sexta-feira 14/12/2012

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Ediao 413297

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  • DIRETOR DE REDAO: JACKSON RANGEL VIEIRA CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, ES - R$1,00

    FOLHA DO ES OPINATIVO - ANALTICO - INVESTIGATIVO WWW.FOLHADOES.COM OPINATIVO - ANALTICO - INVESTIGATIVO

    SEXTA-FEIRA, 14 DE DEZEMBRO DE 2012ANO XV - N 413297

    Jakson Andrade Silva - presidente do Sindicato dos Comercirios do ES

    Quem no quer o Sindicato? S os patres

    A edio de 28 de novembro deste "Folha do ES" causou perplexida-de no meio sindical e entre os tra-balhadores. Sobretudo os emprega-dos do comrcio de Cachoeiro. Em uma espcie de editorial que tomou toda a primei-ra pgina da publicao o autor utiliza aquele espa-o nobre para destilar toda a sorte de dio, veneno e rancor contra os dirigentes sindicais comercirios e (por que no dizer) declarar um suspeito e desmedido amor pela classe patronal.

    Vamos por partes.Fim de ano o perodo mais aguardo para co-

    merciantes e comercirios. poca de altas vendas, comisso maior e ganhos paralelos, como o paga-mento de hora extra, que sempre engorda o ora-mento ms. A direo do Sindicomercirios no contra as vendas, nem o lucro do setor. Queremos que todos ganhem. Principalmente os trabalhado-res. Se legtimo os patres lucrarem no Natal no menos legtimo os empregados receberem valores condizentes ao lucro que eles proporcionam com as vendas que realizam.

    Ocorre que, primeiro, nem todos patres pagam as horas extras. Segundo, empresas com menos de 10 empregados no so obrigadas pela CLT a contar com livro de ponto. A pergunta : como, ento, calcu-lar as horas extras? Reclamaes de comercirios rei-vindicando o pagamento de horas extras realizadas e no pagas lideram as aes ingressadas na Justia

    pelo Setor Jurdico do Sindicato. Por outro lado, muitos patres optam por folga compensatria ao invs do pagamento das horas extras em espcie, o que s permitido mediante acordo especfi co com o Sindicato.

    Para dirimir esses con itos h anos o Sindicato tem

    assinado em todo o estado acordos de Natal com cen-tenas e centenas de lojistas. Esses acordos prevem o pagamento de horas extras, auxlio-alimentao e transporte, entre outras garantias para o trabalhador. Essa a regra. A exceo fi ca por conta de patres

    mal-intencionados ou mal-orientados que preferem o caminho da ilegalidade em detrimento de seguir o que determina a lei. Por ilegal, qualquer alterao na jornada de trabalho dos empregados, temporria ou no, est sujeita fi scalizao do Sindicato e do Mi-

    nistrio do Trabalho, atravs da DRT. E o Sindicato no se omitir da responsabilidade de fi scalizar as empre-

    sas que fi xarem horrio extra sem acordos especfi cos

    para esse fi m.

    A direo do Sindicato no est frente da entida-de por um passe de mgica, mas foi eleita democra-ticamente pela categoria para esse fi m e reconhece

    seu papel na defesa dos seus direitos e interesses. Por fi m, fi ca o recado para o autor do editorial claramen-

    te patronal: no existe empregado sem empregador.

    Mas o que seria do empregador sem os empregados?

    * Este Jornal ofereceu espontaneamente o mesmo

    espao utilizado por ele para um texto que merece

    este contraditrio.

  • 02 Folha do E. SantoSexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012 www.folhadoes.com

    Que brilhem como o sol nas-cente aqueles que amam o Senhor Juzes 5, 31 // Nicolau Depes, ex-ve-reador, conhe-cido por sua combatividade, perplexo com o que ocor-re na Cma-ra // Onde vai "desce o pau" // Tenen-te Moulon do alto de sua experincia policial disse "no temoscerte-za que Roberto Bastos culpado // Sem pro-vas no se pode con-denar ningum // Carli-nhos Amboss e Moacyr Fardim so como "ir-mos siameses" // Car-linhos colocou Fardim no Conselho da San-ta Casa apenas com "voz,mas sem direi-to a voto // O italia-no de Burarama ainda de "quarentena" // Ely Scarmini vereador elei-to ouvindo eanotando o pensamento dos seus eleitores // No quer repetir a "mesmice dos outros // Construoes no Bairro Gilberto Macha-do deixando de usar o obrigatria proteo la-teral // A Secretaria de Obras de Cachoeiro no toma conhecimento // Ir-responsabilidade // Mili-tantes do PT acham-que Lula perfeito // A "mdia que no gosta dele, dizem // Do mudo inteiro // ltima chuva-mostrou a realidade das encostas da cida-de // E bueiros entupi-dos // Marajs em alta // Parlamentares calados // Povo pagando a conta // Jos Rodrigues, bem em So Lucas // Motos matando // E muito // Sol arregaando // Gente de-lirando // Pirando na ba-tatinha // Ningum me-rece // Feliz o homem que encontrou a sabe-doria, o homem que al-canou o entendimento! Provrbios 3,13 // A.W.

    Desfolhando

    A primeira lei espiritual muito clara ao dizer: Deus o ama e tem um plano maravi-lhoso para a sua vida.

