para discutir Meio Ambiente

    NORTE PIONEIRO

    PG. A3

    Volume alto dos carros de som incomoda eleitores

    CAMPANHA NAS RUAS

  • 270 140

    Impresso e Fotolito:Editora Jornal Tribuna do ValeFone/Fax : 43 3534 . 4114

    Editora Jornal Tribuna do Vale LTDACNPJ 01.037.108/0001-11

    Matriz: Rua Tiradentes 425, CentroSanto Antnio da Platina, PRFone/Fax: 43 3534 . 4114

    Circulao: Abati | Andir | Arapoti | Bandeirantes | Barra do Jacar |Cambar | Carlpolis | Conselheiro Mairink | Figueira|Guapirama | Ibaiti | Itambarac | Jaboti | Jacarezinho Jaguariava | Japira | Joaquim Tvora | Jundia do Sul | Pinhalo | Quatigu | Ribeiro Claro | Ribeiro do Pinhal | Santo do Itarar |Santana do Itarar |Santo Antnio da Platina | So Jos da Boa Vista | Sengs | Siqueira Campos |Tomazina | Wenceslau Brz

    * Os artigos assinados no representam necessariamente a opinio do

    jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.

    O Dirio da nossa regio - Fundado em agosto de 1995

    TRIBUNA DO VALEA-2 Opinio

    E D I TO R I A L E E D I TO R I A L

    Quanto maiores as bancadas e mais is ao mando imperial da Presidncia, mais ricos e in uentes so os ministrios e cargos a

    que passam a ter direito.

    Editorial Para ter sucesso, muitas empresas ti veram que quebrar para-digmas, pesquisando e mergulhando no dia a dia de famlias em periferias e bairros menos favorecidos, visando entender seus hbitos e costumes.Marcos Morita

    C HARGE chargeonline.com.brHORRIO DE FECHAMENTO

    SANTO ANTNIO DA PLATINA

    22:10

    NESTA EDIO TEM

    PREVISO PARA HOJE

    22 PGINASCADERNO PRINCIPAL A 01 - 08- OPINIO A 02- POLTICA A 03- GERAL A 04- CIDADES A 05- COTIDIANO A 06- ESPORTES A 07- AGRONEGCIO A 08

    2 CADERNO B 01 - 08- AGRONEGCIO B 01 - ATAS & EDITAIS B 02 - 07- SOCIAL B 08

    3 CADERNO C 01 - 06- ATAS & EDITAIS C 01 - 06

    TRIBUNA DO VALE Representao:MERCONET Representao de Veculos de Comunicao LTDARua Dep. Atlio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR

    Fone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633Diretor Responsvel

    Benedito Francisquini - MTB 262/[email protected]

    [email protected]

    Vendas AssinaturaAnual R$ 200,00Semestral R$ 100,00

    Filiado a Associaodos Jornais Diriodo Interior do Paran

    A RTIGO

    Viver do mesmo mal

    Voce j reparou que...

    Classe D: nasce um novo nicho consumidor

    A R T I G O

    Marcos Morita*

    Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

    No h nada mais conservador que um liberal no poder. Essa mxima vem dos tempos do Imprio, quando os partidos Conservador e Liberal alternavam-se nos ministrios de dom Pedro II. A historiogra a brasileira atribui tal contradio ao fato de que, ideologicamente, os dois partidos apenas pareciam ser diferentes entre si, mas eram completamente iguais quanto disposio de servir ao poder imperial e dele tambm se servir. E o imperador, com astcia, sabia fazer o jogo mudava-os de posio conforme as convenincias que emergiam de eleies (das quais s as elites participavam) para que, no fundo, tudo continuasse como estava.

    Passados mais de 150 anos, a poltica brasileira parece viver do mesmo mal: os partidos e seus militantes preocupam-se muito mais em dividir o butim do poder que em se de nir ideologica-mente, defender princpios, apresentar programas e lutar por causas que digam respeito ao interesse pblico no seu sentido mais nobre. Mais importante amoldar-se aos interesses do Executivo para, em troca, dele receber benesses e facilidades, muitas das quais sabidamente inconfessveis. Quanto maiores as bancadas e mais is ao mando imperial da Presidncia, mais ricos e in- uentes so os ministrios e cargos a que passam a ter direito.

    Essa distoro no faz bem para a democracia. da essn-cia do regime o embate de opinies, assim como deveria ser da essncia do sistema partidrio que fosse ele representativo da multiplicidade de ideias, posies e correntes antagnicas que permeiam o espectro social. No o que ocorre: o fato de existirem hoje 30 partidos registrados pela Justia Eleitoral e de 16 estarem representados no Congresso Nacional no signi ca que tenhamos uma democracia poltica da qual possamos nos orgulhar. Fixemo-nos em alguns nmeros: dos 513 deputados,

    apenas 89, reunidos em to-somente quatro legendas, esto na oposio; dos 81 senadores, 15 se opem ao governo. Trata-se da menor oposio j registrada no Congresso, desde mesmo os tempos do regime militar.

    A inexistncia de convices polticas, ideolgicas ou pro-gramticas somada s vantagens propiciadas pela proximidade com o poder central so as principais razes a explicar o mais recente surto de criao de novos partidos, como mostrou on-tem a Gazeta do Povo. Em um ano, foram registradas trs novas agremiaes. Por qu? Porque deputados eleitos por partidos de oposio e portanto distantes das ambicionadas prebendas s distribudas aos situacionistas perderiam o mandato se tro-cassem de legenda, conforme reza a lei da delidade partidria. Contudo, se for para mudar para um partido novo, a lei no lhes impe a pena fatal.

    Da o surgimento de trs novos partidos, que tiraram prin-cipalmente da oposio quase meia centena de parlamentares agora abrigados em legendas que j nasceram dispostas a fre-quentar com desenvoltura os corredores palacianos, responder obedientemente s ordens superiores e, em retribuio, con-quistar supostos recursos para suas igualmente supostas bases.

    Enquanto isso, dormem nos escaninhos do Congresso e na falta conveniente e proposital de iniciativas do Executivo quaisquer projetos que, efetivamente, proponham as reformas eleitoral e poltica condio mais que indispensvel para que a democracia representativa merea esse nome. Reformas que comprometam os polticos com de nies ideolgicas, com programas e, sobretudo, com o desenvolvimento e a melhoria geral do povo que os elege e que restrinjam o jogo de conveni-ncias meramente pessoais a que temos assistido.

    Pesquisa realizada pelo instituto Data Popular apresentou da-dos relevantes sobre a classe D, segmento at ento marginalizado por grande parte do mercado. Composto por cerca de 57 milhes de pessoas - ou 30% da populao brasileira - so responsveis por movimentar um mercado de R$ 380 bilhes de reais - valor superior ao PIB do Chile, s como base de comparao. So fam-lias que vivem nas bordas das capitais ou em cidades de mdio e pequeno porte, concentradas nas regies Norte e principalmente Nordeste, onde se encontra quase metade deste contingente.

    Denominado como base da pirmide, este nicho tem sido estu-dado por autores como C.K. Prahalad, doutor em administrao por Harvard e um dos maiores autores sobre estratgia empresa-rial da atualidade, o qual descreve em seu livro A Riqueza na Base da Pirmide, o potencial dos mercados de baixa renda, situados em pases pobres e de grande populao. So bem interessantes os exemplos citados pelo autor sobre as empresas brasileiras: Casas Bahia, Habibs e Gol, as quais souberam identi car e adaptar seu modelo de negcios a este novo pblico.

    Apesar de conviver com uma renda per capita entre R$ 79 e R$ 352, este pblico j ultrapassou a classe B em diversos itens de consumo, tais como alimentao em casa, medicamentos, trans-porte pblico, eletroeletrnicos e eletrodomsticos. Compem ainda o ranking de produtos de higiene e beleza, mveis, bebidas e artigos de limpeza. Este movimento fez com que algumas em-presas comeassem a prestar mais ateno a estes consumidores, os quais espalhados e pulverizados pelo territrio brasileiro aju-dam a fechar as contas no nal do ms. Como j dizia o ditado espanhol: de ladrillo en ladrillo se hace um castillo.

    Para corroborar este fenmeno trago o estudo de Maslow, psicolgico americano do MIT - Massachusetts Institute of Technology, cuja teoria prope uma classificao hierrquica das necessidades em bsicas, de segurana, sociais, estima e autorrealizao. Segundo o pesquisador, as pessoas caminham por esta pirmide, galgando novos degraus medida que con-seguem satisfazer os anteriores. No obstante as crticas de diversos autores sobre sua validade, sua aplicao tem uma forte aderncia ao fenmeno de migrao social das classes C e D, ocorrida no Brasil Ps-Real.

    Enquanto a emergente classe C comemora sua primeira dcada com viagens Argentina, planos de sade, internet banda larga, cursos universitrios distncia e veculos comprados a perder de vista, reforando sua estima e autorrealizao, a nova classe D se delicia com salgadinhos, refrigerantes e iogurtes, acondi-cionados em seus reluzentes refrigeradores recm-adquiridos. Para quem at a pouco tempo no tinha o que colocar mesa, poder satisfazer suas necessidades bsicas e de segurana so conquistas relevantes.

    Para ter sucesso, muitas empresas tiveram que quebrar para-digmas, pesquisando e mergulhando no dia a dia de famlias em periferias e bairros menos favorecidos, visando entender seus hbitos e costumes. Como resultado, uma verdadeira revoluo em seu composto de marketing, virando de cabea para baixo os 4 Ps, apresentados a seguir.

    Produto: se engana quem imagina que por trs da classe D esto produtos de baixa qualidade. Com dinheiro contado cos-tumam pesquisar e comparar, uma vez que no tero a segunda chance, caso escolham mal. Aqui, o binmio custo x benefcio extremamente valorizado.

    Preo: grande parte no tem acesso a produtos bancrios, comprando atravs de carns. Por esta razo costumam ser bons pagadores, j que no querem ter seu nome sujo na praa. Para bens de consumo de pequeno valor, ter um produto acessvel que possa ser comprado com moedas perdidas no bolso ou na bolsa, pode ser um diferencial.

    Praa: esquea-se dos hipermercados localizados em aveni-das de grande circulao ou compras via web. Volte no tempo e lembre-se dos mercadinhos e armazns de bairro nos quais se compravam a granel, pagando no nal do ms. Para atingi-los toda uma complexa logstica deve ser montada, disponibilizando as mercadorias nos mais distantes rinces.

    Promoo: para este pblico, recompensas imediatas costu-mam surtir maior efeito. Brindes e promoes do tipo leve 2 e pague 1 costumam fazer sucesso, uma vez que diminuem o gasto unitrio total. Use e abuse das cores em seu material promocional, o qual muitas vezes far parte da decorao no ponto de venda.

    Em pocas de consumidores endividados em seus cartes de crdito, cheques especiais ou nanciamentos, qualquer sada para aumentar ou mesmo manter as vendas sempre bem vinda. Desta maneira, reposicione seus produtos ou servios, crie verses mais acessveis, reduza a quantidade e corte os supr uos.

    A nova e el classe D est vida por consumir e galgar outros degraus na escala das necessidades. Agrad-la poder trazer mais do que simples vendas adicionais no curto prazo, retribuindo com lealdade, a marca que um dia se importou com quem muito pouco tinha a oferecer.

    *Marcos Morita mestre em Administrao de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratgias empresariais, colunista, palestrante e consultor de negcios. H mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.

    ... de tempos em tempos apa-recem pessoas prometendo o mundo para voc. Dizem que iro resolver todos os seus proble-mas, desde segurana, educao e trabalho; e possuem as solues para tudo, alm disso so amveis e sorridentes. Mas depois ...tudo ca do mesmo jeito que era?

    ...muitos desses que esto querendo resolver todos os seus problemas eram brigados h bem pouco tempo e agora esto juntos?

    ...toda vez que voc precisa fazer uma reclamao em algum 0800 de uma operadora de tele-fone, carto de crdito ou banco, di cilmente voc ca satisfeito?

    ... o banco, qualquer que seja, toma seu dinheiro em-prestado (poupana) a um juro ridculo e quando voc quer emprestar o juro exorbitante?

    ... voc no tem controle dos minutos gastos nos seus telefonemas?

