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<ul><li> 1. C OMPORTAMENTO DO C ONSUMIDOR</li></ul><p> 2. FATORES DE I NFLUNCIA A MBIENTAIS 3. MOOIJ, M., HOFSTEDE, G. The Hofstede model - Applications to global branding and advertising strategy and research. Intemational Journal of Advertising , 29(1), pp. 85-110. 2010 Especialmente pginas 88 a 90 SILVA, Mrcia. As Dimenses Culturais da Qualidade: Um Estudo em Empresas Ganhadoras do Prmio Nacional da Qualidade. Anais... ENANPAD 2002 Especialmente pginas 2 A 9 LENG, C. Y.; BOTELHO, D. How national culture impacts on consumers decision-making styles? A cross cultural study in Brazil, United States and Japan. XXXIII Encontro da ANPAD. So Paulo, 19 a 23 de setembro de 2009. Anais... XXXIII EnANPAD, 2009. Especialmente Final RemarksC ULTURA 4. A NLISE C ROSS - CULTURALMotivaes relevantesPadres de comportamentos caractersticosValores relevantes para o produtoModelos de tomada de decisoMtodos de promoo apreciadosCanais de distribuio adequados 5. B RASIL X EUA 6. D IMENSES C ULTURAIS DE H OFSTEDE ObjetivoInvestigar os diferentes sistemas de valores nacionais e a forma como eles interagem com os sistemas de valores organizacionais Amostra 160 mil funcionrios da IBM localizados em 60 pases ao redor do mundo Dimenso Aspecto da cultura que pode ser relativamente mensurado atravs de outras culturas 7. D IMENSES C ULTURAIS DE H OFSTEDEPDI IDV MAS UAIDistncia de Poder (Power Distance) - PDIIndica o grau em que os membros de uma sociedade aceitam diferenas de poder e status entre siQuando existe um baixo grau de distncia de poder, as pessoas possuem participao slida e direta na determinao da poltica nacional e organizacional, em contraste, quando as normas e os valores favorecem um alto grau de distncia de poder existe uma direo autoritria e autocrtica 8. D IMENSES C ULTURAIS DE H OFSTEDEPDI IDV MAS UAIIndividualismo (Individualism) - IDVEm sociedades individualistas, espera-se que todo mundo cuide de si prprio e de sua famlia imediata. No seu oposto (coletivismo) as pessoas, desde o nascimento, so integradas fortemente em grupos e famlias, nos quais os indivduos se protegem mutuamente em troca de lealdade inquestionvelNo processo de vendas em culturas individualistas, as partes querem chegar ao ponto rapidamente, enquanto que em culturas coletivistas necessrio primeiramente construir um relacionamento e confiana entre as partes. Esta diferena se reflete nos diferentes papis de publicidade: a persuaso (individualista) em vez de criao de confiana (coletivista) 9. D IMENSES C ULTURAIS DE H OFSTEDEPDI IDV MAS UAIMasculinidade (Masculinity) - MASOs valores dominantes em uma sociedade masculina so realizao e sucesso; os valores dominantes em uma sociedade feminina so cuidar dos outros e qualidade de vidaNas sociedades masculinas, desempenho e realizaes so importantes e devem ser demonstrado; assim, marcas de status ou produtos, tais como joias so importantes para mostrar sucesso . Em sociedades femininas, homens passam mais tempo em compras para o lar. Diferenciao de papis: pequena nas sociedades femininas, grande nas sociedades masculinas 10. D IMENSES C ULTURAIS DE H OFSTEDEPDI IDV MAS UAIAverso incerteza (Uncertainty Avoidance Index) - UAIMedida em que as pessoas se sentem ameaadas pela incerteza e ambiguidade e tentam evitar essas situaes.Nas culturas de forte averso incerteza, h uma necessidade de regras e formalidade para estruturar a vida . Isso se traduz em busca da verdade e uma crena em especialistas. Pessoas de alta averso incerteza so menos abertos mudana e inovao do que pessoas de culturas com evitar baixa averso incerteza. Isso explica as diferenas na adoo de inovaes. 