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Ediao 413291

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  • DIRETOR DE REDAO: JACKSON RANGEL VIEIRA CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, ES - R$1,00

    FOLHA DO ES OPINATIVO - ANALTICO - INVESTIGATIVO WWW.FOLHADOES.COM OPINATIVO - ANALTICO - INVESTIGATIVO

    SEXTA-FEIRA, 07 DE DEZEMBRO DE 2012ANO XV - N 413291

    O avano das drogas de todos os tipos, com o crack fren-te, j virou realida-de e convive com to-das as comunidades. Seja nas grandes ci-dades ou em locali-dades das mais pa-catas do interior do Brasil.Pg 06

    Da forma como ca-minha o sistema de Montesquieu no Brasil, infecta-do com corrupo crnica, defendo a municipalizao da honestidade, cada sociedade, longe do pacto federativo, es-tabelecer nova or-dem funcional. Pg 03

    Palanque

    Editorial

    JR Celebrity

    Pag. 09

    A revista OK! revelou que Ro-bert Pattinson e Kristen Stewart esto procuran-do locais para sua festa de casamento.

    Supersalrios do Poder LegislativoCinco servidores da Casa ganham mais que o prefeito de Cachoeiro-ES Pg 05

    Seleo deanalista

    Pag. 15

    Um acidente en- volvendo duas carretas, uma ca- minhonete furgo e um carro de pas- seio matou, na manh de ontem, o vigilante Manoel Dilzo Batista Jnior

    Com os encargos de nal de ano, a folha do Legislativo passa dos R$ 400 mil.

    O salrio de R$ 3.687,00 para jor-nada de 40 horas semanais.Pg 11

    Mas um novo es-tudo de uma uni-versidade japonesa aponta que a doen-a tambm tem re-lao com a perda da audio. Pg 12

    Os atendimentos em Cachoeiro de Itape-mirim alusivos ao Dia Mundial de Luta Contra a Aids pros-seguem at hoje, das 8h s 12h, na praa Jernimo Monteiro, centro da cidade.Pg 14

    Diabetes faz perder audio

    Cachoeiro no combate AIDS

    Polcia

    EXCLUSIVO

  • 02 Folha do E. SantoSexta-Feira, 07 de Dezembro de 2012 www.folhadoes.com

    119:50 O que me consola na minha angs-tia isto: que a tua palavra me vivi ca // Clima no Con-gresso Nacio-nal de guerra por causa dos royalties // Es-tados no pro-dutores no querem perder a boquinha // A Pre-feitura deveria expli-car onde gastou os R$ 15 milhes recebi-dos como "royalties at outubro // Como diz o Ministro Aloysio Mercadante "os pre-feitos gastam o dinhei-ro em obras supr- uas // Em Kennedy de nada adiantou a "montanha de dinhei-ro que foi para l // Vereador existe para legislar, isto fazer leis e scalizar o Exe-cutivo // Servircomo "despachante" de luxo e ainda pago no o que o povo quer // Da o desencanto com os polticos // O voto em branco, nulos e a abs-teno revela isso // As caladas do Bair-ro Coronel Borges, em Cachoeiro-ES, esto cobertas de capim e lixo // Moradores j de-sistiram de reclamar // O mesmo acontece em outros bairros // O IBC um exemplo disso // Lei municipal que bene -cia farmcias comes-tacionamento deveria ser revogada // Elas vendem de tudo e es-to coladas umas nas outras // Osias, 6:3 - Conheamos e pros-sigamos em conhe-cer ao Senhor; como a alva, a sua vinda cer-ta; e ele descer so-bre ns como a chuva, como chuva serdia que rega a terra // A.W.

    Desfolhando

    Ao longo da nossa caminha-da quantos convites temos re-cebido e muitos outros iremos receber. Convites para enlaces matrimoniais; batizados; festas familiares; churrasco com ami-gos; convites da escola onde nossos fi lhos estudam; convites para formaturas, ofcios fne-bres e outros.

    Devemos analisar cada con-vite e ver suas implicaes. De-vemos verquem faz o convite? Cada convite merece uma res-posta. H convites que ns nem respondemos, pois, no nos in-teressam e at podem ser sus-peitos. O importante que olhamos primeiramente quem nos envia o convite. pessoa da nossa amizade? pessoa de confi ana?

    No caso do convite acima, quem nos enderea o convite o Senhor Jesus Cristo. Pode-mos no conhec-lo, mas j ou-vimos falar dele; de seus mila-gres, seus feitos salvfi cos, seu nascimento na manjedoura e sua morte na cruz. Ele quer nos aliviar das cargas e presses desta vida; nos ensinar um novo caminho, e nesse caminho a hu-mildade e quer nos dar a paz para a nossa alma. No contexto natalino que nos envolve, vale a pena analisar o convite e acei-t-lo para iniciar um novo ano com Jesus o que signifi ca mu-dana radical, um novo esti-lo de vida. Pense e tome a sua deciso. Deus o abenoe.

    Rev. Dr. Caruso Godinho Capelo do H.E.C.I.

    Editorial

    Vinde a mim, todos os que estaiscansados e sobre-carregados, e eu vos aliviarei.