    ... voc mora no pas que cobra a maior taxa de impostos da sua populao?

    . . . o governo subsidia carro,trator, caminho, geladei-ra e muitos outros produtos,mas no faz o mesmo com os produ-tos da cesta bsica?

    ... esto investindo no ensino superior e esquecendo do ensi-no bsico?

    ... os doutores e mestres das nossas universidades ganham menos que qualquer aspone de Braslia e por isso esto sem-pre em greve? Aspone uma gria brasileira composta das letras iniciais da frase ASsessor de POrra NEnhuma. Aspone refere-se quele tipo de pessoa que faz parte do quadro de funcionrios de uma empresa ou repartio pblica, mas na verdade no tem funo al-guma, por ser completamente desnecessrio ou no trabalhar - est ali por ter apadrinhamento

    poltico ou familiar - signi can-do apenas um nus a mais na folha de pagamentos.

    ... seu direito de ir e vir foi cerceado pelos preos exorbi-tantes dos pedgios?

    ... seu lho no tem escola pblica de boa qualidade, a educao continua precria e voc tendo que desembolsar vultuosa quantia mensalmente para mant-lo numa escola particular?

    ...naquela histria do men-salo ningum foi realmente responsabilizado?

    ...o caso cachoeira est rumando para uma pizzaria?

    ...a desigualdade social mas-carada com as miserveis bolsas fornecidas pelo governo e os bene- cirios esto satisfeitos com isso?

    ...subindo alguns degraus da desigualdade social, ela novamente mascarada com as cotas nas universidades.

    ...esto gastando mais em

    reformas e construes de es-tdios de futebol para a Copa do Mundo do que se gastou nos ltimos trs anos em educao?

    ...e apesar de todas essas informaes, voc vota sem pensar e nem analisar. Vota por impulso, por obrigao mesmo, muitos votam porque o colega pediu ou o candidato parente. Outros porque lhe foi prometido emprego ou dinheiro. A falta de senso e de responsabilidade do eleitor bra-sileiro preocupante. O eleitor no cobra as promessas dos eleitos. Por isso pense e analise bem seu candidato, verifique suas propostas e observe se ele no est se candidatando s por conta do polpudo salrio que ir receber, a maioria faz isso. Tenham todos um bom final de semana e que o G:.A:.D:.U:. os ilumine . Neno Bartholomei M:. I:. - Homem Livre - [email protected]

    Neno Bartholomei*

  • Estamos discuti ndo a Lei Complementar com tcnicos dos municpios, prefeitos, vereadores e servidores da Sema, guasParan e IAP. A proposta apresentar os temas e receber sug-estes

    Eduardo Felga Gobbi

    AMUNORPIEvento tcnico em Santo Antnio da Platina pretende alinhar polticas ambientais entre estado e municpios

    TRIBUNA DO VALE Poltica A-3

    Tem que scalizar porque o som alto pode atrapalhar as crianas quando esto dormindo e tambm os idosos. um direito do candidato, mas, se exagerado no presta. Tem que ter respeito

    Encontro de lideranas chega a regio para discutir Meio Ambiente CAMPANHA

    CAMPANHA

    No Twitter, candidato s pode enviar mensagens com propaganda a seguidores

    Eleitores dizem que propostas so mais importantes que j ingles

    Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

    Da Assessoria

    A Secretaria Estadual de

    Meio Ambiente e Recursos Hdricos (Sema) e a Asso-ciao dos Municpios do Norte Pioneiro (Amunorpi) promovem na prxima tera-feira, dia 31, na Cmara de Vereadores de Santo Antnio da Platina, a partir das 9h30, o Encontro de Lideranas. O evento dirigido a ges-tores municipais, tcnicos e lideranas ligadas ao meio ambiente com o objetivo de promover o dilogo e poten-cializar as polticas pblicas de preservao ambiental junto aos municpios para-naenses.

    Durante o encontro em Santo Antnio da Platina, autoridades ambientais vo oferecer informaes essen-ciais sobre quatro temas esco-

    lhidos como prioridade pela Secretaria de Meio Ambiente: Poltica Estadual de Resduos Slidos, Poltica Estadual de Saneamento Ambiental, Programa Bioclima Paran e Lei Complementar Consti-tuio 140.

    A Lei 140 justamente o tema mais importante dos assuntos que sero aborda-dos durante o Encontro de Lideranas. De acordo com o coordenador de Recursos Hdricos da Sema, Eduardo Felga Gobbi a descentrali-zao da gesto ambiental um assunto que precisa ser discutido com os tcnicos dos municpios. Conforme Gob-bi, os municpios devero es-tar cada vez mais preparados para enfrentar a realidade de ter um papel mais relevante na gesto ambiental de seu territrio. A Sema tem um

    papel fundamental de articu-lar e preparar os municpios a estarem aptos para desem-penhar suas funes de forma satisfatria, explica.

    O coordenador detalha tambm que a Secretaria de Meio Ambiente observou que ainda h dvidas, mas tambm interesse sobre a descentralizao do licen-ciamento e gesto ambiental. Estamos discutindo a Lei Complementar com tcnicos dos municpios, prefeitos, vereadores e servidores da Sema, guasParan e IAP. A proposta apresentar os te-mas e receber sugestes, diz.

    Para o presidente da Amu-norpi e prefeito de Guapira-ma, Edu Gonalves, inicia-tivas como esta auxiliam os municpios nos processos de conhecimento e adaptao s polticas do Estado. En-

    contros como esse nos do a oportunidade de esclarecer dvidas e sugerir mudanas nas aes ligadas ao meio ambiente, avalia Gonalves.

    Os encontrosO Encontro de Lideran-

    as est sendo desenvolvido nas 18 microrregies do Paran. O evento desta tera-feira, em Santo Antnio da Platina encerra o ciclo de debates e palestras promo-vidos durante os ltimos meses. Alm da presenas de Eduardo Felga Gobbi e de Edu Gonalves, tambm participam do evento o se-cretrio de Meio Ambiente do Paran, Jonel Nazareno Iourk, o presidente do Ins-tituto Ambiental do Paran, Luiz Tarcsio Mossato Pinto e o diretor presidente do Ins-tituto guasParan, Mrcio Fernandes Nunes.

    Maurcio Reale e Luiz Guilherme Brandani

    Com a intensi f icao da campanha eleitoral, as reclamaes em relao ao volume das propagan-

    das polticas emitidas por meio dos autofalantes dos carros de som tornaram-se mais frequentes nesta se-mana, no entanto, alguns

    eleitores af irmam que a propaganda sonora inco-moda, no garante votos e facilmente esquecida. Segundo a chefe do car-tr io e le itora l de Santo Antnio da Platina, Ana Paula Navas, o candidato responsvel pela irregula-ridade pode ser multado, processado por abuso de poder e ter o carro apre-endido.

    De acordo com a le-g is lao, a propaganda p ol t i c a p o de s er fe i t a todos os dias das 8 s 22 horas, porm, proibida em distncia infer ior a 2 0 0 me t ro s d as s e d e s dos Poderes Executivo e Legislativo da Unio, dos Estados, do Distrito Fede-ral e dos Municpios, das sedes dos rgos judiciais, dos quartis e de outros estabelecimentos milita-res, dos hospitais e casas de Sade, das escolas, bi-

    bliotecas pblicas, igrejas e teatros, quando em funcio-namento. Nos locais onde a propaganda permitida o volume no pode ultrapas-

    Ivone: no sei em quem votar porque no acredito neles

    Agncia Brasil

    A regulamentao do que permitido ou proibi-do nas campanhas eleito-rais feita pela Resoluo 23.370/2011 do Tribunal Superior Eleitoral. A nor-ma permite, por exemplo, a propaganda poltica por meio da internet, desde que o candidato tenha o site re-gistrado na Justia Eleito-ral. No caso do Twitter, ele s pode enviar mensagens para os seus seguidores, ou seja, quelas pessoas que, por iniciativa prpria, op-taram por acompanhar as mensagens do candidato.

    De acordo com a legis-lao eleitoral, os candida-tos, partidos ou coligaes podem enviar mensagens e l e t r n i c a s n o c e l u l a r. Contudo, caso o ele itor comunique operadora que no des e j a re ceb er essas mensagens, os can-didatos tm at 48 horas para suspender o servio. Se isso no for feito, poder ser aplicada multa de R$ 100 por mensagem enviada indevidamente.

    A legislao prev, por exemplo, que a veiculao de propaganda eleitoral em bens particulares deve ser espontnea e gratuita, sen-do vedado qualquer tipo de pagamento em troca de es-pao para essa finalidade.

    C o mu m e m e l e i e s p ass a d as , atu a l me nte proibida na campanha elei-tor a l a c on fe c o, us o, distribuio por comit, candidato, ou com a sua autorizao, de camisetas, chaveiros , b ons , cane-tas, brindes, cestas bsicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam prop orc ionar vant agem ao eleitor, respondendo o infrator, conforme o caso, pela prtica de captao ilcita de voto e, se for o caso, pelo abuso de poder.

    No permitida propa-ganda em postes de ilumi-nao pblica e sinalizao de trfego, viadutos, pas-sarelas , pontes , paradas de nibus e outros equi-pamentos urbanos. O can-didato f lagrado descum-prindo esta norma ter 48h para remover a propaganda e pode ser receber multa que pode variar de R$ 2 mil a R$ 8 mil.

    Tambm proibida a instalao e o uso de alto-falantes ou amplificadores de som em distncia infe-rior a 200 metros de sedes dos Poderes Executivo e Legislativo da Unio, dos estados, do Distrito Fede-ral e dos municpios, das sedes dos rgos judiciais, dos quartis e de outros estabelecimentos milita-res; de hospitais e casas de sade; escolas, bibliotecas pblicas, igrejas e teatros, quando em funcionamento.

    Durante todo o perodo eleitoral proibida a re-alizao de "showmcio". A legislao permite ao candidato usar carros de

    som, trios eltricos, desde que no haja a realizao de shows com a participa-o de artistas. Tambm proibido usar smbolos semelhantes aos governa-mentais, divulgar mentiras sobre candidatos ou par-t idos para inf luenciar o eleitor. Ofender outra pes-soa durante a propaganda eleitoral, exceto se for aps provocao ou em resposta ofensa imediatamente anterior.

    Agresso fsica, alterar ou danificar propaganda de outros candidatos, ofe-recer prmios ou realizar s or te ios e a d ivu lgao de propaganda ele itora l em outdoors tambm so proibidos . A l eg i s l a o permite o uso de cavaletes e bonecos para divulgao, a chamada propaganda m-vel. Neste caso, o candidato dever respeitar o horrio das 6h s 22h para realiza-o da propaganda.

    Nos trs meses que an-tecedem as eleies, a le-gislao eleitoral veda o repasse dinheiro da Unio para os estados e munic-pios, ou dinheiro dos es-tados para os municpios, exceto se for para cumprir compromissos financeiros j agendados ou situaes emergenciais.

    vedado tambm fazer publicidade de servios e rgos pblicos que no tenham concorrncia no mercado, exceto em caso de grave necessidade pblica, com autorizao da Justia Eleitoral, fazer pronuncia-mento em cadeia de rdio e televiso fora do horrio eleitoral gratuito, salvo em situaes de emergncia ou especficas de governo, com autorizao da Justia Eleitoral.

    Tambm proibido a contratao de shows em i n au g u r a e s d e o b r a s c o m v e r b a p b l i c a e a participao de candidatos em inauguraes de obras pblicas, no caso daque-les que disputam o poder Executivo.

    Dia da Eleio - No dia 7 de outubro, proibido o uso de a lto-fa lantes e amplificadores de som, a realizao de comcio ou carreata, a distribuio de mater ia l de propaganda poltica, como panfletos, fora da sede do partido ou comit poltico, a chamada boca de urna, a utilizao, pelos funcionrios da Jus-tia Eleitoral, mesrios ou escrutinadores, de qual-quer elemento de propa-ganda eleitoral, tais como bons, camisetas e broches.

