teologia da educação cristã

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  • 1. TEOLOGIA DA EDUCAO CRIST

2. A PESSOA COMO ALVO DA EDUCAO
A Postura Existencial
Embora no ignoramos as sutilezas das vs filosofias, no devemos, por isso, descartar a proposta oferecida pelos filsofos existencialistas,
3. principalmente daqueles que se dedicaram a investigar o pensamento bblico, como o caso de SrenKierkegaard (18131855) e Martim Buber (1878-1965). Entretanto, no podemos desconsiderar a essncia do existencialismo.
4. Existencialismo (Do lat. Existncia + ismo) Movimento filosfico que sublima a existnciaem detrimento da essncia. Surgido no perodo que precedeu a Segunda Guerra Mundial, seus expositores passarama considerarque,tendo em vista a urgncia daqueles tempos e a brevidade da vida, o ser humano no deve preocupar-se com questes metafsicas, mas tirar o mximo proveito da existncia. Seu maior expoente foi o escritor francs Jean Paul Sartre.
Dicionrio Teolgico
5. Filosofia Existencial da Educao
Cada escola filosfica desenvolveu a sua prpria maneira de encarar o fenmeno educacional. Entretanto, os sistemas ocidentais de filosofia tm algo em comum: a preocupao com a transmisso
6. do conhecimento, atravs de mtodos intelectuais, racionais. As duas excees o pragmatismo e o existencialismo. O primeiro nega a validade da metafsica, o conceito de absoluto, afirma que a verdade medida pelos efeitos
7. prticos que produz, como que querendo dizer que verdadeiro aquilo que d certo, que funciona, que til. Contudo, sabemos que aquilo que til hoje, pode no ser amanh, um exemplo histrico a escravido.
8. O segundo, (existencialismo) no nega a metafsica, mas enfatiza a experincia pessoal. Entretanto para o existencialismo bblico cristo, o absoluto essencial, pois o absoluto no apenas um conceito, Deus.
9. Deixando de lado a discusso das diversas correntes filosficas, sobre os fins e objetivos do processo educacional, destacaremos os primeiros objetivos educacionais do existencialismo, principalmente do existencialismo bblico/cristo.
10. 11. A Educao Crist somente cumpre o seu papel, quando o educando encontra-se em ntima comunho com Cristo.
12. A Psicologia Existencial da Educao
A educao tem sido alavancada pela significativa contribuio das vrias escolas pedaggicas, como o comportamentalismo, o gestaltismo e a psicanlise.
13. Focalizando a importncia do meio ambiente e do treinamento, durante a primeira infncia, o aprendizado da criana, antes da alfabetizao, e o papel estratgico da infncia na formao e na deformao do adulto.
14. O psiclogo americano Carl Rogers (1902-1987), atravs das suas obras Liberdade para Aprender e Liberdade de Aprender em nossa Dcada, conceitua o ser humano como essencialmente, positivo e construtivo.
15. Aproximando da assertiva bblica do homem como imagem e semelhana de Deus, Gn 1.26-27, e do desgnio divino de formar no homem, a imagem do seu Filho, Rm 8.29; Hb 1.2.
16. A verdade de Deus
no foi revelada para
satisfazer nossa curiosidade,
mas para nos conformar imagem de Cristo
17. DOIS OBJETIVOS BSICOS NA PSICOLOGIA EXISTENCIAL DA EDUCAO
18. Educao no Brasil e Educao Crist
O processo de ensino e aprendizagem centrado no professor
19. No decorrer do sculo passado surgiram outros modelos educacionais:
Escola Liberal A nfase est no indivduo
Escola Tecnicista Formar tcnicos competentes para servir sociedade.
Escola Nova -Considerava inaceitvela rigidez da punio, como a palmatria e a rgua.
PROCESSO TRANSFERIDO
PROFESSOR
ALUNO
20. Mais recentemente surgiua pedagogia libertadora de Paulo Freire, que viu o aluno no como um ser passivo diante do ensino e de seus professores e colegas, valorizando dessa forma a interao e a participao do aluno.
21. Aluno
Aluno
Aluno
Aluno
MODELO DA EDUCAO CRIST ATUAL
Educao Crist
MODELO TRADICIONAL
PROFESSOR
Observe o que a respeito escreveram os seguintes autores:
22. A maioria da educao de hoje monumentalmente ineficaz. Com muita freqncia damos s pessoas flores colhidas, quando deveramos lhes ensinar a cultivar plantas. Enchemos suas cabeas com produtos das mais recentes inovaes, em vez de lhes ensinar como inovar. Concebemos a mente como um armazm a ser enchido e no comoum instrumento a ser usado
John Gardner
23. A verdadeira funo do professor criar condies para que o aluno aprenda sozinho. Ensinar de fato no passar conhecimento, masestimular o aluno a busc-lo.Poderamos at dizer que ensina melhor quem menos ensina
John Milton Gregory
24. Jesus disse:
A semente a Palavra
O verdadeiro professor o que revolve a terra e
planta a semente.
25. Tudo que se desenvolve durante os anos da infncia ter significativa influncia na vida adulta do indivduo. Compreender como este pensamento se desenvolve nos levar a um maior entendimento do comportamento humano em torno da religio e suas conseqncias