    Tomai sobre vs o meu jugo e aprendei de mim, por-que sou manso e humilde corao; e achareis des-canso para a vossa alma. Porque o meu jogo suave,

    e o meu fardo leve. Mateus 11:28 a 30

    folhaes@yahoo.com.br

    CONVITE ESPECIAL capelania@heci.com.br

    Investigao criminal pelo MPLuiz Flvio Gomes

    Artigo

    Em casa que falta po, todo mun-do briga, mas ningum tem razo. Foi aprovada por uma Comisso Es-pecial da Cmara, no dia 20.11.12, a PEC 37 (Proposta de Emenda Cons-titucional), que confere exclusividade s polcias para as investigaes cri-minais. Nem tanto ao mar nem tanto terra. Hoje a investigao criminal pelo Ministrio Pblico conta com graves dfi cits de legalidade. Mas so relevantes. Se pensssemos no Brasil como uma nao democrtica com amadurecimento institucional, muito provavelmente a soluo seria a soma coordenada de todas as foras investigativas, no a separao ou a excluso.

    nesse quadro de intranquilida-de nacional e de protestos reitera-

    dos, que vem se agravando assus-tadoramente desde 1980 quando contvamos com 11,7 mortes para cada 100 mil habitantes, contra 27,3 em 2010, que o Ministrio Pblico, duramente cobrado pelas reivindi-caes punitivistas, passou a inves-tigar alguns delitos, por sua conta e risco, especialmente os relacio-nados com o crime organizado, os cometidos por policiais e os crimes contra administrao pblica.

    Por mais que a jurisprudncia, nomeadamente do Superior Tribu-nal de Justia e do Supremo Tri-bunal Federal, continue ratifi can-do suas investigaes autnomas ou paralelas, a verdade que ainda no existe lei inequvoca que discipline

    esse poder. Da as contnuas contro-vrsias e alegaes de nulidade, que andam forjando grande inseguran-a jurdica.

    A maior prova da nebulosidade nesse campo reside no seguinte: por falta de expressa disposio legal, que exigncia bsica do Estado de Direito, primordialmente quando em jogo esto direitos fundamen-tais dos investigados, todo procedi-mento dessa natureza do Ministrio Pblico est regulamentado por Re-solues ou Atos Normativos dos Procuradores Gerais. Esses atos, no entanto, no possuem o status de lei.

    Diante desse dfi cit de legalida-de, as investigaes no so uni-formes e os procedimentos adota-dos no so idnticos. O mais grave: no existe controle judicial peridi-co delas. Alis, h juzes que no as reconhecem e, assim, se recusam a arquivar tais procedimentos, quan-do nada apurado contra o suspeito.

    No estgio em que nos encontra-mos, de aguda insegurana coletiva e de medo difuso, todo esforo in-vestigativo do Ministrio Pblico, supletivo ou complementar, sobre-tudo quando se trata do crime or-ganizado, dos crimes do colarinho branco e dos praticados pela prpria polcia, ser muito bem-vindo, mas sempre em conjunto comos rgos autorizados, para isso, por fora de lei expressa e inequvoca.

    Nosso Estado Democrtico de Direito muito ganharia se todas as instituies de segurana pblica deixassem de se digladiar e somas-sem seus parcos recursos e ingentes esforos no sentido de proporcionar nao brasileira uma Justia mais equilibrada, mais justa e menos su-jeita a improvisaes, discrimina-es e incertezas.

    Charge

    Espao Bblico

    Diante desse d cit de legalidade, as in-vestigaes no so uniformes e os proce-dimentos adotados no so idnticos

    Rev. Dr. Caruso Godinho Capelo do H.E.C.I.

    Drogas sugando vidasO avano das drogas de

    todos os tipos, com o crack frente, j virou realidade e convive com todas as co-munidades. Seja nas gran-des cidades ou em locali-dades das mais pacatas do interior do Brasil, essa pra-ga se espalhou e continua devorando vidas a cada minuto, ou menos que isso.

    Repercutindo o proble-

    ma apenas na regio sul do Esprito Santo, pode-mos constatar que os tra-fi cantes plantaram verda-deiros feudos em meio aos jovens e adolescentes e do-minaram de vez a situao. Por mais que se apresen-tem solues a mdio e cur-to prazo, o quadro de hor-ror parece uma locomotiva sem freio e vai levando a

    eito tudo o que est em sua frente.

    O caso, mais um para as frias estatsticas das auto-ridades de segurana, cer-tamente estar se repetin-do nesse momento em que o leitor folheia este jor-nal. assim, infelizmente, em todo o pas que ainda no encontrou uma soluo para o combate s drogas

    ou pela incompetncia dos governos que no desen-volvem projetos sociais.

    Os poucos que existem pecam pela timidez e no produzem resultados satis-fatrios. Uma pena e uma sensao de impotncia perante essas bestas que povoam as ruas, os bairros, as cidades e acabam su-gando a alma.

  • 03Folha do E. SantoSexta-Feira, 07 de Dezembro de 2012www.folhadoes.com

    palanqueJackson Rangel - Jornalistawww.jacksonrangelvieira.com

    A Comisso de Constituio e Justia do Senado (CCJ) aprovou o projeto de lei que cria o vale cultura no valor de R$$ 50 para os trabalhadores regidos pela CLT com vencimento de at cinco salrios mnimos. O texto institui o Programa de Cultura do Trabalhador, destinado a estimular o acesso a bens e servios culturais.

    Fim de temporada e clima esquentando na Cmara de Cachoeiro / Em Alegre-ES, o prefeito eleito Paulo Lemos vai nomear aposentados para cargos de confiana / Em Ina, servidores municipais em p-de-guerra com o prefeito / Em Maratazes, Justia abrindo ao penal contra Jander / E 2013 vem a.

    QUERENDOEm maio do ano que vem, Acio Neves (PSDB) dever