    Na cabine de votao vedado ao eleitor levar o aparelho celular, mquinas fotogrficas, f i lmadoras, equipamento de radioco-municao ou qua lquer i ns t r u m e nto qu e p o ss a comprometer o sigilo do voto. Esses aparelhos de-vem ficar retidos na Mesa Receptora enquanto o elei-tor estiver votando

    sar os 70 decibis.A populao espera que

    a f i sca l izao funcione. Tem que fiscalizar porque o som alto pode atrapalhar as crianas quando esto dor mindo e t amb m os idosos. um direito do candidato, mas, se exagera-do no presta. Tem que ter respeito, diz Hlio Brus-tolin 67 anos, morador do bairro Jardim Santa Cruz. Ele tambm argumenta que o santinho mais ef icaz que a propaganda sonora porque o leitor pode guar-d-lo, enquanto os jingles so facilmente esquecidos.

    Para a moradora da Vila Ribeiro, Ivone Pereira Fer-reira, 64, o barulho dos carros de som to alto que faz at tremer objetos dentro da casa. Cada um sabe para quem vai votar. Eles (candidatos) no so

    conhecidos? Ento para que um carro de som para chamar a ateno, argu-menta. Para Ivone a melhor maneira de garantir o voto por meio do convenci-mento Eu no sei em quem votar porque no acredito neles (candidatos), alerta.

    Mas tambm h quem no se incomode com a p o l u i o s o n o r a . N o i nc omo d a . E l e s p a ss am vrias vezes, mas o tra-balho deles, um direito deles, diz Vanilde Maria Chagas moradora do bair-ro Aparecidinho 1. Para Wilson da Silva Bruno, 52, por enquanto o barulho dos carros no incomo-da, mas espera que haja fiscalizao e diz que no a propaganda que vai convenc-lo a votar naque-le candidato. a proposta que interessa, salienta.Vanilde: no incomoda. um direito deles

  • TRIBUNA DO VALEA-4 Sade

    DIA MUNDIALAlm do exame, tratamento e ateno psicolgica auxiliam na cura da doena atravs de programas desenvolvidos pela 19 Regional de Sade de Jacarezinho

    O paciente nos procura, damos todas as instrues da doena e em seguida ele encaminhado ao posto de sade central, onde feito o exame

    Jacarezinho promove testes rpidos para detectar hepatite

    Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

    Aline Damsio

    Comemorado hoje, 28 de julho, o Dia Mundial de Luta contra Hepatites Virais. Em Jacarezinho, a 19 Regional de Sade apre-sentou uma novidade no diagnstico da doena: o teste rpido oferecido gra-tuitamente na rede pblica de sade. Pacientes dos 22 municpios atendidos pela Regional recebem na cida-de toda ateno necessria, desde a preveno at o tratamento da doena.

    Nos ltimos trs anos, a regio teve 52 casos con-firmados de hepatites A, B e C. Neste ano, sete cofir-maes da doena foram diagnosticadas pela 19 RS, sendo duas em Ibaiti, duas em Jacarezinho e uma em Jundia do Sul, Siqueira Campos e Wenceslau Braz.

    De acordo com a co-ordenadora reg iona l do Pro g r am a d e He p at i t e s Virais, na Seo de Epide-miologia da 19 RS, Rosa Vita, todos os municpios d a re g i o e s t o t re i na -dos para diagnosticar ca-sos suspeitos de hepatites virais e coletar material p ar a p e s qu i s a , qu e s o enviados para Laboratrio Central do Estado (Lacen). A Secretar ia Municipal de Sade de Jacarezinho

    a primeira a oferecer o aconselhamento e o teste rpido para pesquisa de hepatite B e C para a popu-lao em geral. Os exames so encaminhados atravs do Setor de Epidemiologia ao Laboratrio Municipal. Esse ano tambm foi cria-do na cidade o Servio de Tratamento Assistido, que oferece atendimento in-

    tegral e administrao de medicamento a todos os pacientes, afirma.

    O exame rpido ofer-tado em Jacarezinho tem resultado em aproximada-mente uma hora. De acordo com o diretor do Departa-mento de Epidemiologia Eduardo Quirino, o aten-

    rus causadores da Hepatite A, Hepatite B e Hepatite C. Cada um desses vrus tem uma forma de transmisso distinta, mas causam sin-tomas muito semelhantes entre eles, e seu diagns-tico exato s detectado atravs de exames.

    O Vrus A eliminado nas fezes das pessoas in-fectadas, contaminado as mos e com disseminao pelo contato, alm de poder ser transmitido por meio da ingesto de gua con-taminada pelas fezes. J o Vrus B transmitido pelo sangue de pessoas conta-minadas, comumente no uso de material contamina-do com sangue infectado, como o compartilhamento de seringas; tambm pode ser transmitido atravs da relao sexual, principal for ma de d i ss emina o da doena. O Vrus C tem transmisso semelhante ao Vrus B, com a diferena da contaminao acontecer tambm pelo uso materiais ou seringa contaminada com s angue de p ess o as infectadas.

    Os principais sintomas so: febre, cansao, enjoo, perda de apetite, olhos e pele amarelados (s inais conhecidos como icter-cia), urina escura e fezes acinzentadas.

    dimento inicial feito no prprio departamento com uma consulta, chamada de pr-aconselhamento. O paciente nos procura, da-mos todas as instrues da doena e em seguida ele encaminhado ao posto de sade central, onde feito o exame. O resultado nos enviado e se for positivo j damos toda a assistncia que ele precisa, explica.

    Segundo Rosa, o exame semelhante ao teste rpi-do da Aids, com diferena que se o resultado for po-sitivo, o paciente encami-nhado para outros exames

    sorolgicos. O teste rpido chamado de predit ivo, o que significa que o re-sultado negativo indica a inexistncia da doena, j o positivo precisa ser en-caminhado para confirma-o, que feita para diag-nosticar casos suspeitos de hepatites virais e coletar material para pesquisa de marcadores virais que so realizados pelo Consrcio Intermunicipal de Sade (CISNORPI) e pelo Lacen, detalha a coordenadora.

    AesO Departamento Mu-

    nicipal de Epidemiologia

    de Jacarezinho inicia na prxima semana uma cam-panha de conscientizao e preveno alusivo

    ao Dia Mundial de Luta contra Hepat ites Virais . As aes tm incio nesta quarta-feira, a partir das 14h, na feira livre, prximo a Agncia dos Correios. No local, funcionrios da sade faro panfletagem, divulgaro vdeos e faro consultas e orientaes de preveno a doena.

    A doenaA hepatite a inflama-

    o do fgado, causada por vrios agentes como os v-

    Teste rpido de hepatite ofertado em Jacarezinho tem resultado em at uma hora

    Antnio de Picolli

    Indicadores Econmicos: elaborao daagncia Dossi:Dinheiro. Fone: (41) 3205-5378

    ndices em % fev mar abr mai jun jul ano 12m INPC (IBGE) 0,39 0,18 0,64 0,55 0,26 - 2,56 4,90IPCA (IBGE) 0,45 0,21 0,64 0,36 0,08 - 2,32 4,92IPCA-15 (IBGE) 0,53 0,25 0,43 0,51 0,18 0,33 2,91 5,24IPC (FIPE) -0,07 0,15 0,47 0,35 0,23 - 1,79 4,41IPC (IPARDES) 0,06 0,58 0,84 0,50 0,07 - 2,63 4,83IGP-M (FGV) -0,06 0,43 0,85 1,02 0,66 - 3,19 5,14IGP-DI (FGV) 0,07 0,56 1,02 0,91 0,69 - 3,59 5,66IPA-DI (FGV) -0,03 0,55 1,25 0,91 0,89 - 3,62 5,54IPC-DI (FGV) 0,24 0,60 0,52 0,52 0,11 - 2,83 5,37INCC-DI (FGV) 0,30 0,51 0,75 1,88 0,73 - 5,16 7,04

    mai jun julBTN + TR 1,568887 1,569621 1,569621TJLP (%) 6,00 6,00 5,50Sal. mnimo 622,00 622,00 622,00FGTS (%) 0,2693 0,2935 0,2466TAXA SELIC ANUAL: 8,00%

    FacultativoContribui com 20% sobre qualquer valorentre R$ 622,00 (R$ 124,40) e R$ 3.916,20(R$ 783,24), atravs de carn.

    AssalariadosSalrios at 1.174,86 8,00%De 1.174,87 at 1.958,10 9,00%De 1.958,11 at 3.916,20 11,00%

    Empregados domsticosAlquota % R$ mn R$ mx

    Empregado 8 a 11 49,76 430,78Empregador 12 74,64 469,94Total 20 a 23 124,40 900,72

    BASE (R$) Alquota Parc. a% deduzir

    At 1.637,11 - -De 1.637,12 at 2.453,50 7,5 122,78De 2.453,51 at 3.271,38 15 306,80De 3.271,39 at 4.087,65 22,5 552,15Acima de 4.087,65 27,5 756,53

    Dedues: a) Assalariados: 1-R$ 164,56 pordependente; 2 - penso alimentcia; 3 - con-tribuio Prev. Social; 4 - R$ 1.637,11 poraposentado a partir de 65 anos; 5 - contribui-es previdncia privada e aos Fapi pagaspelo contribuinte; b) Carne Leo: itens de 1 a 3mais as despesas escrituradas no livro-caixa.

    Perodo POUP POUP TRANTIGA NOVA

    24/6 a 24/7 0,5000 0,4828 0,000025/6 a 25/7 0,5226 0,5054 0,022526/6 a 26/7 0,5161 0,4989 0,016027/6 a 27/7 0,5000 0,4828 0,000028/6 a 28/7 0,5000 0,4828 0,000029/6 a 29/7 - - 0,000030/6 a 30/7 - - 0,00001/7 a 31/7 - - 0,00001/7 a 1/8 0,5145 0,4973 0,01442/7 a 2/8 0,5488 0,5316 0,04863/7 a 3/8 0,5049 0,4877 0,00494/7 a 4/8 0,5562 0,5390 0,05595/7 a 5/8 0,5000 0,4828 0,00006/7 a 6/8 0,5000 0,4828 0,00007/7 a 7/8 0,5000 0,4828 0,00008/7 a 8/8 0,5034 0,4862 0,00349/7 a 9/8 0,5172 0,5000 0,017110/7 a 10/8 0,5213 0,5041 0,021211/7 a 11/8 0,5144 0,4972 0,014312/7 a 12/8 0,5000 0,4551 0,000013/7 a 13/8 0,5000 0,4551 0,000014/7 a 14/8 0,5000 0,4551 0,000015/7 a 15/8 0,5000 0,4551 0,000016/7 a 16/8 0,5177 0,4728 0,017617/7 a 17/8 0,5016 0,4567 0,001618/7 a 18/8 0,5009 0,4560 0,000919/7 a 19/8 0,5000 0,4551 0,000020/7 a 20/8 0,5000 0,4551 0,000021/7 a 21/8 0,5000 0,4551 0,000022/7 a 22/8 0,5000 0,4551 0,000023/7 a 23/8 0,5216 0,4767 0,021524/7 a 24/8 0,5182 0,4733 0,0181

    TR MS % ano 12 mJunho/12 0,00 0,26 0,92Julho/12 0,01 0,28 0,81

    Fonte: Sinduscon/PR e Sinduscons regionaisR$/m2 MAI JUN %m%ano %12mParan 1.005,53 1.008,78 0,32 1,33 8,81Norte 981,10 984,42 0,34 1,30 7,79Noroeste 992,15 993,36 0,12 2,00 8,46Oeste 1.004,73 1.006,58 0,18 0,91 4,23

    SOJA - saca 60kgPRAA R$ SEM 30 d.Paranagu 84,50 -0,6% 15,8%Ponta Grossa 82,00 -1,2% 17,1%Maring 82,00 1,2% 20,6%Cascavel 82,00 1,2% 20,6%Sudoeste 82,00 1,2% 19,7%Guarapuava 82,00 1,2% 18,8%

    MILHO - saca 60kgParanagu 35,00 2,9% 32,1%Sudoeste 29,50 1,7% 28,3%Cascavel 29,50 3,5% 31,1%Maring 31,00 10,7% 29,2%Ponta Grossa 31,00 6,9% 29,2%Guarapuava 30,00 3,4% 27,7%

    TRIGO - saca 60kgPRAA R$ SEM 30 d.Curitiba 34,70 5,2% 10,2%Ponta Grossa 34,20 5,2% 10,3%Maring 34,20 5,2% 10,3%Cascavel 34,00 4,6% 9,7%

    SALRIO FAMLIA - ABRIL/2012Salrio de at R$ 608,80 R$ 31,22Salrio de R$ 608,81 a 915,05 R$ 22,00

    Vencimento: empresas 20/08 e pessoas fsicas 15/08. Aps multas de 4% a 100% e juros (Selic)

    Empresrio/empregadorContribui com 11% sobre o pr-labore, entreR$ 622,00 (R$ 68,42) e R$ 3.916,20 (R$ 430,78),atravs de GPS.

