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  • TEORIA GERAL DOS SISTEMAS

    Teoria Geral da Administrao - TGA

    Professores: Jailson Castro FreitasSmya Aguiar Lbo

  • Na ENFERMAGEM, o enfermeiro incorpora, em sua formao

    profissional, o saber de vrias cincias.

    ENFERMAGEM luz da cincia da ADMINISTRAO.

    Qual a importncia do enfermeiro adquirir conhecimentos

    sobre administrao?

    O pensamento administrativo influenciado por fatores

    sociais, polticos e principalmente econmicos.

  • O pensamento administrativo sofreu vrias influncias.

    DA IGREJA CATLICA:

    A hierarquia da autoridade presente at os dias de hoje nas

    estruturas organizacionais e a influncia da estrutura de poder

    centralizado numa s pessoa.

  • O pensamento administrativo

    sofreu vrias influncias.

    DA ORGANIZAO MILITAR:

    O princpio da unidade de comando (um s chefe) e o da escala

    hierrquica (nveis de comando);

    A dicotomia entre o pensar e o fazer, aparece no sc. XVIII com a

    criao do Estado Maior para assessorar o comando. A assessoria

    ficava responsvel pelo planejamento estratgico, e o comando

    pela execuo do programa.

  • O pensamento administrativo

    sofreu vrias influncias

    DOS ECONOMISTAS:

    Surgimento do liberalismo econmico que pregava a livre

    concorrncia; produo em larga escala;

    Surgem novos conflitos nas organizaes, e a racionalizao

    do trabalho passa a ser a tnica do processo de produo.

  • O pensamento administrativo

    sofreu vrias influncias

    DA REVOLUO INDUSTRIAL:

    A inveno da mquina a vapor foi fator determinante da

    mecanizao da indstria e da agricultura e no consequente

    desenvolvimento dos sistemas fabril, de transportes e de

    comunicao.

  • Ocorreram mudanas nos sistemas social e

    econmico, estabelecendo-se o controle capitalista

    sobre a maior parte das atividades econmicas.

    MARCOS HISTRICOS

  • VAMOS CONHECER UM POUCO AS TEORIAS

    ADMINISTRATIVAS???

  • Principal terico: Frederick Taylor

    Proposta Bsica: aumento da produo pela eficincia do nvel

    operacional.

    Preconizava: a diviso do trabalho, especializao do operrio e a

    padronizao das atividades e tarefas por eles desenvolvidas

    Homem econmico: o homem motivado pela remunerao material/

    quanto maior a remunerao, maior a produo.

    TEORIA CIENTFICA

    Escola de Gerncia cientfica

  • TEORIA CIENTFICA

    Crticas:

    Aspecto mecanicista/ homem como uma pea de engrenagem e no como

    ser humano.

    nfase na especializao do operrio como fator de produo.

    NO considerao das influncias do grupo no desempenho individual.

  • TEORIA CIENTFICA E A

    ENFERMAGEM:

    Elaborao ou simples adoo de manuais de tcnicas e

    procedimentos;

    Escalas dirias de diviso de atividades/ fase mecanicista da

    administrao;

    Assistncia de enfermagem fragmentada em atividades;

    O executor se distancia do todo (assistncia de enfermagem) e se fixa

    na parte (tarefa).

    Assistncia de enfermagem integral ocorre somente aos pacientes

    graves.

  • TEORIA CLSSICA

    Principal terico: Henry Fayol

    Objetivo: Eficincia da organizao pela adoo de uma estrutura adequada

    e de um funcionamento compatvel com essa estrutura.

    Em toda empresa coexistem 6 funes: tcnica, comercial, financeira,

    segurana, contbil e administrativa.

    Organizao como estrutura rigidamente hierarquizada, esttica e limitada.

    Diviso horizontal do trabalho = agrupamento de atividades afins

    (departamentalizao).

  • TEORIA CLSSICA

    CRTICAS:

    Carter prescritivo e normativo por determinar com regras e normas

    o comportamento do administrador.

    Preocupao exclusiva com a estrutura formal da organizao, no

    admitindo a existncia da estrutura informal, que constituda pelas

    pessoas e suas relaes.

  • TEORIA CLSSICA

    Estruturao rigidamente hierarquizada das instituies de

    sade- organogramas mostram linhas de subordinao integral;

    As pessoas e as relaes interpessoais no so devidamente

    consideradas atividades rotineiras com avaliaes

    exclusivamente quantitativas;

    Preocupao com a quantidade do trabalho desenvolvido maior

    do que com a qualidade.

    Desenvolvimento do pessoal de enfermagem e do servio ficam

    comprometidos.

  • TEORIA CLSSICA E A

    ENFERMAGEM:

    Diviso de trabalho, disciplina, responsabilidade, subordinao,

    ordem e outros, foram facilmente incorporadas no exerccio

    profissional da enfermagem

  • TEORIA DAS

    RELAES HUMANAS

    Ruptura de paradigma no incio da dcada de 1930, a teoria da

    administrao passou a enfatizar a varivel pessoas em lugar da

    varivel estrutura, e a preocupar-se com o homem no trabalho

    (aspecto psicolgico) e com os grupos (aspecto sociolgico) em

    lugar de preocupar-se com os mtodos de trabalho e as regras e

    normas a serem seguidas pelos executantes.