    Questionamos: Qual o pla-no de Deus para ns? co-mum as pessoas pergunta-rem: para que vim ao mundo? Qual o plano de Deus para minha vida? No texto abaixo encontramos respostas para estas perguntas. O texto nos fala da graa e do perdo de Deus para ns.

    Por causa do seu amor por ns, Deus j havia resol-vido que nos tornaria seus fi -lhos, por meio de Jesus Cris-to, pois este era o seu prazer e a sua vontade. Portanto, louvemos a Deus pela sua gloriosa graa,que ele nos deu gratuitamente por meio do seu querido Filho. Pois,

    pela morte de Cristo na cruz, ns somos libertados, isto , os nossos pecados so per-doados. Como maravilhosa a graa de Deus, que ele nos deu com tanta fartura! Deus em toda a sua sabedoria e entendimento, fez o que ha-via resolvido e nos revelou o plano secreto que tinha de-cidido realizar por meio de Cristo. Esse plano unir, no tempo certo, debaixo da au-toridade de Cristo, tudo o que existe no cu e na ter-ra. (Efsios 1.4b-10)

    Concluso: Deus quer o melhor para cada um de ns. Elenos ama incondicio-nalmente. Pense nisso! Abra-ce o Senhor Jesus! Deus o abenoe!

    Rev. Dr. Caruso Godinho Capelo do H.E.C.I.

    Editorial

    Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unignito para que todo o que nele cr no

    perea, mas tenha a vida eterna.Joo 3:16

    folhaes@yahoo.com.br

    O PLANO DE DEUS PARA NScapelania@heci.com.br

    Tem intrujo no PT Jlio Cesar Cardoso

    Artigo

    Quem ser o traidor ou sabotador nas hostes pe-tistas? Vejam, a esquerda petista sempre questio-nou o mensalo minei-ro, como um malfeito grave, bem mais antigo que o mensalo petista e at agora no julgado. No julgado por incom-petncia do PT, que no soube promover a reao da sociedade e de nos-so Judicirio? Ou porque o mensalo petista era

    muito mais grave?Se a lio do mensalo

    mineiro no serviu de advertncia para impedir cometimento posterior de irregularidades polticas por integrantes do PT, porque eles julgavam que essas prticas criminosas faziam parte da vida po-ltica e que no Brasil difi -cilmente um tribunal pu-niria qualquer membro

    do alto clero da poltica nacional.

    O PT gastou muito tem-po, e continua, s falando em partido da impren-sa golpista, mas no teve habilidade de impedir o julgamento do mensalo. Por qu? Porque a gravi-dade do fato era de tal or-dem sria que provocou a indignao da sociedade, a qual se manifestou ve-ementemente contra essa pouca-vergonha da cor-rupo poltica brasileira.

    E observem mais, por-que no pode ser obra do acaso que tudo tenha convergido para gudio dos tucanos: subordina-do ao Ministrio da Justi-a (petista), a Polcia Fe-deral fez a investigao e ofereceu as provas ao Mi-nistrio Pblico, tendo o Procurador-Geral da Re-pblica, nomeado pelo ex-presidente petista, aps convencimento das peas criminais, encami-nhado denncia ao STF - que tem oito de seus onze ministros indicados pelo governo do PT -, onde a maioria de seus ministros reconheceu a existncia do mensalo.

    Charge

    Espao Bblico

    O PT gastou muito tempo, e continua, s falando em par-tido da imprensa gol-pista, mas no teve habilidade de impe-dir o julgamento do mensalo.

    Rev. Dr. Caruso Godinho Capelo do H.E.C.I.

    Estrada de via nicaO que pode se mostrar

    assustador hoje o mesmo que se transforma em corri-queiro amanh, infelizmen-te. No caso das drogas, a preocupao ocupou o lu-gar do susto inicial e atual-mente, o combate aos en-torpecentes cresce a cada dia, assim como as aes dos marginais para distri-

    buir as drogas em todos os cantos.

    Municpios do sul do Es-tado, que antes viviam em completa paz e longe dos traficantes, esto sendo invadidos aos poucos e os prprios jovens desses lo-cais acabam se transfor-mando em colaboradores dos bandidos. Um exem-

    plo mais assustado ainda sobre a regio serra-na sul, antes livre da ao desses marginais, hoje contaminada.

    Levados ao vcio pelo prazer enganoso das dro-gas, principalmente o cra-ck e o dinheiro que num primeiro momento pare-ce vir de forma fcil, jo-

    vens e adolescentes ini-ciam uma caminhada sem volta no nebuloso mundo do viciado.

    Uma vez dentro de um esquema que no admi-te erros, falhas ou traies no h mais volta. A mor-te a nica certeza que ronda aquele que caiu nas teias dos criminosos.

  • 03Folha do E. SantoSexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012www.folhadoes.com

    palanqueJackson Rangel - Jornalistawww.jacksonrangelvieira.com

    O fim de ano do governador Renato Casagrande (PSB), do vice-governador Givaldo Vieira (PT) e dos 26 secretrios de governo ser mais "gordo". Nesta segunda-feira, a Assembleia Legislativa aprovou uma emenda Constituio dando a eles o direito de receber 13 salrio e adicional de frias.

    Servidores ficando sem abono de Natal / Casteglione de molho aps cirurgia / PMDB deu rasteira na presidente Dilma / Estados produtores de petrleo perdendo o flego / Anchieta colorindo de luz as ruas e avenidas / Em Cachoeiro h desnimo / Vereadores eleitos esperando a hora de ass