    Autnomo1) Quem s recebe de pessoas fsicas: recolhepor carn 20% sobre os limites de R$ 622,00 (R$124,40) a R$ 3.916,20 (R$ 783,24). 2) Quem s recebe de pessoas jurdicas: aempresa recolhe 11% sobre o mximo de R$3.916,20 (R$ 430,78) e desconta do autnomo. 3) Quem recebe de jurdicas e fsicas: tm des-conto de 11% sobre jurdicas, at R$ 3.916,20 (R$430,78). Se no atingir este teto, recolhe 20%, viacarn, sobre a diferena at R$ 3.916,20.4) Aut. especial: sobre R$ 622,00, recolhe 5%(donas de casa, Lei 12.470/2011) ou 11% (demaisespeciais), mas a aposentadoria por idade.

    SOJA - US$cents por bushel (27,216 kg)Cont. FECH. *DIF. 1 SEM. 1 MSago/12 1.684,25 28,50 -4,2% 14,5%set/12 1.627,75 31,25 -5,0% 11,8%

    MILHO - US$cents por bushel (25,4 kg)Cont. FECH. *DIF. 1 SEM. 1 MSset/12 798,50 17,25 -3,2% 22,9%dez/12 793,25 17,00 -0,3% 26,4%

    FARELO - US$ por tonelada curta (907,2kg)ago/12 527,70 8,90 -2,8% 23,3%set/12 502,10 9,10 -5,0% 18,5%

    TRIGO - US$cents por bushel (25,4 kg)set/12 898,00 14,00 -4,8% 22,7%dez/12 911,25 14,00 -3,9% 21,3%

    Aes % R$Petrobrs PN +4,73 20,17 Vale PNA +3,98 36,80 Bradesco PN +5,57 31,30 Brasil ON +5,05 21,63 OGX Petrleo ON +12,75 5,75 Usiminas PNA +11,06 6,63 Gafisa ON +10,30 2,57 JBS ON +9,25 5,55

    INDICE BOVESPA Alta: 4,72% 56.553 pontos

    Volume negociado: R$ 9,12 bilhes

    *Diferena sobre dia anterior. 1,00 ponto = US$ 0,01 na soja, milho e trigo e US$ 1,00 no farelo

    BOLSAS NO MUNDO %Dow Jones 13.075,66 +1,46Londres 5.627,21 +0,97Frankfurt 6.689,40 +1,62Tquio 8.566,64 +1,46

    IR 2012 - A quarta parcela do IR 2012 venceem 31/07, com incidncia de juros Selic de2,38%.

    MS TAXA SELICAbr/12 0,71%Mai/12 0,74%

    MS TAXA SELICJun/12 0,64%*Jul/12 1,00%

    *No ms corrente a Selic sempre 1,00%

    CMBIO 27/07/12

    Indicadores Econmicos Mercado AgropecurioBOVESPA 27/07/12

    IR JULHO

    POUPANA, TR

    NDICES DE INFLAO

    LOTES - ATACADO 27/07/12

    Soja, milho e trigo: fonte Dossi:Dinheiro; Cepea/Esalq: mais informaes em www.cepea.esalq.usp.br

    PREVIDNCIA COMPETNCIA JULHO

    SELIC/IR

    REAJUSTE ALUGUIS

    SAL. MNIMO - PARAN

    OUTROS INDICADORESndice mai jun julINPC (IBGE) 1,0488 1,0486 1,0490IPCA (IBGE) 1,0510 1,0499 1,0492IGP-M (FGV) 1,0365 1,0426 1,0514IGP-DI (FGV) 1,0386 1,0480 1,0566* Correo anual. Multiplique valor pelo fator acima

    CUB PARAN

    POUP. ANT. MS % ano 12 mJunho/12 0,50 3,31 7,14Julho/12 0,51 3,84 7,03

    NOVA POUP. MS jun julndice 0,4828 0,4973

    Produto unidade mdia var. var. var. C.Proc. Jacar.PR - R$ diria 7 dias 30 dias R$ R$

    SOJA saca 60 kg 71,09 1,2% 1,7% 15,4% 69,30 68,00 MILHO saca 60 kg 26,45 2,4% 3,4% 30,0% 25,50 25,00 TRIGO saca 60 kg 28,83 2,5% 3,3% 8,8% 28,50 27,00 FEIJO CAR. saca 60 kg 103,17 7,0% -1,1% -30,2% - - BOI GORDO arroba, em p 90,43 -0,6% -0,9% -0,8% 91,00 90,00 SUNO kg, vivo 2,14 -0,9% 7,5% 16,9% 1,95 2,30 FRANGO kg, vivo 1,81 0,0% 1,1% 3,4% - 2,07 CAF BEN. beb. dura, 60kg 387,69 -0,1% 0,9% 14,8% 385,00 390,00 CAF kg, em coco 6,18 -0,2% 0,7% 13,8% 6,35 6,00

    PREO AO PRODUTOR 27/07/12

    MERCADO FUTURO

    INDICADORES CEPEA/ESALQPRODUTO R$ DIA MSBezerro (1) 698,51 0,00% -2,22%Boi gordo (2) 89,90 0,11% -3,01%Caf (3) 402,65 -0,39% 5,20%Algodo (4) 156,48 -0,21% 1,16%1- sc 50Kg, com impostos, posto usina SP; 2 -mdia vistada arroba no Estado de SP; 3 - valor vista saca 60kg postoSP Capital, arbica, bica corrida, tipo 6; 4 - em pluma,cent/R$ por libra-peso (453 gr), posto SP Capital.

    BOLSA DE CHICAGO (CBOT) 27/07/12

    BOLSA DE NOVA YORK (NYBOT) 27/07/12CAF - US$cents/libra peso (0,453 kg)Cont. FECH. *DIF. 1 SEM. 1 MSset/12 173,70 -0,35 -7,1% 5,4%dez/12 176,65 -0,25 -6,8% 5,1%

    ALGODO - US$cents/libra peso (0,453 kg)Cont. FECH. *DIF. 1 SEM. 1 MSdez/12 71,45 0,06 -2,0% 5,1%mar/13 72,15 -0,02 -1,8% 4,2%

    BOLSA DE MERCADORIAS DE SO PAULO (BM&F) 27/07/12

    *Diferena s/ dia anterior. 1,00 ponto = US$ 0,01 no caf e algodo.

    C-cotao de fechamento (ajuste dirio); VP-variao diria (1 ponto = US$ 1,00 ou R$1,00); CN - contratos negociados no dia; CA-contratos em aberto.

    54.194 53.033 52.638 52.607 54.002 56.553

    SOJA FINANCEIRO - US$ saca 60 kgCont. C VP CN CAset/12 39,80 0,63 173 1.102 mai/13 29,91 0,41 23 1.256

    MILHO - R$/saca 60 kgCont. C VP CN CAset/12 33,92 -0,02 2.549 8.658 nov/12 34,36 0,36 741 5.924

    BOI GORDO - R$/arrobajul/12 90,00 0,00 137 3.064 out/12 98,08 0,73 3.075 15.312

    CAF - US$/saca 60 kg (arbica)set/12 223,10 0,25 745 4.790 dez/12 226,50 1,30 205 6.888

    20/07 23/07 24/07 25/07 26/07 27/07

    Fonte: Sima/Deral/Seab. Os preos nas praas referem-se aos valores mais comuns apuradosOURO - BM&F var. dia27/07 R$ 105,10 /grama +0,57%

    DLAR COMERCIALAlta: 0,05% Var. julho: +0,65%

    Compra R$ 2,021Venda R$ 2,023

    DLAR PTAX (Banco Central)Baixa: 0,40% Var. julho: -0,20%

    Compra R$ 2,0167Venda R$ 2,0173

    DLAR PARALELOEstvel Var. julho: +0,46%

    Compra R$ 1,97Venda R$ 2,17

    DLAR TURISMOBaixa: 0,47% Var. julho: +0,23%

    Compra R$ 2,005Venda R$ 2,135

    EUROAlta: 0,29% Var. julho: -2,56%

    Compra R$ 2,4941Venda R$ 2,4950

    EURO TURISMOAlta: 0,38% Var. julho: -2,60%

    Compra R$ 2,43Venda R$ 2,62

    OUTRAS MOEDAS X REALIene R$ 0,0257Libra esterlina R$ 3,17Peso argentino R$ 0,44

    US$ 1 IGUAL A:Iene 78,56Libra esterlina 0,6358Euro 0,8085

    Grupo 1 R$ 783,20 Trab.s na agricultura.

    Grupo 2 R$ 811,80 Servios administrati-vos, domsticos e ge-rais, vendedores e trab.de reparao.

    Grupo 3 R$ 842,60 Trab. produo de bense servios industriais

    Grupo 4 R$ 904,20 Tcnicos nvel mdio.

    * Valores vlidos demaio/2012 a abril/2013

    Poupana antiga: depsitos at 03/05/12Nova poupana: dep. a partir de 04/05/12

  • TRIBUNA DO VALE Cidades A-5

    MULHERES RIBEIRO CLARO

    INTEGRAOIII CEPIAL reuniu professores e palestrantes de vrios pases da Amrica latina, em Curitiba

    Professoras platinenses participam de evento internacional da Cultura

    Rotam apreende mais drogas em Jacarezinho

    Polcia Ambiental encontra pssaros em cativeiro

    Tenente Alesandro Luis Wolski comandou a ao em Ribeiro Claro

    Policiais ambientais encontraram 10 psssaros mantidos ilegalmente na zona rural

    Antnio de Picolli

    Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

    Gladys Santoro

    As professoras Hilcia Oli-veira do Prado, Maria das Graas Ferreira dos Campos, Maria Jos Nunes e Valdenice Pereira Nascimento repre-sentaram Santo Antnio da Platina no III Congresso de Cultura e Educao para In-tegrao da Amrica latina, ocorrido nas dependncias da Universidade Federal do Para-n UFPR- em Curitiba, no perodo de 15 a 20 deste ms.

    O encontro foi uma verso atualizada de dois eventos

    anteriores realizados por um conjunto de Universidades Pblicas Estaduais Paranaen-ses e coordenados pela Casa Latina Americana.

    Segundo as professoras, o Congresso debateu problemas apresentados e vividos atual-mente pelas sociedades latinas americanas. A programao acadmica contou com mesas redondas, grupos de traba-lhos, cursos livres, reunies dos eixos temticos, encon-tros setoriais e lanamentos de livros. Entre os temas, constavam assuntos como in-

    tegrao latino-americana, in-tegrao fronteiria, economia solidria, educao superior e incluso social, sociedade e cultura de fronteira, soberania alimentar, economia solidria, sustentabilidade entre outros.

    As professoras platinenses ainda integraram as mesas re-dondas que debateram Educa-o Superior e Incluso Social: experincias e Percepes; Po-ltica, cidadania e democracia na Amrica Latina; Negritude, cidadania, educao e cultura na Amrica Latina; Cidades: qualidade, condies e situa-es de vida.

    J os encontros setoriais temticos discutiram a Ju-ventude em Movimento na Amrica latina, Cultura da violncia e Direitos Humanos, Plano Nacional de Educao e outros correlatos.

    Ao todo, foram oferecidos 41 cursos livres, entre eles Metodologias do Ensino de Sociologia na rea de Gnero, Sexualidade e Sade; Ensino de Sociologia na rea do Meio Ambiente e Sociedade, Sexua-lidade nas escolas, Educao do Campo no Paran, Jogos coo-perativos, Viver indgena etc.

    Abertura- A abertura do III

    Cepial contou com uma ampla programao cultural, com nfase nos eventos tradicionais dos pases participantes. O Carnaval, uma manifestao praticamente comum nos pases latinos, foi uma das atraes que mais chamou a ateno dos congressistas, que puderam ver como ele come-morado em outras naes.