    Marco terico: experincia de Hawthorne e Elton Mayo.

  • TEORIA DAS

    RELAES HUMANAS

    Determinada pela necessidade de humanizao e democratizao na

    administrao de pessoal e pelo desenvolvimento das cincias

    humanas (psicologia e sociologia).

    Concluso: o fator psicolgico (relacionamento do indivduo com o

    chefe imediato) interferia na produo dos trabalhadores de forma

    mais acentuada do que o fator fisiolgico (influncia da iluminao

    da produo).

    Importncia da integrao do indivduo no grupo social.

  • TEORIA DAS

    RELAES HUMANAS

    CRTICA: Os abusos fizeram com que ela se transformasse numa forma

    paternalista de administrao, onde, na busca da harmonia, os conflitos eram

    abafados, e os confrontos entre o empregado e a administrao eram ignorados.

    A TRH e a Enfermagem: comunicao entre o enfermeiro (lder) e os demais

    membros fator relevante para a continuidade e otimizao da assistncia de

    enfermagem.

    Papis isolados em relao MOTIVAO: enfermeiro procura incentivar e

    estimular o pessoal da equipe, mas s vezes o servio no tem essa Filosofia.

  • TEORIA BUROCRTICA :

    Principal terico: Max Weber

    Visa a eficincia organizacional como objetivo bsico, detalha

    pormenorizadamente como as coisas devero ser feitas, prev detalhes do

    funcionamento organizacional.

    Carter racional e sistemtico, diviso do trabalho.

    Impessoalidade nas relaes humanas, considerando os indivduos apenas em

    funo dos cargos e funes que exercem na organizao.

    Determinao de procedimentos e rotinas.

    Profissionais caracterizam-se pela especializao tcnica, pela remunerao

    condizente com o cargo, pela nomeao pelo chefe imediato e pelo fato de

    no participarem do capital da organizao.

    Caractersticas:

  • TEORIA BUROCRTICA

    CRTICAS:

    Exagerado apego s regras, normas e regulamentos,

    transformando-os de meios em fins;

    Valorizao maior para as normas e regras do que para o

    contingente humano;

    Impessoalidade no relacionamento humano;

    Necessidade de exibir smbolos que evidenciem o poder dos

    participantes.

  • TEORIA BUROCRTICA

    E A ENFERMAGEM:

    Os servios de enfermagem seguem o modelo da instituio;

    O pessoal de enfermagem passa a ter caractersticas de tcnicos

    especializados, com comportamentos e posies definidos pelo grupo que

    detm o poder na organizao.

    Prtica administrativa estanque baseada em regras e normas obsoletas

    (apenas) com poucas perspectivas de mudanas.

  • TEORIA CONTINGENCIAL:

    Terico: Lawrence e Lorsch

    Caracterstica: enfatiza que no h nada de absoluto nas organizaes

    ou na teoria administrativa. Tudo relativo. Tudo depende. A

    abordagem contingencial explica que existe uma relao

    funcional entre as condies do ambiente e as tcnicas administrativas

    apropriadas para o alcance eficaz dos objetivos da organizao.

    Concluso: as condies em que uma organizao opera so ditadas de

    fora para dentro da empresa; o ambiente externo organizao

    influencia na sua estruturao e nos processos organizacionais.

  • TEORIA CONTINGENCIAL

    Existe uma relao funcional entre as variveis ambientais e as variveis

    tcnico administrativas.

    Alm do ambiente, a TECNOLOGIA influencia, de forma marcante, a

    estrutura e a dinmica organizacionais.

    A tecnologia assume posio de destaque pelo fato de permear toda a

    atividade de produo e de prestao de servios.

    Determina, no s a natureza da estrutura e do comportamento

    organizacional, como tambm, a eficincia dos meios utilizados e a eficcia

    de seus resultados.

  • TEORIA CONTINGENCIAL

    CRTICAS

    Por ser uma teoria recente pouco percebida na prtica da

    administrao.

    No admite conceitos absolutos, mas sim, relativos.

    Teorias que do nfase varivel organizacional: estrutura e outras

    que do nfase varivel: pessoas, no so consideradas teorias

    diferentes entre si, mas diferentes formas de perceber a organizao.

  • TEORIA ESTRUTURALISTA

    Origem: fundamentada na teoria clssica, teoria das relaes humanas

    e na teoria da burocracia.

    Histrico: surgiu por volta da dcada de 50.

    Os autores estruturalistas procuram interrelacionar as organizaes com o

    seu ambiente externo, que a sociedade maior, ou seja, a sociedade de

    organizaes, caracterizada pela interdependncia entre as organizaes.

  • TEORIA ESTRUTURALISTA

    considerada por alguns autores como uma teoria de transio e d