Pr. Wander Ferreira Gomes
Lder Espiritual da Igreja Batista do Recreio no Rio de Janeiro
26. PARA REFLEXO:
O rpido processo de informao no mundo de hoje tem provocado um desenvolvimento mais acelerado do pensamento infantil ( TV, Vdeos, Computadores, etc...).
27. Isso est comprometendo diretamente a Escola Dominical, os Cultos infantis e toda a estrutura oferecida pela igreja criana. Precisamos de classes mais homogneas, quanto s faixas etrias, melhor preparo dos
28. professores, maior qualidade do material didtico e a disponibilidade de recursos tecnolgicos que facilitem o processo de educao espiritual para enfrentarmos os recursos avanados que o mundo oferece.
29. A igreja precisa entender que tem que fazer o melhor pela criana, pois esta a base de sua continuidade.
Em razo de tudo que j comentamos, conclumos que o estudo em sala deve ser algo criativo, com participao de
30. todos, sendo o professor o orientador da classe e o facilitador de aprendizagem, no aquele que dita normas. A experincia dominical deve enriquecer a vida dos alunos. O texto bblico deve ser aplicado com eficincia na vida hodierna dos alunos.
31. Cada fase do desenvolvimento da criana caracterizado de forma distinta. A cada etapa a criana v o mundo de forma diferente e sua linguagem vai se modificando partir da evoluo do seu pensamento. Se entendermos cada fase do seu desenvolvimento, e utilizarmos uma linguagem que esteja ajustada sua compreenso, ela ser capaz de compreender a Mensagem de Cristo.
32. FASES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
PRIMEIRA INFNCIA
(2 meses aos 3 anos)
Essa fase caracterizada como o incio do reconhecimento da realidade que o cerca. Nesta fase so notados os interesses perceptivos, motores e os glssicos (da linguagem).
33. 8 PRIMEIROS MESES Percepes visuais, auditivas e tteis vo dando criana a noo da realidade (brinquedos com movimentos, diferentes sons, cores, formas, etc.)
9 MESES 1 ANO Intensa atividade motora necessidade de se movimentar, comea a andar.
34. 2 ANOS Todas as principais reaes emocionais (medo, raiva, alegria, cime, etc.) j foram aprendidas e notvel o interesse pela comunicao (Contar histrias rpidas com brinquedos, mostrar gravuras, atividades rpidas pois o nvel de concentrao quase zero).
35. 3 ANOS Incio do Desenho (Rabisco Garatuja), j consegue nomear o que desenha(Brincadeiras com massinha de modelar, pintura dedo, pintura com giz de cera, lpis de cor, jogos com alvo ex. boliche, arremessar bola, msicas com gestos (Imitao), histrias contadas com dramatizao e fantoches chamam a ateno da criana nesta fase
36. SEGUNDA INFNCIA: (4 6 ANOS)
Fase Egocntrica e dos interesses Ldicos prticos. a fase em que predominam os interesses ldicos (do termo latim LUDU = brinquedo, jogo). a fase do brincar, muitos autores como Jean Piaget, Vygotsky, Henri Wallon, Laurence Frank tm-se pronunciado sobre a
37. importncia do brincar aprender brincando, o por qu das crianas brincarem e a relao direta entre ludicidade (brincadeira) e a aprendizagem, a afetividade e a socializao. Segundo Laurence Frank O brinquedo faz parte da nossa natureza, todos os animais brincam.
38. Erickson prope a teoria de que jogo da criana a forma infantil da capacidade humana de experimentar, criando situaes modelo e de dominar a realidade, experimentando e prevendo.
39. 4 5 ANOS As atividades fsicas so as mais preferidas, gosta de: Correr, saltar, rolar, lanar, movimentos de imitao ou repetio, gosta de jogar, desenhar, pintar, ouvir histrias, representar, cantar, danar, realiza contatos sociais permanente, faz novos amigos, participa mais das atividades variadas, gosta da presena de meninos e meninas, apresenta uma egocentricidade em relao s suas brincadeiras e pertences.
40. 5 6 ANOS Desenvolve a capacidade de controlar a atividade pelo pensamento; Sabe o que capaz e o que no capaz; Organiza seus objetos e brinquedos; Gosta de ouvir e contar histrias; Conversa muito e gosta de perguntar e responder; Em suas brincadeiras, cria animais
41. imaginrios e com pequenos objetos, representa uma srie de atividades que lhe d prazer, sozinha ou com outras crianas; mais socivel e gentil; Comea a organizar-se em grupos de colegas; Aparece as regras do brinquedo (respeito a alguma coisa) (saber perder e ganhar), onde ela aprende
42. que no s sua vontade que domina tudo, mas existe algo a ser respeitado para que a barreira seja vencida; Desenvolvem a dramatizao; Existe a colaborao entre grupos; Inicia-se a fase das pequenas brigas ou discusses ( importante que as prprias crianas acertem suas diferenas
43. pessoais, o adulto deve apenas orientar);
Atividades fsicas preferidas:

  • Recreativas

44. Rtmi