    O Ballet Folklorico Boli-viano, com seu estilo colorido, abriu a programao cultural, que ainda ofereceu exposies de artes plsticas, fotogrficas, mostra de cinema e literatura latino americana.

    Ballet da Bolvia abriu a parte cultural do Congresso de integrao da Amrica Latina

    Maria das Graas, Maria Jos, Vadenice e Hilcia durante congresso em Curitiba

    Da Assessoria

    Policiais Militares da RO-TAM apreenderam uma ado-lescente (17 anos) e pren-deram mais trs mulheres acusadas do crime de trfico de drogas, na noite de tera-feira (24), em uma residncia na Rua Almirante Tamandar, Vila Setti, Jacarezinho-PR.

    Os PMs tinham informa-es que a adolescente e sua cunhada comercializavam entorpecentes na casa onde moram. A equipe ROTAM estava em patrulhamento pelo local e visualizou duas pessoas saindo da residncia, provavelmente usurios de drogas, que fugiram ao per-ceber a presena da viatura

    policial. Diante das evidn-cias, os PMs abordaram a casa e encontraram, dentro de uma estante, uma sacola plstica amarela contendo 43 pedras de crack e demais ma-

    teriais para embalar drogas. A menor e as trs mulheres que estavam na casa foram encaminhadas Delegacia de Polcia de Jacarezinho para demais providncias.

    Na casa foram encontradas 43 pedras de crack e embalagens

    Da Assessoria

    A Polcia Militar Ambiental de Jaca-rezinho realizou mais uma apreenso de pssaros silvestres mantidos em cativeiro. A apreenso aconteceu em uma residncia na zona rural do municpio de Ribeiro Claro. No total eram 10 pssaros mantidos

    ilegalmente. O infrator foi encaminhado at o destacamento de Polcia Militar de Ribeiro Claro, onde foram tomadas todas as medidas legais cabveis. Segundo a Polcia Ambiental, responsvel pelas aves pode ser punido com pena de 6 meses a 2 anos de deteno e multa de R$ 500,00 por pssaro ilegal.

    DESCASO: At rvores j nasceram dentro das seis casas inacabadas do Jardim Monte das Oliveiras. H anos a construo das moradias foi abandonada e as runas,

    localizadas na rua Wilson Joo Koplick, agora servem de depsito de entulhos, lixo, alm de abrigo de marginais, apavo-rando a vizinhana.

  • TRIBUNA DO VALEA-6 Cotidiano

    SEGURANA O anncio foi feito na quinta-feira durante a instalao de mais duas Unidades Paran Seguro (UPS) na Cidade Industrial de Curitiba (CIC)

    S. A. PLATINA

    N OTAS & BORicha anuncia concurso para contratao de seis mil PMs

    SAMU demora e mulher socorrida em carro particular

    Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

    MandadosPoliciais militares e do

    Servio de Inteligncia cum-priram na quinta-feira trs mandados de priso expe-didos pelo juiz de Direito de Cambar, Renato Garcia. Segundo o boletim de ocor-rncia da Polcia Militar, Fbio Carvalho Pereira, Ri-cardo Tiago de Melo e Roseli Aparecida de Moura foram detidos por vrios delitos.

    Sem vergonhaUm casal com nenhuma

    vergonha foi advertido pela Polcia Militar enquanto praticavam relao sexual dentro de um VW Gol de Jacarezinho, na travessa Afonso Shimidth, prximo ao mercado Avenida no centro de Santo Antnio da Platina s 19 horas de quinta-feira. Os moradores acionaram a policia depois de estarem se sentindo per-turbados pelo ato.

    CimesUm desentendimento

    devido a cimes deixou uma jovem com arranhes em um dos braos na noite de quarta-feira, s 23 horas em Guapirama. A jovem alegou que estava em frente a casa de sua av conversando com amigos, quando uma ex-namorada de um dos amigos chegou e a agrediu. A mulher no quis represen-tar criminalmente contra a agressora.

    ExibicionismoUm homem de 57 anos

    foi preso pela Polcia Militar s 19 horas de quinta-feira na avenida Paran em Jo-aquim Tvora depois que sua vizinha reclamou que ele teria por duas vezes se exibido nu para ela. A vti-ma contou que seu cunhado foi o primeiro a perceber o ato, em seguida o acusado teria repetido a cena. Todos foram encaminhados para a delegacia para esclareci-mentos.

    BrigaDois homens aparente-

    mente embriagados foram detidos pela PM s 17h50 de quinta-feira na praa cen-tral de Ribeiro do Pinhal aps comearem uma briga, onde uma das partes estava armada com um pedao de madeira. Os militares deti-veram a dupla que foi enca-minhada para a delegacia da cidade para esclarecimentos. Um dos homens estava com escoriaes em um dos bra-os. Os dois confessaram que se agrediram depois de uma discusso.

    CovardiaUm homem foi detido

    pela PM s 23h17 de quinta-feira n cidade de Ribeiro do Pinhal, aps ser acusado por sua companheira, de agresso. Ela havia conse-guido abrigo para fugir do suposto agressor na casa de outra mulher, que alegou ter sido ameaada pelo acusado. No local, a polcia ouviu da vtima que disse ter levado socos e chutes no rosto, bar-riga, braos e pernas. Aps diligncias, o acusado foi localizado e encaminhado para a delegacia da cidade para esclarecimentos. A mulher disse que convivia com o homem h trs anos. Ela foi levada para o hospital da cidade com hematomas pelo corpo e disse estar de-cidida a representar contra o agressor.

    Da Agncia Estadual

    O governador Beto Richa afirmou na quinta-feira, 27, que at o final deste ano o governo estadual deve-r lanar concurso pbli-co para a contratao de 6.000 policiais militares. O anncio foi feito durante a instalao de mais duas Unidades Paran Seguro (UPS) na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), no con-junto Caiu e na Vila Nossa Senhora da Luz.

    Richa afirmou que o go-verno est fazendo um gran-de esforo para recompor os efetivos das foras policiais e modernizar todo o siste-ma de segurana pblica. Herdamos uma completa situao de desmantelo e com o programa Paran Seguro colocamos em pr-tica um plano de aes de reestruturao da segurana pblica, disse.

    De acordo com o gover-nador, o reforo do policia-mento na CIC prioritrio porque a regio uma das mais violentas do Estado e tem grande densidade popu-lacional. O bairro conta com 170 mil habitantes e ter quatro UPS e um Batalho de Polcia Militar. Cerca de 200 policiais civis e mi-litares trabalharo de forma integrada e permanente na CIC, que o maior bairro do Paran, disse Richa.

    Das quatro UPS previs-tas, a primeira foi instalada na semana passada na Vila Sabar. Nos prximos dias

    ser implantada a base da Vila Verde. Outras duas unidades esto em funciona-mento na cidade, nos bairros Uberaba e Parolin. A ins-talao das UPS reduziu os ndices de criminalidade nos bairros o que comprova a eficincia da ao integrada entre as polcias do Paran, a comunidade e o municpio, afirmou.

    Richa destacou que as experincias com as UPS mostram queda acentuada no nmero de crimes nas regies que passam a ter policiamento comunitrio. O governador reaf irmou que outras quatro unidades sero instaladas em Curitiba at o final do ano. A partir do ano que vem esta ao vai atender aos municpios do interior do Estado, explicou

    Richa.Paran Seguro O governador lembrou

    que j foram adotadas me-didas prticas e efetivas para reestruturao do sistema de segurana pblica. Ele citou como exemplo mais recente a abertura do Batalho de Fronteira da Polcia Militar, em Marechal Cndido Ron-don, que ter 500 policiais para atender municpios da regio Oeste.

    O programa Paran Se-guro prev a contratao de 10,2 mil policiais, compra de 3,2 mil viaturas com tecno-logia embarcada, implanta-o de 400 mdulos mveis e construo de 95 delegacias. Alm da modernizao das estruturas dos demais rgos vinculados Secretaria da Segurana Pblica.

    So aes concretas ba-seadas em planejamento e uti l izao coerente do recurso pblico. O Gover-no do Paran passa a dar exemplo aos outros Estados na rea de segurana pbli-ca, afirmou o secretrio da Segurana Pblica, Reinaldo de Almeida Csar.

    PoliciamentoAs unidades Paran Se-

    guro de Curitiba so coorde-nadas pelo subcomandante-geral da Polcia Militar do Paran, coronel Csar Al-berto Souza. Segundo ele, h um trabalho muito grande da corporao para capacitar os policiais para esta ao e aproximao com as comu-nidades atendidas.

    O delegado-geral da Pol-cia Civil do Paran, Marcus Vincius da Costa Miche-

    lotto, disse que na prepa-rao para a ocupao da CIC foram cumpridos 63 mandados de busca e a identificao de 55 pessoas acusadas de homicdio. A ao resultou na priso de 37 pessoas acusadas dos crimes de trfico de drogas e homicdios, afirmou.

    Michelotto tambm res-saltou a participao de di-versas unidades da polcia no projeto das USP, entre eles o Ncleo de Proteo Criana e ao Adolescente Vtimas de Crimes (Nu-cria); o Servio de Investi-gaes de Crianas Desa-parecidas (Sicride); Dele-gacia de Proteo ao Meio Ambiente (DPMA); Ncleo de Represso aos Crimes contra a Sade (Nucrisa) e o Instituto de Identificao do Paran.

    Estiveram nas cerim-nias de instalao, o secre-trio de Estado da Cultura, Paulino Viapiana; o coman-dante-geral da Polcia Mili-tar, coronel Roberson Luiz Bondaruk; os deputados estaduais Mauro Moraes e Rasca Rodrigues.

    Tambm compareceram ao evento os secretrios municipais Hamilton Klein (Anti-drogas), Nazir Ab-dala Chain (Defesa Social); a presidente da Fundao Cultural de Curitiba, Rober-ta Storelli; o administrador regional CIC, Jos Dirceu de Mattos; o presidente da Unio das Associaes de Moradores do CIC, Iranei Fernandes.

    O governador Beto Richa vai contratar seis mil policiais militares

    AEN

    Jivago Frana

    Novamente, o Servio de Atendimento Mvel de Urgn-cia (SAMU) de Santo Antnio da Platina, demorou para fazer o atendimento a uma paciente que passou mal na UBS da Vila Ribeiro, na manh de ontem. Ela precisou ser levada para o Pronto Socorro com um veculo particular. Segundo a enfermeira responsvel do planto de ontem da unidade de sade do bairro, Nata-lia Morena, a paciente Derli Ferreira de Lima, moradora do Jardim So Joo, estava aguardando agendamento de consulta quando passou mal, por volta das 7h15. Havia mais ou menos umas 70 pes-soas para agendamento. A se-nhora passou mal depois que foi aferida a presso (10/6). Foi orientada para no entrar no tumulto, mas mesmo assim ela ficou prxima a aglomerao de pessoas, disse.

    A enfermeira contou que Derli estava com a presso baixa e ligou para o SAMU para que a mulher fosse le-vada ao Pronto Socorro. Ela garante que todo o proce-dimento que precisaria ser realizado foi feito. Fizemos todo o procedimento, mas ela precisava ser levada para o Pronto Socorro. Liguei para o SAMU e a mdica que me atendeu queria saber qual a frequncia cardaca e respi-ratria da paciente. Ela ainda disse que a ambulncia da

    cidade estava em uma ocor-rncia de parto e assim que terminasse iria para o local, explicou Natalia.

    A auxiliar de enfermagem da UBS, Nelsia de Paula con-tou que depois que a mulher voltou do desmaio foi nova-mente aferida a presso. Ai a presso dela j havia subido para 14/10 e ela se queixava de dor abdominal, disse. Na pressa, a enfermeira ligou tambm para o Corpo de Bombeiros, mas desligou aps o atendente informar que es-tava passando a situao para um superior. Eu desliguei, mas logo em seguida eles me retornaram para saber o que era e se precisava de ajuda. Foram bem atenciosos, mas ai um outro paciente que estava aqui, j tinha se oferecido para levar a mulher no Pronto Socorro em seu carro, con-tou Natalia. O comandante dos bombeiros na cidade, aspirante Jfferson Gregrio no foi encontrado para falar sobre o caso, mas um soldado informou que o procedimento correto passar a ocorrncia para um superior no caso de transporte, que no seja socorro de traumas.

