segurança em condomínios

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  • Polcia Militar do Estado de So Paulo

    Segurana em Condomnios

  • SUMRIO

    Apresentao 04Captulo I Como deve ser a segurana de um condomnio 05

    1.1. Barreiras fsicas 051.2. Iluminao 061.3. Sinalizao 061.4. Sistemas de segurana eletrnicos em condomnios 06

    1.4.1. Sistemas de alarmes 07 1.4.2. Cercas eletrificadas 07 1.4.3. CFTV- Circuito fechado de televiso 07

    1.4.4. Controle de acesso informatizado 07 1.4.5. Sistemas de segurana monitorados 08

    Captulo II Procedimentos Preventivos Bsicos de Segurana em

    Condomnio 09

    2.1. Dicas de Segurana para os sndicos 092.1.1. Junto aos condminos 092.1.2. Junto aos funcionrios 092.1.3. Com relao segurana do condomnio 102.2. Dicas de Segurana aos condminos 112.2.1. Com relao segurana do condomnio 112.2.2. Com relao segurana aos empregados domsticos 132.2.3 Com relao segurana do lar 132.3. Dicas de Segurana aos funcionrios 142.3.1. Orientaes Gerais 142.3.2. Cuidados na Portaria 16

    Captulo III Controle de Entrada e Sada de Pessoas pela Portaria 17

  • 3.1. Portaria 173.1.1. Identificao de visitantes 173.1.2. Identificao de prestadores de servios 183.1.3. Identificao de entregadores de mercadoria 193.1.4. Controle de entrada e sada de prestadores de servio por

    empresas de terceirizao de mo-de-obra 19

    3.1.5. Controle de entrada e sada de veculos 203.1.6. Garagens 213.1.7. Controle de entrada e sada de materiais 22

    Captulo IV Modo de Agir dos Ladres 234.1. Modus-Operandi 234.2. Situaes que levantam suspeitas 24

    Captulo V Medidas de Segurana em Caso de Emergncia 275.1. Casos de pessoas suspeitas rondando o condomnio 275.2. Casos de tentativa de invaso em condomnio para fins de roubo

    ou furto 28

    5.3. Em caso de roubo 295.4. Aps um roubo 29

    Captulo VI Segurana bsica em elevadores 30Captulo VII Medidas para Preveno ao uso de Drogas em

    Condomnios 31

    Captulo VIII Telefones de emergncia e teis na cidade de So Paulo 32Captulo IX Bibliografia 33

    APRESENTAO

  • A Polcia Militar do Estado de So Paulo, voltada defesa da cidadania, na

    busca da garantia dos direitos individuais e coletivos dos cidados, dentro da chamada

    preveno primria, com a elaborao de materiais de divulgao e ciclos de palestras,

    indica condutas e medidas que cada cidado deve adotar para elevar seu nvel de

    proteo.

    Esta cartilha voltada a Segurana em Condomnios contm recomendaes que

    visam a sua segurana, abrangendo dicas respeito de condminos, funcionrios

    domsticos e dos condomnios, sndicos, prestadores de servio e visitantes.

    Todas as dicas aqui contidas devem ser objetos de conversa e reflexo.

    Estar seguro tambm depende do conhecimento, de predisposio para adotar

    condutas adequadas de pr-atividade.

    Por outro lado, sua Polcia Militar continua vigilante, disposta e disponvel a

    qualquer hora do dia ou da noite, em qualquer dia do ano, para proteger a todas as

    pessoas. Mais do que isso, desenvolve novas tecnologias, condutas e estratgias para

    elevar o nvel de segurana da populao, intensificando sua Visibilidade,

    Acessibilidade e Eficincia.

    No devemos nos esquecer que: segurana pblica, dever do Estado,

    direitos e responsabilidade de todos.

    Captulo I - Como deve ser a segurana de um condomnio.

  • Condomnio definido como domnio exercido juntamente

    com outrem, uma co-propriedade, podendo ser tambm um

    conjunto residencial composto de edifcios e/ou casas,

    geralmente cercado, com acesso controlado, e cujos

    moradores dividem equipamentos comunitrios, portanto,

    todos tm o dever de mant-lo e

    proteg-lo a fim de preservar sua tranqilidade, na busca

    de melhor qualidade de vida.

    Para que haja uma segurana

    mais eficiente necessrio que

    suas instalaes fsicas estejam cercadas e o mximo

    possvel fechadas. Diante disto os condomnios devem

    possuir:

    1.1. Barreiras fsicas.

    - So obstculos naturais ou artificiais (estruturais)

    que servem para impedir ou dificultar o acesso de

    pessoas estranhas em locais delimitados ou proibidos,

    e controlar os permitidos em um condomnio, alm de

    proteger os seus pontos estratgicos e vulnerveis.

    Dentre os mais usuais podemos citar: as barreiras perimetrais junto s divisas tais

    como vegetao, muros, cercas, concertinas, alambrados e

    ofendculos; cancelas, guaritas nas portarias, portes com

    eclusas, interfone, espelhos refletores (cncavos ou

    convexos), grades, portas internas ou intermedirias,

    passador de objetos, etc..