11. MEURER, A. M.; MEDEIROS, J. F.; DAL' MASO, C. B.; HOLZ, G. Grupos de Referncia e Tribos Urbanas: Um Estudo junto a Tribo Emo. Anais... EMA Encontro de Marketing da ANPAD, 2010. Especialmente item 2 - Fundamentao Terica - pg. 2 a 5G RUPOS DE REFERNCIA 12. T IPOSDE GRUPOS DE REFERNCIA 13. F ORMASDE INFLUNCIA DOSGRUPOS DE REFERNCIA Aquiescncia normativa ou Conformidade quando h estabelecimento de padres afetando o comportamento do membro atravs da pressoInfluncia Expressiva de Valor uma necessidade psicolgica faz com que a autoimagem influencie no membroInfluencia Informacional. momento de aconselhamento (o grupo sabe a melhor opo a escolher)(Sheth et al., 2001; Engel et al., 2005; Solomon, 2008). 14. F ORMASDE TRANSMISSO DA INFLUNCIABoca-a-boca uma informao transmitida de pessoa para pessoa com recomendaes sobre situaes j experenciadas (Solomon, 2008).formadores de opinio so emissores do boca-a-boca, geralmente partilhando das mesmas caractersticas demogrficas e condies de vida, e tendo status social maior que seus seguidores (Engel et al, 2005). Liderana de opinio mecanismo de aconselhamento mais srio, pois as pessoas tm muita confiana nos lderes de opinio pela sua posio com relao a um atributo, produto ou servio (Solomon, 2008). 15. T RANSMISSODA INFLUNCIAFluxo de comunicao em dois estgios os formadores de opinio so receptores diretos de informaes de comerciais cujas interpretaes e informaes so transmitidas atravs do boca-a-boca.Fluxo mltiplo a informao frui para diferentes tipos de consumidores, incluindo os formadores de opinio, os controladores de informao e os que buscam e recebem opinies 16. T IPODE PRODUTOPrivadoLuxoPblicoEquipamento Som ComputadorRoupa e tnis de marca PerfumeDia-a-dia Biscoitos para caf da Relgio simples manh Roupa ntimaRoupa sem marca 17. FATORES DE I NFLUNCIA D EMOGRFICOS 18. BACELLAR, F. C. T., GOUVEIA, T. M. O., MIRANDA, L. C. Homens Vo s Compras no Supermercado: Atitudes, Opinies e Hbitos. Anais... IX SEMEAD - Seminrios em Administrao FEA-USP, 10 e 11 de Agosto de 2006 Especialmente pginas 5 a 8G NERO 19. D ECISODE COMPRABurnus e Giranbois (1980) e Davis (1976) destacam que a tomada de deciso na famlia, em muitos estudos realizados, considerava somente com a opinio do marido.Hoje, contudo, tanto o marido como a mulher representam papel fundamental na deciso, influenciando ativamente na escolha (KERIN et al., 2006). 20. ESTRATGIAS DE INFLUNCIA PARA RESOLVER CONFLITOS ENTRE MARIDOS E ESPOSAS EM RELAO AO CONSUMO 1. Especialista: tentativa de um cnjuge usar seu conhecimento a respeito das alternativas de deciso para influenciar o outro.2. Legitimidade: tentativa de um cnjuge influenciar o outro com base na sua posio dentro de casa.3. Barganha: tentativa de um cnjuge garantir uma influncia que ser trocada no futuro.4. Recompensa: tentativa de um cnjuge influenciar o comportamento do outro por meio de recompensa.5. Emocional: tentativa de um cnjuge utilizar a emoo para influenciar o comportamento do outro.6. Administrar as impresses: qualquer tentativa de persuaso de um cnjuge para influenciar o comportamento do outro. Schiffman e Kanuk (2000), Spiro (1983) e Qualls (1988) 21. PAPELMASCULINO NOCOMPORTAMENTO DE COMPRA DA FAMLIAOs papis do homem e da mulher so cada vez mais vagosProdutos de uns so procurados pelos outros.Homens compram cremes e ceras depilatrias e levantamse no meio da noite para preparar uma alimentao para o filho ou trocar suas fraldasMulheres decidem a compra de automveis.Como, em cerca de trs dcadas, passamos da tradicional dona-de-casa mulher preocupada com a carreira e, do executivo que jogava futebol nos finais de semana ao metrossexual? (BACELLAR e IKEDA, 2004). 22. 1968 23. 2010 24. 1968 25. 