    Natalia contou que a pa-ciente foi atendida no Pronto Socorro por outras enfermei-ras com quadro de hiperten-so e nervosismo. Para a filha da paciente, Silvana de Lima Bueno, sua me correu risco. Ela foi atendida no Pronto Socorro tambm por enfer-

    meiras, pois no tinha mdico na hora, denunciou a filha. Ela ainda afirma que no mo-mento em que sua me passou mal na UBS, havia mdicos no local, mas foram as enfer-meiras que atenderam. Elas foram atenciosas, mas havia dois mdicos na unidade que no se moveram, denunciou.

    A vtima, tambm criticou a marcao de consultas. Es-tava l desde as 5 horas para conseguir marcar. Eles falam para no irmos muito cedo, mas se no chegar cedo no conseguimos atendimento. Derli ainda revela que possui tiroide, duas hrnias de disco e doena de chagas. J tento aposentar h 13 anos. No consigo fazer o servio de casa. Tem dia que apenas para varrer, fao o servio cho-rando. Os mdicos s dizem que preciso emagrecer, mas no consigo. Fao esforo, mas no tem como, declarou em tom emocionado. por necessidade que tento me aposentar. Trabalhei a vida toda de cortadora de cana, machuquei minha coluna no servio e at hoje no conse-gui aposentadoria reclamou.

    A ex-cortadora de cana hoje, vive base de remdios. Ela ingere em mdia, oito comprimidos por dia, para as diversas doenas. Algu-ma coisa est afetando meu intestino. Quando vou ao banheiro, chega at sangrar, disse Derli. A filha ainda cita a dificuldade em pegar

    remdios. Para trocar uma receita preciso perder dia de servio, salientou.

    Procurada pela reporta-gem da Tribuna do Vale, a responsvel pelo SAMU re-gional em Cornlio Procpio, Vanessa Alcntara, no foi encontrada at o fechamento desta edio.

    ReincidnciaSebastio Mariano Filho,

    29, na manh de segunda-

    feira (23), no resistiu a uma crise de hipoglicemia aps agonizar por cerca de meia hora na Unidade Bsica de Sade (UBS) da Vila Ribeiro espera da ambulncia do Samu e morreu. Na ocasio, o delegado Ftimo de Siquei-ra instaurou inqurito no mesmo dia, na 38 Delegacia Regional de Polcia (DRP) de Santo Antnio da Platina para investigar a morte.

    Moradora reclama que h 13 anos tenta aposentadoria

    Antnio de Picolli

  • TRIBUNA DO VALE Esporte A-7

    RETORNOCom retorno con rmado, goleiro quer agora a recuperao do tricolor no Brasileiro e sai em defesa de Luis Fabiano, alvo de crticas da torcida

    Sou mope e preciso usar um binculo

    Com uma debandada de jogadores do meio para frente, o Santos foi ao mercado para tentar suprir as sadas. Durante a janela de transferncias internacionais, o clube tentou trazer dois velhos conhecidos da torcida. O Santos tentou trazer o Diego, quase fechou. Tentou o Robinho, quase fechou. No deu certo agora, mas pode ser que d no nal do ano

    O treinador do Real Madrid, o portugus Jos Mourinho, a rmou nesta sexta-feira que nem ele, nem o clube nem o prprio Kak sabem se o jogador brasileiro continuar na equipe espanhola na prxima temporada, embora tenha a rmado que se trata de um jogador que pode ser til no elenco.

    Ceni festeja volta : 'Minhahistria no acabaria assim'

    OLIMPADAS

    Salo de beleza tem russas vaidosas e brasileira com medo de cortar os cabelos

    N OTAS

    Divulgao

    Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

    MUNICPIO DE SANTO ANTONIO DA PLATINA PARAN PREGO PRESENCIAL N 061/2012 - PROCESSO n 681/2012 - AVISO DE ADJUDICAO E HOMOLOGAO

    Torna publica a Adjudicao e a Homologao do Procedimento Licitatrio Modalidade Prego Presencial sob o n 061/2012 que tem como objeto o Registro de Preos para a Aquisio de Materiais Grficos e de Expediente, necessrios para as atividades de diversas Unidades Municipais a serem adquiridos conforme a necessidade, por um perodo de 06 (seis) meses; (s) empresa(s):

    FORNECEDOR CNPJ VALOR JK ARTES GRFICAS - CHAGAS & CARDOSO LTDA 09.021.537/0001-02 291.789,35

    Santo Antonio da Platina - PR, 27 de Julho de 2012. MARIA ANA V. G. POMBO

    Prefeita Municipal

    MUNICPIO DE SANTO ANTONIO DA PLATINA PARAN PREGO PRESENCIAL N 062/2012 - PROCESSO n 696/2012 - AVISO DE ADJUDICAO E HOMOLOGAO

    Torna publica a Adjudicao e a Homologao do Procedimento Licitatrio Modalidade Prego Presencial sob o n 062/2012 que tem como objeto o Registro de Preos para a Aquisio de Peas de 1 Linha e Servios Mecnicos Especializados para reparos em Veculos da Frota Municipal, lotados na Secretaria Municipal de Sade, a serem requisitados conforme a necessidade, por um perodo de 06 (seis) meses, conforme Tabela AUDATEX; (s) empresa(s):

    FORNECEDOR CNPJ VALOR OLIVEIRA & VIANA LTDA 07.542.097/0001-03 70.600,00

    Santo Antonio da Platina - PR, 27 de Julho de 2012. MARIA ANA V. G. POMBO

    Prefeita Municipal

    ConfrontoO norte-americano Chris

    Weidman venceu a luta con-tra Mark Muoz e ganhou pontos importantes para ser o prximo desafiante de Anderson Silva. A derrota do cubano Hector Lombard para Tim Boetsch o credenciou ainda mais e agora, ele no pensa em outra coisa a no ser o duelo contra o brasileiro.

    AvanoBruno Senna no escon-

    deu a empolgao com o bom treino realizado nesta sexta-feira, em Hungaroring. O brasileiro terminou na terceira posio da segunda sesso, nica que participou, em um dia marcado pela mudana constante do tem-po, com pista seca, molhada e mida. Segundo o piloto da Williams, mais importante que a posio na tabela de tempos, foi a boa sensao que ele teve com o carro durante a sesso.

    OperrioO tcnico Tite voltou a vi-

    sitar as obras do novo estdio do Corinthians. O treinador, no entanto, arregaou as mangas, colocou o uniforme de operrio, capacete e aju-dou a erguer um dos muros do Itaquero, pagando uma promessa feita antes do time conquistar a Copa Liberta-dores da Amrica. Ele havia dito que se o Corinthians ga-nhasse a Libertadores, ele tra-balharia com os funcionrios do futuro estdio corintiano.

    Ser?Foi uma derrota, mas j

    rendeu frutos. O amistoso contra o Estados Unidos, no dia 16, fez a seleo bra-sileira de basquete ganhar o respeito dos bichos-papes das Olimpadas de Londres. Nesta sexta-feira, antevs-pera do incio do torneio masculino, os astros da NBA conversaram com os jorna-listas no Centro de Imprensa e tinham o discurso ensaiado na ponta da lngua: a seleo de Rubn Magnano vai inco-modar durante os Jogos.

    Caloteiro?O empresrio Jorge Ma-

    chado perdeu a pacincia e resolveu procurar a imprensa para acusar Valdivia de calotei-ro. Aps dois anos de cobrana na Justia, o agente gacho com bom trnsito no Oriente Mdio afirmou que o chileno deve uma parcela de 500 mil euros (aproximadamente R$ 1,3 milho) referente comis-so em cima da transao que aconteceu em 2008, quando o jogador deixou o Palmeiras e acertou com Al Ain, dos Emi-rados rabes.

    Mercado da bolaA novela entre Santos e

    Paulo Henrique Ganso deve ter novos captulos em bre-ve. O presidente Luis Alvaro Ribeiro deu uma "previso" de quando o caso ter novida-des: aps os Jogos Olmpicos. A sugesto para congelar as conversas e retom-las depois de Londres 2012, segundo Laor, foi dada pela prpria DIS, dona de 55% dos direitos econmicos do atleta e inte-ressada em comprar os 45% do Peixe, com o objetivo de coloc-lo no Internacional, time do corao de Delcyr Sonda, dono do grupo.

    Marcelo Prado / G1

    Foram seis meses de so-lido devido a uma cirurgia para corrigir grave leso no ombro direito, saldo dos trei-namentos ainda na pr-tem-porada do clube, em janeiro. Longe dos gramados, distante da tenso de um jogo de fute-bol, do carinho do torcedor, das alegrias e das tristezas que s o futebol proporciona. Em alguns momentos da fisio-terapia, Rogrio Ceni ficou sete, oito horas internado no Reffis do CT da Barra Funda. Tudo para que o momento da volta chegasse. E chegou.

    Com o retorno confirma-do para a partida do prximo domingo, contra o Flamengo, no estdio do Morumbi, o

    camisa 1 deu sua primeira entrevista coletiva de 2012 e, em diversos momentos, sor-riu como uma criana.

    Quando me machuquei, falei que minha histria no acabaria assim. Felizmente, no vai acabar. Tenho certeza de que domingo ser muito emocionante. Espero agora poder executar tudo o que perdi nesses seis meses. Nunca havia ficado tanto tempo pa-rado na carreira. Quando isso acontece, uma parte de voc acaba morrendo. Espero que a minha alegria possa se trans-formar em resultado, porque precisamos da vitria dentro da nossa casa afirmou.

    Durante aproximadamente meia hora, Ceni respondeu pacientemente a tudo que lhe

    foi questionado. Falou sobre a rotina longe do campo e sobre o momento do So Paulo na temporada. Saiu em defesa de Luis Fabiano e voltou a dizer que somente nos ltimos meses de 2012 que decidir se tem gs para mais uma temporada ou se partir para a aposentadoria.

    - Eu me sinto bem, fao

    todos os movimentos. claro que, quando voc est mais velho, normal no ter o mesmo vigor fsico de um menino de 20 anos. Trabalhei muito forte nas ltimas qua-tro semanas em campo, eu me esforcei, eu me preparei para esse momento. Ele explica ainda do que sentiu e do que no sentiu falta. - No senti

    falta de concentrar. Ficar em casa foi uma surpresa agra-dvel, voltar todas as noites. Senti falta do jogo, da torcida, da cobrana, da alegria, da dificuldade, do sofrimento, do grito de gol, tudo que faz parte de um mundo do fu-tebol. Quando voc faz sete, oito horas de fisioterapia, o dia demora a passar.

    "Eu me sinto bem, fao todos os movimentos", diz o goleiro Rogrio Ceni

    LONDRES

    Dilma diz que no ver Olimpadas porque mope e precisa de binculo

    REUTERS/Olivia Harris

    UOL

    A presidente Dilma Rous-seff visitou nesta sexta-feira o centro de treinamentos da de-legao brasileira em Londres e desejou boa sorte aos atletas no dia da aber-tura dos Jogos Olmpicos na capital ingle-sa. Mas avisou que no estar muito atenta s disputas das modalidades.

    Dilma brincou e disse que no iria assistir a nenhum evento esportivo nas Olim-

    Dilma abraada por atletas em reunio para foto em Londres

    Jos Ricardo Leite / UOL

    Competir de forma ele-gante, melhorar o visual para a paquera ou simplesmente manter a aparncia desejada no sero problemas para os atletas que esto hospedados na Vila Olmpica.

    Isso porque o local contm um salo de beleza para corte de cabelo, servio de manicure, maquiagem e at faz fotos para registrar a nova produo. O salo tem cerca de 200 metros quadrados. So aproximada-mente dez cadeiras para corte de cabelo, e mais seis para fazer a unha. Todas com espelhos individuais. H salas de espera com aconchegantes e confor-tveis sofs para dez pessoas.

    Por isso, todos tm que agen-dar previamente qualquer tipo de pedido. Muitos vo at a recepo e ouvem um "no" ao tentar agendar uma sesso. Quem mais domina o salo, de acordo com as funcion-rias, so as belas atletas das Rssia. Alm de numerosas, so conside-radas por elas as mais vaidosas e que mais fazem pedidos.