    1.2. Iluminao.

  • - fundamental que as dependncias do condomnio sejam bem

    iluminadas, a fim de desestimular a ao de infratores da lei.

    - Aconselha-se utilizar luminrias e holofotes, podendo

    ser complementado por sensores de presena.

    1.3. Sinalizao.

    - A sinalizao pode ser visual, atravs de

    placas, sinais luminosos ou sonoros, ou ainda se

    utilizando dispositivos sonoros eletrnicos ou

    apitos, ou mesmo cdigos e senhas

    convencionadas entre os condminos e funcionrios.

    1.4. Sistemas Eletrnicos de Segurana em Condomnios.

    - O sistema de segurana ideal aquele que promove a

    interao do homem com os equipamentos eletrnicos, a

    fim de que a coligao entre ambos possa promover um

    nvel de proteo satisfatria. Atualmente no mercado,

    existem os mais variados nmeros e tipos de equipamentos

    eletrnicos de segurana disposio dos usurios,

    portanto, deve-se adquirir aqueles que mais se adaptem s necessidades do

    condomnio.

    - Destacaremos, a seguir, os sistemas e equipamentos eletrnicos de segurana mais

    utilizados em condomnios:

    1.4.1. Sistemas de alarmes.

    - So equipamentos eletrnicos, sonoros ou no, que servem

  • para alertar sobre situaes incomuns em residncias ou condomnios, tais como

    violao de procedimentos e locais, proteo contra roubos, furtos, alagamentos,

    incndios, etc.

    - Esses sistemas se destacam com as seguintes caractersticas: alarme de intruso;

    sensores de porta e janela, botes de pnico, infravermelho passivo e ativo, etc.

    1.4.2. Cercas eletrificadas.

    - um sistema que est sendo bem aceito em condomnios, pois inibe possveis

    tentativas de intruso pela ostensividade e pelo receio das descargas eltricas.

    1.4.3. CFTV - Circuito Fechado de Televiso.

    - Atravs de cmeras com ou sem fio, instaladas em pontos

    estratgicos da residncia ou do condomnio, cujas imagens

    devem ser gravadas, possvel se ter uma visualizao de todo o

    ambiente.

    - A proteo ficar maior se as imagens tambm forem acessadas

    pelos condminos.

    1.4.4. Controle de Acesso Informatizado.

    - O Sistema de Controle de Acesso tem como objetivo

    principal efetuar o controle eletrnico do movimento de

    pessoas - funcionrios e visitantes - dentro de reas

    estratgicas dos condomnios. bastante utilizado em condomnios comerciais.

    1.4.5. Sistemas de Segurana Monitorados.

    - Sistemas monitorados oferecem servio 24 horas, servem para reduzir riscos de

    intruso, incndios e, combinando-se vrios circuitos, podem ser empregados como

    controle de acesso, CFTV (circuito fechado de TV) e at como segurana de

  • informao.

    Captulo II - Procedimentos Preventivos Bsicos de Segurana em

    Condomnios.

    Verificaremos a seguir alguns procedimentos usuais a serem seguidos tanto por

    sndicos, moradores quanto pelos funcionrios do condomnio, os quais devem ser

  • adotados como medidas de segurana, bem como contribuir na preveno de roubos e

    furtos.

    2.1. Dicas de Segurana para os Sndicos. 2.1.1. Junto aos condminos:

    Desenvolva com o conselho de condminos

    normas firmes e transparentes sobre a segurana do

    condomnio, discriminando, inclusive, punies;

    Em reunies condominiais aborde assuntos

    relativos segurana de seu condomnio;

    Forme um conselho ou comisso especficos

    para tratar do assunto segurana;

    Incentive a participao de todos os moradores e funcionrios quando for tratado

    o tema segurana.

    2.1.2. Junto aos funcionrios:

    Na contratao de novos funcionrios entreviste um

    de cada vez, de preferncia na portaria;

    Obtenha o mximo de informaes possveis sobre o

    candidato e solicite atestado de antecedentes e de

    referncia pessoal de todos os funcionrios a serem

    contratados;

    Contrate funcionrios que j possuam cursos de formao e treinamento para

    poderem trabalhar no condomnio;

    Promova e invista na reciclagem dos funcionrios

    atravs de cursos especializados;

    Fiscalize a rotina de trabalho de funcionrios e

    zeladores, procurando

  • acompanhar de perto suas condutas assim como no atribuir misso que no lhes seja

    pertinente;

    Apresente e informe aos moradores quando da substituio ou admisso de um

    funcionrio, porm aconselhvel que se evite rotatividade;

    O novo empregado ou o substituto no deve ficar sozinho at

    conhecer todos os moradores e a rotina de trabalho do prdio;

    Oriente sempre os funcionrios, principalmente os

    porteiros e garagistas, para que no saiam de seus postos de

    trabalho, evitando desloc-los para prestar servios particulares.

    2.1.3. Com relao segurana do condomnio:

    Cadastre e mantenha atualizada a relao de todos

    os moradores do condomnio, onde dever constar

    desde a placa de seu veculo at o nome de parentes

    prximos para contato em