2009 26. M ASCULINOXF EMININOA mudana de hbitos de consumo trazida pelas modernas superfcies de distribuio tambm contribuiu para que a diviso de deciso sobre as compras da casa fosse mais divididaAinda existem produtos s para homens e s para mulheres, mas as marcas no gostam de ser percebidas como pertencendo apenas a um destes universos, da que haja mais categorias de produtos normalmente dirigidas a mulheres com segmentos especficos para homens e vice e versa.A diferena entre homem e mulher, enquanto alvos publicitrios, est, principalmente, na forma como respondem aos estmulos a que so sujeitos. (DUBOIS, 1998) 27. AUTORIDADE FINANCEIRA FAMILIAR Entender quem toma as decises de compra uma questo importante para os profissionais de marketing, para que saibam a quem se dirigir e se precisam atingir ambos os cnjuges, ou a que gnero mais especfico: masculino ou feminino?Os pesquisadores tm dado ateno especial a qual cnjuge desempenha o papel do que tem sido chamado de autoridade financeira familiar: Indivduo que acompanha as contas da famlia e decide como qualquer recurso adicional ser gasto. Recm casados: em conjunto.Com o tempo, um dos cnjuges assume essas responsabilidades.Famlias tradicionais: mulheres voltadas administrao financeira familiar (o homem ganha, a mulher gasta).Famlias mais modernas: casais acreditam que deve haver participao mais compartilhada nas atividades de manuteno familiar Solomon (2000) 28. D IFERENAS ENTRE HOMENS E MULHERES Biolgicas: Homens e mulheres se comportariam diferentemente devido a diferenas em cromossomos, hormnios e lateralizao do crebro.Embora muitos estudos tenham encontrado algumas evidncias quanto a esses tpicos, seus resultados foram bastante limitados para explicar as diferenas de comportamento. O pequeno porte das diferenas sexuais baseadas em origens biolgicas puramente sugere que a biologia revela apenas uma parte da histria. (PUTREVU, 2001) 29. D IFERENAS ENTRE HOMENS E MULHERES Sociais: Papel bem mais relevante. Tendncia agressividade e assertividade dos homens seria o resultado do fato de historicamente essas caractersticas sempre terem sido estimuladas e valorizadas mais para os homens do que para as mulheres. Os papis tradicionalmente conferidos aos homens sempre estiveram voltados para seu desempenho na rua e para a conquista, enquanto que as mulheres eram estimuladas a serem boas mes e viverem em suas casas, responsveis por todos os cuidados inerentes. (PUTREVU, 2001) 30. P RO CESSODE DECISO DE CO MPRA E AS PRINCIPA IS CO NCL US ES DE ESTUDO S SO BREDIF ERENAS ENTRE HO MENS E MUL HERES CO M ENF O QUE SO BRE O S HO MENS 31. M ERCADO G AY Alto poder aquisitivoCompra de bens de luxo, viagens, automveis, roupas, decoraoComea a ser atendido pelas grandes empresas nos EUA e EuropaParada Gay aquece mercado de luxo Principal evento turstico da cidade, que acontece hoje s 13h30, impulsiona venda de grifes famosas Jeans da Diesel se esgotam em algumas numeraes; salo do Iguatemi lota de turistas; boate The Week realiza festas diariamente 32. VELOSO, A. R.; HILDEBRAND, D. F. N. - A criana no ambiente varejista: estudo exploratrio na Base da Pirmide. II EMA Encontro de Marketing da ANPAD, Rio de Janeiro / RJ, de 03 a 05 de maio de 2006. Anais... II EMA, ANPAD. Especialmente item: 2. Reviso MTV BRASIL - Dossi Universo Jovem MTV 5 Screen Generation, 2010. Especialmente captulo 7 Semelhantes, mas no muito CARDOSO, PR, PINTO, SC Hedonic and utilitarian shopping motivations among Portuguese young adult consumers. International Journal of Retail &amp; Distribution Management V. 38 , I. 7, 2010 Especialmente Conclusions STREHLAU, V. I.; BACHA, M. L.; LORA, M. I Idosos no so iguais: uma Anlise de Agrupamentos Sobre as Atividades de Lazer da Terceira Idade. II EMA Encontro de Marketing da ANPAD, Rio de Janeiro / RJ, de 03 a 05 de maio de 2006. Anais... II EMA, ANPAD. Especialmente item Principais resultadosI DADE 33. C ICLODEV IDA 34. E STGIOS DO C ICLO DE V IDA Criana Tweens AdolescenteJovem Adulto Meia Idade Terceira Idade Quarta Idade 35. E RIKSON ' S S TAGES Infant Trust vs Mistrust Needs maximum comfort with minimal uncertainty to trust himself/herself, others, and the environment Toddler Autonomy vs Shame and Doubt Works to master physical environment while maintaining self-esteem Preschooler Initiative vs Guilt Begins to initiate, not imitate, activities; develops conscience and sexual identity School-Age Child Industry vs Inferiority Tries to develop a sense of self-worth by refining skills Adolescent Identity vs Role Confusion Tries integrating many roles (child, sibling, student, athlete, worker) into a self-image under role model and peer pressureYoung Adult Intimacy vs Isolation Learns to make personal commitment to another as spouse, parent or partner Middle-Age Adult Generativity vs Stagnation Seeks satisfaction through productivity in career, family, and civic interests Older Adult Integrity vs Despair Reviews life accomplishments, deals with loss and preparation for death End of life Despair and disgust vs. integrity This stage is about accepting, getting through the day, having basic trust. 36. C ICLO CrianaDEV IDA7 fases de desenvolvimentoPerodo de desenvolvimento mais rpido e intenso do ser humano 37. C RIANA Fase de crescimentobebs de colo bebs que engatinhamDesenvolvimentomomento de explorao, em que as crianas comeam a conhecer cores, sons e formas. fase em que esto prontas para conhecer coisas novas; comeam a se deslocar e pegam tudo o que vemprimeiros passosmomento de desenvolver habilidades manuais e corporais2 a 4 anosfase em que as crianas imitam mundo adulto5 a 7 anosfase do faz de conta.acima de 7 anos pradolescentesSocializao; geralmente a criana comea a brincar em grupo transioBrinquedo leves, resistentes e antialrgicos, com sons agradveis e que no soltem tinta Mbiles, chocalhos, caixas de msica, anis para morder hora de a criana conhecer diversos materiais, como tecido, borracha, plstico e madeira bolas, bonecos grandes, bichinhos de vinil (sem partes pequenas) de encaixe, de abrir e fechar, de arremesso, de pegar e apertar bolas grandes, carrinhos para arrastar e empurrar, mdulos para empilhar e encaixar, bichos e bonecos de pelcia mltiplas combinaes e que despertem a criatividade quebra-cabeas, telefones, livros com figuras coloridas e grandes, bonecas, bicicletas com rodinhas, carrinhos, avies, carros com pedal, instrumentos musicais, objetos de cozinha, brinquedos de pelcia, lousas, giz de cera, e papis estimular a fantasia e permitir a dramatizao massas para modelagem, bonecos, fantoches, marionetes, teatrinhos, fantasias, livros de histrias, jogos em grupos, carros de frico, brinquedos eletrnicos, jogos de memria, trens eltricos e bicicletas estimular a destreza e o esprito de competio equipamentos esportivos em geral, bicicletas, videogames, quebracabeas, jogos de regras, livros e laboratrios nessa fase melhor informar-se sobre preferncias da criana, antes de comprar o brinquedo 38. C RIANA D ESENVOLVIMENTO DA C RIANA COMO C ONSUMIDORAPerodo de desenvolvimento mais rpido e intenso do ser humanoAdaptado de McNeal (1992) In VELOSO, A. R.; HILDEBRAND, D. F. N. - A criana no ambiente varejista: estudo exploratrio na Base da Pirmide. II EMA Encontro de Marketing da ANPAD, Rio de Janeiro / RJ, de 03 a 05 de maio de 2006. Anais... II EMA, ANPAD. 39. T WEENS 40. C ICLO AdolescenteContestao X adequao em direo aos outroscontra os outroslonge dos outrosDEV IDA 41. A DOLESCENTES - J OVENS Adolescente Contestao X adequao em direo aos outros con...</p>