    As russas e as britnicas so as que mais vm para c. Mais as russas. So muitas, muitas. E pe-dem muita coisa, principalmente

    cortes de cabelo diferentes e maquiagem, falou a cabelereira Doreta Staniszewsta.

    Elas so as mais vaidosas, mas talvez as mais bonitas. So muito belas, difcil di-zer se as mais bonitas, mas impressionam, endossou Neringa Stankiene.

    As brasileiras, de acordo com os funcionrios, tambm esto entre as mais belas, mas no entre as que mais requisitam os servios do local. Ficam atrs de companheiras latinas e pro-curam mais s fazer as unhas.

    Tivemos algumas brasi-leiras aqui, mas no muitas. Apenas para fazer as unhas. Aparecem mais outras meni-nas da Amrica Latina, como Cuba, Argentina, falou a funcionria Neringa.

    Um dos motivos pelos quais as atletas brasileiras optam ape-

    nas por fazer as unhas a falta de identidade com a lngua in-glesa. Eu s venho pra fazer a unha mesmo, pois tenho medo de pedir que faam algo no meu cabelo. No sei falar ingls, vai que eles cometem algum erro e acabo saindo daqui com o cabelo azul e curto, contou a boxeadora Roseli Feitosa.

    Um dos poucos homens a trabalhar no local recheado de atendentes femininas, o francs Numa Pigolot disse que as atle-tas do Leste Europeu se desta-cam, mas elogiou as brasileiras.

    As mais bonitas? uma questo difcil. Vi muitas belas aqui. As brasileiras so muito bonitas. E digo isso porque acho mesmo, no porque voc um jornalista de l. So belas tambm as ucranianas, russas, polonesas. Em geral, todas do Leste Europeu se destacam.

    Atleta russa no salo de beleza da Vila Olmpica

    padas. "Sou mope e preciso usar um binculo", justificou a presidente. Na entrevista coletiva, Dilma admitiu que usaria um binculo "para no perder nenhum detalhe"

    da cerimnia de abertura desta sexta-feira.

    Se conseguir enxergar algo na quadra, Dil-ma disse que vai acompanhar os

    jogos de vlei, esporte que disse ser seu preferido por j t-lo praticado. A presidente acrescentou que tambm "gos-ta muito" de basquete.

    Avaliando as chances bra-sileiras em Londres, Dilma afirmou que o Brasil "muito forte" nos esportes coletivos, mas precisa melhorar nas modalidades individuais. Ela cobrou mais incentivo das autoridades prtica do atle-tismo no Brasil.

    Depois de assistir ceri-mnia de abertura das Olim-padas nesta sexta, Dilma voltar ao Brasil, concluindo a sua visita de quatro dias capital britnica.

  • cmyb

    cyan magenta yellow black

    Na Europa e nos Estados Unidos o governo subsidia a agricultura, mas aqui isso no acontece. necessrio que o governo garanta a compra de um percentual da produo para evitar que o produtor tenha prejuzo

    TRIBUNA DO VALEA-8 Agricultura

    DIA DO AGRICULTOR Garantia de preo mnimo justo e modernizao da legislao trabalhista esto entre os desafios para a agricultura

    Agricultor quer poltica agrcola

    Agricultor trabalha para enriquecer o pas

    Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

    Maurcio Reale

    Os produtores r urais bras i l e i ros comemoram hoje o Dia do Agricultor reivindicando poltica agr-cola, garantia de preos mnimos e modernizao da legislao trabalhista. Entre os avanos esto a tecnolo-gia disponvel e a garantia de comercializao.

    O presidente do Sindica-to Patronal Rural de Ribei-ro do Pinhal, Ciro Tadeu Alcntara, afirmou que necessria a implantao de uma poltica agrcola para evitar a descapitalizao dos pequenos e mdios produto-res que no conseguem rece-ber o preo adequado pelos

    seus produtos. Alm disso, Alcntara tambm men-cionou a mo de obra como um entrave ao agronegcio. A mo de obra no campo escassa e onerosa, afirmou. Escassa porque muitas pes-soas preferem viver de pla-nos assistencialistas como o bolsa-famlia, por exemplo, a trabalhar e onerosa devido aos encargos embutidos nos salrios dos trabalhadores, explica o presidente.

    O produtor rural Ale-xandre Coutinho, de Santo Antnio da Platina, con-corda e vai a lm. A le i trabalhista permite que o trabalhador reivindique, por meio de aes judiciais, uma srie de direitos que

    vo alm daquilo que ele re-almente merece e o produ-tor, para provar que pagou o valor justo, gasta muito com advogados, comenta.

    Para o produtor Pedro de Oliveira, de Guapirama, a falta de uma poltica agr-cola prejudica o produtor brasileiro em relao aos c onc or re nte s d e out ro s pases. Na Europa e nos Estados Unidos o governo subsidia a agricultura, mas aqui isso no acontece. necessrio que o governo garanta a compra de um percentua l da produo para evitar que o produtor tenha prejuzo, avalia. Ele tamb m af i rma que, no Brasil, produtor rural no

    respeitado. At para conse-guir emprstimos em ban-cos h dificuldades devido a pouca importncia que a sociedade tem pelos produ-tores rurais, desabafa.

    Para o chefe do Ncleo Regional da Secretaria de Agricultura e Abastecimen-to de Jacarezinho (Seab), Fernando Emmanuel Gon-alves Vieira, necessrio diminuir a distncia socioe-conmica entre o pequeno e grande produtor. Enquanto o grande produtor tem sua disposio o que h de mais moderno em matria de tec-nologia, o pequeno produ-tor no consegue ter renda suficiente para investir e para melhorar seu padro de vida, disserta.

    Futuro Apesar das dificuldades,

    o setor tambm tem o que c ome mor ar. O ge re nte do Escritrio Regional do Instituto Emater, em Santo Antnio da Platina, Mau-rcio Castro Alves afirma que, com capacitao, orga-

    nizao e produo diver-sificada, o produtor pode conseguir bons resultados

    financeiros. Cada cultura tem necessidades diferen-tes. necessrio que o pro-

    dutor avalie cada caso para definir a rentabilidade, diz.

    Ciro Tadeu Alcntara, elogia a tecnologia dispo-nvel no mercado para os produtores e ressalta que os cursos de capacitao oferecidos pelos sindica-tos por meio de parcerias com outras inst i tu i es permitem uma produo de qualidade.A tecnologia tambm elogiada pelo produtor Pedro de Oliveira, de Guapirama. A tecnolo-gia disponvel atualmente permite que o produtor tri-plique a produo usando o mesmo espao, observa.

    Para o pres idente do Sindicato Patronal Rural de Santo Antnio da Platina, Jos Afonso Jnior, apesar da fa lta de uma polt ica agrcola que garanta aos produtores uma segurana para investir, os resultados s o su r pre e nd e nte s . O produtor rural um heri ann i mo qu e g ar ante a alimentao do povo bra-sileiro, ressalta.

    Mesmo sem garantia de preo, agricultor continua aumentando a produo no campo

    O deputado estadual Her-mas Jnior destacou a re-levncia do trabalhador do campo para a importncia do desenvolvimento da eco-nomia nacional. Hoje um dia muito importante para todos os agricultores. Quero parabeniz-los pelo cuidado que tm com a preparao da terra, pela dedicao com que produz o nosso alimento, e principalmente pela coragem e dignidade com que traba-lham duro para enriquecer o nosso pas, disse ontem o par-lamentar que tambm preside a Comisso de Agricultura

    da Assembleia Legislativa do Paran (Alep).

    Para o deputado, os agri-cultores so responsveis pelos alimentos que a sociedade con-some e muitas vezes no so re-conhecidos nem valorizados. A agricultura o setor econmico que influencia grande parte da economia brasileira, e res-ponsvel por 25% do Produto Interno Bruto (PIB). Traba-lhamos para valorizar cada dia mais a profisso do agricultor, o profissional de suma impor-tncia para toda populao, j que ele que produz o nosso alimento do dia a dia destaca

    Hermas Jnior. No Paran so desenvolvi-

    das diversas aes para incen-tivar e colaborar com as ativi-dades do homem do campo. So construdas casas rurais, fornecidos calcrio e patrulhas rurais. Na semana passada foi anunciada a ampliao dos recursos destinados a subsidiar o seguro rural no estado em 130%. Esses recursos que eram pagos apenas para o trigo, agora sero estendidos para o caf e o milho safrinha. Para a safra 2012/2013 sero colocados disposio dos produtores ru-rais R$ 8 milhes.

    Dia do Agricultor28 de julhoSo a fora... no batente desde o amanhecer at o entardecer.

    So corajosos... se revelam na tradio, cultura e histria.

    So guerreiros... enfrentam as diculdades climticas, pragas e doenas.

    So inteligentes... no se cansam de aprender, buscando sempre mais e mais conhecimento.

    So heris... So exemplo de vida... So o celeiro do mundo!

    Comercial de Alimentos LTDAParabns, agricultores

  • cmyb

    cyan magenta yellow black

    TRIBUNA DO VALE

    UNIVERSITRIOSO Prmio tem como tema central para a proposio de projetos cidadania e meio ambiente com as seguintes linhas de atuao: Gesto da gua, energia, recursos pesqueiros e resduos slidos; Educao e cidadania; Turismo ecolgico, rural ou de base comunitria

    Geralwww.tribunadovale.com.br

    B-1

    Prmio Energia da Inovao tem inscries abertas

    Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

    Da Assessoria

    Lanado no final de ju-nho passado, o Prmio Duke Energy - Energia da Inovao, organizado pelo UniSol, com patrocnio da Duke Energy, est com inscries abertas at o dia 10 de setembro. A premiao tem o objetivo de reconhecer e apoiar projetos de extenso uni-versitria com propostas para a melhoria da qualidade de vida de comunidades no entorno das usinas localizadas no m-dio e baixo Paranapanema, nos estados de So Paulo e Paran.

    O Prmio tem como tema central para a proposio de projetos cidadania e meio ambiente com as seguintes linhas de atuao: Gesto da

    gua, energia, recursos pes-queiros e resduos slidos; Educao e cidadania; Turis-mo ecolgico, rural ou de base comunitria.

    No h limite para a ins-crio de projetos. As equipes universitrias com interesse em participar precisam ser coordenadas por um professor que ser responsvel pela ins-crio e devem ter, no mnimo, dez estudantes regularmente matriculados na graduao que possam atuar durante todo o projeto. Os projetos vence-dores devero passar por uma comisso julgadora e, ao todo, trs ganharo R$ 50 mil cada para sua execuo.

    De acordo com Ana Amlia de Conti Gomes, gerente geral

    de Relaes Institucionais da Duke Energy, com esta inicia-tiva a empresa estabelece mais um ponto de dilogo com a sociedade, pelo qual pretende identificar e estimular novas oportunidades de melhoria na qualidade de vida e preservao do meio ambiente na regio do Paranapanema.

    Regina Esteves, superinten-dente executiva da Associao AlfaSol, complementa: Ao apoiar a execuo dessa inicia-tiva temos a possibilidade de transformar vidas e contribuir para o desenvolvimento social dessa regio do pas por meio de projetos de extenso uni-versitria.

    Todos os detalhes sobre o Prmio Duke Energy podem

    ser obtidos pelo site http://www.premioduke-energy.com.br. Neste endereo tambm pos-

    svel ter acesso ao regulamento completo, bem como ficha de inscrio. Em caso de dvidas,

    tambm pelo site os interessa-dos podero entrar em contato com a organizao.

  • TRIBUNA DO VALE B-2 Atas&Editais Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012

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    MUNICPIO DE RIBEIRO DO PINHAL

    DEMONSTRATIVO DA RECEITA LQUIDA DE IMPOSTOS E DAS DESPESAS PRPRIAS COM SADERELATRIO RESUMIDO DA EXECUO ORAMENTRIA

    ORAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIALJANEIRO A JUNHO DE 2012

    ADCT. Art 77 - Anexo XVI

    RECEITAS Previso atualizada (a)

    RECEITAS REALIZADAS

    At o bimestre (b) % (b/a)Previso inicial

    RECEITAS DE IMPOSTOS E TRANSFERNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) 13.967.715,00 6.465.944,99 46,2913.967.715,00

    Impostos lquidos 1.281.000,00 551.307,33 43,041.281.000,00

    Impostos 1.281.000,00 551.307,33 43,041.281.000,00

    (-) Dedues da Receita de Impostos 0,00 0,00 0,000,00

    Multas, juros de mora e dvida ativa dos impostos lquidos 158.550,00 124.722,30 78,66158.550,00

    Multas, juros de mora e dvida ativa dos impostos 158.550,00 124.722,30 78,66158.550,00

    (-) Dedues da Receita de Multas, Juros e Divida Ativa dos Impostos 0,00 0,00 0,000,00

    Receitas de transferncias constitucionais e legais 12.528.165,00 5.789.915,36 46,2212.528.165,00

    Da unio 9.551.000,00 4.420.362,30 46,289.551.000,00

    Do estado 2.977.165,00 1.369.553,06 46,002.977.165,00

    TRANSFERNCIAS DE RECURSOS DO SISTEMA NICO DE SADE-SUS (II) 956.050,00 250.683,13 26,22756.050,00

    Da unio para o municpio 956.050,00 250.183,13 26,17756.050,00

    Do estado para o municpio 0,00 500,00 0,000,00

    Demais municpios para o municpio 0,00 0,00 0,000,00

    Outras receitas do SUS 0,00 0,00 0,000,00

    RECEITAS DE OPERAES DE CRDITO VINCULADAS SADE (III) 0,00 0,00 0,000,00

    OUTRAS RECEITAS ORAMENTRIAS 8.896.298,13 2.515.119,36 28,278.746.298,13

    (-) Dedues de Outras Receitas Oramentrias 0,00 0,00 0,000,00

    (-) DEDUO PARA O FUNDEB 2.089.300,00 1.157.982,45 55,422.089.300,00

    TOTAL 21.730.763,13 8.073.765,03 37,1521.380.763,13

    DESPESAS COM SADE Dotao atualizada (c)

    DESPESAS EMPENHADAS

    At o bimestre (d) % (d/c)Dotao inicial

    DESPESAS CORRENTES 3.211.914,29 2.006.326,79 62,472.768.807,25

    Pessoal e encargos sociais 1.351.800,00 814.101,23 60,221.543.000,00

    Juros e encargos da dvida 0,00 0,00 0,000,00

    Outras despesas correntes 1.860.114,29 1.192.225,56 64,091.225.807,25

    DESPESAS DE CAPITAL 430.192,28 69.462,61 16,15155.000,00

    Investimentos 430.192,28 69.462,61 16,15155.000,00

    Inverses financeiras 0,00 0,00 0,000,00

    Amortizao da dvida 0,00 0,00 0,000,00

    TOTAL (IV) 3.642.106,57 2.075.789,40 56,992.923.807,25

    DESPESAS PRPRIAS COM AES E SERVIOS PBLICOS DE SADE Dotao atualizada

    DESPESAS EMPENHADAS

    At o bimestre (e) % (e/V)Dotao inicial

    DESPESAS COM SADE (V) = (IV) 3.642.106,57 2.075.789,40 100,002.923.807,25

    (-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS 0,00 0,00 0,000,00

    (-) DESPESAS CUSTEADAS COM RECURSOS VINCULADOS SADE 1.291.740,00 295.756,69 14,25783.125,00

    Recursos de transferncias do sistema nico de sade - SUS 924.317,28 275.365,32 13,27668.125,00

    Recursos de operaes de crdito 0,00 0,00 0,000,00

    Outros recursos 367.422,72 20.391,37 0,98115.000,00

    (-) RESTOS A PAGAR INSCRITOS SEM DISPONIBILIDADE DE RECURSOS PRPRIOS 0,00 442.481,87 21,320,00

    TOTAL DAS DESPESAS PRPRIAS COM AES E SERVIOS PBLICOS DE SADE (VI) 2.350.366,57 1.337.550,84 64,442.140.682,25

    CONTROLE DE RESTOS A PAGAR INSCRITOS EM EXERCCIOS ANTERIORES VINCULADOS A SADE

    RESTOS A PAGAR

    Inscritos em exerc. anteriores

    Cancelados em 2012 (h)

    RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRPRIAS COM AES E SERVIOS PBLICOS DE SADE 53.076,31 0,00

    PARTICIPAO DAS DESPESAS COM AES E SERVIOS PBLICOS DE SADE NA RECEITA LQUIDA DE IMPOSTOS E TRANSFERNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL [(V - VI) / I]

    20,69

    MUNICPIO DE RIBEIRO DO PINHAL

    DEMONSTRATIVO DA RECEITA LQUIDA DE IMPOSTOS E DAS DESPESAS PRPRIAS COM SADERELATRIO RESUMIDO DA EXECUO ORAMENTRIA

    ORAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIALJANEIRO A JUNHO DE 2012

    ADCT. Art 77 - Anexo XVI

    DESPESAS COM SADE (Por Subfuno) Dotao atualizada

    DESPESAS EMPENHADAS

    At o bimestre (g) % (g/total g)Dotao inicial

    Ateno bsica 3.454.081,57 2.012.698,59 96,962.735.782,25

    Assistncia hospitalar e ambulatorial 0,00 0,00 0,000,00

    Suporte profiltico e teraputico 0,00 0,00 0,000,00

    Vigilncia sanitria 188.025,00 63.090,81 3,04188.025,00

    Vigilncia epidemiolgica 0,00 0,00 0,000,00

    Alimentao e nutrio 0,00 0,00 0,000,00

    Outras subfunes 0,00 0,00 0,000,00

    TOTAL 3.642.106,57 2.075.789,40 100,002.923.807,25

    DARTAGNAN CALIXTO FRAIZPrefeito Municipal - Munic.Ribeiro do Pinhal

    MARCELO CORINTHContador - Municipio Ribeiro do Pinhal

    MUNICPIO DE RIBEIRO DO PINHAL

    DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINALRELATRIO RESUMIDO DA EXECUO ORAMENTRIA

    ORAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIALJANEIRO A JUNHO DE 2012

    LRF, art 53, inciso III - Anexo VI

    DVIDA FISCAL LQUIDASALDO

    Em 31/12/2011 (a) Em 30/04/2012 (b) Em 30/06/2012 (c)

    DVIDA CONSOLIDADA (I) 971.202,19 734.764,57 727.241,68

    DEDUES (II) 1.301.167,15 1.539.202,58 1.782.821,34

    Disponibilidade de caixa bruta 1.364.315,27 1.621.004,46 1.897.510,78

    Demais haveres financeiros 74.612,67 74.798,41 76.156,11

    (-) Restos a pagar processados (exceto precatrios) 137.760,79 156.600,29 190.845,55

    DVIDA CONSOLIDADA LQUIDA (III) = (I - II) (329.964,96) (804.438,01) (1.055.579,66)

    RECEITA DE PRIVATIZAES (IV) 0,00 0,00 0,00

    PASSIVOS RECONHECIDOS (V) 896.273,68 727.241,68 727.241,68

    DVIDA FISCAL LQUIDA (VI) = (III + IV - V) (1.226.238,64) (1.531.679,69) (1.782.821,34)

    RESULTADO NOMINALPERODO DE REFERNCIA

    No bimestre (c-b) Jan a Jun (c-a)

    RESULTADO NOMINAL (251.141,65) (556.582,70)

    DISCRIMINAO DA META FISCAL VALOR CORRENTE

    META DE RESULTADO NOMINAL FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCCIO DE REFERNCIA 0,00

    DARTAGNAN CALIXTO FRAIZPrefeito Municipal - Munic.Ribeiro do Pinhal

    MARCELO CORINTHContador - Municipio Ribeiro do Pinhal

    MUNICPIO DE JOAQUIM TVORAEXTRATO DE CONVNIO 013/2012

    Convenente: MUNICPIO DE JOAQUIM TVORAConveniado: APAEObjetivo: Conjugao de esforos mtuos na consecuo de

    atividades de promoo, a coordenao e o desenvolvimento de programas governamentais e/ou institucionais de assistncia criana portadora de necessidades especiais

    Valor: R$ 35.710,80.Dotao oramentria 0901.082420008.2.018 -355043000.Data assinatura: 02/042012Vigncia: 31/12/2012

    PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIRAMA PARANPREGO PRESENCIAL N 015/2012

    EXTRATO DE ADITIVO DE CONTRATODATA DE ASSINATURA DO CONTRATO: 20 DE JULHO DE 2012CONTRATANTE: MUNICPIO DE GUAPIRAMACONTRATADA: CHAGAS E CARDOSO LTDA VALOR: prorroga-se o valor deste contrato no limite legal de 25%.OBJETO: AQUISIO DE 2 MIL CARTILHAS QUE SERO

    DISTRUIBUIDAS NA REA DA EDUCAO DO MUNICPIO DE GUAPIRAMA, VISANDO A INFORMAO E CONSCIENTIZAO DA COLETA SELETIVA DE LIXO

    PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIRAMA PARANEXTRATO DE CONTRATODISPENSA N 010/2012

    CHAMADA PBLICA N 001/2012DATA DE ASSINATURA DO CONTRATO: 18 DE JULHO DE 2012.CONTRATANTE: MUNICPIO DE GUAPIRAMACONTRATADA: JOS DOS SANTOSVALOR: R$ 1.339,00 (um mil trezentos e trinta e nove reais). OBJETO: AQUISIO DE BETERRABA, PEPINO, CHEIRO

    VERDE, CENOURA, E ALFACE CRESPA. PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIRAMA PARAN

    EXTRATO DE CONTRATODISPENSA N 010/2012

    CHAMADA PBLICA N 001/2012DATA DE ASSINATURA DO CONTRATO: 18 DE JULHO DE 2012.CONTRATANTE: MUNICPIO DE GUAPIRAMACONTRATADA: MARCELO VALDEZINO DA LUZVALOR: R$ 3.900,00 (trs mil e novecentos reais). OBJETO: AQUISIO DE POLPA DE FRUTAS.

    PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIRAMA PARANEXTRATO DE CONTRATODISPENSA N 010/2012

    CHAMADA PBLICA N 001/2012DATA DE ASSINATURA DO CONTRATO: 18 DE JULHO DE 2012.CONTRATANTE: MUNICPIO DE GUAPIRAMACONTRATADA: MOISES MENDES DE OLIVEIRAVALOR: R$1.184,00 (um mil cento e oitenta e quatro reais). OBJETO: AQUISIO DE FEIJO CORES TIPO 1 e 2, AIPIM /

    MANDIOCA DESCASCADA .

  • TRIBUNA DO VALE Atas&Editais B-3Sabado e domingo, 28 e 29 de julho de 2012MUNICPIO DE RIBEIRO DO PINHAL

    DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LQUIDARELATRIO RESUMIDO DA EXECUO ORAMENTRIA

    ORAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIALJULHO DE 2011 A JUNHO DE 2012

    LRF, Art 53, inciso I - Anexo III

    07/2011 08/2011 09/2011 10/2011 11/2011 12/2011 01/2012 02/2012 03/2012 04/2012 05/2012 06/2012 TOTALESPECIFICAO

    EVOLUO DA RECEITA REALIZADA NOS LTIMOS 12 MESES Previso atualizada 2012

    RECEITAS CORRENTES (I) 1.244.718,61 1.333.753,56 1.126.971,44 1.401.556,63 1.339.358,85 1.840.752,91 1.525.875,41 1.708.455,20 1.375.807,88 1.453.834,57 1.600.124,32 1.567.650,10 17.518.859,48 21.752.629,94

    Receita tributria 66.317,76 56.482,27 78.455,54 68.604,19 49.144,26 69.599,14 62.635,16 89.159,87 169.564,30 101.823,84 120.109,74 83.597,12 1.015.493,19 1.923.002,19

    IPTU 14.116,20 6.464,20 5.897,00 5.082,52 4.389,54 9.274,80 4.664,76 3.571,87 4.396,71 2.892,04 62.197,84 36.334,41 159.281,89 315.000,00

    ISS 17.296,94 13.002,44 17.753,91 18.511,17 14.447,44 22.876,52 20.092,98 22.054,09 94.781,06 12.079,75 15.415,79 16.264,10 284.576,19 231.000,00